Após anúncio de nove shows no Brasil, Guns n’ Roses lança singles Nothin’ e Atlas; ouça!

O Guns N’ Roses retornou hoje com dois novos singles. Marcando seu primeiro lançamento desde 2023, Nothin’ e Atlas mostram que a banda, que está ativa há décadas, continua no auge, apresentando dois lados diferentes de sua personalidade. Atlas mostra o Guns n’ Roses em seu modo rock clássico cheio de energia, enquanto Nothin’ se torna mais introspectiva, com teclados etéreos e guitarra emocionante. Ambas as músicas estão disponíveis via Interscope Records. Nos últimos anos, o Guns N’ Roses tem lançado material novo de forma constante e feito turnês com shows para plateias lotadas mundo afora. Após The General e Perhaps, lançadas em 2023, Atlas e Nothin’ chegam como adições essenciais ao setlist, que já conta com todos os clássicos e as deep cuts (faixas de sucesso menos evidente) favoritas dos fãs do catálogo inicial do GNR. Mais recentemente, o Guns N’ Roses anunciou que sairá em turnê na primavera e verão (do hemisfério norte) de 2026 em uma excursão mundial que levará a banda ao México e ao Brasil antes de seguir para outros mercados europeus, assim como estádios pelos EUA e Canadá. A turnê incluirá uma performance especial no Rose Bowl, em Los Angeles, marcando um retorno histórico ao local pela primeira vez em mais de 30 anos. Esta turnê de 2026 vem logo após a gigantesca turnê mundial de 2025, que trouxe o tão aguardado retorno da banda à Europa, Oriente Médio, Ásia e América Latina. Ouça Atlas e Nothin’, do Guns n’ Roses, abaixo Quarta, 1 de abril de 2026 – Porto Alegre, Brasil // Estádio Beira-Rio Sábado, 4 de abril de 2026 – São Paulo, Brasil // Monsters Of Rock Terça, 7 de abril de 2026 – São José do Rio Preto, Brasil // Alberto Bertelli Lucatto Sexta, 10 de abril de 2026 – Rio de Janeiro, Brasil // Engenhão Domingo, 12 de abril de 2026 – Cariacica, Brasil // Estádio Estadual Kleber José de Andrade Quarta, 15 de abril de 2026 – Salvador, Brasil // Arena Fonte Nova Sábado, 18 de abril de 2026 – Fortaleza, Brasil // Arena Castelão Terça, 21 de abril de 2026 – São Luís, Brasil // Estádio Governador João Castelo “Castelão” Sábado, 25 de abril de 2026 – Belém do Pará, Brasil // Estádio Olímpico do Pará “Mangueirão”

Matchola lança Zero Bala: “um disco pra abraçar todos aqueles que se consideram deslocados”

*Matéria feita por Denis Araujo Se na Bahia a gíria que dá nome ao álbum remete a algo novo ou renovado, para Matchola, o buraco é mais embaixo. O lançamento de Zero Bala, que chegou às plataformas nesta quarta-feira (3), marca um estado de espírito. “Eu considero Zero Bala um termo que remete ao bem-estar, a estar tranquilo, a estar ZERO BALA”, explica o artista. Saindo da densidade de seu projeto anterior, Ok Tchola, o cantor agora mira na luz. “É uma parada solar/summer vibes, e mais importante, uma parada latina e baiana”, define ele, complementando sobre o momento atual: “Eu ‘tô’ numa fase onde eu quero que as pessoas saibam da onde eu vim e o que eu represento”. A “esquizofrenia musical” e o toque orgânico de Matchola Musicalmente, Matchola não economiza nas definições e assume o caos criativo. “Zero bala não foge da esquizofrenia musical que eu faço, não”, brinca. O álbum é uma verdadeira montanha-russa que vai do pagodão com rap ao reggae, passando por bossa nova, MPB e indie rock. Mas há um fio condutor nessa mistura. “A cola que une todos os sons são os elementos latinos. Muita percussão latina, muito bolero, muita guitarra, parada ‘caliente’”, detalha. Diferente de trabalhos puramente eletrônicos, aqui a pegada é instrumentada. “É um disco que foi arranjado mais do que sampleado, então tudo que você ouve ali tem um ser humano tocando”, diz Matchola, citando as contribuições de Denovaro (flauta e baixo) e João Mendes (guitarra). Autenticidade “Cringe” de Matchola e a morte do ego O conceito do álbum vai além da sonoridade; é um convite à autoaceitação. Matchola descreve o disco como um “refúgio pra galera que se sente ‘cringe’ querendo ser autêntico”. Para ilustrar essa liberdade, surge a figura de Seu Bala, interpretado por Jorge Mauadie (Jota). “É o primeiro álbum que eu introduzo um personagem de forma explícita mesmo (…) Que é a representação da morte do ego. Ele é a personificação da falta de vergonha, da aceitação e do sentimento de querer se soltar”, revela o artista. Sem clichês turísticos No single Barril Dobrado, a estética soteropolitana aparece crua e real, fugindo do óbvio. Matchola é enfático sobre evitar estereótipos: “Em Barril Dobrado mesmo, eu podia citar várias coisas clichês da Bahia, falar axé até umas horas, acarajé e dendê, mas eu não curto isso, acho muito básico”. A ideia foi trazer a vivência real da rua. “Preferi contar um ponto de vista muito específico de quem desce pro carnaval Barra-Ondina, a referência de se trombar na CopyArt ou da galera deitada no Cristo passando mal”, conta ele, rindo de situações que quem é de Salvador conhece bem. Colaborações e o selo OGEF O álbum marca também a consolidação do selo OGEF, sendo o primeiro disco distribuído pela label. A parceria com OGermano, fundamental para o amadurecimento de Matchola no “business” da música independente, abriu portas para feats de peso na cena alternativa. Nomes como Tangolo Mangos, Luiz Barata, 2ZDINIZZ, Enow e Thalin marcam presença nas faixas. “Aprendi a me levar a sério”, reflete o artista sobre sua evolução desde 2024, destacando a importância do planejamento estratégico que antecedeu este lançamento. Zero Bala está disponível em todas as plataformas digitais. Como diria o próprio Matchola: a salvação é individual, mas a música é para todo mundo se soltar.

Rosalía anuncia show único no Brasil. E não será em São Paulo

A cantora Rosalía anunciou sua turnê como atração principal mais extensa até hoje, a Lux Tour 2026, uma ampla sequência de 42 shows em arenas, passando por 17 países, em apoio ao seu novo álbum aclamado pela crítica, Lux, já disponível via Columbia Records. No Brasil, apenas uma data de Rosalía foi anunciada: Rio de Janeiro, em 10 de agosto, na Farmasi Arena. Produzida pela Live Nation, a Lux Tour 2026 começa em 16 de março em Lyon, na França, na LDLC Arena, com apresentações pela França, Suíça, Itália, Espanha, Portugal, Países Baixos, Bélgica, Alemanha, Reino Unido, Estados Unidos, Canadá, Colômbia, Chile, Argentina, Brasil, México e Porto Rico, encerrando em 3 de setembro em San Juan, no Coliseo de Puerto Rico. A turnê dará vida ao quarto álbum de estúdio de Rosalía, Lux, originalmente gravado com a Orquestra Sinfônica de Londres, conduzida por Daníel Bjarnason. O álbum conta com diversos colaboradores, incluindo Björk, Carminho, Estrella Morente, Silvia Pérez Cruz, Yahritza, Yves Tumor e a Escolania de Montserrat i Cor Cambra Palau de la Música Catalana. Ingressos de Rosalía no Brasil: No Brasil, os ingressos para o público em geral estarão à venda a partir de 10 de dezembro, às 10h online e às 11h na bilheteria oficial (sem taxa de serviço).

Yngwie Malmsteen, Dirty Honey e Jayler completam lineup do Monsters of Rock

O Monsters of Rock confirma as atrações que completam o lineup de sua nona edição: Guns N’ Roses, Lynyrd Skynyrd, Extreme e Halestorm se unem a Yngwie Malmsteen, Dirty Honey e Jayler. Com eles, a edição 2026 se consolida como um dos mais grandiosos lineups da história do mais importante festival de rock do país. O evento acontece em 4 de abril de 2026, no Allianz Parque, em São Paulo, e os ingressos já estão à venda exclusivamente pelo site Eventim. Em 2026, o Monsters of Rock celebra alguns dos maiores guitarristas do rock mundial: Slash, do Guns N’ Roses; Nuno Bettencourt, do Extreme — considerado um dos maiores virtuoses de sua geração; Yngwie Malmsteen, ícone máximo do metal neoclássico; e a lendária trinca de guitarras do Lynyrd Skynyrd – Rickey Medlocke, Mark “Sparky” Matejka e Damon Johnson -, um dos símbolos mais duradouros da história do rock. Um encontro de gerações que transformará o palco do festival em um verdadeiro templo da guitarra. Ao mesmo tempo, o festival celebra o talento, o carisma e a energia da geração que está moldando o futuro do hard rock: Halestorm, uma das bandas mais poderosas da atualidade; Dirty Honey, já consolidada como uma das maiores revelações globais do gênero; e Jayler, o novo fenômeno britânico que promete dominar a cena mundial, representam a renovação e a potência da nova safra do rock.

Tim Bernardes faz o show mais ambicioso do Tiny Desk Brasil

O Tiny Desk Brasil exibiu nesta terça-feira de manhã seu episódio mais grandioso até agora, colocando Tim Bernardes diante de uma orquestra de dezessete músicos atrás da pequena mesa do programa. O cantor revisita faixas de seu segundo álbum, “Mil Coisas Invisíveis”, com arranjos inéditos preparados especialmente para o projeto produzido pela Anonymous Content Brazil em parceria com o YouTube Brasil. Canções como Nascer, Viver, Morrer e BB (Garupa de Moto Amarela) ganham novas texturas nesse formato acústico que exige precisão, silêncio e uma sensibilidade pouco comum nas grandes produções. Tim chamou a experiência de empolgante e diferente, destacando o impacto do público próximo e a dinâmica entre os músicos no pequeno espaço. Regido pelo maestro Ruriá Duprat, o episódio reúne um time amplo que inclui violinos, violas, metais, harpa, contrabaixo e bateria. A seleção evidencia a fase madura de Tim, que desde o O Terno acumula elogios dentro e fora do país, colaborações com nomes como Gal Costa, Maria Bethânia e Fleet Foxes, e turnês internacionais que ampliaram sua projeção. A versão brasileira do Tiny Desk é apresentada pela Heineken e segue a tradição da NPR e mantém o mistério até o momento da estreia, sempre anunciada com foto instantânea e texto da jornalista Lorena Calábria às 9h. Com gravações ao vivo no escritório do Google em São Paulo e episódios semanais às terças, o projeto aposta na força do formato cru que já se tornou fenômeno global. As conversas adicionais do Tiny Talks, apresentadas por Sarah Oliveira às quintas, completam a programação, reforçando o compromisso do Tiny Desk Brasil em celebrar a música em seu estado mais puro.

The All-American Rejects reacende sua energia no vibrante single “Get This”

Recém-saídos de uma turnê em arenas com os Jonas Brothers, The All-American Rejects retornou com o single Get This, parte do aguardado álbum Sandbox, que chega no ano que vem. A faixa indie-pop fora do eixo, cheia de personalidade, remete aos primeiros sucessos da carreira – como Gives You Hell e Move Along – e chega acompanhada de um vídeo bem-humorado que coloca a banda em cinco cenários inspirados em filmes clássicos de feriados. “Pequenos ganchos vão ficar nos seus bolsos como um peso de chumbo que não sai nem na secadora. Get This nasceu durante uma viagem de carro. Foi feita sob o sol, na varanda dos fundos da nossa casa de família. Pura diversão, como a companhia ao redor da qual ela foi escrita”, comentou o vocalista Tyson Ritter. 2025 se consolidou como o maior ano da carreira da banda, com destaques que incluem uma série de house parties virais – que se tornará global no ano que vem. Depois de provocar o público com novas músicas desde a primavera, eles ressurgiram com força, atraindo uma nova geração de fãs e impulsionando uma verdadeira retomada. O single revelação Easy Come, Easy Go impulsionou a House Party Tour, que rapidamente virou um fenômeno cultural. A faixa sozinha acumulou centenas de milhões de views em três videoclipes e foi apresentada ao vivo no Jimmy Kimmel no início do ano. Get This sucede os recentes singles Eggshell Tap-Dancer e Search Party, cujo videoclipe teve première na MTV e ganhou destaque na Times Square, em Nova York. Veja o videoclipe de Get This, do The All-American Rejects

Fletchr Fletchr mergulha no luto, amor e ansiedade no EP de estreia, We All Fell the Same

A banda britânica de alternative rock Fletchr Fletchr lançou seu EP de estreia, We All Feel the Same, destacando o novo single Find Happiness. O projeto mergulha em emoções como luto, amor e ansiedade, temas que estruturam a identidade musical do grupo. Nesta semana, eles também revelaram Limitations, a faixa mais expansiva da banda até agora. A música une uma abertura intimista a uma explosão sonora vibrante, explorando a busca por significado no cotidiano e encontrando resiliência em meio às dificuldades. O single sucede Feel the Same e Jet Black, marcando mais um passo firme no amadurecimento criativo da banda. Formado por Rohan Fletcher (vocais/guitarra), Adam Sanders (guitarra solo e produtor do EP), Oli Williams (bateria) e George Green (baixo), o quarteto nasceu da amizade entre colegas de escola que decidiram seguir juntos na universidade para desenvolver o projeto. O nome da banda carrega um toque pessoal: é uma homenagem ao pai de Rohan e também ao vínculo criado quando Adam passou a viver e trabalhar com a família Fletcher — selando a união que batizou a banda.

​Capital Inicial lança Movimento, primeiro EP de inéditas em oito anos

O Capital Inicial retomou sua veia autoral com Movimento, EP que chegou às plataformas de música digital pela Sony Music, e marca um novo ciclo na trajetória de uma das bandas mais importantes do rock brasileiro. O projeto nasce na reta final de um dos anos mais grandiosos do grupo, coroado pela turnê sold-out Acústico 25 Anos, com mais de 500 mil pessoas presentes, e pela apresentação no festival The Town, no Palco Skyline — o mesmo que recebeu nomes como Green Day e Bruce Dickinson. Com seis faixas, Movimento é um trabalho que revisita as origens punk rock do Capital Inicial, mas com uma abordagem contemporânea, vigorosa e inquieta. A produção, assinada por nomes como Douglas Moda (Luísa Sonza) e Marcelinho Ferraz (Charlie Brown Jr.), reforça pontes entre gerações e linguagens do rock, incluindo colaborações de Thiago Castanho e Kiko Zambianchi – este último eternizado na história da banda pelo clássico Primeiros Erros. Mesmo após quatro décadas de estrada, o Capital segue em plena forma criativa e em diálogo constante com novos públicos — prova disso são os bilhões de streams acumulados, a presença nos maiores festivais do país e a volta de Primeiros Erros ao Top 200 do Spotify Brasil em 2025.  “Acredito que o Capital chegou tão longe justamente por sempre olhar para o futuro, por sempre procurar contribuições novas, produtores novos, por sempre estar pensando no passo seguinte a ser dado. Foi com isso na cabeça que procuramos o Douglas Moda e o Marcelinho Ferraz. Queríamos um disco que apontasse novas direções, no entanto sem perder nossa essência, nossa identidade. Esse equilíbrio nem sempre é um feito fácil de se alcançar, principalmente para uma banda veterana como o Capital. Mas acredito que conseguimos. O Capital está ali, mas um pouco diferente”, diz Dinho Ouro Preto.  O EP apresenta cinco faixas que traduzem diferentes nuances desta nova fase do Capital Inicial. Você Me Ama de Verdade, primeiro single do projeto, inaugura o trabalho com uma sonoridade que combina guitarras elétricas, batidas programadas e uma pulsação moderna para falar sobre o amor intenso e ambíguo — ora romântico, ora carregado de desejo. A faixa evidencia um Capital contemporâneo, conectado ao novo rock sem perder sua identidade marcante, e chegou, no dia 6 de novembro, acompanhada de um clipe oficial dirigido por Bernardo Perpettuo, que traduz visualmente a estética vibrante e urbana dessa nova etapa. Na sequência, o EP apresenta Mistério, faixa foco deste lançamento e parceria com Thiago Castanho, que adiciona peso e profundidade ao projeto. Com riffs tensos e atmosfera densa, a música explora zonas mais sombrias da emoção humana e revela um Capital visceral, guiado pela força das guitarras e por um groove característico, em um encontro musical que conecta gerações do rock brasileiro. Já Liga Pra Mim traz a banda em sua forma mais espontânea: uma canção direta, urgente e melódica, que equilibra energia e tons confessionais em uma estética que remete ao rock alternativo dos anos 2000, agora renovado. É um dos momentos mais luminosos do EP e reafirma a habilidade do Capital em criar faixas de conexão imediata com o público. O quarto momento do projeto é Cores de Maio, colaboração com Kiko Zambianchi. Aqui, a parceria renasce em uma música sensível, poética e melódica, com nuances de pop rock e uma atmosfera climática que cria um elo emocional entre passado e presente, revelando novas camadas da identidade musical da banda. Já Sentido do Fim apresenta um Capital reflexivo e intenso, em uma faixa que combina força instrumental e lirismo para abordar despedidas, renovações e ciclos inevitáveis — temas que ecoam diretamente a transição vivida pela banda após o grande ciclo comemorativo do Acústico 25 Anos. O resultado aprofunda e arremata a jornada emocional proposta pelo projeto. Para finalizar o EP, a banda traz ainda uma versão remix, produzida por Doom Mix, de Você Me Ama de Verdade. “É revigorante poder se arriscar por caminhos novos e parcerias inéditas. Acho que o Douglas e o Marcelinho trouxeram ao Capital um tempero, um sotaque distinto sem que perdêssemos nossa personalidade. O EP Movimento é um disco com um pouco de tudo: guitarras distorcidas, violões, sintetizadores e até cordas. O que une essa variedade sonora é uma produção que nos conduziu rumo a um EP cujo título, Movimento, não poderia traduzir melhor o que queríamos dizer aos nossos fãs. Nós nunca estamos parados. Queremos nos arriscar. Nós acreditamos que seja possível experimentar e lançar sonoridades inesperadas enquanto nos divertimos – tanto nós, quanto nossos fãs”, completa Dinho.  Ouça Movimento, do Capital Inicial

Djavan anuncia turnê de 50 anos de sucessos; estreia será no Allianz Parque

A partir de 9 de maio de 2026, o cantor alagoano Djavan celebra a carreira de cinco décadas com a turnê Djavanear 50 anos. Só Sucessos, que se iniciará em São Paulo, no Allianz Parque, antes de passar por estádios e arenas de todo o país em um espetáculo formado exclusivamente por seus maiores hits. Além da capital paulista, outras dez cidades estão confirmadas até o momento: Salvador, Fortaleza, Curitiba, Brasília, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, Florianópolis, Belém, Recife e Maceió. O repertório será composto por pelo menos 25 canções que atravessam toda a sua discografia, incluindo clássicos como Sina, Oceano, Um Amor Puro, Se…, Eu Te Devoro, Samurai, Flor de Lis e Açaí. Ingressos: Clientes com cartões BB contam com benefícios exclusivos, começando com pré-venda exclusiva entre hoje (1) e amanhã (2), começando às 10h online e 11h nas bilheterias oficiais, e possuem 20% de desconto nos ingressos “inteira” (apenas durante a pré-venda). Para o público geral, a venda começa na quarta-feira (3) a partir das 11h online e ao meio-dia nas bilheterias oficiais. Os ingressos estarão disponíveis online somente na Ticketmaster e nas bilheterias oficiais (sem taxa de serviço). Clientes com cartões BB poderão parcelar em até 6x sem juros, enquanto os demais poderão parcelar em até 3x. Com direção artística de Gringo Cardia, a turnê conta ainda com os olhares de Césio Lima (lighting designer e diretor de fotografia), Mari Pitta (diretora de iluminação) e Sérgio Almeida (programação e operação de luz). No palco, Djavan (voz, violão e guitarra) se apresenta com Felipe Alves (bateria), Marcelo Mariano (baixo), Torcuato Mariano (guitarra e violão), Paulo Calasans (piano e teclado), Renato Fonseca (teclado), Jessé Sadoc (trompete e fluguelhorn), Marcelo Martins (sax tenor e flauta) e Rafael Rocha (trombone). TURNÊ DJAVAN – “DJAVANEAR 50 ANOS. SÓ SUCESSOS” 09 de maio – Allianz Parque (São Paulo) 23 de maio – Casa de Apostas Arena Fonte Nova (Salvador) 30 de maio – Centro de Formação Olímpica – CFO (Fortaleza) 13 de junho – Pedreira Paulo Leminski (Curitiba) 27 de junho – Arena BRB Mané Garrincha (Brasília) 18 de julho – Arena MRV (Belo Horizonte) 01 e 02 de agosto – Farmasi Arena (Rio de Janeiro) 29 de agosto – Arena Opus (Florianópolis) 24 de outubro – Hangar (Belém) 31 de outubro – Classic Hall (Recife) 05 de dezembro – Maceió (local a ser divulgado em breve)