Singles nacionais: Braza, Gabrre, Toquinho e De um Filho, De um Cego

Braza – Ando Meio Desligado O Braza homenageia uma das nossas grandes bandas com sua versão de Ando Meio Desligado. Lançada originalmente no álbum d’Os Mutantes A Divina Comédia ou Ando Meio Desligado (Universal Music/ 1970), a música ganha uma nova roupagem sob os arranjos do quarteto carioca. Eternizada na voz de Rita Lee, Ando Meio Desligado (Arnaldo Baptista/ Rita Lee/ Sérgio Dias) é frequentemente incluída em listas de melhores canções da música brasileira, trazendo uma mistura de psicodelia e tropicália acompanhada de versos que refletem sobre uma existência desconexa em tempos de repressão. Cinco décadas depois, Danilo Cutrim (guitarra e vocal), Pedro Lobo (baixo), Nícolas Christ (bateria) e Vitor Isensee (teclados) homenageiam Os Mutantes criando uma ponte entre as duas eras e regravando o clássico no ritmo do reggae. Gabrre – elephants Gabrre, cantor e compositor gaúcho de 22 anos, de Gramado, lançou elephants, single que fala sobre as dores de um relacionamento instável. A música estará no álbum Tocar em Flores Pelado, que será lançado pelo selo Honey Bomb Records, no fim deste mês. “elephants é uma música esquecida da Urso Polar, minha antiga banda de adolescência. Às vezes, quando brigamos, não queremos acertar as coisas, apenas deitar e abraçar calados, principalmente em um relacionamento instável”, explica Gabrre. Toquinho – Papo Final Prestes a entregar ao mundo seu primeiro álbum de inéditas desde 2011, Toquinho divulgou o primeiro single do novo disco. A música Papo Final, cantada em dueto com Maria Rita, é um belo cartão de visitas. Assim como em todo repertório do inédito A Arte de Viver, a letra de Papo Final foi assinada pelo aclamado poeta e compositor carioca Paulo César Pinheiro. Esse é o segundo álbum de Toquinho que conta com Pinheiro como letrista de todas as músicas, assim como em Mosaico (Circuito Musical), de 2005. “Além da Maria Rita ser uma grande cantora, ela transmite uma coisa fundamental em arte: emoção. Arte sem emoção pra mim não existe. Quando ouvi a interpretação dela preencher a canção, já que minha voz estava gravada, percebi o quanto a música cresceu com sua maneira de cantar, com a dramaticidade na medida certa, com a grande afinação e com o timbre fantástico”, comentou Toquinho. Com participações especiais de Maria Rita, Hamilton de Holanda, Paulo César Pinheiro e Camilla Faustino, o álbum A Arte de Viver será lançado no dia 6 de novembro. De um Filho, De um Cego – Sibipiruna Sibipiruna é uma árvore de grande porte nativa da Mata Atlântica que é muito comum em boa parte do país. Tão comum que muitas vezes sua beleza passa despercebida. Inspirando-se na poesia do dia a dia, a banda paranaense De um Filho, De um Cego lançou o primeiro single de seu novo EP. Com nome dessa árvore, Sibipiruna já está disponível. “Minha mesa de trabalho ficava de frente pra uma parede de vidro, onde eu conseguia ver o estacionamento do local. Mas como meu andar era o 2º, as árvores do lugar eram tudo o que aparecia pra mim. Era um dia nublado, de vento, melancólico. Um dia lento. Parei pra sentir tudo – as árvores balançando, a digitação dos meus colegas de trabalho e a rotina – do começo ao fim do dia, nessa poesia que é a gente”, conta Lucas Waricoda, guitarrista e vocalista do De um Filho, De um Cego.

Future Islands, enfim, solta seu sexto álbum, As Long As You Are

O Future Islands lançou seu sexto álbum, As Long As You Are. Anteriormente, no início da semana passada, a banda havia divulgado As Long As You Are Listening, Together, um evento interativo de audição do álbum em tempo real, e apresentou For Sure no The Late Show com Stephen Colbert. Na última sexta (9), para celebrar o lançamento de As Long As You Are, o Future Islands fez seu único show de 2020. O grupo de Baltimore tem estado na estrada por mais de uma década, mas 2020 é o primeiro ano em que a banda não pega a estrada desde 2008. Para seu 1.235º show ao vivo, o grupo ficou online para uma livestream global e única. A Stream of You and Me foi filmado em Maryland e contou com um show de luzes único criado pelo artista Pierre Claude (The Strokes). A transmissão foi dirigida por Michael Garber (Phoenix). As Long As You Are olha para o passado e também para o futuro, enfrentando velhos fantasmas e abraçando uma nova esperança. É um álbum sobre confiança, cheio de honestidade, redenção e desapego, permitindo que velhas feridas cicatrizem ao encerrar capítulos dolorosos. O álbum inclui os dos singles anteriormente lançados, Thrill e For Sure. Sinalizando uma nova era para o Future Islands. O baterista Mike Lowry se junta oficialmente como membro e compositor, complementando o trio fundador: William Cashion, Samuel T. Herring e Gerrit Welmers. O quarteto assumiu funções de produção pela primeira vez, co-produzindo As Long As You Are com Steve Wright, no Wrightway Studios, em Baltimore. Em resumo, seu synth-pop new wave repleto de melodias alegres e refrões celestiais é tão eufórico e alegre quanto qualquer obra da banda em seus 14 anos de carreira.

Com aura solar e pra frente, Muito Demais, de Lucas Bernoldi, é lançado

Muito Demais, terceiro disco de estúdio de Lucas Bernoldi, está na área. O cantor, compositor e produtor assina pela primeira vez a direção musical de um álbum próprio, tendo realizado a maior parte dos processos de criação em seu home studio, batizado de Estúdio Prata. “Tem momentos contemplativos, umas paisagens urbanas, experimentos… é um disco muito pra frente, com uma aura solar”, adianta Bernoldi. Itamar Assumpção, Tom Zé, Raul Seixas e Mutantes formam o quarteto fantástico de influências do jovem artista. O clipe da faixa homônima já provocou boas risadas. Muito Demais narra a saga matinal do personagem Gabirú, morador do bairro Vila Romana em São Paulo que, junto aos seus privilégios, caminha pela cidade refletindo sobre as notícias cotidianas da televisão. Lucas Bernoldi e as participações O universo sintético e de colagens sonoras de Lucas Bernoldi passa pela faixa Lua Nova, que conta com a participação da Papisa, representante do dream pop nacional. Outra musa indie que participa do álbum é Mãeana, na preguiçosa faixa Areia. Rafael Rocha (Tono) também está na canção. A canção-manifesto Eu Quero Viver fala sobre a vida de forma suave, dançante e solar. Não à toa, virou um lyric vídeo onde o espírito dança com alegria e consciência no meio de todas as barbáries do mundo contemporâneo. A música conta com a participação muito especial do ator, escritor, poeta, cantor, diretor e um dos fundadores da banda Aláfia, Jairo Pereira. Muito Demais é o terceiro disco de Lucas Bernoldi, que conta com Filipe Gomes (bateria), Gabriel Catanzaro (baixo), Pedro Bienemann (guitarra), Mirella Celeri (vocais). Este álbum é o sucessor de Prateado (2017) e de Sombras Coloridas (2014) – o disco de estreia de Bernoldi que caiu nas graças da crítica de todo o Brasil. Com a Banda Cigarra, que faz a festa de muitas festas de música brasileira, Bernoldi lançou o dançante e delicioso álbum Cigarra (2018). “Vamos cuidar da saúde mental e da vigília dos nossos pensamentos para conseguir ultrapassar barreiras e ‘colocar o bloco na rua’ como cantou o grande Sérgio Sampaio” indica o cantor e compositor Bernoldi.

Vídeos: Pappa Jack, Taboo, Adriana Calcanhotto, Mahmundi, El Paco e ZéVitor

Pappa Jack – Renascer A intensidade da faixa de abertura do EP O Mundo Inteiro em Uma Noite, da banda carioca Pappa Jack, ganhou novos contornos em forma de clipe. O quarteto transforma Renascer, uma canção sobre quedas e recomeços, em uma performance visceral. Um chamado a não se deixar abater pelas circunstâncias adversas, Renascer traz uma importante mensagem de resiliência em tempos de crise – em sintonia com um contexto de incertezas que o mundo vive atualmente. Mahmundi – Nós de Fronte, Nova TV e Sem Medo A cantora, compositora e produtora Mahmundi disponibilizou em seu canal no YouTube os vídeos de Nós de Fronte, Nova TV e Sem Medo.  Os vídeos fazem parte da inusitada e graciosa versão de seu mais recente trabalho, Mundo Novo. Gravado em sua casa, em São Paulo, Mahmundi reinterpreta todas as canções do álbum. Adriana Calcanhotto – Futuros Amantes O álbum Margem, lançado em 2018 por Adriana Calcanhotto, encerrou a chamada trilogia do mar da artista. Portanto, nada mais honesto que terminar um ciclo com um álbum ao vivo. O registro audiovisual do espetáculo, intitulado Margem, finda a viagem, traz canções dos outros dois álbuns, Maritmo (1998) e Maré (2008), além de novas interpretações exclusivas, como a deste primeiro single, Futuros Amantes, canção de Chico Buarque (1993). Futuros Amantes e a canção irmã Os ilhéus se encontram no palco, em Margem, e em sequência. “É dos momentos mais fortes do show, para mim, no sentido do quanto uma canção pode exigir de nós em termos da nossa capacidade de rendição à beleza. Será que um dia Copacabana será a nova Atlântida? Chico Buarque e Antonio Cicero é quem sabem”, afirma a cantora. Taboo – Meia-vida Enquanto revela canções que integrarão seu primeiro disco de estúdio, a banda Taboo convida a refletir sobre a vulnerabilidade social e a cegueira opcional de muitos diante da miséria alheia. Em Meia-vida, seu novo clipe e single, o grupo mineiro propõe um diálogo entre privilegiado e sem-privilégios sobre o que nos torna iguais e, ao mesmo tempo, tão diferentes. El Paco – Chumbo O ponto central é que a mensagem seja mais forte que o mensageiro. Em seu primeiro lançamento, Chumbo, El Paco apresenta uma música com estética diferenciada, com elementos do trap e letra melódica. Sem esconder a inspiração no seriado Dark, o ambiente da música transporta o ouvinte para um ambiente sombrio. “A música surgiu literalmente de um sonho, toda poesia da letra é construída com o pesar desse sonho ter acabado, do momento que despertei. Aí acabamos traduzindo isso em uma linguagem dentro do clipe que mostra esse percurso até o despertar”, conta El Paco. ZéVitor – Bagunça e Baderna O cantor e compositor ZéVitor lançou nas plataformas digitais o single Bagunça e Baderna, que chegou acompanhado de clipe animado criado por Lucas Paixão. Bagunça e Baderna é a quinta faixa do novo álbum de ZéVitor, Ressignificar, que será lançado em 27 de outubro. O disco conta com as colaborações de Kamaitachi (Bruxa) e Konai (Castelo de Areia) e um dueto com Fagner (Versos Ardentes).

Entrevista | Dirty Projectors – “Tenho escutado bastante o som do Tim Bernardes”

Pouco mais de um ano após a morte de João Gilberto, um dos maiores gênios da música brasileira, uma linda homenagem chega de Los Angeles. A banda de indie rock Dirty Projectors acaba de lançar o EP Super João, que reverencia no título, mas também mostra uma sonoridade muito inspirada na obra do baiano de Juazeiro. “Eu amo a música dele e a forma como ele tocava seu violão. É importante para mim. Eu trabalhei nessas músicas no ano passado, quando soube que ele faleceu. Por isso decidi nomear o EP de Super João”, comenta o vocalista e guitarrista, Dave Longstreth.  Super João é o terceiro de um ciclo de cinco EPS, que marca o crescimento e a transição da banda ao longo de 2020. Cada EP até hoje iluminou um membro específico da banda, e Super João foca em Dave. A coleção sutil, acústica e direta em fita combina melodias de formato longo com progressões de acordes surpreendentes para criar um clima que lembra Arthur Russell, Chet Baker e – é claro – João Gilberto. Paixão pela música brasileira A paixão por João Gilberto vem da infância. Dave conta que seus pais tocavam os álbuns do baiano em casa. “Ele acabou marcando parte da minha vida”, resume. O vocalista do Dirty Projectors vai além quando fala sobre música brasileira. “Era adolescente quando descobri o Caetano Veloso, Gal Costa… esse pessoal. Eu comecei a descobrir essas músicas quando estava crescendo, e isso me fez abrir muito a mente. Quando tive a minha primeira oportunidade de tocar no Brasil, o Caetano foi no meu primeiro show, no Rio, e conhecê-lo foi algo surreal”, comenta, aos risos. Dos mais atuais, Dave destaca o vocalista do grupo O Terno. “Tenho escutado bastante o som do Tim Bernardes, e de seu irmão, Chico Bernardes. Acho que são só esses dois, mas adoraria conhecer bem mais”.  Não bastasse a influência dentro de casa, o norte-americano também gravou com outro músico brasileiro, o percussionista Mauro Refosco, figura conhecida na trajetória do Red Hot Chilli Peppers e David Byrne. “Certamente contribuiu mais ainda para o meu conhecimento de música brasileira. Eu já escutava músicas do Mauro bem antes de conhecê-lo. Acompanhei o trabalho dele pela primeira vez no álbum Grown Backwards, do David Byrne. Ele é um cara muito legal e um músico incrível. Trabalhar com ele no Dirty Projectors foi praticamente um sonho se tornando realidade. Eu amo ele”. EPs em série do Dirty Projectors A série de EPs do Dirty Projectors reserva ainda mais dois títulos em 2020. Segundo Dave, a ideia do projeto surgiu quando a banda começou a trabalhar no show ao vivo do último álbum. “Tem sido muito natural encaixar as músicas em cada EP, é algo muito intuitivo. Sobre Super João, a ideia foi escolher músicas com um grande senso de liberdade, com progressões livres e selvagens”.  A sequência de EPs temáticos para cada integrante é uma forma de destacar o que é produzido por cada um deles. “Sempre foi minha ideia para a banda: mudar assim como a música muda. Só queria poder explorar o maior tipo de músicas e sons. Trabalhar com muitos músicos diferentes ao longo dos anos é uma honra, um privilégio e uma alegria enorme”. Enquanto a pandemia segue forte, Dave conta que espera o quanto antes conhecer o Brasil. De forma segura para todos, claro. “Esse ano acabou com a maioria dos planos de muita gente, assim como os nossos. Eu não sei quando vou poder tocar de novo no Brasil, mas adoraria voltar quanto antes. Amo o país e amo tocar para os fãs brasileiros. Espero que não demore muito”. ***Texto e entrevista por Lucas Krempel e Caíque Stiva

Bad Bebop divulga Starting Riots, seu segundo disco em estúdio

O trio curitibano do Bad Bebop trouxe na última sexta-feira (11), seu segundo disco em estúdio, intitulado Starting Riots. Com 10 faixas, o trabalho evidencia o amadurecimento e a força criativa da banda desde Prime Time Murder, debute do conjunto lançado em 2017. Starting Riots significa, em português “Iniciando Tumultos”, e dialoga com um país polarizado e tensionado por política e pandemia. “Starting Riots é uma síntese do que vivemos enquanto banda e indivíduos em um mundo cada vez mais complexo e controverso. Uma ideia que começou em 2015 e firma mais um importante passo em nossa história”, destaca a banda.

Das Minas | Alicia Keys, Demi Lovato, Sia e mais

Alicia Keys

Música para todos os gostos! Nesta semana, os destaques entre os Lançamentos das Minas vão desde o punk rock da L.A. Machina até o R&B de Alicia Keys. Confira nossa curadoria com as principais faixas para incluir na sua playlist. L.A. Machina – Teenage Head / Go! Michelle Balderrama, Suzi Moon e Rikki Styxx se reuniram no projeto L.A. Machina para começar uma nova onda no punk rock. Em antecipação ao disco Welcome to the Machina, o power trio lança dois singles. Com alta produção, letras sarcásticas e riffs sujos, a banda invoca a essência de clássicos como Joan Jett, David Bowie e Iggy Pop. Margo Price – Letting Me Down (Downer Version) Lançado como uma versão mais “calma” da faixa previamente divulgada no álbum That’s How Rumors Get Started (2020), Margo investe no country lento na balada Letting Me Down. Com direito a clipe sublime e romântico, os vocais suaves lembram Dolly Parton e Cyndi Lauper. Stefflon Don – Move Para os fãs de rap, a pedida da semana é Move, novo som da britânica Stefflon Don. Inspirada em seu “antigo eu”, como afirma a rapper na introdução sobre o single, a faixa dançante faz o estilo Cardi B e Doja Cat, com pitadas de Missy Elliott. Illuminati Hotties – ppl plzr Illuminati Hotties lançou um vídeo para a faixa ppl plzr, feito de contribuições caseiras dos fãs. A canção compõe o disco FREE I​.​H: This Is Not The One You’ve Been Waiting For, lançado mais cedo neste ano. Pense em um rolê aleatório, alternativo e divertidíssimo de assistir! La Femme – Paradigme Com instrumental encorpado e estética retrô, a parisiense La Femme reúne todo o glamour possível no single Paradigme. A faixa fará parte do terceiro álbum da banda, que promete mesclar influências de jazz, disco e rock psicodélico. Marshmello, Demi Lovato – OK Not To Be OK Demi Lovato acerta mais uma vez, em uma parceria de sucesso com Marshmello. A faixa abre o diálogo sobre prevenção ao suicídio, apoiada pela organização Hope For The Day (HFTD), que propõe uma ação coletiva de empoderamento sobre saúde mental. Kylie Minogue – Say Something (Syn Cole Remix) Figurando entre as principais charts globais, Say Something ganhou um remix inédito com Syn Cole, DJ e produtor estoniano. A faixa ganha um tratamento dance adicional, que promete impulsionar ainda mais o hit. David Guetta & Sia – Let’s Love Uma parceria antiga e que sempre dá certo: David Guetta + Sia. A faixa veio acompanhada de um lyric vídeo com estética retrô futurista, a tendência absoluta do momento pop. Com uma publicação especial no TikTok, o DJ inspirou a hashtag #LetsLove, espalhando mensagens de amor e positividade. Alicia Keys – Love Looks Better Marcando o início da temporada 2020 de futebol americano, Alicia Keys lançou o single Love Looks Better em performance ao vivo. Na ocasião, aproveitou para anunciar que a NFL criou um fundo de 1 bilhão de dólares para ajudar no empoderamento de comunidades negras dos Estados Unidos.

O Líder em Movimento: BK divulga seu terceiro disco em estúdio

Quem está de disco de novo é o rapper BK’. O músico trouxe nesta segunda-feira (7) O Líder em Movimento, seu terceiro álbum em estúdio. Abordando temáticas relacionadas às lutas raciais, o novo trabalho do artista narra a trajetória de um líder negro que, apesar de objetivar fortalecer a própria comunidade, tem momentos egóicos e megalomaníacos até perceber que um povo unido através da horizontalização do poder é um povo mais motivado. Em resumo, o projeto conta com 10 faixas. Segundo o próprio rapper, este é o disco mais conceitual em termos de narrativas e instrumentais de sua carreira. Vale lembrar que BK’ conta com dois discos poderosos em sua discografia: Castelos & Ruínas e Gigantes