Guns n’ Roses confirma mais oito shows no Brasil; veja datas e locais

O Guns N’ Roses anunciou uma nova etapa da turnê Because What You Want and What You Get Are Two Completely Different Things no Brasil. Além de se apresentar no Monsters of Rock, no dia 4 de abril, no Allianz Parque, o Guns n’ Roses confirmou mais oito shows em abril de 2026: 1/4, no Estádio Beira-Rio, em Porto Alegre; 7/4, no Centro Regional de Eventos, em São José do Rio Preto; 10/4, no Engenhão, no Rio de Janeiro; 12/4, no Estádio Estadual Kleber José de Andrade, em Vitória; 15/4, na Arena Fonte Nova, em Salvador; 18/4, na Arena Castelão, em Fortaleza; 21/4, no Estádio Governador João Castelo (Castelão), em São Luís; e 25/4, no Estádio Olímpico do Pará (Mangueirão), em Belém. O novo giro pelo país é resultado do estrondoso sucesso de público e crítica registrado neste ano, quando a banda lotou estádios, quebrou recordes e mobilizou fãs de todas as regiões do Brasil pedindo novas apresentações. Com Axl Rose, Slash e Duff McKagan em plena forma, o Guns N’ Roses retorna ao Brasil com um repertório repleto de hinos atemporais — como Sweet Child O’ Mine, Welcome to the Jungle, Paradise City e November Rain — em uma performance explosiva que promete repetir — e superar — a energia que conquistou o público brasileiro. Mais informações sobre vendas de ingressos para os shows do Guns N’ Roses serão divulgadas em breve pelos canais oficiais.

Lendário Jimmy Cliff morre aos 81 anos

Lenda do reggae jamaicano, Jimmy Cliff morreu aos 81 anos, segundo comunicado publicado nesta segunda-feira (24) em sua conta oficial no Instagram. A nota, assinada pela esposa, Latifa, informa que o artista “cruzou para o outro lado após uma convulsão seguida de pneumonia”. No texto, ela agradece familiares, amigos, artistas, colegas de trabalho e fãs que acompanharam a trajetória do músico. “Seu apoio foi sua força ao longo de toda a carreira. Ele apreciava profundamente cada fã”, escreveu. Latifa também mencionou o trabalho do Dr. Couceyro e da equipe médica que cuidou do cantor durante o período crítico. O comunicado, assinado por Latifa, Lilty e Aken, pede respeito à privacidade da família e afirma que mais informações serão divulgadas posteriormente. Jimmy Cliff, conhecido por clássicos como Many Rivers to Cross e The Harder They Come.

The Brian Jonestown Massacre volta a São Paulo nesta sexta

Após um show sold out na estreia no Brasil em 2023, The Brian Jonestown Massacre, um dos nomes mais importantes do neo psicodelismo liderado pelo criativo multi-instrumentista e vocalista Anton Newcombe, retorna a São Paulo nesta sexta-feira (28), no Espaço Usine (antigo Clash Club). A realização é da Maraty. Duas atrações nacionais, o hitmaker Odair José e a banda sensação do underground paulistano Ema Stoned, farão a abertura. Os ingressos continuam à venda no site da Fastix. Formado em 1990, o The Brian Jonestown Massacre é uma fusão intensa e prolífica de folk, eletrônica, psicodelia, blues e garage rock, um dos nomes mais importantes do neo psicodelismo mundial. A banda é liderada pelo criativo multi-instrumentista e vocalista Anton Newcombe, uma vez destacado pelo Grammy como um artista “indomável”, independente e extremamente criativo. Ele frequentemente cita influências de The Rolling Stones, Velvet Underground e My Bloody Valentine. O TBJM tem fama de shows intensos, “imersivos” e até imprevisíveis, como o público brasileiro pode conferir na apresentação de estreia da banda no país, em 2023. O show foi gravado na íntegra, em registro profissional, e pode ser conferido no canal de Youtube de André Barcinski. Serviço: The Brian Jonestown Massacre em São Paulo + Odair José e Ema Stoned Data: 28 de novembro de 2025 (sexta-feira) Horário: 18h (abertura da casa) Local: Espaço Usine (R. Barra Funda, 973 – Barra Funda, São Paulo – SP) Ingressos Valores em 2º lote: R$250,00 (Meia Estudante), R$ 260,00 (Meia Solidária – mediante doação de um 1 kg de alimento não perecível), R$ 440,00.

Siena Root, pioneira do rock vintage da Suécia, faz três shows e duas sessões de autógrafos no Brasil

O Siena Root, quarteto sueco pioneiro do rock vintage, enfim desembarca no Brasil neste fim de ano para três apresentações como parte da turnê mundial do álbum duplo ao vivo Made in KuBa, um registro lançado para consagrar o ótimo momento da atual formação. Com realização da Abraxas, a inédita vinda do Siena Root contempla dois shows em São Paulo. O primeiro é domingo (30) no Fabrique Club, junto à banda japonesa Boris em evento já sold out (produção conjunta entre Powerline Music & Books, Abraxas e Maraty). O outro é dia 2 de dezembro, em apresentação solo no La Iglesia, com o Hammerhead Blues na abertura. Neste show extra, os suecos farão uma apresentação maior e exclusiva. Os suecos, antes, se apresentam no sábado (29) no Rio de Janeiro, no La Esquina (Lapa), a partir das 20h. A banda de abertura é a Muladhara, do selo da Abraxas Records. Tarde de autógrafos Os suecos ainda participam de duas tardes de autógrafos, ambas com entrada gratuita. No Rio de Janeiro, os fãs poderão encontrar com a banda para tirar fotos e autografar itens no dia 28 de novembro, a partir das 15h, na rua Conde do Bonfim, 346 (loja 107, no subsolo). Em São Paulo, será dia 1º de dezembro, a partir das 13h, no loja London Calling, na Galeria do Rock.

Oasis em São Paulo: dezesseis anos de espera e um show que vai ficar na memória para sempre

Oasis em São Paulo 2025

Foram 16 anos de espera para poder rever o Oasis, a maior banda de rock dos últimos 30 anos. Sim, isso mesmo que você leu. Concorde ou não, os irmãos Gallagher são os responsáveis por tornar o rock grande mais uma vez e ocupando grandes arenas pelo mundo. E isso foi dito por muitos jornalistas especializados mundo afora e artistas acostumados a lotar estádios em todos os continentes, como Jon Bon Jovi. Na primeira noite no Brasil, no estádio do Morumbis, em São Paulo, o Oasis manteve a receita utilizada nos últimos cinco meses de turnê. O set não muda, as falas são quase iguais, Liam e Noel entram de mãos dadas no palco, o Poznan está presente em Cigarettes and Alcohol. Para não falar que não tem alterações, o homenageado em Live Forever sempre muda. Em São Paulo, o escolhido foi Gary Mani, baixista do Stone Roses, que morreu na sexta-feira (21). Says it’s good to be back, good to be back. Hello abriu o show após um breve vídeo no telão ao som de Fuckin’ in the Bushes, característica mantida das turnês passadas do Oasis. A sequência é arrebatadora do início ao fim. Após Hello, Liam puxou Acquiesce, Morning Glory e Some Might Say, dando o tom do show, quase todo focado em Definitely Maybe e (What’s the Story the Morning Glory). Mas com bom destaque também para The Masterplan e Be Here Now. Aqui cabe uma observação para os críticos amargos de jornalões de São Paulo, que vivem escrevendo que o Oasis só tem quatro álbuns e por isso focam neles nessa turnê. Quais bandas com 30 anos ou mais não fazem o mesmo? Temos algumas exceções, mas priorizar os maiores hits em uma turnê de reunião é a coisa mais comum do mundo. Standing on the Shoulder of Giants, Heathen Chemistry, Don’t Believe the Truth e Dig Out Your Soul, apesar de ignorados (exceções foram Fuckin’ in the Bushes e Little by Little), contam com ótimas canções. Mas o show de 2h05 contemplou muito bem a primeira e mais gloriosa fase da banda. A pesada Bring it on Down aparece na sequência, mas sem tanto apoio na cantoria dos fãs, que passaram a vislumbrar o momento histórico no palco. Aliás, muito legal ver a renovação do público. Muitos que estavam presentes na pista A certamente não eram nascidos na época da separação ou não haviam assistido um show do Oasis até então.  Cigarettes and Alcohol, também do Definitely Maybe, álbum de estreia da banda, foi precedida por um pedido de Liam para todos fazerem o Poznan. E, quem não é fã do Oasis, deve estar se perguntando o que é isso, certo? Fanáticos pelo Manchester City, os irmãos Gallagher se divertem com as comemorações dos torcedores, que se abraçam, viram de costas e pulam. A inspiração da torcida do City, no entanto, veio dos fãs poloneses do Lech Poznan. Em 2010, o Lech Poznan enfrentou o Manchester City no Etihad Stadium, em Manchester, na Inglaterra. Seis mil torcedores poloneses viraram de costas para o campo, entrelaçaram os braços e começaram a pular em sincronia. A ação era um protesto silencioso contra a diretoria do clube, mas também uma demonstração incomum de lealdade: mesmo de costas, eles não deixavam de torcer. A torcida do City adotou tal comemoração para celebrar as vitórias, agora replicada nos shows do Oasis. Fade Away, Supersonic e Roll With It formaram mais uma trinca de respeito no setlist, com Liam no comando do vocal e sempre tentando discursar rapidamente com o seu sotaque carregadíssimo e impossível de entender. Na sequência, Liam deixou o palco para o seu irmão, Noel, assumir o protagonismo: Talk Tonight, Half the World Away e Little by Little vieram em sequência. Muito importante notar aqui a banda de apoio, com trio de metais e piano, que dão um peso generoso no som. Com Liam novamente de protagonista, o Oasis emendou mais uma série maravilhosa: D’You Know What I Mean?, Stand By Me, Cast No Shadow, Slide Away e Whatever. Em um dos momentos mais emocionantes do show, Liam dedicou Live Forever para Gary Mani, que teve seu rosto estampado no telão na parte final da canção. Liam estava visivelmente emocionado, nunca escondeu de ninguém que considera os integrantes do Stone Roses seus verdadeiros heróis. Rock and Roll Star, que já havia sido cantada pelo público durante o comercial de um carro antes do show do Oasis, fechou a apresentação, antes do bis. A volta ao palco foi ainda mais poderosa: The Masterplan, Don’t Look Back in Anger, Wonderwall e Champagne Supernova, que encerrou o set com uma linda queima de fogos e mais afagos entre os irmãos Gallagher no palco.  Hoje tem mais Oasis em São Paulo e o Morumbis certamente vai ferver com mais 70 mil pessoas. Edit this setlist | More Oasis setlists

Entrevista | Lagum – “Foi a nossa maior estreia da história”

O Lagum voltou a Santos nesta sexta (21) para o lançamento do último álbum As cores, as curvas e as dores do mundo em grande estilo no Arena Club. Soldout de ingressos e muitos fãs ansiosos para conferir de perto a mistura de reggae e pop rock promovida pela banda. Com o “jogo ganho”, eles subiram ao palco e recebeu uma plateia jovem e animada que cantou todas as músicas, do início ao fim. Eles abriram a noite com “Eterno Agora” e dividiram o show em quatro blocos. Entre eles, o vocalista Pedro Calais fez declarações de amor à Santos, elogiando o por do sol, falando sobre a praia e até mesmo pedindo indicações de onde alugar uma prancha às 7 de manhã no dia seguinte. Em entrevista ao Blog N’ Roll antes do show, o Lagum falou como foi voltar a tocar em estádio e a repercussão do álbum “As cores, as curvas e as dores do mundo”, feito sem gravadora e totalmente independente. Seis meses após o lançamento do álbum novo, que foi uma produção independente, já dá para ver os resultados? Vocês atingiram os objetivos desejados? Pedro Calais – Com certeza. Acho que foi até um pouco acima da expectativa. A gente vinha trabalhando com gravadora há muitos anos e não sabia o que esperar fazendo algo independente. Para nossa surpresa, foi a nossa maior estreia da história. Conseguimos fazer um trabalho muito legal de divulgação que fugia do óbvio. Por exemplo, espalhamos dez fitas das dez músicas inéditas por dez cidades diferentes. Fizemos visuais muito legais e do jeito que a gente gosta, botando a mão na massa, quebrando a cabeça de maneira criativa. Tivemos os melhores resultados de estreia da nossa história e isso foi muito surpreendente. Algumas músicas viralizaram no TikTok, algo que a gente não esperava. Até aqui, tem sido uma experiência muito legal. Esses seis meses também culminaram com a abertura do show internacional do Imagine Dragons. Como foi para vocês tocar no Morumbis? Pedro Calais – Para mim foi uma experiência muito diferente tocar em um estádio. A gente já tinha tocado em 2019 abrindo para o Shawn Mendes, mas dessa vez foi muito louco, porque eu já tinha esquecido qual era a sensação. Quando você toca em estádio, você não tem side, não tem resposta imediata do público. O público está a muitos metros de distância. Hoje vocês vão ver nosso show com o público coladinho, gritando, com aquela sonzeira em cima do palco. Entregar um show de estádio é muito diferente. Me vi conectando com as músicas de outra maneira, ouvindo mais as letras que eu estava cantando, tentando entrosar com a banda mais pelo olhar e pelo som técnico. Foi uma entrega muito diferente, mas ao mesmo tempo muito emocionante visualmente. Chegar na frente de 60 mil pessoas, como no primeiro dia em São Paulo, e pedir para a galera acender a luz, e todo mundo acender, faz você se sentir poderoso e ao mesmo tempo dá um impulso no sonho. Você pensa: eu posso chegar aqui, bandas chegam aqui. E como o Jorge diz, lugar de banda é no estádio. Isso alimenta a nossa vontade.

Entrevista | Black Pantera – “O Circo Voador tem uma aura diferente”

O Black Pantera fez sua estreia em Santos e só este fato já seria histórico. Porém, quis o destino que a data coincidisse com o feriado do Dia da Consciência Negra (20) e eles fechariam a noite do Santos Festival Geek, no palco principal, logo após um bate papo com o Zack Taylor, eterno Power Ranger Preto. A banda teve problemas no aeroporto, vindo do Rio de Janeiro depois da histórica gravação do show no Circo Voador. Mesmo chegando em Santos com atraso, o power trio subiu ao palco, sem roadies, e passou o som. Ao vê-los, o público puxou o coro de Fogo nos Racistas, dando um spoiler do que seria a noite. “Nem começamos ainda”, Chaene (baixista) falou incrédulo. O show foi explosivo com as interações que a banda promove nos últimos anos, como a “roda das minas” e um momento em que o público todo se agacha e pula para puxar o refrão Fogo nos Racistas. Além das canções da banda, um cover de Carne Negra, de Elza Soares, emocionou o público. Coube ainda um improvisado trecho de Negro Drama dos Racionais MC’s. O Blog N’ Roll conversou com a banda após o show para saber sobre a sensação do show histórico e da gravação do show no Circo Voador na noite anterior. Hoje foi um dia histórico, com passagem de som e a galera toda gritando “fogo nos racistas”. Como é pra vocês tocar na Consciência Negra, ver esse movimento e perceber que a mensagem da banda está fazendo sentido para o público? Chane – Cara, foi doido porque a gente estava passando som e a galera já tava pilhada ali. Hoje teve uns atrasos por conta de aeroporto, por causa de voo que teve que descer em outro lugar. Mas a gente tinha noção de que seria legal. Você pode ver que tinha uma molecada nova aqui. Isso é foda, porque é transformador. Você vê que a banda tá atingindo um público de renovação. Então, é uma honra pra gente. A gente fica realmente impactado e muito feliz, com certeza. Para quem não estava no Rio de Janeiro, no Circo Voador, como foi a gravação do trabalho audiovisual? Pancho – Cara, foi simplesmente surreal, de verdade. Em 11 anos de Black Pantera, aquele público do Rio de Janeiro estava extremamente conectado com a banda. Cantando todas as músicas da primeira à última. Teve mosh, apareceu até o Pikachu lá no meio do rolê. Foi a realização de um sonho. Desde moleque, a gente vê várias gravações icônicas no Circo Voador. É uma casa histórica, não só pro Rio de Janeiro, mas pro Brasil. Por isso que a gente escolheu lá. Tem uma aura diferente. Foi o nosso quarto show lá, mas o primeiro que a gente não teve que abrir o show de alguém. É o primeiro show do Black Pantera. Foi a realização de um sonho. Estamos de almas lavadas, de verdade. Já sabem qual é o prazo para o lançamento? Chane – A gente ainda não tem ao certo. Acho que daqui uma semana a gente deve divulgar mais ou menos. Vamos fazer uma reunião com o pessoal da gravadora. Será que sai este ano? Pancho – Acho que é ano que vem. Chane – Eu queria que fosse especial de fim de ano, réveillon, mas deve ser ano que vem. Mas vai valer a pena. Foram 18 câmeras, uma equipe gigantesca gravando. Vai ficar lindo. Imagina a edição disso. Foi uma hora e vinte de catarse, foi histórico. Vocês vão ver quando sair. Esses foram os melhores shows da nossa vida, de verdade.

Com formação de peso, Angra celebrará os 25 anos de Rebirth no Bangers Open Air

A formação Nova Era do Angra se reunirá no Bangers Open Air 2026. A banda foi a escolhida para ser headliner do segundo dia (26 de abril). O espetáculo criado especialmente para o festival será dividido em duas partes, simbolizando diferentes fases do grupo que se tornou referência mundial do power metal. A apresentação, única no Brasil, reunirá no mesmo palco a formação Nova Era que marcou a fase do renascimento da banda em Rebirth, com Edu Falaschi, Kiko Loureiro, Rafael Bittencourt, Felipe Andreoli e Aquiles Priester dividindo o palco com os atuais integrantes do grupo. O espetáculo será dividido em duas partes distintas, cada uma representando um período marcante na trajetória desse verdadeiro bastião do heavy metal brasileiro, com destaque para a Nova Era. A reunião celebra os 25 anos de Rebirth, álbum que reposicionou o Angra no topo após um período turbulento e que, ao lado de Temple of Shadows e Aurora Consurgens, consolidou internacionalmente a segunda fase do grupo após o período inicial com o saudoso Andre Matos em Angels Cry (1993), Holy Land (1996) e Fireworks (1998). Já a fase contemporânea estará representada pelos discos Secret Garden (2014), Ømni (2018) e Cycles of Pain (2023). Os ingressos para curtir o Angra no Bangers Open Air estão disponíveis através do Clube do Ingresso. Consulte valores, condições e setores disponíveis no site Clube do Ingresso. SÁBADO, 25 DE ABRIL DE 2026 TWISTED SISTERIN FLAMESBLACK LABEL SOCIETYKILLSWITCH ENGAGEJINJERFEAR FACTORYEVERGREYTANKARDAMHONSLAUGHTFEUERSCHWANZCRYPTAVIOLATORLUCIFERKORZUSOVERDOSEHANGARSEVEN SPIRESMARENNAOZZY TRIBUTESCHOOL OF ROCK DOMINGO, 26 DE ABRIL DE 2026 ANGRA REUNIONWITHIN TEMPTATIONSMITH/KOTZENWINGERAMARANTHENEVERMOREPRIMAL FEARELUVEITIEDIRKSCHNEIDERCRAZY LIXXROY KHANPROJECT46VISIONS OF ATLANTISNOTURNALLCOBRA SPELLSILVER DUSTTROVÃOMALVADAPARADISE IN FLAMESCHAOS SYNOPSISCLASH BULLDOG’S

“Queixo Novo”: Supla critica exageros estéticos em novo videoclipe

Supla divulgou o videoclipe da música Queixo Novo, que faz parte de seu 20º álbum de estúdio, Nada Foi em Vão. O vídeo protagonizado por Supla e Os Punks de Boutique, ironiza os exageros da era dos procedimentos estéticos e reflete sobre o uso da inteligência artificial. A produção aposta no humor para destacar situações em que a busca, a qualquer custo, pela aparência “perfeita”, acaba ultrapassando limites. O artista, que assina a direção criativa ao lado da diretora do videoclipe, Victoria Brito, se diverte com a situação. Whatever makes you happy, baby!, brinca Papito, que ao ser questionado sobre a dose de sarcasmo do vídeo, completa: “Tem um pouco”. O lançamento reforça a estética cheia de personalidade do Supla e Os Punks de Boutique, apresentada no álbum Nada Foi em Vão (2025). Com 15 faixas, o disco foi disponibilizado recentemente em vinil cor-de-rosa.