Faca Preta lança o álbum Resistir pelo selo Repetente Records; ouça!

Resistir, o primeiro full álbum da banda paulistana de punk rock Faca Preta, com 13 faixas, é mais um lançamento do selo Repetente Records, criado e conduzido por Badauí, Phil Fargnoli e Ali Zaher Jr do CPM 22. A distribuição digital é por meio da Ditto Music. A produção musical, mixagem e masterização do disco ficou por conta de Átila Ardanuy, com participação de Marcelo Sabino (baterista do Faca Preta, também do Chuva Negra e do Anônimos Anônimos), enquanto a gravação dos vocais principais foi assinado por Thiago Hospede. As 13 músicas são assinadas pelos músicos do Faca Preta e três delas conta com participações especiais: Fernando Badauí (CPM 22) canta em Coragem, Fernando Lamb (Não há mais volta) coloca sua voz em Velha Escola, Ricardo Scaff toca gaita em Cães de Rua. Além dos convidados, o produtor Átila Ardanuy toca todos os pianos e efeitos sonoros em Resistir. Como revela Sabino, a composição de Resistir começou em 2017, exatamente no período em que foi oficializado o baterista do Faca Preta. Na época, fizeram a abertura de um show da lendária banda street punk britânica Cockney Rejects, em São Paulo. “A primeira música foi Dias Melhores, o primeiro single que saiu pela Repetente Records. Logo começamos a trabalhar em bases que eles já tinham e a partir de novas ideias que foram surgindo”, lembra o baterista. O resultado é um álbum de street punk rock com sonoridade direta e com punch. É punk para cantar junto, se divertir, refletir e resistir; é música libertária contra a repressão policial e combativa a tudo que desalinha e separa uma sociedade. Neste registro, a Faca Preta ainda saiu da zona de conforto e experimentou com instrumentos inusitados ao estilo, como violão, moog e hammond. Neste mês de agosto, além do lançamento de Resistir, o Faca Preta fará o show de lançamento do disco no Hangar 110, dia 20, ao lado das bandas Red Lights Gang e Os Excluídos. “Estamos preparando um show com um mix entre as músicas antigas e as desse novo disco. Será demais retornar aos palcos após tanto tempo parado por conta da pandemia”, finaliza a banda.

Crítica | Hate Uber Alles – Kreator

Pareceu uma eternidade desde o lançamento de Gods of Violence (2017), último álbum do Kreator. De lá para cá, o mundo passou por diversas turbulências, mas isso não impediu os lendários alemães de partir pra cima e editar o seu décimo quinto álbum de estúdio, Hate Uber Alles. E, apenas para variar um pouquinho, a porrada come solta durante todo o artefato. Evidente que os tempos de Endless Pain (1985) e Pleasure to Kill (1986) estão muito distantes, pois hoje o Kreator conta com músicos maduros e uma produção primorosa. Mas isso não tira o peso do material, pelo contrário. Comandada pelos eternos Mille Petrozza (voz, guitarra) e Ventor (bateria, pena que não se arrisque mais nos vocais), a banda entrega onze petardos (tirando a intro) para fã nenhum botar defeito. Experimente ouvir no talo torpedos como a faixa-título, Killer of Jesus, Strongest of The Strong (épica e com um refrão matador), Midnight Sun (que riffs!) e Dying Planet, que encerra esse ótimo trabalho de forma cadenciada, mas com outro refrão que não é difícil imaginar a multidão gritando na atual tour do grupo. Salvo alguns álbuns mais experimentais que não encontraram tanto respaldo entre seus seguidores, o Kreator pode ser considerado um dos maiores nomes do metal mundial, com uma carreira rica e íntegra. Palavras não são mais úteis aqui, portanto, acione o play e boa diversão. Hate Uber AllesAno de Lançamento: 2022Gravadora: Nuclear BlastGênero: Thrash Metal Faixas:1-Sergio Combucci is Dead2-Hate Uber Alles3-Killer of Jesus4-Crush The Tyrants5-Strongest of The Strong6-Become Immortal7-Conquer And Destroy8-Midnight Sun9-Demonic Future10-Pride Comes Before The Fall11-Dying Planet

De malas prontas para o Brasil, Jack White lança Entering Heaven Alive

Após se aventurar por um clima mais pesado e elétrico, cheio de experimentos sonoros no álbum Fear of the Dawn, Jack White apresenta outra faceta de seu trabalho, mais acústico e focado em melodias blueseiras, em Entering Heaven Alive, seu segundo disco deste ano. Este é um lançamento da Third Man Records. Aliás, ele se prepara para trazer sua nova turnê para o Brasil, com uma apresentação marcada em São Paulo no dia 12 de outubro, no Popload Festival. Fundada por White em 2001 e baseada em Detroit, a Third Man Records se consolidou como um sinônimo de inovação e bom gosto ao buscar alternativas para experiências exclusivas e analógicas em um meio digital. Os novos lançamentos de Jack White podem ser garantidos em múltiplos formatos físicos e digitais pelo selo.