Poplars debocha de QAnon no ska Is Real; assista

Influenciada por ritmos jamaicanos do reggae e do ska, a Poplars, banda paulistana formada em 2019, lançou o videoclipe de Is Real. O single faz parte do EP Sinal da Paranoia, previsto para setembro deste ano. A letra de Is Real é um deboche às teorias de conspiração norte-americanas, como alienígenas reptilianos e o movimento QAnon. O guitarrista Nacho Martin, responsável pela direção do videoclipe, diz que a ideia do filme é a de supor que existiria um reptiliano entre nós. “É uma maneira de satirizar extremistas de direita que acreditam em certas teorias conspiratórias, misticismos etc”, revela ainda, o vocalista e baixista Álamo. Além de Nacho Martin e Álamo, a Poplars é composta por Jéssica Aguilera (guitarra), Isadora Bourdot (teclado) e Kike Garcia (bateria). A banda, que traz referências da velha escola do reggae e do ska, com pitadas de funk, soul e música brasileira, carrega na bagagem os EPs Três (2019) – de quando ainda usava o nome de Os Álamos -, Pra Quem se Foi (2021) e Pra Quem Festou (2023).
Supla mostra vitalidade no diversificado 20º álbum, Nada Foi Em Vão

Supla lançou seu 20º álbum, Nada Foi em Vão, que sai no streaming e em versão vinil rosa. No novo trabalho, ele transita entre rock, punk, bossa nova, heavy metal e até funk. O single Nada Foi em Vão que dá o título do disco foi gravada nos Estados Unidos, Tatiana Prudencio (coautora de Parça da Erva e Anarquia Life Style) assina a letra com o Supla. A música é uma balada para se pensar a vida, reencontros e se sentir seguro de que nada foi em vão. “Seguindo seu coração e escutando a razão, a vida é uma inspiração”, canta Supla. Nada Foi em Vão, um lançamento como Supla e os Punks de Boutique, tem 15 músicas de um rock diverso, que flerta com o punk rock, com o rock das décadas de 1960 e 1970 e traz atém mesmo incursões em ritmos mais pesados ou, acredite, que fogem completamente da aura roqueira. “Um rock and roll aberto para todo tipo de influência”, destaca Supla. “São dois álbuns com o Tokyo, um com o Psycho 69, quatro álbuns com o Brothers of Brazil, um com S&V e 11 álbuns solo na carreira”, ele contabiliza sobre sua discografia que chega ao emblemático número de 20 registros. Mas assim como o disco anterior com os mesmo Punks de Boutique, Transa Amarrada, Supla carrega o espírito punk rock em seus lançamentos e é esta vibe que pontua Nada Foi em Vão. O disco tem a participação de dois músicos de Los Angeles, Marc Orrell, guitarrista do Mighty Mighty Bosstones e Dropkick Murphys, e Jeff Roffredo, baixista do Aggrolites. O Papito se reuniu com esses dois músicos e gravou em Los Angeles três músicas: Goth Girl From East L.A.; If You Believe in Nosferatu e a música que leva o nome do álbum, Nada foi em vão. Supla explica que é um álbum que tem muita energia e sintonia com os músicos que participam dele. “Já trabalho com Os Punks de Boutique há mais de três anos. Chegamos num ponto em que a comunicação é muito natural e vale também para os músicos dos Estados Unidos, pois eu também já tinha feito algumas turnês com eles na América, com o Brothers of Brazil e continuo fazendo letras com meu sobrinho Teodoro Suplicy (autor de Suplaego). Nesse álbum também fiz algumas letras com toda a banda, dando essa vibe de trabalho em grupo que gosto muito”.
Balaclava traz banda japonesa Lamp ao Brasil em outubro

A banda japonesa Lamp, conhecida por seu som nostálgico e atmosférico que mistura elementos de city pop, bossa nova, jazz, soul, pop barroco e soft rock dos anos 1960 e 70, vem ao Brasil pela primeira vez, em produção da Balaclava. O trio vem ao país em apresentação única no dia 5 de outubro, domingo, no Cine Joia, em São Paulo. Os ingressos já estão à venda online no site da Ingresse, nos setores pista e mezanino, e presencial, sem taxa de conveniência, no Takkø Café. O Lamp foi formado em Tóquio no ano de 2000 por Yusuke Nagai (vocal), Kaori Sakakibara (vocal) e Taiyo Someya (guitarra). Eles lançaram um total de nove álbuns até o momento, tendo início em Soyokaze Apartment 201 de 2003, até seu mais recente trabalho, Dusk to Dawn, de 2023. Influenciados pela música brasileira e pelo pop ocidental dos anos 60 e 70, pode ser difícil categorizar o Lamp em qualquer gênero. Sua música pode ser descrita como sonhadora e etérea; experimental, porém refinada; imersa em melancolia e nostalgia. Em suas músicas, pode-se ouvir ecos de MPB, AOR, soul e soft rock, todos perfeitamente entrelaçados contra o pano de fundo de uma estética pop japonesa. O Lamp é realmente único — uma banda cujo som possui uma complexidade elegante, aliada a uma simplicidade delicada. A banda trabalha de forma quase artesanal, tocando e produzindo grande parte de suas músicas por conta própria — o que contribui para sua estética intimista e atemporal. Suas letras frequentemente abordam a memória, os sonhos, o cotidiano e os sentimentos efêmeros da juventude. Além de fazer turnês em seu país natal, o Japão, eles se apresentaram em grandes cidades da China, Taiwan, Hong Kong, Coreia do Sul e Indonésia, continuando a receber ampla aclamação tanto no mercado interno quanto no exterior. Balaclava apresenta: Lamp (Japão) em São Paulo Data: 5 de outubro de 2025, domingo Local: Cine Joia Praça Carlos Gomes, 82 – Liberdade Horários: Portas 19h / Show 20h Classificação etária: 16+ / menores de 16 anos acompanhados dos pais ou responsável legal Ingressos: https://www.ingresse.com/lamp Ponto de venda físico (sem taxa de conveniência): Takkø Café R. Maj. Sertório, 553 – Vila Buarque – São Paulo/SP Horários: Terça à Sexta, das 8h às 17h / Sáb, dom e feriados, das 9h às 18h.
Theo Bial lança single em parceria com Roberto Menescal no Japão

Theo Bial lançou o single Brisa que mora no mar em parceria com Roberto Menescal nesta sexta (25), nas plataformas digitais, mesmo dia do último show dele com Roberto Menescal e Lisa Ono, no Blue Note Tokyo. A partir de sua identificação com a bossa nova e atendendo a um convite de seu mais novo parceiro, Roberto Menescal, um dos mais importantes pioneiros do gênero, ele se juntou a Menescal e à cantora nipobrasileira Lisa Ono para oito shows históricos em Tóquio. Theo ainda fará duas apresentações solo, em voz e violão, no sábado (26) e domingo (27) no Blue Note Place, também em Tóquio. “O Theo apareceu na minha vida, estamos nos tornando muito amigos, tocamos juntos e veio a ideia de fazermos uma música. Theo fez a letra para A brisa que mora no mar. Acredito que essa canção seja um estopim para muitas que ainda faremos”, diz Menescal. “Fazer esse single com o Menescal é uma honra imensa, tive muito aprendizado no estúdio. Fiz várias versões da letra, a melodia que ele mandou é muito bonita. Pra mim é a realização de um sonho”, comenta Theo. A série de shows com Menescal e Lisa é histórica por mais de um motivo: foi a primeira vez que Roberto Menescal e a cantora nipobrasileira Lisa Ono, que há décadas tem um papel importantíssimo na divulgação da música brasileira na Ásia, fizeram um show juntos.
Paira canta sobre recomeços em Confissão, que antecipa novo EP

Confissão, novo lançamento da banda Paira, é uma canção sobre segundas-chances e recomeços. No primeiro single do antecipado EP02, o duo se aventura ainda mais fundo na proposta de criar um som onírico e atemporal, passeando pelo dream pop, emo e indie, mas com o ritmo dançante do UK Garage que não é estranho à Paira. O single conta com um videoclipe filmado em 16mm dirigido por Patrick Hanser e gravado em meio à neblina densa de Paranapiacaba, paisagem perfeita para ilustrar o tom impressionista da música. A gravação, mixagem, masterização e co-produção ficam por conta de Roberto Kramer. Paira é uma dupla de alt-rock eletrônico de Belo Horizonte, Brasil, formada por Clara Borges (@claragbb) e André Pádua (dedeco_________vgm_dj). A banda reúne influências que a princípio podem parecer incompatíveis, mas as transforma em algo nostálgico e ao mesmo tempo inovador. Essas referências vão do som de bandas alternativas como Cap’n Jazz, Number Girl, Grouper e American Football até a produção experimental e energética de artistas como Goldie e Squarepusher, passando também pelos brasileiros Charlie Brown Jr. e Clube da Esquina. Seu material de estreia – intitulado simplesmente EP01 – lançado em julho de 2024 pela Balaclava Records, mostra toda essa gama, indo de batidas rápidas e agressivas até momentos doces e oníricos. Ouça Confissão, do Paira
Entrevista | Mike Hranica (The Devil Wears Prada) – “Vem um novo álbum da banda, vamos anunciar em breve”

Após pouco mais de uma década, o The Devil Wears Prada retorna ao Brasil para uma série de dois shows em São Paulo e Curitiba. E tive a oportunidade de bater um papo com o vocalista Mike Hranica sobre as lembranças do último show no país e também os planos para o futuro. Confira a entrevista completa com Mike Hranica abaixo. Uma pergunta curiosa: Como a produção do filme Diabo Veste Prada 2 afeta o The Devil Wears Prada nas buscas do Google ou algoritmo do Instagram? Mike Hranica – Ah, a gente faz piadas com isso. Um amigo meu me mandou mensagem ontem fazendo piadas. Mas não presto muita atenção nisso. Estava ouvindo uma banda chamada “Shiner” e quando jogo ela no Google aparece sobre uma cerveja Shiner, que é uma cerveja do Texas. Mas, eu não sei. As pessoas podem achar a gente se elas quiserem. Faz 13 anos do último show do The Devil Wears Prada no Brasil que, inclusive, foi no mesmo local. Quais são as lembranças que você tem dessa época? Mike Hranica – Excelentes memórias. Esta será a nossa terceira vez no país. A primeira vez foi muito louca, a segunda foi incrível. E agora, depois de tanto tempo, estamos voltando. Olhando para trás, realmente foi bem divertida a nossa primeira passagem. O mais engraçado é que fomos tratados meio que uma “boy band”. As pessoas ficaram malucas em ver a gente no Brasil. Geralmente nos outros lugares a gente é reconhecido, mas de uma maneira normal. Mas no Brasil a gente parece celebridades. Tem alguma coisa muito louca que aconteceu aqui? Mike Hranica – Nós tivemos no Brasil com o Whitechapel e tivemos um grande problema no hotel. Acho que bebemos demais. Não quero falar muito sobre isso (risos). Mas nós nos divertimos muito. Ninguém estava armado ou quebrou nada. E o que motivou o Devil Wears Prada voltar agora? Mike Hranica – Nós só aproveitamos a oportunidade. A logística para ir para ai é bem difícil comparado a ir para a Europa ou para girar aqui na América do Norte. Mas dessa vez as coisas deram certo e estamos muito felizes em voltar. Você tem notícias de como está o público brasileiro hoje em dia? Alguma expectativa? Mike Hranica – Espero o mesmo nível de entusiasmo. Vi o que o Bring Me The Horizon fez ai e foi totalmente insano. Certamente não espero nada menos do que a energia que recebemos das últimas vezes. Nessa nova fase agora, depois de 13 anos, Ritual e For You mostram um lado diferente da banda. Como vocês definem o atual momento do Devil Wears Prada? Mike Hranica – Eu digo que é um momento crucial. As músicas que tocávamos da última vez eram diferentes do que estamos fazendo agora com a fase Color Decay. Estou bem animado que as pessoas vão ver nossa evolução em relação às músicas antigas. Posso chamar a For You de uma música de amor? Mike Hranica – Certamente não é uma música de amor feliz, mas conta sobre a história de uma relação que não deu certo, onde um lado não fez sua parte tão bem para tudo funcionar. Essas músicas farão parte de um novo álbum do Devil Wears Prada ou serão apenas singles individuais? Mike Hranica – Elas serão parte de um novo álbum. Sei que estamos um pouco atrasados desde que começamos a lançar músicas novas, mas vamos fazer um anúncio oficial em breve. Ritual tem uma energia bem interessante. Ela foi feita pensando na atmosfera do show ao vivo? Mike Hranica – Sim e a reação tem sido maravilhosa. Nós estamos tentando melhorar ainda mais isso. Estamos o verão inteiro tocando Ritual e For You, tem sido incrível. O The Devil Wears Prada surgiu no boom do metalcore dos anos 2000. Como você vê a cena hoje em dia? Mike Hranica – Vejo maior do que nunca. Pensando em 25 anos atrás com bandas como Killswitch Engage estava tentando descobrir um caminho e isso tudo chegou ao mainstream. O fato é que as bandas que “gritam” e fazem “breakdowns” estão na rádio. É como se uma maré alta levasse todos os navios ao mesmo tempo. Eu, como adolescente, só queria ouvir as músicas mais pesadas possíveis e é ótimo que essas bandas estejam hoje no mainstream. Tem alguma coisa de metal moderno que te inspira nesse momento? Mike Hranica – Acredito que sim, essa é uma pergunta para o John que produz as nossas músicas e cria várias letras. E como o que ele tem ouvido e o que ele tem trazido para o cenário. Eu, particularmente, tenho ouvido bastante Killswitch Engage e Beartooth agora. Também ouço bastante Parway Drive, I Prevail, Alpha Wolf e Amity Affliction. Procuro ver outras bandas que me inspiram. A energia que o Caleb traz ao Beartooth é realmente muito inspiradora. Então, isso realmente me ajuda quando estou criando ou escrevendo Muita gente tem percebido um revival do emo e rock dos anos 2000. Você tem percebido isso também? Mike Hranica – Com certeza. Assim como percebi um crescimento da cena metalcore, também percebi um crescimento das músicas dos anos 2000 pós pandemia. Nós ficamos um período privados de ver e ouvir o que amamos. Não que eu agradeça por isso, mas eu estou bem agradecido de onde a cena está agora. A covid tirou nossa liberdade e agora nós apreciamos ter isso de volta e podemos viver tudo com mais intensidade. E você acha que essa onda de nostalgia tem trazido novos ouvintes para a banda? Mike Hranica – Acho que o revival de Nu Metal com bandas como Deftones, Korn e Limp Bizkit tem feito um bom trabalho hoje em dia. Elas fizeram parte de uma geração de bandas que ouvia quando era mais novo. Então, sim, acho que essa onda de nostalgia está gigante para todos os cenários. O próprio emo, vejo o My Chemical Romance lotando estádios e é tudo muito louco. Como tem sido o
Pedro Mann lança quinto disco de estúdio, “Entre o Céu e o Pé no Chão”

“Lá vou eu de novo” — o verso vem embalado por Pedro Mann num sorriso que não se vê mas que se intui no canto. Está ali, portanto, em seus primeiros segundos, já na abertura, a alma do novo álbum do compositor, Entre o céu e o pé no chão. Uma alma solar e serena — em tons quentes porém claros, sem saturação. Se um disco é o retrato de um momento do artista, este se revela já na foto da capa: o rosto de perfil, a expressão tranquila iluminada pela luz do sol matinal. O quinto disco da trajetória do compositor, cantor e baixista é, em suas palavras, um gesto de maturidade. “Chegou um momento, há uns dois anos, em que eu falei: ‘Acho que já tenho aí uma cesta de canções que pode virar um disco’. E cheguei à conclusão de que era um disco que representa uma maturidade”. Essa constatação aponta não para um fim, mas sim um reinício. Lá vou eu de novo, a canção que abre o álbum — e que lhe dá o tom — carrega esse sentido: recomeçar com lucidez, seguir em frente sem ilusões nem amargura. “Eu tô um pouco assim, sem muitas ilusões. Mais pé no chão”, diz Pedro Mann. Entre o céu e o pé no chão é o primeiro disco em que Mann cuidou de todas as etapas do processo: do financiamento à masterização. É também o mais colaborativo — são mais de 25 músicos convidados, incluindo cordas e sopros. Todas as canções são suas, só ou com os parceiros Gabriel Pondé, Beto Landau, André Gardel e Marcos Carvalheiro. O álbum soa coeso em meio a essa variedade de olhares, orbitando em torno da beleza e do equilíbrio — estados aos quais o disco aspira. “Tem um lugar de vulnerabilidade, de colar com os meus e celebrar com os meus”, sintetiza Mann.
Morre lendário Ozzy Osbourne aos 76 anos

O lendário Ozzy Osbourne, o “Príncipe das Trevas” e ex-vocalista do Black Sabbath, morreu aos 76 anos. A informação foi revelada por sua família nas redes sociais. “É com mais tristeza do que meras palavras podem expressar que temos que informar que nosso amado Ozzy Osbourne faleceu esta manhã. Ele estava com sua família e cercado de amor. Pedimos a todos que respeitem a privacidade de nossa família neste momento”, disse comunicado enviado à imprensa pela família Osbourne. A causa da morte não foi divulgada, embora Osbourne tenha enfrentado vários problemas de saúde nos últimos anos. No início de julho, Ozzy fez seu show de despedida no Villa Park, em Birmingham, na Inglaterra. Na ocasião, além de se apresentar com a formação clássica do Black Sabbath, ele acompanhou de perto diversos artistas cantando suas canções, como Steven Tyler (Aerosmith), Guns n’ Roses, Metallica, Yungblud, Ronnie Wood (Rolling Stones), Tom Morello (Rage Against the Machine), Tool, Slayer, Pantera, Alice in Chains, Tobias Forge (Ghost), Billy Corgan (Smashing Pumpkins), Chad Smith (Red Hot Chilli Peppers), Travis Barker (blink-182), entre muitos outros. >> Relembre o último show de Ozzy em São Paulo A despedida de Ozzy entrou para a história como o show que mais arrecadou dinheiro para a caridade, segundo um levantamento feito pela Billboard. O evento arrecadou US$ 190 milhões (equivalente a mais de R$ 1 bilhão, segundo a cotação atual), de acordo com o guitarrista e compositor Tom Morello, do Rage Against the Machine, que atuou como diretor musical do evento. O dinheiro foi destinado para três instituições: a Cure Parkinson’s – fundação especializada na doença da qual Osbourne sofre –, o Birmingham Children’s Hospital e o Acorn Children’s Hospice.
Destroy Boys estreia no Brasil em dezembro; veja data e local

Uma frase rabiscada em um caderno durante um momento difícil nas relações pessoais de Violet Mayugba virou nome de uma das bandas mais legais do atual cenário indie punk, Destroy Boys, dos Estados Unidos, que faz sua estreia no Brasil com show único em São Paulo no dia 13 de dezembro. A apresentação acontece no Fabrique Club, dentro da segunda edição do Não Tem Banda Com Mina Fest, também com show confirmado da The Mönic, idealizadora do evento. Os ingressos já estão à venda. A inédita turnê latino-americana do Destroy Boys, que também passará por México, Peru, Colômbia, Chile e Argentina, é uma realização da New Direction Productions. A banda é constantemente elogiada na imprensa internacional por conta de sua combinação de punk e garage, energia bruta e letras sinceras, principalmente sobre relacionamentos e mensagens sociais. A sonoridade da banda combina elementos de punk rock, hardcore, garage rock, com toques de grunge e pop punk em constante evolução a cada álbum. A Epitaph Records, gravadora atual, destaca que cada álbum reflete uma fase de amadurecimento dos integrantes, da infância, passando pelo fim da adolescência, até a consciência pós‑pandemia com Funeral Soundtrack #4 (2024). Destroy Boys se formou em 2015, quando as membros fundadoras Violet Mayugba e Alexia Roditis tinham apenas 15 anos, e cada lançamento marcou um período de crescimento e mudança. Cada lançamento acompanha a evolução da banda. “Nosso primeiro álbum foi como nosso ensino médio”, explica Mayugba. “No segundo disco, fomos para a faculdade e estávamos nos despedindo da nossa infância. No terceiro, acabamos de passar pelo pandemia e, falando por mim mesma, eu perdi todo o sentido de quem sou e ganhei um novo.” Agora, aos 24 anos, Mayugba e Roditis estão firmes com o quarto álbum, mais resolutas e confiantes do que nunca em seu lugar como musicistas. “Com Funeral Soundtrack #4, acabei essa história de ser desrespeitada. Estou farta de ser explorada por pessoas da indústria da música e por pessoas com quem eu me relaciono. Acabou essa história de fazer o que os outros me dizem para fazer,” diz Roditis. Como curiosidade, a faixa I Threw Glass…, do disco de estreia, viralizou no TikTok em 2021, contribuindo para uma base de fãs crescente. Até outubro daquele ano, foram mais de 31 milhões de streams. Também foram indicados ao pré‑Grammy por Shadow (I’m Breaking Down) na categoria Best Rock Performance em 2024. Outro grande feito foi tocar no Coachella e sair em turnê com Blink‑182 e Pierce the Veil. Nos próximos meses, outras bandas serão anunciadas junto à Destroy Boys e The Mönic no Não Tem Banda Com Mina Fest #2. SERVIÇO Destroy Boys (EUA) em São Paulo The Mönic e outras bandas a confirmar Data: 13 de dezembro de 2025 (sábado) Horário: 15h (abertura da casa) Local: Fabrique Club (rua Barra Funda, 1071 – Barra Funda, São Paulo). Venda online Ingresso: R$ 150,00 (Meia Entrada / Estudante – Lote Promocional); R$ 300,00 (Inteira – Lote Promocional)