Em carreira solo, Balara apresenta single “Gatilhos” em projeto acústico intimista

Após três anos e meio de hiato, o cantor e compositor Luccas Trevisani, conhecido pelo público como Balara, marcou seu retorno à cena musical com o single Gatilhos. Com mais de meio milhão de ouvintes mensais no Spotify, o ex-líder da banda que levava seu nome artístico, o músico agora assume de vez sua trajetória solo, trazendo ao público um trabalho mais intimista e pessoal. A canção chega acompanhada de um audiovisual no YouTube. “O tempo me fez entender que as mensagens das músicas que lanço como Balara mereciam ir mais além do formato de “banda” e encontrar um caminho mais direto, mais puro, sem ‘maquiagem ‘ou artifícios para distrair a atenção das duas coisas mais importantes de uma composição: letra e melodia. Não se trata de abandonar o que fui, mas de expandir o que sou”, diz o artista. O single “Gatilhos” Produzida por Balara em parceria com Jeff Pina — dono do selo Moringa Fresca, músico da banda de AnaVitoria e produtor de nomes como Chitãozinho & Xororó — a faixa mistura pop, MPB e bossa nova em um registro delicado e romântico. A letra foi inspirada na história real de uma fã do artista e compartilhada através das redes sociais e é daquelas que fazem o coração bater mais forte com os gatilhos e lembranças de alguém que sentimos saudade: “Gatilhos é uma daquelas canções que simplesmente nascem. De repente. Como se já estivesse pronta dentro de mim, esperando apenas um gatilho de inspiração externo pra acontecer. E essa fonte de inspiração surgiu logo após eu ver um vídeo de uma fã falando sobre a saudade do pai que perdeu ainda criança. Aquilo me emocionou e me inspirou. E então comecei a pensar em quantas coisas, por menores que sejam, podem despertar lembranças e emoções tão intensas. Um cheiro, um som, um lugar, um gesto, uma música. Essa faixa fala sobre os gatilhos que disparam nosso coração quando sentimos falta de alguém. Mas a música não fala só sobre a falta de alguém que partiu desse plano, mas também de paixões ou  amores distantes. E cada vez que canto essa canção, sinto que ela encontra um novo significado, dependendo do que cada pessoa carrega dentro de si”, conta Luccas.  A faixa chega acompanhada de um videoclipe gravado em clima acústico e minimalista, com cenários rústicos e naturais que reforçam a atmosfera intimista da canção. O vídeo é assinado por Isadora Batista, o lançamento marca o ponto de partida da nova fase artística de Balara e abre caminho para outros singles já previstos para os próximos meses. Ouça Gatilhos, do Balara

Men At Work retorna ao Brasil para seis shows em 2026; veja datas e locais

Uma das bandas ícones dos anos 80, o Men At Work tem data para visitar o Brasil em 2026: a banda chega ao país em maio do próximo ano, para seis apresentações – São Paulo no dia 6, no Vibra São Paulo; Recife no dia 8, no Centro de Convenções de Pernambuco; Belo Horizonte no dia 10, no BeFly Hall; Curitiba no dia 12, no Igloo Super Hall; Porto Alegre no dia 14, no Auditório Araújo Vianna e Rio de Janeiro, onde a apresentação acontece no dia 16, no Qualistage. Os ingressos para as apresentações estarão disponíveis para o público a partir do dia 8 de outubro às 11 horas da manhã no site da Ticketmaster para São Paulo, Curitiba e Rio de Janeiro, site da Sympla para o show de Porto Alegre, site da Bilheteria Digital para Recife e Ticket360 para Belo Horizonte. A turnê brasileira do Men At Work é mais uma realização da Infinito Entretenimento e MCA Concerts. As cidades de São Paulo, Curitiba e Rio de Janeiro contarão com pré-venda exclusiva para quem comprou ingresso para a turnê de 2024. Os clientes receberão um e-mail com o código de compra. Com um repertório pop rock com influências de reggae e new wave, a banda é comandada por Colin Hay, remanescente da formação original. Durante sua carreira a banda lançou três álbuns de estúdio, um disco ao vivo – gravado durante a passagem da turnê mundial pelo Brasil em 1996, oito compilações e dois vídeos. No repertório da turnê de 2026 do Men At Work, o público irá encontrar todos os grandes hits da banda, canções como Who Can It Be Now?, Down Under, Be Good Johnny, Underground, High Wire, Overkill, It’s a Mistake, Dr. Heckyll and Mr. Jive, Everything I Need, Maria e Man with Two Hearts, entre muitas outras.

Upchuck lança I’m Nice Now, punk cru que transforma raiva em música

O Upchuck lança I’m Nice Now, seu terceiro álbum, com uma explosão de punk cru e visceral que transforma raiva em força e resistência. Produzido por Ty Segall, o disco aborda temas urgentes como racismo, sexismo e lutas diárias, mantendo a energia crua que tornou a banda referência do cenário atual. O Blog’n’Roll entrevistou recentemente a banda e, no bate papo, a vocalista Kaila “KT” Thompson afirmou: “Nunca houve um momento em que eu não tivesse raiva. Neste mundo de distrações constantes e estressores, é importante manter seu corpo e espírito sãos o suficiente para continuar nesta luta aparentemente interminável.” Essa raiva se traduz em músicas como Tired, faixa de abertura que soa como um grito coletivo contra injustiças, e Forgotten Token, escrita após a perda da irmã de KT, que aborda luto, racismo e desumanização: “Eu só sinto / Porque sou negra / Isso está empilhado / Em um armário perdido” O álbum também se destaca pela diversidade de vozes e idiomas, com o baterista Chris Salado assumindo os vocais em espanhol nas faixas Un Momento e Homenaje, trazendo uma perspectiva multicultural que amplia os limites do punk tradicional. “Para mim é natural. Meu pai e meu avô me ensinaram a tocar cumbia desde criança. Já toquei em banda de cumbia. Quando entro no estúdio, faço freestyle, vou gravando partes e guardo o que gosto. Punk e cumbia andam juntos”, confessa. A produção de Ty Segall mantém a intensidade das guitarras distorcidas e do baixo pulsante, equilibrando momentos de groove mais suaves em Slow Down e New Case com explosões sonoras em Nowhere, faixa que encerra o álbum com força e emoção. “Nós amamos o Ty. Gravamos no Sonic Ranch, em dez dias, e ele trouxe uma vibe muito boa. É um cara relaxado, que nos dá liberdade, mas também direciona em alguns pontos. Depois do último álbum com ele, foi natural voltar”, conta KT. I’m Nice Now, do Upchuck, é um manifesto sonoro de resistência e sobrevivência.

Horizons/West: Thrice mistura alt-rock e post-hardcore com maestria

Quatro anos após Horizons/East, o Thrice retorna com Horizons/West, um álbum que não apenas dá sequência ao trabalho anterior, mas também expande suas fronteiras sonoras. Enquanto Horizons/East explorava texturas atmosféricas e introspectivas, Horizons/West mergulha em uma sonoridade mais crua, com guitarras distorcidas e um flerte evidente com o alt-rock. O álbum abre com Blackout, uma faixa que mistura elementos de post-punk com uma energia cinematográfica, lembrando trilhas sonoras de filmes de ação. A guitarra de Teppei Teranishi, com riffs pesados e atmosferas densas, é um dos destaques. Faixas como Gnash e Vesper Light apresentam uma agressividade que remete aos primeiros trabalhos da banda, mas com uma maturidade sonora adquirida ao longo dos anos. Albatross surge como uma balada introspectiva, enquanto Undertow traz influências de Radiohead, com uma mistura de folk eletrônico e rock alternativo. O encerramento fica por conta de Unitive/West, uma faixa meditativa que, apesar de sua beleza, pode parecer um pouco anticlimática após os picos de intensidade anteriores. Em 2023, o Thrice revisitou seu clássico The Artist in the Ambulance, álbum que me apresentou a banda, regravando-o com novas interpretações e participações especiais. Essa releitura serviu como um exercício de reflexão sobre sua trajetória, preparando o terreno para a evolução sonora apresentada em Horizons/West. Com este álbum, o Thrice reafirma sua capacidade de se reinventar, mantendo sua essência enquanto explora novas sonoridades. Horizons/West é uma continuação natural de Horizons/East, mas com uma energia renovada e uma direção mais ousada.

AFI retorna aos anos 80 com Silver Bleeds the Black Sun

O AFI se reinventa mais uma vez com Silver Bleeds the Black Sun, mergulhando no post-punk e no gótico dos anos 80, com homenagens explícitas. Você pode se identificar com The Cure, Joy Division, Siouxsie and the Banshees, Bauhaus e Echo & The Bunnymen facilmente, porém tudo com a originalidade do AFI. O Baixo marcante, sintetizadores etéreos e elementos de bateria eletrônica criam uma atmosfera densa e cinematográfica, reafirmando a identidade da banda em seu novo álbum. Entre as faixas, Ash Speck in a Green Eye merece destaque. Com uma batida surpreendentemente animada e quase dançante, ela contrasta com a poesia sombria de Davey Havok, que canta versos como “I’m an ash that burns in beauty’s fire and I fall upon its fragile knife”. A música equilibra energia e melancolia, lembrando Blaqk Audio (projeto eletrônico de Davey Havok e Jade Puget) em alguns momentos, e prova a habilidade do AFI em fundir letras profundas com arranjos eletrônicos sofisticados. É uma faixa que se destaca pelo lirismo e pelo groove envolvente, transformando o peso emocional em movimento quase hipnótico. Davey Havok brilha em todo o álbum, sua voz mais madura e imponente guia o ouvinte por camadas de guitarras, sintetizadores e baixo pulsante. Embora o álbum tenha momentos em que algumas músicas compartilham cadências semelhantes, a intensidade e o refinamento das performances fazem valer cada faixa. Silver Bleeds the Black Sun é uma carta de amor aos anos 80 e um convite para explorar a elegância sombria do AFI.

Avenged Sevenfold remarca shows no Brasil; A Day To Remember e Mr Bungle seguem no evento

Os shows da banda Avenged Sevenfold no Brasil já têm novas datas para acontecer: dia 28 de janeiro, na Pedreira Paulo Leminski, em Curitiba, com abertura de Mr. Bungle; e dia 31 de janeiro, no Allianz Parque, em São Paulo, com show de abertura de Mr. Bungle e A Day To Remember. Vale lembrar que restam poucos ingressos disponíveis para as apresentações no site da Eventim. Todos os ingressos já adquiridos estão automaticamente válidos para a nova data. Caso o comprador não tenha interesse em comparecer aos shows com atualização do dia, deve solicitar o reembolso do ingresso diretamente pela plataforma de vendas Eventim. 

Lianne La Havas inicia outubro com renovação e single Disarray

A cantora e compositora inglesa Lianne La Havas lançou o single Disarray, disponível em todas as plataformas digitais. O lançamento inaugura o selo da cantora, Kalo Mina, expressão grega que significa “mês bom” e se refere a uma crença da cultura grega de que a pessoa se renova no começo de cada mês. Com sua inconfundível guitarra elétrica dedilhada e uma interpretação vocal de rara intensidade, Lianne La Havas entrega em Disarray uma canção de beleza etérea e profunda carga emocional. Produzida em parceria com o colaborador de longa data Matt Hales, a faixa foi gravada ao vivo, apenas com voz e guitarra, em uma abordagem mais crua e intimista. “A música me pareceu muito íntima, quase como um segredo só meu”, comenta Lianne. “Ela fala sobre vulnerabilidade, honestidade e sobre permitir que as pessoas tenham um vislumbre de um momento da minha vida.” Resgatada de seus arquivos pessoais, Disarray traduz um período de incerteza vivido pela artista e oferece ao público uma experiência pessoal, intensa e, ao mesmo tempo, universal. Para os fãs, a canção funciona como uma extensão natural de sua trajetória, além de um presente para aqueles que têm acompanhado sua evolução artística ao longo dos anos. Ao longo de sua carreira, Lianne La Havas lançou três álbuns aclamados pela crítica: Is Your Love Big Enough?, Blood e o homônimo Lianne La Havas. Dona de performances ao vivo magnéticas, com passagens elogiadas pelo Brasil, a cantora já colaborou com alguns dos maiores nomes da música internacional, incluindo Milton Nascimento, com quem gravou a canção Saudade dos Aviões da Panair (Conversando no Bar), do álbum Milton + Esperanza” e que ainda conta com Esperanza Spalding, Maria Gadú, Tim Bernardes e Lula Galvão. Com Disarray, Lianne abre um novo e promissor capítulo, expandindo seus horizontes sonoros sem abrir mão da vulnerabilidade e da sensibilidade que a tornaram uma das vozes mais marcantes de sua geração.

Lollapalooza 2026: guia com todas as bandas de rock separadas por dia

Entre os dias 20 e 22 de março, o Lollapalooza Brasil 2026 desembarca no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. O festival é conhecido pela diversidade de estilos, mas quem busca guitarras, distorções e atitude também tem muito o que aproveitar. Selecionamos abaixo as principais bandas de rock e suas vertentes em cada dia do Lollapalooza 2026 e criamos uma playlist para você curtir no Spotify, conhecendo novos artistas. Sexta-feira (20/03) Os californianos do Deftones voltam ao Brasil como headliner e uma das atrações mais aguardadas do Lollapalooza. Referência do metal alternativo, o grupo liderado por Chino Moreno equilibra peso e atmosferas melódicas em shows intensos e catárticos. O Interpol representa o indie rock em sua versão mais sombria. Com estética pós-punk revival, a banda de Nova York se tornou um ícone dos anos 2000 e segue atraindo fãs com sua sonoridade envolvente. O trio canadense Men I Trust aposta em uma fusão delicada de indie pop e dream pop. Suas canções etéreas, embaladas por grooves suaves, prometem uma experiência mais contemplativa no meio do festival. Já o Viagra Boys chega com energia bruta e humor ácido. O grupo sueco se destaca pelo punk rock debochado e performances caóticas, que transformam o palco em um ambiente imprevisível e explosivo. No cenário nacional, o Scalene mostra a força do rock alternativo brasileiro. A banda, que já rodou festivais importantes, combina peso e introspecção em composições que dialogam com diferentes gerações. O hardcore tem espaço garantido com o Worst, banda paulista que é referência na cena underground. A expectativa é de um show rápido, pesado e intenso, daqueles que incitam rodas de mosh. Com uma pegada mais melódica, o Terraplana aposta no shoegaze e no indie rock. A atmosfera densa e introspectiva da banda curitibana cria um contraste interessante em meio à programação. A sexta ainda traz a força cultural do reggae com Edson Gomes, um dos maiores nomes do gênero no Brasil. Sua presença reforça a diversidade sonora do festival e adiciona uma camada de crítica social e engajamento. Sábado (21/03) O destaque internacional fica com o The Warning, trio mexicano que ganhou projeção mundial com seu rock alternativo pesado e cheio de personalidade. Formada por três irmãs, a banda é uma das grandes revelações da cena latina. O lendário Cypress Hill traz ao festival sua mistura inconfundível de hip hop com pitadas de rock, marcada por colaborações históricas e riffs pesados em alguns clássicos. O grupo californiano é conhecido por performances intensas e faixas icônicas que atravessam gerações, tornando sua presença uma oportunidade rara de ver um dos nomes mais importantes do rap mundial dialogando com o público do Lollapalooza. Já para quem procura uma experiência mais pop dentro do indie, o TV Girl oferece um show repleto de melodias lo-fi e atmosferas nostálgicas, equilibrando o dia com leveza e clima retrô. Entre os brasileiros, o Varanda traz uma sonoridade alternativa que aproxima o público do indie, misturando texturas modernas e letras que exploram as contradições da vida cotidiana. Com base em Sergipe, o Cidade Dormitório é um dos nomes mais criativos da cena nacional. A mistura de indie rock psicodélico e crítica social faz da banda uma das apostas mais originais do festival. A baiana Jadsa mostra sua ousadia ao unir MPB e rock alternativo. Seu experimentalismo sonoro deve surpreender quem busca novidades fora dos formatos tradicionais. Para fechar, os Hurricanes oferecem um rock direto, com estética de garagem e riffs enérgicos. O grupo tem tudo para embalar o público com uma apresentação crua e vibrante. A noite também conta com o Foto em Grupo, que traz influências de MPB, pop e indie em um formato híbrido, mostrando a versatilidade da cena alternativa brasileira. O supergrupo é composto por Ana Caetano (do duo Anavitória), Pedro Calais e Otavio “Zani” Cardoso (da banda Lagum), e João Ferreira (do Daparte). Domingo (22/03) O peso do hardcore está garantido com o Turnstile, banda americana que vive um momento de enorme popularidade. Misturando hardcore punk com elementos modernos, o grupo entrega shows de altíssima energia. Na sequência, o Royel Otis traz o clima nostálgico do indie rock australiano, mesclando melodias leves e pegada pop em composições cativantes que já conquistaram espaço no circuito alternativo. O The Dare injeta dinamismo ao domingo com seu dance-punk, um estilo que combina guitarras e batidas dançantes, perfeito para a atmosfera de festival. Da Nova Zelândia, o Balu Brigada aposta no indie pop-rock com refrões solares e boa energia. A proposta é simples e certeira: animar o público com canções leves e acessíveis. No Brasil, o veterano Mundo Livre S/A representa o manguebeat, movimento que mistura rock, ritmos regionais e crítica social. Ícone dos anos 1990, a banda deve revisitar clássicos e mostrar a atualidade de sua música. A lista se completa com o Entropia, nome emergente da cena underground. O grupo aposta em sonoridades modernas ligadas ao rock alternativo e reforça a vitalidade da cena independente nacional.

Lollapalooza terá Sabrina e Deftones na sexta, Chappell no sábado, Turnstile e Lorde no domingo

O Lollapalooza Brasil divulgou as aguardadas datas em que cada artista se apresentará nos dias 20, 21 e 22 de março de 2026. São mais de 70 atrações confirmadas no cartaz, entre elas, 16 estreantes no país e 31 nomes internacionais. Os artistas serão distribuídos em quatro palcos e a programação ocupará mais de 600 mil m² do Autódromo de Interlagos, com atividades simultâneas ao longo de todo o espaço. Com a novidade da divisão por datas, chega também a primeira oportunidade de garantir ingressos na modalidade Lolla Day, já disponíveis no site e bilheteria oficial da Ticketmaster Brasil. Para quem deseja aproveitar os três dias de evento, o Lolla Pass segue disponível para vendas. Sexta-feira será marcada por Sabrina Carpenter e Deftones O festival abre a programação de sexta-feira com grandes nomes do pop e do rock alternativo. Sabrina Carpenter retorna ao Brasil pela primeira vez após o lançamento de Man’s Best Friend, seu mais recente álbum, e marca uma nova fase da carreira após o sucesso de Short N’ Sweet. Para os roqueiros, o destaque é a banda Deftones, referência mundial do metal alternativo. Representando a nova geração do gênero, o trio canadense Men I Trust promete encantar com suas melodias sofisticadas. O dia também será marcado pela presença da icônica e veterana banda Interpol, dona de sucessos como Evil e Obstacle 1. Entre os brasileiros que vão movimentar a plateia estão Scalene e Terraplana, que vão mostrar a força da nova geração do rock nacional. Representando o rap, a data ainda conta com Doechii, que coleciona fãs por onde passa e que encantou com uma setlist repleta de sucessos no Lolla Chicago, incluindo hits como Anxiety, Alter Ego e Catfish. O público também será impactado com as mensagens presentes no rap brasileiro de Negra Li. Fechando o mosaico da música nacional da sexta-feira, o público vai aproveitar o show de Edson Gomes, ícone do reggae nacional. Com mais de quatro décadas de trajetória e mais de 100 músicas autorais, o artista conta com hinos que atravessam gerações como Malandrinha, Criminalidade e Campo de Batalha.  No cenário da música eletrônica, o Lollapalooza Brasil apresenta um recorte atual do gênero. Kygo, um dos responsáveis por popularizar o tropical house, é o nome por trás de hits como It Ain’t Me, em parceria com Selena Gomez, e Carry Me, colaboração com Julia Michaels – a canção, inclusive, foi apresentada ao vivo no encerramento dos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. Na lista de shows do gênero e de apresentações que atraem a atenção do público está Ben Böhmer. Referência do melodic e progressive house com live set autoral, Ben ganhou projeção global com a performance ao nascer do sol diretamente de um balão na Capadócia. A 13ª edição também vai contar com uma lenda das quadras que agora faz história nas pistas, o DJ Diesel, codinome de Shaquille O’Neal. Com passagem pelo rap, hoje, o dj e ex-jogador atrai multidões e já marcou presença em grandes festivais. Contribuindo para a força da eletrônica no line-up, BUNT. chega com seu sucesso Clouds, parceria com Nate Traveller. Sábado terá Chappell Roan e Skrillex O sábado (21) será marcado pela performance energética de Chappell Roan, que faz sua estreia no Brasil com sucessos como The Subway, Good Luck, Babe! e HOT TO GO!. Em 2025, Chappell venceu o Grammy de Artista Revelação e recebeu outras cinco indicações, incluindo nas categorias de Música do Ano e Álbum do Ano. Entre os nomes da data, o público também poderá conferir Lewis Capaldi, que foi muito bem recebido pelo público do festival. Entre os maiores sucessos de Lewis estão Someone You Loved, com mais de 4 bilhões de streamings nas plataformas de áudio, e Before You Go, com mais de 2 bilhões de plays. Marina, artista com mais de 11 milhões de ouvintes por mês no Spotify e também muito amada pelos brasileiros, retorna ao país com seu show solo. Também vão movimentar a plateia o trio indie americano TV Girl, o hard rock de The Warning, e a nova banda brasileira, Foto em Grupo, formada por Pedro Calais e Otavio “Zani” Cardoso, vocalista e guitarrista da Lagum, respectivamente, junto de Ana Caetano, do duo Anavitória, e João Ferreira, vocalista e guitarrista do Daparte. Entre os brasileiros, também está Agnes Nunes, uma das vozes do sucesso Vê Se Não Demora. O sábado também conta com a apresentação do Cypress Hill, lendário grupo de hip hop mundial, e a esperada chegada do K-pop com a apresentação de RIIZE, que abre novas portas no festival. Enquanto isso, o headliner Skrillex, vencedor de nove Grammys, encerra a música eletrônica da noite. Já a Brutalismus 3000 leva ao Lolla sua combinação de gabber, hardstyle e atitude punk com letras em três idiomas. Também muito respeitado nas pistas de dança em todo mundo, Hamdi une dubstep, grime e UK garage, que desde o seu primeiro sucesso Skanka está em plena ascensão. Entre os brasileiros, MU540 firma a ponte entre baile funk e house com sua linguagem de pista reconhecida pela crítica internacional. Também produto nacional, Febre90s é a dupla formada por PumaPJL e SonoTWS, que traz um rap de pegada noventista. Outro destaque será Marcelin O Brabo, o mais jovem do line-up, que mistura beats e funk. Último dia marca estreia de Tyler, The Creator em carreira solo e retorno de Lorde Para encerrar, o domingo (22) terá Tyler, The Creator se apresentando pela primeira vez em show solo no país. O artista chega com seu álbum mais recente, DON’T TAP THE GLASS, amplamente elogiado pela crítica. Também headliner do dia, Lorde retorna ao Lollapalooza Brasil com hits como Ribs, Supercut e Royals, além de trazer no histórico seu novo projeto, Virgin. Destaque na imprensa nacional e internacional, o girl group mundial, KATSEYE chega ao festival com a marca de 45° lugar no Top 50 da Billboard Hot 100 devido ao sucesso do hit Gabriela, apresentações hipnotizantes e destaque em premiações, como o VMA, em que ganharam o