Elvis Costello & The Imposters anunciam álbum novo e liberam single

Elvis Costello & The Imposters anunciaram o lançamento de seu novo álbum, The Boy Named If, previsto para o dia 14 de janeiro de 2022. Aliás, o cantor também liberou o primeiro single do projeto, Magnificent Hurt. “IF é um apelido para seu amigo imaginário; seu ‘eu secreto’, aquele que sabe tudo que você nega, aquele que você culpa pelas louças quebradas e pelos corações partidos, até mesmo o seu. Em breve, todos vocês poderão ouvir mais sobre esse ‘menino’”, diz Costello. De acordo com ele, as 13 músicas do novo disco “nos levam dos últimos dias de uma infância confusa até aquele momento mortificante quando dizem para você parar de agir como uma criança – o que para a maioria dos homens (e talvez algumas garotas também) pode ser a qualquer momento nos próximos 50 anos”. Anteriormente, em setembro, Costello lançou uma versão totalmente em espanhol de seu disco de 1978, This Year´s Model, que conta com as colaborações de Luis Fonsi, Jaunes, Jorge Drexler, Francisca Valenzuela, Fuego, Draco Rosa e Fito Páez, entre outros artistas. Por fim, não deixe de curtir o som novo abaixo.

Spoon anuncia álbum Lucifer on the Sofa; ouça primeiro single

O décimo álbum do Spoon, Lucifer on the Sofa, ganhou data de lançamento: 11 de fevereiro de 2022 via Matador Records. Em resumo, feito no Texas, é o primeiro conjunto de canções que o quinteto gravou em sua cidade natal, Austin, em mais de uma década. O álbum engarrafa a emoção física de uma banda destruindo uma sala lotada. Contudo, é um álbum de intensidade e intimidade, onde os contornos mais ásperos da música parecem tão vívidos quanto às direções murmuradas silenciosamente no microfone na primeira tomada. De acordo com o vocalista Britt Daniel, “é o som do rock clássico escrito por um cara que nunca entendeu Eric Clapton”. Nesta sexta-feira (29), a banda lançou o primeiro single, The Hardest Cut. Aliás, pesada e ancorada por guitarras desafinadas, The Hardest Cut foi a primeira música escrita por Daniel, que co-escreveu com Alex Fischel, para o novo álbum. “Passei boa parte de 2018 e 2019 ouvindo ZZ Top”, explica Daniel. Por fim, a arte do álbum foi criada pelo renomado artista Edel Rodriguez, lindamente apresentada em um formato de vinil que será apresentado em várias variantes de cores, incluindo um padrão exclusivo opaco laranja e preto disponível no site da banda ou da gravadora. Lucifer on the Sofa tracklist 1. Held2. The Hardest Cut3. The Devil & Mister Jones4. Wild5. My Babe6. Feels Alright7. On The Radio8. Astral Jacket9. Satellite10. Lucifer On The Sofa

Entrevista | Alice Merton – “Aprendi com a música a não me pressionar tanto”

O início da carreira da cantora alemã Alice Merton foi arrasador. Em pouco mais de cinco anos de estrada, ela já acumula mais de 650 milhões de streams, um mega hit, além de uma temporada vitoriosa como treinador na edição alemã do The Voice. No entanto, a autora de No Roots não vai parar aí. Quase três após seu disco de estreia, Mint, Alice Merton já prepara o sucessor, ainda sem nome, mas com três singles incríveis: Vertigo, Hero e Island. Em entrevista ao Blog n’ Roll, via Zoom, Alice Merton revelou que não se sente pressionada para lançar algo tão estrondoso como o seu primeiro álbum. “Só quero conectar pessoas e sentimentos”, resume. Confira abaixo a nossa entrevista com Alice Merton. Vertigo, Hero e Island são ótimas amostras de sua nova fase. Elas compõem um álbum cheio? Sim, elas são parte de um álbum que está chegando. Não posso dizer exatamente quando esse álbum chega, mas deve vir no começo de 2022. E os fãs podem esperar várias partes diferentes de mim. Decidi que gostaria de trabalhar com vários produtores nesse álbum, então sinto que ele consegue ser colorido e obscuro. Não posso dizer que é só um álbum divertido, porque todos nós passamos por momentos muito complicados nos últimos anos, então isso acabou refletido no álbum. Hero parece autobiográfica. Ela tem a ver com sua jornada nos últimos meses? Absolutamente. Tudo que você ouvir ou sentir desse álbum vem de alguma parte de mim, porque fui a única que escreveu as letras. Todas as músicas representam algum sentimento que tive neste ano ou no ano passado. E foi uma jornada interessante fazer isso. A pandemia atrapalhou de alguma forma a gravação do álbum? Na verdade, no começo de 2020 eu queria ir para os EUA para trabalhar com esses produtores, porque moro na Europa, e todos estavam lá. Mas a covid chegou e mudou todos os meus planos. Então, encontrei produtores em Berlim que já tinham trabalhado comigo. E foi ótimo trabalhar com eles. Me diverti muito. O que você trouxe de inspiração para essa sonoridade tão distinta entre seus singles? Ouço muita música, para ser honesta. Mas, na realidade, tento me deixar inspirar pela visão dos produtores e pelo que sinto no momento também. Todo sentimento que tenho, tento colocar em palavras ou em música. E dependendo do sentimento, é assim que a música vai sair. Então, acho que vai muito da mágica do momento. Deixo o sentimento me levar. Como está sua expectativa para a volta aos palcos? Vertigo tem tudo para ser muito grandiosa nos shows. Nós já temos alguns shows na Alemanha neste ano. E sobre Vertigo, não sabia onde colocá-la no começo, porque é uma música vocalmente muito difícil de se cantar. Quando a canto, minha garganta fica um pouco cansada. Por isso pensei em colocá-la no meio do show. Sabe aquele momento que a empolgação diminui um pouco e até os fãs podem respirar um pouco? É antes desse momento que Vertigo vai entrar. Vertigo também chegou com uma produção audiovisual incrível. Queria que você falasse um pouco como foi essa gravação. O vídeo foi muito divertido de se fazer. Fiz com uma diretora que já conhecia e amava o estilo. Só expliquei o que queria e como me sentia, e ela trouxe ótimas ideias. Foi muito divertido e confortável trabalhar com ela. E tivemos um vídeo bem legal como resultado. Island veio como b-side de Hero. Apesar da sonoridade distinta, você acredita que elas conversam entre si? Acho que de vez em quando é legal quebrar essa estrutura de ter um single e pronto. As duas músicas significam muito para mim de formas bastante diferentes. Por isso o conceito de b-side. São músicas bem diferentes, mas que pertencem uma a outra. Mint, seu primeiro álbum de estúdio, foi um sucesso imenso. Você se sente pressionada para manter o sucesso comercial? Estou indo com o flow. Se tem uma coisa que aprendi com a música é não se pressionar tanto. Você pode contratar os melhores produtores do mundo, mas não é isso que vim para fazer. Não penso em fazer o melhor álbum do mundo, mas penso em fazer o melhor álbum para mim, o mais honesto. E é assim que gosto de fazer música. Minha intenção é fazer com que as pessoas criem alguma relação com as canções, que elas sintam um pouco do que me inspirou em cada uma. Tentei me distanciar daquele ‘você tem que ser a melhor e tem que ser única’. O primeiro álbum saiu só com as coisas que vieram de mim, então busquei produtores diferentes para explorar coisas que poderiam surgir de diferente e trazer naturalmente a inspiração. É isso que tenho feito. Só quero que as pessoas entendam e curtam o álbum. Nunca foi meu objetivo ter o melhor álbum do mundo, só quero conectar pessoas e sentimentos. No Roots foi o single responsável pelo sucesso de Mint. Como é a sua relação com a música? Está cansada de cantar nos shows? Tenho uma relação muito boa com as minhas músicas, especialmente com No Roots, porque essa música foi um ‘chute na porta’. Me abriu muitas portas e me ajudou a tocar nos mais diferentes lugares. Aliás, me dói muito não ter conseguido ir ao Brasil ainda, porque sei que a música foi grande aí, e nunca tive a chance de tocá-la para o público por aí. É surreal, porque eu adoraria estar no Brasil e ouvir minha música na rádio. Espero ir em 2022 ou 2023. Sou muito grata por essa música. Música é minha paixão, e espero poder tocar cada vez mais e compor cada vez mais para que as pessoas possam se relacionar de alguma forma. Você nasceu na Alemanha, tem nacionalidade canadense e inglesa, além de ter morado em vários lugares. Isso de alguma forma impacta no seu trabalho? Acho que me deixou mais aberta a conhecer e conversar com pessoas novas. Tenho morais fortes e uma ideia de

Entrevista | Roger Taylor (Duran Duran) – “Faz parte da natureza humana se reunir para ouvir música e dançar”

Foram necessários seis anos para a banda inglesa Duran Duran lançar o sucessor de Paper Gods. Future Past chegou ao streaming nesta sexta-feira (22). Aliás, o nome não é mera coincidência. É um pé na nostalgia, outro no futuro. O novo trabalho traz colaborações que ampliam o universo do Duran Duran. Giorgio Moroder e o conceituado Erol Alkan assinam a produção de faixas e – além de Tove Lo – CHAI, Graham Coxon (Blur), Mark Ronson, Ivorian Doll e Mike Garson aparecem como participações especiais. “Quando entramos em estúdio pela primeira vez, no final de 2018, eu estava tentando convencer os caras que tudo o que precisávamos fazer era escrever duas ou três faixas para um EP. Quatro dias depois, tínhamos a base de 25 canções muito fortes, que precisamos desenvolver com calma. Então aqui nós estamos, em 2021, com nosso 15º álbum de estúdio querendo se libertar”, comenta o vocalista do Duran Duran, Simon Le Bon. O baterista do Duran Duran, Roger Taylor, conversou com o Blog n’ Roll sobre o novo momento da banda. Durante a entrevista, ficou muito empolgado ao ver um quadro do Rolling Stones na parede e lamentou a morte de Charlie Watts, um de seus heróis. Foram seis anos até Future Past. Por que esse intervalo tão grande? A pandemia contribuiu para essa demora? Com certeza contribuiu. Mas nós lançamos Paper Gods que foi um grande sucesso na América e com os nossos fãs. Então saímos em turnê por mais de dois anos… era uma turnê que não parava de crescer enquanto nós nos apresentávamos. Isso tomou muito do nosso tempo. Depois tivemos um tempo livre e finalmente voltamos para o estúdio. Trabalhamos por três ou quatro meses e aí veio a pandemia e fechou tudo. Ficamos nove meses em que não pudemos ir ao estúdio, trabalhar… tentamos trabalhar remoto, mas para fazer um grande disco, precisávamos todos estar na mesma sala. O mundo mudou completamente desde o último álbum. Future Past é uma luz do Duran Duran para os tempos sombrios? Algumas são alegres, enquanto outras são completamente profundas e sombrias. Acho que Invisible é uma música sombria. É sobre não ser visto em um relacionamento. Não conseguir se fazer visível para o mundo e isso serve para o período de lockdown. Escrevemos algumas músicas sobre celebração que foram feitas antes da pandemia… e agora são recebidas como: Que legal que vocês conseguiram que as pessoas ficassem animadas com as suas músicas, você não acha? Foi um feliz acidente. Nós escrevemos essas músicas que pareciam apropriadas para o momento. Nós fizemos um grande show aqui em Austin (Texas) e temos uma música Tonight United, que no disco não foi gravada ao vivo e que foi muito bem saudada pelo público. Todo mundo se unindo e curtindo de novo. Acho que as pessoas estavam sentindo falta disso. Faz parte da natureza humana se reunir para ouvir música, dançar… ter uma experiência compartilhada em comum. É por isso que parte do mundo está deprimida, nós não podemos fazer mais isso. Especialmente no Brasil e na América do Sul é uma grande parte da cultura de vocês estarem felizes juntos, dançando pelas ruas. Então é bom tocar para uma plateia de novo. Future Past é um nome curioso. É um pé no passado, outro no futuro? É parte do significado. Acho que com esse álbum nós, definitivamente, somos mais independentes e voltamos ao gênero que costumávamos tocar no início. Especialmente eu e o John estamos trabalhando como estávamos acostumados, muito mais organicamente, um som mais autêntico, que as pessoas remetem ao início dos anos 1980. Mas é um disco contemporâneo, com Erol Alkan, um produtor muito contemporâneo. Então é (um álbum) muito contemporâneo, mas remete um pouco ao início (da banda). Future Past é uma boa descrição de onde estamos, na realidade. Mas Alkan produziu essa ideia que nós deveríamos, sabe, quase que “voltar para o futuro”. Nós voltamos e recapturamos o som dos primeiros discos e o trouxemos para o futuro. Como está a expectativa para a retomada dos shows do Duran Duran? Já consegue vislumbrar uma turnê mundial? Com certeza. Os Rolling Stones postaram (sobre a turnê), infelizmente sem o Charlie Watts. Acho que as pessoas estão começando a ver um novo futuro. A pandemia parece estar diminuindo e acho que ela irá mesmo, com mais tempo e mesmo se você for uma pessoa a favor ou anti vacina, mas com uma mentalidade de vacinação. Acho que devagar, com a ciência, nós vamos vencer e ano que vem o mundo estará aberto novamente. Estamos vendo uma turnê mundial e com certeza voltaremos para a América do Sul. O que significa para você estar no palco à frente dos fãs depois de uma longa pausa devido à pandemia? Tem sido incrível. Quando você faz muito uma coisa, você perde um pouco da valorização daquilo. Se você faz 100, 200 shows, seja lá quantos… é como comer biscoitos de um grande pote. Os primeiros 20 são maravilhosos, mas quando você chega no quinquagésimo ou no centésimo não é mais tão excitante. Então precisam tirar isso de você para você ter isso de volta. Essa é uma das coisas boas, tirando as mortes e a tristeza. Acho que vamos ter uma grande valorização de todas as coisas que foram tiradas de nós. Temos visto isso nos shows que as pessoas têm feito. As pessoas estão fora de si, histéricas, porque elas não iam em um show há dois anos. Momentos emocionantes estão por vir. E é muito bom ter um disco novo que é recebido dessa maneira positiva. Você pode citar três álbuns que mudaram sua vida e por quê? Que mudaram a minha vida? Tem que ser o primeiro álbum do The Clash (The Clash, 1977), que teve muita mudança para mim. Acho que Low (1977), do David Bowie, foi um grande disco para mim. Eu estava meio que tentando criar um estilo para mim, como baterista. Aprendi muito ouvindo esse disco, particularmente. Só o

Biffy Clyro lança The Myth of the Happily Ever After, o “primeiro álbum totalmente escocês”

O Biffy Clyro lançou na sexta-feira (23) o álbum The Myth of the Happily Ever After. Dentre as novidades, o disco traz Errors In The History of God, que foi revelada na quarta no programa Hottest Record da Radio 1. Neste final de semana a banda ainda se apresenta no show Radio 1’s Out Out! Live, na Wembley Arena, que terá passagens transmitidas na BBC One, Radio 1, e na BBC iPlayer. The Myth é um projeto autoproduzido que representa uma reação ao primeiro álbum da carreira, A Celebration of Endings. Ademais, uma resposta rápida e emocional ao turbilhão que foi o último ano. É o ying do yang que A Celebration representou, o outro lado da moeda, o antes e depois em comparação. Em resumo, o otimismo do início de 2020 deu espaço à um retorno à terra. É o produto dos tempos estranhos e cruéis em nossas vidas, mas que também foram especialmente revigorantes para o Biffy Clyro. “Esse álbum é uma jornada real, uma colisão de cada pensamento e emoção que tivemos nos últimos dezoito meses. Havia uma fortaleza real em A Celebration, mas nesse disco nós abraçamos as vulnerabilidades de ser uma banda e sermos humanos nessa era caótica de nossas vidas. Mesmo o título é o exato oposto. É sobre perguntar: nós criamos essas narrativas em nossas próprias cabeças para nos dar alguma segurança quando ao fim do dia ninguém está esperando por nós?”, diz o vocalista e guitarrista Simon Neil. Totalmente escocês Encerrado no lockdown, Biffy Clyro gravou The Myth de uma forma completamente diferente de como chegaram em A Celebration. Em vez de gastar meses em Los Angeles, eles trocaram uma costa pela outra para gravar por apenas seis semanas em sua sala de ensaios (convertida em um estúdio funcional pelos irmãos responsáveis pela sessão rítmica, James and Ben Johnston) em uma fazenda próxima das casas deles. O trio foi com a intenção de completar algumas canções não terminadas de A Celebration mas, em vez disso, The Myth tomou conta de tudo e começou a ganhar forma no final de 2020, com tudo escrito e gravado em um raio de dez milhas. Tradicionalmente, 90% das canções do Biffy foram escritas na Escócia antes que a banda seguisse para Londres ou Los Angeles para gravar, mas esta representou a primeira vez que eles gravaram em suas próprias casas. Como Simon brinca: “nosso primeiro álbum totalmente escocês!”

Nick Cave & The Bad Seeds abrem baú com raridades e b-sides

Nick Cave Productions & BMG liberaram nesta sexta-feira (23) o álbum B-Sides & Rarities Part I & II contendo material de mais de 30 anos de carreira de Nick Cave & The Bad Seeds. Em resumo, Part II, já disponível nas plataformas, é um compilado feito por Nick Cave & Warren Ellis e apresenta 27 faixas entre 2006 e 2019. Por fim, inclui 19 faixas raras e inéditas, incluindo Big Dream (With Sky), faixa foco de B-Sides & Rarities Part II. Aliás, a canção foi gravada durante o período do álbum Ghosteen entre 2018/2019.

Slash ft Myles Kennedy and The Conspirators anunciam quarto álbum com single

Após mais de dez anos, a parceria entre Slash e a Myles Kennedy and The Conspirators continua dando frutos. Além de emocionar e empolgar plateias por todo o mundo com apresentações enérgicas, eles se preparam para lançar 4, quarto álbum da parceria e disco de estreia da Gibson Records. Previsto para dia 11 de fevereiro de 2022, o trabalho é antecipado pelo potente single The River is Rising, que ganha um clipe. Para o novo álbum, Slash e a banda foram até a clássica cidade musical de Nashville, onde gravaram no histórico RCA Studio A com o produtor Dave Cobb (Chris Stapleton). O objetivo foi capturar o calor dos palcos para o álbum, com todo o processo gravado ao vivo no estúdio, incluindo os solos de guitarra e vocais – uma novidade para o grupo. “Há duas ou três canções no disco que foram escritas durante a pandemia; tudo o mais foi escrito antes. The River is Rising foi uma das últimas músicas que escrevi antes de começarmos a pré-produção e, por ser tão nova e ter um certo ritmo e energia, foi a primeira que realmente atacamos”, conta Slash, empolgado. “É a música mais nova do álbum e foi uma daquelas coisas em que estávamos brincando, tentando pescar o arranjo, e simplesmente aconteceu”. Enquanto Myles Kennedy acrescenta… “A letra, em última análise, explora como os humanos podem sofrer uma lavagem cerebral ou doutrinação por algum tipo de ideia perigosa. Quando gravamos a demo, já tinha certeza que era uma faixa importante e perfeita para abrir o álbum”. Por estar sempre acompanhado de uma guitarra Gibson em uma parceria de mais de 30 anos, ele foi a escolha perfeita para abrir o braço fonográfico da icônica marca. Além de versões do disco, o selo vai disponibilizar a Slash Les Paul Standard 4 Album Edition , uma guitarra feita especificamente para os fãs de Slash. A Gibson Records tem distribuição global da BMG.

Blue Banisters, novo álbum de Lana Del Rey, já está disponível

Lana Del Rey lançou nesta sexta-feira (22) seu oitavo disco de estúdio, Blue Banisters, após o sucesso de seu último trabalho de estúdio, Chemtrails Over The Country Club. O novo disco já está disponível em todos as lojas digitais em CD, com vários formatos exclusivos, está em pré-venda. Blue Banisters inclui canções anteriormente lançadas, como Wildflower Wildfire, a faixa-título, Text Book e Arcadia. Hoje à noite, Lana vai apresentar a música Arcadia no programa de TV The Late Show With Stephen Colbert. Recentemente, a cantora lançou um vídeo alternativo para a faixa. Por fim, na última quarta-feira (20), Lana também divulgou um vídeo para a faixa-título. A canção foi escrita por Lana e Gabriel Edward Simon e o vídeo foi dirigido por Lana Del Rey.

Bryan Adams canta sobre a liberdade em single de estreia do novo álbum

Bryan Adams lançou a faixa-título de seu próximo álbum de estúdio, So Happy It Hurts. A música é uma composição empolgante inspirada no legado do rock sessentista que se tornou uma das marcas do artista nos últimos 40 anos. “A pandemia e o lockdown nos fizeram pensar que de um momento para outro o que temos como rotineiro e confortável pode mudar. De uma hora pra outra, ninguém conseguia pular no carro e ir embora por aí”, diz Adams. “A música título So Happy It Hurts é sobre liberdade, autonomia, espontaneidade e a emoção da estrada aberta novamente. O álbum de mesmo nome aborda muitas das coisas efêmeras da vida que são realmente o segredo da felicidade, o mais importante, a conexão humana”. Em suas décadas de serviço à música, Adams conseguiu liderar as paradas de sucesso em mais de quarenta países. Com clipe da faixa-título dirigido pelo artista, o álbum So Happy it Hurts já está em pré-venda e será lançado no dia 11 de março de 2022.