Tosco libera videoclipe de Casa de Nóia; assista!

A banda santista Tosco lançou um videoclipe para a faixa Casa de Nóia, um dos destaques do terceiro álbum Agora É a Sua Vez (2023). Este álbum apresenta uma catarse sonora ainda mais intensa, tanto na produção quanto nas composições, criatividade e brutalidade — além, é claro, das letras ácidas em português, carregadas de puro ódio contra tudo e todos que corrompem e destroem a sociedade. Com um crossover feroz que une thrash metal, hardcore e groove metal, o Tosco mostra, em pouco mais de quatro minutos, porque é uma das bandas mais explosivas do underground nacional. Gravado com cenas ao vivo, o vídeo entrega intensidade, precisão e uma performance arrebatadora — com destaque para os riffs certeiros e a cozinha poderosa, que sustenta a fúria lírica de um tema urgente: os efeitos destrutivos do vício em drogas e a degradação humana que ele acarreta. Casa de Nóia foi originalmente composta para o álbum de estreia, Revanche (2018), mas acabou ficando de fora. Ressurgiu com força total nos momentos finais de produção de Agora É a Sua Vez, ganhando uma nova roupagem e se tornando um dos hinos mais pesados da atual fase da banda. A sonoridade da faixa remete à velocidade brutal de Reign In Blood com o peso denso de Seasons in the Abyss, ambos do Slayer — influência marcante do grupo.

Armada lança videoclipe ao vivo de Last Of My Kind; assista

A Armada divulgou o videoclipe da faixa Last Of My Kind, disponível no álbum Tales Of Treason (2024), lançado em vinil pela gravadora americana Pirates Press Records, em parceria com a Comandante Records. O videoclipe dirigido por Rapha Erichsen, Rodrigo Braga e Mauro Tracco – baixista da Armada, foi filmado durante um dos shows da banda em São Paulo. “Foi tudo feito no esquema guerrilha, mas acho que conseguimos captar bem a energia caótica e intensa que caracteriza nossos shows”, revela Tracco, que já havia trabalhado com Erichsen e Braga, da produtora Impossível, nos vídeos de Jardineiro, do Planet Hemp, e São Paulo City, da própria Armada. O baixista, que divide a composição da faixa com o vocalista Henrike Baliú, conta ainda, que Last of My Kind é uma homenagem a quem tapa os ouvidos e segue em frente quando o mundo grita que é hora de parar. “Eu nunca sei quando desistir – Acho que a maioria das pessoas que tem uma banda, ou qualquer tipo de projeto artístico, que consome todo seu tempo, dinheiro, vida pessoal e profissional a troco de praticamente nada, consegue se identificar com essa frase”. O sentimento do vocalista, que já tentou se afastar da música por alguns anos, é o mesmo. “Sempre acabo voltando para os braços reconfortantes, porém viciantes dos três acordes. É lá que me encontro, onde a minha criatividade corre solta. É algo inexplicável. Só quem tem banda sabe do que estou falando”, diz Henrike. Além de Mauro Tracco e Henrike Baliú, a Armada é composta pelos guitarristas Alexandre Galindo e Ricardo Galano, e pelo baterista Arnaldo Rogano. A banda prepara ainda para este ano, o lançamento de um novo single.

Ziggy Alberts terá a cantora sergipana Tori como ato de abertura em São Paulo

O cantor australiano Ziggy Alberts incluiu o Brasil na rota de sua turnê mundial New Love, homônima ao seu sétimo álbum de estúdio, lançado em fevereiro. Desde o início deste ano, a tour já realizou 12 apresentações nos Estados Unidos e segue para o Canadá antes de desembarcar na capital paulista no dia 28 de junho, no Cine Joia, em uma realização da 30e. O show vai contar ainda com o ato de abertura de Tori, cantora e compositora sergipana radicada no Rio de Janeiro; e tem ingressos à venda pelo site da Eventim. Com 70 datas anunciadas pela Austrália, Europa, Reino Unido, América do Norte, México e Japão, a New Love World Tour teve a sua estreia em julho de 2024. Alberts esgotou apresentações e deu seguimento ao seu feito anterior, com a Rewind World Tour, em 2023, em que conquistou um público de mais de 110 mil pessoas. O álbum New Love (2025) faz uma fusão harmoniosa de indie, folk e pop, com letras que abordam temas como amor, amizade e conexão com a natureza, além de apresentar uma sonoridade mais madura de Ziggy, mas mantendo a essência acústica que conquistou o público. >> CONFIRA ENTREVISTA COM ZIGGY ALBERTS Em setembro de 2023, o australiano veio ao Brasil pela primeira vez para uma apresentação no Floripa Eco Festival e estreitou a relação com o público ao colaborar com Vitor Kley na faixa Rewind Dois, em que canta em português. A abertura da noite ficará por conta da cantora, compositora e musicista sergipana Tori. Com quase uma década de carreira, a artista lançou em 2023 o seu primeiro disco solo, Descese, que inclui as colaborações de Dora Morelenbaum, Bruno Berle, Joana Queiroz, Julia Mestre, entre outros. Bem Gil, Bruno di Lullo e Domenico Lancellotti assinam a produção do álbum, indicado ao Prêmio Multishow de 2023 na categoria Brasil pela canção Descese. Reafirmando sua potência criativa e presença no cenário contemporâneo da música brasileira, Tori prepara para este ano o lançamento de seu novo projeto musical, Areia e Voz, produzido por ela e Domenico Lancellotti.

Rise of the Northstar retorna a São Paulo com seu único Metal-HxC-Rap-Manga

Com uma sonoridade agressiva e moderna que mistura elementos de groove metal, nu metal, hardcore e hip-hop, incorporada à cultura pop japonesa, especialmente mangás e animes, tanto em suas letras quanto na estética visual, o Rise of the Northstar está de volta ao Brasil no mês de outubro para um único show, que acontece dia 18 em São Paulo, no Fabrique Club. Os ingressos já estão à venda. A produção local é conjunta entre Liberation Music Company e Powerline Music & Books. “Metal-HxC-Rap-Manga”, quatro palavras que definem perfeitamente a singularidade do Rise Of The Northstar, banda que nasceu há 17 anos nos subúrbios de Paris, a capital da França. A estreia ao vivo no Brasil aconteceu em novembro de 2023 em um Fabrique Club completamente lotado, mostrando a popularidade e força dos franceses por aqui. No cruzamento da realidade urbana com a ficção japonesa, com três EPs e três álbuns, a banda forjou um estilo e identidade únicos ao longo do tempo, aliados a uma sólida reputação como um monstro de energia no palco. Sucesso após sucesso, o ROTN conta com dezenas de milhões de streams em suas plataformas, gravou com Joe Duplantier do Gojira e ainda faz o mundo inteiro pular, impulsionado por músicas poderosas, groove e thrash, como Here Comes The Boom, Again and Again ou Showdown, faixa-título do álbum de 2023. Já em 2024, gravaram com o rapper Hyro The Hero no single Underrated. Recentemente a banda lançou no streaming e em videoclipe a nova música Neo Paris, que representa o início de um novo capítulo para o Rise of the Northstar. O vocalista Vithia explicou que a inspiração para a faixa veio da forte conexão entre a França e a cultura japonesa, especialmente após o impacto do filme Akira em 1991. “Foi com essa ideia em mente que compusemos ‘Neo Paris’. Através deste título e desta arte, tentei ilustrar um sentimento, afirmar nossa identidade francesa enquanto promovemos a relação muito especial que nosso país tem com o Japão”, comenta Vithia. O videoclipe de Neo Paris é o primeiro da banda a incorporar animação, mesclando cenas animadas com imagens reais para criar uma representação visual da interseção entre a ficção dos mangás e a realidade urbana de Paris. O show em São Paulo prepara a banda para uma apresentação especial na sua carreira: tocarão dia 22 de novembro no lendário Olympia, em Paris. SERVIÇO Rise of the Northstar em São Paulo Data: 18 de outubro de 2025 (sábado) Horário: 17h (abertura da casa) Local: Fabrique Club Ingressos Valores: 1º lote meia e meia solidária: R$ 180,00; 1º lote inteira: R$ 360,00

The Town anuncia Travis Scott e Lauryn Hill para lineup deste ano

O The Town anunciou nesta segunda-feira (19) que o músico Travis Scott irá completar a programação de headliners da edição de 2025. O cantor de trap sobe ao palco Skyline na noite do dia 6 de setembro. Don Toliver e Filipe Ret também se apresentam no mesmo dia e palco. Na mesma data, foi revelado também que a cantora Lauryn Hill, premiada rapper, será a última atração do palco The One. Ela sobe ao palco junto dos filhos YG Marley e Zion Marley, netos do artista lendário do reggae, Bob Marley. O dia 6 ainda traz mais dois grandes nomes nacionais para o The One: o músico Matuê e MC Cabelinho. Quem abre a programação da data e do palco é Karol Conka. Em 13 de setembro, o The One recebe ainda a cantora Gloria Groove, que antecipará o show de Lionel Richie. No dia 14 de setembro, por sua vez, o The One também recebe Ludmilla. O The Town acontecerá nos dias 6, 7, 12, 13 e 14 de setembro. A pré-venda para clientes Itaú e associados do The Town Club tem início hoje (20), às 12h, enquanto a venda geral de ingressos tem início no próximo dia 27 de maio, a partir das 12h.

No esquenta para God Of Angels Trust, Volbeat lança single Time Will Heal

Volbeat retornou com seu poderoso e novo single, Time Will Heal. A faixa explora como quedas emocionais repentinas podem dominar, mas enfatiza a importância de aceitar a escuridão, aprender com ela e manter a esperança de que dias melhores virão. A música é parte do aguardado álbum God Of Angels Trust, que chega no próximo dia 6 de junho. Após acumularem mais de 12 milhões de streams globais com os singles anteriores, By a Monster’s Hand e In the Barn…, o Volbeat se prepara para embarcar, a partir de junho, em uma grande turnê mundial, com 71 datas.

Kadavar revela ousado álbum I Just Want To Be A Sound

A potência do psych-rock berlinense Kadavar retornou com sua obra mais expansiva e ousada até hoje: I Just Want To Be A Sound, disponível agora via Clouds Hill. O álbum é um manifesto pela liberdade, transformação e presença — uma jornada imersiva onde hinos de rock, canções introspectivas, momentos pop e paisagens sonoras cinematográficas colidem. Reinventando-se a cada faixa, o Kadavar entrega um disco que soa livre, capturando o espírito de uma banda em pleno voo criativo. O lançamento dos singles I Just Want To Be A Sound, Hysteria, Regeneration e Scar On My Guitar marcou um momento decisivo para o Kadavar, oferecendo aos fãs de longa data um vislumbre da nova fase da banda. Cada faixa revelou uma faceta da paleta sonora do álbum — de hinos a texturas cinematográficas — sinalizando uma clara ruptura com o som mais tradicional stoner dos trabalhos anteriores. Esses singles funcionaram não apenas como uma reintrodução ao Kadavar, mas como uma declaração de reinvenção, capturando a energia inquieta e a ambição criativa que definem o disco. As faixas também ganharam destaque em playlists importantes no Spotify, Apple Music, Deezer e Tidal. I Just Want To Be A Sound é mais do que um álbum para nós — é a essência do Kadavar: um anseio incansável por liberdade e o impulso inabalável de viver por meio da música. Colocamos tudo nele — nossas vidas, nosso espírito, nossa verdade”, compartilha a banda em declaração conjunta. Agora como um quarteto liderado pelos fundadores Lupus Lindemann e Tiger Bartelt, acompanhados pelo guitarrista Jascha Kreft e o baixista Simon ‘Dragon’ Bouteloup, o Kadavar encontrou na frase I Just Want To Be A Sound a essência de seu propósito. Inspirada em uma conversa de 2013 — quando Lindemann e Bartelt perguntaram a Bouteloup por que ele não usava redes sociais, ao que ele respondeu: “Eu só quero ser um som” — a expressão se tornou um princípio norteador ao longo dos 15 anos da banda: estar completamente imerso na música, livre de distrações ou concessões. Desde os primeiros dias como expoentes do stoner rock psicodélico — incorporando o frescor contemporâneo da cena de Berlim — até se tornarem exploradores sonoros de alcance global, a evolução do Kadavar tem sido guiada por uma criatividade incessante. Com extensas turnês e performances que desafiam gêneros, sua música tornou-se cada vez mais contemporânea, moldada pela experiência na estrada e pela visão criativa em constante expansão.

Generais de Fralda, novo álbum do Mukeka Di Rato, chega ao streaming

Generais de Fralda é um disco rápido, direto e pesado. Nono registro de estúdio da já clássica banda Mukeka Di Rato, que completa 30 primaveras em 2025, o novo álbum traz uma sonoridade mais suja e agressiva, passando pela vertente crust do hardcore e letras cortantes, “sem meias palavras”, como já é uma marca do grupo. Com discurso político, “sempre na luta antifascista”, as músicas falam sobre corrupção, racismo estrutural, indústria de armas, precarização do trabalho, excesso de remédios e outros temas dos tempos atuais. Fepas (vocal e guitarra), Brek ( bateria), Mozine (baixo e vocal) e Paulista (guitarra e vocal) gravaram as 13 faixas do álbum no Estúdio Tambor, no Rio de Janeiro, com produção de Rafael Ramos. A faixa-título é auto explicativa. A segunda, Predadores Armados, “fala sobre o terrorismo de estado e a barbárie que os policiais promovem, principalmente nas periferias. E tem uma pegada instrumental meio Disrupt”, comenta Fepas. Se Droga Brasil é sobre o excesso de medicação. “Não aguento mais tomar tanto remédio/ Quantidade impressionante de remédio/Não aguento mais tanta Farmácia/ Injeção na veia alma esvaziada/ Droga, droga/ Droga, Brasil!” são os versos iniciais. Certamente muitas pessoas irão se identificar. “Essa letra Fabio Mozine trouxe praticamente pronta e a parte instrumental tem uma influência da banda DFL”. Criança Morta é inspirada no genocídio contra o povo palestino “e outras cenas de atentados contra crianças”, explica ele. Já o segundo single, Engenho de Sangue, “fala das bases da criação do que a gente conhece como Brasil, né? Racismo estrutural, oligarquia, ganância de muitos, exploração e massacre dos menos favorecidos”, aponta Fepas. “Essa música e General de Fralda eu tive a ideia, fiz a base e terminamos juntos no estúdio”. Filho da Rua é inspirada “no soco no estômago que é a gente se deparar todos os dias com um semelhante dormindo na rua, passando necessidade e tanta gente querendo naturalizar uma coisa dessas”. Fascism and Big Business fala da indústria das armas e Somente Moedas Acendem Velas foi inspirada numa igreja onde tem umas lâmpadas em forma de velas, e elas só acendem se você jogar uma moeda. Mozine ficou impactado. “Nos permitimos dar uma zoada, botamos metalofone e tem o Mozine cantando”. Tá Fácil Morrer tá Fácil Matar, escrita por Cristian Paulista, tem uma pegada curtinha tipo Napalm Death, o nome da faixa já fala por si. Globo da Morte “é um salve para os motociclistas e entregadores de aplicativo. Sabemos que muita gente se sacrifica, rala, se arrisca muito num trabalho precarizado. Tem que aguentar esculacho, humilhação e correr risco todos os dias por estar no trânsito lutando contra o tempo. Pegada instrumental com influência de Fugazi e Nirvana, mas o destaque é a participação de FBC, Fabricio, la de BH. O cara esmerilhou”, apontou Fepas. Ferrão é uma faixa polêmica dentro da banda, uns integrantes amam, outros odeiam a letra é uma viagem doida poética, que foi terminada no estúdio mesmo. Último Dia da Guerra é pesadíssima, inspirada num depoimento de um participante da Segunda Guerra Mundial. A música que fecha o álbum é o primeiro single, Desgraça Capixaba, lançado no Natal de 2024, que fala “das ‘maravilhas’ do estado do Espírito Santo. Assuntos pesados, mas tem uma pegada de reggae”, conclui Fepas.

Com Falamansa e Macucos, Alma Djem lança EP Harmonia; ouça!

O Alma Djem lançou a terceira parte do Acústico em São Paulo: o EP Harmonia dá continuidade ao projeto iniciado com os EPs Luz e Liberdade. Gravado na capital paulistana em julho de 2024, o trabalho reforça a fusão de estilos e a valorização da diversidade musical brasileira. Nesta etapa, a banda selecionou cinco faixas que passeiam por temas como amizade, fé, amor, diversidade e, até mesmo, a necessidade de reflexão sobre o impacto humano no planeta. Entre os convidados estão nomes como Falamansa e a banda capixaba Macucos. A escolha do nome do EP ecoa mais do que melodias: carrega uma mensagem urgente sobre a necessidade de equilíbrio entre progresso e preservação. Em tempos de crise climática, a sustentabilidade deixa de ser escolha e torna-se um dever coletivo.  A faixa de abertura traz a releitura de Sobradinho, clássico de Sá & Guarabyra, eternizado nos anos 1970 como crônica da construção da hidrelétrica de mesmo nome no norte da Bahia. A canção ganha nova vida nas vozes de Marcelo Mira (Alma Djem) e Tato (Falamansa), celebrando uma amizade iniciada em 2005, quando as duas bandas jogaram juntas no campeonato Rock Gol da MTV. Desde então, a parceria rendeu frutos como a regravação de Teu Lugar pelo Falamansa, além de colaborações anteriores no DVD Ao Vivo no Lago Paranoá. Mira e Tato também dividem a autoria de Rede no Coqueiro (com participação do Falamansa) e de Perfeitinha, ambas presentes no projeto acústico. A relação entre os dois ultrapassa a amizade e consolida-se em uma trajetória de composições assinadas para artistas como Jorge & Mateus, Marcos & Belutti, Ivo Mozart, Planta & Raiz e sucessos do próprio Falamansa, como Um Pouco Mais de Fé e Respeite a Maré. A segunda faixa, Abre Caminho,  traz uma mensagem de fé, solidariedade e empatia, propondo uma visão de mundo mais colaborativa. “E quando chegar tenta puxar alguém pra perto de você / Abre caminho que de um jeito todo mundo vai caber / O importante é ter fé, o importante é viver”, diz o refrão. Já Amar Novamente, representa um marco na história do Alma Djem. Primeira composição de Marcelo Mira, a música integra o álbum de estreia da banda, Grito de Liberdade (1999), e se tornou hino afetivo para milhares de fãs e casais ao longo dos anos. Na quarta faixa, Flor e Tangerina, o Alma Djem se une à banda Macucos, do Espírito Santo. A ligação com o estado é antiga: foi lá que a banda realizou seus primeiros shows fora do Distrito Federal, ainda em 1999. Mira tem laços familiares com a região, e divide com Fred Nery (Macucos) e Armandinho o projeto paralelo Praia Trio. Uma das canções desse projeto, Beira do Mar, foi recentemente lançada por Armandinho em seu novo álbum. Encerrando o EP, Manga Rosa e Guaraná é uma colaboração entre Mira, Filipe Toca e o rapper baiano Lord Natri. A faixa aborda a importância da aceitação das diferenças em tempos polarizados, exaltando o amor como ponte entre mundos distintos. “Obrigado vida, pelas diferenças casuais / Nós não precisamos ser iguais / Pra amar e ser feliz da vida”, diz o trecho final do refrão. Harmonia é uma obra que convida à reflexão sobre o impacto humano no planeta e propõe um reencontro com valores essenciais. Em cada faixa, uma lembrança de que viver em harmonia é também cuidar do mundo que habitamos. O projeto Acústico em São Paulo O repertório do show foi completo e tomado de hits: 31 faixas e uma noite inesquecível, já que a banda sempre sonhou em fazer um projeto nesse estilo. Mais do que especial, o espetáculo contou com amigos de longa data para comemorar mais do que nunca. Entre os convidados estavam a banda Maneva, o músico Vitor Kley, Tato (do Falamansa), Macucos, Chimarruts e muitos outros. O show trouxe como destaque as músicas escritas pelo vocalista do Alma Djem, Marcelo Mira, co-autor de hits de artistas consagrados como Ricky Martin, Claudia Leitte, Wanessa Camargo e Jorge & Mateus. A direção de vídeo é de Rodrigo Pysi, um dos maiores diretores de videoclipes da atualidade e um velho parceiro de gravações com o Alma Djem. Pysi também já assinou trabalhos com Maneva, Sérgio Britto (Titãs), Planta & Raiz, Patrícia Marx, Badi Assad, entre outros. A produção musical do DVD é de Juninho Sarpa. Conhecido no meio sertanejo, trabalhou com nomes como Paula Fernandes, Marcos & Belutti e João Neto & Frederico. Além disso, é líder da banda de reggae Patuáh, de Campinas, e produtor de bandas de reggae do interior de São Paulo há mais de 20 anos. “Foi um ano intenso de produção musical, arranjos, escolha de repertório com o Sarpa, mistura de sonoridades, instrumentos, ritmos e levadas. E o resultado ficou incrível. Uma mistura de reggae com reggaeton, samba, rap, MPB, forró, pop… ficou incrível. Na parte visual, um cenário especial do mestre Zé Carratu trouxe elementos africanos e urbanos misturados, lembrando essa mistura que é São Paulo. Com isso, provamos que é possível, sim, gravar um álbum acústico de reggae na cidade mais cosmopolita e agitada da América Latina”, encerrou Marcelo Mira.