Primavera Sound São Paulo inicia pré-venda de ingressos na terça-feira

O festival Primavera Sound inicia a pré-venda de ingressos, exclusiva para clientes Banco do Brasil, na terça-feira (11), a partir das 12h. A edição deste ano está marcada para os dias 2 e 3 de dezembro no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. As vendas para clientes do Banco do Brasil continuam até às 23h59 da quinta (13), apenas para quem tiver o cartão do banco com Ourocard Visa. Nessa fase, só há um tipo de ingresso – passaporte que vale para os dois dias de festival. Os clientes do banco comprarão com 15% de desconto e poderão parcelar em até oito vezes sem juros. Até agora, o evento só divulgou uma atração: a banda The Cure, que também toca nas edições da Argentina, do Paraguai e da Colômbia do Primavera Sound. Ainda não há datas para a divulgação das vendas normais ou do lineup. Os ingressos serão vendidos pelo site da Tickets For Fun, com taxas, e sem taxas na bilheteria oficial, que fica no Teatro Renault, na avenida Brigadeiro Luís Antônio, 411, República.
Garotas Suecas critica novo Plano Diretor de São Paulo em Gentrificação

São Paulo, uma das maiores metrópoles mundiais, acaba de aprovar as novas diretrizes de seu Plano Diretor, que atualiza e flexibiliza a atual lei urbanística. Com isso, tornam-se cada vez mais maleáveis as regras sobre construção de prédios sem limite de altura, o que nos leva à estimativa de que a área a ser verticalizada nessas condições pode aumentar em até 160%. E o Garotas Suecas não poderia deixar de falar neste momento da canção que encerra o seu quarto disco, previsto para 19 de julho. Gentrificação traz o humor característico do quarteto paulistano em um blues de letra ácida sobre um dos maiores problemas urbanos. “No final da pandemia, eu fui despejado do meu predinho, que foi abaixo para dar lugar a um novo prédio mais alto e bem mais luxuoso. Escrevi a música a partir da experiência de viver em São Paulo, refletindo sobre as mudanças na cidade. O canto onde vivia foi arrasado pelas construtoras, autorizadas pela nova regulamentação urbana. A revisão do plano diretor da cidade tornou a música ainda mais atual. Um talking blues com humor e lamento, como deve ser”, complementa Tomaz Paoliello. A faixa faz parte de 1 2 3 4, quarto disco da banda, que será lançado no Brasil pelo selo paulistano Freak e internacionalmente pelo selo espanhol Vampisoul. O Garotas Suecas é: Fernando Perdido (baixo e voz), Irina Bertolucci (teclados e vocal), Nico Paoliello (bateria e voz) e Tomaz Paoliello (guitarra e voz).
Las Ligas Menores toca pela primeira vez no Brasil, no CineClube Cortina

A banda argentina de indie rock Las Ligas Menores, uma das grandes sensações da música latino americana atualmente, se apresenta em 3 de agosto, no Cineclube Cortina, em São Paulo. Os ingressos já estão à venda. Las Ligas Menores é uma das bandas argentinas com maior projeção internacional nos dias de hoje, com direito a indicação para o Grammy Latino (2021), turnês internacionais, festivais e êxitos como a apresentação na celebrada rádio indie KEXP, de Seattle, uma participação que já acumula +600 mil visualizações no canal da rádio. Criada em 2011, a banda lançou os álbuns Las Ligas Menores (2014) e Fuego Artificial (2018), além de celebrados singles e EPs. Seu lançamento de estreia, o EP El Disco Suplente (2012), é item de colecionador, disputado entre fãs de indie rock pelo mundo. Diversos singles foram lançados nos últimos anos e devem aparecer no novo disco, ainda em produção: Piedra del Águila (2023), Hice Todo Mal (2020), La Nieve (2021), e o cover Vigilantes Del Espejo (da espanhola Triângulo de Amor Bizarro, em 2022). A atenção provocada pela música da Las Ligas provocou uma ascensão rápida da banda, com convites para tocar, primeiro em grandes festivais em países como Peru, Chile e México, e então nos Estados Unidos e Europa. A lista de festivais que já receberam o grupo é impressionante: Lollapalooza, Coachela, Primavera Sound, Sound Isidro, Low Festival, Vive Latino para citar somente alguns. A tour brasileira da Las Ligas Menores se dará às vésperas do lançamento de seu novo álbum – o terceiro da carreira do grupo, o que provocará a subida de mais um degrau na carreira da banda. Logo após sua passagem pelo Brasil, o grupo embarca para mais uma turnê pela Europa.
Black Flag retorna a São Paulo em show com Garotos Podres e Cólera

A seminal banda punk norte-americana Black Flag retorna a São Paulo, com show no dia 27 de outubro, no Carioca Club. O evento, cuja venda de ingressos começa em julho, também terá dois ícones do punk rock nacional, Cólera e Garotos Podres. A produção é da Powerline Music & Books. Nesta nova passagem pela capital paulista, três anos após a estreia no Brasil, no mesmo Carioca Club, em março de 2020 (também realizado pela Powerline), a banda vai celebrar os quase 40 anos do segundo disco, My War, além de tocar mais hits, em um set de cerca de 2 horas. O Black Flag é uma instituição do punk rock, um sólido pilar que desde 1976 sustenta o estilo, seus cacoetes e é influência para um incontável número de bandas que surgiram a partir da década de 1980 até os dias atuais, inclusive como a força motriz do que viria a ser e soar o hardcore. Além do começo arrebatador e marcante do punk/hardcore com o álbum Damaged (1981), o Black Flag se manteve impactante três anos depois com My War (1984). Traz seis músicas que originalmente figuraram no álbum de estreia, o lado B do disco apresentava barulhos tensos e uma sonoridade punk obscura. My War é um Black Flag ainda mais rápido e pesado, que por mais inusitado que pareça, tem influência de Black Sabbath e até hoje é um álbum importante e influente para a cena sludge metal e pro grunge. Para esta tour no Brasil, o Black Flag é Greg Ginn (membro fundador), Mike Vallely, Harley Duggan e Charles Wiley.
GPWeek anuncia Kendrick Lamar, Thundercat e Sofi Tukker
The Cure é a primeira atração confirmada do Primavera Sound Brasil
Gabriel Thomaz anuncia festival do selo Maxilar; confira line-up

Persie, Lumee//Prismo, Lucifer Kabra, Christine Valença e Fogo 51, elenco de bandas que compõem o selo Maxilar Records, são as atrações do Maxilar Festival, que acontece no dia 1 de julho, na Associação Cultural Cecília, em São Paulo. “São artistas brasileiros de estilos variados que estão se destacando tanto nos streamings quanto no cenário de shows e estão prontos pra conquistar o mercado e o coração do público”, revela Gabriel Thomaz. “Queremos fazer uma grande festa, com excelentes artistas, num local privilegiado e com ótimas condições técnicas”, completa. O Maxilar Festival não apenas oferece uma plataforma para os artistas do selo se apresentarem, mas também é uma oportunidade para, através da celebração musical, promover a conexão entre artistas e fãs, proporcionando uma experiência enriquecedora e intimista. Conheça os artistas Lumee//Prismo Formado em São Paulo, o duo e casal Luma//Lumee (vocal e piano) Guilherme//Prismo (guitarra) compõe músicas com atmosfera distópica e cyberpunk. Fazem um rock com eletrônico, cheio de sintetizadores, mas com a clássica formação de uma banda de rock, com influências de Atari Teenage Riot, Nine Inch Nails, Radiohead, Pink Floyd, Portishead, Sevdaliza, Nova Twins e New Order. Persie Persie é cantora, compositora e produtora musical baiana. Com “beats” e letras originais, possui influências do krautrock, dreampop, synthpop, com mesclas regionais do samba-reggae, brega, coco etc. Em 2021 lançou seu álbum de estreia, Odaléa, pela Maxilar Music. Persie é acompanhada por Gustavo Foppa na guitarra. Lucifer Kabra Lucifer Kabra Y Os Xuxus da Pompéia apresentam pela primeira vez o disco Kabraokê, lançado em 2022 pela Maxilar Records. O show é uma miscelânea caótica e divertida, mesmo que singelamente gótica, que acabou sendo definida como Synth Farofa. A banda conta com Leon Perez no sintetizador, Fogu na guitarra, Debbie Hell na segunda voz, Pedro Marini no baixo e Marco Trintinalia na bateria. Christine Valença Cantora e compositora carioca, Christine Valença passa a sensação de pertencer a uma outra época. O timbre singular de sua voz, os arranjos, as construções harmônicas arquitetadas fora dos parâmetros comerciais, tudo remete a essa noção anacrônica. Se existisse um atlas geográfico do mundo da música, Christine estaria localizada em alguma região remota na fronteira entre o alternativo e o pop, com amplas e díspares influências, que vão da MPB ao indie rock, do soul ao folk, da música cubana à chanson française. Fogo 51 Em uma mistura de estilos e influências, a banda composta por Queiroz (voz), JP (guitarra), Nino Fonseca (baixo) e Napô (bateria) mescla elementos do RAP em sua sonoridade. A guitarra no compasso da voz, o baixo sujo e a bateria rápida e swingada, marcam as características da Fogo 51, nome que faz alusão ao massacre que marcou a história dos índios Pataxós no sul da Bahia. Maxilar Festival Artistas: Persie, Lumee//Prismo, Lucifer Kabra, Christine Valença e Fogo 51 Local: Associacão Cultural Cecília (Rua Vitorino Carmilo, 449, Santa Cecília, SP) Data e hora: 1 de julho, às 18h Ingressos: R$ 30. À venda apenas na porta.
Morrissey traz turnê de 40 anos para o Brasil; veja datas e locais
Com show agendado no Brasil, Rod Stewart diz que não quer mais fazer rock

Com show agendado em São Paulo, Rod Stewart disse que está planejando “deixar todo o rock ‘n’ roll para trás” após sua extensa turnê de 2023. Em entrevista ao BBC Breakfast, Rod Stewart disse que não está “se aposentando”, mas que pretende migrar do rock para o swing. “Não vou me aposentar”, disse Stewart ao apresentador da BBC, Charlie Stayt. “Acabei de fazer um álbum de swing com Jools Holland, que será lançado ano que vem, então quero ir nessa direção. Eu só quero deixar todo o rock ‘n’ roll para trás – por um tempo, talvez”. Apesar disso, Stewart disse que o seu próximo trabalho “beira o rock ‘n’ roll de qualquer maneira”. O show de Rod Stewart em São Paulo acontece em 30 de setembro, no Allianz Parque. O músico terá a companhia de Ivete Sangalo. Os ingressos custam entre R$ 320,00 e R$ 720,00.