Summer Breeze confirma segunda edição e abre venda de Blind Tickets

Após a primeira edição do tradicional festival alemão Summer Breeze, em São Paulo, a organização do evento anunciou o retorno para 2024, no Memorial da América Latina, agora com três dias: 26, 27 e 28 de abril. A primeira edição reuniu nomes como Blind Guardian, Stone Temple Pilots, Skid Row, Parkway Drive, Bruce Dickinson, Avantasia, Lamb of God, Kreator, Testament, Winery Dogs, Stratovarius, Shaman, Krisiun, Crypta, Accept e muito mais. Além das atrações musicais, o festival contou também com o sucesso de suas experiências e ativações. Entre elas, feira geek, tatuagem e a Horror Expo, venda de vinis, espaço kids com monitoria, áreas de descanso, palestras, entre outras. A venda dos Blind Tickets já começou com descontos especiais e vantagens exclusivas (por tempo limitado) através do Clube do Ingresso. Para quem não está acostumado com esse formato no Brasil, os Blind Tickets contemplam ingresso de pista comum válido para todos os dias de festival, copo exclusivo do evento e entrada antecipada no local. São disponibilizados neste serviço apenas 666 Blind Tickets no valor de R$ 1.200,00 (preço único) válido para os três dias de evento, sem taxa de conveniência para o cliente e com opções de parcelamento disponíveis na compra online.

Lynyrd Skynyrd inclui São Paulo em turnê de 50 anos; veja detalhes

Ícone absoluto do Southern Rock, a banda Lynyrd Skynyrd confirma apresentação extra no Brasil. Além do show no Jaguariúna Rodeio Festival, o lendário grupo de Jacksonville (EUA) traz a aclamada turnê da celebração do 50º aniversário para a capital paulista. A apresentação única está confirmada para 22 de setembro, no Espaço Unimed. Com produção da Mercury Concerts, a venda dos ingressos vai começar nesta terça-feira (16) às 10h, pela plataforma Ticket 360. Os ingressos custam entre R$ 220 (pista/meia) e R$ 850 (camarote/inteira) e podem ser parcelados em até três vezes sem juros. Atualmente a banda de rock sulista é formada por Johnny Van Zant (vocal e irmão do saudoso Ronnie Van Zant), Rickey Medlocke (guitarrista), Mark “Sparky” Matejka (guitarrista), Michael Cartellone (baterista), Keith Christopher (baixista), Peter Keys (tecladista), Carol Chase (coro) e Stacy Michelle (coro).  O último integrante da primeira formação, o guitarrista Gary Rossington faleceu em 3 de março de 2023. A banda até cogitou encerrar as atividades, mas o poder do rock and roll fez com que continuasse.  “É sobre o legado do Lynyrd Skynyrd, e o que ele representa, o que são os nossos fãs. Não há nada melhor do que fazer um grande show com Skynyrd e ver as pessoas adorando nossa música”, afirmou Van Zant.  Em comunicado, Dale Rossington, viúva de Gary Rossington, escreveu que o guitarrista sempre foi o primeiro a dizer que a música do Skynyrd é maior do que ele ou qualquer outra pessoa. “Gary sempre expressou o quanto a música era atemporal, e foi seu objetivo mantê-la viva por seus irmãos. O seu sonho continuará graças a Johnny, Rickey e os companheiros. Eles continuarão a levar seu legado para as gerações futuras”. SERVIÇO Cidade: São Paulo Data: 22 de setembro de 2023 (sexta-feira) Local:  Espaço Unimed – Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – SP Portas: 20h LYNYRD SKYNYRD: 22h

Supercombo lança álbum Remédios e anuncia shows em SP e RJ; ouça!

A banda Supercombo lançou, nesta sexta-feira (12), o álbum Remédios. Composto por 12 faixas, inclui os singles Aos Poucos, Intervenção e Tarde Demais. No próximo dia 21, a banda realiza o show de lançamento do disco na Audio, em São Paulo, e no dia 2 de junho no Imperator, no Rio de Janeiro, Remédios foi gravado no estúdio BTG, em São Paulo, com a produção da própria banda em parceria com Zeca Leme. Renan Martins é responsável pela edição e a mixagem foi feita por Leo Ramos. A masterização é de Fili Filizzola e a mixagem em Dolby Atmos por Zeca Leme. A Supercombo sempre foi conhecida por suas letras carregadas de sentimento e sua sonoridade potente e Remédios não foge à regra. A saúde mental é um tema recorrente nas composições que abordam questões da vida moderna que afetam de modos variados o nosso mundo individual. Mas Remédios não se configura como um álbum denso por isso. Pelo contrário, o trabalho se reveste de novas texturas e elementos sonoros, fator que transformou Remédios num projeto solar e otimista, feito para convocar dias melhores e mais compreensão. “A Supercombo sempre foi uma banda roqueira, mas tivemos fases em que nos guiamos por melodias mais suaves, alteramos algumas intenções”, reflete o vocalista Leo Ramos. “Mas quando você coloca uma banda completa em estúdio, nesse clima de jam session, naturalmente o som acaba saindo mais pesado. E olha, acho que tem a ver com o momento também, né? O fim da pandemia, a vinda de um disco novo depois de um bom tempo, a gente estava com muitas revoltas, então acho que o trabalho acabou por acompanhar isso também, trouxemos essa energia toda para as novas composições”, completa. O desenvolvimento do novo álbum da banda teve início com a divulgação dos singles Aos Poucos, Intervenção e Tarde Demais, os quais foram lançados com clipes. Diversificado, com canções que variam desde baladas emotivas até ritmos dançantes, em Remédios percebe-se uma ampliação de sua instrumentação e a participação de músicos convidados que regam o disco com suas participações especiais, como Vitor Kley em Tarde Demais e Elana Dara em Estrela do Mar. Sobre a origem do nome do disco, o vocalista Leo Ramos explica: “Acho que não há ‘remédio’ algum que dê conta da vida, rs…O que a gente tá falando nesse disco é mais nisso de você aceitar a vida e entender o que você pode fazer com ela, extrair dela, sabe? O nome do álbum mesmo veio do nosso processo criativo. Passamos por uma fase muito ruim nos últimos anos e aí nossos encontros para a composição deste disco acabou se tornando uma experiência muito positiva, deixou nossa rotina mais saudável e tranquila, funcionava como uma espécie de ‘remédio’ pra gente. Então a faixa Remédios veio daí, como se o eu-lírico fosse um remédio em si, falando sobre o que ele reflete em relação ao uso abusivo de remédios por boa parte da nossa sociedade contemporânea”, conclui o compositor. Show de lançamento “Remédios” – São Paulo Domingo, 21 de maio, a partir das 18h – Audio (Av. Francisco Matarazzo, 694 – Água Branca). Ingressos via Ticket360 Show de lançamento “Remédios” – Rio de Janeiro Sexta-feira, 2 de junho, a partir das 19h – Imperator (Rua Dias da Cruz, 170 – Méier). Ingressos via Articket

Repetente Records celebra 1 ano de história com show na Fabrique Club

Após ótimos lançamentos das bandas Anônimos Anônimos, Fibonattis, Faca Preta, Escombro e Magüerbes, a Repetente Records celebra um ano de história com um grande show na Fabrique Club (Rua Barra Funda, 1075 – Barra Funda), em São Paulo, no próximo dia 31, a partir das 20h. Os ingressos para a festa já estão à venda. Neste evento especial, o palco do Fabrique vai receber jams de todas as bandas do selo, além de convidados especiais. “Essa festa é para comemorar uma marca importante de um projeto que está apenas no início, mas é também uma forma de agradecer as bandas que confiaram em nós e no crescimento do selo! A nossa ideia sempre foi fortalecer a cena com bandas que têm discursos afiados e aglutinar seus fãs com o mesmo propósito! Será uma noite inesquecível!”, comenta Badauí, vocalista do CPM 22 e um dos fundadores do selo. Mas o palco da festa também será para anúncios, como o da banda que entrará para o time Repetente Records. Além de ser revelada, a banda – ainda surpresa – tocará algumas músicas, uma espécie de mini show. E só um spoiler: trata-se de um nome que faz, hoje, um dos shows mais enérgicos de toda cena punk/hardcore nacional. “Ao contrário da maioria dos selos, a Repetente Records nasceu com o objetivo principal de alavancar e fortalecer a cena como um todo, trazendo àqueles que estão começando a experiência de quem vive por anos dentro do cenário nacional da música. Aqui, na Repetente, tem suporte, profissionalismo, novas ideias e parcerias”, comenta Rick Lion, diretor artístico da Repetente. Fazem parte do selo as bandas Anônimos Anônimos, Fibonattis, Faca Preta, Escombro, Magüerbes e Statues on Fire, além da banda surpresa a ser anunciada no próximo dia 31 durante a festa de 1 ano.

Djavan traz turnê D para São Paulo; veja local e datas

Após estrear sua turnê mundial em Maceió, em março – antes de percorrer algumas cidades do nordeste e outras sete nos EUA – Djavan agora apresenta pela primeira vez o seu novo espetáculo em São Paulo, no Espaço Unimed, nos dias 19 e 20 de maio. Homônima ao seu 25º álbum de estúdio, lançado em agosto de 2022, a turnê D permanece na estrada depois da passagem pela capital paulista, visitando diversas cidades do Brasil e da Europa ainda este ano. Além de faixas do último trabalho, a exemplo de Num Mundo de Paz e Iluminado, o repertório de aproximadamente 20 canções contempla sucessos de todas as fases de sua discografia. Embora sempre renove a lista de clássicos de uma turnê para a outra, Djavan ressalta que “músicas como Sina e Flor de Lis têm lugar cativo em todos os shows, porque são canções que o povo ama”. Para ele, o maior desafio na concepção de um novo espetáculo é “desenhar um roteiro equilibrado e diverso”. “O mais difícil é construir um show que conecte o público do começo ao fim com a mesma energia e fluidez”, conta. “Buscamos um formato que combine o clima solar e festivo de D com os velhos sucessos. Isso, por si, já traz uma diversidade sonora muito grande.” O artista reúne mais uma vez o time de músicos que o acompanhou em diferentes fases da trajetória, todos eles presentes também nos créditos de D, no qual experimentou com diferentes formações em cada faixa. No palco, a voz e violão de Djavan ganham o reforço de Marcelo Mariano (baixo e vocal), Felipe Alves (bateria), João Castilho (guitarra, violão e vocal), Paulo Calasans (piano, teclado e vocal), Renato Fonseca (teclado e vocal), Jessé Sadoc (trompete, flugelhorn e vocal) e Marcelo Martins (saxofone, flauta e vocal). Apesar de trazer uma banda semelhante à da turnê Vidas pra Contar (2016), Djavan quer sempre “alcançar uma estética musical diferente dos shows anteriores”. “A sonoridade depende mesmo é do repertório escolhido e da cara que vamos querer dar para cada música. Mesmo sendo uma formação parecida com a da penúltima turnê, sempre trabalhamos para fazer com que o espetáculo soe bem original e distinto dos outros”, explica. Para o conceito visual, o cantor aposta novamente na cenografia de Gringo Cardia, na iluminação de Césio Lima e Mari Pitta e no desenho de luz de Serginho Almeida, repetindo parcerias bem-sucedidas realizadas em shows anteriores, enquanto Marina Franco se junta ao time na direção de figurino, juntamente com o estilista convidado Lucas Leão. O projeto concebido por Gringo celebra a diversidade do povo brasileiro, em dois diferentes formatos: um cenário físico, que acompanhará o cantor na maioria das apresentações, e outro com projeções no telão de led. O primeiro traz painéis criados pelos artistas Daiara Tukano, Heloisa Hariadne e Yermollay Caripoune, e o segundo exibe obras de um notável time de nove artistas – composto majoritariamente por negros e indígenas, muitos oriundos da periferia: Aislan Pankararu, Daiara Tukano, Heloisa Hariadne, João Farkas, Marcela Cantuária, Mulambo, Pedro Neves, Nação Kuikuros | Takumã e Yermollay Caripoune SERVIÇO DO SHOW D EM SÃO PAULO Datas: 19/05 e 20/05 Abertura da casa: 20h30 Horário do show: 22h30 Endereço: Espaço Unimed (Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo – SP) Classificação: 14 anos Ingressos: Ticket 360

Em show com feat de IZA, Alicia Keys encanta com hits e simpatia

A nova-iorquina Alicia Keys pode facilmente ser incluída em um top 10 das maiores cantoras dos últimos 30 anos. Na última sexta-feira (5), no Allianz Parque, a artista comprovou a força do seu trabalho. É completa: tem um alcance vocal incrível, toca piano como poucos, esbanja carisma o tempo todo e ainda traz surpresas muito agradáveis ao palco. Diante de uma configuração diferente do Allianz Parque, com cadeiras espalhadas por todo o gramado, Alicia Keys deixou bem claro que ninguém precisava ficar sentado. Bastou entrar em cena que o público todo já estava de pé. E permaneceu assim até o fim. Nat King Cole, You Don’t Know My Name, Wasted Energy, Karma e New Day formaram o cartão de visitas de Alicia para o público paulistano. Com o estádio inteiro na mão, Alicia promoveu a surpresa da noite. Enquanto cantava Un-Thinkable (I’m Ready), ela recebeu a cantora IZA para um medley com Dona de Mim, da artista carioca. Vale lembrar que nas outras duas passagens pelo Brasil, Alicia também protagonizou feats com artistas locais: Maria Gadú (2017) e Dream Team do Passinho e o sambista Pretinho da Serrinha (2019). So Done, Show Me Love e Diary vieram na sequência, antecedendo a mudança de palco.  Segundos depois, Alicia Keys surgiu em uma cabine de DJ bem próxima do fim do gramado. A partir desse ponto, a cantora se divertiu com uma sequência de hits, covers e batalhas. Deu uma passada rápida por The Gospel e Plentiful, além de tocar Nobody (DJ Khaled). Logo depois, brincou de batalha: Original X Unlocked. Tocava trechos e perguntava como o público preferia. Skydive foi mais festejada no Original, enquanto Is It Insane e Only You na Unlocked. O tempo na cabine de DJ, um pouco extenso, por sinal, ainda teve uma rápida execução de My Boo (Usher) antes de entrar em City of Gods e na épica Empire State of Mind (Part II) Broken Down. Foi ao som de Empire State of Mind que Alicia retornou ao palco principal, passando pelo corredor dos fãs. O momento catártico parecia até o encerramento da apresentação. Mas com tantos hits na manga, todos sabiam que viria muito mais. Não tardou para Girl on Fire, Fallin’ e No One fossem cantadas, sendo acompanhadas no sing along dos fãs. Alicia faz um daqueles shows que não nos dá vontade de ir embora do estádio. Se cantasse a noite toda, poucos ousariam ir embora do Allianz. Like You’ll Never See Me Again (com um trechinho de Purple Rain, de Prince) e If I Ain’t Got You deram minutos finais ao concerto, que ganhou uma versão bonitinha no Spotify. Ouça abaixo.

Deathstars retorna ao Brasil para show único em outubro; veja local e preços

O aguardado retorno da enérgica banda sueca de metal industrial Deathstars acontecerá no dia 13 de outubro em São Paulo, no Fabrique Club. O quarteto faz show único no país em meio à turnê do quinto álbum, Everything Destroys You. A realização é da Powerline Music & Books e os ingressos já estão à venda on-line Pixelticket. Everything Destroys You foi lançado na última sexta-feira (5) pela Nuclear Blast Records e ganhou versão nacional em parceria com a Shinigami Records. O disco, com 10 faixas, é o sucessor de The Perfect Cult, de 2014. A formação atual da banda é Whiplasher Bernadotte (vocais), Nightmare Industries (guitarra/teclados), Cat Casino (guitarra), Skinny Disco (baixo). O Deathstars apresenta uma sonoridade constantemente comparada ao trabalho do Rammstein e, inclusive, os suecos já foram a banda de abertura dos alemães por diversas ocasiões pela Europa. O Deathstars começou em 2000, na cidade sueca de Strömstad. A banda faz letras com tema de terror sombrio e usam pintura facial, uniformes e também estão ligados à temática gótica. O guitarrista Nightmare Industries explica sobre os oito anos que separam os lançamentos. “Simplesmente queríamos – e precisávamos – uma pausa após uma turnê intensa e além disso, tivemos a pandemia, então as turnês foram adiadas e o lançamento com elas, então é fantástico finalmente poder apresentar Everything Destroys You”. Em 2019, o Deathstars foi a grande atração da primeira edição do Horror Expo, em São Paulo e, desde então, os fãs aguardavam ano a ano o retorno dos suecos. A espera acaba no próximo mês de outubro! Serviço Deathstars em São PauloData: 13 de outubro de 2023 Horário: 19h (abertura da casa) Local: Fabrique Club Endereço: rua Barra Funda, 1075 – Barra Funda/SP, São Paulo Venda on-line Meia solidaria, meia entrada – 1º Lote: R$ 150,00 Inteira – 1º Lote: R$ 300,00 Classificação etária: 18 anos

Machine Gun Kelly, Swedish House Mafia, Halsey e JXDN no GPWeek

Machine Gun Kelly

Após uma primeira edição com ingressos esgotados, quando reuniu The Killers e Twenty One Pilots, o festival GPWeek volta a ser realizado, no dia 4 de novembro, no Allianz Parque, em São Paulo. Machine Gun Kelly, Swedish House Mafia, Halsey e JXDN são as atrações confirmadas no line-up. A venda de ingressos começa nesta terça-feira (9), às 10h, na Eventim; e a partir do meio-dia na bilheteria oficial do evento (Allianz Parque, Portão A). “Foi muito satisfatório ver o lema do GPWeek, que é ‘a música guia’, sendo compreendido e bem recebido pelo público em nossa primeira edição. As mais de 50 mil pessoas presentes estavam ali na mesma sinergia, lembrando de momentos especiais e criando boas novas lembranças e a programação do festival estava ali como trilha sonora”, diz Pepeu Correa, CEO da 30e. “Começamos a pensar a edição de 2023 assim que o último acorde soou na edição de 2022 e a expectativa não poderia estar melhor. Temos uma programação com nomes internacionais e nacionais queridos e esperados pelo público, além de algumas surpresas pelo caminho”, complementa Caio Jacob, Vice President Global Touring & Festivals da 30e. GPWeek em São Paulo – Machine Gun Kelly, Swedish House Mafia, Halsey e JXDN Data: 4 de novembro Local: Allianz Parque Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca, São Paulo – SP, 05001-200 Valor de Ingressos Paddock: R$ 995,00 (meia-entrada legal) | R$ 1.990,00 (inteira) Pista VIP Box: R$ 495,00 (meia-entrada legal) | R$ 990,00 (inteira) Pista: R$ 275,00 (meia-entrada legal) | R$ 550,00 (inteira) Cadeira Inferior: R$ 280,00 (meia-entrada legal) | R$ 560,00 (inteira) Cadeira Superior: R$ 195,00 (meia-entrada legal) | R$ 390,00 (inteira) Venda online: Eventim Bilheteria oficial: Allianz Parque – Bilheteria A Rua Palestra Itália, 200 – Água Branca -São Paulo – SP, 05005-030 Funcionamento: Terça a sábado das 10h às 17h – Não tem funcionamento em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas. Classificação etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais.