The Casualties volta ao Brasil para três shows em junho

A banda norte-americanas de punk rock The Casualties desembarca no Brasil em junho para uma série de shows pelo Brasil. A turnê, realizada pela Xaninho Discos em parceria com a Caveira Velha, passará por Belo Horizonte (20/06, no Caverna Rock Pub), São Paulo (21/06, no Hangar 110) e Curitiba (22/06, no Basement Cultural). Supla é o convidado em toda a turnê pela América do Sul, que também passa por Colômbia, Peru, Argentina e Uruguai. Formada em Nova York, em 1990, The Casualties tornou-se referência do street punk, mantendo vivo o espírito contestador e visceral do gênero, influenciada por nomes como The Exploited, GBH e Discharge. Com letras diretas e uma sonoridade crua e agressiva, a banda conquistou uma legião de seguidores ao redor do mundo. Seu álbum de estreia, For the Punx (1997), rapidamente se tornou um clássico, estabelecendo sua identidade sonora. Outros discos essenciais incluem Die Hards (2001), Under Attack (2006) e Resistance (2012), todos recheados de hinos que ecoam pelos palcos e ruas. A banda, atualmente liderada pelo vocalista David Rodriguez, mantém a tradição do visual moicano, coletes cravejados e atitude inabalável, garantindo apresentações intensas que fazem jus ao legado do punk. Com mais de três décadas de estrada, The Casualties continua lançando novos trabalhos e rodando o mundo sem perder a essência. O álbum mais recente é Chaos Sound, lançado em janeiro de 2016, que recebeu diversas análises da imprensa especializada. A revista Metal Hammer destacou que, após uma carreira de 25 anos e dez álbuns, o som da banda continua fiel às suas raízes punk, com faixas repletas de coros e energia característica do gênero. A nova turnê brasileira, após mais de 10 anos, será uma oportunidade imperdível para os fãs presenciarem de perto a força de uma das maiores bandas do punk rock. 20.06 • Belo Horizonte BRA, Caverna rock pubTickets21.06 • São Paulo BRA, Hangar 110Tickets 22.06 • Curitiba BRA, BasementTickets

Polifonia anuncia festival com Anberlin, Fresno, Emery, Hateen e Mae no Brasil

Depois de cinco edições, o Polifonia anunciou o “Emo Vive”, festival em formato de turnê com as bandas norte-americanas Anberlin, Emery e Mae, além das nacionais Fresno e Hateen. A tour passará por São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre. As apresentações acontecem entre os dias 4 e 8 de junho (confira abaixo). A venda de ingressos já começou. A Emo Vive terá um detalhe muito interessante: Anberlin tocará o álbum Never Take Friendship Personal, enquanto a Fresno fará um apanhado dos três primeiros álbuns (Quarto dos Livros, O Rio A Cidade A Árvore e Ciano). Por outro lado, a Emery focará no álbum The Weak’s End, enquanto a Mae tocará The Everglow. Em São Paulo, única cidade que receberá duas noites com o mesmo lineup, o Hateen fará dois sets diferentes, um com músicas em português, outro em inglês. Cada noite do festival também contará com bandas locais: Projeto Hare (Porto Alegre), Def (Rio de Janeiro), Boasorte (São Paulo, noite 1) e Morro Fuji (São Paulo, noite 2). Serviço – Polifonia Emo Vive 🎫 04/06 Porto Alegre @ Auditório Araújo ViannaTickets – Sympla/ festivalpolifonia.com.br 🎫 06/06 Rio de Janeiro @ Fundição ProgressoTickets – ingresse / festivalpolifonia.com.br 🎫 07/06 São Paulo @ AudioTickets – ingresse / festivalpolifonia.com.br 🎫 08/06 São Paulo @ AudioTickets – ingresse / festivalpolifonia.com.br

Lollapalooza Brasil 2025: ingressos digitais estão disponíveis para todos os compradores

Para oferecer mais segurança e praticidade aos fãs, o Lollapalooza Brasil 2025 terá, pela primeira vez, ingressos 100% digitais. Os tickets para a 12ª edição do festival já estão disponíveis na plataforma da Ticketmaster Brasil e já podem ser ativados. A ativação é indispensável para garantir o acesso ao evento. Depois de concluída, todos os ingressos — independentemente da categoria — ficam disponíveis para visualização no aplicativo “Quentro”, que deve ser apresentado na entrada do festival. Acesso ao Lollapalooza Brasil 2025 será realizado exclusivamente através do aplicativo Quentro Uma vez ativados, os ingressos ficarão armazenados no Quentro, que será a única forma de acesso ao festival. O aplicativo está disponível na AppStore e PlayStore e conta com alto nível de segurança, sendo anticópia, rastreável e compatível com a maioria dos smartphones presentes no mercado. Ao ativar o ingresso, será gerado um QR Code que, por medida de segurança, é constantemente e automaticamente atualizado. Devido a esta tecnologia, não serão aceitos prints de tela ou impressões. É recomendado que o fã realize o processo de ativação com antecedência e confira se adicionou todos os ingressos no Quentro. Chegando ao evento, basta abrir o app e selecionar o ingresso referente à data em questão. Para entrada no evento, o aplicativo não precisa de acesso à internet, só será necessário levar o celular com a bateria carregada. Confira o passo a passo para ativação dos ingressos Para ingressos de Lolla Lounge by Vivo e Lolla Comfort by Bradesco e Cielo, preencha seus dados e cadastre a biometria facial para liberar seu QR code de acesso. Para baixar o ingresso da Ticketmaster, é necessária conexão com a internet. Por isso, é recomendável ativar o ingresso assim que possível. Comprou ingresso para um amigo? É possível transferir o ingresso digital para o celular de quem vai usar. Se o comprador não for mais comparecer ao evento, ele poderá transferi-lo para outra pessoa, utilizando o recurso de Transferência no aplicativo Quentro, seguindo o processo abaixo. Pacotes de ingresso Lolla Double e Lolla Pass dão acesso a 2 ou 3 dias de evento a um mesmo titular e não podem ser transferidos separadamente. Ao transferir um pacote do tipo Lolla Double, os ingressos referentes aos dois dias de evento serão enviados para o mesmo destinatário. No caso de Lolla Pass, o acesso aos 3 dias de evento será destinado ao mesmo usuário. Durante os dias de evento, uma vez que esses usuários acessem o evento pela primeira vez, estes ingressos não poderão ser transferidos nos dias subsequentes para outra pessoa. Ingresso Digital garantirá acesso único ao festival. Cada ingresso digital permitirá um único acesso ao Lollapalooza Brasil 2025. Após o primeiro acesso, novas tentativas com o mesmo ingresso não serão autorizadas. Não serão aceitos prints de tela e/ou impressões. Apenas ingressos armazenados no aplicativo Quentro serão aceitos. Lollapalooza Brasil 2025 segue Cashless O festival continua sendo cashless, mesmo sem a pulseira. O New Cashless, é a nova solução de pagamento que permite pagamentos com cartão de crédito, débito e até mesmo por aproximação. Desta forma, o público solicita o produto, paga e já retira no mesmo local, sem precisar de fichas ou recargas e com muito menos filas. Quem preferir pagar com dinheiro poderá carregar um cartão em um dos Caixas Cashless espalhados pelo evento. Os ingressos digitais requerem alguns procedimentos prévios que podem demandar atenção dos compradores, mesmo assim, representam muito mais praticidade e segurança para todos os frequentadores do Lollapalooza Brasil.

Best of Blues and Rock anuncia Alice Cooper e Deep Purple; veja lineup

O festival Best of Blues and Rock 2025, que acontece nos dias 7, 8, 14 e 15 de junho, anunciou as atrações do segundo final de semana: Alice Cooper, Deep Purple, Judith Hill, Black Pantera, Hurricanes e Marcão Britto com Thiago Castanho, da banda Charlie Brown Jr. Nos primeiros dias (7 e 8), se apresentam Richard Ashcroft, Barão Vermelho, Paula Lima, Vitor Kley, Cachorro Grande e a Dave Matthews Band, que faz dois shows. A 12a edição do evento acontece na parte externa do Auditório do Ibirapuera, e os ingressos estão disponíveis no site da Eventim. LINEUP 7/6 (sábado)Dave Matthews Band, Richard Ashcroft, Vitor Kley e Cachorro Grande 8/6 (domingo)Dave Matthews Band, Richard Ashcroft, Vitor Kley e Cachorro Grande 14/6 (sábado)Alice Cooper, Black Pantera e Marcão Britto e Thiago Castanho – Charlie Brown Jr. 15/6 (domingo)Deep Purple, Judith Hill e Hurricanes Valores dos ingressos do Best of Blues and Rock 20257 e 8/6 – Segundo Lote – R$ 810,00 (inteira) 14 e 15/6 – Primeiro Lote – R$ 600,00 (inteira)

The Town revela São Paulo Square, palco para Jazz, com Jacob Collier no line-up

Stacey Ryan, Kamasi Washington, Snarky Puppy e Jacob Collier serão os headliners do São Paulo Square, palco do The Town com foco no jazz. Dia 6 No dia 6 de setembro a headliner Stacey Ryan, de apenas 24 anos, que tem o dom raro de transformar desilusões amorosas em belas e vibrantes baladas soul-pop, vai fechar a noite com uma apresentação que promete causar muita euforia na Cidade da Música. Pianista de Jazz com formação clássica, ela também toca guitarra, baixo, ukulele e trompete, possuindo uma habilidade inegável para contar histórias por meio das letras, melodias que percorrem caminhos inesperados e um senso singular de ritmo e estrutura musical, refletindo sua bagagem no Jazz. Conhecida como “queen of Jazztok”, Stacey é um fenômeno do TikTok, com mais de 1,5 milhão de seguidores na plataforma. No mesmo dia, o trombonista, compositor e produtor Joabe Reis também faz show no espaço. O artista lançou seu primeiro álbum em 2020, Crew in Church, aclamado pela crítica, com participação de Toninho Horta, Nelson Ayres e do trombonista nova-iorquino Elliot Mason. Joabe tem se destacado no cenário do Jazz nacional e possui um som altamente influenciado pelo Hip-Hop, Neo Soul, Funk e o Pop. Antes, Tony Gordon se apresenta ao lado da São Paulo Square Big Band. Tony tem uma trajetória artística marcada pelo comprometimento com a arte e com sua entrega emocional em cada performance. Versátil, o artista tem explorado diferentes estilos, sempre demonstrando sua habilidade de transitar entre gêneros musicais. Dia 7 No dia 7, é a vez do saxofonista de Jazz, compositor, produtor musical americano Kamasi Washington se apresentar. O cantor é uma estrela do Jazz moderno que surgiu na Los Angeles dos anos 2010 e tem entre seus trabalhos de destaque o The Epic Harmony of Difference, um EP originalmente encomendado para a Bienal de Whitney de 2017, e Heaven and Earth, ambos entre os mais aclamados deste século. Seu disco Dinner Party: Dessert recebeu a indicação de melhor álbum de R&B Progressivo no Grammy. Kamasi divide as performances do dia com a Orquestra Mundana Refugi, formada por vinte e dois músicos imigrantes, refugiados e brasileiros de dez nacionalidades, sob a direção musical de Carlinhos Antunes. O grupo apresenta um repertório repleto de diversidade musical que reflete as culturas de seus integrantes. Os instrumentos vão do kanun ao acordeom, passando pelo piano, Kemanche, cítara chinesa, bouzouki, alaúde, ronroco, derbak, djembe, doudouk e tantos outros. Já a cantora, compositora e multinstrumentista, Clariana, vai fazer um tributo a Amy Winehouse junto com a São Paulo Square Big Band. O projeto chamado “Amy Reggaehouse”, liderado pela artista, venceu o The Winehouse Awards 2020, uma premiação internacional apresentada por Amy Winehouse Family e Tropico Winehouse, na categoria “Melhor Tributo”. O projeto, que foi fundado e idealizado em Salvador, é considerado o melhor do mundo em homenagem à cantora britânica. Dia 12 No final de semana seguinte, no dia 12 de setembro, a banda americana Snarky Puppy vai ser a principal atração da noite. Exibindo uma ampla gama de influências, incluindo funk, rhythm & blues, hard rock, soul clássico, gospel moderno, new tech, fusion e Jazz, o Snarky Puppy não é exatamente uma banda de Jazz, nem de fusion e definitivamente não uma jam band. Seu mais recente álbum vencedor do Grammy, Empire Central, foi lançado em setembro de 2022. Com um som grandioso, ousado, relaxado e envolvente, o álbum foi enraizado em sua cultura nativa enquanto buscava novas direções. Antes, o saxofonista, compositor, arranjador e produtor musical, Leo Gandelman, se apresenta no espaço. O artista é um dos principais responsáveis pela difusão do gênero instrumental para o grande público, colaborando, desde os anos 1990, para popularizar o Jazz brasileiro e outros estilos, tanto no Brasil quanto no mundo. Já a São Paulo Square Big Band receberá duas lendas da Bossa Nova em um show que será emocionante. Com mais de oitenta anos de vida, sessenta dos quais dedicados à música brasileira, Alaíde Costa continua encantando todas as plateias para as quais continua a apresentar a sua arte, com voz delicada, afinação impecável e refinado gosto musical. Ao lado dela estará Claudette Soares, grande personagem da Bossa Nova e do Sambalanço, uma das mais respeitadas e tradicionais cantoras da música brasileira e um dos principais ícones da Bossa Nova. Sua discografia é considerada uma joia da música brasileira e teve boa uma parte dela reeditada em CD na Europa e no Japão. Dias 13 e 14 Nos dias 13 e 14 de setembro, o headliner Jacob Collier – cantor, compositor, multi-instrumentista e regente de coro de plateia premiado com o Grammy – subirá ao palco. Adorado pelo público e aclamado por músicos e críticos como um dos artistas mais inovadores dos tempos modernos, a abordagem de Collier, que transcende gêneros e é guiada pela comunidade, resultou em colaborações com músicos, orquestras e corais de todo o mundo, incluindo SZA, John Mayer, Oumou Sangare, Shawn Mendes, John Legend, Tori Kelly, Hamid El Kasri, Chris Martin e Ty Dolla $ign, entre outros. Sua discografia até o momento lhe rendeu sete prêmios Grammy e 15 indicações, fazendo de Collier o primeiro artista britânico a ganhar um Grammy por cada um de seus primeiros cinco álbuns. Notavelmente, na cerimônia de premiação deste ano, Collier apresentou uma versão de ‘Let The Good Times Roll’ de Quincy Jones ao lado da estrela country Lainey Wilson, como uma homenagem à falecida lenda da música. No dia 13 de setembro, Vanessa Moreno faz show antes da apresentação de Jacob Collier. Vencedora do Prêmio Profissionais da Música Brasileira em 2017 e 2018 na categoria ‘Cantora’, e em 2021 como ‘Cantora’ e também ‘Autora’, Vanessa se destaca como uma das maiores revelações musicais no Brasil. Vencedora do Prêmio Profissionais da Música Brasileira, Vanessa se destaca como uma das maiores revelações musicais no Brasil. Sua discografia inclui o álbum SOLAR (2023), indicado ao Latin Grammy 2023 na categoria “Melhor Engenharia de Gravação para Um Álbum”. Já Annalu e Ricardo Arantes farão um show emocionante com a São Paulo Square Big Band. Filha de cantores, Annalu foi criada em meio ao repertório das orquestras e bandas de baile de São Paulo, o que fez dela uma

Entrevista | Ezra Collective – “Os brasileiros dançam como se ninguém estivesse olhando”

Primeira banda de jazz a ganhar o Mercury Prize (concedido ao melhor disco do Reino Unido e Irlanda) por seu álbum de 2022, Where I’m Meant to Be, o quinteto londrino Ezra Collective estreou no Brasil, no último fim de semana, com um show impecável no Cine Joia, em São Paulo. Durante a passagem pela Capital, o baterista Femi Koleoso conversou com o Blog n’ Roll, via Zoom, e falou mais sobre o álbum mais recente, Dance, No One’s Watching, música brasileira, influências, entre outros assuntos. Leia mais abaixo. Formado por Femi Koleoso (bateria), TJ Koleoso (baixo), Joe Armon-Jones (teclados), Dylan Jones (trompete) e James Mollison (saxofone), o Ezra Collective tem expandido os limites do gênero desde sua formação em 2012. A mistura única com outros estilos, como afrobeat, hip-hop e reggae, chamou a atenção da cena musical do Reino Unido e agora está se espalhando por todo o mundo, transmutando as percepções do público sobre a música. * Qual é sua primeira impressão do Brasil?  Eu amo isso aqui. Já comi feijoada, tomei caipirinhas e sambei. Estou confortável, não demorou muito para conseguir isso, é um lugar especial. O Ezra Collective fez história ao ganhar o Mercury Prize com Where I’m Meant To Be. Como esse reconhecimento impactou a banda?  Não mudou a maneira como abordamos a música, nada mudou musicalmente. Foi uma noite muito bonita, uma experiência muito bonita, mas a missão continuou a mesma. Os prêmios são como um presente de Natal. Se eu ganhar um presente de Natal, direi obrigado, sou muito grato, mas isso não mudou minha vida, sabe? E foi mais ou menos assim, mas musicalmente não nos mudou em nada.  Nós escrevemos Dance No One’s Watching antes de ganharmos o Mercury Prize, então o álbum que veio depois, nós já tínhamos escrito antes de ganharmos o Mercury Prize.  Mas, definitivamente, mais pessoas estão cientes do nosso nome, nos reconhecem e essas coisas são muito positivas. Dance No One’s Watching foi descrito como uma documentação da jornada da banda ao redor do mundo. Como essa experiência internacional influenciou seu som?  Acho que foi tudo sobre diferenças e semelhanças. As pistas de dança parecem as mesmas quando são realmente boas, em qualquer lugar do mundo. Você sabe, as pistas de dança em São Paulo parecem pistas de dança em Lagos, parecem pistas de dança em Tóquio, quando é tudo sobre a dança. As pessoas fecham os olhos e apenas balançam e se movem e isso parece similar, mas então as diferenças são como a maneira que chegamos àquele lugar, e a música que você ouve, e o olhar das pessoas, e essas diferenças são preciosas. Então foram apenas essas viagens que realmente nos inspiram de uma forma grande. Como o Ezra Collective equilibra a fusão de jazz com afrobeat, hip-hop e reggae para criar um som tão autêntico?  Autêntico vem de reconhecer que você nunca soará como uma banda de afrobeat perfeita, você nunca soará como uma banda de samba, você nunca soará como um hip-hop perfeito, mas você pode definitivamente fazer um som que faça as pessoas saberem que você o ama, e é isso que o faz parecer autêntico.  Nós nunca estamos tentando ser outra coisa, mas nunca estamos tentando esconder o que amamos, e essa combinação o faz parecer inovador e autêntico. E então você só precisa se manter aberto, você precisa estar aberto todos os dias. Uso o Shazam toda vez que ouço algo que gosto, pego o nome, salvo, baixo ou compro, e estou sempre procurando por novas músicas. Este é um ótimo lugar para música, então estou encontrando o máximo que posso e deixando que isso me inspire. Há uma banda ou artista específico que influencia mais você?  Eu amo o Azymuth e Sergio Mendes. Amo como Sergio Mendes misturou jazz com samba, e essas são apenas algumas das pessoas que realmente amo, mas amo muita música brasileira.  O jazz moderno vem ganhando cada vez mais espaço fora do circuito tradicional de turnês musicais. Você sente que o Ezra Collective está ajudando a definir a percepção do gênero para as novas gerações?  Sim, porque quanto mais a inspiração viaja, mais pessoas vão começar a tocar, e isso só vai criar mais músicas que amo. Então isso é emocionante para mim, sabe? E o título Dance No One’s Watching sugere liberdade e entrega à música.  O que essa ideia significa para você, e como ela reflete na experiência de tocar junto?  Significa apenas que a vida é muito curta e preciosa para se importar com o que as pessoas pensam, e deixar que isso roube o momento. Então seja livre e se expresse. Mas a questão sobre o Brasil é que os brasileiros são especialistas nisso. Os brasileiros dançam como se ninguém estivesse olhando, então hoje à noite (dia do show) estou aqui para aprender a dançar como se ninguém estivesse olhando. Não estou aqui para ensinar ninguém, estou aqui para aprender. Estou ansioso para o público me ensinar como realmente festejar, sabe?  Você topa um jogo rápido? Nomeio alguns artistas e você os descreve em uma palavra ou frase. Jamie Cullum – Cara legal.  Norah Jones – Linda. Gilberto Gil – Icônico.  Bob Marley – Herói. Rihanna – Fofa Quais os três álbuns que tiveram a maior influência na sua carreira e por quê?  Teacher Don’t Teach Me Nonsense, de Fela Kuti, porque esse foi o álbum que me fez me apaixonar pelo Afrobeat. Voodoo, de D’Angelo, para mim, é meu som favorito de álbum. A maneira como flui de música para música influenciou como vejo o conceito do álbum.  Por fim, diria Catch a Fire, de Bob Marley, porque para mim, é uma aula magistral de contar uma história. Então, sim, esses seriam os três álbuns.

System Of A Down confirma terceira apresentação no Autódromo de Interlagos

Após esgotar dois shows no Allianz Parque, em São Paulo, o System Of A Down confirmou uma terceira data na Capital: dia 14 de maio, no Autódromo de Interlagos. As bandas AFI e Ego Kill Talent serão as responsáveis pela abertura. Os ingressos de pré-venda para a data extra estarão disponíveis no site da Eventim a partir de quarta-feira (12), às 10h. Já a venda geral ao público começa na quinta-feira (13), ao meio-dia. De volta para a América do Sul, a banda se apresenta também em: 24 de abril no Estádio El Campín em Bogotá, Colômbia; 27 de abril no Estádio Nacional em Lima, Peru; 30 de abril no Estádio Nacional em Santiago, Chile; 3 de maio no Estádio Vélez Sarsfield em Buenos Aires, Argentina; e no Brasil, em 6 de maio no Estádio Couto Pereira, em Curitiba; 8 de maio no Nilton Santos (Engenhão), no Rio de Janeiro; 10 e 11 de maio, no Allianz Parque, em São Paulo. Todos esses shows estão com ingressos esgotados. A última oportunidade de vê-los ao vivo será nesta nova data, dia 14 de maio, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. * SYSTEM OF A DOWN EM SÃO PAULO Data: 14 de maio Local: Autódromo de Interlagos – Av. Senador Teotônio Vilela, 261 – Cidade Dutra Horário de abertura da casa: 14h Classificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais. Setores e preços:Pista – R$ 297,50 (meia-entrada legal) | R$ 595,00 (inteira)Pacote Vip – R$ 2.197,50 (meia-entrada legal) | R$ 2.495,00 (inteira)

Gabriel Ventura anuncia novo disco com o single “Fogos”; ouça!

O guitarrista, compositor e produtor fluminense Gabriel Ventura apresenta Fogos, single de estreia de seu segundo álbum Pra Me Lembrar de Insistir, com lançamento pela Balaclava Records em abril deste ano. Seu novo trabalho flerta com uma MPB alternativa contemporânea e traz um lado menos experimental de Ventura em relação a seus trabalhos anteriores, como em sua antiga banda Ventre, levando a sonoridades mais leves e sutis. Como artista solo, Ventura já lançou o álbum Tarde (2022) e o EP Sessões de Tenor (2023). Fogos não é uma música explosiva. Ou pelo menos não naquele sentido clássico que poderíamos categorizar uma música. O que estoura aqui, é ternura, dentro de uma melodia que se entrelaça aos pingos cristalinos da harpa, ao violão reconfortante, à tessitura do baixo, pulsados numa bateria quase amorosa, que também nos faz querer ficar e voltar. O clipe, que chega junto com a faixa, se juntou à essa osmose, entregando essa viagem afetuosa no cotidiano, do varal, do quintal, das luzes, sombras e ângulos que por vezes deixamos de ver, e acabam aparecendo principalmente nos olhos talentosos e criativos da Isadora Boschiroli (Direção e Montagem), Raphael Barbanjo (Fotografia) e Alexandre Rozemberg (Produção e assistência). O vídeo é uma realização da produtora Filmes Possíveis. “A música vem também da vontade de me aprofundar em um dos grandes baluartes da música brasileira: o violão, que por si só, já dá uma outra energia reconfortante e conhecida, como reencontrar um velho amigo. E também conta com as colaborações belíssimas da Aricia Ferigato na harpa e Yuri Pimentel no baixo acústico, além de Patrick Laplan na bateria, percussões e produção da faixa comigo”, pontua Ventura.

Festival 5 Bandas anuncia nova edição com Adorável Clichê

Depois de uma edição com lotação esgotada duas semanas antes de acontecer, o Festival 5 Bandas anuncia nova edição no dia 26 de abril, na Casa Rockambole, em São Paulo. Criado de um quadro de Alexandre Giglio no Minuto Indie, seu canal de YouTube, ele continua destacando o que há de melhor na cena contemporânea musical. A banda catarinense Adorável Clichê apresenta o seu mais recente trabalho, sonhos que nunca morrem, lançado no final do ano passado pela Balaclava Records e que foi eleito um dos melhores discos do ano segundo a APCA (Associação Paulista dos Críticos de Arte). O segundo álbum de carreira da banda fala sobre conflitos do início da vida adulta e a busca da própria essência, passeando entre emoções e questões existenciais. “Foi muito instintivo pensar no Adorável Clichê para o line-up desta edição. Somos fãs da banda desde o primeiro álbum O Que Existe Dentro de Mim e agora com o novo disco, um dos nossos favoritos de 2024, foi inevitável escalarmos a banda. Eles ressoam muito bem com o público do Minuto Indie e apostamos que será assim também quando o público assistir à esta catarse ao vivo no Festival 5 Bandas”, conta Alexandre Giglio. Os ingressos para o Festival 5 Bandas já estão disponíveis para venda online e em breve o festival anuncia novas atrações. * Serviço – Festival 5 Bandas Com Adorável Clichê e + 26 de abril – sábado Casa Rockambole (Rua Belmiro Braga, 119 – Pinheiros) Preço: R$ 140 e R$ 70 (meia solidária mediante apresentação de 1 kg de alimenta não-perecível) Ingressos