HBO Max anuncia Romário, o Cara, série documental sobre o jogador brasileiro

A HBO Max anunciou a produção de Romário, o Cara, sobre um dos maiores jogadores e um dos personagens mais polêmicos da história do futebol brasileiro. Com seis episódios, a série documental guia o espectador pela jornada deste grande herói em busca do tetracampeonato na Copa do Mundo de 1994 e apresenta ao público a maior série sobre um jogador de futebol já produzida até hoje, com gravações realizadas em nove países. Mais do que futebol, a produção – que já está sendo gravada – vai focar no arco dramático humano de Romário durante esse período. Para isso, serão utilizadas entrevistas com personalidades do esporte que permeiam os episódios. Entre os entrevistados: Carlos Alberto Parreira, Bebeto, Roberto Baggio, Pep Guardiola, Neymar, além de outras personalidades que marcaram a história do futebol, e Mônica Santoro, a ex-esposa de Romário. Com muitas emoções e dramas, a história principal de Romário, o Cara começa em 1992, quando o jogador entra em conflito com a comissão técnica da Seleção Brasileira, por não aceitar ficar na reserva, e fica relegado de convocações importantes seguintes. E segue até julho de 1994, indo desde o seu retorno épico à Seleção nas Eliminatórias, até o Olimpo com a conquista da Copa do Mundo e a eleição como melhor jogador do mundo. A partir da trama principal, vários momentos, segredos, polêmicas e parcerias da carreira do artilheiro dos 1000 gols vão sendo reveladas. Além disso, a série vai mostrar imagens inéditas das passagens pelo PSV e Barcelona e, também, os bastidores de conflitos e dramas pessoais como o sequestro de seu pai, às vésperas do Mundial de 1994. “Romário é um jogador reconhecido internacionalmente por suas habilidades e especificamente no Brasil é tido como o herói da Copa do Mundo de 1994, garantindo ao Brasil uma conquista inédita. A HBO Max é a casa dos conteúdos icônicos, então nada mais natural para nós do que contar a história desse personagem icônico e histórico para o esporte brasileiro e mundial”, comenta Tomás Yankelevich, Chief Content Officer, GE, da WarnerMedia Latin America. A produção pretende entregar ao espectador um aprofundamento em assuntos importantes sobre a vida de Romário em um nível de acesso que o jogador jamais consentiu. A série tem lançamento previsto para o primeiro semestre de 2022, exclusivamente na HBO Max.

História do rock em Praia Grande é contada em documentário

Fãs da cena rock da Baixada Santista, e em especial da Praia Grande, terão a oportunidade única de assistir, no cinema, um documentário sobre as histórias e bandas locais nesta terça-feira (14). Da farofa ao Rock and Roll – A história visceral do Rock em Praia Grande cobre histórias das décadas de 1970, 1980, 1990, 2000, 2010 e a década atual, tentando também fazer uma previsão de como será a cena de rock local no futuro. Entre as vertentes do gênero abordadas no filme, estão o metal, classic rock, punk rock, rock alternativo e pop rock. A produção foi feita pela banda Cidadão Blindado, que já é tradicional de Praia Grande. Mike Vitor, guitarrista da banda e idealizador do documentário, conta que a banda iniciou este trabalho entrevistando amigos conquistados em seus 20 anos de estrada. “Foram entrevistados diversos personagens da cena do rock de Praia Grande – artistas, donos de bares, de lojas de instrumentos, produtores musicais, entre outros”. Ao todo, foram captadas mais de 20 horas de entrevista, que resultaram no documentário de duas horas. Mike adianta que, posteriormente, a banda irá lançar na internet um curta-metragem que conta a história da banda Cidadão Blindado. “Registrar o passado, celebrar o presente e imaginar o futuro do rock em nossa cidade são as nossas motivações”. Mike Vitor, guitarrista da banda Coração Blindado e idealizador do documentário O objetivo do documentário, conta Mike, é registrar e trazer mais visibilidade à cena de Praia Grande, que como ele conta, é muito rica. “Muitas vezes, os fatos estão ocorrendo do nosso lado e não nos damos conta disso. Praia Grande teve um crescimento exponencial em todos os sentidos nos últimos 50 anos, e com o rock não foi diferente. Registrar o passado, celebrar o presente e imaginar o futuro do rock em nossa cidade são as nossas motivações”, diz. Praia Grande tem, de fato, história no rock, com nomes de destaque pelo Brasil que tem raízes na cidade. “O Vulcano, uma das bandas mais tradicionais do metal brasileiro teve diversos integrantes de Praia Grande em suas primeiras formações. Temos na cidade músicos que participaram de eventos em rede nacional de televisão, como o Ton Cremon. O Maurício Nogueira, guitarrista de várias bandas renomadas do rock brasileiro, como Matanza e o Krisiun. Ele já foi eleito um dos maiores guitarristas do Brasil e e que já tocou nos maiores festivais de rock do mundo, como o Rock in Rio”, descreve o guitarrista. A sessão do documentário é única, e os ingressos podem ser adquiridos através do link. A transmissão será feita às 20h, no Cinesystem de Praia Grande, e não há previsão para novas sessões. Posteriormente, o documentário será disponibilizado em outras plataformas, ainda sem data ou plataforma definida.

Surra lança documentário sobre gravação de single em 11h

O power trio santista Surra transmitiu ao vivo diretamente do Estúdio Family Mob, no começo de novembro, através do YouTube e da Twitch toda a saga de composição, gravação, e o lançamento de um single inédito, Um Gole de Ácido, com arte inédita e camiseta disponibilizada na loja oficial. Com mais de 11 horas de live, o público pôde interagir com os integrantes da banda enquanto todo o trabalho era feito. Aliás, além do single em si, toda essa aventura resultou em um documentário, que procurou registrar toda a correria e o desespero dessa experiência. Por fim, podemos dizer que é um trabalho que vai fundo na intimidada de banda, equipe e fãs.

The Beatles: Get Back chegou ao Disney+; confira linha do tempo

Entre hoje (25) e sábado (27), o Disney+ exibe exclusivamente o documentário The Beatles: Get Back. Criada inteiramente a partir de filmagens restauradas nunca antes vistas, a produção proporciona um olhar íntimo do processo criativo e do relacionamento entre John, Paul, George e Ringo. Dirigido pelo cineasta Peter Jackson, The Beatles: Get Back leva o público de volta no tempo para as sessões da gravação da banda em janeiro de 1969, que se tornou um momento crucial na história da música. A série documental mostra o processo criativo dos Beatles, enquanto eles tentam escrever 14 novas músicas em preparação para seu primeiro show ao vivo em mais de dois anos. Diante de um prazo quase impossível, os fortes laços de amizade compartilhados por John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr são colocados à prova. Para entender exatamente em qual período se passa o documentário, confira abaixo uma linha do tempo com as principais informações da banda: 1956 – 1958 Em 1956, John Lennon conhece Paul MacCartney e convida para se juntar a sua banda: The Quarrymen. Alguns anos depois, Paul apresenta George Harrison a John Lennon que também se une a banda. 1961 – 1962 Após uma série de nomes, Paul, George e John decidem que a banda chamará The Beatles e o produtor da época George Martin, junto com John e Paul, convidam o famoso baterista Ringo Star para se juntar à banda. 1963 O disco de estreia, intitulado como Please Please Me, é lançado. No mesmo ano, a banda lançou também o disco With The Beatles. 1964 – 1965 Em 1964, os Beatles gravam seu primeiro filme A Hard Day’s Night e lançam o disco de mesmo nome. No final do ano, o disco Beatles For Sale é lançado. Um ano depois, em 1965, lançam o filme Help e também um álbum com o mesmo nome, além do álbum Rubber Soul. 1966 – 1967 Após o lançamento do álbum Revolver em 1966, a banda lança em 1967 o famoso álbum Sgt Peppers Lonely Hearts Club Band e o álbum Magical Mystery Tour, com o lançamento de um filme do mesmo nome. 1968 Em 1968, The Beatles lança o disco White Album e o seu primeiro filme em desenho animado: Yellow Submarine. 1969 (Momento de The Beatles: Get Back) Em 1969, a banda lançou o álbum Abbey Road, tendo a capa com uma das imagens mais históricas e conhecidas do mundo: a famosa foto dos Beatles atravessando a rua Abbey, em Londres. Neste ano foi quando também aconteceram as gravações mostradas na série exclusiva Disney+ The Beatles: Get Back, que mostram o processo criativo do álbum Get Back e a última apresentação ao vivo da banda, que não foi agendada, muito menos promovida e aconteceu no alto do prédio da Apple Records, em Savile Row. Além de The Beatles: Get Back apresentar o último show ao vivo sem interrupções pela primeira vez na história, a série documental é compilada a partir de quase 60 horas de filmagens nunca vistas gravadas ao longo de 21 dias, dirigidas por Michael Lindsay-Hogg em 1969, e de mais de 150 horas de áudio nunca ouvidos, a maioria do qual estava trancada em um cofre por mais de meio século. Jackson é a única pessoa em 50 anos a ter acesso a este abundante tesouro dos Beatles, que agora foi restaurado brilhantemente. O que surge é um retrato incrível dos Beatles, mostrando como, mesmo encurralados com um curto prazo, eles ainda podiam contar com a amizade, bom humor e criatividade.

Cinemark terá sessões do filme Andre Matos – Maestro do Rock

Dia Estadual do Heavy Metal

O primeiro filme do documentário Andre Matos – Maestro do Rock será exibido pela Rede Cinemark nesta terça-feira (26), nas cidades de São Paulo, no Cinemark Shopping Santa Cruz, às 20h15, em Belo Horizonte, no Pátio Savassi, às 19h20, e em Porto Alegre, no Barra Sul, às 21h25. Os ingressos já estão à venda nos sites do Cinemark e Ingresso.com. Após a exibição de estreia no Theatro Municipal de São Paulo, no dia 14 de setembro, e na cidade de Piedade (SP), no dia 2 de outubro, onde está localizado o sítio da família de Andre Matos que o músico frequentava desde criança. Posteriormente, a turnê de exibição do filme passa por Niterói (RJ), na quarta-feira (27), no Theatro Municipal de Niterói, Juiz de Fora (MG), sábado (30), no Cinemais, Santa Barbara D´Oeste (SP), dia 4 de novembro, no Teatro Manoel Lyra, Rio Verde (GO), dia 10 de novembro, no Cine A Rio Verde, Vitória (ES) dias 12 e 13 de novembro, no Cine Jardim, Brasília (DF), dia 14 de novembro, no Toinha Brasil Show, Palmas (TO), dia 16 de novembro, no Cine Cultura e Rio de Janeiro (RJ), dia 19 de novembro no Solar Botafogo. A produção ainda está negociando exibições em Belém (PA), Recife (PE), Manuas (AM), Fortaleza (CE), Salvador (BA), Ribeirão Preto (SP), Petropolis (RJ) e São José do Rio Preto (SP). A série de documentários será composta por quatro filmes que serão lançados a cada três meses, entre 14 de setembro de 2021 e 14 de setembro de 2022. “A história do Andre é muito interessante e rica, e seria impossível contá-la em apenas duas horas”, afirma o diretor Anderson Bellini. Andre Matos se formou em Regência e Composição Musical – e por isso era chamado de “Maestro do Rock” – mas nunca pôde realizar o sonho de se apresentar no Theatro Municipal, palco de grandes concertos e que ele costumava frequentar como espectador. Agora, pode-se dizer que este sonho está sendo realizado através dos seus fãs que, com certeza, vão se emocionar ao ver a história de seu ídolo como se ele estivesse pisando ali no palco pela primeira vez. Os quatro episódios de Andre Matos Andre Matos – Maestro do Rock vai retratar em detalhes toda a trajetória do maior vocalista do Metal nacional e abordar todos os momentos de sua carreira – até os mais polêmicos, como a separação do Angra e do Shaman, – dando voz a todos os envolvidos. O documentário vai ser dividido em quatro filmes e mostrará como Andre Matos viveu a vida em sua plenitude, aproveitou todos os momentos e oportunidades que surgiram e, sempre que precisou, se reinventou. Vai mostrar como ele era uma “estrela do rock” que nunca quis ser uma estrela – incluindo cenas raras dele em casa com a família – e não temia ter que recomeçar sua carreira do zero, pois nem mesmo o auge e o sucesso eram capazes de segurá-lo. Era isso que o diferenciava e o tornou admirado por uma legião de fãs no mundo inteiro. O primeiro filme da série traz o interesse de Andre pela música desde a infância e fala da formação da sua primeira banda Viper, em 1985. Na época, os integrantes eram todos adolescentes e Andre, o mais novo, tinha apenas 14 anos – mas o primeiro álbum, Soldiers of Sunrise, foi um divisor de águas na história do metal nacional que, na época, estava apenas engatinhando. Só que logo após o lançamento do segundo álbum, Theater of Fate, – quando a banda estava no auge, fazendo sucesso internacionalmente –, Andre saiu do Viper para se dedicar exclusivamente aos estudos de música clássica – o que depois mudaria completamente o rumo da sua vida artística. O segundo filme vai contar como Andre conheceu os amigos com os quais formaria o Angra na faculdade de música e o seu desligamento da banda, mesmo estando mais uma vez no auge. Além disso, mostrará a mudança para a Alemanha e o projeto de música pop Virgo que desenvolveu junto com o guitarrista e produtor alemão Sascha Paeth. O terceiro filme da série de documentários mostra o imenso sucesso que Andre Matos alcançou no Brasil. Esse sucesso aconteceu com o lançamento da música Fairy Tale, que fez parte da trilha sonora da novela O Beijo do Vampiro, e revelou o talento do músico para todo o país. Nesse período Andre compôs muitas canções que vieram a ser gravadas posteriormente. E o quarto filme vai mostrar outros dois importantes projetos do qual o Andre fez parte (a ópera rock Avantasia e o supergrupo Symfonia) e também o investimento que ele fez em sua carreira solo, na qual chegou a gravar três discos. Passou ainda a atuar em outras áreas, fazendo musicais e dando aulas de música e canto, mas sempre acompanhado por seu público fiel até vir a falecer, vítima de um infarto fulminante, no dia 8 de junho de 2019 – quando tinha apenas 47 anos de idade.

Era Uma Vez Um Crime: Elize Matsunaga te convida a escutar sua versão do crime

Era Uma Vez Um Crime é uma minissérie documental com quatro episódios, produção original da Netflix. Seu enredo se dá através de uma única entrevista concedida por Elize Matsunga, condenada a 19 anos de prisão pela morte do marido, Marcos Matsunaga. O crime aconteceu em um condomínio na Vila Leopoldina, Zona Oeste de São Paulo, em 2012. Era Uma Vez Um Crime é como um júri popular De antemão, já é possível prever como será o desenrolar da série: uma entrevista vitimista com o intuito de fazer você mudar de opinião sobre um crime bárbaro. Entretanto, ainda em seu primeiro episódio, o desenrolar da entrevista deixa o espectador preso na trama. Seguindo a entrevista, é apresentada a narrativa, que dispõe a quem assiste os detalhes mais sórdidos do Caso, colocando todo o trabalho da defesa e acusação em jogo; mostrando detalhes e dados populares da época do assassinato, além de depoimentros reais da família de Marcos; e a partir disso pode ser que o apreço por Elize mude. Elize Matnunaga x Marcos Matsunaga Posteriormente, é apresentado uma nova perspectiva: Elize teve uma justificativa para cometer o crime contra Marcos, e a partir disso é dado início ao fim do rótulo de “vida de princesa”, título que a mídia adotou para se referir a réu. Nesse inteirim de tempo, vemos que Elize passa de mulher sedutora para uma vítima vulnerável, de família humilde, que saiu do interior do Paraná para tentar a vida em São Paulo, mas teve seu futuro desmoronado por decorrência de uma traição. Em síntese, o advogado de Elize, Luciano Santoro, precisou montar um arquétipo para que ela pudesse ter a chance de convencer o juri popular, para reduzir sua pena. Em contrapartida, a acusação utilizou argumentos bem estruturados para que o juri interpretasse a réu como uma mulher que se vitimizava para invalidar o crime; e tiveram como argumento principal o interesse financeiro, visto que Marcos era herdeiro de uma grande empresa. Notas sobre Era Uma Vez Um Crime De fato, achei a minissérie fascinante. Pela primeira vez, após nove anos do caso, Elize concedeu uma entrevista. Ademais, é admirável como a defesa de Elize soube lidar com esse caso, tendo em vista o resultado da sentença, fazendo com que o quebra-cabeça viesse formar uma imagem positiva. Ainda que de início a série apresente indícios de ter o intuito de inocentar a réu, acredito que a produção teve o interesse em apresentar o outro lado da moeda, desejando compreender o motivo por trás do crime; lançando um olhar humano, indo além do sensacionalismo que houve por parte da imprensa na época.

Com diversos artistas, documentário sobre a fazenda Rockfield é lançado

Nesta quinta-feira (24), estreou o documentário Rockfield – A Fazenda do Rock. Ademais, a filmagem traz uma infinidade de artistas contando suas histórias. O filme mostra como uma fazenda em Gales se transformou em um estúdio independente de gravação de discos, fazendo concorrência direta com os maiores estúdios da época. Confira a sinopse do filme: “Rockfield” conta a história de dois irmãos do interior do País de Gales, Kingsley e Charles Ward, que, juntos, criaram o estúdio mais famoso e disputado entre os músicos mais exigentes e famosos do planeta. O espaço virou o principal concorrente de espaços emblemáticos como o Abbey Road na Inglaterra e o Electric Lady nos Estados Unidos. Cinquenta anos atrás, Kingsley e Ward estavam começando no negócio de pecuária leiteira familiar. Mas eles ansiavam por fazer algo diferente – eles queriam fazer música. Então, construíram um estúdio no sótão da casa da fazenda e começaram a gravar com os amigos. Animais foram retirados dos celeiros e os músicos foram transferidos para o quarto de hóspedes. Sem querer, eles lançaram o primeiro estúdio independente de gravação residencial do mundo: Rockfield.

Documentário sobre disco de estreia do Ratos de Porão será exibido nesta semana na TV

O documentário 30 anos – Crucificados pelo sistema, sobre o disco inaugural do Ratos de Porão será exibido na TV nacional nos dias 16 e 17 de junho, no calo Music Box Brasil. O audiovisual reúne a formação original da banda, que gravou aquele que é considerado o primeiro álbum de hardcore da América Latina, sob a liderança do vocalista João Gordo. Ademais, as exibições acontecem 22h, no dia 16 e 10h, no dia 17. O roteiro resgata os bastidores do lançamento do trabalho, em 1984, quando a cena punk paulistana entrava um declínio, com brigas entre bandas e outras flertando com a vertente mais pop do gênero. Em resumo, a produção é intercalada por imagens de arquivo e depoimentos de integrantes da banda e nomes importantes do punk brasileiro.