Balara apresenta segundo álbum de estúdio; ouça Aponte Para o Amor

A banda santista Balara comemora o Dia Mundial do Rock com o lançamento do álbum Aponte Para o Amor. Este é o segundo disco de estúdio da banda e traz 12 faixas de estilos como o rock nacional, pop, MPB, faixas instrumentais e um remix. Com um repertório autoral, a banda mostra que é possível mesclar uma sonoridade moderna com letras inspiradoras e melodias que grudam no ouvido sem soar clichê. “Cada verso, cada melodia, cada arranjo desse álbum foi feito com muito amor. Aponte Para o Amor é uma ponte que nos transporta para um universo difícil de encontrar nos charts musicais de hoje em dia. Apontando para um futuro que se faz cada vez mais presente, provando que música pop pode sim ser edificante e inspiradora”, conta Luccas Trevisani, vocal, piano, violão e guitarra da banda. A faixa de destaque do álbum é a inédita Grão (escrita por Luccas Trevisani e Mateus Cristovão) que traz um rock nacional com sonoridade moderna. “Esse single tem uma letra inspiradora e muita energia, fazendo jus ao estilo musical que se celebra no Brasil inteiro todo dia 13 de julho”, comenta. A música chega acompanhada de videoclipe. O álbum conta com 12 faixas, são elas: Aponte Para O Amor; Grão; Coração; É amando que se aprende; Algo Me diz; Quem nunca?; Desfechos que não fecham; Sonhos; Recomeço; Se Eu Morasse em Você e Deixa Ela Voar – Remix. A banda Balara surgiu para o público no início de 2018 após ter sido descoberta pelo produtor Lamps (Lampadinha), vencedor de cinco Latin Grammys. Os integrantes intitulam o gênero musical da banda santista como “pop inspirador”, visto que o intuito do grupo é transmitir mensagens inspiradoras e edificantes em suas músicas. Formada por Daniel Debski (guitarra e backing vocal), Danilo Almeida (bateria) e Luccas Trevisani (vocal, piano, violão e guitarra), em quatro anos de carreira, a banda foi contemplada com dois prêmios internacionais na Espanha: “Melhor Mensagem Social em Videoclipe Musical” e “Melhor Produção em Videoclipe Musical” no renomado Festival de Cinema Prémios Latino com o single Guarde na Mente.

Surra representa Baixada Santista no Dia do Metal do Rock in Rio 2022

No ano em que completa dez anos de carreira, a banda santista Surra foi anunciada como uma das atrações do Rock In Rio 2022. A apresentação no Rock in Rio ocorrerá no Palco Supernova, em 2 de setembro, o Dia do Metal, que contará como Iron Maiden, Dream Theater, Gojira e Sepultura. Considerada um dos principais expoentes do underground nacional nos últimos anos, a banda, formada em 2012, em Santos, traz na sua bagagem a experiência de duas turnês na Europa, centenas de participações em shows e festivais pelo Brasil, além de mais de dois milhões de plays nas plataformas de streaming. “Para nós é uma honra comemorar os dez anos de banda realizando o sonho de tocar no Rock in Rio”, comenta o baixista Guilherme Elias. “Vamos transportar a energia caótica das nossas apresentações para o palco do festival”, complementa Leeo Mesquita vocalista e guitarrista do Surra, que conta ainda com Victor Miranda na bateria. Mais atrações no Dia do Metal no Supernova Além do Surra, o Palco Supernova contará com outros nomes fortes do cenário independente nacional. No mesmo dia dos santistas, o Dia do Metal, Crypta, Matanza Ritual e Ratos de Porão também se apresentam. Ike, Hiosaki, Yunk Vino e MC Poze do Rodo convida Bielzin completam o line-up do dia 3, junto com o já anunciado trapper TETO. No dia 4, WC No Beat e convidados: Felp 22, Hyperanhas e Mc Th se apresentam no palco encerrando o primeiro final de semana do festival. A organização também anunciou os convidados de Lil Whind, alter ego do humorista e influenciador Whindersson Nunes, que será o headliner do dia 4: Doode, Omni, Reid e Wiu. No segundo final de semana, a Cali abre as apresentações no Supernova, seguido por Scatolove, O Grilo e o já anunciado Francisco, El Hombre. Para o dia 9 de setembro, o festival anunciou Number Teddie, Sebastianismos, Castello Branco e Supercombo. No dia 10, Macacko, João Napoli e Daparte se unem a Jovem Dionísio, para se apresentarem no espaço. E, encerrando o segundo final de semana do festival, Muse Maya, Mariah Nala e Bianca completam o Dia Delas, junto com Priscilla Alcântara. Confira o line-up completo do palco 02/09 – Crypta, Surra, Matanza Ritual e Ratos de Porão 03/09 – Ike, Hiosaki, Yunk Vino, MC Poze do Rodo convida Bielzin e TETO 04/09 – WC no Beat e convidados: Felp 22, Hyperanhas e Mc Th e Lil Whind e convidados: DOODE, OMNI, REID e WIU 08/09 – Cali, Scatolove, O Grilo e Francisco, El Hombre 09/09 – Number Teddie, Sebastianismos, Castello Branco e Supercombo 10/09 – Mackaco, João Napoli, Daparte e Jovem Dionísio 11/09 – Muse Maya, Mariah Nala, Bianca e Priscilla Alcântara Histórico recente de santistas no Rock in Rio Na edição de 2015, a banda Erodelia foi a escolhida para o Palco Pepsi by Pleimo, um concurso que levou cinco nomes independentes para o Rock in Rio. Na mesma edição, a Bula também marcou presença. Em 2019, a última antes da pandemia, Zimbra, Bula e Dani Vellocet também se apresentaram, todos no Palco Supernova.

Banda santista Broken Dreams divulga seu primeiro EP; ouça

A banda santista Broken Dreams debutou seu primeiro EP neste domingo (10). Trazendo diversos elementos do rock moderno, o trio divulgou três canções. Em abril, o grupo já havia lançado Happy, primeira música que compõe o trabalho intitulado The Karma of Your Happy Feelings. Aliás, o título é um jogo de palavras e traz o nome das três faixas. Feel e Karma são inéditas e chegaram junto do lançamento. A Broken Dreams é formada por Leonardo Rezende (Vocal), Patrick Klökler (bateria) e Victor Moryarth (guitarra).

Mulamba alça novos voos no intenso segundo disco, Será Só Aos Ares

Será Só Aos Ares é o novo álbum do grupo Mulamba. Desde sempre cantando as complexidades e lutas do cotidiano, a banda mostra um outro lado da sua sonoridade, incorporando elementos da música brasileira à potência do rock que guiou seu primeiro e aclamado disco homônimo. Agora, o segundo trabalho amadurece estética e sonoramente a canção de artistas que têm muito a dizer e fazem da sua arte uma oportunidade de provocar e resistir. O lançamento do álbum em todas as plataformas digitais é do selo PWR Records. Será Só Aos Ares é um respiro. O segundo álbum de inéditas da Mulamba surge a partir de fluxos internos, ao entender a importância de olhar para si, redescobrir as próprias raízes e se permitir descansar. A proposta é perceber a leveza e o deslocamento que o ar propicia. O título é um palíndromo, uma palavra ou frase que mantém o mesmo sentido quando lida de trás pra frente. “É uma libertação que estamos tentando alcançar ao fazer música. É a música feita com tempo, que acontece quando olhamos para dentro e nos permitimos ouvir o silêncio enquanto todo mundo espera o nosso grito”, como definem as artistas. Com 12 faixas, o disco expressa identidades musicais diferentes, trazendo uma presença mais marcante de ritmos brasileiros. A concepção foi influenciada por diversas manifestações culturais originadas na diáspora africana. A intenção foi propor um resgate estético, revisitando a sonoridade das décadas de 1990 e 2000 e somando linguagens contemporâneas. Além da estabilidade do orgânico, das peles, das cordas, dos instrumentos de sopro e da voz, a banda abraça os elementos eletrônicos com os beats, os synths, os efeitos e as texturas sintéticas. A obra tem produção musical de Érica Silva e Leo Gumiero; e conta com a participação de artistas renomados e expoentes da nova safra nacional: Luedji Luna, Kaê Guajajara e BNegão. Embora busque a calmaria em um mergulho interno, Mulamba faz de suas canções um manifesto. Cada faixa evoca a realidade brasileira e, em Será Só Aos Ares, isso não seria diferente. Sem pedir licença para cantar seu prazer (Phoda, Lascívia), elas também se despedem dos relacionamentos tóxicos (Samba pra nunca mais), denunciam a falta de acesso à saúde (Pachorra do dotô), a prece materna que teme o destino dos filhos num país violento (Mãe do corre, Bença), a morte das florestas, dos animais e do povo indígena (Bagatela, Barriga de peixe) e a perseguição a quem ousa questionar os padrões (Levante). Sem deixar de abordar as lutas diárias, o grupo convida a respirar para alçar novos voos.

Bayside Kings questiona o tempo da sociedade e da política em novo EP

É urgente que o tempo da existência, do convívio, do trabalho e da política que gerencia a sociedade seja bem administrado e, principalmente, bem consumido pelo indivíduo. O tempo urge e cada a cada pessoa mentalizar seu propósito em meio ao caos, esquivar-se de preconceitos e ser voz ativa contra o retrocesso. É sobre este tempo – do presente e do futuro – que o Bayside Kings fala por meio do seu hardcore moderno e ríspido, com letras em português, neste novo EP, Tempo. Tempo, que chegou às plataformas de streaming pelo selo Olga Music, é o sucessor direto do EP Existência (2021), a segunda de quatro partes que formam o álbum #livreparatodos, todos entrelaçados por temáticas que tangem a condição humana. Neste lançamento, todas as músicas abordam, de distintas maneiras, a questão de tempo e têm uma pergunta que vai direto ao ouvinte, que chega em forma de provocação, exceto a faixa Existência, em que a banda fala da valorização do ‘eu pessoal’, um grito de incentivo àquilo que define torna cada indivíduo um ser único. A sonoridade que embala as canções de Tempo acompanha as temáticas do EP: do hardcore direto e reto no estilo Sick of it All de Consequência da Verdade, passando pelo peso extra de Todos os Olhos em Mim, a essência punk de O que você procura aqui e a melodia de Livre para Todos. Consequência da Verdade é uma crítica à forma como nos escondemos nas redes sociais, na ilusão de uma imagem e ambiente perfeito, como uma máscara para nossas falhas. O clipe do primeiro single é a continuação da história do Caverinha, iniciada no EP anterior, que escancara uma pergunta essencial à proposta atual do Bayside Kings, entre o desfecho de Existência e o lançamento de Tempo: quem é você quando tudo se desfaz? “Você está no mundo real, quem é você quando todos os olhos estão na sua direção”, levanta a banda. Todos os Olhos em Mim traz à tona de um sentimento corriqueiro a muitas pessoas: aquele desconfortável sentimento de ser constantemente julgado, seja pelo visual ou pela ótima de tantos preconceitos, no entanto, cantado pelo Bayside Kings como um alerta positivo para o indivíduo não cair nesta armadilha e continuar no próprio trilho. A mais punk, O que você procura aqui, que mais uma vez carrega o inquietude do existencialismo por tantas vezes proferido pelo Bayside Kings. “O que você procura nesta vida além de existir? Qual seu propósito? Acredito que não estamos aqui para ‘a vida nos levar’ e a resposta para isso vale ouro“, provoca Milton. A mais diferente de todas as faixas desta nova fase da banda santista, que encerra o EP Tempo, é Livre para Todos, com uma pegada punk rock melódico, com nuances de Offspring. É uma música política, descaradamente, com o peso que o Brasil sente desde as últimas eleições majoritárias, em 2018. Um dos nortes, na letra, é o desrespeito e desmonte das florestas na Amazônia, com um verso nos moldes terrorismo poético. “Sou filho do caos e a única coisa que tem que queimar não são as florestas, mas sim o fascismo sistemático, e assim seremos nós as micro revoluções diárias para estarmos em paz consigo mesmo”. Tudo fará muito sentido quando #livreparatodos ser complemente lançado. Até lá, cada música, cada EP é um capítulo dentro de uma trama. O EP ainda é um convite por meio do hardcore para a sociedade pensar sobre comportamento e política de uma forma mais plural. “As micro revoluções estão acontecendo, é fato que grupos conseguem debater cada vez mais temas, no entanto, os preconceitos estão cada vez mais escancarados, não podemos deixar, jamais, que isso seja normalizado. Este governo não vai conseguir isso”. Show de lançamento de Tempo No palco, o EP Tempo será lançado dia 16 de julho, no Jai Club, em São Paulo. O evento, que começa às 17h, ainda terá shows das bandas Institution, Crexpo, M4nifesto e Into the Void. Para a compra de ingressos, acesse o link.

Com Emicida fechando, Festival Turá mostra a força dos músicos brasileiros

O primeiro dia do Festival Turá, que aconteceu no Parque Ibirapuera, em São Paulo neste sábado (2), mostrou a força dos nossos artistas. Sem atrações internacionais, o evento trouxe bons nomes para o seu lineup. Lagum, Duda Beat, Paulinho da Viola e Emicida foram as principais atrações do dia e não decepcionaram. Aliás, vale ressaltar os imprevistos, duas atrações já anunciadas não puderam comparecer por questões de saúde e tiveram de ser trocadas de últimas hora. Lagum Em síntese, a galera do Lagum vem se estabelecendo como umas das bandas queridinhas do público jovem. Com um setlist repleto de hits, o grupo fez uma apresentação enérgica para agitar as pessoas. Ainda assim, por conta do horário, o conjunto fez um show para um número menor de pessoas em relação as outras apresentação. Contudo, isso não afetou em nada a qualidade do espetáculo. Como citado, o Lagum é muito querido pelo público, por conta disso, o vocalista Pedro Calais foi sempre acompanhado pelas pessoas pessoas presentes nos refrões. Sempre variando entre as canções mais agitadas com as românticas, a banda escolheu bem seu repertório e agradou. Duda Beat A cantora pernambucana foi outra que chegou cheia de energia. Com sua banda e repleto de dançarinas no palco, a popstar brasileira trouxe canções dos seus dois discos de estúdio. Ainda assim, a recepção para as músicas do Sinto Muito, divulgado em 2018, são muito mais calorosas. Destaque para Bixinho, que foi acompanhada a todo momento pelos fãs. Contudo, é importante ressaltar a evolução da artista. Ao vivo, as composições do álbum Te Amo Lá Fora (2021) são muito bem apresentadas e tem tudo para virar o carro-chefe nos shows da cantora em breve. Paulinho da Viola Trazendo o show mais tranquilo do dia, o sambista Paulinho da Viola teve a dura missão de substituir Zeca Pagodinho no lineup. Vale lembrar que Zeca contraiu Covid-19 e teve sua presença cancelada dias antes do festival. Na performance, Paulinho foi de poucas palavras, mas musicalmente impecável, mesmo aos seus 79 anos. O músico tocou pelo menos uns três instrumentos durante sua apresentação no Festival Turá. Feliz foi o público que caiu no samba e cantou muito. Vale ressaltar já o número de pessoas no local na penúltima apresentação da noite. Emicida De longe a atração mais esperada do dia, o rapper segue fazendo um grande trabalho em seus shows. Ademais, Emicida trouxe uma mescla dos seus discos em 1h30 de show. Sempre trazendo canções mais tranquilas do disco AmarElo (2019) no início do show, o músico fez a alegria das pessoas principalmente com Quem Tem Um Amigo. Em resumo, com uma segunda parte bem mais explosiva, Emicida trouxe seus principais hits no final, como Levanta e Anda, penúltima faixa apresentada. Como já é de costume, o músico fechou a noite com a ótima Principia, que fez o público se emocionar ainda mais com o show. Vale destacar sempre o engajamento social do músico, que abordou diversos temas em seu período no palco. Festival Turá Como citado no início do texto, o maior acerto do Festival Turá foi ter focado em artistas brasileiros. Além de valorizar a nossa cultura, o evento mostrou que é possível fazer uma boa festa apenas com pratas da casa.

Capa do novo disco de Beyoncé tem referência revolucionária

Beyoncé e Lady Godiva

Beyoncé anunciou seu primeiro álbum solo em seis anos, Renaissance, que tem uma missão difícil a cumprir: suceder o icônico Lemonade, premiado disco da diva pop que a colocou no caminho da música com significado social. Portanto, para começar bem os trabalhos, a cantora revelou nas redes sociais, a arte de capa do novo disco. Nela, Beyoncé aparece sentada em um cavalo brilhante, vestindo um acessório prateado. Referências na capa de Beyoncé Buscando referências para o trabalho, fãs notaram a semelhança da capa com a pintura Lady Godiva, feita por John Collier no século 19. A lenda que cerca Lady Godiva diz muito sobre o trabalho persuasivo de Beyoncé contra a desigualdade social, conforme já proposto no primeiro single Break My Soul, onde questiona o poder do capital na sociedade. Lady Godiva subiu em um cavalo nua e galopou pela cidade, em protesto contra o governo autoritário que queria aumentar impostos com aval de seu marido, que era Duque. A princípio, ela pediu ao marido que suspendesse o aumento, poupando os camponeses de mais sofrimento. No entanto, o Duque “apostou” que só o faria se a esposa andasse nua a cavalo pela cidade. O reconhecimento da miséria local a conduziu ao gesto de ousadia, que resultou na suspensão dos impostos. Era Renaissance Em nota, Beyoncé revelou que a criação do novo álbum foi um “espaço para sonhar e encontrar escape durante um momento assustador para o mundo”. Acima de tudo, Bey revelou que por meio do disco se sentiu “livre e aventureira” em uma fase onde tão pouco se movia, em meio à pandemia. “Minha intenção é criar um espaço seguro, um lugar sem julgamentos. Um lugar para ser livre do perfeccionismo”. Renaissance tem lançamento previsto para 29 de julho. Confira a postagem original de Beyoncé neste link.

Samsung Best of Blues & Rock terá Joe Perry em SP

O Samsung Best of Blues & Rock confirmou seu line-up para 2022 com Joe Perry, guitarrista do Aerosmith, a percussionista Lan Lanh e o multi-instrumentista Yohan Kisser, filho de Andreas Kisser, como destaques. O festival ocorrerá em 15 e 17 de julho, é gratuito e terá duas locações, em Porto Alegre e São Paulo. Line-up Joe Perry aproveitou uma “brecha” na agenda para visitar o Brasil, aproveitando para emendas músicas novas, projetos solo e canções menos conhecidas do Aerosmith. São esperadas nessa performance, em destaque, canções vinculadas ao The Joe Perry Project e ao Hollywood Vampires. Mesmo carregando o legado do pai, Yohan Kisser trará inspirações de seu projeto solo, da banda Sioux 66, e da Kisser Clan, grupo em que toca clássicos do metal junto com o pai. Para o evento, ele virá acompanhado de Thiago Brisolla (violino), Salomão Sidharta (clarone), William Paiva (bateria) e Guto Passos (baixo). Lan Lanh trará ao palco seu novo projeto solo, um trabalho totalmente instrumental, inspirado no afro jazz. A artista contemporânea será acompanhada pelos músicos Guto Menezes (violão e baixo), Toni Costa (guitarra), Max Sette (trompete) e Bidu Cordeiro (trombone). Os três se juntam a um seleto grupo de artistas de renome que já se apresentaram em edições anteriores do Samsung Best of Blues & Rock, como Joe Satriani, Tom Morello, Joss Stone e Chris Cornell. Algumas das apresentações anteriores do evento estão gravadas nas redes sociais do festival. O evento em POA acontecerá no dia 15 de julho (sexta), a partir das 18h, no Parque Farroupilha. Já em São Paulo, o festival tomará a plateia externa do Auditório Ibirapuera em 17 de julho (domingo), a partir das 17h30. ServiçoSamsung Best of Blues & Rock @ Porto Alegre, RSDia: 15 de julho (sexta-feira)Horário: a partir das 18hLocal: Parque Farroupilha (Redenção)Endereço: Av. João Pessoa, s/nº – Farroupilha, Porto AlegreEntrada Gratuita Samsung Best of Blues & Rock @ São Paulo, SPDia: 17 de julho (domingo)Horário: a partir das 17h30Local: Plateia externa do Auditório Ibirapuera Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, 0 – Ibirapuera, São PauloEntrada Gratuita