Placebo lança álbum Never Let Me Go; ouça!

O Placebo lançou na última sexta (25) o álbum Never Let Me Go. A espera de quase uma década por um novo álbum completo da banda acabou. A empolgação com Never Let Me Go atingiu um ápice nos últimos meses, quando a banda provocava curiosidade com Beautiful James e Surrounded By Spies. Try Better Next Time e Happy Birthday In The Sky vieram na sequência. Cada single ofereceu um vislumbre único do que vem pesando nas mentes da banda desde seu último lançamento. Considerando temas de responsabilidade pessoal, saturação de tecnologia, mortalidade e o verdadeiro lugar da humanidade no mundo, Brian Molko e Stefan Olsdal evocam um mundo que encara duras realidades de frente.

Entrevista | Hanson – “Prefiro sangrar a ter que viver uma vida acorrentada”

Em outubro, o Hanson desembarca no Brasil com a turnê mundial Red Green Blue 2022. O trio irá se apresentar em sete cidades: Porto Alegre (11 de outubro no Bourbon Country), Curitiba (12 no Live Curitiba), Ribeirão Preto (14 na Arena Eurobike), São Paulo (15 no Espaço das Américas), Uberlândia (16 no Sabiazinho), Brasília (19 no Centro de Convenções Ulysses Guimarães) e Rio de Janeiro (21 no Qualistage). A tour chega ao Brasil após rodar Europa, Reino Unido, Estados Unidos, México e alguns países da América do Sul. Os ingressos já estão à venda. Confira mais detalhes no fim do texto. Responsável por um dos maiores hits dos anos 1990, MMMBop, o trio composto pelos irmãos Clarke Isaac Hanson (guitarra, baixo, piano e vocal), Jordan Taylor Hanson (piano, percussão e vocal) e Zachary Walker Hanson (bateria, piano e vocal) completa 30 anos de carreira com mais um álbum no forno, Red Green Blue. Com um terço do álbum escrito e produzido por cada irmão (Taylor’s Red, Isaac’s Green e Zac’s Blue), o novo trabalho reúne as três vozes criativas e únicas como nunca antes e uma equipe de colaboradores. No repertório dos shows, além das músicas do novo álbum, o Hanson irá apresentar pela primeira vez as canções de Against The World (2020) e grandes sucessos, como MMMBop, Where’s the Love e Save Me. Isaac Hanson conversou com o Blog n’ Roll sobre a turnê, novo álbum, relação com o Brasil e influência de MMMBop na vida dele e dos irmãos. Confira abaixo. Já são 30 anos de estrada e vários lançamentos marcantes até aqui. Qual é o balanço que vocês fazem desse período? Bom, foi muita coisa vivida nesses álbuns e músicas. Nosso primeiro single fala para se preocupar com o que realmente importa, porque no fim essas são as coisas que são preciosas. Em outras palavras, colocar seu coração e alma no que realmente importa. Seja no nosso relacionamento com a audiência que ficou com a gente todos esses anos, ou encontrando sua coragem, escrevendo a melhor canção que você pode ou aceitando riscos e começando um selo de gravadora e todos a sua volta não acreditarem que você consegue.  É muito tempo de vida, nós passamos de adolescentes para adultos, que têm seus próprios adolescentes. Eu me sinto muito sortudo. Tem muita (experiência de) vida nessas músicas. E nos sentimos gratos de poder compartilhá-las com as pessoas. O que você acredita que mudou, evoluiu na trajetória de vocês e o que procuraram manter como característica da banda? Certamente uma parte significante que as pessoas conhecem da gente é a nossa harmonia cantando juntos e isso é algo que temos feito consistentemente ao longo dos anos. Não é algo que tentamos manter, é algo divertido de fazer. E é algo meio que fácil de fazer para nós. Fazemos tanto e há muito tempo. Também é algo meio que especial… não tem nada como harmonia, literalmente, música  e vozes harmonizadas. Mas também harmonia no sentido de juntar as pessoas seja pela música na performance ao vivo ou lançar álbuns e as pessoas ouvirem juntas pelo telefone, rádio ou TV.  A nossa esperança é reunir as pessoas e ajudá-las a encontrarem um pouco de paz, alegria e força para enfrentar o mundo. Muito se fala sobre uma banda estar junta há tanto tempo e o quão desgastante isso pode ser para a relação entre os integrantes. No caso do Hanson, formado por três irmãos, a situação é mais controlada? Como é o entendimento entre vocês depois de tanto tempo trabalhando juntos? Eu estaria mentindo se não disse que em vários momentos meus irmãos me deixam louco. E eu também os enlouqueço. As coisas que você ama também são as coisas que o enlouquecem. Se você já esteve em um relacionamento longo, sabe que geralmente não vai brigar no primeiro mês que vocês se conheceram, a menos que você realmente não goste da pessoa. Geralmente você não briga até conhecer muito bem a pessoa e algumas situações desafiadoras aparecerem.  Eu e meus irmãos temos muito em comum e confiança um no outro, mas isso também tem seus limites e você tem que achar maneiras de minimizar essas questões. Uma das coisas que acho muito valiosa desse último álbum é que nos apoiamos uns nos outros de uma maneira que nunca tínhamos feito.  Pela primeira vez em nossas carreiras nós não iríamos escrever músicas juntos. Cada um teria cinco músicas. Vamos fazer nosso melhor e ir em busca de ideias como compositores individuais e artistas individuais.  Podemos trabalhar e gravar esse disco juntos, mas eu não vou falar para você o que fazer, não serei seu editor, produtor, vou confiar em você e servir sua visão criativa… e isso é muito difícil de fazer e muito poderoso quando você consegue.  Eu estaria mentindo se dissesse que esse processo curou algumas feridas que nós não sabíamos que tínhamos porque foi muita coisa que cada um teve que se responsabilizar. Eu preciso sustentar essa ideia de um jeito diferente. Porque eu amo escrever com o Taylor e o Zac, eles são excelentes compositores. Nós escrevemos coisas diferentes quando fazemos isso juntos.  As ideias que eu quero que eles sigam, às vezes são diferentes das que eles querem. Então foi muito interessante nos permitir que cada um pudesse fazer isso individualmente. E cada um vai poder falar: “Isso é o que eu quero, essa é minha música favorita e é isso que vou tocar”. O álbum é obviamente dividido em três partes, isso é muito claro. Até porque nós três temos vozes muito diferentes. Nós temos vozes similares, mas a minha é mais profunda que a deles. Zac e Taylor têm vozes similares, mas também diferentes.  Foi muito incomum para o Ben poder falar que iria fazer três projetos solos e cada um seria o vocalista em cada parte deste disco. O Kiss fez isso, acho que em 1978, eles lançaram quatro discos em que cada um deles era o vocalista. E o meu

Zimbra lança álbum “Sala Dois”; confira faixa a faixa

Com um autêntico pop rock nacional, a banda santista Zimbra acaba de lançar o primeiro álbum pelo Midas Music, intitulado Sala Dois. Com dez faixas autorais, o trabalho foi produzido por Andherson Miguez (SONGZ) e Rick Bonadio, que também assina a direção artística e geral. Como bem pontuam Rafael Costa (vocal e guitarra), Vitor Fernandes (guitarra), Guilherme Goes (baixo) e Pedro Furtado (bateria), nos trabalhos anteriores, eles sempre chegaram ao estúdio como uma banda independente – ou seja, com tudo pronto somente para o registro. Desta vez, saíram da zona de conforto e montaram o trabalho que melhor os representa com arranjos do zero e visões externas a agregar sobre o diamante de certa forma bruto que sempre carregaram. Além de Sala Dois, o grupo disponibilizou também o clipe do recente single lançado Último Dia (Me Lembra). Com direção de Lucas Guido, o vídeo segue a linha reflexiva da letra e alterna cenas do vocalista Rafael Costa, ou Bola, revelando uma foto, com cenas da banda tocando com o Pico do Olho D’Água, em Mairiporã, como cenário. De acordo com os integrantes, “o clipe tenta retratar um pouco do sentimento principal da música que é a nostalgia. Entre fotos e memórias de uma época inesquecível de sua vida, o personagem faz uma viagem ao tempo em sua própria cabeça pra um lugar muito feliz de sua jornada, que se tornou sufocado pela vida adulta, lembrando que são esses momentos que de fato importam no fim de tudo”. Por fim, algumas faixas de Sala Dois ganharam visualizers que estão disponíveis no canal oficial do Midas Music no YouTube. Faixa a Faixa do “Sala Dois” “Acaso” | Fala sobre se encontrar com um alguém importante em um momento diferente da vida. Criando leituras dessa relação que seriam impossíveis de serem feitas se fosse tudo planejado. “Último Dia (Me Lembra)” | Essa música é uma reflexão, ainda em vida, de muitas coisas que, durante grande parte da nossa jornada, passam despercebidas ou que colocamos pesos errados, pra mais e pra menos. Mas sempre há tempo de reconsiderar. “Lá” | A música fala sobre a volta de duas pessoas anos depois à um lugar onde elas cresceram mas só havia memórias e experiências ruins, motivo de terem deixado a cidade em busca de algo novo. Ao retornar, anos depois, se deparam com a sensação de nostalgia e conseguem resgatar a parte boa de suas histórias vividas ali, como se encerrassem um cliclo finalmente. ”Vida Num Segundo” | A música fala sobre uma relação que terminou com a impressão de incompleta, mas que se acabou de fato, não foi incompleta, e sim como deveria ser, mesmo que deixando sentimentos abertos. Tudo isso em cima das referências da música pop que a Zimbra já passeia em seus trabalhos. “Mundo Ao Contrário” | É uma música que retrata uma vontade de viver tão grande, depois de uma vida de desenganos, que você se sente inabalável e disposto a fazer o que você quiser, sem distinção de possível ou impossível. “Quem Era Eu” | Depois de muito tempo dividindo a vida com uma pessoa a gente vai se esquecendo um pouco de como somos sozinhos. Essa música trata exatamente da falta de referência sobre si mesmo depois de ficar imerso tanto tempo em outras vidas, confundindo por muitas vezes o que é você e o que você achou que sempre foi você. “Recomeçar” | Como o nome já diz, trata-se de recomeço. Colocar as coisas em outros lugares; conhecer pessoas novas; abandonar velhos hábitos; adquirir novos; trilhar um novo caminho. “As Coisas São Como São” | Essa música retrata a aceitação de algo que sempre nos parece o fim do mundo. O término de um relacionamento. Sobre cansaço, insatisfação, mas principalmente sobre ver como é simples e normal o fim de um ciclo. “Abismo” | Essa música é sobre recalcular rotas, ser mais honesto consigo mesmo e entender a complexidade do mundo, que por muitas vezes nos parece simples. É sobre arriscar, mas arriscar considerando as consequências. É sobre ter cuidado com cada passo e não agir mais tão impulsivamente. É sobre maturidade pra enxergar o mundo. “Viva” | É um grito entalado por querer ser feliz. É a vontade de ser algo bom na vida de alguém, além da sua. É um convite à vida.

Emicida e Planet Hemp comandam tributo a Taylor Hawkins no Lolla

O show não pode parar. Após a morte repentina de Taylor Hawkins, baterista do Foo Fighters, o Lollapalooza Brasil anunciou neste sábado (26) uma apresentação para o horário programado para a banda norte-americana. Às 20h30, Planet Hemp e Emicida convidam DJ Nyack, DJ KL Jay, Criolo, Bivolt, Drik Barbosa e Rael para uma homenagem a Taylor Hawkins. De acordo com a programação do Lollapalooza, serão duas horas de concerto do Planet Hemp, Emicida e companhia. Vale lembrar que o lineup de domingo conta com vários nomes interessantes, como The Libertines, IDLES, Black Pumas, Fresno, Rashid, Planta & Raiz, Djonga, Marina Sena. Aliados, Lagum, Menores Atos, Martin Garrix, Kehlani, Gloria Groove, Cat Dealers e Malifoo completam a festa. O Foo Fighters anunciou a morte do baterista da banda, Taylor Hawkins, ao 50 anos, no perfil oficial do Instagram do grupo, na madrugada deste sábado (26). A causa da morte não foi divulgada. De acordo com a W Radio Colombia, o músico morreu em Bogotá, na Colômbia, onde a banda faria um show. Segundo comunicado do festival colombiano Estéreo Picnic, onde o show não chegou a acontecer, todas as apresentações do Foo Fighters na turnê sul-americana, foram canceladas. O Foo Fighters estava previsto para se apresentar no Lollapalooza, em São Paulo, na noite de domingo (26), como headliner, encerrando o festival.

Entrevista | The Wombats – “As portas vêm se abrindo gradualmente”

A banda inglesa The Wombats está de volta ao Brasil após nove anos. Se na primeira vez, o público era bem limitado, nesta sexta (25), às 15h35, o trio de Liverpool terá uma multidão pela frente, no dia inaugural do Lollapalooza, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Na bagagem, o Wombats traz o último álbum, Fix Yourself, Not The World. Aliás, só para variar, o disco é bem eclético e mostra o poder de inovação constante da banda em sua discografia. Direto de um hotel em São Paulo, o baterista do Wombates, Dan Haggis, conversou com o Blog n’ Roll sobre a expectativa para o festival, o último álbum e o que pretende assistir no Lollapalooza. Confira abaixo. Muita coisa mudou para o The Wombats desde o início da carreira. Como encaram essas mudanças de alcance? Sinto que ao longo dos anos as portas vêm se abrindo gradualmente, um dia de cada vez, uma música de cada vez. Claro que se você olhar para o início da nossa carreira e agora, é louco, pois tivemos momentos nas nossas carreira, como no show que fizemos em Santiago, no Chile, em que nos perguntamos “Como estamos aqui?”, a um voo de 14 horas de distância, e meio a várias pessoas dançando e cantando nossas músicas. Na primeira vez que vieram ao Brasil, vocês tocaram em lugares menores, agora no Lolla. Mês que vem o Wombats tem um show grande na O2 Arena, em Londres. Acho que nunca perdemos essa sensação, pois começamos a fazer música em Liverpool, 20 anos atrás, e hoje estamos tocando para essas pessoas, é doido pensar. Mas todo show, para 200 ou 20 mil pessoas, só queremos ir para o palco, tocar nossas canções, criar uma conexão com as pessoas. Obviamente você sente mais a adrenalina quando toca em grandes festivais, e nós vínhamos querendo voltar ao Lollapalooza, que honestamente, é o único festival que nós importunamos o nosso agente para vir, clamando todo ano “Vamos ao Lollapalooza, queremos voltar para a América do Sul”, e ele dizia: “Estou tentando”. É tão difícil conseguir isso, e agora que conseguimos estamos muito animados, e tem sido ótimo até agora, pessoas adoráveis, clima ótimo, comida ótima, drinks ótimos, e Wombats muito felizes. Queria que você falasse um pouco sobre o título do álbum, Fix Yourself, Not The World. Ele pode ter muitas interpretações. O que inspirou vocês para esse nome? Quando estávamos gravando o álbum, durante a pandemia, Murphy estava em Los Angeles, Tord em Oslo, e eu em Londres. Tord conseguiu ir para Londres, e ficou lá por cinco semanas, mas estávamos em lockdown. Então não haviam restaurantes abertos, não havia muito o que se fazer, éramos só nós e a música. E eu acho que durante a pandemia, para todos provavelmente, se você está passando por algum tipo de problema na sua mente, você terá que confrontá-lo, pois tudo que você tinha era o seu cérebro para lidar, então não foi fácil e as músicas nos ajudaram muito. Aliás, quando estávamos falando sobre o álbum, conversamos muito sobre o título, e como você disse, levanta muitos questionamentos, e nós não queríamos que soasse egoísta, como se você devesse pensar apenas em si e esquecesse o resto. É a última coisa que gostaríamos que entendessem. Para nós é mais a questão de se você está lidando com problemas de saúde mental, como depressão ou ansiedade, com dificuldade de levantar da cama, e não está lidando com isso, não conseguirá ajudar ninguém. Então perceber a importância de resolver suas questões primeiramente, para depois sair pelo mundo, ajudar pessoas, fazer a diferença, ser uma parte positiva da sociedade. Penso que muitas pessoas ignoram e negligenciam seus problemas, e vão se distrair, jantar, beber algo com os amigos, sempre tentando evitar pensar sobre certas questões. Até que percebem a importância de conversar sobre sua saúde mental e seus problemas, percebendo que todos também têm problemas, não é só você, são todos, e quantos mais conversarmos sobre, melhor. E pensamos que nosso álbum poderia ser parte desta mudança, que fizesse as pessoas pensarem como resolver esses problemas, e abraçar seus demônios. O The Wombats é uma banda inquieta. Nunca está em uma zona de conforto. Vocês sempre buscam uma modernização no som, acompanhando todas as evoluções musicais que rolam. Tudo isso sem perder as referências mais antigas. Como equilibrar isso na hora de compor? Acho que nós sempre tivemos os elementos centrais que compõem nossa identidade, independente do tipo de música que tentamos fazer, a combinação da voz do Murphy, e o jeito que ouvimos e fazemos música. Acho que mesmo se começarmos algo como Method To The Madness, que soa tão diferente de nós, mas ainda acaba soando como nós de algum jeito. Sinto que é interessante explorar outros gêneros que tenham nos inspirado ao longo de nossas vidas, seja Lo-Fi, Hip-hop, Eletrônica, Grunge, Folk, Punk, todos esses elementos entraram e saíram nas nossas músicas em períodos diferentes, dependendo do que sentimos quando fazemos a música. Nós sempre buscamos trabalhar com ótimos produtores, como Eric Valentine, Mark Crew, e nós sempre aprendemos, observamos, prestamos atenção. Aliás, quanto mais você aprende sobre produção, música e composição, mais é capaz de se colocar em um lugar novo, abraçar novas tecnologias, sons. Queremos sempre nos sentir o mais motivado possível. E se algum de nós não está se sentindo motivado, nós tentamos algo novo, é sempre muito experimental no estúdio. Nós amamos música pop também, os Beach Boys e os Beatles, gostamos de muitos tipos diferentes de música, é como se fosse uma tela de pintura que jogamos várias tintas e vemos o que acontece. Fix Yourself, Not The World começou a ser produzido em 2019, antes da pandemia. Algo mudou na forma como tiveram que gravar esse álbum? Quais foram os principais desafios e as vantagens? O principal desafio foi que tivemos que ser mais organizados, antes de iniciar a gravação. Antes da pandemia tínhamos, talvez, já metade do álbum, fizemos por

menores atos, antes do show no Lolla 2022, lança clipe de Aquário

O trio de rock alternativo menores atos lançou nesta quinta (24) o videoclipe de Aquário, na véspera da apresentação no Lollapalooza 2022. O show acontece neste domingo (27), ao meio-dia, no palco Adidas. Aquário é o terceiro single do EP Lúmen, que será lançado no próximo mês de abril. O lançamento também marcará o início de uma extensa turnê do menores atos pelo país. Este é mais um clipe do menores ato que é dirigido pela Gi Ferreira (Putz), com atuação de Ana Passarinho. “Temos um carinho muito grande por essa música. Está pronta há tempo, gravada para ser lançada no Lolla 2020, mas seguramos com o adiamento do festival. Até agora, prestes ao nosso show neste super evento, domingo, finalmente”, comenta o vocalista e guitarrista Cyro Sampaio. Aquário, o single, conta com produção, mix e master de Gabriel Zander, gravada no Estúdio Costella, em São Paulo.

Augusto Pakko apresenta videoclipe de Margem; confira

O artista Augusto Pakko divulgou nesta quarta-feira (23), o videoclipe de Margem, faixa de abertura de sua mixtape, intitulada D’ASSALTO. Em resumo, a canção narra o cotidiano de um jovem preto de quebrada e expõe sua realidade de quem vive à ‘margem’ da sociedade. Temas como preconceito, criminalização e falta de oportunidades são bastante presentes tanto na música, quanto na mixtape. Ademais, a faixa conta com masterização do produtor Brak. O clipe, encabeçado por Diego Barbosa ilustra diversos lugares em que Pakko transita e fazem parte de seu cotidiano. Partes das imagens foram feitas na própria casa do músico. Vale lembrar que o EP D’ASSALTO foi lançado no dia da consciência negra de 2021 e está disponível em todas as plataformas digitais.

Conheça Jxdn, atração do início da tarde do primeiro dia do Lollapalooza

Você certamente já ouviu falar sobre a “volta do emo e pop punk aos holofotes mundiais”, certo! Nos EUA, o festival When We Were Young, que acontece em outubro, foi um dos anúncios mais surpreendentes do ano. Tem os retornos de Paramore, My Chemical Romance e Avril Lavigne, além de uma nova geração de artistas, responsáveis por esse impulsionamento do gênero em plataformas como o TikTok. E é justo nessa onda de novos artistas que está Jxdn, atração do primeiro dia do Lollapalooza, na sexta-feira, em Interlagos. Aos 21 anos, ele não esconde de ninguém sua admiração pelo blink-182, por exemplo. Além de ter Travis Barker como parceiro e produtor do seu primeiro álbum, Tell Me About Tomorrow, Jaden Hossler (nome de batismo de Jxdn) tem uma faixa em seu debute que parece retirada de um trabalho do trio de San Diego. A Wasted Year, inclusive, vem creditada a Tom DeLonge, Mark Hoppus e Travis Barker. Após ter a autorização dos músicos para “pegar” uma parte da melodia de Feeling This, o jovem artista creditou os três na canção. Mas o trabalho de Jxdn não é uma cópia do blink-182. Apesar da forte influência em algumas canções do seu álbum de estreia, o músico também carrega inspirações no emo-rap de nomes como Lil Peep, Juice Wrld e XXXTentacion, que cantavam sobre depressão e morreram jovens. Emo-rap nas influências de Jxdn Aliás, em alguns shows, Jxdn apresenta sua versão para Armed & Dangerous, faixa de Juice Wrld, algo que ocorreu nas edições argentina e chilena do Lollapalooza, no último fim de semana. Jxdn também enfrentou a depressão, mas na música viu a possibilidade de um ponto de virada. O apoio de Travis Barker foi fundamental para pavimentar o caminho. Outro parceiro que tem apoiado Jxdn é Machine Gun Kelly, também atração do Lolla, que o colocou como atração de abertura em sua última turnê. Com MGK, Jxdn gravou a faixa Wanna Be, um dos singles de destaque do seu álbum de estreia. A faixa costuma ser a segunda de suas apresentações, logo depois de Think About Me. “Eu realmente sei que sou, e não há nada por trás disso; não há má intenção nem nada. Eu só quero que as pessoas tenham um momento como eu tive, e eu sei que vai acontecer com muitos deles”, resumiu ele para a revista Upset.