Com abertura do Jovens Ateus, New Order confirma segunda data no Espaço Unimed

Após esgotar rapidamente os ingressos para a apresentação do dia 25 de novembro, a Balaclava Records, em parceria com a Music On Events, confirmou uma data extra para o show da lendária banda inglesa New Order em São Paulo. O novo show acontece no Espaço Unimed no dia 23 de novembro de 2026. A noite contará com a abertura da banda paranaense Jovens Ateus, um dos grandes nomes da nova cena pós-punk nacional, que apresentará as faixas de seu aclamado álbum de estreia Vol. 1 (lançado pela Balaclava em 2025) e prévias de seu próximo material. Ingressos e vendas Os ingressos para a data extra estarão à venda para o público geral a partir desta quinta-feira, 13 de agosto de 2026, às 12h, exclusivamente pela Ticketmaster. Serviço: New Order em São Paulo (data extra)

Machine Gun Kelly anuncia show solo em São Paulo

O artista multiplatinado mgk (Machine Gun Kelly) confirmou seu retorno a São Paulo. O cantor, que se tornou uma das figuras mais dinâmicas da cena musical global, traz a sua Lost Americana Tour para uma apresentação solo em São Paulo, no dia 6 de setembro de 2026, no Espaço Unimed. Com mais de 20,6 bilhões de streams acumulados, mgk consolidou uma trajetória marcada pela quebra de paradigmas. Após dominar o rap, o músico fez uma transição bem-sucedida para o rock/pop punk com o aclamado Tickets to My Downfall (2020), que atingiu o topo da Billboard 200, e manteve a relevância com o sucessor Mainstream Sellout (2022). Turnê “Lost Americana” A turnê atual promove seu sétimo álbum de estúdio, Lost Americana (2025). O repertório promete um espetáculo de alta energia, mesclando faixas que definiram sua fase rock, como bloody valentine e my ex’s best friend, com o material mais recente, que continua a flertar com a versatilidade do alt-pop e do rap. Multitalento em foco Para além da música, mgk se firmou como uma força no entretenimento e cinema. Recentemente, o artista se destacou por seu papel como a pioneira do rock Sister Rosetta Tharpe no filme Rosetta (Amazon MGM Studios) e pela sua participação em projetos de comédia, demonstrando uma versatilidade que o mantém no centro das conversas da cultura pop mundial. Serviço: Machine Gun Kelly em São Paulo – Lost Americana Tour

Laufey confirma show único no Espaço Unimed em São Paulo

A artista islandesa-chinesa Laufey, vencedora do Grammy, confirmou seu show solo em São Paulo para o dia 9 de setembro de 2026, no Espaço Unimed. Conhecida por sua habilidade técnica no piano e violoncelo e por uma voz que remete às grandes divas da era dourada do jazz, Laufey se tornou um fenômeno global. Com mais de 4,25 bilhões de streams, ela transformou o que poderia ser um nicho em um movimento cultural vibrante, liderando as paradas de jazz e encantando multidões com sua estética autêntica. Novo capítulo com “A Matter of Time” O show brasileiro integra a fase de divulgação de seu terceiro álbum, A Matter of Time. Após o sucesso estrondoso de Bewitched, que lhe rendeu o Grammy de Melhor Álbum Pop Vocal Tradicional, Laufey decidiu romper com as expectativas que ela mesma criou. O novo trabalho traz um som mais transcendental, com composições que buscam uma honestidade brutal e arranjos que equilibram a formação clássica com a sensibilidade pop moderna. Como parte de seu compromisso social, a artista confirmou que 1 dólar de cada ingresso vendido será destinado a apoiar programas de orquestras juvenis e iniciativas de educação musical, reforçando o papel da música como ferramenta de transformação. Ascensão de uma artista singular A trajetória de Laufey é meteórica. Formada na prestigiada Berklee College of Music, a artista deixou de tocar com orquestras sinfônicas na adolescência para se tornar uma potência das redes sociais, onde cultivou uma comunidade global que batizou sua estética de “Laufey-core”. De apresentações no Royal Albert Hall de Londres à colaboração com Norah Jones, ela mostra que o seu “lugar de fala” na música é versátil, ousado e, acima de tudo, autoral. Serviço: Laufey – “How Did We Get Here?” Tour

Jungle confirma show único no Espaço Unimed em 2027 e lança single

Se você esteve no Lollapalooza 2024 e presenciou o show do Jungle ao pôr do sol, sabe que o coletivo britânico de neo-soul e música eletrônica é especialista em transformar grandes multidões em uma única pista de dança. Para a alegria dos órfãos daquela noite, o trio confirmou seu retorno ao Brasil para uma apresentação única e exclusiva no dia 30 de março de 2027 (terça-feira), no palco do Espaço Unimed, em São Paulo. A vinda ao país é realizada pela agência Latina! em parceria com o jornalista e produtor Lúcio Ribeiro. O cronograma de vendas começa nesta semana, com uma série de pré-vendas exclusivas antes da abertura para o público geral. “Sunshine” A confirmação do show coincide com o anúncio de uma nova era criativa para o grupo, agora composto por Josh Lloyd-Watson, Tom McFarland e a vocalista Lydia Kitto (oficializada na formação após brilhar no disco anterior). A banda acabou de disponibilizar o single The Wave, que serve de abre-alas para o quinto álbum de estúdio, batizado de Sunshine, com lançamento mundial agendado para o dia 14 de agosto de 2026. O novo projeto chega com a missão de suceder o elogiado Volcano (2023). Foi nesse trabalho que o grupo estourou mundialmente com o hit Back on 74, que viralizou de forma orgânica no TikTok graças à sua coreografia contagiante e acabou se tornando trilha sonora de uma grande campanha global da marca de moda americana GAP. Para a nova turnê, a promessa é manter a fórmula que os consagrou: um espetáculo visualmente minimalista e elegante, sustentado por um álbum visual de coreografias que deu suporte para que a banda se apresentasse para mais de 190 mil pessoas em sua última excursão global. Conexão do Jungle com o Brasil A história do Jungle com o público brasileiro é antiga e estreita. O primeiro contato aconteceu em clubes menores de São Paulo e do Rio de Janeiro, em 2015. Desde então, o grupo expandiu consistentemente sua base de fãs na América do Sul por meio de shows próprios e passagens marcantes pelo Lollapalooza Brasil nas edições de 2016 e 2024. O setlist para a noite no Espaço Unimed promete equilibrar as inéditas de Sunshine com os hinos obrigatórios de sua discografia, como Busy Earning, The Heat, Casio, Candle Flame e Keep Moving. Os ingressos estarão disponíveis na plataforma Eventim. Confira os valores de cada setor: Setor Inteira Meia-Entrada Camarote A R$1.100,00 R$ 550,00 Camarote B R$ 990,00 R$ 495,00 Pista Premium R$ 980,00 R$ 490,00 Pista R$ 600,00 R$ 300,00 Cronograma de vendas e pré-vendas Fique atento aos prazos para garantir o seu lugar no lote inicial: Serviço: JUNGLE – World Tour 2027

Megadeth inicia adeus com show poderoso em São Paulo

Na história do heavy metal, as “turnês de despedida” tornaram-se um gênero em si. Muitas vezes vistas com ceticismo pelo mercado, para o Megadeth, o anúncio da turnê This Was Our Life carrega um peso de realidade que transcende o marketing. Na noite do último sábado (2), um Espaço Unimed completamente lotado e com ingressos esgotados há meses foi testemunha do show de número 42 da banda em solo brasileiro. Mas este não foi apenas mais um capítulo, foi o início de um adeus que promete durar anos, mas que já carrega a urgência do fim. Superação no palco Aos 64 anos, Dave Mustaine é uma figura de resiliência. Lutando contra a artrite, a paralisia no nervo radial e as sequelas de um câncer na garganta, o líder do Megadeth subiu ao palco para provar que, embora o corpo sinalize limites, a mente e o espírito thrash continuam imbatíveis. Sua voz, compreensivelmente desgastada pelo tempo e pelas batalhas de saúde, funcionou com uma autoridade que apenas os veteranos possuem, uma rouquidão que hoje serve bem à narrativa sombria de suas letras. Nova dinâmica e o “maestro” finlandês A formação atual é, talvez, uma das mais técnicas da história do grupo. James LoMenzo (baixo) e Dirk Verbeuren (bateria) formam uma cozinha implacável. Verbeuren, em particular, reafirmou sua posição como um dos melhores bateristas que já sentou no banco da banda, trazendo uma precisão cirúrgica a clássicos e músicas novas. No entanto, os olhos estavam voltados para Teemu Mäntysaari. Substituir Kiko Loureiro não é tarefa fácil, mas o finlandês entregou uma performance de altíssimo nível. Em faixas como a nova Let There Be Shred, Teemu e Mustaine duelaram com solos que remeteram aos anos 90, celebrando o virtuosismo técnico que é a marca registrada do grupo. Destaques do setlist do Megadeth O show abriu com o “pé na porta” de Tipping Point, faixa do álbum homônimo, lançado em janeiro passado. Uma canção que mistura a fúria rítmica com uma letra reflexiva de quem olha para trás sem arrependimentos. Logo em seguida, a surpresa da noite, The Conjuring. A inclusão desta faixa é significativa. Por anos, Mustaine evitou tocá-la devido à sua conversão ao cristianismo, mas o retorno dela ao setlist em São Paulo foi recebido como um presente histórico pelos fãs. O material mais recente voltou a marcar presença com I Don’t Care, que trouxe uma energia quase punk ao local, mostrando que o Megadeth ainda tem “contas a acertar com o mundo”. Mas, claro, foram os hinos que transformaram o Espaço Unimed em um caldeirão. Da precisão de Hangar 18 ao coro ensurdecedor em Symphony of Destruction, o público paulista mostrou porque o Brasil é parada obrigatória na rota de Mustaine. A execução de Ride the Lightning (cover do Metallica que tem Mustaine como coautor) foi um momento de catarse e uma piscadela nostálgica para os fãs que acompanham a trajetória de Dave desde o início, quando ainda integrava o outro grande nome do Big Four. Por fim, o encerramento com o combo Peace Sells e Holy Wars… The Punishment Due selou a noite com a perfeição técnica habitual. Longo adeus do Megadeth Embora a turnê seja de despedida, Mustaine já sinalizou que o processo pode durar de três a quatro anos, com a promessa de retornar ao Brasil para visitar mais cidades. A ideia é “sair em alta”, preservando o legado intacto antes que as limitações físicas tornem as apresentações inviáveis. Nota: 9.5/10 Setlist:

Bad Religion entrega aula de punk rock para pais e filhos em São Paulo

Bad Religion 2026

Já se passaram quase 30 anos desde a primeira vez que assisti ao Bad Religion no Brasil. De lá para cá, houve mudanças na formação (principalmente na bateria), muitos cabelos brancos e diferentes formatos de show (de festivais a casas de diversos tamanhos). O que impressiona, no entanto, é como a banda jamais perde o gás. Seja na primeira ou na décima vez, o show continua sendo parada obrigatória para quem ama punk, hardcore e suas vertentes. Setlist atemporal do Bad Religion O aspecto mais interessante da apresentação é notar como o repertório soa atual. Das 1h20 de show, o arco temporal foi de Recipe For Hate, que abriu a noite, até o hino American Jesus, responsável pelo encerramento. Aula de história (com distorção) Essa atualidade explica a comoção de muitos pais na pista premium do Espaço Unimed. Era visível a presença de crianças e adolescentes acompanhando seus responsáveis para assistir a uma verdadeira aula de história ministrada por um PhD em Zoologia (Greg Graffin). Graffin conduz o espetáculo amparado pelo peso das guitarras de Brian Baker e Mike Dimkich, além dos backing vocals viscerais do baixista Jay Bentley. O baterista Jamie Miller, no grupo desde 2016, completa a cozinha com precisão absoluta. Estatísticas e ausências no set do Bad Religion Dos 17 álbuns de estúdio, a banda visitou 12 deles. The Gray Race foi o grande protagonista da noite, com cinco faixas. American Jesus para fechar o arco Para selar a atemporalidade, American Jesus (1993) fechou o set. A música, que nasceu como resposta à Guerra do Golfo (sob o comando de Bush pai), permanece dolorosamente precisa ao descrever o imperialismo norte-americano, independentemente de quem ocupe a Casa Branca. Como citado na biografia Do What You Want, o Bad Religion vive uma espécie de déjà vu constante. A obra relata que figuras como fundamentalistas e negacionistas climáticos sempre encontram eco no poder, tornando as letras de 30 anos atrás tão urgentes quanto as de hoje. O Bad Religion não suporta a ideia de que uma única nação possa determinar o futuro do mundo. Enquanto os integrantes deixavam o palco, Jay Bentley resumiu o espírito da noite com um discurso direto: “A mudança depende de vocês. Só vocês podem mudar o mundo.”

Hayley Williams anuncia show solo em São Paulo para novembro

Os fãs brasileiros de Hayley Williams já podem preparar o coração. A vocalista do Paramore confirmou que a sua nova turnê, The Hayley Williams Show, desembarcará em São Paulo no dia 12 de novembro, ocupando o palco do Espaço Unimed. Após esgotar datas em tempo recorde na América do Norte e Europa, Hayley traz ao Brasil a celebração de sua carreira solo, com foco especial no aclamado álbum Ego Death At A Bachelorette Party (2025). O trabalho, lançado de forma independente pelo seu próprio selo, o Post Atlantic Records, rendeu à artista quatro indicações ao Grammy no último ano e consolidou sua posição como uma das vozes mais influentes da música alternativa atual. Celebração Se nas etapas anteriores da turnê a cantora apresentava o novo disco na íntegra, a fase The Hayley Williams Show promete ir além. O setlist deve reunir músicas de seus três álbuns solo (Petals for Armor, Flowers for Vases / descansos e o recente Ego Death), além de surpresas que podem incluir releituras e colaborações. Hayley, que recentemente abriu a The Eras Tour de Taylor Swift na Europa com o Paramore, vive seu auge criativo. 20 anos de legado Enquanto brilha em carreira solo, o legado de Hayley com o Paramore também segue vibrante. O álbum de estreia da banda, All We Know Is Falling, acaba de completar 20 anos, e o retorno com This Is Why (2023) rendeu ao grupo dois Grammys, tornando-os a primeira banda liderada por uma mulher a vencer a categoria de Melhor Álbum de Rock. Ingressos A realização é da 30e e a venda será feita pela plataforma Eventim. Fique atento ao cronograma: * The Hayley Williams Show em SP

Deva Premal & Miten retornam ao Brasil após dez anos

O público brasileiro que busca conexão, espiritualidade e harmonia através da música já tem um encontro marcado. Os artistas Deva Premal & Miten, referências mundiais do movimento New Age, anunciaram seu aguardado retorno ao Brasil em 2026. Com uma trajetória que soma mais de 2 milhões de álbuns vendidos, o duo não se apresentava por aqui há mais de uma década. A turnê passará por cinco cidades entre o final de abril e o início de maio, oferecendo uma experiência sonora dedicada à meditação e à devoção. Reverenciados por nomes que vão de Cher a Dalai Lama, Deva e Miten consolidaram-se como pontes entre a tradição milenar dos mantras e a sonoridade contemporânea, tendo sido indicados ao Grammy de Melhor Álbum New Age em 2020. Datas Os concertos foram estrategicamente agendados em teatros e casas de shows que permitem a imersão necessária para este tipo de espetáculo: Fenômeno além dos palcos As composições de Deva Premal & Miten são onipresentes em retiros espirituais, trilhas de filmes e nas principais playlists de ioga do mundo. Para os artistas, os shows no Brasil em 2026 não serão apenas apresentações musicais, mas sim “noites de presença e harmonia”, onde o público é convidado a participar ativamente do fluxo de energia. Serviço: Deva Premal & Miten em SP

Fresno estreia turnê “Carta de Adeus” com show inédito no Espaço Unimed

A Fresno promove neste sábado (18) o capítulo mais audacioso de seus 27 anos de história. O trio formado por Lucas Silveira, Gustavo Mantovani (Vavo) e Thiago Guerra sobe ao palco do Espaço Unimed, em São Paulo, para a estreia da turnê Carta de Adeus. O evento carrega um diferencial raríssimo na indústria atual: será uma “audição ao vivo”. Os fãs presentes ouvirão o álbum homônimo na íntegra pela primeira vez, antes mesmo do lançamento oficial nas plataformas de streaming. Além do novo material, a banda promete um setlist recheado de clássicos que moldaram o rock emocional brasileiro nas últimas décadas. Humanização vs. algoritmos O conceito de Carta de Adeus é uma resposta direta à era da Inteligência Artificial. Em um cenário onde comandos rápidos geram discografias inteiras, a Fresno questiona: por que fazer música da forma mais difícil? “O conceito é nos perguntar: a quantas mãos podemos fazer um projeto artístico? Queremos humanizar e dar voz às pessoas criativas que contribuem conosco, celebrando os encontros e os acidentes de percurso que a tecnologia não consegue replicar”, explica o vocalista Lucas Silveira. Simbiose com a “fanbase” A Fresno sempre foi pioneira na relação direta com sua comunidade. Este show no Espaço Unimed é tratado como um pacto de união. Ao apresentar um trabalho inédito “olho no olho”, sem que ninguém tenha decorado as letras previamente pelo celular, a banda resgata o frescor e o impacto imediato da música orgânica. Serviço: Fresno – “Carta de Adeus”