AmarElo – É Tudo Pra Ontem, de Emicida, ganha trailer; Assista!

O documentário AmarElo – É Tudo Pra Ontem, que será exibido pela Netflix, ganhou um trailer especial nesta terça-feira (17). Em resumo, o filme mergulha no processo criativo e na gravação do projeto de estúdio AmarElo, para contar a história da cultura negra do Brasil nos últimos 100 anos. Ademais, também explora o show de Emicida no Theatro Municipal de São Paulo, em 2019. Com realização da Laboratório Fantasma, AmarElo traz entrevistas com Fernanda Montenegro, Zeca Pagodinho e Pabllo Vittar. Em suma, a narrativa é costurada ainda por cenas de bastidores, imagens de arquivo e animações. “Foram as histórias dos livros e dos filmes que me fizeram sonhar com outra possibilidade de ser, viver e existir”, diz Emicida. “A ideia do documentário é a de colocar as pessoas em contato com uma história que as façam se perguntar: se já houve neste país tanta grandiosidade, por que essas histórias vão sendo, de alguma maneira, invisibilizadas e esquecidas? Estou feliz que vamos conseguir apresentar em escala global outra perspectiva a respeito do Brasil. Isso é mágico”. O documentário, de 90 minutos, tem lançamento confirmado para 8 de dezembro. Posteriormente, a Netflix e a Laboratório Fantasma ainda terão um segundo projeto, que será lançado em 2021.

Bom Dia, Verônica tem segunda temporada confirmada

Um dos sucessos nacionais da temporada, Bom Dia, Verônica! (Netflix) terá uma segunda temporada. Em resumo, a confirmação veio nesta terça-feira (10) com uma série de frases dos seus autores, protagonista e diretor. Raphael Montes, autor do livro homônimo, criador e roteirista da série, todavia, afirma estar muito feliz de ver o público abraçando uma uma série de suspense que dá voz a temas tão importantes e atuais. “Como criador da série, eu espero que a história de Verônica chegue a mais e mais pessoas. E posso adiantar que, na segunda temporada, Verô vai enfrentar um vilão ainda mais cruel do que Brandão”. Intérprete de Verônica, a atriz Tainá Müller também demonstrou sua alegria com a continuidade da série. “Minha felicidade é imensa de saber que a nossa série tocou as pessoas, que gerou tantos debates e que o pessoal pede para ver a continuação da trajetória de Verônica”. No entanto, ainda não há data confirmada para a estreia da segunda temporada.

Ficção com George Clooney ganha trailer e data de estreia

O filme O Céu da Meia-Noite, nova produção da Netflix, teve seu primeiro trailer revelado nesta terça-feira (27). Dirigido, produzido e estrelado por George Clooney, a produção estreia na plataforma em 23 de dezembro. Baseado no livro de Lily Brooks-Dalton, o filme conta ainda com Felicity Jones e David Oyelowo. Ademais, também traz Tiffany Boone e Demián Bichir no elenco. Em resumo, esta história pós-apocalíptica conta a saga de Augustine (George Clooney), um cientista solitário no Ártico, que corre para impedir Sully (Felicity Jones) e seus colegas astronautas de voltarem para casa em meio a uma misteriosa catástrofe global.

Crítica | O Halloween de Hubie, filme novo de Adam Sandler

Desde que fundou a produtora Happy Madison, em 1999, Adam Sandler tem se dedicado a filmes que funcionam apenas com um público: os seus fãs apaixonados. Nesses 20 anos, poucos longas conseguiram ter um alcance maior: Click, Reine Sobre Mim, Tá Rindo do Quê?, Os Meyerowitz: Família Não Se Escolhe e Jóias Brutas. Com Jóias Brutas, inclusive, muita gente cogitou uma indicação ao Oscar para Adam Sandler, que venceu vários prêmios pelo mundo com esse longa. Dos filmes citados acima, Click é o único da Happy Madison, responsável por quase todos os filmes do ator. Reine Sobre Mim e Tá Rindo do Quê? foram gravados pela divisão dramática da produtora, enquanto os demais são de outras equipes. E, principalmente, sem Sandler na produção. Na última semana, o ator de origem judaica estreou mais um filme com fórmula repetida na Netflix: O Halloween de Hubie. Pode funcionar com os fãs, que inclusive já devem ter assistido. Mas para por aí. Seguindo um formato muito utilizado em seus filmes, Sandler é a grande estrela, reúne seus melhores amigos no elenco e deixa uma lição moral no fim da trama. O que muda aqui é a temática, totalmente voltada para o Halloween, que é muito bem festejado na América do Norte, com casas completamente decoradas, tal como é mostrado na produção. A trama do filme novo de Adam Sandler Em O Halloween de Hubie, embora ninguém se importe, Hubie Dubois (Adam Sandler) sempre passa o Dia das Bruxas tentando garantir que os moradores de sua cidade festejem de forma segura e de acordo com as regras. Este ano, no entanto, um fugitivo (Rob Schneider) e um novo vizinho misterioso (Steve Buscemi) vão realmente tirar seu sono. Quando pessoas começam a desaparecer, Hubie precisa convencer os policiais (Kevin James e Kenan Thompson) e a comunidade de Salem que monstros existem, e só ele poderá detê-los. Entretanto, por sempre fazer denúncias infundadas, Hubie não é levado a sério por quase ninguém, sendo alvo de bullying da comunidade o tempo todo. As únicas pessoas que dão valor a Hubie são sua paixão secreta de longa data, Violet Valentine (Julie Bowen), uma divorciada bonita e de bom coração que gosta de adotar órfãos; seu novo vizinho, Walter Lambert (Steve Buscemi), que dá todas as indicações de que ele pode ser um lobisomem; e sua mãe (June Squibb), que continua tendo que lembrar Hubie de lutar contra os valentões que seguem a atormentá-lo. O elenco de O Halloween de Hubie é grandioso. Além dos já citados, inclui Ray Liotta (Sr. Landolfa), Ben Stiller (Hal L.), Maya Rudolph (Mary Herlihy) e Noah Schnapp (Tommy Valentine). Nada, porém, fortalece o filme. Segue sendo uma produção de Adam Sandler para os seus fãs mais fiéis. E, mesmo assim, já começa a esgotar a fórmula repetida.

Netflix anuncia edição digital do Tudum e almanaque

Após a primeira edição do Tudum Festival Netflix, que aconteceu em janeiro e atraiu mais de 50 mil pessoas em São Paulo para uma série de experiências imersivas gratuitas, o Tudum está de volta e agora em todo o país. Serão cerca de cem páginas de um almanaque inédito, em versão física e digital, totalmente gratuito, trazendo histórias, jogos e outras atividades interativas. Com 100 mil exemplares impressos, o almanaque será distribuído em todo o Brasil e contém entrevistas, curiosidades e quizzes com os personagens das produções. Além disso, traz matérias sobre temas importantes ligados à representatividade e diversidade, além de itens colecionáveis como adesivos, paper toys e pôsteres. As inscrições para receber o almanaque impresso em casa abrem dia 16 de outubro pelo site do Tudum. Já a partir do dia 26 de outubro o almanaque pode ser acessado em sua versão digital, pelo mesmo endereço. Entre os dias 3 e 5 de novembro, o Tudum se transforma em um festival digital que poderá ser assistido por todos os fãs mundo. A transmissão será pelo YouTube da Netflix Brasil e no site do Tudum. O Lee de A Barraca do Beijo, a Mindy e o Gabriel de Emily em Paris, a Sofía e o Raúl de Control Z, a Rita, o Doni e o Nando de Sintonia, o Felipe Castanhari de Mundo Mistério e o cantor Emicida são alguns dos convidados já confirmados. Em resumo, esses convidados irão bater um papo com a apresentadora desta edição do Tudum, a dona e proprietária da Netflix – Maisa. Os fãs ainda terão a oportunidade de participar diariamente de um encontro virtual cara a cara com seus ídolos, já pensou? A dinâmica de como se inscrever para o encontro será explicada ao vivo.

Emicida estreia documentário na Netflix em dezembro

A Netflix anunciou a produção do documentário AmarElo – É Tudo Pra Ontem, de Emicida, com animações, entrevistas e cenas de bastidores. Usando o show do rapper no Theatro Municipal em 2019 como espinha dorsal, o filme dirigido por Fred Ouro Preto explora a produção do projeto de estúdio AmarElo e, ao mesmo tempo, a história da cultura negra brasileira nos últimos 100 anos. Nele, estabelece-se um elo importante entre três momentos relevantes da história negra brasileira: a Semana de Arte Moderna de 1922; o ato de fundação do Movimento Negro Unificado (MNU), em 1978, pela valorização da cultura e de direitos do povo negro; e o emblemático espetáculo de estreia de AmarElo, que aconteceu no mês da consciência negra, novembro, em 2019. “São quatro décadas que separam a nossa ascensão ao palco do Theatro Municipal do encontro das pessoas do MNU naquelas escadarias. Então subir ali e gritar ‘obrigado, MNU’ pro mundo é para que eles saibam que é da luta deles que nasce um sonhador como o Emicida”, diz o rapper. “Quando eu cheguei aqui, tudo era impossível, qualquer coisa que falávamos era tida como problemática e improvável de se realizar. Hoje, não é mais. E é dessa forma que quero que lembrem do meu nome no futuro, como alguém que sabia que o impossível era grande, mas não maior que si. O palco do Municipal abrigou alguns dos mais importantes movimentos da arte do planeta e acho que caminhamos para ser isso”, completa Emicida. O documentário, de 90 minutos, tem lançamento confirmado para o dia 8 de dezembro de 2020. A Netflix e Laboratório Fantasma ainda terão um segundo projeto, que será lançado em 2021.

Crítica | Emily em Paris é leve e gostosa de assistir

Bonjour! Emily em Paris acabou de estrear na Netflix, está em primeiro lugar no ranking da plataforma e já ganhou os corações de todos em menos de uma semana – inclusive os dos apaixonados pela capital francesa. A série é leve e gostosa de se assistir. Dá para maratonar rapidinho e até vê-la duas vezes. Eu mesma fiz isso. São dez episódios de quase 30 minutos cada. Emily Cooper é tão empolgada com toda Paris a seus pés que essa energia é sentida também por quem assiste. A personagem que esbanja simpatia é protagonizada pela atriz Lily Collins, de 31 anos, filha do músico Phil Collins. A viagem começa quando Emily sai de Chicago e vai a Paris substituir por um ano sua chefe que está grávida, em uma agência de marketing que só trabalha com marcas de luxo, a Savoir. Quando Emily chega, não só fica encantada pela beleza, mas um pouco perdida também com traduções, costumes e geografia. Enfrenta a insegurança de estar em um lugar novo, onde não fala o idioma local, e coloca em risco seu relacionamento atual, que ficou em Chicago. Já instalada, ela abre a janela do quarto e se depara com uma vista tipicamente parisiense. Diz que se sente como a Nicole Kidman em Moulin Rouge e, automaticamente, muda sua conta do Instagram para @emilyinparis. Começa a registrar selfies e as aventuras que serão vividas na cidade romântica. Em poucos dias, a estrategista em mídias sociais percebe que o número de seus seguidores aumenta e se torna uma digital influencer e uma “quase” especialista em tudo em Paris. Graças à paixão que ela coloca em tudo o que faz. Emily em Paris tem muito turismo na Cidade Luz A série mostra pontos turísticos da capital francesa, como a Torre Eiffel, Arco do Triunfo, Jardim de Luxemburgo, Rio Sena, Ponte Alexandre III, Ópera Garnier, La Maison Rose, Sacre Coeur, Moulin Rouge… Se pudesse, eu listaria todos. Mas a sedução das locações em cada ruazinha, paisagem, cafés, restaurantes e as boulangeries (padarias) é indescritível. Emily já começa experimentando o pain au chocolat (croissant de chocolate) e ele vira o queridinho do seu café da manhã. Eu queria morar nessa série, quem não? No primeiro dia de trabalho, a norte-americana tem que lidar com a resistência dos seus colegas, que a evitam a qualquer custo. Mas essa atitude a leva a almoçar sozinha nos jardins do Palais Royal e, lá, conhecer Mindy Chen (Ashley Park), uma babá asiática. Logo, elas se tornam melhores amigas. E uma Paris sem romance não é Paris. Tô tentando não dar spoilers, mas Emily viverá (muitos) romances e aventuras ao longo dos episódios. Já posso adiantar que ela esbarra com o vizinho gato do andar de baixo, o Gabriel (Lucas Bravo), que é chef de cozinha do restaurante da rua onde moram. Sem saber, Emily também fica amiga da namorada dele e aí a confusão se estabelece. No decorrer da trama, esses e outros dilemas serão bem explorados e a série passa a mexer com seu coração, não só com o da Emily. Série escrita por criador de Sex and the City A série foi criada e escrita pelo Darren Star, de Sex and the City. Por isso há similaridades, principalmente entre as protagonistas Emily Cooper e Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker). As duas amam moda, além de vestirem looks incríveis e trabalharem com Comunicação. Carrie era colunista no The New York Star. Mas para dar um ar mais realista e parisiense, Darren morou na cidade com o objetivo de trazer mais veracidade ao roteiro. Vivenciou todos os detalhes descritos na trama. Outra referência é a relação ou a falta dela com a nova chefe da agência de marketing, Sylvie (Philippine Leroy-Beaulieu). Emily precisa ganhar a confiança e a aceitação dela. Sylvie se convence que Emily é inimiga do luxo, sem beleza e refinamento. E isso me fez lembrar do filme O Diabo Veste Prada, com a maravilhosa Meryl Streep, uma poderosa editora de revista de moda e sua relação com Andy (Anne Hathaway), que vai para Nova York e consegue ser co-assistente de Meryl, a chefe má: Miranda Priestly. Mesmo sendo totalmente clichê, a série é divertida e bem produzida, além de trazer muitas referências em artes, música, lugares e comida. Tem que assistir para degustar cada episódio. A primeira temporada termina como os típicos finais franceses: com drama e sem fugir da vida real. A segunda temporada ainda não foi confirmada, mas Darren já deu indícios de que haverá continuação. “Emily vai ter os pés no chão um pouco mais. Ela está fazendo uma vida lá” e Lily também já declarou que “adoraria que o seriado fosse renovado e Emily viajasse pela Europa”. Vamos aguardar! Au revoir!