Pole dance e rock: A festa não tem hora pra acabar em novo clipe da Venuz

Uma das bandas mais comentadas no underground carioca, a Venuz mostra no clipe de 3AM que nada melhor do que a noite para esquecer um amor perdido. Gravado ao vivo em junho de 2024, durante o festival do grupo, o Mileniuz Fest, no Rio, o vídeo mostra a agitação das musicistas em cima do palco, incluindo trechos de pole dance da vocalista Aila Dap, que é professora da modalidade. O clipe sucede o lançamento do single, já disponível nas plataformas de streaming. “Quisemos fazer um clipe que mostrasse um pouco nossa essência nos palcos e na preparação pro evento. Pois além de sermos uma banda, somos muito amigas, gostamos de nos divertir juntas, mas também levamos as coisas com muito profissionalismo, e por isso decidimos começar a produzir nossos próprios eventos. Com esse videoclipe queremos mostrar que ‘yes, we can do it!’, o clássico lema feminista”, avisa Aila Dap, vocalista da Venuz. Dirigido por Kyo, videomaker profissional que acompanha a banda Drenna em uma série de clipes, o vídeo para 3AM torna explícita a busca da Venuz em dialogar com outros gêneros musicais, como o pop, o funk, o brega e o sertanejo, a Venuz sai da zona de conforto e troca a distorção pelo popular. A banda Venuz é formada por quatro mulheres que se inspiram em ícones femininos durante sua trajetória. Juntas desde 2017, já são dezenas de shows realizados por todo o estado do Rio de Janeiro. Entre suas influências estão The Pretty Reckless, The Runaways, Hole, Pitty, Vixen, Rita Lee e mais.

GuardaMar, rock alternativo de Sergipe, fala de distância e saudades em ‘Sina’

A GuardaMar, banda de rock alternativo criada em Aracaju (Sergipe) em 2022, retomou os lançamentos com o single Sina, o quarto da carreira, que fala de um sentimento universal e plural: a saudade. Sina é uma canção da GuardaMar escrita por Mairon Goes, que fez parte da primeira formação da banda como vocalista. A canção reflete sobre algo que muita gente sente, a saudade de alguém que passou pela sua vida e não está mais, um apelo emocional a alguém que se foi e a cada dia se afasta ainda mais. O eu-lírico enxerga a sua situação literalmente como uma “sina” da qual não consegue se livrar e busca desesperadamente chamar a atenção do “seu amor” para que assim possam voltar a viver os momentos felizes que compartilharam, pois se sente insuficiente sozinho. A parte instrumental da música foi inspirada em como uma onda, que começa calma no oceano, vem se construindo e termina quebrando na praia. O início da canção teve referências de músicas como It was a good day, do Ice-T, City Pop Japonês e bandas como A-Ha e Tears for Fears. Já do meio pro final, a GuardaMar assume suas influências mais pesadas. GuardaMar hoje é Franklin Sobrinho (Vocal), Deyvisson de Oliveira (Guitarra), Rooney Aciole (Guitarra) e Daniel Bitencourt (Baixo). A primeira formação contava ainda com Mairon como co-vocalista e compositor e Jonh Lucas na bateria. A banda nasceu da necessidade que seus integrantes tinham de se expressar musicalmente. A princípio tinha como referências da música dos anos 80 aos anos 2000. Contudo, com o passar do tempo e com as referências introduzidas de forma natural por cada integrante, a banda passou a possuir uma característica muito própria, passando por uma mudança drástica em sua forma de tocar, compor e produzir. “Como músicos buscamos nos conectar com as pessoas e trazer esse espírito de comunidade e liberdade e aceitação que é tão importante no Rock e que de certa forma foi dissipado com o tempo. Sentimos a música como o ponto de união de pessoas para fazer amigos, se divertir, dançar e essencialmente serem quem são”, eles destacam sobre a gênese da GuardaMar. Atualmente o objetivo da banda é produzir o primeiro álbum e trazer ao público de forma concreta o som e a estética que representam a mensagem que a banda quer passar, e que foram desenvolvidos ao longo desses dois anos juntos. As principais influências do quarteto sergipano é Stone Temple Pilots, Alice in Chains, Teenage Wrist, Mac DeMarco, Future Islands, Turnstile, Aha, Tool, Pitty, Scalene e Engenheiros do Hawaii. Os assuntos de suas canções são os mais variados: o amor, algumas sátiras, críticas sociais e temas como evolução pessoal, tudo cantado em português.

Green Day Cover e tributo emo agitam o pós-Carnaval em Santos

Nesta sexta-feira (16), a partir das 20 horas, o Dantas Music Bar recebe as bandas Suburbia (Green Day Cover) e SubPop (Tributo ao Pop-Punk/Emo Anos 2000). Em formato power trio, ambos os grupos apresentam a mesma formação com Rodrigão (voz/guitarra/violão), Glauber “Harry” (baixo/voz) e Gabriel Colaço (bateria). A banda santista Soldout também tocará no evento. O Dantas Music Bar está localizado na Avenida Senador Dantas, 401, no bairro Estuário. Mais informações pelas redes sociais.

Referência no Norte do Brasil, Nitro lança álbum Pés no Chão

A banda Nitro, reconhecida como uma das maiores de rock da região Norte do Brasil, lançou em todos os apps de música, o seu mais novo álbum, Pés no Chão. O trabalho chega para comemorar os 20 anos da banda e marca a estreia do baixista Denis Carvalho (Negão) assumindo os vocais do grupo. A Nitro ainda conta com Rodrigo Erse (Rods) na bateria e Lucas Souza na guitarra. O novo trabalho está disponível em todas as plataformas digitais pelo selo musical Marã Música.  Gravado, mixado e masterizado no estúdio Onda Amazônica, em Porto Velho (RO) e sob a produção da Nitro e de Tullio Nunes, Pés no Chão aborda temas corriqueiros à banda: corrupção política, amores, saudades, motivações e resiliência. “Encontramos a nossa identidade musical logo no primeiro álbum e mantemos a pressão sonora com três músicos, leve quando preciso é pesado por essência”, conta a banda. Pés no Chão traz participações de diversos artistas que os integrantes da Nitro admiram: a cantora de Roraima Ana Lu, na faixa Onde eu Errei,  Áquilas Bera (Boca) na faixa O Menino, Lucas Criston em Pés no Chão (faixa que dá nome ao álbum) e Egypcio (ex-vocalista da Tihuana) em Pega Pelo Rabo. Sobre Egypcio, a banda afirma: “ele é um convidado mais que especial que achávamos impossível ter no álbum, mas deu certo!” A Nitro deseja, com Pés no Chão, buscar mais conexão com seu público e outras pessoas que conheçam a banda através desse trabalho. “Queremos que nosso som possa fazer parte da vida das pessoas de uma forma positiva, que traga reflexão quando preciso for, que leve amor, que faça parte de uma grande estrada conosco e que venha mais 20 anos!”, afirmam.

Com show agendado no Brasil, Rod Stewart diz que não quer mais fazer rock

Com show agendado em São Paulo, Rod Stewart disse que está planejando “deixar todo o rock ‘n’ roll para trás” após sua extensa turnê de 2023. Em entrevista ao BBC Breakfast, Rod Stewart disse que não está “se aposentando”, mas que pretende migrar do rock para o swing. “Não vou me aposentar”, disse Stewart ao apresentador da BBC, Charlie Stayt. “Acabei de fazer um álbum de swing com Jools Holland, que será lançado ano que vem, então quero ir nessa direção. Eu só quero deixar todo o rock ‘n’ roll para trás – por um tempo, talvez”. Apesar disso, Stewart disse que o seu próximo trabalho “beira o rock ‘n’ roll de qualquer maneira”. O show de Rod Stewart em São Paulo acontece em 30 de setembro, no Allianz Parque. O músico terá a companhia de Ivete Sangalo. Os ingressos custam entre R$ 320,00 e R$ 720,00.

Pop, rock e direto: bellizio lança single O Que Você Quer de Mim

A comunicação é a base de todo relacionamento duradouro. E são justamente os ruídos na comunicação que gradativamente corroem a paixão e põem fim até nos romances mais assíduos e firmes. Esse é o tema do novo single do cantor bellizio: O Que Você Quer de Mim. A canção consolida a recente trajetória solo de bellizio, que agora mistura elementos do rock, da música pop e do R&B. Para alcançar essa sonoridade, ele compôs e gravou a faixa com o suporte do guitarrista Daniel Fonseca. A produção musical ficou a cargo de maBê, profissional que também acompanhou o cantor nos singles Vem Comigo, A Grande Aventura e Callmaria. bellizio explica que o tema de O Que Você Quer de Mim se estende para as relações humanas como um todo. “É sobre a forma como os mal-entendidos podem desgastar o que facilmente poderia ser resolvido na conversa. Escrevi essa canção na pandemia, no auge do distanciamento social, e vejo que os versos mostram a importância de falar das nossas dores”. Atuando como cantor desde meados de 2019, hoje bellizio dá vida ao sonho que construiu nos anos 1990 e continua preparando novos materiais autorais, com foco no amor próprio, nos relacionamentos, nas dores e nas desilusões de quem está no auge dos 40 anos e tem muita história para contar.

Com indie dançante, Cronistas antecipa álbum de estreia e versa sobre inseguranças em novo single: Incerto

Cronistas: Incerto

Nem sempre é fácil tomar as decisões mais difíceis por conta própria. Esse é o tema do novo lançamento da banda Cronistas, que versa sobre inseguranças e abusa da estética urbana no single “Incerto”. Com indie/rock, a canção estabelece uma atmosfera positiva e inspiradora. Incerto antecipa o primeiro álbum de estúdio da Cronistas, previsto para o segundo semestre de 2023 e intitulado “O que é ser feliz?”. A faixa transmite a sensação de estar perdido e sem direção, mas reforça a perspectiva do quão importante é seguir em frente conforme pontua a maturidade, comum em todas canções do setlist do disco.  Anteriormente neste ano, a banda disponibilizou outras três faixas do álbum O que é ser feliz?: Alívio, Talvez (Sei Lá) e Vazio. O vocalista Guilherme Ramos explica a letra de Incerto e frisa o contexto musical em que a Cronistas se encontra atualmente.  “É uma música que representa a nossa inspiração em Terno Rei, Crumb e Tame Impala, misturando teclados melódicos e guitarras dançantes para abordar as inseguranças que temos ao longo da vida com as decisões que tomamos ou que são tomadas por nós. A letra ainda questiona se o caminho mais fácil é sempre a melhor opção”.  Incerto foi desenvolvida sob o espírito “faça você mesmo”, uma vez que a produção da faixa é assinada por Hiero Bartholo e Matheus Fernandes, respectivos baixista e tecladista da Cronistas. A banda ainda é constituída pelo guitarrista Vassilis Konsolakis e pelo baterista Vitor Scabbia. 

Com influência vintage, Ilegais de Casa Amarela abordam hipocrisia em single

Ilegais da Casa Amarela

O novo e o clássico andam lado a lado no single Meias Verdades, que marca a estreia da banda Ilegais de Casa Amarela. O grupo referencia o rock, o blues e o pop dos anos 1960 e 1970 na música e no aspecto visual, considerando que o single é divulgado com um videoclipe recheado de artimanhas comuns no período, misturando técnicas de gravação antigas e contemporâneas.  Meias Verdades aborda a hipocrisia onipresente em um contexto em que as redes sociais só explicitam o lado bom da vivência e da personalidade de cada um, evitando transparecer o lado humano em prol de um egoísmo que esconde quaisquer aspectos negativos. O single antecipa o primeiro EP da banda, previsto para o decorrer de 2023.  O grupo concretiza as ideias do baixista Gilson Peixoto, que convocou Rodrigo Morcego (guitarra), Raíssa Leal (voz), Arthur Azoubel (bateria) e Diego Drão (teclados) para a gravação do material. O músico explica o nome inusitado do projeto.  “Não quisemos copiar nada nem ninguém e sabemos que este tipo de som não está na moda, nas rádios ou no Tik Tok. Decidimos seguir na contramão e propor outra coisa em um mundo artístico que parece tão igual e descartável. Estamos fora da lei?  Isso motivou a escolha do nome “Ilegais de Casa Amarela”, frisou.  O videoclipe de Meias Verdades foi dirigido, filmado e editado por Daniel Vasconcelos, que usou um celular como câmera e o seu próprio apartamento como locação. A música foi gravada no Casona Estúdio em Jaboatão, Pernambuco, com mixagem de Djalma Rodrigues e produção de P3dr0 Diniz. Por fim, a masterização foi feita por Buguinha Dub.

Kaio Filipe Blues Band retrata paixão em single de blues e atitude

O amor é imprevisível, move montanhas e encurta distâncias. Ou seja, não controlamos os nossos sentimentos. Este é o tema do novo single de Kaio Filipe Blues Band, Me Curar Não Convém. A faixa transita pelo Texas Blues sem perder o frescor da musicalidade contemporânea, sendo um prato cheio tanto para os fãs do início da trajetória de John Mayer quanto para os amantes de  Matt Schofield, Josh Smith e Stevie Ray Vaughan. A letra traz a perspectiva envolvente das baladas blues rock, relativamente remetendo-se ao trabalho de Cazuza.  Este é o segundo single de estúdio  que o músico divulga em 2022, considerando que a faixa Pra Fazer O Que For foi disponibilizada anteriormente em outubro. As canções se assemelham em termos melódicos, mas opõem-se liricamente tendo em vista que o novo lançamento aborda a paixão enquanto o anterior frisava o espírito de luta e revolução. Para trazer o romantismo em sua melhor versão, isto é, com versos diretos encabeçados por distorções recheadas de feeling, Kaio contou com alguns músicos em estúdio. Tais como BrunãoDUBASS (baixo), Diogo Silva (bateria) e  Amanda Ventura (gaita).  Segundo Kaio Filipe, “Me Curar Não Convém” retrata a imprevisibilidade das paixões mais intensas. “A música conta a história de um cara que saiu de longe para conhecer uma garota e narra que a relação começou mais acelerada e intensa do que eles previam. Por fim, ele entende que deve ter cautela, mantendo o relacionamento com a calma necessária para dar um passo de cada vez”. A faixa Me Curar Não Convém é um lançamento da gravadora In The Box Records. As sessões de gravação ocorreram no estúdio do selo, que fica na Barra do Piraí, no Rio de Janeiro.