Ira! fará dois shows na Vibra São Paulo em maio

Celebrando 20 poderosos anos do lançamento do clássico álbum Acústico MTV, o Ira! está na estrada com turnê especial em que revive o repertório deste trabalho, que vendeu praticamente 1 milhão de cópias. Nos dias 9 e 10 de maio, a banda formada por Nasi (voz), Edgard Scandurra (violão), Johnny Boy (teclados), Evaristo Pádua (bateria), Daniel Scandurra (baixolão), Jonas Moncaio (tchello) e Juba Carvalho (percussão) se apresenta, no palco da Vibra São Paulo, a partir das 22h. A primeira data será em formato pista. Já o segundo show, será no formato mesa, e conta com o setor O Girassol, em que cada ingresso dá direito a um kit exclusivo (pôster autografado, DVD Ira! Folk, Girassol, voucher do restaurante Praça São Lourenço e sacola personalizada). Os últimos ingressos estão à venda pela plataforma Uhuu.com e nas bilheterias da Vibra São Paulo, Teatro Bradesco e Teatro Sabesp Frei Caneca. Em 2004, o Ira! tomou o mercado da música do Brasil com o lançamento de seu meteórico álbum Acústico MTV, figurando entre os cinco projetos mais bem-sucedidos comercialmente do projeto no Brasil, de todos os tempos. Neste show revigorado, diversos hits do Acústico MTV serão executados como O Girassol, Eu Quero Sempre Mais e Tarde Vazia. Essas composições estouraram o projeto e alavancaram a banda para um sucesso que fez com que a turnê rodasse todo o país durasse quase três anos. O projeto também apresenta os grandes clássicos como Envelheço na Cidade, Dias de Luta, Flores em Você, Nucleo Base, 15 Anos, dentre outras como Flerte Fatal, Ciganos, Poço de Sensibilidade, Por Amor – composição do saudoso Zé Rodrix – e Pra Ficar Comigo, versão do Ira! para Train in Vain (Stand By Me), do The Clash, que a banda acabou incorporando até hoje em seu show elétrico.
Dupla argentina CA7RIEL & Paco Amoroso anuncia dois shows no Brasil

Após conquistarem o público brasileiro com uma apresentação eletrizante no Lollapalooza Brasil 2025, os artistas argentinos CA7RIEL & Paco Amoroso anunciam o retorno ao país com a turnê global Papota, que desembarca com duas datas confirmadas: 17 de setembro na Audio, em São Paulo, e 18 de setembro no Circo Voador, no Rio de Janeiro. A dupla – formada nas raízes do rock, por Catriel Guerreiro (músico e produtor) e Ulises Guerriero (rapper e performer) – emergiu nos últimos anos como uma das forças mais inovadoras da cena musical argentina. Unindo elementos de rock psicodélico, funk, synthpop e trap, CA7RIEL & Paco Amoroso redefiniram as fronteiras da música latina com uma abordagem ousada e autêntica, incorporando crítica, sátira e uma estética visual única. Com produção da Bonus Track, a passagem da turnê Papota pelo país integra uma nova edição da Mango Sessions, uma plataforma com foco em sonoridades diversas com curadoria do laboratório cultural e vitrine artística do Rio de Janeiro, a Mango. Os ingressos começam a ser vendidos nesta sexta (2). Desde seus primeiros lançamentos, em 2018, até a chegada do elogiado disco de estreia, Baño Maria (2024), os artistas já vinham construindo um universo próprio, transitando entre trap, pop e a união de elementos eletrônicos com sonoridades latinas. Aclamados por sua ousadia criativa e pela energia de suas performances, CA7RIEL & Paco Amoroso, não à toa, passaram por festivais renomados como Primavera Sound, Lollapalooza Argentina, Chile e Brasil, Quilmes Rock, e realizaram turnês por cidades como Madri, Barcelona, Cidade do México, Montevidéu e Bogotá, reafirmando, em todos esses palcos, sua capacidade de transitar entre o underground e o mainstream com irreverência e autenticidade. SERVIÇOCA7RIEL & Paco Amoroso @ PAPOTA Tour Brasil SÃO PAULOData: 17 de setembro de 2025Local: AudioEndereço: Av. Francisco Matarazzo, 694 – Água Branca, São Paulo RIO DE JANEIROData: 18 de setembro de 2025Local: Circo VoadorEndereço: R. dos Arcos, s/n – Lapa, Rio de Janeiro Ingressos: A partir do dia 2 de maio, sexta-feira, às 12h, no site da Eventim.
Kenny G celebra 40 anos de carreira com show no Brasil

Kenny G, vencedor do Grammy e reconhecido como o maior astro da música instrumental da história, se apresentará no Espaço Unimed, em São Paulo, em 10 de outubro. Os ingressos estão à venda no site Ticketmaster. Com a turnê mundial 40 Years Forever In Love, o artista celebra duas marcas emblemáticas: 40 anos de carreira e 30 anos de Forever In Love, sucesso globalmente avassalador que foi um divisor de águas na vida do músico e na cultura pop. Kenny mantém uma forte conexão com o Brasil – que o levou a compor um álbum de bossa nova entitulado Brazilian Nights em 2015 – e o país não poderia ficar de fora do roteiro da turnê. O ícone do saxofone fará uma apresentação com estrutura especial acompanhado por uma super Big Band ao vivo, revisitando todos os principais sucesso das suas 4 décadas de carreira, com direito a um momento especial para celebrar Forever In Love (que rendeu ao músico o Grammy de Melhor Composição Instrumental) e claro, sem deixar de fora hits como Silhouette, Songbird, Dying Young (maior sucesso da carreira do músico e faixa-tema de Julia Roberts no blockbuster Tudo Por Amor), entre outros. Prepare-se para se emocionar com as trilhas que embalaram gerações através da distinta mistura de Jazz, R&B e pop do músico que já trabalhou com nomes como Aretha Franklin, Andrea Bocelli, Celine Dion, Katy Perry, Weezer, The Weekend, Stevie Wonder e outros. Kenny G no Espaço Unimed, em São PauloRealização: RIDER2Data: 10/10/2025 (sexta-feira)Local: Espaço Unimed – Rua Tagipuru, 795, Barra Funda, São Paulo, SPAbertura dos Portões: 20hHorário do show: 22hIngressosClassificação etária: 18 anos. Menores de 18 anos apenas acompanhados dos pais ou responsáveis legais. *Sujeito a alteração por Decisão Judicial. PREÇOSSetor Platinum: R$ 900,00 (inteira) / R$ 450,00 (meia-entrada)Setor azul premium: R$ 740,00 (inteira) / R$ 370,00 (meia-entrada)Setores Azul & A: R$ 620,00 (inteira) / R$ 310,00 (meia-entrada)Setores B, C e D: R$ 550,00 (inteira) / R$ 275,00 (meia-entrada) Setores E, F, G, H: R$ 420,00 (inteira) / R$ 210,00 (meia-entrada)Setores I, J e K: R$ 380,00 (inteira) / R$ 190,00 (meia-entrada)Setor PCD: R$ 380,00 (inteira) / R$ 190,00 (meia-entrada)Mezanino: R$ 540,00 (inteira) / R$ 270,00 (meia-entrada)Camarote A: R$ 820,00 (inteira) / R$ 410,00 (meia-entrada)Camarote B: R$ 720,00 (inteira) / R$ 360,00 (meia-entrada)
Último show de Gilberto Gil em São Paulo tem encontro emocionante com a filha

Em tempos de setlists decorados e repetitivos, o fator surpresa sempre garante um momento único e especial para artistas e público. Se a surpresa emociona, o resultado é ainda maior. Dificilmente choro durante um show, mas o encontro de Gilberto Gil com a filha, Preta Gil, no Allianz Parque, na noite do último sábado (26), foi memorável, genuíno e, imediatamente, a emoção tomou conta de mim e boa parte do público. A escolha da música também não poderia ser mais acertada, Drão, que foi feita para a mãe de Preta, Sandra Gadelha, logo após a separação dos dois. Preta entrou amparada por uma das irmãs, Nara Gil, que também é backing vocal do pai. Visivelmente emocionada, logo foi aclamada pelo público, que bradou forte: “Preta! Preta! Preta!”. A demonstração de carinho também mexeu bastante com Gilberto Gil. O icônico artista, de 82 anos, precisou secar as lágrimas após a saída da filha. Preta Gil estava internada desde o dia 1º de abril no Hospital Copa Star, no Rio de Janeiro, e foi transferida para o Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, onde recebeu alta no último dia 16. Recentemente, Gilberto Gil disse que a ida de Preta para os EUA para fazer o tratamento experimental não está definida. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Gilberto Gil – Última Turnê (@giltemporei) Além de Preta, Gil também recebeu Nando Reis, que cantou A Gente Precisa Ver o Luar. As participações especiais na turnê Tempo Rei são frequentes. Até o momento, Arnaldo Antunes, Flor Gil, Sandy, MC Hariel, Liniker, Anitta, Russo Passapusso, Margareth Menezes, entre outros. Mas, além do momento emocionante com Preta e a participação de Nando Reis, Gil encanta com a disposição. Não dá sinais algum de sentir o tal “peso da idade”. Longe disso! Ele dança, canta, emociona, brinca com o público. Tem disposição que muito artista novo não tem. Felizmente, nos últimos 30 anos, consegui acompanhar muito da carreira de Gil. Dos shows no ginásio do Sesc Santos à visita na casa dele, em pleno o Carnaval de Salvador, quando ele recebeu uma comitiva com jovens do Instituto Arte no Dique, de Santos, da qual fiz parte. Gil também veio ao instituto, que desenvolve um trabalho impecável em uma das maiores favelas sobre palafitas do Brasil, além de ter participado da maior ação social do Blog n’ Roll, o Juntos Pela Vila Gilda, quando gravou dois sons durante a pandemia da covid. Diante disso, assistir Gil em cena, tão motivado e enérgico, traz lembranças afetivas. Aprender sobre Gil começou em casa, com meus pais, mas tive uma “pós-graduação” com José Virgílio, presidente do Arte no Dique e amigo desse gigante artista e melhor ministro da Cultura que o Brasil já teve. O cancioneiro imenso dele está quase todo presente na apresentação. Durante 2h30 de show, Gil passeou por quase todos os álbuns do período 1965 até 1984. E a apresentação não perde força em nenhum momento. Começa com Palco, Banda Um e Tempo Rei, tem um recheio com Refazenda e Refavela, finalizando com Aquele Abraço, Esperando na Janela e Toda Menina Baiana. Dentre os momentos de destaque da apresentação também estão Cálice, clássico anticensura de Gil e Chico Buarque, que veio acompanhado de um vídeo explicativo (necessário nos dias atuais) do coautor da canção. Durante a exibição do vídeo, o público bradou: “sem anistia!”. Hinos como Esotérico, Expresso 2222, Se Eu Quiser Falar com Deus e Punk da Periferia também mexeram bastante com os fãs, que cantaram a plenos pulmões cada estrofe dessas faixas. Se é uma despedida de fato, como foi anunciado antes da tour começar, só o tempo dirá. Mas o tempo caminha junto com Gil e isso fica evidente do início ao fim. Não será estranho se uma continuação nos palcos for confirmada. Gil ainda está muito firme, forte e atual. Mas enquanto não temos essa confirmação, vale se programar. A turnê Tempo Rei tem mais 11 datas até o fim do ano, passando por Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Curitiba, Belém, Porto Alegre, Fortaleza e Recife. Confira as datas e compre os ingressos aqui. Reparação histórica Sei que pode soar repetitivo isso, mas o trabalho que a 30e vem desenvolvendo com os artistas nacionais é de tirar o chapéu. A produtora simplesmente está por trás de quase todas as grandes turnês nacionais por estádios. Dessa forma, ForFun, Natiruts, NX Zero, Ney Matogrosso, Jão, Gilberto Gil e Titãs puderam se apresentar nos principais palcos do Brasil, algo que parecia restrito aos artistas internacionais nas últimas décadas. Quando poderíamos imaginar assistir QUATRO shows esgotados de Gil no Allianz Parque, o melhor palco do Brasil? São praticamente 200 mil pessoas somente na Capital. Titãs e Natiruts também com sequências grandes. Esperamos poder ter mais turnês incríveis com essa estrutura de show internacional por aqui. Artistas em potencial temos de sobra: Chico Buarque, Jorge Ben Jor, Skank (retorno?), Barão Vermelho (com Frejat?), Los Hermanos, entre muitos outros.
Entrevista | Machine Girl – “Estamos vivendo uma época muito distópica”

O duo novaiorquino Machine Girl se apresenta pela primeira vez no Brasil neste sábado (26), a partir das 18h, no Hangar 110, em São Paulo. Liderado por Matt Stephenson, o grupo promete um show intenso e caótico, que reflete sua sonoridade explosiva e difícil de categorizar. Ainda há ingressos disponíveis para a apresentação. Em entrevista ao Blog n’ Roll, Matt Stephenson contou que prefere não criar expectativas sobre a estreia em solo brasileiro. “Sempre que vamos para uma cidade nova como esta, é emocionante para nós estar em um lugar novo. Tento não ter expectativas porque cada show pode ser muito diferente”, explicou. O Machine Girl surgiu como um projeto pessoal paralelo enquanto Matt Stephenson ainda fazia parte de outra banda. Após a dissolução do grupo, o projeto tomou forma e se expandiu, mas sem perder sua essência independente. “Sempre houve uma hesitação em deixar mais pessoas participarem, mas também é um alívio envolver mais gente e ter mais ajuda”, comentou. A estética sonora do Machine Girl mistura punk, hardcore eletrônico, breakcore, noise e metal, criando uma identidade única. Stephenson descreve o processo criativo como algo natural: “Gosto de encontrar onde me sinto dentro desses gêneros que às vezes se sobrepõem e tentar fazer algo novo e único”. O álbum MG Ultra, trabalho mais recente do duo, reflete o caos da sociedade contemporânea e busca, mais do que denunciar, traduzir sensações. “Não tentei fazer os sons refletirem temas específicos, mas o caos presente em nossas músicas é um reflexo da cultura do TDAH nas redes sociais”, comentou Stephenson. Durante a entrevista, Matt Stephenson também revelou sua admiração pelo funk brasileiro, que chegou com força aos Estados Unidos. “A música fica tão distorcida que beira o noise, e ainda assim é algo mainstream no Brasil”. Confira a entrevista completa abaixo. Como estão as expectativas para o show? É emocionante para nós estar em um lugar novo. E, além disso, tento não ter nenhuma expectativa de como será o show, porque pode ser tão diferente de um lugar para outro. O Machine Girl surgiu como um projeto profundamente pessoal, quase como uma hiperfixação. Como esse impulso inicial evoluiu ao longo dos anos até se tornar esse universo sonoro tão expansivo e coletivo? Sim, começou só comigo e foi quase um projeto paralelo meu enquanto estava em outra banda. Quando essa banda acabou, Machine Girl se tornou meu projeto principal. Mas sempre quis expandi-lo para onde está agora. No entanto, queria meio que levar meu tempo fazendo isso e, em vez de me apressar para adicionar mais duas pessoas ao grupo, ir mais devagar. Como você disse, é definitivamente um projeto pessoal, sempre houve um pouco de hesitação da minha parte em deixar mais pessoas participarem, mas também é meio libertador. De certa forma, é um alívio envolver mais pessoas e ter mais ajuda e tudo mais. Vocês trabalham com uma estética sonora que desafia classificações. Como é o processo de criar algo tão caótico e, ao mesmo tempo, tão coeso? Acho que tudo vem do mesmo lugar para mim, e gosto de encontrar onde me sinto, embora alguns desses gêneros se sobreponham, e aprimorar esses elementos e tentar fazer algo novo e único é o objetivo. A cultura DIY parece estar no DNA do Machine Girl. De que forma esse espírito “faça você mesmo” ainda guia suas escolhas criativas e de produção? Fui influenciado por muitos artistas de subculturas “faça você mesmo” que vieram antes da Machine Girl. E isso me inspirou a sentir que não preciso esperar por uma gravadora ou por alguém que venha me ajudar a concretizar minha visão. Acredito que com o poder do seu laptop, você pode fazer praticamente qualquer coisa agora. Isso tem sido basicamente verdade nos últimos 15 anos, mais ou menos, quando comecei a mexer com música eletrônica. “Faça você mesmo” nem era uma escolha. Era simplesmente a única opção para começar a fazer música. MG Ultra é descrito como uma “antítese surrealista” da sociedade atual. Como vocês traduzem essas ideias complexas, como tecno-feudalismo, vida algorítmica ou pós-verdade, para o som? Essa é uma boa pergunta. Não diria que necessariamente tentei fazer os sons em si refletirem esses temas específicos, além talvez do caos que isso envolve, como algumas das músicas do MG Ultra, que são loucas e confusas. Acho que é um reflexo da cultura do TDAH nas redes sociais à qual todos estamos sujeitos. Em algum nível, como alguém que tem TDAH, no geral, foi meio fácil para mim fazer música muito louca e caótica. O álbum novo tem um lado quase distópico, mas também soa como uma forma de resistência ou catarse. Você enxerga a música de vocês como uma espécie de “arma” contra o colapso mental e social do presente? Não sei se a descreveria como uma arma. Mas acho que definitivamente não é um remédio, mas algo que pode aliviar alguns dos sintomas de viver. Estamos vivendo uma época muito distópica, cada vez mais distópica. Acho que, no mínimo, esse era meu objetivo. Estava um pouco hesitante em fazer algo totalmente específico como o Rage Against the Machine, com exatamente os problemas que tinha e como lidar com eles, como uma espécie de apelo à ação. Estava mais tentando pintar um quadro e criar um sentimento que acho que a maioria das pessoas tem no momento. Mesmo seis meses depois que o disco foi lançado, as coisas ficaram ainda mais loucas. Nem sei se o MG Ultra está à altura ou a par de como, pelo menos na América, as coisas estão meio sombrias atualmente. O Machine Girl parece operar como um portal de universos paralelos, palavras discretas onde é possível escapar da vigilância e do controle. Como você visualiza esse mundo na prática? Você quer dizer como se um mundo melhor fosse possível? Espero que sim. Não sei se haverá um longo período de dificuldades antes de chegarmos a esse momento melhor, mas parece que muito do que está acontecendo no mundo é um ataque a velhas
Candidato a álbum do ano, Skeletá, do Ghost, já está disponível para audição

Após uma espera que pareceu interminável para os fãs, o tão aguardado álbum do Ghost, Skeletá, finalmente chegou às plataformas digitais via Loma Vista Recordings. O caminho até o lançamento completo de Skeletá foi marcado por uma série de eventos globais que intensificaram ainda mais a recepção fervorosa ao novo trabalho. Só nesta semana, foi revelada a versão de estúdio de Peacefield, o hino monolítico que abre tanto o novo álbum quanto os shows com ingressos esgotados da primeira etapa da Skeletou World Tour 2025. A chegada de Skeletá já havia sido anunciada com os singles Satanized e Lachryma. Os fiéis também se reuniram em trajes cerimoniais para as celebrações da Skeletá-Eve Midnight Sales, marcando a chegada do sexto salmo da banda em cerca de 150 lojas de discos ao redor do mundo. Como a demanda pelos eventos à meia-noite superou o número de locais físicos disponíveis, o Ghost promoveu também a transmissão ao vivo do Skeletá Rockin’ Eve, garantindo que nenhum fã ficasse de fora das festividades. Após uma série de shows esgotados pelo Reino Unido, a turnê segue agora pela Europa, antecipando a campanha norte-americana que terá início em 9 de julho, em Baltimore — e incluirá a estreia histórica da banda como atração principal no lendário Madison Square Garden, em Nova York, no dia 22 de julho.
Após receber Brian May no Coachella, Benson Boone lança Mystical Magical

Benson Boone lançou o single Mystical Magical. Esse é o segundo som do próximo álbum do artista, American Heart, que chega no dia 20 de junho pela Night Street Records/Warner Records, com distribuição nacional da Warner Music Brasil. Benson estreou Mystical Magical ao vivo no palco do Coachella, nos Estados Unidos, em sua primeira apresentação no festival no início deste mês. No final do seu show eletrizante no palco principal, ele surpreendeu o público ao chamar ninguém menos que Brian May, do Queen, para uma performance inesquecível de Bohemian Rhapsody. American Heart foi apresentado pela primeira vez com a faixa Sorry I’m Here For Someone Else, seu primeiro lançamento de 2025.
Com retorno garantido ao Brasil, Linkin Park divulga single Unshatter; ouça!

O Linkin Park lançou o single Unshatter, já disponível em todas as plataformas digitais, via Warner Records, com distribuição nacional da Warner Music Brasil. A nova música fará parte da edição Deluxe do álbum From Zero, que tem previsão de lançamento para 16 de maio. A banda também anunciou recentemente novos detalhes das apresentações na América do Sul, incluindo locais e informações sobre ingressos. Nesta agenda, o Linkin Park promete retornar ao Brasil, com datas confirmadas em Curitiba (05/11), São Paulo (08/11) e Brasília (11/11). Sobre Unshatter, logo de cara, uma batida poderosa dita o ritmo da música. Guitarras distorcidas e uma produção energética criam a base para a palavra falada característica e o flow preciso de Mike Shinoda. Ele passa o microfone para Emily Armstrong, cuja entrega intensa conduz o refrão. “Unshatter foi uma das primeiras faixas que criamos durante as gravações do From Zero“, explica Shinoda. “O vocal poderoso da Emily foi um daqueles momentos que nos mostrou o potencial do nosso trabalho juntos”. Cheia de emoção e energia, a música tem tudo para se tornar um clássico da banda e favorita nos shows ao vivo. A música chega após Up From The Bottom, que já acumulou mais de 24 milhões de streams no Spotify e 16 milhões de visualizações no YouTube. O álbum From Zero (Deluxe Edition) inclui três músicas inéditas, e uma edição física expandida, que contará com cinco faixas ao vivo capturadas durante seus shows incomparáveis. TRACKLIST COMPLETA – “FROM ZERO DELUXE” From Zero (Intro)The Emptiness MachineCut the BridgeHeavy Is the CrownOver Each OtherCasualtyOverflowTwo FacedStainedIGYEIHGood Things GoUp From The Bottom*Unshatter*Let You Fade*
Mukeka Di Rato libera single inspirado em obra de Darcy Ribeiro; ouça Engenho de Sangue

Em 2025, a banda Mukeka Di Rato completa 30 anos de serviços prestados ao hardcore brasileiro. Desde 1995, a banda capixaba é uma das maiores referências no estilo sem nunca abandonar a sua essência. Hoje formada por Fepas (vocal e guitarra), Brek ( bateria), Mozine (baixo e vocal) e Paulista (guitarra e vocal), eles preparam o lançamento de seu nono álbum, intitulado Generais de Fralda, para 16 de maio. O disco vem ainda mais pesado do que de costume, com a banda buscando uma sonoridade mais suja, mais agressiva, passando pela vertente crust do hardcore e com versos mais potentes. As letras, como já é uma marca da banda, falam sobre injustiça social, desigualdade e outras barbáries da humanidade. Em dezembro eles lançaram o primeiro single, Desgraça Capixaba, e agora lançam Engenho de Sangue. A música foi inspirada no livro do Darcy Ribeiro O Povo Brasileiro, ao se referir ao Brasil como “um moinho de gastar gente desde o início da sua história”. O álbum Generais de Fralda foi produzido por Rafael Ramos e será lançado em quatro formatos, em streaming pela gravadora Deck, e em LP, CD e fita cassete pela Laja Records. “Um disco DEMORADO, composto, gravado e conduzido na força do ÓDIO, que possivelmente não agradará aos fãs mais distraídos do Mukeka di Rato”, escreveu Mozine nas suas redes sociais.