Dropkick Murphys anuncia novo álbum e libera single “Who’ll Stand With Us?”

O futuro álbum do Dropkick Murphys, For The People, demonstra coragem e confiança ao se posicionar contra as injustiças que acontecem nos Estados Unidos, fazendo isso com a força e intensidade que remetem às raízes mais punk rock da banda. For The People é mais do que um título. É uma postura sincera, uma declaração de quem essa banda é – e sempre foi. For The People será lançado digitalmente no dia 4 de julho pelo selo Dummy Luck Music / Play It Again Sam da própria banda. As versões em LP e CD, que incluem cinco faixas bônus, chegam no dia 10 de outubro. A capa impactante do álbum foi criada pelo renomado estúdio de design Studio Number One, do artista político/social Shepard Fairey. A produção e mixagem ficaram por conta de Ted Hutt, colaborador de longa data da banda. For The People se levanta em seu momento: uma expressão de humanidade em tempos de desumanização constante, uma promessa de esperança em uma era alimentada pelo medo, uma declaração de solidariedade em uma era de desunião, uma resposta desafiadora aos charlatões e demagogos que buscam nos dividir para obter poder e lucro. Who’ll Stand With Us?, o primeiro single do álbum, é um chamado à união, um apelo ao retorno da sanidade e um olhar direto para o que – e quem – realmente está nos dividindo. A música vai direto ao ponto: quando os bilionários e “broligarchs” terminarem de neutralizar a sociedade, o que restará para o resto de nós? A faixa busca enquadrar a guerra de classes pelo que ela realmente é. E, como todas as músicas do Dropkick Murphys, ela empodera os ouvintes a agirem. O poderoso videoclipe de Who’ll Stand With Us? foi dirigido por Jon Vulpine e retrata a realidade perturbadora de pessoas desaparecendo nos Estados Unidos. A MeidasTouch Network, um podcast norte-americano pró-democracia (e o podcast número 1 nos EUA e Canadá), tomou nota, irá divulgar o vídeo e já demonstrou apoio contínuo aos esforços da banda para combater a injustiça. Alinhado ao tema do álbum e à filosofia da banda, Casey participou recentemente de uma caravana de ajuda humanitária na Ucrânia, destacando o compromisso dos Dropkick Murphys em apoiar o país devastado pela guerra. Nos últimos anos, a banda arrecadou fundos para iniciativas de apoio à Ucrânia com a venda de camisetas de edição limitada, e Casey sentiu que era importante ver a situação de perto e demonstrar apoio moral ao povo ucraniano. Seja na política, na família, entre amigos ou simplesmente na vida, o Dropkick Murphys continua escrevendo músicas com as quais pessoas comuns se identificam. Em For The People – o 13º álbum de estúdio da banda – as histórias são profundas, as memórias intensas e a alegria continua contagiante. Ao longo das 12 faixas, o Dropkick Murphys – Ken Casey (vocais), Tim Brennan (guitarras, tin whistle, acordeão, piano, vocais), Jeff DaRosa (guitarras, banjo, mandolim, vocais), Matt Kelly (bateria, percussão, vocais), James Lynch (guitarras, vocais), Kevin Rheault (baixo) e Campbell Webster (gaita de fole e Uilleann pipes) – transmite o mesmo tipo de alegria que se celebra entre amigos e família. E mesmo nos momentos mais tristes e reflexivos, é difícil não se sentir pessoalmente envolvido no espectro emocional da banda. “Nosso recado sempre foi o mesmo e nunca tivemos medo de falar sobre o que é importante para nós. Mas, para mim agora, penso no futuro dos meus filhos, na próxima geração”, diz Casey. “Isso pode ser qualquer coisa – desde denunciar injustiças até simplesmente garantir que você diga às pessoas próximas o quanto elas são importantes para você.”

Cradle of Filth volta ao Brasil em agosto com turnê de The Screaming of the Valkyries

A banda inglesa Cradle of Filth retorna ao Brasil após sete anos para uma turnê, em agosto, em divulgação do 14º álbum de estúdio, The Screaming of the Valkyries. Serão três apresentações com realização local da ND Produções com a Agência Sobcontrole: 21/08 em Limeira (Mirage), 22/08 em Curitiba (Tork ‘n Roll) e dia 23/08 em São Paulo (Carioca Club). Em todos os shows desta turnê, o Cradle of Filth terá como banda convidada a norte-americana Uada, com seu black metal repleto de elementos melódicos e densos. O Cradle of Filth, formado em 1991, originalmente uma banda de black metal, é ainda hoje uma das formações mais reverenciadas e influentes da música pesada. Com o passar dos anos, elementos sinfônicos e melódicos cresceram nas composições e a sonoridade única chegou até ao mainstream. A banda, sempre com o carismático vocalista Dani Filth e seus gritos dilacerantes e guturais potentes, é também, há décadas, responsável por abrir caminho para muitos dos principais artistas do metal da atualidade com sua mistura característica de peso enegrecido, teatralidade macabra e estilo gótico cintilante. O reinado do Cradle of Filth começou de fato com Dusk… and Her Embrace, de 1996, considerado o álbum que consolidou a identidade da banda, misturando black metal, gótico e elementos sinfônicos com uma produção mais refinada. Os vocais extremos de Dani Filth, as letras poéticas e obscuras e a ambientação vampiresca criaram um marco no black metal sinfônico. Cruelty and the Beast, de 1998, colocou a banda inglesa em definitivo no primeiro escalão da música pesada mundial. É um álbum conceitual, baseado na história de Elizabeth Báthory, a condessa húngara acusada de assassinar centenas de jovens. Musicalmente, é sombrio, barroco e teatral. Os arranjos sinfônicos e a narrativa histórica deram uma atmosfera de ópera gótica sangrenta. Destaque também para Midian (2000), um dos álbuns mais acessíveis e bem produzidos da banda, e Nymphetamine (2004), que indicou uma leve mudança para o metal gótico e extremo mais acessível. Em 2005, o Cradle of Filth foi indicado ao Grammy Awards na categoria “Best Metal Performance”, com a música Nymphetamine (Fix). Já na atual década, o lançamento de Existence Is Futile, de 2021 colocou o Cradle of Filth no 20º lugar na Billboard 200 com Hard Rock Genre (além de muitas outras estreias nas paradas). Com o álbum cuja turnê traz a banda de volta ao Brasil, The Screaming of the Valkyries, lançado em março de 2025 pela Napalm Records, O Cradle of Filth une fantasmas do passado e um ousado passo em direção ao futuro. A sonoridade é moderna, sem abandonar passagens extremas, mas também flertando abertamente com momentos de heavy metal tradicional e thrash metal. Não à toa os shows da atual turnê recebem elogios interessantes da mídia mundial. Em Brisbane, Austrália, a banda entregou uma performance descrita pelo site Hear 2 Zen Magazine como uma “sinfonia do caos”, com vocais de Dani Filth considerados “perfeição demoníaca” e uma presença de palco que combinava energia desenfreada com teatralidade sombria. Em São Paulo, a banda nacional convidada para o evento no Carioca Club é a Tellus Terror, de Niterói, que toca death/black metal sinfônico, nos moldes de Cradle Of Filth e Dimmu Borgir. O álbum mais recente, Deathinitive Love Atmosfear, traz uma aura sombria e vampírica, ao mesmo tempo que aborda um tema não usual ao metal extremo, de forma carregada negativa e positiva, que é o amor, e como ele influencia as vidas das mais diversas formas de vida. SERVIÇO Cradle of Filth em São PauloData: 23 agosto de 2025 (Sábado) Horário: 17h (abertura da casa) Local: Carioca Club (Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros, São Paulo) Ingresso *** Cradle of Filth em CuritibaData: 22 agosto de 2025 (Sexta-feira) Horário: 18h (abertura da casa) Local: Tork ‘n Roll (Av. Mal. Floriano Peixoto, 1695 – Rebouças, Curitiba) Ingresso *** Cradle of Filth em LimeiraData: 21 agosto de 2025 (Quinta-feira) Horário: 19h (abertura da casa) Local: Mirage (Av. Prof. Joaquim de Michieli 755, Limeira) Ingresso

História do hardcore brasileiro dos anos 90 estreia no 17º In-Edit Brasil

O documentário Hardcore 90 faz sua première nacional na 17ª edição do In-Edit Brasil, Festival Internacional do Documentário Musical, que acontece de 11 a 22 de junho, em São Paulo. Dirigido por Marcelo Fonseca e George Ferreira, o documentário mostra, pela primeira vez, a história de uma cena que surgiu após a primeira geração do punk brasileiro, que vivia um ciclo de violência e autodestruição no final dos anos 80. Em mão contrária, o início da década de 90 vê surgir uma geração potente e antenada, que amplia os ecos do punk, trazendo novas vertentes e temas para o gênero, muito mais politizada, unida e socialmente consciente. A década de 90 chega e apresenta novos talentos para o cenário musical brasileiro, com nomes importantes como No Violence, Ação Direta, Garage Fuzz, ROT, Safari Hamburguers, Abuso Sonoro, Personal Choice, Dominatrix, entre outros. O In-Edit – Festival Internacional do Documentário Musical nasceu em Barcelona, na Espanha, em 2003, e acontece no Brasil desde 2009. Outros países, como Chile, Grécia, México e Países Baixos, também realizam edições do festival. Sessões Sábado, 14 junho de 2025 | 14:00Spcine Olido – Av. São João, 473 – Centro, São PauloSessão com diretores. Quarta-feira, 18 Junho 2025 | 19:00Cinemateca Brasileira – Largo Sen. Raul Cardoso, 207 – Vila Clementino, São PauloSessão seguida de show Sexta-feira, 20 Junho 2025 | 19:00Matilha Cultural – R. Rego Freitas, 542 – São Paulo

Pavement lança aguardada trilha sonora do documentário “Pavements”

A Matador Records aproveita o enorme sucesso de bilheteria de Pavements com o lançamento digital da trilha sonora original do icônico meta documentário. Ela inclui a inédita versão da banda para a canção Witchitai-To, de Jim Pepper. Uma edição física será lançada posteriormente. Compilada pelo produtor/editor de Pavements, Robert Greene, em parceria com a banda, a trilha costura elementos díspares do filme — trechos de diálogos, cenas da cinebiografia falsa Range Life (feita sob medida para o Oscar), gravações do elenco do jukebox musical Slanted! Enchanted!, além de registros ao vivo e ensaios da turnê de reunião do grupo em 2021. As performances completas da banda foram mixadas por Bryce Goggin, responsável por clássicos do Pavement como Crooked Rain, Crooked Rain, Wowee Zowee e Brighten the Corners. Dirigido por Alex Ross Perry, o filme Pavements está atualmente em cartaz em cinemas selecionados, estreia nacionalmente em 6 de junho e chegará em breve à plataforma Mubi. O longa tem gerado confusão, perplexidade e, por fim, grandes elogios da crítica, com destaque em veículos como The New York Times, The New Yorker e Los Angeles Times. No início deste mês, o Pavement fez sua estreia no The Late Show With Stephen Colbert, com a performance de Harness Your Hopes, um lado B que virou fenômeno de streaming e agora foi oficialmente certificado como disco de ouro pela RIAA. A banda também anunciou um show como atração principal no festival Levitation, que acontece neste outono em Austin. Pavement é formado por Mark Ibold, Scott “Spiral Stairs” Kannberg, Stephen Malkmus, Bob Nastanovich e Steve West. Um dos grupos mais queridos a emergir do underground americano nos anos 1990, lançou cinco álbuns que definiram uma era — Slanted And Enchanted (1992), Crooked Rain, Crooked Rain (1994), Wowee Zowee (1995), Brighten The Corners (1997) e Terror Twilight (1999) — antes de encerrar as atividades em 1999. A reunião do Pavement em 2022 os levou ao topo do Primavera Sound, além de esgotar séries de shows em Los Angeles, Nova York e Londres. Pavements Original Soundtrack tracklist

Yungblud lança single Zombie, com vídeo oficial estrelado por Florence Pugh

O vídeo de Zombie, dirigido por Charlie Sarsfield e produzido por Untold Studios, é estrelado pela atriz indicada ao Oscar Florence Pugh e chega antes do lançamento do novo álbum de Yungblud, Idols, que sai em 20 de junho. Mais ambicioso projeto da carreira de Yungblud, Idols é a primeira parte de um álbum duplo — cuja parte dois ainda terá a data de lançamento anunciada. Falando sobre Zombie, Yungblud explicou: “A música foi escrita inicialmente sobre minha avó, que passou por um grave acidente, trauma que a levou a se tornar uma pessoa diferente daquela que era antes. É sobre o sentimento de deterioração e feiura; fechar-se para o mundo e para as pessoas que amamos por medo de nos tornarmos um fardo ou um constrangimento”. Ele acrescentou: “Todos nós queremos alguém ou algo que nos conforte, não importa como estamos agora ou quem nos tornaremos no futuro. Mas isso é assustador pra caramba”. Em 23 de agosto, a turnê norte-americana de 16 shows de Yungblud terá início em Los Angeles, com abertura de Sawyer Hill em todas as datas. Zombie é o terceiro lançamento de Idols, na sequência de Lovesick Lullaby e do épico de nove minutos e seis segundos Hello Heaven, Hello. Confira tracklist do álbum Hello Heaven, Hello Idols Pt I Lovesick Lullaby Zombie The Greatest Parade Change Monday Murder Ghosts Fire War Idols Pt II Supermoon

Projeto “O Pop é Punk” chega à 4ª edição com versões dos hits que marcaram os anos 1990

A Grudda Records lançou a quarta edição da coletânea O Pop é Punk, que celebra a música popular brasileira sob o olhar do punk rock e do hardcore. Após as homenagens às décadas de 1960, 1970 e 1980, é a vez do projeto mergulhar nos hits que marcaram os anos 1990. O Pop é Punk – Anos 90 reúne 25 bandas da cena independente de diversas regiões do país. O repertório, além do rock nacional, passeia com irreverência entre gêneros populares como pagode, sertanejo e axé. Músicas conhecidas na voz de Los Hermanos, Paralamas do Sucesso, Capital Inicial, Engenheiros do Hawaii e Cássia Eller, dividem espaço com Roupa Nova, Raça Negra e Banda Cheiro de Amor, em versões aceleradas. “Esse contraste é o que dá vida ao projeto. O maior desafio sempre foi traduzir cada música com personalidade, com verdade, sem cair na paródia. A gente queria que cada releitura tivesse alma própria, e ao mesmo tempo respeitasse a memória afetiva que essas canções carregam”, diz Felipe Medeiros, idealizador do projeto. Os anos 90 marcaram profundamente a vida de grande parte das bandas envolvidas — muitos de nós vivíamos essa fase como jovens, com os ouvidos e o coração abertos, então existe uma camada emocional mais densa nesse volume”, revela. Joaquim Roma, vocalista da banda carioca Atox, que gravou uma versão para Dois do Paulo Ricardo, diverte-se ao contar que conheceu a canção numa trilha de novela aos oito anos de idade. “Eu adorava essa música. Mais velho fiquei sabendo que o Michael Sullivan, um dos melhores compositores de todos os tempos, compôs a faixa com o mestre da sedução nacional, Paulo Ricardo, na voz”. A banda santista The Bombers entregou uma ótima versão para O Mundo, do Capital Inicial, que virou um medley com canções do Blondie e Viper. A capa da coletânea assinada por Paulinho Tscherniak também presta homenagem ao álbum Dookie do Green Day, um dos clássicos da década. “O resultado é um convite visual ao caos organizado que a coletânea propõe” conta Medeiros. “Estamos nos aproximando da reta final com essa penúltima edição, já olhando para a próxima, que deve focar nos anos 2000. Depois disso, a Grudda segue com novos projetos que mantêm esse espírito de reinterpretação, mas talvez com outras direções e provocações”.

Garbage lança álbum “Let All That We Imagine Be The Light”; ouça!

O Garbage une pop, rock e uma visão única do mundo contemporâneo em seu novo álbum de estúdio, Let All That We Imagine Be The Light. O trabalho foi criado a partir da necessidade de encontrar algo positivo em meio ao caos e à convulsão da sociedade moderna. Oitavo trabalho de estúdio da banda, ele traz todas as marcas registradas que consagraram o Garbage como um dos maiores nomes do rock noventista: guitarras expressivas, batidas precisas e explosivas e sonoridades complexas, sustentadas pela voz inconfundível e as letras carregadas de força de Shirley Manson. “Este disco fala sobre o que significa estar vivo e sobre o que significa encarar a destruição iminente. É esperançoso. É muito sensível ao que significa ser humano. Nossas falhas e erros ainda são belos, mesmo que nos ensinem que não são. É um disco terno e eletrizante sobre a fragilidade da vida”, conta Shirley. Mantendo a formação original desde 1995, Shirley Manson, Duke Erikson, Steve Marker e Butch Vig já venderam mais de 20 milhões de álbuns. A banda prepara uma nova turnê pela América do Norte, já focada no novo álbum, dando sequência uma jornada de três décadas que continua inspirando fãs e artistas ao redor do mundo, ao mesmo tempo em que refletem a contemporaneidade. “Nosso último álbum (No God No Masters, de 2021) foi extremamente direto. Nasceu da frustração e da indignação — tinha uma sensação de terra arrasada, um tom furioso. Mas com este novo disco, senti uma compulsão de buscar um tipo diferente de energia. Uma energia mais construtiva. Tive essa visão de nós emergindo do subterrâneo com holofotes e lanternas, enquanto avançávamos rumo ao futuro. Procurando vida, procurando amor, procurando todas as coisas boas no mundo, que atualmente parecem tão escassas. Essa foi a ideia predominante para mim durante a criação deste álbum — quando as coisas parecem sombrias, é melhor tentar buscar aquilo que é luz, aquilo que é amoroso e bom. Quando eu era jovem, tendia a destruir coisas. Agora que estou mais velha, acredito que é vital construir e criar coisas. Ainda cultivo velhos ideais românticos sobre comunidade, sociedade e o mundo. Não quero caminhar pelo mundo causando estragos, prejudicando a terra e as pessoas. Quero fazer o bem e não causar mais mal”, reflete Shriley. O trabalho foi gravado no Red Razor Sounds, em Los Angeles, no estúdio Grunge Is Dead, do baterista Butch Vig, e no quarto de Shirley Manson; e conta com produção dos integrantes e de Billy Bush, engenheiro de som de longa data. “Usamos muitos sintetizadores analógicos e elementos de design sonoro neste álbum, pois pareciam se encaixar no clima distópico que todos estávamos vivenciando. Começamos a gravar com uma folha em branco, mas, dado o que está acontecendo nos EUA e no resto do mundo, é inevitável que a loucura acabe se infiltrando nas músicas. Mas definitivamente queríamos que o disco tivesse alguma esperança, alguma luz, para transmitir a sensação de que as pessoas têm poder”, complementa Butch Vig.

Yellowcard anuncia novo álbum e compartilha a faixa-título “Better Days”

O Yellowcard celebrou o anúncio de seu novo álbum, Better Days, com o lançamento do single principal e faixa-título, além da faixa do álbum Honestly I. Better Days é o primeiro álbum completo da banda em quase uma década e será lançado no dia 10 de outubro via Better Noise Music. Este álbum tão aguardado foi produzido por Travis Barker, que também toca bateria em todas as faixas. O single Better Days é uma reflexão corajosa sobre gratidão, perdão, perspectiva e propósito. Antigamente presença constante na MTV e na Billboard Hot 100, os veteranos da Vans Warped Tour — cujos dois primeiros álbuns produziram singles certificados como duplo-platina e ouro — soam completamente recarregados e revitalizados em 2025. William Ryan Key, Sean Mackin, Ryan Mendez e Josh Portman nunca pareceram tão fortes. O videoclipe de Better Days, dirigido por Jordan Phoenix, mostra os integrantes interpretando personagens icônicos de filmes dos anos 80 em uma locadora vintage. O vídeo reflete a diversão e a leveza que a banda está vivendo nesta nova fase. “Estamos focados em fazer com que este capítulo da nossa carreira seja sobre felicidade. Este foi o vídeo mais divertido que fizemos em 20 anos e esperamos que todos sorriam ao assisti-lo”, comenta Ryan Key. A banda concordou que lançar um novo álbum só faria sentido se fosse o melhor de sua carreira. Eles se recusaram a apressar o processo e, pela primeira vez, se permitiram pedir ajuda. Ryan Mendez convidou seu amigo de longa data Nick Long para as sessões de composição, e foi através dele que Travis Barker se envolveu no projeto, assumindo a produção e a bateria de todo o álbum. “Comecei o disco sendo uma versão de mim mesmo e terminei como outra pessoa. Eu sabia que precisava de ajuda e saí escrevendo músicas como quando tinha 19 anos.”

Haim libera quarto single de ‘I Quit’; ouça “Take me back”

O aguardado quarto álbum de estúdio do trio de rock Haim, I quit, já tem data marcada: dia 20 de junho. Nesta sexta-feira (30), foi apresentada Take me back, mais uma das canções do novo projeto. Com 15 faixas, I quit foi produzido por Rostam Batmanglij e Danielle Haim, e traz as já apresentadas Everybody’s Trying To Figure Me Out e Relationships. O disco conta com a força crua de artistas experientes, com canções moldadas sob forte influência do rock clássico – pensadas para brilhar nos palcos. A versão física do álbum chega em breve para pré-venda na UMusic Store. O lançamento dá seguimento à primeira música apresentada, Down to be wrong, um hino poderoso sobre preservar a si mesma e colocar o próprio bem-estar em primeiro lugar. Ouça Take me back abaixo