Goldfinger anuncia álbum “Nine Lives” com convidados de peso e polêmica

O Goldfinger confirmou o lançamento de seu nono álbum de estúdio, apropriadamente intitulado Nine Lives. O disco chega às plataformas de streaming no dia 23 de janeiro. Este trabalho marca o retorno do grupo desde o lançamento de Never Look Back (2020). Além disso, é o terceiro registro desde que a banda reformulou sua formação após um longo hiato. O time atual conta com verdadeiras lendas da cena: o vocalista John Feldmann segue acompanhado pelo guitarrista Philip Sneed (Story of the Year) e pelo baixista Mike Herrera (MxPx). Singles e participações em Nine Lives, do Goldfinger Embora a banda não tenha divulgado músicas inéditas junto com o anúncio, o álbum incluirá faixas conhecidas. Os singles Chasing Amy e Freaking Out a Bit, ambos lançados em 2025, fazem parte do repertório. O tracklist recém-divulgado impressiona pela quantidade de convidados especiais. O Goldfinger recrutou nomes como Mark Hoppus (Blink-182), Jim Lindberg (Pennywise), El Hefe (NOFX) e Spencer Charnas (Ice Nine Kills), além de participações de FIDLAR e iann dior. A polêmica da capa e o uso de IA No entanto, o anúncio não escapou de críticas. A revelação da arte da capa gerou um debate imediato e acalorado nas redes sociais. A imagem mostra uma televisão e um aparelho de som em uma mesa com vários objetos espalhados, incluindo discos antigos da banda. Muitos fãs acusaram o grupo de utilizar Inteligência Artificial (IA) para gerar a ilustração. O público notou detalhes que sugerem a ausência de um artista humano na criação. Essa discussão reflete uma tensão crescente na indústria musical. Recentemente, bandas como Pestilence, Ice Nine Kills e Bring Me the Horizon enfrentaram reações negativas semelhantes. Os fãs questionam a originalidade dessas obras e defendem a remuneração justa para designers e ilustradores, criticando a substituição da arte humana por algoritmos.
Sahara Hotnights lança “Vanishing Girl”, prévia do álbum “No One Ever Really Changes”

A banda Sahara Hotnights apresentou hoje (9) a música Vanishing Girl. Esta é a segunda amostra do aguardado novo álbum, intitulado No One Ever Really Changes. A faixa chega como uma balada de rock envolvente e mostra um lado mais introspectivo do quarteto. Com isso, o grupo captura aquele momento frágil em que a confiança vacila e as dúvidas assumem o controle. Uma mistura de reflexão e energia no novo som do Sahara Hotnights Musicalmente, Vanishing Girl equilibra duas forças. A canção mistura a pegada característica que consagrou a banda com um tom mais reflexivo e emocional. A letra aborda temas profundos como a perda de si mesma e a constante busca por segurança. Portanto, o ouvinte encontra uma sonoridade madura, que não perde a essência do rock, mas convida à contemplação. É a trilha sonora perfeita para momentos de incerteza. Do interior da Suécia para o mundo A trajetória do Sahara Hotnights impressiona pela longevidade e consistência. O grupo se formou na pequena cidade de Robertsfors, em 1992. Elas saíram de uma modesta sala de ensaio para conquistar palcos internacionais. Ao longo das décadas, as integrantes acumularam aclamação da crítica e múltiplos discos de Ouro e Platina. Após o elogiado álbum de retorno lançado em 2022, a banda prova que segue em constante evolução.
A Wilhelm Scream anuncia “Cheap Heat”, sexto álbum de estúdio

A Wilhelm Scream anunciou oficialmente o lançamento de seu novo álbum, intitulado Cheap Heat. A gravadora Creator-Destructor Records agendou a chegada do disco para o dia 27 de fevereiro. Este trabalho marca o sexto registro de estúdio da carreira do grupo e promete agitar a cena punk mundial. Junto com o anúncio, a banda revelou o single Midnight Ghost. Ouça abaixo. O retorno da agressividade técnica em Cheap Heat O lançamento acontece pouco mais de três anos após o álbum Lose Your Delusion (2022). Desta vez, o quinteto apresenta dez faixas inéditas repletas de adrenalina. A banda promete resgatar elementos que consagraram sua discografia. Segundo o comunicado oficial, Cheap Heat funciona como um híbrido único. O som combina a atmosfera sombria e niilista do clássico Ruiner (2005) com a técnica apurada e a ferocidade de Career Suicide (2007). Ou seja, o ouvinte encontrará os elementos mais agressivos e precisos que definem a identidade do grupo. A melhor fase da banda? O vocalista Nuno Pereira não poupou elogios ao novo material. Para ele, o disco celebra a potência e a dedicação que os integrantes mantêm pela música. “Há uma energia visceral em cada vocal, guitarras estridentes e implacáveis, e aquela malícia irônica que é a nossa especialidade”, destacou Nuno. O frontman foi ainda mais longe em sua declaração. Ele garantiu que Cheap Heat será considerado o melhor trabalho da banda até hoje. Essa confiança eleva a expectativa dos fãs, que aguardam ansiosamente para conferir se o grupo superou seus próprios clássicos.
We Are LA!: Ícones do punk se unem em single beneficente após incêndios

Um ano após os devastadores incêndios florestais que atingiram Los Angeles, diversos artistas locais se uniram por uma causa nobre. Eles lançaram o single We Are LA!, um verdadeiro hino de solidariedade e resistência. Entre os artistas participantes estão integrantes do Social Distortion, Foo Fighters, Pennywise, Alkaline Trio, entre outros. O projeto, batizado de “Punk Rock to the Rescue”, tem um objetivo claro. A iniciativa apoia o Sweet Relief Musicians Fund. Essa organização oferece serviços vitais e assistência financeira para músicos profissionais e trabalhadores da indústria que enfrentam dificuldades. Para onde vai a ajuda? O fundo desempenha um papel crucial na vida desses artistas. A organização destina as verbas para cobrir despesas médicas, incluindo cirurgias, tratamentos e prêmios de seguro. Além disso, o Sweet Relief ajuda com necessidades básicas de subsistência. Isso inclui custos de moradia, alimentação e contas de serviços públicos. Portanto, ouvir a música e apoiar a causa impacta diretamente a sobrevivência de muitas famílias da cena musical. Um time de peso do punk rock em We Are LA! A faixa We Are LA! reúne uma lista impressionante de colaboradores. O som conta com a participação de lendas como Jonny Two Bags (Social Distortion), Rami Jaffee (Foo Fighters), Jim Lindberg (Pennywise) e Mike Watt (Minutemen). A nova geração também marca presença com Eloise Wong (The Linda Lindas). A maioria desses artistas aparece no videoclipe oficial, celebrando a união de diferentes eras do rock californiano. A lista de convidados não para por aí. O single traz ainda nomes como Ron Emory (TSOL), Atom Willard (Alkaline Trio), Jane Weidlin (The Go-Go’s) e muitos outros veteranos de bandas como The Adolescents, The Bangles e Flogging Molly. Até mesmo Gary Tovar, fundador da Goldenvoice e considerado o “padrinho do punk”, participa da homenagem. Leilão exclusivo para fãs Para ampliar a arrecadação, a organização preparou uma ação especial. Um violão e uma camiseta, autografados por quase todos os artistas que participaram da gravação, estão disponíveis para leilão. Todo o valor arrecadado será revertido para o Sweet Relief Musicians Fund. Os interessados devem correr, pois o leilão termina no dia 18 de janeiro, às 22h (horário do leste dos EUA). É a chance de ter um item histórico e ainda ajudar quem faz a música acontecer.
Mon Rovîa lança “Bloodline”, seu aguardado álbum de estreia
O cantor e compositor liberiano Mon Rovîa lançou seu aguardado álbum de estreia, intitulado Bloodline. O projeto conta com 16 faixas e consolida o músico como uma das vozes mais instigantes da nova geração. O disco funciona tanto como um memorial pessoal quanto como um testemunho coletivo. Ele mescla narrativas íntimas com temas expansivos como memória, identidade, migração e luto. Uma jornada de resiliência de Mon Rovîa Bloodline traça a trajetória singular de Mon Rovîa. O artista explora desde sua infância, moldada pela guerra e pelo deslocamento, até a conquista de uma sensação de pertencimento após anos de movimento constante. Ele traduz essas experiências em composições vívidas. A paleta sonora é acolhedora e meditativa, convidando o público a refletir sobre suas próprias histórias. Singles aclamados como Oh Wide World, Running Boy e a recente Old Fort Steel Trail já haviam antecipado o núcleo emocional deste trabalho. Sucesso nas redes e nos palcos O lançamento encerra um ano notável para o cantor. Recentemente, ele ganhou destaque na NPR e viralizou no TikTok com a faixa Heavy Foot, considerada um hino de protesto moderno. Os números impressionam: já são mais de 200 milhões de streams na carreira e mais de 1 bilhão de visualizações na plataforma de vídeos. Além do sucesso digital, Mon Rovîa mostra força no ao vivo. Ele esgotou a turnê norte-americana A Place To Gather e marcou presença em festivais gigantes como Bonnaroo, Austin City Limits e Red Rocks. Estreia na TV e próximos passos Para celebrar o lançamento, o artista fará sua estreia na televisão norte-americana amanhã. Ele apresentará uma performance especial no programa CBS Saturday Morning. Logo em seguida, ele volta para a estrada. Nas próximas semanas, Mon Rovîa acompanhará a banda Alabama Shakes em datas selecionadas, apresentando o universo de Bloodline para públicos ainda maiores.
Entrevista | Death to All – “Diziam que o death metal era barulho. Hoje falam que foi revolucionário”

O Death to All, projeto que reúne ex-integrantes do Death em uma celebração direta e respeitosa da obra de Chuck Schuldiner, falecido em 2001, retorna ao Brasil neste mês para uma série de quatro apresentações. A turnê marca datas simbólicas da discografia da banda, com foco nos álbuns Spiritual Healing e Symbolic, que completam 35 e 30 anos, respectivamente. Os shows acontecem em Porto Alegre (20/01, no Opinião), Curitiba (21/01, no Tork n Roll), São Paulo (24/01, no Carioca Club) e Belo Horizonte (25/01, no Mister Rock), com produção da Overload e ingressos já à venda. No palco, o Death to All traz Gene Hoglan, baterista que participou de Individual Thought Patterns e Symbolic, ao lado do baixista Steve DiGiorgio, do guitarrista Bobby Koelble e de Max Phelps, responsável pela guitarra e vocais. Mais do que um tributo, o projeto se consolidou como uma forma de manter viva a música do Death e a memória de Chuck Schuldiner para diferentes gerações. Em entrevista ao Blog n’ Roll, Gene Hoglan fala sobre o início da carreira no Slayer, a relação com Chuck, a importância do Symbolic, a criação do Death to All e a conexão especial com o público brasileiro. Antes de se tornar um dos bateristas mais respeitados do metal, você trabalhou nos bastidores com o Slayer, ainda muito jovem. Como essa experiência ajudou a moldar sua visão da estrada? Eu trabalhava com iluminação e nem dá para chamar aquilo de design de iluminação. Era tudo muito rudimentar, de baixo custo e com pouquíssimo tempo para montar. Ainda assim, aquela experiência foi fundamental para mim. Foi o meu primeiro contato real com a vida em turnê. Eu tinha 16 anos e estava cercado por adultos, músicos e técnicos mais experientes. Isso me ensinou muito sobre atitude. Aprendi rápido que, naquele ambiente, observar era mais importante do que opinar. Se eu pudesse voltar no tempo, diria a mim mesmo para falar menos e ouvir mais. Ninguém quer ouvir as opiniões de um garoto que acabou de chegar, muito menos alguém tentando repetir frases de rockstars que leu em entrevistas. Quando você é jovem, imagina que a vida na estrada é glamourosa, cheia de limusines, aviões e festas. Mas a realidade é bem diferente. Muitos músicos falavam que só queriam voltar para casa e dormir na própria cama. Eu estava no meu primeiro tour, me divertindo, e tentando agir como se estivesse exausto, repetindo discursos que não se aplicavam a mim. Foi uma lição importante de humildade. Essa fase também me ensinou a respeitar o processo e as pessoas ao redor. Mais tarde, quando comecei a tocar profissionalmente, eu já entendia como uma turnê funcionava de verdade. Isso moldou completamente minha postura até hoje. Sei que você era um grande fã de Rush e Kiss, mas quais outros discos e bateristas foram fundamentais para moldar seu estilo e te levar ao metal extremo? Foram muitos, e vieram em ondas. Judas Priest teve um impacto enorme em mim, especialmente discos como Stained Class, Sin After Sin, Hell Bent for Leather e até o álbum ao vivo. Simon Phillips tocando pedal duplo em músicas como “Call for the Priest” foi algo que abriu minha cabeça. Aquilo já apontava para o que depois seria o speed metal. Iron Maiden também foi crucial. O primeiro álbum deles me marcou profundamente. Eu tinha cerca de 12 anos quando saiu. Motörhead foi outra influência gigantesca, principalmente pela abordagem crua do Phil “Philthy Animal” Taylor. Era agressivo, direto, sem polimento. Anvil, com o Rob Reiner, Raven com o Rob “Wacko” Hunter, Accept com discos como Breaker e Restless and Wild, tudo isso ajudou a estabelecer uma linguagem baseada em velocidade e peso. Quando você olha para trás, vê claramente o fio condutor: o pedal duplo empurrando o metal para frente. Depois, estar em Los Angeles no início dos anos 80 foi decisivo. Eu vi o Metallica tocar no Whisky (a Go Go) em 1982, no segundo show da banda. Eu tinha 15 anos. Estar ali, vivendo aquele nascimento do thrash metal, foi algo que moldou tudo o que veio depois, inclusive o death metal. Quando você e os músicos do Death perceberam que estavam ajudando a criar algo novo, que mais tarde seria chamado de death metal? Isso aconteceu ainda antes de eu entrar na banda. Na época em que o Death estava sendo formado, eu ainda estava no Dark Angel e antes disso no War God. Mas o Chuck e eu já éramos amigos. Todo mundo conhecia o material do Mantis, com Chuck, Kam Lee e Rick Rozz. As influências eram compartilhadas. Venom, Slayer, Possessed, todas essas bandas estavam moldando a cena. Dark Angel tocava com Slayer naquela época, e era possível perceber que todos estávamos bebendo da mesma fonte. Quando você está criando algo novo, não existe a consciência de que está fazendo história. O que existe é resistência. As pessoas diziam que aquilo era ruim, que não era música, que era barulho. Isso aconteceu com o thrash, aconteceu com o death metal. Só muitos anos depois é que as pessoas olham para trás e dizem que aquilo foi revolucionário. O Chuck tinha uma visão muito clara. Quando o death metal começou a seguir caminhos que não o interessavam, ele simplesmente seguiu em frente, evoluindo do jeito dele. Ele nunca se preocupou em se encaixar. Essa foi uma das maiores forças dele. Como era a dinâmica de trabalho entre você e Chuck Schuldiner no estúdio? Havia espaço para colaboração ou ele que dava as cartas? O Chuck era extremamente aberto à colaboração. Ele sempre dizia que não era baterista, então confiava completamente em mim nesse aspecto. Quando eu perguntava se alguma coisa estava exagerada ou difícil demais, ele sempre respondia: “Vai fundo, você está aqui porque eu quero tocar com você”. Essa confiança era mútua. Quando fui para a Flórida gravar Individual Thought Patterns, tivemos pouquíssimo tempo para preparar tudo. Sugeri que pegássemos guitarras e que ele me ensinasse todos os riffs. Queria entender exatamente como
Avenged Sevenfold esgota Allianz Parque; Curitiba ainda tem ingressos

O Avenged Sevenfold confirmou hoje que os ingressos para o show em São Paulo estão esgotados. A banda se apresenta no Allianz Parque no dia 31 de janeiro de 2026 (sábado). Os fãs aguardavam há 11 anos por um novo headline show (show solo, fora de festivais) do grupo no país. Essa volta triunfal ganha um toque especial, pois marca o maior show solo em estádio de toda a carreira da banda. A produtora 30e organiza a turnê Life is But a Dream… no Brasil. Atrações de peso e recorde histórico A apresentação na capital paulista promete ser histórica. Além do quinteto californiano, a noite contará com shows de abertura das bandas A Day To Remember e Mr. Bungle. O público brasileiro mostrou sua força ao lotar o estádio, reafirmando a popularidade do metal no país. M. Shadows (vocais), Synyster Gates (guitarra), Zacky Vengeance (guitarra), Johnny Christ (baixo) e Brooks Wackerman (bateria) trazem na bagagem mais de 25 anos de estrada e hits que marcaram gerações. Última chance em Curitiba No entanto, quem ficou sem ingresso em São Paulo ainda tem uma esperança. A turnê também passa por Curitiba no dia 28 de janeiro (quarta-feira). O show acontece na icônica Pedreira Paulo Leminski e terá abertura do Mr. Bungle. Segundo a organização, ainda restam poucos ingressos disponíveis para esta data. Portanto, os fãs que desejam ver a banda de perto precisam correr para o site da Eventim. A turnê “Life is But A Dream…” A série de shows promove o álbum homônimo lançado em 2023. Life is But A Dream… foi o primeiro disco de estúdio do grupo após sete anos de espera. A banda projetou o trabalho para provocar e inspirar, ampliando a nova onda do heavy metal americano.
Olivia Rodrigo e David Byrne: cover de “Drivers License” celebra 5 anos do hit

A cantora Olivia Rodrigo preparou uma surpresa inesquecível para marcar o quinto aniversário de sua estreia explosiva no mundo da música. Para celebrar o marco do hit Drivers License, ela convidou a lenda David Byrne para gravar um cover de Drivers License. A música, lançada originalmente em janeiro de 2021, transformou a carreira da artista após sua saída da Disney. Agora, a faixa ganha uma releitura na voz inconfundível do ex-líder do Talking Heads. Vinil exclusivo e lado B Os colecionadores já podem preparar o bolso. Um single em vinil de 7 polegadas chega ao mercado no dia 3 de abril. Este lançamento físico promete ser bastante disputado pelos fãs. Além da nova versão de estúdio, o disco traz um Lado B especial. Ele inclui o dueto de Rodrigo e Byrne para Burning Down the House, gravado ao vivo durante o festival Governors Ball de 2025. Portanto, o vinil une o presente e o passado recente dessa amizade musical. Uma série de homenagens, além de cover de Drivers License Esta colaboração é apenas o pontapé inicial. Segundo comunicado oficial, este é o primeiro de uma série de covers planejados. O projeto culminará na celebração do aniversário do álbum Sour, que acontece em junho. Olivia usou as redes sociais hoje para expressar sua gratidão. Ela descreveu o projeto como uma “incrível releitura” feita por um de seus maiores ídolos. “David é simplesmente uma lenda e eu realmente chorei quando ouvi a versão dele dessa música”, confessou a estrela. Antes do anúncio oficial, a cantora já havia provocado os fãs. Ela publicou um formulário fictício de renovação de carteira de motorista em seu site, criando mistério sobre a comemoração. O futuro de Olivia Rodrigo em 2026 Embora o foco atual seja a nostalgia, o futuro também promete novidades. Olivia passou boa parte do último ano insinuando que 2026 marcaria sua próxima fase artística. Em entrevista recente à Nylon, ela revelou que estava “se divertindo muito imaginando coisas” para a sequência do aclamado álbum Guts. Portanto, os fãs podem esperar não apenas celebrações do passado, mas também material inédito muito em breve.
Bruno Mars retorna com o single novo “I Just Might” e anuncia álbum “The Romantic”

Bruno Mars lançou hoje (9) seu novo single, a faixa I Just Might. A música serve como a primeira amostra do seu aguardado quarto álbum solo de estúdio. Batizado de The Romantic, o novo disco chega às plataformas digitais em 27 de fevereiro. Os fãs já podem fazer o pré-save para garantir que ouvirão o trabalho assim que ele sair. Vibe retrô e clipe nostálgico Como era de se esperar, Bruno Mars não decepcionou na estética. O novo single de Bruno Mars traz aquela pegada funk retrô irresistível que se tornou sua marca registrada. Na letra, o cantor convida uma garota para a pista de dança, desafiando-a a provar que tem atitude. Além da música, o artista divulgou um videoclipe dirigido por ele mesmo em parceria com Daniel Ramos. A produção mergulha nos anos 70, mostrando cinco versões de Bruno Mars formando uma banda completa dentro de um aparelho de TV antigo. É uma festa visual com luzes multicoloridas e muita coreografia. “É hora da festa! O autoproclamado Senhor da Aura está de volta”, celebrou o cantor nas redes sociais. Produção de peso no single novo de Bruno Mars Bruno Mars assina a produção da faixa ao lado de D’Mile. Vale lembrar que essa parceria rendeu frutos incríveis no projeto Silk Sonic (com Anderson .Paak) em 2021. Portanto, a química no estúdio continua afiada. The Romantic é o sucessor direto do aclamado 24K Magic, lançado em 2016 e vencedor de vários Grammys. No entanto, Mars não ficou parado nesse intervalo. Recentemente, ele dominou as paradas globais. O cantor colaborou com Lady Gaga no hit Die With A Smile e trabalhou com Rosé (do Blackpink) na viciante APT.