Crítica | Monopoly of Violence – Oligarquia

Na estrada desde 1992, os paulistanos do Oligarquia chegam ao seu quarto álbum de estúdio, Monopoly of Violence, que foi gravado em 2018, no Garage Estúdio, com a produção de Guilherme Sorbello, e lançado em novembro de 2020 via Poluição Sonora Records. A formação da banda conta com Victor Munhoz (voz e guitarra), Allan (baixo), Guilherme Lopes (guitarra) e Panda Reis (bateria). Fiel ao death metal old school, Monopoly of Violence transborda honestidade da primeira à última nota, você ouve e sabe que o álbum foi concebido por quatro sujeitos possuídos pelo metal extremo. Não poderia ser diferente, afinal, a galera do Oligarquia sempre trilhou os caminhos do death metal sem se importar com a opiniões alheias. E quem ganha isso somos nós, amantes da podreira, que somos pulverizados por faixas fortes como Cocaine, Holders of Lies, Summer Rain, Left Behind e o cover para Nada é como Parece, do Lobotomia. Todas recheadas de vocais guturais, guitarras lancinantes, velocidade e clima de pesadelo, como convém ao nosso amado death metal. Vale citar a produção do álbum, que deu um bem vindo toque de sujeira ao material, tornando-o ainda mais eficaz. São trinta anos de uma vida dedicada ao metal extremo, confira você mesmo. Monopoly of ViolenceAno de Lançamento: 2020Gravadora: Poluição Sonora RecordsGênero: Death Metal Faixas:1-Cocaine2-Holders of Lies3-Facist Heart (Facist Empire)4-Summer Rain5-Imminent Revolution6-Left Behind7-Ideological Jail8-Look to Me9-Holy War10-We Must Die11-Nada é Como Parece (Lobotomia)