Pretenders e Air se destacam em sábado com nostalgia e novidades no C6 Fest

Se consolidando como um dos principais festivais do país, o C6 Fest voltou em sua edição de 2025 repetindo a configuração de 2024: dois dias de festival no auditório do Ibirapuera, com apresentações de jazz e shows intimistas (nos dias 22 e 23 de maio), e os shows em palcos ao ar livre no sábado (24) e domingo (25). No sábado (24), que já começou com ingressos esgotados, o C6 Fest mostrou mais uma vez sua versatilidade, sem abrir mão da relevância artística de suas atrações. Trouxe nomes consagrados como Air e The Pretenders, ao lado de artistas em ascensão como Perfume Genius e Beach Weather. Inaugurando a Arena Heineken nesta edição, a banda Beach Weather subiu ao palco diante de uma plateia majoritariamente jovem. Os americanos, que misturam pop-rock com influências do rock alternativo dos anos 2000 (como The Strokes), não pareciam nem um pouco incomodados em tocar nas primeiras horas da tarde de sábado. Liderados pelo vocalista Nick Santino, o grupo encontrou no seu público cativo a energia necessária para atrair os curiosos que chegavam ao festival. Donos do hit Sex, Drugs, Etc., o Beach Weather se encaixa bem naquela categoria de bandas que conquistam principalmente as novas gerações de frequentadores de festivais. Apoiado por seus fãs engajados, o grupo abriu bem a tarde para esse público, que ainda teria Stephen Sanchez na sequência. Do outro lado do festival, na Tenda Metlife, Mike Hadreas se apresentava sob a alcunha de Perfume Genius. Dono do elogiado álbum Glory (2025), o cantor mostrou que já tem um público fiel no Brasil — que cantou junto até mesmo as faixas mais recentes de sua discografia. Embora esteja há mais de uma década na estrada, é principalmente nos últimos anos que o trabalho de Hadreas vem ganhando mais reconhecimento, tanto pela qualidade de suas composições quanto por sua relevância na cena queer musical contemporânea. No palco, Perfume Genius apresenta seu pop experimental (talvez o termo mais adequado, diante da dificuldade em rotular seu som), por meio de uma performance física marcante: ele rasteja pelo chão, se envolve nos fios do microfone e usa cadeiras como extensão de seu corpo — como se traduzisse em gestos toda a carga emocional de cada música. Outro ponto alto é sua banda afiada, que sabe ser contida nos momentos de delicadeza, mas explode com técnica admirável quando as canções exigem força. Um destaque especial é a guitarrista Meg Duffy, brilhante na criação de texturas complexas e sofisticadas, que enriquecem ainda mais o som do artista. Com a chegada da noite, foi a vez da consagrada banda The Pretenders subir ao palco da Arena Heineken. Um público mais maduro e nostálgico se reuniu para vê-los, mas a banda deixou claro que não vive apenas de lembranças — sua relevância permanece viva. Enquanto os clássicos soam impecáveis na voz de Chrissie Hynde, faixas mais recentes como Let the Sun Come In e Junkie Walk chamaram a atenção de quem ainda não explorou os últimos álbuns, Hate for Sale (2020) e Relentless (2023). Mesmo que esses discos nem sempre figurem nas (por vezes duvidosas) listas de melhores do ano, fica evidente que os Pretenders continuam entregando música de alta qualidade. É claro que os grandes sucessos não ficaram de fora. I’ll Stand by You e Don’t Get Me Wrong foram executadas com precisão por uma banda segura e entrosada, liderada com carisma por Chrissie. A cantora tem uma aura própria — transmite segurança e vitalidade sem precisar recorrer a excessos. Sua entrega é natural, mas poderosa, e ainda inspira contemporâneos como Dave Grohl, fã declarado que já a convidou para dividir o palco com os Foo Fighters. Além de sua imponência musical, Chrissie ainda demonstrou carinho pelo público brasileiro e elogiou São Paulo. No fim, os veteranos se reconectaram com os clássicos que amam, enquanto os mais jovens testemunharam um raro exemplo de longevidade e relevância artística em ação. Para fechar a noite, a banda francesa Air reanimou o clássico Moon Safari e proporcionou ao público a sensação de uma viagem espacial, por meio de ritmos, batidas e imagens transcendentais — suficientes para que quem se conectou à apresentação experimentasse uma travessia cósmica guiada pelo disco de 1998. Tocado na íntegra e na ordem original, o show trouxe um curioso clima de ficção científica ao cenário natural de árvores e lagos do Parque Ibirapuera. As projeções nos telões e na fachada do auditório complementaram a experiência, tornando-a difícil de descrever — uma rara oportunidade de se conectar, ao mesmo tempo, com a música do disco original e com o ambiente inexplicável que se formou naquela noite de sábado. Após tocar a obra completa, o Air ainda apresentou faixas de outros álbuns, oferecendo mais amostras de seu som eletrônico, atmosférico e sofisticado. O encerramento ficou por conta da épica Don’t Be Light, que soou como um convite para explorar além de Moon Safari. O primeiro dia do fim de semana do C6 Fest confirmou que a curadoria do festival continua afiada. Mesmo competindo com outros eventos consagrados, a organização consegue reunir nomes ecléticos, que dialogam com diferentes públicos, mas que se destacam por sua consistência e relevância nas cenas das quais fazem parte. Há artistas em ascensão, que começam a conquistar espaço no mercado e já acumulam prêmios e elogios da crítica especializada. E há também as atrações clássicas — que talvez não estejam entre as mais populares do momento, mas seguem mantendo a excelência em seus shows e lançamentos.
Porão do Rock 2025 mostra que Brasília ainda é a capital do Rock

O Porão do Rock de 2025 está oficialmente encerrado. O evento mesclou dezenas de artistas locais, nacionais e internacionais nesta sexta e sábado (23 e 24 de maio) no estacionamento da Arena BRB Mané Garrincha. Mantendo Gustavo Sá, idealizador do Porão, o festival ganhou Ivan Hauer e Bruno Barra, da agência Flap, como novos sócios. “Foram dois dias circulando esse festival inteiro. Apesar de já ter passado dos 50 anos, a sensação é de dever cumprido”, confessa Sá nos bastidores. Assim que o Porão do Rock foi anunciado, a expectativa principal ficava na conta dos shows de Stone Temple Pilots, pela primeira vez em Brasília, e do Sepultura em seu último festival agendado no Brasil. A banda se apresentou pela primeira vez no evento em 2002, justamente no dia que ganhamos o pentacampeonato com Ronaldo e companhia. Três Palcos e apoio ao underground A logística do Festival colocou os dois palcos principais (BB Seguros e Eisenbahn) muito próximos, facilitando o deslocamento para não perder nenhum acorde. A área ainda contava com uma pista de skate que resgatou a união do esporte com o rock e ainda permitiu que os praticantes tivessem direito a meia entrada. Do Palco Eisenbahn a curadoria do Festival teve grandes acertos. Começando pelas argentinas do Fin Del Mundo, primeira banda a subir neste palco, com seu indie rock melancólico. Desta tônica saíram também Terno Rei, lançando seu novo álbum “Nenhuma Estrela”. Inclusive, a banda abriu o show com “Próxima Parada”, um dos singles deste trabalho. Outro destaque ficou por conta do Menores Atos, a primeira banda do sábado e que foi a responsável por trazer as pessoas mais cedo ao festival. Já a Trampa foi a maior surpresa. Com um som marcado por influências do Rage Against The Machine e muito protesto político, o show teve uma super produção nos telões, algo que não foi visto nem pelas bandas internacionais. Agora nem Sepultura e Dead Fish superaram a dobradinha de palco de Raimundos e Little Quail and The Mad Birdies. As duas bandas de Brasília levaram os mais velhos de volta aos anos 90. Liderada por Gabriel Thomaz, a banda tocou o hit “Aquela” logo no início. A canção foi regravada justamente pelos Raimundos em seu último álbum com Rodolfo (Só no Forevis – 1999). O setlist também contou com o hardcore “1,2,3,4” e o blues bem humorado “Essa Menina” que liderou o Disk Mtv. Mais atrás, o palco Sesc reuniu bandas do underground e os vencedores das seletivas com bandas de todas as regiões do Brasil. Destaques para o hardcore do DFC e Pense, além da estreia da nova banda da Deck Disk, a Swave que reúne membros de bandas como Sugar Kane, Supercombo, Ego Kill Talent e Far From Alaska. O local ainda contava com um camarote que funcionava também como uma pista premium ao lado esquerdo do palco principal. Os 10 melhores momentos do Porão do Rock Escolher o melhor show sempre acaba sendo polêmico e uma opinião muito pessoal. Uma banda do underground como a Trampa, por exemplo, fez um show impecável e com produção de telão digna de headliner. Ainda tivemos grandes shows como Menores Atos, Terno Rei, Swave e as argentinas do Fin Del Mundo. Por isso, preferi focar nos melhores momentos do festival, que relato abaixo: 10. Bayside Kings e o Caos de Moshes e Stage Dives (Palco Sesc) Pela primeira vez no line up do festival, o Bayside Kings causou uma boa impressão e mostrou que pode ganhar mais vagas nos principais festivais do país. Milton Aguiar, vocalista, é um frontman que sabe comandar o público regendo moshes e stage dives como se fosse um maestro. A partir do momento que o primeiro espectador pula do palco, o caos está instalado. Banda e público viram um organismo só funcionando em plena sinergia. 09. CPM22 e a Nostalgia do coral em Não Sei Viver Sem Ter Você (Palco BB Seguros) Desde o ano passado rodando com a turnê do novo álbum Enfrente, o CPM22 mostra que marcou toda uma geração com seus principais hits sendo cantados em coro. A parada programada de “Não sei viver sem ter você” transformou o festival em um verdadeiro coral cantando o principal hit do álbum Chegou a Hora de Recomeçar (2002). 08. Velvet Chains com Presença de Palco e Cover de Elvis Presley (Palco BB Seguros) O Velvet Chains, de Las Vegas (EUA), foi o responsável por fechar o primeiro dia de festival no palco principal. Misturando Hard Rock, Post Grunge e Metal, a banda funciona como uma divertida fusão de Avenged Sevenfold com Creed. A presença de palco de todos os integrantes é um show à parte, com todos eles utilizando todo o espaço do palco, bem como a passarela frontal. Logo de cara, o guitarrista Von Boldt já desceu do palco e tocou a primeira música inteira nas grades que separam o palco da platéia. O cover de Suspicious Minds de Elvis Presley, presente no último EP da banda “Last Rites”, lançado em abril, foi um deleite a todos que ficaram para prestigiar. 07. O Último Festival do Sepultura no Brasil (Palco BB Seguros) São 23 anos de relação e sinergia do Porão do Rock com o Sepultura então, nada mais natural do que ser o último festival agendado pela banda no Brasil em sua turnê de despedida. E o maior representante do metal brasileiro não decepcionou, provando que boa parte do público foi para assisti-los. A reta final com hits como Chaos A.D., Ratamahata e Roots Bloody Roots, com a bandeira brasileira no telão, já deixou um gosto de saudade no ar. 06. Raimundos jogando em casa com Mosh Verde (Palco BB Seguros) Celebrando seus 30 anos de carreira, o Raimundos fez seu primeiro show após o lançamento do álbum “XXX”. A banda foi a primeira a se apresentar no palco principal e responsável por trazer o público mais cedo ao festival. Havia uma expectativa pelo encontro de diferentes ideologias diferentes, com públicos de Black Pantera e Dead Fish
Twenty One Pilots anuncia álbum Breach; primeiro single sai em junho

O Twenty One Pilots acaba de anunciar seu sétimo álbum de estúdio, intitulado Breach, para setembro de 2025, pela gravadora Fueled By Ramen – uma distribuição nacional Warner Music Brasil. Junto com o anúncio do novo projeto, a dupla também revelou que o primeiro single, The Contract, será lançado no dia 12 de junho. No verdadeiro estilo enigmático do Twenty One Pilots, a banda provocou os fãs com uma série de pistas criptografadas durante a turnê e nas redes sociais, que acabaram sendo reveladas nesta quarta-feira (21), como os nomes do álbum e do single. O anúncio veio acompanhado do início da pré-venda antecipada do vinil e CD de Breach. Breach chega em um momento de auge na carreira da banda, que acaba de encerrar a Clancy World Tour, neste início de mês, tendo se apresentado para mais de 1,1 milhão de fãs ao redor do mundo, incluindo o Brasil.
Tosco libera videoclipe de Casa de Nóia; assista!

A banda santista Tosco lançou um videoclipe para a faixa Casa de Nóia, um dos destaques do terceiro álbum Agora É a Sua Vez (2023). Este álbum apresenta uma catarse sonora ainda mais intensa, tanto na produção quanto nas composições, criatividade e brutalidade — além, é claro, das letras ácidas em português, carregadas de puro ódio contra tudo e todos que corrompem e destroem a sociedade. Com um crossover feroz que une thrash metal, hardcore e groove metal, o Tosco mostra, em pouco mais de quatro minutos, porque é uma das bandas mais explosivas do underground nacional. Gravado com cenas ao vivo, o vídeo entrega intensidade, precisão e uma performance arrebatadora — com destaque para os riffs certeiros e a cozinha poderosa, que sustenta a fúria lírica de um tema urgente: os efeitos destrutivos do vício em drogas e a degradação humana que ele acarreta. Casa de Nóia foi originalmente composta para o álbum de estreia, Revanche (2018), mas acabou ficando de fora. Ressurgiu com força total nos momentos finais de produção de Agora É a Sua Vez, ganhando uma nova roupagem e se tornando um dos hinos mais pesados da atual fase da banda. A sonoridade da faixa remete à velocidade brutal de Reign In Blood com o peso denso de Seasons in the Abyss, ambos do Slayer — influência marcante do grupo.
Armada lança videoclipe ao vivo de Last Of My Kind; assista

A Armada divulgou o videoclipe da faixa Last Of My Kind, disponível no álbum Tales Of Treason (2024), lançado em vinil pela gravadora americana Pirates Press Records, em parceria com a Comandante Records. O videoclipe dirigido por Rapha Erichsen, Rodrigo Braga e Mauro Tracco – baixista da Armada, foi filmado durante um dos shows da banda em São Paulo. “Foi tudo feito no esquema guerrilha, mas acho que conseguimos captar bem a energia caótica e intensa que caracteriza nossos shows”, revela Tracco, que já havia trabalhado com Erichsen e Braga, da produtora Impossível, nos vídeos de Jardineiro, do Planet Hemp, e São Paulo City, da própria Armada. O baixista, que divide a composição da faixa com o vocalista Henrike Baliú, conta ainda, que Last of My Kind é uma homenagem a quem tapa os ouvidos e segue em frente quando o mundo grita que é hora de parar. “Eu nunca sei quando desistir – Acho que a maioria das pessoas que tem uma banda, ou qualquer tipo de projeto artístico, que consome todo seu tempo, dinheiro, vida pessoal e profissional a troco de praticamente nada, consegue se identificar com essa frase”. O sentimento do vocalista, que já tentou se afastar da música por alguns anos, é o mesmo. “Sempre acabo voltando para os braços reconfortantes, porém viciantes dos três acordes. É lá que me encontro, onde a minha criatividade corre solta. É algo inexplicável. Só quem tem banda sabe do que estou falando”, diz Henrike. Além de Mauro Tracco e Henrike Baliú, a Armada é composta pelos guitarristas Alexandre Galindo e Ricardo Galano, e pelo baterista Arnaldo Rogano. A banda prepara ainda para este ano, o lançamento de um novo single.
Ziggy Alberts terá a cantora sergipana Tori como ato de abertura em São Paulo

O cantor australiano Ziggy Alberts incluiu o Brasil na rota de sua turnê mundial New Love, homônima ao seu sétimo álbum de estúdio, lançado em fevereiro. Desde o início deste ano, a tour já realizou 12 apresentações nos Estados Unidos e segue para o Canadá antes de desembarcar na capital paulista no dia 28 de junho, no Cine Joia, em uma realização da 30e. O show vai contar ainda com o ato de abertura de Tori, cantora e compositora sergipana radicada no Rio de Janeiro; e tem ingressos à venda pelo site da Eventim. Com 70 datas anunciadas pela Austrália, Europa, Reino Unido, América do Norte, México e Japão, a New Love World Tour teve a sua estreia em julho de 2024. Alberts esgotou apresentações e deu seguimento ao seu feito anterior, com a Rewind World Tour, em 2023, em que conquistou um público de mais de 110 mil pessoas. O álbum New Love (2025) faz uma fusão harmoniosa de indie, folk e pop, com letras que abordam temas como amor, amizade e conexão com a natureza, além de apresentar uma sonoridade mais madura de Ziggy, mas mantendo a essência acústica que conquistou o público. >> CONFIRA ENTREVISTA COM ZIGGY ALBERTS Em setembro de 2023, o australiano veio ao Brasil pela primeira vez para uma apresentação no Floripa Eco Festival e estreitou a relação com o público ao colaborar com Vitor Kley na faixa Rewind Dois, em que canta em português. A abertura da noite ficará por conta da cantora, compositora e musicista sergipana Tori. Com quase uma década de carreira, a artista lançou em 2023 o seu primeiro disco solo, Descese, que inclui as colaborações de Dora Morelenbaum, Bruno Berle, Joana Queiroz, Julia Mestre, entre outros. Bem Gil, Bruno di Lullo e Domenico Lancellotti assinam a produção do álbum, indicado ao Prêmio Multishow de 2023 na categoria Brasil pela canção Descese. Reafirmando sua potência criativa e presença no cenário contemporâneo da música brasileira, Tori prepara para este ano o lançamento de seu novo projeto musical, Areia e Voz, produzido por ela e Domenico Lancellotti.
Rise of the Northstar retorna a São Paulo com seu único Metal-HxC-Rap-Manga

Com uma sonoridade agressiva e moderna que mistura elementos de groove metal, nu metal, hardcore e hip-hop, incorporada à cultura pop japonesa, especialmente mangás e animes, tanto em suas letras quanto na estética visual, o Rise of the Northstar está de volta ao Brasil no mês de outubro para um único show, que acontece dia 18 em São Paulo, no Fabrique Club. Os ingressos já estão à venda. A produção local é conjunta entre Liberation Music Company e Powerline Music & Books. “Metal-HxC-Rap-Manga”, quatro palavras que definem perfeitamente a singularidade do Rise Of The Northstar, banda que nasceu há 17 anos nos subúrbios de Paris, a capital da França. A estreia ao vivo no Brasil aconteceu em novembro de 2023 em um Fabrique Club completamente lotado, mostrando a popularidade e força dos franceses por aqui. No cruzamento da realidade urbana com a ficção japonesa, com três EPs e três álbuns, a banda forjou um estilo e identidade únicos ao longo do tempo, aliados a uma sólida reputação como um monstro de energia no palco. Sucesso após sucesso, o ROTN conta com dezenas de milhões de streams em suas plataformas, gravou com Joe Duplantier do Gojira e ainda faz o mundo inteiro pular, impulsionado por músicas poderosas, groove e thrash, como Here Comes The Boom, Again and Again ou Showdown, faixa-título do álbum de 2023. Já em 2024, gravaram com o rapper Hyro The Hero no single Underrated. Recentemente a banda lançou no streaming e em videoclipe a nova música Neo Paris, que representa o início de um novo capítulo para o Rise of the Northstar. O vocalista Vithia explicou que a inspiração para a faixa veio da forte conexão entre a França e a cultura japonesa, especialmente após o impacto do filme Akira em 1991. “Foi com essa ideia em mente que compusemos ‘Neo Paris’. Através deste título e desta arte, tentei ilustrar um sentimento, afirmar nossa identidade francesa enquanto promovemos a relação muito especial que nosso país tem com o Japão”, comenta Vithia. O videoclipe de Neo Paris é o primeiro da banda a incorporar animação, mesclando cenas animadas com imagens reais para criar uma representação visual da interseção entre a ficção dos mangás e a realidade urbana de Paris. O show em São Paulo prepara a banda para uma apresentação especial na sua carreira: tocarão dia 22 de novembro no lendário Olympia, em Paris. SERVIÇO Rise of the Northstar em São Paulo Data: 18 de outubro de 2025 (sábado) Horário: 17h (abertura da casa) Local: Fabrique Club Ingressos Valores: 1º lote meia e meia solidária: R$ 180,00; 1º lote inteira: R$ 360,00
The Town anuncia Travis Scott e Lauryn Hill para lineup deste ano

O The Town anunciou nesta segunda-feira (19) que o músico Travis Scott irá completar a programação de headliners da edição de 2025. O cantor de trap sobe ao palco Skyline na noite do dia 6 de setembro. Don Toliver e Filipe Ret também se apresentam no mesmo dia e palco. Na mesma data, foi revelado também que a cantora Lauryn Hill, premiada rapper, será a última atração do palco The One. Ela sobe ao palco junto dos filhos YG Marley e Zion Marley, netos do artista lendário do reggae, Bob Marley. O dia 6 ainda traz mais dois grandes nomes nacionais para o The One: o músico Matuê e MC Cabelinho. Quem abre a programação da data e do palco é Karol Conka. Em 13 de setembro, o The One recebe ainda a cantora Gloria Groove, que antecipará o show de Lionel Richie. No dia 14 de setembro, por sua vez, o The One também recebe Ludmilla. O The Town acontecerá nos dias 6, 7, 12, 13 e 14 de setembro. A pré-venda para clientes Itaú e associados do The Town Club tem início hoje (20), às 12h, enquanto a venda geral de ingressos tem início no próximo dia 27 de maio, a partir das 12h.
No esquenta para God Of Angels Trust, Volbeat lança single Time Will Heal

Volbeat retornou com seu poderoso e novo single, Time Will Heal. A faixa explora como quedas emocionais repentinas podem dominar, mas enfatiza a importância de aceitar a escuridão, aprender com ela e manter a esperança de que dias melhores virão. A música é parte do aguardado álbum God Of Angels Trust, que chega no próximo dia 6 de junho. Após acumularem mais de 12 milhões de streams globais com os singles anteriores, By a Monster’s Hand e In the Barn…, o Volbeat se prepara para embarcar, a partir de junho, em uma grande turnê mundial, com 71 datas.