Florence + The Machine apresenta mais um single de seu novo álbum; ouça “One Of The Greats”

Florence + the Machine apresentou a música One Of The Greats, retirada do sexto álbum de estúdio de Florence Welch, Everybody Scream. O novo álbum será lançado em 31 de outubro, mas já está disponível para pré-venda na UMusic Store. “Eu não sei muito bem como me explicar com essa faixa; foi meio que um poema longo sobre o custo da grandeza. Quem decide o que é isso? Por que eu sequer quero isso? Por que nunca estou satisfeita? Sinto que morro um pouco toda vez que faço um disco — e, de certa forma, quase morri literalmente na última turnê. Ainda assim, sempre me desenterro para tentar de novo, sempre tentando agradar aquela única pessoa que não gosta, ou finalmente sentir que fiz algo perfeito e que posso descansar…”, comentou Florence em comunicado enviado à imprensa. One Of The Greats sucede a faixa-título Everybody Scream, lançada no mês passado com um clipe dirigido por Autumn de Wilde, que recebeu aclamação imediata.
5 Seconds of Summer está de volta com o single NOT OK

A banda australiana 5 Seconds of Summer retorna com seu primeiro single em três anos, NOT OK. A faixa não apenas marca o primeiro lançamento desde 2022, como também inaugura a estreia do grupo sob o novo contrato com a Republic Records. A versão física do lançamento já está disponível para pré-venda na UMusic Store. O quarteto, Luke Hemmings [vocais, guitarra], Michael Clifford [vocais, guitarra], Calum Hood [vocais, baixo] e Ashton Irwin [vocais, bateria], elevou ousadamente seu som a outro patamar com NOT OK. Fazendo referência a nomes como The Prodigy e N.E.R.D., a batida energética e vibrante da faixa é capaz de incendiar tanto a pista de uma rave underground quanto os palcos de festivais ao redor do mundo. Sobre a música, Luke comentou: “Ela tem a energia antiga do 5 Seconds of Summer, mas é diferente — e isso é exatamente a proposta dessa nova fase. Liricamente, fala sobre liberar o seu lado mais sombrio e abraçá-lo. A música também é uma referência à própria banda. Nós despertamos esses lados uns nos outros”.
Rolling Stones anuncia relançamento do clássico álbum “Black And Blue”

Quase cinco décadas após seu lançamento original, o Rolling Stones vai celebrar seu inovador álbum Black and Blue, de 1976, com uma edição definitiva Super Deluxe Box Set, que chega mundialmente em 14 de novembro de 2025 pela Universal Music. Lançado originalmente em abril de 1976, Black and Blue marcou um novo e ousado capítulo para a banda e agora retorna em uma belíssima versão remixada e expandida em múltiplos formatos. O projeto estará disponível como box set de vinil 5LP e box set de 4CD. Ambas as edições incluem um disco Blu-ray, um livro capa dura de 100 páginas e um pôster réplica da turnê. Uma edição limitada de 5LP em vinil marmorizado preto e azul que também estará disponível online, junto de versões mais compactas em formatos de 2 discos e 1 disco, tanto em vinil quanto em CD. Além disso, será lançado um vinil zoetrope de edição limitada (1LP), já disponível para pré-venda na UMusic Store. Black and Blue é o 13º álbum de estúdio dos Stones, o primeiro após a saída do ex-guitarrista Mick Taylor, que acabou sendo substituído por Ronnie Wood. As sessões de gravação ficaram famosas por funcionarem como “audições”, contando com contribuições de grandes guitarristas como Harvey Mandel, Wayne Perkins, Jeff Beck e Robert A. Johnson. No fim, livre dos compromissos com a banda The Faces, Ronnie Wood se juntou a Mick Jagger, Keith Richards, Charlie Watts e Bill Wyman como um autêntico Rolling Stone, aparecendo em três faixas. Logo depois, Ronnie assinou oficialmente com a banda para a turnê nos EUA, iniciando sua jornada de cinco décadas no grupo, com múltiplos álbuns de estúdio e ao vivo, além de dezenas de turnês mundiais históricas. Em uma nova entrevista incluída no box set, Ronnie relembra sua entrada na banda, em 1976, com as palavras: “Naquele momento, era ali aqui que eu deveria estar”. Musicalmente, Black and Blue mostrou o espírito aventureiro dos Rolling Stones ao misturar reggae, funk e soul ao seu característico rock. O disco trouxe em seu repertório a provocante Hot Stuff, a enérgica Hand of Fate, a emocionante balada e single de sucesso Fool to Cry, a favorita dos fãs Memory Motel, além de Melody, que contou com os talentos de Billy Preston, um colaborador essencial em todo o álbum. “Black and Blue” foi o segundo disco autoproduzido, creditado aos “The Glimmer Twins”, pseudônimo usado por Jagger e Richards como produtores. No lançamento, alcançou o primeiro lugar na parada de álbuns dos EUA, permanecendo por quatro semanas consecutivas e conquistando status imediato de Platina, enquanto no Reino Unido chegou ao 2º lugar em maio de 1976. O relançamento de Black and Blue em 2025 inclui um disco com seis faixas inéditas, entre elas I Love Ladies, uma composição de Jagger/Richards, além de uma vibrante versão de Shame, Shame, Shame, de Shirley & Company – já disponível para ouvir aqui . Também estão incluídas quatro incríveis jams instrumentais, gravadas em 1975 com participação dos guitarristas convidados. Para acompanhar o relançamento, um novo videoclipe de Shame, Shame, Shame. Dirigido pela renomada cineasta holandesa Camille Boumans, o vídeo é uma colagem da história e da atitude dos Stones, mesclando fotos raras de arquivo com animações desenhadas à mão e um toque contemporâneo. Conhecida por seus trabalhos premiados com marcas globais e por seu estilo que une o clássico ao moderno, Boumans traz uma energia renovada ao legado dos Stones. Outro destaque imperdível para os fãs é a gravação completa de um show ao vivo da celebrada residência de seis noites da banda no Earls Court Exhibition Centre, em Londres, onde foram acompanhados no palco por Ian Stewart, Billy Preston e Ollie Brown – todos eles também presentes no álbum de estúdio. O disco Blu-ray que acompanha a edição traz ainda a transmissão de TV inédita do show dos Stones em 1976, no Les Abattoirs, em Paris, além de mixagens em Dolby Atmos surround sound tanto do álbum de estúdio quanto do show no Earls Court. Todo o conteúdo de áudio também estará disponível em estéreo de alta resolução. Para completar o Super Deluxe Box Set, há um livro capa dura de 100 páginas com um ensaio inédito escrito pelo especialista em Stones Paul Sexton, fotografias exclusivas das sessões do álbum e da turnê, além de um pôster réplica do show de Paris, em 1976. Formatos disponíveis: TRACKLIST COMPLETA + CRÉDITOS ABAIXO 1CD – STEVEN WILSON REMIX 2025 1. Hot Stuff 2. Hand Of Fate 3. Cherry Oh Baby 4. Memory Motel 5. Hey Negrita 6. Melody 7. Fool To Cry 8. Crazy Mama 1LP – STEVEN WILSON REMIX 2025 Side A 1. Hot Stuff 2. Hand Of Fate 3. Cherry Oh Baby 4. Memory Motel Side B 5. Hey Negrita 6. Melody 7. Fool To Cry 8. Crazy Mama 2CD Disc 1: Steven Wilson Remix 2025 1. Hot Stuff 2. Hand Of Fate 3. Cherry Oh Baby 4. Memory Motel 5. Hey Negrita (Inspiration by Ron Wood) 6. Melody (Inspiration by Billy Preston) 7. Fool To Cry 8. Crazy Mama Disc 2: Outtakes and Jams 1. I Love Ladies 2. Shame, Shame, Shame 3. Chuck Berry Style Jam (With Harvey Mandel) 4. Blues Jam (With Jeff Beck) 5. Rotterdam Jam (With Jeff Beck & Robert A. Johnson) 6. Freeway Jam (With Jeff Beck) 2LP Disc 1: Steven Wilson Remix 2025 Side A 1. Hot Stuff 2. Hand Of Fate 3. Cherry Oh Baby 4. Memory Motel Side B 5. Hey Negrita (Inspiration by Ron Wood) 6. Melody (Inspiration by Billy Preston) 7. Fool To Cry 8. Crazy Mama Disc 2: Outtakes and Jams Side A 1. I Love Ladies 2. Shame, Shame, Shame 3. Chuck Berry Style Jam (With Harvey Mandel) Side B 4. Blues Jam (With Jeff Beck) 5. Rotterdam Jam (With Jeff Beck & Robert A. Johnson) 6. Freeway Jam (With Jeff Beck) SUPER DELUXE 4CD + BLU RAY Disc 1: Steven Wilson Remix 2025 1. Hot Stuff 2. Hand Of Fate 3. Cherry Oh Baby 4. Memory Motel 5. Hey Negrita (Inspiration by Ron Wood) 6. Melody (Inspiration by Billy Preston) 7. Fool To Cry 8. Crazy Mama Disc 2: Outtakes and Jams 1. I Love Ladies 2. Shame, Shame, Shame 3. Chuck Berry Style Jam (With Harvey Mandel) 4. Blues Jam (With Jeff Beck) 5. Rotterdam Jam (With Jeff Beck & Robert A. Johnson) 6. Freeway Jam (With Jeff Beck) Disc 3: Live at Earls Court 1976 1. Honky Tonk Women 2. If You Can’t Rock Me/Get Off My Cloud 3. Hand Of Fate 4. Hey Negrita
Avenged Sevenfold adia shows no Brasil; entenda o motivo

Os shows do Avenged Sevenfold no Brasil foram adiados. As apresentações aconteceriam em São Paulo e Curitiba no dias 2 e 4 de outubro, respectivamente. O vocalista Matthew Shadow compartilhou um vídeo explicando o motivo do adiamento e sinalizou que as apresentações devem ocorrer entre janeiro e fevereiro. Os ingressos continuam valendo para os shows que serão remarcados. Confira abaixo a íntegra da explicação de M Shadow sobre o adiamento dos shows do Avenged Sevenfold. “E aí, pessoal, tudo bem? Tenho uma notícia desanimadora: vamos ter que adiar a turnê pela América Latina. Tive um problema com a minha voz depois do Louder Than Life. Acabei ficando um pouco doente e achei que a garganta estava ruim por causa disso. Quando cheguei na Argentina, pensei que fosse por conta da viagem e da correria. Na segunda e na terça, dormi bastante, mas não senti nenhuma melhora, então adiamos Buenos Aires. No dia seguinte, dormi bastante, acordei e percebi que ainda não estava melhorando. Procurei um ótimo médico aqui na Argentina, fiz um exame na garganta e descobri que tenho um hematoma na prega vocal esquerda. É a mesma lesão que eu tive em 2017. Só que, naquela época, decidi continuar cantando, tomei um monte de remédios e isso acabou resultando em cirurgia. Então, basicamente, se eu parar agora, vou precisar de algumas semanas de repouso vocal e depois alguns meses de reabilitação. Assim, conseguiremos remarcar essas datas para vocês. Preciso tomar a decisão responsável aqui e interromper tudo. Essa vai ser a última vez que falo por algumas semanas. Parte meu coração ter que fazer isso, mas vamos conseguir reagendar os shows para Janeiro. Peço desculpas a todos que já tinham feito planos e gasto dinheiro. Espero que esse aviso ainda seja cedo o suficiente para que vocês consigam se organizar e ajustar tudo para as novas datas em Janeiro. Peço desculpas também às bandas; todas já vieram até aqui, nossa equipe já está toda aqui, os equipamentos também, tem muita coisa envolvida nisso. Mas eu preciso tomar a decisão responsável e simplesmente não consigo cantar desse jeito. Não quero passar por outra cirurgia. Então, vamos pelo caminho mais sensato agora: parar por alguns meses. Lamento muito que isso tenha acontecido. É uma droga. Mal posso esperar para ver vocês em Janeiro. Perdão! Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Avenged Sevenfold (@avengedsevenfold)
André Rossi lança o single “Foda-se” e reflete sobre os desafios do rock independente

O rock nacional ganha um novo grito de liberdade com o lançamento de “Foda-se”, single de André Rossi que chegou nesta sexta-feira (26) em todas as plataformas digitais pelo selo Base Company. A faixa vem acompanhada de videoclipe dirigido por Lucca Mendonça e pelo próprio artista, gravado na BASE.CO, em São Paulo. Com apenas 25 anos, Rossi já é apontado como uma das novas apostas do gênero no Brasil. Nascido em Muzambinho, no interior de Minas Gerais, ele se mudou para São Paulo em busca de expandir horizontes e transformar em realidade o sonho de viver da música. “Eu sentia que já tinha explorado tudo na minha região, os mesmos bares, as mesmas pessoas. Vim para São Paulo porque aqui eu encontrei uma galera que me entende mais e porque o centro cultural do rock e do skate está aqui”, conta em entrevista ao Blog N’ Roll. O novo single é um manifesto contra pressões externas e julgamentos. “O refrão já diz: ‘Foda-se a sua intenção, me entrego de alma e coração’. É sobre se entregar pro teu sonho, não se prender a opiniões e não viver refém da validação dos outros. É um grito de liberdade”, explica o cantor. Com sonoridade explosiva que remete ao pop punk dos anos 2000, a música carrega influências de Blink-182, Sum 41 e Offspring. Desafios de um artista independente Apesar da energia da novidade, a caminhada de um artista independente não é simples. Rossi lembra que, mesmo com as plataformas digitais, a sustentabilidade da carreira exige criatividade e resiliência. “Hoje em dia o Spotify não banca a carreira do artista independente. O YouTube não banca a carreira do artista independente. E malemar as casas de show conseguem pagar. O maior desafio é o financeiro”, desabafa. A saída foi se reinventar. Antes de consolidar seu espaço na cena musical, o cantor trabalhou em produção de festivais como Lollapalooza e The Town, além de ter se formado em Publicidade e Propaganda para se manter em São Paulo. “Eu fazia trabalhos de design, de produção, tudo pra conseguir sustentar o sonho”, relembra. Ainda assim, Rossi acredita que as redes sociais abriram novas possibilidades. “Hoje a gente tem muito as redes a nosso favor. Mostrar a visão, as ideologias, é um caminho pra se conectar com o público. Mas como objetivo maior, acho que é abrir pra uma banda grande e depois ser headliner de um festival foda. Esse é o sonho”, afirma. Caminho para o primeiro álbum “Foda-se” é apenas o começo do próximo capítulo da trajetória de André Rossi. O cantor prepara o disco “Errado é Não Correr o Risco”, que trará 11 faixas inéditas. “O álbum fala sobre a minha luta de ter saído do interior e corrido atrás do meu sonho. Errado seria não tentar. É um trabalho que mistura pop punk, ska, hardcore, surf music, tudo que consumi na vida inteira. É um disco de rock no sentido mais amplo”, adianta. Animado com a nova fase, Rossi resume seu momento em uma frase: “Quero que a galera se sinta representada nesse grito de liberdade. Porque, no fim das contas, errar seria não correr o risco”.
End of Pipe prega união e resistência no EP Silence Equals Death

Em meio à turnê europeia em 2022, a frase Silence Equals Death (em português, silêncio é igual à morte) estampada na parede de um squat na cidade de Budapeste (Hungria) foi a faísca para a banda de punk/hardcore melódico catarinense End of Pipe pensar e compor o registro que agora é materializado em um EP com o mesmo peso de resistência, lançado no streaming via Repetente Records. Silence Equals Death é tanto o nome do EP quanto do último single, uma faixa que mistura influências de Strung Out com outras referências da cena californiana. A música mescla versos rápidos, um refrão mais cadenciado e partes mais pesadas e enérgicas, como a parte final da música. “A música é um alerta para nos mantermos unidos e lutar por algo verdadeiro em tempos difíceis. Nos calarmos pode nos levar à morte, no sentido de gerar arrependimentos pela falta de ação”, destaca a End of Pipe, uma banda que nasceu em 2006 na cidade de Florianópolis (Santa Catarina). O lançamento de Silence Equals Death celebra a bem sucedida parceria com a Repetente Records, selo de dois músicos do CPM 22, Badauí e Phil Fargnoli junto ao diretor artístico Rick Lion, que promoveu também os singles anteriores que formam este EP. Agora é hora de pegar a estrada, dentro e fora do Brasil. O EP ainda marcou a volta da banda com a formação em quarteto. “Nos próximos meses, a banda vai fazer shows em Santa Catarina e em outros estados. Algumas datas já estão confirmadas, como em Florianópolis e Balneário Camboriú, e outras estão sendo negociadas para São Paulo”, eles revelam. End of Pipe é Uirá Medeiros (guitarra e voz), Gabriel Jardim, Gabito (guitarra), Rafael Censi (baixo) e Victor Berretta (bateria)
Banda 808 Punks lança EP produzido por Edu K; ouça “Bater Cabeça e Rebolar”

A banda carioca 808 Punks lançou nesta sexta-feira (26) o EP Bater Cabeça e Rebolar, com seis faixas produzidas por Edu K, vocalista do DeFalla. Criada em 2020, pelo músico e produtor André Paumgartten, a 808 Punks nasceu como um caldeirão sonoro que mistura punk rock e metal industrial com os graves pesados da TR-808 – símbolo do funk carioca, do trap e da música eletrônica. A fusão traduz a essência da banda: guitarras distorcidas com batida de baile e rebeldia com grave de paredão. Assinado pela Bonde Music, o EP Bater Cabeça e Rebolar é o primeiro da banda formada por André Paumgartten (voz e theremin), Glenda Maldita (voz), Prixxx (voz), Xande Farias (guitarra), Formigão (baixo) e Robson Riva (bateria). “Quando chamei o Formigão do Planet Hemp pra banda, falei pra ele que queria fazer uma mistura de Ministry e Motörhead tocando no baile funk da Mangueira”, revela Paumgartten. Para divulgar o EP, o 808 Punks escolheu a faixa-título Bater Cabeça e Rebolar, que conta com a participação de Edu K e versa sobre as dificuldades cotidianas. “Pegar ônibus, aturar patrão, ralar demais, situações conhecidas como parte da opressão estrutural, mas que encontram resposta através da música, da dança e da ocupação dos espaços nos finais de semana”, diz o vocalista. “O gesto de ‘bater cabeça’ e o ato de ‘rebolar’ tornam-se rituais de libertação: uma catarse que transforma dor em potência, cansaço em celebração, submissão em insurgência com a cara do subúrbio carioca de quem não tem preconceito algum de estilos”. Além da música que dá nome ao EP, fazem parte do disco as faixas Respeita as Minas, Levanta o Moicano, Maldita TPM, Show de Porrada e Geral com a Mão pro Alto.
Day Limns convida Kawe para “Saur”, manifesto artístico em lançamento duplo

Em um movimento que celebra o passado para pavimentar o futuro, a cantora Day Limns se une a Kawe para o lançamento de Saur, um single duplo composto pelas faixas Ruas Que Eu Andei e Frenesi. O projeto marca a celebração de um ciclo de sete anos na carreira de Day e o início de uma nova fase. Saur, a palavra “ruas” ao contrário, simboliza um olhar para a própria trajetória sob uma nova perspectiva, mostrando uma artista mais aberta a experimentar, a se colocar em novos caminhos e a se reconectar com sua essência de forma mais madura e potente. Produzido por Los Brasileros, o single duplo une a visceralidade do pop urbano e do R&B com a força do rap e do trap, refletindo a dualidade que sempre marcou a carreira de Day. Agora, no entanto, essa fusão sonora vem carregada de um novo significado: o de uma artista que se reinventa e encontra novas formas de existir em sua própria música. “Eu, na verdade, sinto que me servi muito artisticamente experimentando e deixando a música ser guiada pelos meus sentimentos nos últimos anos. Hoje, me sinto me reconectando com o pop urbano que me introduziu na indústria, me reencontrando com essa essência, mas agora com os dois pés no chão, com presença. Me sinto estreando de novo, só que em outra fase”, revela Day Limns. Este novo momento artístico é fruto de um profundo processo de autoavaliação e aceitação. “Meu momento é de estar fazendo as pazes com minhas vivências, reivindicando conquistas e olhando com mais leveza e com mais gentileza os ‘fracassos’. E isso reflete na música”, complementa a artista. Ouça Saur, de Day Limns, abaixo
Fundador do Ponto de Equilíbrio forma trio Mandinga Beat e libera álbum de estreia

Após marcar a história do reggae nacional como fundador, guitarrista e compositor de sucessos do Ponto de Equilíbrio, André Sampaio apresenta agora sua nova criação: a banda Mandinga Beat. Formado ao lado da cantora Victória dos Santos e do produtor Joss Dee, o trio estreia com o lançamento do álbum completo Mandinga Beat Novo, disponível em todas as plataformas de música. O carro-chefe do trabalho é o single Kafofo, que chega acompanhado de clipe e sintetiza a identidade sonora do trio. O álbum reúne 11 faixas inéditas e inaugura a estética batizada pelo grupo de afrofusion, que mistura afro house e ijexá. Kafofo traduz esse conceito em uma atmosfera ao mesmo tempo íntima e dançante. Produzida por André Sampaio e Joss Dee, com participação internacional de Melo-T (Zimbabwe), a faixa tem letra de Victória dos Santos, que resgata termos de origem bantu em uma declaração de amor. “Eu compus a letra como quem entrega o coração para alguém. Quis retratar o afeto e a cumplicidade, criando um lugar seguro para o amor preto”, revela a cantora. “Queríamos uma arquitetura musical que abraçasse, que fosse trilha tanto para a pista quanto para encontros pessoais, misturando a batida eletrônica ao calor dos instrumentos”, complementa André. Além do conteúdo musical, o álbum se desdobra em um projeto visual: cada uma das 11 faixas terá um visualizer próprio, com direção artística de Bê Leite e fotografia de Dani Dacorso. Para potencializar a imersão, Mandinga Beat Novo foi mixado e masterizado em Dolby Atmos por Thiago Jahbass (Blessed Records). “A mixagem em Atmos não é apenas técnica, é parte da arte. Queremos que o ouvinte esteja dentro da nossa mandinga”, define o trio. O disco ainda traz participações de Dandy BJ (Benin), Iara Rennó (Brasil) e Lenna Bahule (Moçambique), reforçando a proposta transcontinental do projeto. Para o Mandinga Beat, o álbum é um manifesto artístico que conecta Brasil e África em uma perspectiva contemporânea e futurista. “Pensamos em Mandinga Beat Novo como um portal, uma viagem sonora que conecta o Brasil, a África e suas diásporas,” define a banda. Show em São Paulo O grupo apresenta algumas novidades do novo álbum neste domingo (28), no Festival Bike Música – iniciativa gratuita que transforma energia do corpo em energia para a arte e ocupa espaços emblemáticos da capital com shows de artistas independentes, todos alimentados por bicicletas geradoras de energia limpa – no palco do Novo Anhangabaú, em São Paulo. A apresentação é aberta ao público e acontece a partir das 17h.