Crítica | Necroceros – Asphyx

País com enorme tradição no metal extremo, a Holanda já nos brindou com nomes como God Dethroned, Sinister, Pestilence e inúmeros outros. Desde 1987 na ativa, os carniceiros do Asphyx chegam ao seu décimo trabalho de estúdio, Necroceros, mantendo sua fórmula de músicas pesadas, doom, mórbidas e velozes quando necessário. Em resumo, Necroceros é um álbum sombrio, sendo os riffs de Paul Bayeens e Martin Van Drunen os responsáveis pela aura maligna de sons como The Solo Cure is Death, Mount Skull, Botox Implosion e In Blazing Oceans. Claro que o baixo e a bateria também são fundamentais no material dos holandeses, então ouça as batidas certeiras de Stefan Huskens e veja como elas carregam perfeitamente o peso e velocidade dos riffs de guitarra. É puro death metal holandês! Em um álbum tão homogêneo, o destaque acaba ficando para o final, com a faixa-título, que ao longo de seus 7 minutos cospe para fora todo o arsenal do Asphyx. Portanto, peso, velocidade, clima mórbido e dolorosos andamentos doom metal. Aliás, um verdadeiro pesadelo sonoro que colocará os Asphyx no topo das playlists extremas mundo afora. NecrocerosAno de Lançamento: 2021Gravadora: Century Media RecordsGênero: Death/Doom Metal Faixas:1-The Sole Cure is Death2-Molten Black Earth3-Mount Skull4-Knights Templar Stands5-Three Years of Famine6-Botox Implosion7-In Blazing Oceans8-The Nameless Elite9-Yield or Die10-Necroceros

Discografia Municipal: “Nós Somos a América do Sul”, do Psychic Possessor

Os jornalistas e cineastas Mari Rodrigues e Wladimyr Cruz iniciam nesta terça-feira (2) o podcast seriado Discografia Municipal. Em resumo, o projeto pretende registrar, discutir e enaltercer a produção musical autoral de cidades específicas, uma por temporada. Uma lista de dez álbuns são analisados, revisitados e discutidos junto a seus criadores, dando detalhes de seu processo de composição, gravação, distribuição e sua importância no contexto local e nacional com o devido distanciamento histórico. Por fim, após o lançamento de cada episódio, teremos uma sessão de deep-listening do disco, seguida de bate-papo via Twitch.TV, completando assim a ação pelos canais online mais populares nestes tempos pandêmicos: a live e o podcast. “Nesta primeira temporada do projeto iremos falar de dez grandes discos lançados por artistas da cidade de Santos/SP, com foco especial nos discos de rock”, comenta Cruz. A série tem apoio da Lei Adir Blanc de fomento a cultura, do site Blog n’ Roll e do Santa Portal. Portanto, são nesses sites, além das plataformas musicais (Spotify, Deezer, Amazon Music), que você encontra semanalmente um novo episódio da série, sempre às terças-feiras. O primeiro episódio da Discografia Municipal já está disponível abaixo. Aliás, falando do álbum Nós Somos A América do Sul, do Psychic Possessor, com participação do baterista Maurício Boka, ex-Psychic, atual Ratos De Porão.

Com Lzzy Hale no comando, artistas fazem cover de Mouth For War

Em transmissão no Two Minutes To Late Night, único talk show como o heavy metal de tema principal no mundo, Lzzy Hale (Halestorm) trouxe uma versão cover de Mouth For War, do Pantera. Ademais, a vocalista contou com a colaboração de membros do Baronesa, Code Orange e Converge para performar a releitura. Vale lembrar que todos os artistas participantes do cover doaram seus cachês para o ação Dallas Hope Charities Transitional Living Center.