Entrevista | Sociedade Armada – “A ideia é tocar com regularidade e voltar a estar ativo no cenário”

A banda Sociedade Armada está oficialmente de volta à ativa após um hiato de cerca de seis anos. O retorno ganha ainda mais força com uma nova formação, marcando uma nova fase para um dos nomes tradicionais do hardcore santista. A retomada foi impulsionada por um documentário sobre a trajetória do grupo, reacendendo o interesse dos integrantes e também a conexão com fãs e amigos que acompanharam a banda desde sua fundação, em 1994. O primeiro show dessa nova fase, na cidade natal em Santos, aconteceu no último dia 10 de abril, reunindo nomes importantes da cena como Ação Direta, Contramão e Causa Hardcore. A apresentação marcou não apenas o reencontro da banda com o público, mas também reafirmou sua relevância dentro do circuito underground, com um show celebrado como uma verdadeira festa entre músicos e fãs. No setlist estavam clássicos que abrangeram todas as fases da banda com grande destaque para Rotina e Juventude Transviada que levou o público à loucura. Em entrevista ao Blog N’ Roll, o vocalista Fefê falou sobre o retorno da banda, os planos para manter uma agenda ativa de shows e relembrou momentos marcantes da trajetória, destacando apresentações em diferentes fases da carreira e a forte conexão construída com o público ao longo dos anos. 11 entrevistas sobre a cena punk e hardcore do Brasil. O que motivou a Sociedade Armada a voltar e como foi esse primeiro show da volta? Na verdade, tudo começou quando, há alguns anos, Rodney, Eric e Chroma Key (estúdio) vieram produzir um documentário sobre a história da banda. Isso já despertou aquela vontade, porque você começa a revisitar tudo o que aconteceu, mesmo depois de cerca de seis anos sem tocar. Esse processo trouxe de volta um pouco dessa energia. Depois, começamos a conversar com amigos, consultar pessoas próximas, e todo mundo incentivando, dando força. Também é muito legal pela oportunidade de reencontrar pessoas. A banda existe desde 1994, então são muitas amizades construídas ao longo dos anos em várias partes do Brasil. É uma chance de rever todo mundo. Após esse retorno, quais são os planos para o futuro? A ideia é tocar com regularidade, pelo menos uma vez por mês, e voltar a estar ativo no cenário. A gente não vive da banda, mas existe o compromisso de manter essa disciplina e continuar presente no underground. Queremos fazer shows como esse, que deixou todo mundo feliz, foi uma festa muito bacana. Todo mundo se divertiu, e isso mostra que o resultado foi positivo. Tem algum show que ficou marcado na história da banda? Todo show acaba sendo especial de alguma forma. Até apresentações mais difíceis, como uma que fizemos em 1995, em uma quarta-feira, quase às quatro da manhã, praticamente só para o dono do bar. Mesmo nessas situações, você aprende, evolui e ganha experiência. Mas um show que marcou bastante foi em Natal, que foi realmente muito especial. Em Santos também tivemos vários momentos importantes, principalmente nos anos 90, quando a cidade vivia uma fase muito forte, com muitas bandas de fora e casas lotadas. Sempre tivemos uma relação muito intensa com o público, uma troca de energia muito forte. Independentemente do tamanho do público, seja para poucas pessoas ou para mais de mil, como já aconteceu em Recife, essa conexão é o que realmente importa.

Per Gessle e Lena Philipsson celebram legado do Roxette com casa cheia em São Paulo

Na noite desta terça-feira (14), o Espaço Unimed, em São Paulo, não foi apenas uma casa de shows, foi uma máquina do tempo. Com casa cheia e um público ávido por nostalgia, o Roxette encerrou sua turnê brasileira com uma apresentação que equilibrou a dor da ausência com o êxtase de um catálogo recheado de hits atemporais. Cérebro e a nova voz do Roxette Assistir a Per Gessle aos 67 anos é entender a engenharia por trás do pop perfeito. Conservado, enérgico e com seus icônicos violões quadriculados, ele provou por que Marie Fredriksson o descrevia em sua biografia como uma “máquina de sucessos”. Gessle não é apenas o guitarrista, ele é o arquiteto de cada melodia que dominou as rádios brasileiras nas últimas décadas. A missão de dividir o palco com ele coube a Lena Philipsson. Aos 60 anos, a cantora (amiga de longa data de Per) foi cirúrgica: não tentou mimetizar Marie. Com um timbre diferente e uma presença de palco autêntica, ela e Per deixaram claro que não há espaço para comparações. “Eu sei que nem todo mundo gosta do fato de eu estar ali no lugar da Marie. Tento fazer justiça às canções e deixá-la orgulhosa”, já havia declarado Lena anteriormente. No palco paulista, essa honestidade se traduziu em respeito. Homenagens que tocam o céu O momento de maior nó na garganta veio antes de It Must Have Been Love. Lena dedicou a canção à antiga parceira de Per: “Esse é para Marie. Vocês sentem muita falta dela e eu também. Talvez ela consiga ouvir no céu”. O público, que já havia ovacionado Lena durante sua apresentação em Dressed for Success, respondeu com lágrimas e aplausos efusivos. Opções técnicas Musicalmente, o show optou por um caminho mais “clean”. A banda, que conta com veteranos da história do grupo como o tecladista Clarence Öfwerman e o guitarrista Jonas Isacsson, priorizou a equalização das melodias radiofônicas. Se por um lado isso destacou os vocais, por outro, tirou um pouco do “punch” rock’n’roll de faixas como Sleeping in My Car e How Do You Do!. Outro ajuste técnico notável foi a transposição de tons. As músicas foram tocadas um tom abaixo para acomodar a extensão vocal de Lena, já que Marie alcançava notas consideravelmente mais agudas. O resultado foi um som confortável e tecnicamente impecável, embora menos explosivo que nos anos 90. Interação e hino nacional Sem telões laterais (por decisão da banda, apenas uma tela de fundo com animações), o foco total foi na performance. Per Gessle assumiu o papel de frontman absoluto, regendo a plateia que cantou diversas faixas à capela. O tempero local ficou por conta do guitarrista Christoffer Lundquist. Vestindo a camisa da Seleção Brasileira, ele tocou o Hino Nacional no meio do set, além de arriscar riffs de Highway to Hell (AC/DC), trazendo a dose de adrenalina que o público roqueiro esperava. Inventário de hits Durante pouco mais de 1h30, o Roxette desfilou por álbuns fundamentais como Look Sharp! e Joyride. Do início vibrante com The Big L. ao encerramento emocionante com Queen of Rain, o que se viu foi a prova de que boas canções são à prova de tempo e luto. Como o próprio Per Gessle mencionou em entrevistas recentes, o Brasil tem uma conexão única com a banda, a ponto de os hits ganharem versões em forró e tecnobrega. No Espaço Unimed, a versão original retomou seu trono, provando que, mesmo com uma formação renovada, o “estilo sueco” de fazer hits segue atemporal. Setlist – Roxette em São Paulo

Bring Me The Horizon anuncia regravação de “Count Your Blessings” e show especial

O Bring Me the Horizon decidiu olhar para trás e revisitar suas origens. A banda anunciou uma regravação completa de Count Your Blessings, disco de estreia lançado originalmente em 2006, que será relançado em uma versão atualizada intitulada Count Your Blessings | Repented, prevista para 10 de julho. A ideia é apresentar o material com uma nova abordagem sonora, refletindo a evolução do grupo ao longo de duas décadas. Marcado pelo peso do deathcore e por faixas como “Pray for Plagues”, o álbum foi essencial para projetar o nome da banda na cena pesada, ainda que tenha sido deixado de lado nos anos seguintes, conforme o grupo expandiu sua sonoridade. Agora, a proposta é resgatar essa fase com produção moderna e uma pegada mais refinada, mantendo a intensidade original. Para celebrar o lançamento, o Bring Me The Horizon também confirmou um show especial no festival Outbreak, em Manchester, onde tocará o disco na íntegra. A apresentação promete ser um momento simbólico para fãs antigos e novos, reforçando a importância do álbum na trajetória da banda e no desenvolvimento do metal contemporâneo. A revisita ao passado surge em um momento de intensa atividade do grupo, que segue explorando novas sonoridades e projetos paralelos. Ainda assim, a decisão de revisitar Count Your Blessings indica uma reconexão com as raízes, transformando um capítulo muitas vezes ignorado em peça central de celebração. Brasil O Bring Me The Horizon se apresenta no Rock in Rio ao lado de Avenged Sevenfold no dia 5 de setembro. A última apresentação no Brasil, em 2024, marcou a maior apresentação solo da carreira da banda e virou filme, sendo exibido este ano nos cinemas.

Entrevista | Ação Direta – “Estamos preparando dois setlists para os 40 anos da banda”

A banda Ação Direta voltou a Santos, na última sexta-feira (10), para um show no pub Mucha Breja, reunindo diferentes gerações da cena punk e hardcore. O evento também contou com apresentações de Sociedade Armada, Causa Hardcore e Contramão, consolidando uma noite marcada pelo reencontro entre nomes históricos. Formada no ABC Paulista em 1987, a Ação Direta construiu uma trajetória sólida dentro do hardcore brasileiro, com letras politizadas, atitude DIY e forte presença ao vivo. Ao longo das décadas, a banda se tornou referência no gênero, mantendo-se ativa com lançamentos constantes, turnês e participações em festivais importantes. Mesmo após mudanças de formação, o grupo preserva sua essência combativa e segue dialogando com diferentes gerações da cena. O retorno a Santos também teve caráter simbólico para a banda, que mantém uma relação histórica com a cidade desde os anos 80, período em que o intercâmbio entre as cenas do ABC e do litoral era intenso. No show do Mucha Breja, o público respondeu com casa cheia e participação ativa, reforçando a relevância contínua do grupo. Em entrevista ao Blog N’Roll, o vocalista Paulo Gepeto fala sobre os 40 anos da banda que será celebrado em 2027. Esta entrevista faz parte de uma série de 11 entrevistas sobre a cena punk e hardcore do Brasil. 39 anos de Ação Direta. Você tem algum plano para os 40 anos? O que vocês pretendem fazer para o ano que vem? Quais são as expectativas? Cara, nem parece que passou tanto tempo, né? Mas são 39 anos de estrada, de trabalho pesado. A banda está em um momento bom, a gente está fazendo bastante shows. Tem um álbum novo chegando agora em maio, que é um split com uma banda alemã chamada Japanische Kampfhörspiele. Não sei se meu alemão está tão bem assim. Mas estamos com muita atividade e com um baixista novo. Estamos preparando dois setlists para os 40 anos da banda, para comemorar, abrangendo todas as fases. E como está a agenda da banda? Muitos planos, turnês, shows. A agenda da banda está legal, a gente está rodando. Hoje estamos aqui em Santos, voltando a Santos. Se não me engano, fazia três anos que a gente tinha vindo no FuzzFest, do Garage Fuzz. E é muito legal, emocionante rever toda essa galera, os amigos dos anos 80, que ajudaram muito a Ação Direta aqui. Tem algum show memorável aqui em Santos? Cara, hoje com certeza foi um show memorável, porque casa cheia, festa boa, rever a velha guarda de Santos, a molecada nova, todo mundo. Isso é memorável. Acho que todos os shows que a gente fez aqui entraram para a história. Acho que o Circo Marinho, que reuniu Psychic Possessor, Ação Direta, Vulcano, SPH, foi um show que me marcou muito. Já fizemos um lançamento de disco Vestido de Mulher, no Carinhoso Bar, com o Nego caindo no canal, chapado. Tinha um intercâmbio muito grande entre ABC e Santos. E relembrar Psycho Possessor, Ovec, Garage Fuzz, Safari Hamburguers, tantas bandas importantes da cena. Aqui é muito legal. É um prazer enorme voltar a Santos, que a gente frequenta desde os anos 80. Então, muitas histórias legais e rever essas pessoas, rever a cena nova, as bandas novas que tocaram com a gente hoje também. Muito importante, cara. E a gente está muito feliz de ver o espaço abrindo as portas para as bandas, a galera comparecendo, se divertindo, comprando merchandise, dando suporte. A gente vai sair daqui feliz e a banda tem várias novidades. Fiquem atentos que agora em maio sai o trabalho novo.

The Bombers lança “Que Pasá?” e antecipa DVD de 30 anos

Uma das bandas mais resilientes da cena de Santos, o The Bombers, deu início oficial às celebrações de seus 30 anos de história. O grupo liberou o single Que Pasá?, a primeira amostra do DVD Noite Alucinante 30 Anos Ao Vivo. A faixa escolhida para abrir os trabalhos conta com as participações especiais de Jay Bone e Jhou Bastos nos vocais, trazendo a energia colaborativa que marcou a gravação realizada no dia 18 de outubro de 2025, no RedStar, em São Paulo. Resistência e amizade Para o vocalista e guitarrista Matheus Krempel, o lançamento é o reflexo de três décadas de dedicação ao autoral. “São três décadas de resistência, suor, amizade e muito punk rock. A nossa história sempre foi escrita no palco, junto com vocês, dividindo energia e cantando a plenos pulmões”, celebrou o músico em suas redes sociais. O registro audiovisual teve direção geral de Nacho Martin e aposta em uma estética crua e vibrante. A mixagem e masterização ficaram a cargo de Davi Pacote, nome de referência no som pesado nacional, garantindo que o “estalo” característico do punk rock santista fosse preservado no registro ao vivo. Turnê sul-americana Além do DVD, que deve ser lançado na íntegra nos próximos meses, o The Bombers já planeja os próximos passos. Para o segundo semestre de 2026, o quarteto formado por Matheus Krempel, Gustavo Trivela, Junior Drummer e Fernando Hago embarca em uma turnê que passará por: Serviço: The Bombers – “Noite Alucinante 30 Anos” Mix/Master: Davi Pacote Single: Que Pasá? (feat. Jay Bone & Jhou Bastos) DVD: Noite Alucinante 30 Anos Ao Vivo (Lançamento em breve) Direção: Nacho Martin

Kid Abelha anuncia turnê comemorativa por todo o Brasil em 2026

Uma das bandas mais amadas da história do pop rock brasileiro confirmou o que muitos sonhavam: Paula Toller, George Israel e Bruno Fortunato estarão juntos novamente no palco. A turnê Eu Tive Um Sonho, do Kid Abelha, começa no dia 12 de junho, no Rio de Janeiro, e percorrerá dez capitais brasileiras ao longo do segundo semestre de 2026. Diferente de um “retorno” burocrático, o projeto é tratado como uma continuidade da história do grupo, focando no presente e na vontade de fazer o público dançar. Com direção musical de Liminha e arte de Gringo Cardia, o espetáculo promete revisitar os 40 anos de sucessos com uma roupagem grandiosa e astral elevado. Vendas começam hoje! Para quem não quer perder a chance de ouvir hinos como Pintura Íntima, Como Eu Quero e Fixação, é preciso correr. A venda de ingressos para o público geral começa hoje, 13 de abril, às 10h online e às 11h nas bilheterias oficiais. Agenda da turnê “Eu Tive Um Sonho” Data Cidade Local 12 de Junho Rio de Janeiro Farmasi Arena 27 de Junho São Paulo Allianz Parque 04 de Julho Belo Horizonte Arena MRV 11 de Julho Salvador Arena Fonte Nova 25 de Julho Brasília Arena Mané Garrincha 08 de Agosto Recife Classic Hall 22 de Agosto Fortaleza CFO 26 de Setembro Porto Alegre Estádio Beira-Rio 10 de Outubro Curitiba Pedreira Paulo Leminski 17 de Outubro Florianópolis Arena Opus Preços de ingressos (principais capitais) SÃO PAULO (Allianz Parque) RIO DE JANEIRO (Farmasi Arena) Serviço: Ingressos Kid Abelha 2026

Luiza lança álbum de estreia após hit viral de 1,5 bilhão de views

A nova promessa da música global tem raízes no Brasil e o coração em Paris. Luiza, cantora franco-brasileira que se tornou onipresente nas redes sociais em 2025 com o hit Soleil Bleu, lançou seu primeiro álbum de estúdio, autointitulado. O trabalho chega via selo Chapter Two e consolida uma sonoridade que a própria artista define como um convite para “viver com os pés na água e a cabeça pegando fogo”. Com mais de 1,5 bilhão de visualizações no TikTok e Instagram, Luiza conseguiu o que poucos artistas novos alcançam: o topo das rádios na França e Bélgica com uma faixa que mistura pop e reggae de forma despretensiosa. Identidade híbrida e produção O álbum nasceu durante um verão passado entre o agito de Paris e a calmaria da cidade portuária de Salerno, na Itália. Produzido por Victor Vagh (conhecido pelo trabalho com Flavia Coelho), o disco reflete essa dualidade cultural. Luiza transita entre o francês, o português e, ocasionalmente, um idioma inventado por ela mesma, onde a mensagem é transmitida puramente pelo som e pela emoção da voz. O repertório é variado e ambicioso: Fenômeno digital Os números de Luiza impressionam pela rapidez. Além do sucesso nas rádios europeias (NRJ, Europe 2), a artista já ultrapassou a marca de 135 milhões de streams apenas com seu primeiro single. O álbum é o fechamento de um ciclo de crescimento orgânico que a levará agora para os palcos dos maiores festivais do mundo, como o Paleo Festival na Suíça e o Reeperbahn na Alemanha.

Aléxia apresenta “Seja Você” e prepara o lançamento do álbum “Garra”

A cantora e compositora paulista Aléxia deu início à sua nova fase com o lançamento do single Seja Você. A faixa é a primeira amostra de Garra, seu álbum de estreia com 14 faixas que chega às plataformas digitais no próximo dia 30 de abril. Com uma sonoridade que transita entre o rock alternativo, metal moderno e pitadas de dark pop, a música aborda a busca pela autenticidade. Seja Você reflete o tom do disco, que mergulha em temas densos como saúde mental, luto e empoderamento, transformando inquietação em uma linguagem pop de peso. Trajetória de palco de Aléxia Embora esteja lançando seu primeiro álbum agora, Aléxia não é uma novata. Com quatro anos de estrada e mais de 400 shows no currículo, a artista já: Conexão com a origem O videoclipe de Seja Você, com lançamento marcado para esta segunda-feira (13), foi gravado em Tatuí (SP). Conhecida como a “Capital da Música”, a cidade do interior paulista serve de cenário para reforçar o caráter pessoal do projeto e a relação da artista com suas raízes.

Foo Fighters lança “Of All People”, mais uma prévia de Your Favorite Toy

Para quem sentia falta daquela faceta mais “descontrolada” e barulhenta de Dave Grohl, o Foo Fighters acaba de entregar o presente ideal. A banda lançou o single Of All People, faixa de abertura que prepara o terreno para o seu 12º álbum de estúdio, intitulado Your Favorite Toy, que chega às plataformas no dia 24 de abril via Sony Music. A música foi apresentada de forma intimista e quase secreta em fevereiro, durante uma gravação para o programa Other Voices na Igreja de St. James, em Dingle, na Irlanda. Para um público de apenas 80 pessoas, o sexteto mostrou que o novo material bebe diretamente na fonte do punk e do rock alternativo oitentista, com influências claras de bandas como Hüsker Dü. Gravação caseira e nova formação em Of All People Diferente das produções faraônicas de álbuns anteriores, Your Favorite Toy foi gravado na casa da banda e coproduzido por eles junto a Oliver Roman. A sonoridade busca resgatar a urgência dos primeiros discos do grupo. Outro ponto de destaque é a consolidação de Ilan Rubin (conhecido por seu trabalho com Nine Inch Nails e Angels & Airwaves) como o baterista oficial, completando o time ao lado de Grohl, Nate Mendel, Chris Shiflett, Pat Smear e Rami Jaffee. O lançamento do disco coincide com o início da Take Cover World Tour, uma turnê massiva de estádios que deve percorrer os cinco continentes ao longo de 2026. “Your Favorite Toy”: o que esperar? Com mixagem do veterano Mark “Spike” Stent, o álbum promete ser um dos mais agressivos da banda em anos. O lyric video de Of All People já entrega essa ferocidade, com guitarras distorcidas e o vocal característico de Grohl atingindo níveis máximos de intensidade.