Seu Jorge apresenta “Baile à la Baiana”, álbum que celebra influências cariocas e baianas

Seu Jorge lançou o álbum Baile à la Baiana, que já está disponível em todas as plataformas de streaming. Com 11 faixas que combinam elementos da música carioca e baiana, o novo trabalho é uma celebração da riqueza cultural do Brasil e um marco na carreira do cantor, que se consolidou como um dos artistas mais versáteis e criativos da música brasileira. “Esse disco é uma junção de influências que venho acumulando ao longo dos anos, misturando minhas raízes cariocas com a força da música preta da Bahia”, conta Seu Jorge. “É um álbum para dançar, se divertir e celebrar a vida.” A inspiração para Baile à la Baiana nasceu em Salvador, em um espaço cultural vibrante chamado Galpão Cheio de Assunto, liderado pelo percussionista Peu Meurray, amigo e parceiro de longa data de Seu Jorge. Foi lá também que o artista conheceu Magary Lord, outro nome central na concepção do álbum. O ambiente do Galpão, que abrigava música, exposições e encontros criativos, tornou-se um ponto de convergência para artistas que buscavam inovar e compartilhar suas expressões artísticas. “Foi um encontro de almas. A música nos uniu de uma forma muito genuína”, relembra Seu Jorge. “Nossos filhos brincavam juntos, as famílias se aproximavam, e dali surgiram canções que têm muito significado para mim. Esse álbum é um registro dessas conexões.” Além de Peu e Magary, o disco conta com a contribuição de outros compositores que colaboraram ao longo dos anos para criar um repertório rico e diversificado. “As músicas já estavam praticamente prontas. O desafio foi reunir as pessoas certas e capturar a energia que cada um trazia para o projeto.” A música de Baile à la Baiana é um verdadeiro mosaico de influências. Gravado com a banda Conjuntão Pesadão, que acompanha Seu Jorge há anos, o álbum traz a força da música negra carioca – como funk, soul, da Banda Black Rio, A Banda do Zé Pretinho, Banda Vitória Régia – misturada com os ritmos vibrantes da Bahia, como a Chula, o Semba, além de Black Music e Black Samba. “De uma forma geral, o álbum traz a junção regional do afropop. A busca é por essa sonoridade”, afirma Seu Jorge. “Esse disco é sobre união. A música carioca e a baiana se encontram de forma natural, porque ambas têm raízes na música preta e no desejo de transmitir alegria e força”, explica o artista. Entre os músicos que participam do projeto estão Adriano Trindade, Sidão, Danilo Andrade, Rodrigo Tavares, Fernando Vidal, Ivan Sacerdote, e os próprios Peu Meurray e Magary Lord, que também contribuem com suas percussões e vozes. “É um entrosamento de time. Todo mundo trouxe suas virtudes e experiências para criar algo único.” Sobre o álbum, o cantor, percussionista e criador do gênero Black Semba, Magary Lord, afirma: “Conheci Seu Jorge em um evento na Ilha de Itaparica, quando eu tocava com um grupo de samba e ele era a grande atração da noite. A conexão musical foi imediata, e descobrimos que tínhamos um amigo em comum, Peu Meurray, que hoje também faz parte desse projeto. Com o tempo, nos tornamos parceiros em diversas canções, como ‘Pessoal Particular’ e ‘Chama o Brasil pra Dançar’, e decidimos reunir essa trajetória no álbum ‘Baile à la Baiana’. O disco traduz essa energia de alegria, alto astral e descontração. Agora, queremos levar essa vibração para os palcos e botar o povo para dançar.” Já o músico Peu Meurray, reflete: “Baile à la Baiana é um projeto que celebra quase duas décadas de amizade com Seu Jorge e a parceria com Magary, marcado por sinceridade, harmonia e alegria. Tudo começou nos encontros no Galpão em Salvador, onde a conexão musical foi imediata, unindo estilos, ideias e o prazer de criar juntos. Seu Jorge sempre foi recebido na cidade com aplausos e uma irmandade que fortaleceu ainda mais nosso vínculo. Ao longo dos anos, viajamos, compusemos e sonhamos, construindo esse trabalho que agora chega ao público. O álbum reflete essa trajetória, trazendo um som poderoso e cheio de energia, com o objetivo de levar cura, felicidade e muita música para aqueles que esperavam por essa celebração de amizade e talento.” Com Baile à la Baiana, Seu Jorge retoma o formato de álbum com músicas inéditas após um período de experimentações e colaborações. “Faz tempo que os fãs me perguntam sobre um novo disco, e agora finalmente chegou o momento. Esse é um álbum alegre, dançante e cheio de energia boa. Estou muito empolgado para compartilhar com o público”, diz o cantor. Para comemorar o lançamento, Seu Jorge embarcará em uma turnê internacional a partir de março, com apresentações programadas para várias cidades da Europa. “A música brasileira tem um alcance incrível. Estou animado para levar o Baile à la Baiana para palcos internacionais e mostrar toda essa vibração.” Com uma carreira que ultrapassa três décadas, Seu Jorge é reconhecido mundialmente por sua capacidade de transitar entre diferentes expressões artísticas. Além de ser um dos maiores nomes da música brasileira, ele conquistou destaque no cinema, com papéis em filmes icônicos como Cidade de Deus e A Vida Aquática com Steve Zissou, onde reinterpretou canções de David Bowie em português. Nos últimos anos, estrelou produções como Marighella e Medida Provisória, ambas marcadas por forte impacto social e cultural. “A arte é uma forma de conexão. Minha missão é criar e compartilhar histórias que toquem as pessoas de diferentes maneiras”, reflete. Baile à la Baiana é mais do que um álbum; é uma celebração do poder da música de unir pessoas e culturas. Com melodias envolventes, letras inspiradoras e uma sonoridade rica, o disco promete conquistar o coração do público e reafirmar o lugar de Seu Jorge como um dos grandes embaixadores da música brasileira. “Esse álbum representa a ideia de que gente boa se atrai. É sobre encontros, celebração e alegria. Quero que essa energia alcance o maior número de pessoas possível”, conclui o artista.

Selvagens à Procura de Lei lançam catártico single de retorno “Pra Recomeçar”

Um dos expoentes do rock alternativo brasileiro das últimas décadas, a banda cearense Selvagens à Procura de Lei retorna às raízes com foco no futuro. Na catártica Pra Recomeçar, primeiro single do novo álbum Y, a banda apresenta um rock alternativo pesado e feito para marcar um ponto de virada na discografia da banda. “Essa nova fase da banda vem com gosto de retomada das raízes. Eu sinto um paralelo enorme com o primeiro e o segundo disco. Eu estava com muita, mas muita saudade de fazer rock. Entreguei tudo nesse disco”, conta o membro-fundador, guitarrista e vocalista Gabriel Aragão. “Pra Recomeçar foi a primeira da nova leva de canções que escrevi, entre agosto e novembro de 2024. É uma música crua e direto ao ponto, mas não no sentido de ter sido criada para apelar à nostalgia dos fãs, simplesmente aconteceu assim”. Ao lado de Gabriel, estarão Plínio Câmara na guitarra (ex-Casa de Velho), Matheus Brasil na bateria (ex-Projeto Rivera) e Jonas Rio no baixo (ex-Left Inside). A banda surge no clipe em um clima de road trip, como uma viagem para desapegar do passado e seguir rumo a estrada, caminho que será anunciado em breve com uma longa turnê nacional. “Mais do que uma nova formação da banda, eu prefiro chamar de meus novos companheiros de luta. Todo mundo de Fortaleza, fãs de Selvagens, assim como eu. Acredito que todos que passaram pela banda (e foram muitos) são insubstituíveis. Digo isso com muito respeito ao nosso legado. Da mesma forma, os novos integrantes trazem o seu DNA. Estou muito confiante, já ensaiamos juntos e tudo flui bem. Soa mais rápido e mais pesado nas músicas rock, e também mais preciso e delicado nas músicas suaves”, completa Gabriel. As músicas começaram a ser compostas durante o processo de hiato da banda e refletem uma despedida e um recomeço, por isso o nome do disco foi escolhido: como um caminho que se bifurca. E os novos caminhos vão em direção a novas sonoridades e até parcerias, já que o disco contará com participações especiais surpresas. “Depois de ter tomado a decisão de dar um tempo na banda, no ano passado, me recolhi das redes sociais e mergulhei fundo escrevendo música atrás de música. No início, era questão de sobrevivência: eu tinha que escrever aquelas músicas, colocar pra fora o que eu estava sentindo, toda a minha dor. Tudo foi surgindo de forma extremamente natural: muito rock no canto, nas guitarras, na bateria. Quando estava produzindo a terceira ou quarta canção, me dei conta de que aquele material não era para carreira solo, era, sem dúvidas, um disco dos Selvagens à Procura de Lei. Senti um frio na espinha, mas aquele frio bom semelhante a antes de subir no palco: é algo que você tem que fazer”, conclui. Ouça Pra Recomeçar

Jovens Ateus anuncia disco de estreia com “Passos Lentos”

A banda paranaense Jovens Ateus lançou o single Passos Lentos, que anuncia o primeiro álbum de sua carreira, Vol. 1, além de marcar o início de sua parceria com o selo Balaclava Records. O trabalho, que será lançado em abril de 2025, conta com 11 faixas e apresenta uma nítida evolução na sonoridade pós-punk oitentista do grupo, formado por Guto Becchi (voz), João Manoel Oliveira (guitarra), Fernando Vallim (guitarra), Bruno Deffune (baixo) e Antônio Bresolin (sintetizadores e bateria eletrônica). Os integrantes assinam a produção do disco junto com Roberto Kramer, que já trabalhou com nomes da cena alternativa como Raça, Gab Ferreira e Jambu. Apostando em uma estética casualmente triste, caracterizada por um cotidiano sem grandes euforias e uma leve desesperança, o material traz a melancolia e a energia punk características do quinteto, presentes em seus lançamentos anteriores. A marca vital dessa nova sonoridade se evidencia no single de estreia Passos Lentos, com temas bucólicos como desilusões amorosas e o desânimo da rotina. A música vem acompanhada de um videoclipe, dirigido e editado por João Padilha e Xavnation, no qual os integrantes passeiam por São Paulo, junto a imagens de arquivo de seus shows. Embalados pela bateria eletrônica, um instrumental coeso e vocal soturno, os Jovens Ateus conseguem transmitir e sintetizar uma sentimentalidade própria, trazendo certa inocência e leveza às composições, em contraponto às suas performances ao vivo sempre intensas, remetendo ao punk e hardcore. Formada em Maringá em 2020, a banda já conta com alguns singles e EPs lançados de forma independente e conquistou um público jovem ao redor do país, que se identifica com a imagem e identidade de cada músico, além da estética sonora.

Hungrs: projeto entre pai e filho lança o álbum de estreia, Simbiose

A gênese do projeto Hungrs é o sonho de todo fã de música pesada que se torna pai: ver o filho se interessar pelas mesmas bandas de coração e tê-lo como companhia para ir a shows, conversar sobre as novidades deste universo e, neste caso entre o Marcos (44 anos) e Lucca (16 anos), formar juntos uma banda! O resultado desta paixão compartilhada pelo heavy metal é o álbum Simbiose, que acaba de chegar às plataformas de streaming. Simbiose traz 12 faixas, incluindo os três singles (Somebody Says, The Seeker e Far from Home). O duo Hungrs aposta no peso com riffs marcantes e batidas fortes com groove. Em suma, são músicas para ouvir alto, bater cabeça sem restrições e encontrar técnicas e ideias criativas a cada nova audição. Como Born and Raised, a música de trabalho de Simbiose e que, segundo Marcos e Lucca, representa muito bem o álbum. “Traz aquela bagunça caótica boa no instrumental, com várias partes para bater cabeça e bastante berro no ouvido. O refrão precisa da voz da galera gritando junto”, fala o pai. Para Lucca, Born and Raised é daquelas para “bater cabeça, aumentar o volume e sentir o peso”. A letra fala dos problemas da atualidade que envolvem a tecnologia, além de uma crítica ao mau uso das redes sociais, como os golpes aplicados pela internet, o uso criminoso da IA, e também aquela sede em mostrar uma vida perfeita nas redes ou buscar isso a qualquer custo. O álbum foi produzido e gravado em questão de um ano entre Marcos e Lucca. “É algo muito especial porque, além de estarmos muito felizes com o resultado, é um projeto de pai e filho”, diz Marco, que em momento algum esconde o orgulho pelo feito junto a Lucca. “Para mim, particularmente, é um presente em dobro: eu poder ter uma banda com um filho meu e isso possibilitar que eu respire música novamente depois de quase 20 anos. Fico feliz que eu possa dar voz às composições que ele criou ali, por completo, do jeito dele”, completa o pai. Simbiose é uma obra completa. Tem introdução e um caminho para se percorrer por completo, como os álbuns foram feitos para serem consumidos. Lucca também está orgulhoso da criação junto ao pai. “Não vejo a hora de abrir o Spotify e dar o play nas músicas que, apesar de já ter ouvido tanto, foram feitas com muito carinho para as pessoas. Cheio de riffs pesados, refrões chiclete. Simbiose é um começo empolgante para nós, que mostra quem somos e o que temos a oferecer”.

Helmet celebra 30 anos do álbum Betty com show em São Paulo

A icônica banda Helmet retorna ao Brasil para um show especial no dia 30 de abril, no Carioca Club, em São Paulo. A apresentação faz parte da turnê comemorativa de 30 anos do aclamado álbum Betty, um marco do rock alternativo dos anos 90. O evento contará ainda com a banda Debrix, que abre a noite com seu som pesado e energético. Os ingressos já estão à venda. A turnê, que também passa no mês de maio por Argentina (2/05) e Chile (5/05), é uma realização da Vênus Concerts. O show em São Paulo tem produção da Maraty. Lançado em 1994, Betty consolidou o Helmet como uma das bandas mais inovadoras da época, combinando riffs pesados, levadas sincopadas e experimentações sonoras que influenciaram diversas vertentes do rock e do metal. O álbum expandiu a sonoridade do grupo, trazendo elementos de jazz, blues e hardcore, sem perder o peso característico da banda. Entre as faixas mais marcantes do disco estão: Wilma’s Rainbow, a faixa de abertura do álbum, com um riff hipnótico e uma batida quebrada, mostra a precisão técnica do Helmet e seu groove singular. Milquetoast é um dos maiores sucessos da banda, conhecido também por integrar a trilha sonora do filme O Corvo (1994). Seu groove cadenciado e seu peso denso se tornaram uma assinatura do som do Helmet. Já Biscuits for Smut mostra um riff sujo e um groove marcante, enquanto Rollo é mais experimental, com mudanças de andamento inesperadas e uma abordagem dissonante nas guitarras. Tem ainda Street Crab, mais direta e pesada, que reforça a influência do punk e do hardcore no som do Helmet, e Clean, um dos momentos mais agressivos do disco, destacando o peso das guitarras e a bateria explosiva. Com essa diversidade sonora, Betty se tornou um dos álbuns mais influentes dos anos 90, servindo de inspiração para bandas de nu metal, post-hardcore e sludge metal. O show no Carioca Club será uma celebração nostálgica e intensa, trazendo não apenas os clássicos do Betty, mas também outros sucessos da carreira do Helmet. Liderado pelo guitarrista e vocalista Page Hamilton, a banda promete entregar uma apresentação brutal e técnica, relembrando por que se tornou referência no rock pesado. Debrix, a banda convidada Com uma mescla potente e moderna de diversos gêneros, do classic rock ao grunge, a banda Debrix (São José dos Campos), que pertence ao cast da Vênus Concerts, acaba de lançar o EP Tales from the Rabbit Hole, com cinco músicas pesadas, dinâmicas e criativas. Tales from the Rabbit Hole traz a metáfora do coelho para representar o ser humano acuado. As músicas do EP, em metáforas sobre momentos de vida do coelho, narram uma jornada desde a ilusão de segurança até o renascimento e determinação. A Debrix acompanhará o Helmet nos três shows da nova turnê pela América do Sul. SERVIÇOHelmet – Turnê 30 anos de Betty em São PauloData: 30 de abril de 2025 (quarta-feira) Horário: 19h (abertura da casa) Local: Carioca Club – São Paulo/SP Abertura: Debrix Ingressos Valores Pista: R$ 180,00 (meio entrada estudante), R$ 200,00 promocional – mediante doação de 1kg de alimento, 1º lote) e R$ 360,00 (inteira, 1º lote) Camarote: 280,00 (meio entrada estudante), R$ 300,00 promocional – mediante doação de 1kg de alimento, 1º lote) e R$ 560,00 (inteira, 1º lote) Classificação: 18 anos

Chococorn and the Sugarcanes e Bella e o Olmo da Bruxa em turnê pelo Brasil

O Brasil vai ficar pequeno para as bandas Chococorn and the Sugarcanes e Bella e o Olmo da Bruxa neste começo de 2025. Os grupos de Santa Bárbara d’Oeste (SP) e Porto Alegre (RS), respectivamente, têm se destacado na cena do rock nacional e estão de malas prontas para percorrer o país com uma nova turnê juntos, levando algumas novidades e hits pelos estados de Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Paraná, Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. O primeiro show da tour será em Florianópolis (SC) no Bro Cave Pub (Calçadão da João Pinto, 235 – Centro) nesta sexta-feira (14). A casa abre às 22h. Em seguida partem para Blumenau (SC), onde se apresentam no Ahoy! Tavern Club no domingo (16). A casa abre 17h. Bella e o Olmo da BruxaA banda Bella e o Olmo da Bruxa já é veterana nos palcos de Porto Alegre (RS). Com sonoridade baseada no rock alternativo, o grupo apresenta repertório com melodias simples que contrastam emoções profundas nas canções. A Bella e o Olmo da Bruxa é formada pelos músicos Pedro Acosta, Felipe Pacheco, Julia Garcia e Ricardo De Carli, e tem conquistado uma base fiel de fãs do emorock brasileiro. Em atividade desde 2016, a banda lançou seu primeiro disco homônimo, em 2020, que já soma quase 3 milhões de reproduções. O grupo já dividiu o palco com outros grandes nomes da cena independente, como Boogarins e Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo. Em 2024, caiu na estrada com a “Melhor Turnê do Mundo”, percorrendo cidades do Rio Grande do Sul até Minas Gerais, para divulgar o single “A Melhor Música do Mundo” que faz parte do segundo e vindouro disco de estúdio da banda. Chococorn and the SugarcanesJá a cidade de Santa Bárbara d’Oeste (SP) foi o ponto de partida para a criação da Chococorn and the Sugarcanes. O grupo integra o catálogo de artistas do selo musical e produtora +um HITS, de Americana (SP). A banda está em atividade desde 2021 e também tem conquistado cada vez mais espaço na cena brasileira com sua essência “019”. Tudo começou a partir da união dos amigos de infância Alexandre Luz (bateria), Filipe Bacchin (guitarra base), Pedro Guerreiro (guitarra solo) e Pietro Sartori (baixo). Desde a primeira reunião informal, eles perceberam que a jovialidade e animosidade desse encontro poderia se transformar em um repertório autoral, que reúne influências do midwest emo, o tal “emo caipira”, e do pop punk. Em 2024, eles tiveram a oportunidade de circular por outros estados pela primeira vez com a “Emo Caipira Tour”, passando por casas de shows icônicas, que estão marcadas na história da música brasileira e seguem em atividade com as portas abertas para novos sons. Algumas delas foram a Audio Rebel, no Rio de Janeiro; a 92 Graus e a The Basement, em Curitiba; a Casa Matriz, em Belo Horizonte; o Pub Véio Loco, em Caxias do Sul; a Ocidente, em Porto Alegre; além de muitas outras casas de shows relevantes da cena do interior e da capital paulista. Nessa ocasião, o foco central das apresentações foi a divulgação do primeiro álbum, “Siamês”. O baterista Alexandre Luz conta que essa primeira turnê foi um marco na história da banda e refletiu em experiências valiosas para os artistas. “A partir disso, as coisas passaram a ser muito maiores do que eram antes, e consequentemente, começamos a dar mais atenção a pontos como as formas de retribuir o carinho do público, questões técnicas, equipamentos etc. Então, posso dizer sim que, para essa turnê em 2025, estaremos muito mais preparados e dispostos para fazer com que cada show seja único, e que em cada evento a gente possa aprender mais”, adianta Ale. Assim como o público está ansioso pelas apresentações, a Chococorn and the Sugarcane também tem grandes expectativas com esta turnê pelos estados do Brasil. “Queremos muito conhecer mais pessoas, de diferentes partes do país, e também se divertir muito com o público. Estamos sempre buscando mais inspiração nas vivências fora de casa”, observa o baterista. E eles prometem novidades para essa nova turnê, como ressalta o músico. “Agora que temos acesso melhor aos estúdios e equipe profissionais, graças ao suporte da +um HITS, nós estamos ‘ansiosíssimos’ para criar e entregar novas canções que dizem o que ainda somos. Planejamos lançar uma versão acústica de uma de nossas músicas favoritas. Enquanto isso, estamos terminando de compor novas faixas do que pode se tornar um novo álbum para 2025”. Turnê conjunta: experiência positivaA Bella e o Olmo e a Chococorn já tiveram a oportunidade de circularem juntos no ano passado e, por essa experiência positiva, o vocal e guitarrista Pedro Acosta se diz ansioso pelo reencontro nos palcos do Brasil. “Acredito que o que atrai mais o nosso público é essa identificação com o som, que vem para traduzir essas influências do indie rock de 2000, 2010, de uma forma contemporânea, principalmente para os mais jovens. Nosso som acaba sendo bem pessoal e assim criamos um relacionamento com esse novo público”, adianta o vocal sobre o que será apresentado na turnê. Agenda para 202514/2 – Florianópolis (SC) – Bro Cave Pub 16/2 – Blumenau (SC) – Ahoy Tavern Club 22/2 – Rio de Janeiro (RJ) – Audio Rebel 7/3 – Curitiba (PR) – The Basement 8/3 – Ponta Grossa (PR) – CBG Bar 9/3 – Maringá (PR) – Tribus Bar 6/4 – São Paulo (SP) – Hangar 110 10/5 – Belo Horizonte (MG) – Casa Matriz 23/5 – Caxias do Sul (RS) – Pub Véio Loco 25/5 – Porto Alegre (RS) – Ocidente

The Bombers homenageia Vital Freitas com versão punk de Saudade D’ocê

Iniciando seu 30° ano de carreira, a banda santista The Bombers surpreendeu com uma ótima versão de Ai, Que Saudade D’ocê, de Vital Freitas, que faleceu aos 82 anos, na quinta-feira passada (6). É o primeiro single de um ano que promete ser bastante movimentado para os músicos. “Essa música estava guardada para um EP que vamos lançar ainda esse ano, mas com esse triste acontecimento, decidimos publicar o som em homenagem a esse grande compositor brasileiro”, comentou Matheus Krempel, vocalista e guitarrista do The Bombers.

O Espelho do Zé lança single; ouça “Para Aquilo que Sonhei”

A banda de pop rock paulistana O Espelho do Zé divulgou nesta quarta-feira (12) o single Para Aquilo que Sonhei, produzido por Thiago Barromeo, que já trabalhou com nomes como Mano Brown e Black Alien. A faixa lançada de forma independente nas principais plataformas de streaming, conta com a mixagem de Jander Antunes, engenheiro de som da Cachorro Grande, e masterização de Martin Furia da banda Destruction. Com forte influência da música brasileira, Para Aquilo que Sonhei foi composta de maneira coletiva pelos integrantes da banda. De acordo com a vocalista Mariana Cintra, a música carrega a simplicidade necessária para passar a mensagem. “A canção fala sobre uma situação em que alguém coloca luz sobre algo fundamental que, apesar de não estar escondido, era deixado de lado por um certo comodismo. Fala sobre a coragem de enxergar, e se movimentar em direção ao que se sonha, acreditando na força de sua decisão”, revela a vocalista. O Espelho do Zé, formado em 2014, conta também com André Guaxupé (Bateria), Leandro Rodrigo (Guitarra) e Gabi Schubsky (Baixo). Para Aquilo que Sonhei fará parte do EP Reflexo do Amanhã, previsto para julho deste ano. “No novo EP as canções se encaixaram perfeitamente na voz da Mariana, como era o desejo de todos desde o início. Em 2025, O Espelho do Zé reassume sua raiz, muito voltada ao rock brasileiro e suas particularidades”, diz Guaxupé.

Strung Out, Belvedere e Authority Zero fazem turnê conjunta pelo Brasil em setembro

As bandas Strung Out, Belvedere e Authority Zero vêm ao Brasil para uma turnê de cinco shows em setembro. As cidades escolhidas são Porto Alegre (dia 10/09), Florianópolis (11/09), Curitiba (12/09), São Paulo (13/09) e Rio de Janeiro (14/09). Os ingressos para todos os shows já estão disponíveis. A tour com as bandas ainda passa por Argentina, Chile, Costa Rica, México e Uruguai. No entanto, cada país terá um desfalque do trio. O Strung Out vem para comemorar os 35 anos de carreira, enquanto o Authority Zero vem ao país pela primeira vez. O Belvedere, figurinha carimbada no país, retorna para mais shows.