Bryan Adams transforma Vibra SP em imenso karaokê com maratona de hits, baladas e muito carisma

Aos 66 anos, Bryan Adams sabe exatamente como prender a atenção de uma casa lotada logo no primeiro acorde. Na noite deste sábado (7), com o Vibra SP completamente lotado, o astro canadense escolheu iniciar as 2h10 ininterruptas de show de uma forma surpreendentemente intimista. Acompanhado apenas de violão e gaita, Adams surgiu em um palco secundário, bem próximo ao público das cadeiras inferiores. Foi ali que ele abriu a noite com uma trinca acústica de peso: Can’t Stop This Thing We Started, Straight From the Heart e Let’s Make a Night to Remember. A conexão foi instantânea. Carismático, ele brincou com a plateia do setor, perguntando se poderia, afinal, ir para o palco principal, sob diversos pedidos bem-humorados para que continuasse onde estava. ‘Punch’ elétrico e a máquina de hits de Bryan Adams Quando a banda completa assumiu seus postos (guitarra, bateria e teclado), com Bryan Adams fazendo as vezes de baixista, o show ganhou sua voltagem elétrica com Kick Ass. A partir daí, a pegada rock and roll tomou conta do Vibra. Run to You manteve a energia lá no alto, enquanto Somebody provocou o primeiro grande coro generalizado da noite. A Roll With the Punches Tour faz jus ao nome não apenas pela música, mas pelo espetáculo visual. Durante a faixa-título, uma luva de boxe gigante e inflável sobrevoou a pista, dando um tom lúdico à apresentação. Mais tarde, na ensolarada So Happy It Hurts, a cena se repetiu: desta vez, um carro inflável idêntico ao do videoclipe flutuou sobre as cabeças dos fãs. Humor, dança e um mar de luzes Entre uma música e outra, Adams provou ser um anfitrião formidável. Antes de tocar This Time (faixa de 1983), o telão exibiu o clipe original da canção. O cantor não perdeu a chance de fazer piada consigo mesmo, pedindo aos fãs que não rissem do seu cabelo da época, arrancando gargalhadas do público ao confirmar que o vídeo era antigo, mas a execução ali seria muito viva. A diversão continuou em You Belong to Me. O canadense propôs um desafio: o cinegrafista focaria nos fãs que estivessem dançando, transformando o telão num videoclipe improvisado ao vivo. “Dancem! Se não souberem, batam o pezinho. Por fim, se nem isso conseguirem, tirem a camisa e rodem o máximo que puderem”, brincou. Para coroar o momento descontraído, ele emendou trechos de Blue Suede Shoes (de Carl Perkins) e a clássica Twist and Shout, elevando a temperatura da pista. O visual também foi um espetáculo à parte. Durante a execução de Shine a Light, o público, munido de pulseiras iluminadas no melhor estilo das apresentações do Coldplay, transformou o Vibra SP em uma galáxia cintilante, criando a atmosfera perfeita para a noite. A reta final com o encerramento perfeito A habilidade de Adams em intercalar rock de arena (18 Til I Die) e baladas rasgadas (Please Forgive Me, Heaven) fez com que o longo setlist passasse voando. Sem pausas ou o tradicional intervalo para o “bis”, a reta final foi uma verdadeira surra de clássicos absolutos. A sequência matadora com (Everything I Do) I Do It for You, Back to You e Summer of ’69 quase colocou o teto do Vibra abaixo, com o público cantando forte e vibrando do início ao fim. Após Cuts Like a Knife, Adams apresentou sua banda, que deixou o palco sob fortes aplausos. Sozinho novamente, sob a luz de um refletor, o canadense encerrou a noite do mesmo jeito que começou: na voz e no violão, embalando os corações paulistanos com a emocionante All for Love. Uma verdadeira aula de rock, nostalgia e entretenimento. Agora, Bryan Adams segue para mais dois shows no Brasil: Curitiba (Live Curitiba, na segunda-feira) e Porto Alegre (Auditório Araújo Vianna, na quarta-feira). Setlist – Bryan Adams no Vibra SP (07/03/2026)

Dance of Days abre temporada 2026 com show catártico em São Paulo

A banda paulistana Dance of Days anunciou a abertura da sua temporada de apresentações de 2026 com um show marcado para o próximo sábado, 14 de março, na Jai Club, em São Paulo. O grupo promete entregar um espetáculo de uma hora e meia de duração, passeando de forma visceral por sucessos dos aclamados álbuns A História Não Tem Fim, Coração de Tróia, A Valsa de Águas Vivas, Lírios Aos Anjos e Insônia, além de revisitar clássicos de toda a sua discografia. Da ilha para a metrópole Fundada em 1997 e originária da Personal Choice, reconhecida como a primeira banda de emocore brasileira, a Dance of Days atravessou gerações. O público que lotava as gigs insanas no início dos anos 2000 hoje já é adulto, mas continua acompanhando o grupo com a mesma devoção e intensidade. Para a vocalista Nenê Alltro, que desde 2020 vive na pacata cidade de Cananéia (a última ilha do litoral sul paulista), o retorno aos palcos da capital tem um sabor especial de reencontro. “Quando me mudei da metrópole para a ilha, imaginava uma carreira mais tranquila, apenas com shows pontuais e especiais. Mas… São Paulo é assim, né? Nossa família gosta de se reunir, então queremos fazer sempre o nosso melhor para ela. Por isso, voltar para tocar é sempre uma alegria!”, explica Nenê. Roteiro da noite do Dance of Days A noite na Jai Club ainda contará com a energia das bandas de abertura Becold e Capitão Náufrago, aquecendo o público antes da atração principal. Após o compromisso em São Paulo, a Dance of Days já tem as malas prontas para seguir viagem rumo a duas apresentações na CAOS, em Porto Alegre. 🎫 Serviço: Dance of Days na Jai Club

Nevermore anuncia retorno triunfal e shows no Brasil em abril

O Nevermore, uma das bandas mais respeitadas, técnicas e influentes do metal moderno, anunciou oficialmente o seu retorno às atividades. E a melhor parte? O público brasileiro será um dos primeiros a testemunhar esse novo capítulo ao vivo no mês de abril, com direito a show em festival e uma apresentação exclusiva em São Paulo. Desde sua formação após o fim do Sanctuary, a banda construiu uma discografia intocável, entregando clássicos absolutos como Dead Heart in a Dead World e This Godless Endeavor. Agora, o legado ressurge com força total e propósito renovado. Nova formação e a fúria criativa Sob a liderança dos membros clássicos Jeff Loomis (guitarra) e Van Williams (bateria), o Nevermore apresenta uma line-up poderosa para honrar a sua história: Jack Cattoi assume as guitarras ao lado de Loomis, Semir Özerkan comanda o baixo, e a difícil missão dos vocais fica a cargo de Berzan Önen. Depois de anos afastados, a energia que sempre moveu o grupo voltou a pulsar. “Isso vem sendo gestado há bastante tempo e agora começou a se concretizar. Então que momento melhor para dar início a tudo do que agora?”, afirma o baterista Van Williams, resumindo o espírito combativo dessa nova fase. Dose dupla no Brasil: Bangers Open Air e side show 🎫 Serviço: Nevermore no Carioca Club (side show) Não marque bobeira, pois a capacidade da casa é limitada e os fãs esperaram anos por esse momento.

Amorphis anuncia três shows no Brasil em outubro

Celebrando uma das fases mais ambiciosas e expansivas de sua carreira, a instituição finlandesa do metal Amorphis confirmou três apresentações no Brasil em outubro de 2026. Os shows fazem parte da turnê mundial que promove Borderland, álbum de estúdio lançado pelo grupo em 2025. O itinerário da banda pelo país passará pelas seguintes capitais: Era “Borderland” e a mitologia nórdica Famoso por sua fusão impecável de metal melódico com paisagens sonoras progressivas, o Amorphis consolidou uma nova e poderosa etapa artística com Borderland. Concebida para traduzir todo o universo lírico e pesado do disco para os palcos, a nova turnê aposta em uma experiência ao vivo absurdamente imersiva. Os fãs podem esperar por ambientações visuais inspiradas na mitologia, na natureza e na melancolia nórdica. O setlist promete ser um presente para os fãs de longa data, equilibrando os clássicos absolutos de uma carreira que já ultrapassa três décadas com os arranjos expandidos das composições mais recentes. Conexão com o Brasil Não é segredo para ninguém que o Amorphis possui uma relação fortíssima com o público brasileiro. Construída ao longo de décadas de turnês regulares e presenças constantes em grandes festivais, a afinidade musical da banda encontrou no Brasil um dos mercados mais fiéis e receptivos do mundo para o metal progressivo e melódico. 🎫 Serviço: Amorphis no Brasil A realização é da Bangers Open Air com produção da Honorsounds. Garanta o seu ingresso nos links oficiais: 📍 Curitiba (PR) 📍 Belo Horizonte (MG) 📍 São Paulo (SP)

Di Ferrero anuncia show acústico e intimista em São Paulo

O cantor Di Ferrero anunciou uma apresentação em formato acústico no Teatro Bradesco, em São Paulo, marcada para o dia 9 de maio (sábado). A noite foi desenhada meticulosamente para aproximar o artista de seu público em um clima imersivo, orgânico e carregado de emoção. Sucessos solo e a nostalgia do NX Zero Acostumado a comandar multidões e a pular nos palcos dos maiores festivais do país, Di Ferrero propõe agora uma experiência diferente, calcada na força da interpretação vocal e na pureza dos instrumentos desplugados. O repertório promete ser um passeio completo por sua trajetória. Os fãs podem esperar por novos arranjos para faixas da sua elogiada carreira solo, como Intensamente, Além do Fim e Unfollow, além de, claro, clássicos absolutos da era NX Zero que marcaram uma geração inteira. “É um show intimista, parecido como tocar em casa e um pouco mais livre do que estou acostumado. A minha intenção era criar um cenário mais orgânico, para o público ouvir e cantar junto”, comenta Di. 🎫 Serviço: Di Ferrero (Acústico) em SP Os ingressos já estão à venda e, por se tratar de um teatro com lugares marcados e capacidade limitada, a dica é não deixar para a última hora!

Show do Booze & Glory tem celebração de suor, ska e street punk no Hangar 110

Após um hiato de nove anos, o solo paulistano voltou a sentir o peso do Booze & Glory. No último sábado, a ND Productions transformou o mítico Hangar 110 no epicentro da cultura skinhead e punk, entregando uma noite onde a nostalgia e o vigor se encontraram no mosh pit. Aquecimento de respeito: Faca Preta e 88 Não! Com mais de dez anos de carreira, o Faca Preta que lançou recentemente o EP Fogo no Sistema (Repetente Records) apresentou um show energético e com boa parte do público presente cantando junto canções como São Paulo e Cães de Rua. Mostrando muita garra, entrosamento e uma ótima presença de palco, brindaram o público com We’re Coming Back, do Cock Sparrer, e encerraram com a já clássica Lutando de Braços Cruzados, que contou com a participação do Breno, filho do vocalista Fabiano, nos vocais. Sem deixar o ritmo cair, os mauaenses do 88 Não! assumiram o palco atacando com a clássica Bairro Pobre. A grande surpresa da noite ficou por conta de um naipe de metais que elevou o som da banda em um bloco de ska de tirar o fôlego. Entre covers certeiros de Garotos Podres (Rock de Subúrbio) e Attaque 77 (Espadas e Serpentes), a banda preparou o terreno com maestria, encerrando com Beber diante de uma casa já completamente lotada e fervente. É revigorante ver curadorias que respeitam o público: Faca Preta e 88 Não! não foram apenas “bandas de abertura”, mas a prova viva de que o street punk nacional respira com pulmões de aço. Booze & Glory Quando as notas épicas de The Ecstasy of Gold, de Ennio Morricone, ecoaram pelos PAs, o clima de “final de campeonato” tomou conta. O Booze & Glory subiu ao palco e, de cara, soltou The Day I’m in My Grave. O resultado? O Hangar 110 veio abaixo. Mesmo com uma formação renovada em relação à segunda visita ao país, a banda mostrou um entrosamento cirúrgico. O repertório foi um presente aos fãs, equilibrando hinos antigos como Leave the Kids Alone e Raising the Roof com faixas recentes, a exemplo de Boys Will Be Boys, recebida com o mesmo entusiasmo dos clássicos. O ápice da catarse aconteceu em London Skinhead Crew. O que se viu foi o puro espírito do punk: uma invasão de palco pacífica, onde banda e público se tornaram um só, entoando o refrão com a força de uma arquibancada de estádio. Para fechar a conta, ainda sobrou fôlego para a debochada Only Fools Get Caught. Ao final, o cenário era o melhor possível: público e banda exaustos, sorridentes e devidamente batizados em cerveja e suor. Mais do que um show, foi uma celebração de uma cultura que nasceu em 1969 e que, contra todas as previsões, segue pulsante, barulhenta e mais unida do que nunca.

Rush esgota ingressos e anuncia show extra no Allianz Parque

A apresentação do Rush marcada para o dia 24 de janeiro de 2027, no Allianz Parque, em São Paulo, teve seus ingressos esgotados rapidamente. Mas, para alívio de quem ficou de fora, a produtora 30e confirmou nesta segunda-feira (2) um show extra do Rush na capital paulista: o trio subirá novamente ao palco do estádio no dia 26 de janeiro de 2027 (terça-feira). 🚨 Ingressos Se você perdeu a primeira chance, prepare os alarmes e os cartões, pois as vendas para o show extra começam nesta semana: Homenagem a Neil Peart com novos talentos O formato dessa turnê sul-americana será de gala. Com a proposta “an evening with” (uma noite com), a banda tocará dois longos sets por noite, sem bandas de abertura. Eles estão ensaiando um catálogo com mais de 40 clássicos, garantindo que os setlists mudem de uma noite para a outra. Para a monumental tarefa de assumir as baquetas do inesquecível Neil Peart, a banda recrutou a baterista, compositora e produtora alemã Anika Nilles (que já tocou com Jeff Beck). O time se completa com o tecladista Loren Gold (The Who). A iniciativa tem a bênção emocionada da família de Neil. “Estamos entusiasmadas em apoiar a turnê Fifty Something. Honrar o extraordinário legado de Neil como baterista e letrista… Ao entrar neste novo capítulo, a banda promete algo verdadeiramente inesquecível”, declararam Carrie e Olivia Peart, viúva e filha do músico. * 🎫 Serviço: Rush – Show extra em São Paulo Preços (Show extra – 26/01) (Lembrando que a turnê também passará por Curitiba em 22/01, Rio de Janeiro em 30/01, Belo Horizonte em 01/02 e Brasília em 04/02).

The Fall of Troy desembarca para show inédito no Brasil neste domingo

O aclamado trio norte-americano The Fall of Troy se apresenta pela primeira vez no Brasil, neste domingo (8), no Carioca Club, em São Paulo. A realização é da produtora Overload. A passagem inédita pelo país tem um motivo mais do que especial: a turnê latino-americana celebra os 20 anos de lançamento do icônico álbum Doppelgänger (2005), frequentemente citado pela crítica internacional como um dos registros centrais e mais influentes do post-hardcore técnico dos anos 2000. Complexidade sonora e o fenômeno “Guitar Hero” Formada em 2002 no estado de Washington (EUA) por amigos de escola, a banda manteve Thomas Erak (guitarra e vocal) e Andrew Forsman (bateria) como o núcleo criativo permanente. A sonoridade do The Fall of Troy é inconfundível. O trio construiu uma trajetória marcada por métricas irregulares, estruturas fragmentadas, mudanças abruptas de andamento e um contraste brutal entre vocais melódicos e gritados. Se você viveu os anos 2000, com certeza já cruzou com o som deles. A faixa F.C.P.R.E.M.I.X. explodiu furando a bolha do underground ao integrar a trilha sonora de clássicos dos videogames como Guitar Hero III: Legends of Rock e Saints Row. O setlist de domingo promete ser uma verdadeira catarse com essa e outras pedradas como Mouths Like Sidewinder Missiles e I Just Got This Symphony Goin’. 🎫 Serviço: The Fall of Troy em São Paulo Ainda dá tempo de garantir o seu lugar nesta noite histórica. Os ingressos de 1º lote estão à venda no site do Clube do Ingresso. Valores (1º Lote)

Madball incendeia São Paulo nesta sexta-feira no pré-NDP Fest

O lendário Madball, nome fundamental e pilar indiscutível do hardcore nova-iorquino (NYHC), desembarca em São Paulo nesta sexta-feira (6). Liderada pelo explosivo e carismático frontman Freddy Cricien, a banda comanda a noite no Fabrique Club, na Barra Funda. O show brutal serve como um evento de aquecimento de luxo que antecede o aguardado 2º NDP Fest (agendado para o dia 15 de março no Espaço Usine). Sangue bom do NYHC Formado no final dos anos 1980, o Madball é a expressão máxima de uma sonoridade que transcendeu a música para virar um estilo de vida. Ao lado do Agnostic Front (considerada sua banda “irmã”, já que Freddy é irmão mais novo de Roger Miret), eles ajudaram a pavimentar o que conhecemos hoje como hardcore. A receita é direta, intensa e sem frescuras: guitarras secas, groove cadenciado para o two-step, batidas urgentes e vocais que soam como um grito coletivo contra o caos urbano. Discos clássicos como Set It Off, Demonstrating My Style, Look My Way e Hold It Down garantiram à banda a eterna alcunha de “reis do hardcore”. Abertura de peso Para preparar o terreno antes do Madball quebrar tudo, a produtora ND Productions e a Criollos Crew escalaram um time de convidados que não vai deixar ninguém parado. Banda Origem Destaque Vacunt Áustria Trazendo a força do hardcore europeu direto para o palco paulista. Fatal Blow Curitiba (PR) Nome tradicional e respeitado que mantém a cena sulista viva e violenta. Escombro São Paulo (SP) Um dos maiores nomes do hardcore nacional atual, integrando o selo Repetente Records (comandado por Badauí e Phil Fargnoli, do CPM 22). 🎫 Serviço: Madball em São Paulo (Pré-NDP Fest) Ainda restam ingressos no 3º lote. Garanta o seu antes que esgote! Valores (3º Lote)