Um Maluco no Pedaço ganhará novas versões.

Um Maluco no Pedaço terá continuação. A série de comédia que foi um grande sucesso nos anos de 1990, enfim, ganhará um episódio especial, um reboot dramático. Vídeo de fã foi crucial para essa decisão Anteriormente, em 2019, o cineasta Morgan Cooper causou alvoroço na internet após publicar o trailer de um suposto filme chamado Bel-Air, sendo esse a continuação da história de Um Maluco no Pedaço. Logo após seu lançamento, o trailer que conta a história de Will com outra perspectiva foi um sucesso, e já ultrapassou a marca de 6 milhões de views. Em suma, em menos de quatro minutos, é apresentado um ponto de vista oposto que o de Um Maluco no Pedaço. Envolvendo drama e emoção, o trailer retrata a nova fase de Will, com uma descoberta e renascimento. Posteriormente, devido à grande repercussão, o próprio Will Smith se comoveu ao assistir, se pronunciando mais tarde em seu canal do YouTube. Em seu vídeo, Smith aparece conversando com Morgan Cooper, buscando entender o porquê da criação, e discutindo uma possível nova temporada. Especial Um Maluco no Pedaço Ainda que não possua data de lançamento no Brasil, foi anunciado pelo próprio Will que a série está sendo produzida pela HBO Max, e será lançada no dia 19 de novembro nos Estados Unidos. Ademais, vale ressaltar que além do especial, teremos um reboot da série, que será dirigida por Smith, com episódios de uma hora. Em resumo, o enredo será iniciado a partir do que aconteceu com Will antes de ter ido morar em Bel-Air, em Los Angeles, na casa do “Tio Phill”.
In Venus lança nova fase com single Ansiedade

A banda paulistana de post punk In Venus estreia nesta semana Ansiedade, um single-manifesto que questiona as mentiras do cotidiano. A faixa irá acompanhar seu próximo álbum, Sintoma. A nova era chegou marcada por um videoclipe. Em clima experimental, de estética retrô estilo VHS, o clipe provoca ruídos em todos os sentidos. Sua intenção é justamente incomodar e provocar, entretanto não falta bom senso em suas críticas. Formada em 2015, a In Venus está afastada dos palcos desde 2019, mas por uma boa causa: se dedicar inteiramente à composição do novo álbum. A banda é composta por Cint Murphy (voz e teclado), Duda Jiu (bateria), Rodrigo Lima (guitarra) e Patricia Saltara (baixo). Sua proposta com o novo álbum é tratar os sintomas de um adoecimento coletivo em nossa sociedade, portanto, propõe reflexão e questionamentos francos ao status quo. “Felicidade instantânea trazida por abismos absolutos, uma ideia de falso controle e uma gigante vontade de mostrar ao mundo o que não se é” – com esse prelúdio, o disco Sintoma tem tudo para ser explosivo. Produzido e editado por Mari Crestani, guitarrista d’As Mercenárias, o single tem abordagem feroz e induz uma potencial nova era para o post punk brasileiro. O vídeo conta com direção de Brunella Martina, da coletiva Formas.
Singles novos: Roça Nova, Giovanna Moraes, Pallets, Abronca e Marysa Alfaia

Roça Nova – Roça Nova “Amizade verdadeira é como pinga de cabeceira”. É com esse espírito de coletividade e reinvenção que a Roça Nova divulga o seu single de estreia. A música, homônima, mistura rock, música caipira e ritmos afro-latinos. O lançamento é independente e antecede a divulgação do álbum de estreia da Roça Nova, Tramóia, previsto para o início de 2021. A faixa, bem como o disco, teve sessões de gravação no Estúdio Nave, em Juiz de Fora (MG). A banda se inspirou em nomes como Naná Vasconcelos, Jimmy Hendrix, Os Tincoãs, Nação Zumbi e Cordel do Fogo Encantado na ocasião. Giovanna Moraes – Singularidades Neste final de 2020, o desafio para Giovanna Moraes foi dar um novo olhar para seu último disco: Direto da Gringa, lançado em junho. Depois de uma temporada morando fora do país, nos Estados Unidos e Espanha, mas já fixa há um tempo em São Paulo, a cantora e compositora reinventa seu trabalho num flerte forte com o rock. Rockin’Gringa é um EP que vem de uma session filmada na capital paulista e que chega nas plataformas digitais na próxima sexta-feira (20). O registro audiovisual será lançado no dia 12 de dezembro. Mas, até lá, ela se antecipa e dá uma pitada do que está por vir com o video de Singularidade. Pallets – É Tão Bom A banda Pallets, de São José dos Pinhais (Paraná), estreia na Orangeira Music com a direta e dançante É Tão Bom, repleta de riffs e solos inspirados no classic e indie rock. É Tão Bom marca uma nova fase da Pallets, que se prepara para o lançamento do segundo disco, já intitulado Cidade Jardim e que terá dez faixas. Em resumo, será lançado no dia 29 de novembro, em uma live, no canal do Youtube da banda. A música fala sobre o amor de duas pessoas, da cumplicidade no olhar e da simples presença da pessoa amada trazer conforto e segurança para a outra. Abronca – Pelos Meus Ancestrais O duo de rap Abronca lança Pelos Meus Ancestrais, faixa que questiona o tratamento que o povo preto vem experienciando há séculos. A canção é uma tentativa de sintetizar o sentimento de revolta perante um sistema que é opressor e racista. O single conta com a participação de Késia Estácio. Cria da comunidade do Vidigal, o Abronca vem, desde 2017, se consolidando na cena do rap nacional. Pelos Meus Ancestrais é o segundo single do projeto Mete a Bronca, experimento criativo concebido por My e Jay durante a quarentena. Marysa Alfaia – F… Comme Femme Marysa Alfaia abre seu baú e aos poucos vai contando a sua história de mais de 25 anos de carreira na música, intercalando novidades e relançamentos. Seguindo neste ritmo, a cantora divulgou a sua releitura de F… Comme Femme, canção do francês Salvatore Adamo. A produção é do saudoso Lincoln Olivetti que deu uma atmosfera dançante nos moldes do R&B eletrônico feito nos anos 90. A gravação de Marysa, inédita no meio digital, fez parte das trilhas sonoras de duas novelas da Rede Globo: Era Uma Vez, de 1998, e Tempos Modernos, de 2010.
Elton John lança versão jazz de Come Down In Time
Wallows: ouça o EP Remote, com seis faixas inéditas

Seguindo os lançamentos dos singles Nobody Gets Me (Like You) e Virtual Aerobics, o Wallows divulgou o EP Remote. Em suma, o novo trabalho traz seis canções inéditas. “Remote é um projeto especial para nós. Nós terminamos ele sem nos vermos pessoalmente, mandando um para o outro mensagens de voz e passando horas conversando no FaceTime. Embora as letras do projeto não reflitam ou façam referência ao nosso tempo dentro de casa, as músicas não teriam acontecido do jeito que aconteceram se não fosse pela quarentena”, comentou a banda em nota à imprensa. A banda celebrou a estreia de Remote com algumas atividades, entre elas, um evento de audição à distância, via Zoom, e um bate-papo com os fãs que aconteceu nesta sexta (23). O grupo também performou no torneio Fall Guys da Gamers Vote’s Falloween, em apoio ao movimento “Vote Early Day”. Ademais, responderá perguntas dos fãs no Twitter, na segunda-feira (26) e AMA do Reddit na quinta-feira (29). Finalmente fechando a semana com uma sessão no TikTok Altrocktober e uma apresentação no evento Rolling Stone Fridays For Unity, na próxima sexta-feira (30).
Wildflowers, de Tom Petty, ganha versão de luxo; Ouça!

Tom Petty inicialmente imaginou Wildflowers (1994) como álbum duplo, mas foi forçado a deixar várias canções de fora quando chegou a hora de finalizar. Alguns deles acabaram em projetos posteriores, como a trilha sonora de Petty’s She’s the One. No entanto, a maioria ficou guardada por décadas. Agora, essas raridades foram finalmente descobertas como parte de uma edição de luxo intitulada Wildflowers & All the Rest. Ao todo são 50 faixas, divididas entre o álbum original, gravações caseiras, versões alternativas e apresentações ao vivo. Wildflowers & All the Rest, lançado pela Warner Records, está disponível em vários formatos. A Super Deluxe Edition – distribuída em cinco CDs e nove LPs – oferece a maioria dos mimos, incluindo um disco Wildflowers Live com 14 apresentações ao vivo, uma introdução escrita por Rick Rubin e um ensaio do veterano jornalista musical David Fricke.
Presentão do dia: The Struts divulga álbum Strange Days

Se tem uma banda da nova geração que consegue colocar a expectativa por álbuns novos lá em cima, certamente ela se chama The Struts. E o melhor de tudo: consegue corresponder sempre. Strange Days, o terceiro disco de estúdio do The Struts, comprova isso mais uma vez. Lançado nesta sexta-feira (16), Strange Days é um tributo ao rock, com várias referências de glam, hard e classic. Mas tudo com a originalidade de Luke Spiller e companhia. Além disso, traz convidados especiais, como Albert Hammond Jr (The Strokes), Phil Collen e Joe Elliott (Def Leppard), Robbie Williams e Tom Morello. “O plano original era ir para o estúdio por dez dias e gravar três, talvez quatro músicas, mas todos tinham um desejo tão apaixonado de entrar nisso que no quarto dia tínhamos seis ou sete músicas prontas. E então nós pensamos: certo, nós temos cinco dias restantes, vamos ver o que mais podemos fazer’”, contou Luke em entrevista à Kerrang.
Entrevista | Mel – “Ser uma mulher trans no mundo das artes ainda é negociação”

Na década passada, a Banda Uó, de Goiânia, movimentou o cenário musical brasileiro com uma mistura envolvente de música pop com tecnobrega. Além disso, revelou três nomes bem talentosos: Davi Sabbag, Mateus Carrilho e Mel Gonçalves. Do trio, somente Mel ainda não havia mostrado seu trabalho solo, após o término do grupo, em 2018. Na última sexta-feira (9), ela lançou o primeiro single dessa nova fase, A Partir de Hoje, que ganhou videoclipe. “Demorei porque o tempo é complicado. Nem sempre a gente consegue se realizar e estar pronta dentro do nosso planejamento. Além do mais, mesmo já tendo uma trajetória na música, ser uma mulher trans no mundo das artes ainda é local de negociação. Tudo isso pesou e fez o tempo ser maior. No fundo considero que foi totalmente necessário”, comenta Mel. No entanto, o período sem lançar música solo não a impediu de investir em outras frentes. Mel estreou sua carreira no cinema no longa Vento Seco, de Daniel Nolasco, que foi selecionado para o Berlinale, o Festival de Internacional de Cinema em Berlim, de 2020. O filme tem temática LGBTQIA+ e ainda conta com Leandro Faria Lelo, Rafael Theophilo,Renata Carvalho, Del Neto, Macelo D’Avilla, Leo Moreira Sá e Conrado Helt. Caldeirão de influências da Mel Quem escuta o novo trabalho de Mel consegue identificar um caldeirão de influências. Todos muito bem representados. Em resumo, a cantora cita nomes como Gipsy King’s, Maria Bethânia, Loreena Mckennitt, Sade, Erykah Badu, além de ritmos como carimbó, jongo, tribal fusion, zouk love, entre outros. “Esses artistas e esses ritmos são referências meio universais, é preciso ouvi-los! Ao mesmo tempo a gente sempre acaba imprimindo o nosso jeitinho quando colocamos no nosso corpo”. A cantora acredita que traz um pouco das vivências com a Banda Uó para o trabalho solo, o que pode facilitar o reencontro com o público. “É sempre bom mudar! Mesmo lá na Banda Uó, eu sempre fui camaleoa e agora solo não poderia ser diferente. Aprendi a encarar as coisas de frente e resolve-las mesmo enfrentando o desmembramento e a transfobia. Aprendi a lutar pelo que é meu e pelo que acredito ser bom pra mim, por mim e por quem acredita no meu trabalho. Acho que a principal mudança foram as minhas responsabilidades que aumentaram. Por ser uma artista independente, solo, tudo ainda é barril”. A Partir de Hoje é o primeiro passo de um álbum completo da cantora. Posteriormente os planos são ambiciosos. “O que posso dizer ainda é pouca coisa, mas fará parte de um trabalho maior e mais bem diagramado. Temos trabalhado muito pra isso. Espero que se apaixonem pelo que virá”.
Novos EPs: Auri, Martin Mendonça, Make It Stop e The Self-Escape

Auri – Atauri Indie rock, alternativo, riffs e sintetizadores se encontram na sonoridade da Auri, expoente do cenário autoral de Vitória (ES). Se a intensidade das canções ganhou destaque no recente EP Ao Vivo no Estúdio Mantra – Formemus 2020, a banda se reinventa em um inusitado lançamento. Atauri é um EP que, inspirado por trilhas de videogames e filmes, transforma as canções em versões eletrônicas instrumentais. O trabalho da Auri está disponível em todas as plataformas de streaming e ganhou vídeos inspirados em videogames para cada faixa. Martin Mendonça – MATRIZ.doc – Trilha Sonora Original “É um resgate de identidade, é uma retomada. É uma ocupação de uma coisa que é nossa, que é nossa cultura. Porque é isso: ou você respeita a existência ou espere resistência”. Com essa declaração, Pitty abre o documentário MATRIZ.doc, que passeia pela jornada da cantora e compositora desde o início de sua história na música. A obra, dirigida por Otavio Sousa, conta com trilha sonora original criada pelo guitarrista Martin Mendonça. As quatro músicas criadas por Martin são inteiramente instrumentais, e ajudam a compor diferentes cenas do documentário. Para tanto, o guitarrista usou diferentes canais e efeitos que dialogam entre si. Desde loops e reverbs na contemplativa Dos Perigos a riffs reproduzidos de trás para frente em Desdobramento. Make It Stop – Sobrevivência Sobrevivência, o EP de sete músicas do quinteto hardcore paulista Make it Stop, cujo conceito está impresso também num webzine, já está disponível. É o terceiro, mais sólido e maduro registro da banda, que como sugere o nome, é uma reflexão sobre vivências do terceiro mundo brasileiro. “Trata-se de defender a vida, sobrevivência”, a frase inaugural do EP é uma constante ao longo das sete faixas. Implicam na luta constante de sobreviver, seja como vida ou ideal. O conceito gráfico de Sobrevivência, em vermelho e preto, dialogam com as músicas. A capa vem com um vermelho forte contra a onda de criminalizar a cor; trabalha com tipografias manuscritas diretas, com elementos em branco e um design aplicado a foto de uma zapatista, que representa a luta. A arte foi desenvolvida pelo @oRubrica. Sobrevivência conta com duas participações: de Chris Justtino, da Vermenoise, e July Salazar, da Tomar Control. The Self-Escape – Polarize (Pt.2) R&B, rock, indie, pop. Tudo isso é reverenciado no novo EP do cantor e compositor The Self-Escape, intitulado Polarize (Pt. 2). A obra reflete sobre as relações contemporâneas, abordando desde a toxicidade entre falsos amigos à paixões intensas. O mini-álbum conta com seis faixas, incluindo o single Go e as músicas From Lovers to Dust, Again, Good Guy, I Know e Kill for You. Na ocasião, o próprio músico gravou a voz e todo o instrumental das faixas de casa, adicionando sintetizadores e linhas de guitarra e violão. O artista é natural de Recife (PE) e atualmente reside na capital paulista. Para ele, o EP Polarize (Pt. 2) é lançado com o intuito de polarizar ideias e opiniões. “Me doei 100% aqui. Este EP é fruto de uma imersão de seis meses no meu home studio. Ele fica no meu quarto. E bem, não saio de casa há mais de seis meses devido ao COVID-19. Isso mostra a profundidade que essas músicas têm para mim. Me inspiro em The Weeknd, The xx, Lana Del Rey e Khalid enquanto crio o meu próprio estilo. Não me preocupei com o que está ou em alta ou rende dinheiro. Apenas coloquei tudo o que penso e sinto”, frisou.