Com Maneva e Maskavo, Alma Djem lança primeira amostra do DVD Acústico em São Paulo

Uma das bandas referência no reggae brasileiro, o Alma Djem acaba de lançar a primeira amostra do DVD Acústico em São Paulo: o EP com seis faixas traz a música de trabalho Aeroporto, que conta com a participação do Maneva, outra grande expoente da cena. Escrita por Marcelo Mira, Filipe Toca e Guga Fernandes, Aeroporto fala sobre o medo de viver um grande amor, um sentimento presente na vida de muitas pessoas que preferem se esquivar de um relacionamento a vivê-lo plenamente, mesmo tendo muito amor envolvido. A gravação de estúdio dessa música, lançada em 2023, também contou com a participação da banda Maneva e atingiu o primeiro lugar nas rádios de todo o Brasil no segmento reggae. A direção de vídeo é de Rodrigo Pysi, um dos maiores diretores de videoclipes da atualidade e um velho parceiro de gravação com o Alma Djem. Além disso, já assinou trabalhos com Maneva, Sérgio Britto (Titãs), Planta & Raiz, Patrícia Marx, Badi Assad, entre outros. Quem assina a produção musical do DVD é Juninho Sarpa, bastante conhecido na cena da música sertaneja. Já produziu numerosos DVDs do gênero e trabalhados com nomes como Paula Fernandes, Marcos & Belutti e João Neto & Frederico. Além disso, é líder da banda de reggae Patuáh, de Campinas, e produtor de bandas de reggae do interior de São Paulo há mais de 20 anos. “Foi um ano intenso de produção musical, arranjos, escolha de repertório com o Sarpa, mistura de sonoridades, instrumentos, ritmos e levadas. E o resultado ficou incrível. Uma mistura de reggae com reggaeton, samba, rap, MPB, forró, pop… ficou incrível. Na parte visual, um cenário especial do mestre Zé Carratu trouxe elementos africanos e urbanos misturados, lembrando essa mistura que é São Paulo. Com isso, provamos que é possível, sim, um álbum acústico de reggae na cidade mais cosmopolita e agitada da América Latina”, explica o vocalista Marcelo Mira.

Gabriel Ventura apresenta single “O Que Quiser de Mim”; ouça!

O músico fluminense Gabriel Ventura deu uma nova pista da sonoridade de seu futuro trabalho com o single O Que Quiser de Mim, que estará em seu segundo disco em carreira solo e que sai no dia 23 de abril pela Balaclava Records. O som de bumbo no início pode dar um susto mas como um despertador para um dia bom, o caminho de O Que Quiser de Mim é assim, te deixa alerta no começo para que fique atento a tudo que vai acontecer depois. “Essa música fala um pouco da arrogância de sonhar sem fazer nada, esperando que tudo se realize pra você, mas também de se moldar ao sonho do outro tornado o dele o seu.” Gabriel Ventura foi um dos fundadores do Ventre ao lado de Larissa Conforto e Hugo Noguchi e hoje segue carreira solo tendo em sua discografia o álbum Tarde (2022) e o EP Sessões de Tenor (2023). De seu segundo disco, ele já apresentou o single Fogos, lançado em fevereiro deste ano.

Base Sessions traz Raça, Gab Ferreira e Marina Nemesio em primeiro episódio

Base Sessions, projeto audiovisual da BASE.CO, em parceria com a produtora Coleta Lab, lançou seu primeiro episódio no YouTube. A banda Raça, conhecida por seu som melancólico e cru, foi a atração de estreia — ao lado das cantoras Gab Ferreira e Marina Nemesio, que participaram de versões especiais de faixas do álbum 27. Raça é uma banda brasileira que há mais de uma década vem construindo uma trajetória consistente na cena independente. Com influências que vão do rock alternativo ao shoegaze, o grupo é conhecido pelas letras sensíveis e pela sonoridade melancólica e honesta. O disco 27, lançado em 2024, marca uma nova fase na carreira da banda. “Foi um susto bom”, conta Popoto, vocalista da Raça. “Recebi uma ligação do Phelipi Sgarbi, da Coleta, perguntando se a gente conseguiria organizar uma session pro dia seguinte. Quando falou que seria no estúdio da Base, ficamos super felizes e decidimos aproveitar ao máximo. Convidamos a Marina e a Gab para trazer um recorte das participações delas no disco. Mesmo sem ensaio e com o Santiago (guitarrista) ausente, topamos o desafio pra não deixar essa oportunidade passar.” O projeto Base Sessions nasceu de uma vontade antiga da BASE.CO de criar uma série audiovisual com estética única e som de alta qualidade. Para Gustavo Siqueira, produtor musical e sócio da BASE.CO, a colaboração com a Coleta Lab foi essencial. “O Base Sessions surge de uma vontade que sempre tivemos de desenvolver um projeto audiovisual com uma estética única e uma alta qualidade sonora. Já é um projeto que tínhamos em mente há um tempo, mas que só ganhou vida a partir de um convite da Coleta Lab para gravarmos e desenvolvermos em conjunto esse projeto. É interessante mencionar que esta gravação foi a estreia da sala de gravação do nosso estúdio, que ainda não estava finalizada. Por estar com as paredes lisas, conseguimos fazer projeções em tempo real com a Bells Horemans de VJ, que processava as imagens captadas pela câmera VHS e projetava nas paredes, contribuindo para a vibe da sessão e também para a estética da session como um todo. Estamos muito felizes com o resultado e esperamos que vocês gostem tanto quanto a gente! Tem muitos outros vindo aí!”. A participação de Marina Nemesio e Gab Ferreira trouxe um brilho especial à estreia. Artistas em ascensão na música brasileira, ambas vêm se destacando por suas composições autênticas e performances intensas.Marina descreve a experiência com entusiasmo. “Achei demais a experiência de gravar um material audiovisual num estúdio, com as projeções ao vivo em VHS, uma estética que me agrada muito, nunca tinha feito. Expectativa é uma música que amo demais, me identifico com o som, e sou fã dos meninos há muitos anos — fã das composições, das letras tão sensíveis, despretensiosas no melhor sentido, uma coisa crua assim, me pega muito!”. Já Gab Ferreira, que vem chamando atenção com seu som que mistura pop contemporâneo e influências lo-fi, também comentou sobre a conexão com o projeto. “Quando ouvi a música pela primeira vez, eu instantaneamente fiquei envolvida. O Raça é uma banda que eu tinha muita vontade de colaborar. A experiência de gravar a session junto deles foi muito divertida.” Com direção audiovisual da Coleta Lab, projeções ao vivo da Bells Horemans e um clima intimista e conceitual, Base Sessions #001 é a abertura de um projeto que promete continuar com mais episódios nos próximos meses. “A primeira Base Session é essa do Raça, que são parceiros de longa data e acreditamos muito no som. Nos próximos lançamentos vamos trazer alguns artistas do selo e artistas que estamos trabalhando ativamente aqui no estúdio — podem esperar Dupoint, Banana Kush, Maria Esmeralda e muito mais”, comenta Gustavo. O projeto Base Sessions seguirá com novos vídeos em breve, trazendo artistas do selo e outros nomes da cena alternativa.

Sami Chohfi lança turnê “Between Two Oceans” na Costa Rica, seguida de show no Brasil

Após turnês por quatro continentes, o artista norte-americano Sami Chohfi anunciou a turnê Between Two Oceans, com três shows marcantes na Costa Rica, que abre um novo capítulo em sua trajetória internacional. A jornada culmina com uma apresentação especial no festival Brazilian Bacon Day, onde Sami divide o palco com grandes nomes do rock nacional: Ira! e Charlie Brown Jr. Com músicas ouvidas na série SEAL Team, da CBS, Sami Chohfi entrega um som autêntico carregado de emoção, que atravessa fronteiras — entrelaçando rock alternativo e a força do grunge em uma trajetória forjada nos palcos do mundo. “Sempre sonhei em me apresentar em um paraíso tropical — entre dois oceanos lindos e um público que respira música”, comenta Sami. “Vou fazer sets acústicos intimistas que culminam em uma explosão de hard rock com minha banda costa-riquenha, Flashback. Mesmo antes de pisar lá, sinto que a Costa Rica carrega o mesmo espírito que vive na minha música, uma energia verdadeira, vibrante e cheia de alma. Já sinto essa conexão.” Logo após a turnê na Costa Rica, Sami retorna ao Brasil para uma apresentação especial no festival Brazilian Bacon Day , que acontece nos dias 17 e 18 de maio de 2025 , em Uberlândia (MG). O evento contará com grandes nomes do rock nacional, como Ira!, Charlie Brown Jr. e Biquíni, reunindo milhares de fãs em dois dias de música e gastronomia. Após palcos incendiários na Índia, Japão, Camboja, Singapura e Filipinas, Sami Chohfi segue sua missão de unir culturas com um rock visceral e carregado de emoção. Mais que um músico, Sami é um contador de histórias — sua vida entre fronteiras pulsa em cada verso, com intensidade, incidência e uma visão global única. No Brasil, Sami já se apresentou em cidades como São Paulo, Curitiba e Florianópolis, com destaque em festivais como MotoFest, HackTown, Guaçu Rock e Rock in Lago. Seja em formato solo ou com banda completa, Sami cria conexões reais com o público — entregando shows intensos e letras que tocam fundo. Sami está finalizando um novo álbum – pesado e urgente. Um disco que não faz concessões: riffs refinados e letras que dizem o que muita gente cala. O primeiro single chega em junho, pronto para quebrar o silêncio.

Nostalgia, técnica e hits marcam show do Garbage ao lado do L7 e The Mönic

Em sua quarta passagem pelo Brasil (veio em 2012, 2016 e 2023), o Garbage retornou acompanhado das veteranas do L7 e ainda adicionou a brasileira The Mönic (leia sobre esses dois mais abaixo) para compor a programação, no último sábado (22), no Terra SP, em São Paulo. Com a casa lotada, o evento foi uma grande celebração do rock and roll dos anos 1990. Shirley Manson, com um figurino extravagante, como já é de costume, entregou uma apresentação memorável. Deu grande atenção para os dois primeiros álbuns da carreira, Garbage (1995) e Version 2.0 (1998), ambos com seis músicas cada no set. Ao longo dos 90 minutos de show, Shirley Manson não escondeu a alegria de reencontrar um dos públicos mais fiéis da banda. Totalmente recuperada da cirurgia que fez no quadril em 2023, ela falou sobre a “honra de ter o L7 na mesma turnê”, além de fazer discursos fervorosos de apoio à comunidade trans e minorias, mesmo em tempos tão sombrios no mundo. A sinergia entre Shirley e seus parceiros de longa data, Duke Erikson (guitarra), Steve Marker (guitarra) e Butch Vig (bateria) facilita muito o entendimento no palco. As canções soam como se estivessem sendo reproduzidas do álbum. O único empecilho nesse meio foi a mesa de som. No início da apresentação, principalmente, Shirley cobrou com gestos discretos uma melhora no som. A baixista Nicole Fiorentino, com passagens por Veruca Salt e Smashing Pumpkins, é a novidade. Caiu muito bem nessa formação e mostrando muita técnica nas linhas de baixo. No dia 30 de maio, o Garbage lançará o álbum Let All That We Imagine Be The Light, sucessor de No Gods No Masters (2021). Mesmo faltando pouco mais de dois meses para a chegada do disco, Shirley e companhia optaram por não testar nenhuma novidade em São Paulo. Para quem foi pela nostalgia, o show foi um prato cheio, com hits do início ao fim. Queer abriu a apresentação, que ainda contou com Vow, Special, Stupid Girl, Only Happy When It Rains (que há anos tem uma introdução mais acústica), I Think I’m Paranoid, Cherry Lips (Go Baby Go!), Push It e a conclusão com When I Grow Up. Aliás, When I Grow Up, foi responsável pela única frustração dos fãs, que esperavam que Shirley fosse para o meio da galera, tal como fez no Rio de Janeiro, na noite anterior, mas não rolou. No entanto, nada que tire o brilho da apresentação. O Garbage sabe como agradar o público brasileiro e faz isso como poucos. Certamente entregou um dos melhores shows da temporada. E ainda estamos em março. L7 esquenta público para o Garbage Em entrevista ao Blog n’ Roll, a vocalista e guitarrista do L7, Donita Sparks, já havia adiantado: o álbum Bricks Are Heavy teria grande destaque no repertório do show em São Paulo. Das 16 faixas, seis vieram do maior sucesso comercial do grupo, lançado em 1992. Instituição do punk rock californiano, o L7 está na estrada celebrando os 40 anos de carreira. E mesmo que lançar álbuns não seja mais uma prioridade, muito em função da falta de tempo e dinheiro, a banda segue com a mesma intensidade dos anos 1990, quando estreou no Brasil, no Hollywood Rock 1993. Donita Sparks, Suzi Gardner, Jennifer Finch e Demetra Plakas dividem o protagonismo ao longo do show. Com exceção da última, todas cantam pelo menos uma canção de destaque da discografia do L7. >> LEIA ENTREVISTA COM DONITA SPARKS, DO L7 Mas queria destacar a presença de Jennifer Finch ao longo da apresentação, que teve pouco mais de uma hora de duração. A baixista entrou no palco de salto alto, chutou longe antes de iniciar o show e passou os 60 minutos descalça, indo de um lado para o outro, interagindo com as integrantes da The Mönic, que estavam no pit, além de ter mostrado muita intensidade nas linhas de baixo e nos vocais. Logo após Fast and Frightening, música que encerrou o show, Jennifer calçou o salto novamente e foi embora. Em Pretend We’re Dead, maior hit da banda, Lovefoxx, vocalista do Cansei de Ser Sexy, subiu ao palco quase que no susto. Não parecia estar acreditando na situação e não soube nem o que fazer enquanto esteve ao lado de Donita, que a incentivou a cantar junto. Para os fãs foi um pouco decepcionante a entrada de Lovefoxx em cena. Na pista alguns se disseram frustrados com a não participação do Garbage no show do L7, como ocorreu na noite anterior, no Rio de Janeiro. Mas a mini tour do L7 com o Garbage no Brasil, que incluiu também shows no Rio de Janeiro e Curitiba, teve um gosto especial para as integrantes. Tal como havia comentado na entrevista para o Blog n’ Roll, Donita queria que Butch Vig, produtor de Bricks Are Heavy e baterista do Garbage, escutasse as canções 33 anos depois de sua gravação. Certamente ficou orgulhoso. O L7 soa atual e intenso tal como no início dos anos 1990. Edit this setlist | More Garbage setlists The Mönic A banda paulistana The Mönic foi a responsável por abrir os trabalhos no Terra SP. Com um show de 30 minutos, o grupo conseguiu mostrar um pouco de sua trajetória para um público que abraçou a banda do início ao fim. O show marcou o retorno de Daniely Simões, que havia sido substituída por Thiago Coiote em 2021. De volta à bateria, Daniely demonstrou muita alegria no banquinho, nem parecia estar longe do The Mönic há quatro anos. O repertório foi todo em cima do segundo álbum de estúdio, Cuidado Você, lançado em 2023. Foram sete das 11 músicas do disco no setlist. A oitava canção tocada no Terra SP foi Marte, single divulgado no ano passado. Aposta da Deck, a The Mönic tem em sua linha de frente Ale Labelle (guitarra e voz), Dani Buarque (guitarra e voz) e Joan Bedin (baixo e voz). E foi Dani quem mais colocou pilha no público, indo para o meio

Com muitas novidades no set, Mudhoney prioriza álbuns recentes no Cine Joia

A casa estava programada para abrir às 20h, mas uma hora e meia antes a frente do Cine Joia, no bairro da Liberdade, em São Paulo, já estava lotada, com o público fazendo o esquenta nas redondezas. Velha guarda reunida, público 40+ em peso, várias figurinhas carimbadas da cena, até mesmo Evan Dando, vocalista do The Lemonheads, compareceu. E não é pra menos, pois mesmo já tendo vindo várias vezes para o Brasil, o Mudhoney sempre é uma atração imperdível. Abrindo a noite, o compositor Elder Effe veio do Pará com sua banda, apresentando um rock alternativo com letras em português, algo como um ‘pop sujo’, que se destaca principalmente por trazer a representatividade do Norte do país na cena do rock independente, inclusive mencionando a Amazônia várias vezes nas músicas e lembrando a importância de preservá-la. Elder definiu o som como “músicas de protesto”, com direito a discursos contra homofobia, xenofobia e outros preconceitos. Além de demonstrar a emoção de estar abrindo o show do Mudhoney, Elder fez questão de ressaltar a presença de sua baixista, Inesita, representando as mulheres musicistas do Pará. Em seguida, Apnea, direto da Baixada Santista, fez um show impecável para uma plateia atenta! Escolha muito acertada para a abertura, pois a banda mistura elementos dos anos 1990 e 1970, produzindo um stoner rock de muita personalidade, com pitadas de indie, heavy metal e muito grunge, tudo isso muito bem executado por músicos já veteranos do rolê, conhecidos por integrarem outras bandas queridas como Ratos de Porão, Garage Fuzz e Safari Hamburguers. Destaque para o DJ Damaso, também do Pará, que manteve a energia da pista animada nos intervalos das bandas, indo de Lemonheads a Ramones, passando por Dead Kennedys, L7 e, claro, The Stooges, que não poderia faltar. >> LEIA ENTREVISTA COM MARK ARM, VOCALISTA DO MUDHONEY Às 22h30 em ponto o Mudhoney entrou no palco e logo mostrou porque é uma banda que todo fã de rock quer assistir. A banda influenciou um movimento e continua na ativa, com a mesma energia de 35 anos atrás, fazendo o que sabem fazer, com muita sinceridade. No set list, mais de 20 músicas pontuando a trajetória da banda, com todas as clássicas que levaram geral a cantar junto, naquela energia linda já tradicional em seus shows. Se o desafio era cobrir três décadas de músicas em quase duas horas de show, podemos considerar dever cumprido, a julgar pelos sorrisos estampados no público durante a saída. E agora já temos foto do Mark Arm com sua guitarra original pra substituir na Wikipedia. O repertório priorizou bastante o conteúdo mais recente da banda. Essa é uma característica que Mark Arm mantém. Mesmo sabendo que boa parte do público espera por uma atenção maior pelos primeiros álbuns, ele sempre dá uma refrescada no set list. Foram 19 faixas diferentes na comparação com o último show em São Paulo, que havia rolado em 2014. Desse montante, dez dos dois álbuns mais recentes, Plastic Eternity (2023) e Digital Garbage (2018). Mark Arm, no entanto, não deixou seus maiores clássicos de fora. Touch Me I’m Sick e Suck You Dry são praticamente proibidas de sair do set. E melhor assim. Afinal, elas garantem momentos apoteóticos na relação entre banda e público. Cine Joia ficou pequeno nesses momentos. Edit this setlist | More Mudhoney setlists

Simple Minds tem show cancelado no Rio; Apresentação em SP está mantida

O show da banda Simple Minds, previsto para 3 de maio, no Qualistage, no Rio de Janeiro, foi cancelado devido a questões logísticas relacionadas ao show de Lady Gaga na Praia de Copacabana, que acontecerá na cidade no mesmo fim de semana, impactando diretamente a mobilidade e a segurança. A apresentação de São Paulo, no dia 4 de maio, no Espaço Unimed, continua confirmada. Ainda há ingressos disponíveis. O consumidor pode receber crédito ou reembolso do valor pago e o estorno será alterado pelo preço de face do ingresso, nos termos da legislação vigente. Confira a seguir as orientações para estorno/reembolso do valor das entradas adquiridas nos canais de venda oficiais. Os ingressos adquiridos serão reembolsados de acordo com os procedimentos abaixo: Compras realizadas em www.ticketmaster.com.br Cartão de crédito: o processo de estorno será finalizado em até 02 ciclos de fatura, conforme a data de fechamento definida pelo emissor do cartão. Esse prazo pode variar de acordo com cada administrador. PIX: O prazo para identificar o reembolso é de até 10 dias úteis. Para compras realizadas na Bilheteria Oficial: Cartão de crédito: o processo de estorno será realizado em até 02 ciclos de fatura, conforme a data de fechamento definida pelo emissor do cartão. Esse prazo pode variar de acordo com cada administradora do cartão. Cartões de débito: o processo de estorno será finalizado em até 90 dias. Esse prazo pode variar de acordo com cada administrador. Compras realizadas via débito Mastercard serão necessárias nos informar dados bancários para reembolso. Dinheiro: Para receber o reembolso será preciso comparecer na bilheteria e apresentar os ingressos originais no seguinte endereço: Shopping Via Parque – Av. Ayrton Senna, 3000 – Barra da Tijuca. Segunda a sábado das 11h às 20h

Review: A Day To Remember lança Big Ole Album Vol.1 focado mais no pop punk

O novo álbum da banda A Day To Remember, “Big Ole Album Vol. 1”, foi lançado em 21 de fevereiro de 2025 em formato físico e chegou hoje (21.03) nos streamings. No entanto, apesar da energia e a diversidade, o trabalho flerta mais com o pop punk do que com o Metalcore. A falta de coesão, repetição de fórmulas e até mesmo ausência de berros em algumas faixas são as críticas mais frequentes de reviews e comentários dos fãs. Faixas:O álbum começa com a faixa “Make It Make Sense”, música rápida e agressiva com um refrão pegajoso, no qual Jeremy McKinnon parece estar perguntando “Por que nossas inseguranças nos fazem colocar os outros para baixo?” A presença do pop punk também se destaca na música “All My Friends”, uma balada emotiva, e “Die For Me”, uma colaboração com Oliver Sykes da banda Bring Me the Horizon. Alias, a participação de Sykes tem uma história curiosa. Acontece que ambas as bandas dividem o mesmo produtor, Zakk Cervini. Por isso, acabou que o vocalista do Bring Me The Horizon teve uma contribuição na faixa. “Oli tinha enviado a Zakk aúdios dessa melodia com algumas letras, algumas delas murmuradas aqui e ali, e Zakk colocou uma música nela. Ouvimos essa ideia e imediatamente pensamos, ‘Bem, é óbvio que casa com o que estamos trabalhando hoje – isso é demais!’ Então, trabalhamos na letra a história sobre o que estava acontecendo em nossas vidas, e isso se tornou Die For Me.” conta Jeremy McKinnon ao portal da Kerrang. No entanto, é quando a banda se compromete a fazer um som mais pesado que as melhores músicas do álbum aparecem: “To The Death” é a mais pesada de todo o trabalho. Já “Silence”, vai para um território novo para o A Day To Remember. A canção traz influências de Gojira e Coal Chamber. “Miracle” é outro grande destaque e deve ser uma das músicas mais executadas na turnê. O início mais leve e refrão pop preparam a surpresa de um nervoso breakdown recheado de tudo aquilo que os fãs mais desejavam com berros e brutalidade. Bem a cara da banda. No geral, “Big Ole Album Vol. 1” é um bom álbum, ainda mais por se tratar do sucessor do criticado “You’re Welcome”. Porém, não deve agradar em cheio todos os fãs da banda justamente por não ser tão inovador ou abordar a sonoridade do auge do grupo. Nota: 7

Ziggy Alberts coloca São Paulo na rota da New Love Tour

Após a primeira apresentação no Brasil, em setembro de 2023, no Floripa Eco Festival, o cantor Ziggy Alberts volta ao Brasil com a New Love Tour, turnê homônima ao seu sétimo álbum de estúdio, New Love (2025). Com uma fusão harmoniosa de indie, folk, pop, e letras que abordam temas como amor, amizade e conexão com a natureza, o show acontece em São Paulo, no dia 28 de junho, no Cine Joia, em uma realização da 30e, maior produtora brasileira de entretenimento ao vivo, com ingressos disponíveis a partir de sexta-feira (21), às 11h, pelo site da Eventim. Ziggy acaba de lançar o seu sétimo álbum de estúdio, New Love (2025), que apresenta uma sonoridade mais madura e experimental, mas mantém a essência acústica que conquistou o seu público. >> Confira entrevista com Ziggy Alberts A New Love World Tour começou em 2024 com 70 datas anunciadas, passando pela Austrália, Europa, Reino Unido, América do Norte e Indonésia, além de estrear no México e no Japão. Alberts esgotou apresentações e lotou casas, dando seguimento ao seu feito anterior, com a Rewind World Tour, em 2023, que conquistou um público de mais de 110 mil pessoas. Desde o início de sua carreira, em 2012, o artista já recebia mensagens de fãs pedindo shows no Brasil. Foi em setembro de 2023 que Ziggy veio ao país pela primeira vez para uma apresentação no Floripa Eco Festival. No mesmo ano, o cantor estreitou ainda mais a relação com o público ao colaborar com Vitor Kley, na faixa Rewind Dois, em que canta em português. Os números do cantor australiano são grandiosos: Ziggy tem sete álbuns de estúdio; sucessos como Runaway, que ultrapassou 100 milhões de streams no Spotify e hits globais como Gone e Love Me Now. O álbum Laps Around The Sun (2018) recebeu certificação dupla de platina pela ARIA, com as canções letting go (2022) e Dancing in the Dark (2024). ServiçoZiggy Alberts @ New Love TourRealização: 30e SÃO PAULOData: 28 de junho de 2025 (quarta-feira)Local: Cine Joia – Praça Carlos Gomes, 82 – Liberdade, São Paulo/SPHorário de abertura da casa: 20hClassificação etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais. Setores e preços: Pista – R$ 175,00 (meia-entrada legal) |  R$ 350,00 (inteira) Vendas online em: eventim.com.brBilheteria oficial: Estádio do Morumbis – Bilheteria 5 – Próximo ao portão 15 – Av. Giovanni Gronchi, 1866Funcionamento*: Terça a sábado das 10h às 17h*Não tem funcionamento em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas.