Måneskin retorna com empolgante single Supermodel

O Måneskin retornou com o single Supermodel, escrito em Los Angeles e produzido pelo aclamado Max Martin e sua equipe. O lançamento acompanha a notícia de que a banda chegou a 1 bilhão de streams na última semana com o hit Beggin. Com som californiano e grooves modernos e contagiantes, Supermodel é uma nova e sublime oferta de um ato explosivo que continua a esculpir sua própria marca inimitável de rock’n’roll. O grupo surgiu com o conceito de Supermodel após se inspirar nos muitos personagens que encontrou durante seu tempo em Los Angeles. Sobre o novo single, a banda comentou em comunicado enviado à imprensa. “Escrevemos Supermodel depois de passar os melhores meses em Los Angeles. Às vezes ficamos surpresos e intrigados ao descobrir como as pessoas se preocupavam tanto com a ideia de ´celebridade´ e status, obcecados com sua aparência e contatos”. Eles completam: “Começamos a imaginar um caráter enigmático de supermodelo. Ela é muito legal, divertida e social, mas, na realidade, ela é perturbada, ocultando sua tristeza e vício. De certa forma, você a ama, porque ela sabe como se divertir, mas você também quer evitá-la, porque ela pode te colocar em apuros”. Måneskin marcará o lançamento com a primeira apresentação ao vivo do single na final do Eurovision Song Contest, neste sábado (14), comemorando um ano desde sua vitória triunfante que ajudou a catapultar o grupo ao número 1 nas paradas. A banda iniciará sua turnê mundial Loud Kids Tour em 31 de outubro, com um show esgotado em Seattle, e atingirá outras cidades com ingressos já sold out, incluindo Nova Iorque, São Francisco, Atlanta e Washington, bem como uma nova data em Los Angeles antes de embarcar em sua turnê europeia esgotada em 2023 – tocando em locais icônicos, incluindo a O2 Arena de Londres, a Accor Arena, em Paris, e a Mercedes Benz Arena de Berlim. Antes, no entanto, o Måneskin vem ao Brasil para dois shows muito aguardados: 8 de setembro no Rock in Rio e 9 de setembro no Espaço Unimed, em São Paulo. Os ingressos para a apresentação na capital paulista seguem disponíveis. Eles custam entre R$ 190 e R$ 700.
Airbourne anuncia único show em São Paulo

Um dos maiores nomes do rock na atualidade, o Airbourne retorna ao Brasil para único show. O quarteto australiano se apresenta no dia 28 de agosto, domingo, a partir das 17 horas, no palco da Fabrique Club, em São Paulo. Os ingressos estão à venda online pela plataforma Bilheto, e também no Manifesto Bar, sem taxa de conveniência. O show será uma celebração de um dos mais conceituados bares de rock do Brasil, o Manifesto Bar, que completa 28 anos de atividades ininterruptas, se tornando um reduto clássico para os admiradores de rock e metal. O Airbourne se destacou logo com o primeiro disco, o visceral Runnin’ Wild (2007), agradando fãs de rock and roll direto ao ponto, trazendo similaridades com o AC/DC e outros grandes nomes do gênero, porém imprimindo uma identidade própria e única em suas composições. Os trabalhos seguintes colocaram a banda nas paradas de diversos países e consolidaram o Airbourne no cenário mundial. O grupo é formado pelos irmãos Joel O’Keeffe (vocal e guitarra) e Ryan O’Keeffe (bateria), Justin Street (baixo) e Matt “Harri” Harrisson (guitarra). Visitando pela segunda vez o Brasil – após um show explosivo em São Paulo em 2017 – já realizaram shows e turnês ao lado de grandes monstros da música pesada como o Iron Maiden, Mötley Crüe, Motörhead e os Rolling Stones. A banda divulga atualmente o mais recente álbum, Boneshaker, lançado pela gravadora Spinefarm Records em 2019, que marcou a estreia de Harrison em estúdio. Mesmo trazendo esta mudança na formação, o grupo manteve a linha dos quatro trabalhos de estúdio anteriores, ao mesmo tempo buscando uma gravação mais orgânica, e obteve excelente retorno dos fãs e da crítica especializada. Antes de passar pela América Latina, o Airbourne realiza extensa turnê pela Europa para shows como headliner e passagens por grandes festivais como Download, Hellfest Open Air, Rock the Ring e Rock im Park. Em setembro, embarcam para mais uma excursão pela América do Norte. SERVIÇOAirbourne em São PauloData: 28 de agosto de 2022 (domingo)Local: Fabrique ClubEndereço: Rua Barra Funda, 1071 – Barra FundaHorário: 17h (portões)Ingressos: R$ 190 (1º lote pista/promocional)Venda online Mais informações: Manifesto Bar
Two Door Cinema Club sofre baixa, mas mantém shows no Brasil

Às vésperas dos três shows no Brasil, a banda norte-irlandesa Two Door Cinema Club teve uma baixa em sua formação. O vocalista e guitarrista Alex Trimble teve um “pequeno problema de saúde” e não poderá se apresentar com o grupo. As datas, no entanto, estão mantidas. David Clements assumirá o posto. Co-headliner do MITA, o Two Door Cinema Club está escalado para domingo (15), em São Paulo. Antes de seguir para a etapa carioca do festival, no dia 21, a banda faz uma apresentação solo na Audio, em São Paulo, no dia 18. Ainda há ingressos disponíveis para os shows do Two Door Cinema Club. Para mais informações, acesse o Eventim. Confira abaixo a íntegra do comunicado da banda Informamos que Alex teve um pequeno problema de saúde e foi desaconselhado a realizar viagens nesse período. O Two Door Cinema Club quer muito fazer os shows agendados no Brasil e, por conta disso, convidamos nosso amigo David Clements para participar dessa turnê conosco. David tem um grande talento musical. Somos parceiros desde jovens na Irlanda do Norte e sempre o admiramos muito. Temos certeza de que vamos fazer shows incríveis e entendemos que esse é nosso compromisso com os fãs. Vamos dedicar essa turnê ao Alex, que temos certeza estará torcendo muito para que todos se divirtam. Agradecemos muito a parceria e compreensão de todos!
Espaço das Américas muda de nome após 20 anos; confira agenda

A partir de agora, o Espaço das Américas, em São Paulo, passa a se chamar Espaço Unimed. Celebrando 20 anos de existência, a tradicional casa de espetáculo paulistana assume pela primeira vez novo nome, em uma ação de naming rights. O atual Espaço Unimed foi inaugurado em 2002 pelo Grupo São Paulo Eventos, que possui mais de 50 anos de atuação no ramo de entretenimento, incluindo casas icônicas em São Paulo, como Olympia, Toco, Contramão, Overnight, entre outras, e hoje é responsável por Espaço das Américas, Expo Barra Funda e Villa Country. Inspirados em Athos Bulcão, novos conceitos visuais reúnem grafismos e cores que reforçam a ideia de uma casa plural, aberta a todos e a qualquer expressão artística e cultural, inclusiva, sem distinção ou qualquer tipo de preconceito. Um espaço de alegria, acolhedor e intenso, em que a celebração à vida está sempre presente. Localizado na Barra Funda, zona oeste de São Paulo, de fácil acesso, próximo à estação Barra Funda do metrô, o Espaço Unimed é uma casa de espetáculos e eventos de configuração flexível e capacidade para comportar até 8 mil pessoas em uma área útil de 3.450m². Entre os nomes que já passaram por seu palco, Bruce Springsteen, Roberto Carlos, Ed Sheeran, Ivete Sangalo, Los Hermanos, Faith no More, Morrissey, Noel Gallagher, Os Paralamas do Sucesso, Robert Plant, Slash, Tears for Fears, Tiësto, Titãs, entre muitos outros. Confira os próximos shows do Espaço Unimed (antigo Espaço das Américas) Diego e Victor Hugo – 12 de maio Juliette Freire – 13 de maio Péricles | Tour Céu Lilás – 14 de maio McFly – 17 e 18 de maio One Night of Tina – 19 de maio The Kooks – 20 de maio Criolo | Turnê Sobre Viver – 21 de maio Marc Martel – 22 de maio Jão – 27 de maio (esgotado), 14 de agosto (esgotado) e 20 de agosto Louis Tomlinson – 28 de maio (esgotado) e 29 de maio Joss Stone – 1 de junho Ranaissance e Curved Air – 2 de junho Whindersson Nunes – 3 e 16 de junho Djavan | Vesúvio – 4 e 5 de junho Anavitória – 9 de junho Roupa Nova – 10 e 11 de junho Chitãozinho & Xororó – 12 de junho Armandinho & Maneva – 15 de junho Futparódias – 19 de junho Khalid – 23 de junho Caetano Veloso – 25 e 26 de junho Mania – The Abba Tribute – 30 de junho Jota Quest – 2 de julho RAP4Life – 3 de julho Fábio Jr – 15 de julho A-Ha – 18 e 19 de julho Marisa Monte | Portas – 21, 22, 23 e 29 de julho Manu Gavassi – 7 de agosto Zeca Pagodinho – 13 de agosto Rosalía – 22 de agosto Reggae Live Station – 28 de agosto Ana Carolina – 6 de setembro Avril Lavigne – 7 de setembro Maneskin – 9 de setembro Jorge Benjor – 10 de setembro Helloween e HammerFall – 8 e 9 de outubro Nightwish – 14 de outubro Hanson – 15 de outubro Skank | Turnê de despedida – 21 e 22 de outubro Liam Gallagher – 15 de novembro
Metallica incendeia Morumbi em noite de nostalgia

Foram dois anos de espera até o Metallica, enfim, se apresentar no estádio do Morumbi, em São Paulo. O atraso causado pela pandemia, no entanto, não tirou o ímpeto da banda, muito menos dos fãs, que lotaram a casa do tricolor paulista em plena terça-feira. Aliás, quem comprou ingresso para ver o Metallica, ganhou dois shows incríveis de abertura: Ego Kill Talent e Greta Van Fleet, que iniciaram os trabalhos ainda no fim da tarde. Ego Kill Talent A primeira banda a subir ao foi o Ego Kill Talent, que recentemente fez um show tributo a Taylor Hawkins, do Foo Fighters, no Lollapalooza. A banda paulistana teve apenas 30 minutos para dar o recado, mas aproveitou muito bem o tempo, emendando um som atrás do outro sem enrolação e conversa fiada. Na bagagem, trouxe o excelente segundo álbum de estúdio, The Dance Between Extremes, lançado no ano passado. O set curto, com sete canções, equilibra bem um pouco de cada um dos dois álbuns de estúdio. E o mais legal foi ver a recepção e o carinho que o público teve com o grupo, que bom alcance internacional. Greta Van Fleet Logo depois, o Greta Van Fleet, a banda mais “ame ou odeie da atualidade”, apareceu. Em sua terceira apresentação em São Paulo (antes tocou no Lollapalooza e Lolla Parties de 2019), o grupo mostrou ainda mais consistência do que na primeira vez. Os irmãos gêmeos Josh Kiszka e Jake Kiszka, vocal e guitarra, respectivamente, estavam mais à vontade no palco. Logo nas duas primeiras canções conquistaram o público carrancudo do Metallica com o potente alcance vocal e solos absurdos de guitarra. The Battle at Garden’s Gate (2021) respondeu por metade do repertório, composto por apenas oito músicas em quase uma hora de apresentação. No entanto, foram duas canções do disco From The Fires que mais se destacaram no show: Black Smoke Rising logo no começo e Highway Tune, que encerrou a festa. Curioso notar que não somente as canções, mas o figurino e o próprio telão, o tempo todo em preto e branco, garantem um tom mais nostálgico para o show. Impossível não lembrar de Led Zeppelin, mas o Greta mostra que já conseguiu moldar essa influência para algo bastante original. Metallica Com 20 minutos de atraso, o Metallica colocou o Morumbi abaixo com uma estrutura absurda: cinco telões gigantes que revezavam imagens dos integrantes com animações incríveis, além de torres de fogo que esquentaram toda a plateia. Whiplash (Kill ‘Em All, de 1983) abriu a apresentação, tal como nos shows de Curitiba e Porto Alegre. O single de estreia da carreira do Metallica, no longínquo 1983, funcionou como um na porta para quem estava se queixando do pequeno atraso. O peso do início da carreira se manteve na sequência com Ride The Lightning, faixa-título do segundo disco do Metallica, de 1984. Aliás, quem teve a proeza de seguir passando frio após esse início absurdamente quente, esquentou com Fuel, do Reload (1997). Durante a execução, torres de fogo foram acesas no meio da pista e nos dois lados do palco. Conversando com pessoas que ficaram em setores diversos no estádio, ficou quente igual para todos. O repertório do Metallica seguiu muito nostálgico com a inclusão de Seek & Destroy, do álbum de estreia, entoada a plenos pulmões pelos fãs mais apaixonados. Nostalgia dá o tom do show do Metallica A trinca seguinte mostrou que o Metallica não estava disposto a tirar o pé do acelerador. Os dois anos de atraso, felizmente, deixaram os músicos ainda mais empolgados em cena. Em sequência vieram Holier Than Thou, One e Sad but True. A primeira e a terceira do campeão de vendas Black Album (1991) e a segunda do clássico …And Justice for All (1988), responsável pela primeira turnê do Metallica no Brasil, em 1989. Dirty Window (St Anger, 1999) e No Leaf Clover (S&M, 2003), em sequência, foram uma forma encontrada pelos músicos de não deixar passar em branco álbuns mais “recentes” da discografia. Porém, o que estava funcionando mesmo com os fãs e o Metallica conhece bem sua base em São Paulo eram os clássicos, a fase mais pesada da banda. For Whom the Bell Tolls e Creeping Death, do Ride Lightning, vieram em dobradinha, sucedidas por Welcome Home (Sanitarium) e Master of Puppets, do disco de 1986. Bis trouxe dois grandes clássicos A saída rápida do palco, antes do bis, não dá tempo nem de comprar uma bebida com os ambulantes. James Hetfield, Lars Ulrich, Kirk Hammett e Robert Trujillo já retornaram antes de qualquer possibilidade de ação por parte dos fãs. E, aqui, vale ressaltar a disposição dos músicos no palco. Os shows já não têm mais três horas de duração (foram quase duas), mas a disposição de todos os integrantes no palco é impressionante. Todos parecem estar se divertindo o tempo todo. No encore, Spit Out the Bone, último single do álbum mais recente, Hardwired… to Self-Destruct, de 2016, foi a primeira, substituindo Battery, do Master of Puppets. Nothing Else Matters e Enter Sandman para encerrar o show nos remetem ao início dos anos 1990, quando em sua segunda turnê pelo Brasil, em 1993, o Metallica divulgava seu maior sucesso comercial, Black Album, e disputava o posto de maior banda de rock do mundo com o Guns n’ Roses. Enter Sandman, aliás, foi concluída com o estádio inteiro cantando junto, pulando em completo descontrole. A queima de fogos encerrou a noite nostálgica que certamente agradou em cheio os fãs mais antigos do Metallica. Que retornem pela décima vez e mais, se possível. Ninguém vai reclamar. Setlist do Metallica Whiplash Ride the Lightning Fuel Seek & Destroy Holier Than Thou One Sad but True Dirty Window No Leaf Clover For Whom the Bell Tolls Creeping Death Welcome Home (Sanitarium) Master of Puppets BIS: Spit Out the Bone Nothing Else Matters Enter Sandman
Metallica chega a São Paulo com show no Morumbi; confira possível set

O Metallica volta a São Paulo para show nesta terça (10) no estádio do Morumbi, com ingressos já esgotados. A banda de James Hetfield se apresentou em Porto Alegre, na quinta (5), e em Curitiba, no sábado (7), e ainda tem na agenda Belo Horizonte, na quinta (12). Para o show no estádio do Mineirão, ainda há entradas de cadeira superior com preços que variam de R$ 140 a R$ 280, disponíveis no site da Eventim. Os eventos fazem parte da perna sul-americana da turnê WorldWired e contam com shows de abertura da banda brasileira Ego Kill Talent e dos americanos do Greta van Fleet. Por causa da pandemia de Covid-19, os quatro shows no país haviam sido adiados -inicialmente marcados para abril de 2020, tinham sido reagendados para dezembro daquele mesmo ano. O setlist das apresentações tem variado, mas clássicos como Seek & Destroy, One, Sad but True, The Unforgiven, Nothing Else Matters e Enter Sandman estiveram presentes nos dois shows até o momento no Brasil.*Setlist de Porto Alegre WhiplashRide the LightningHarvester of SorrowSeek & DestroyNo RemorseOneSad but TrueMoth Into FlameThe UnforgivenFor Whom the Bell TollsFuelWelcome Home (Sanitarium)Master of Puppets BISBlackenedNothing Else MattersEnter Sandman Setlist de Curitiba WhiplashRide the LightningThe Memory RemainsSeek & DestroyMoth Into FlameOneSad but TrueWhiskey in the JarThe UnforgivenFor Whom the Bell TollsCreeping DeathFade to BlackMaster of Puppets BISBatteryNothing Else MattersEnter Sandman METALLICA – WORLDWIRED TOUR 2022São PauloQuando: 10 de maioOnde: Allianz ParqueQuanto: ingressos esgotadosMais informação: Eventim Belo HorizonteQuando: 12 de maioOnde: estádio do MineirãoQuanto: R$ 140 a R$ 280 (cadeira superior)Mais informação: Eventim
Avril Lavigne confirma show único em São Paulo; venda começa na sexta

Após 8 anos de espera para os fãs, Avril Lavigne está de volta ao Brasil! A artista faz única apresentação em São Paulo, no dia 7 de setembro, no Espaço das Américas. Viajando o mundo com a turnê Love Sux, a cantora canadense traz um show que não faltarão seus grandes sucessos, como Complicated, Sk8er Boi, Girlfriend, Here’s To Never Growing Up e Head Above Water, além das músicas do Love Sux, o sétimo álbum de estúdio de sua carreira. Os clientes dos cartões C6 Bank Mastercard terão pré-venda exclusiva entre sexta (13) e sábado (14), iniciando às 10h online e na bilheteria oficial (Espaço das Américas). Para o público geral, a venda começa na segunda-feira (16) nos mesmos canais e horários. Clientes dos cartões C6 Bank Mastercard têm ainda o benefício de parcelamento em até quatro vezes sem juros e os demais duas vezes. Love Sux marca a estreia de Avril no selo DTA RECORDS, de Travis Barker e com distribuição nacional da Warner Music Brasil. O álbum composto por 12 músicas traz de volta o pop-punk característico da cantora de forma icônica, com colaborações épicas e hits já lançados, entre eles Bite Me e Love It When You Hate Me feat com blackbear. SERVIÇO – AVRIL LAVIGNE SÃO PAULO Data: 7 de setembro de 2022 (quarta-feira) Abertura dos portões: 19h30 Horário Abertura: 20h30 Horário do show: 21h30 Local: Espaço das Américas Endereço: R. Tagipuru, 795 – Barra Funda, São Paulo Ingressos: a partir de R$ 150,50 (ver tabela completa) Classificação etária: 16 anos* *Sujeito a alteração por Decisão Judicial. PREÇOS MEZANINO – R$150,50 meia entrada e R$ 301,00 inteira PISTA- R$ 215,50 meia entrada e R$ 431,00 inteira CAMAROTE- R$ 345,50 meia entrada e R$ 691,00 inteira PISTA PREMIUM- R$ 365,50 meia entrada e R$ 731,00 inteira BILHETERIA OFICIAL – SEM COBRANÇA DE TAXA DE CONVENIÊNCIA Espaço das Américas: Rua Tagipuru, 795 – Barra Funda – São Paulo/ SP. Dias 13 e 14/05 (pré-venda C6 Bank) das 11h às 17h. Dia 16/05 (venda geral) das 11h às 17h. Após essas datas – Mediante à disponibilidade: Terça a Sábado – das 10h às 17h | Não há funcionamento aos domingos e feriados. Em dias de eventos na casa, a bilheteria só funciona para o evento do dia.
Substituição: Rosalía sai do Tokio Marine e vai para o Espaço das Américas

O show da cantora Rosalía no Brasil em 22 de agosto deste ano mudou de local. Saiu do Tokio Marine Hall (antigo Tom Brasil) e foi para o Espaço das Américas. De acordo com a organização, a decisão foi para comportar mais público, mas não divulgam o número de ingressos disponíveis. Nesta quarta (4), mais entradas foram disponibilizadas no site da Eventim, com preços que variam de R$ 230 a R$ 750. Os tíquetes já adquiridos continuam válidos para o novo local. Quem comprou ingressos para os setores pista premium, frisa e cadeira alta do Tokio Marine Hall vai ser realocado na pista premium do Espaço das Américas. O fã de Rosalía que tem um tíquete para a pista e o camarote da primeira casa permanece nos mesmos setores, seguindo a configuração do novo recinto. No entanto, avisa a organização, quem preferir o reembolso, tem se seguir algumas instruções até o dia 19 de maio de 2022, às 23h59: Acessar o Eventim a partir do dia 5/5/2022 e preencher os campos de acordo com o solicitado, selecionando o evento e o canal de compra (Internet ou Bilheteria). É preciso aceitar os “termos e condições” para que o reembolso seja efetuado, e você visualizará em tela o(s) valor(es) referentes ao seu reembolso. A confirmação da inclusão de sua solicitação também será demonstrada em tela, com a exibição do número de protocolo ao final do processo.
Kiss se despede de São Paulo com show no Allianz Parque lotado

A história dos grandes shows internacionais no Brasil se confunde com as visitas do Kiss ao País, que frequenta nossas terras desde 1983. Agora, 39 anos depois da estreia no Brasil, o Kiss se despediu dos fãs de São Paulo. E o bota fora foi em grande estilo, no Allianz Parque lotado! Penúltima parada nacional da End of The Road Tour, São Paulo viveu uma noite especial neste sábado (30). Se em 1983 Creatures of the Night foi o material mais recente na bagagem, dessa vez o Kiss fez um verdadeiro tributo para si mesmo. Destacou Destroyer, o álbum homônimo (1974) e o próprio Creatures of the Night, mas sem esquecer de um grande passeio por quase todos os álbuns. Quem tem acompanhado os últimos shows dessa turnê de despedida do Kiss notou que não há espaço para surpresas. Mas elas não são o ponto alto há tempos. Quem vai assistir ao Kiss, quer ver essa incrível máquina divertida e dançante. O início com Detroit Rock City já mostrou que os bons velhinhos não queriam perder tempo para esquentar o público. Aliás, eles são a banda mais quente do mundo, certo? E antes dos efeitos e pirotecnia, mais sucessos foram distribuídos para os fãs: Shout It Out Loud, Deuce, War Machine e Heaven’s on Fire. Logo depois, Gene Simmons cospe fogo para emendar a clássica I Love It Loud, cantada a plenos pulmões pelos fãs. Aliás, essa canção foi uma das mais tocadas nas rádios na época do primeiro show por aqui. Say Yeah e Cold Gin deram um descanso para os fãs que não são tão fervorosos, além de abrirem espaço para o primeiro solo cheio de efeitos da noite, com o guitarrista Tommy Thayer. Lick It Up e Calling Dr. Love, logo na sequência, relembraram o Kiss mais sexy, cheio de caras e bocas para o público. A dobradinha funcionou demais para quem estava se acabando na pista. E um grilo no microfone de Paul acabou roubando a cena rapidamente, arrancando risos dos fãs. Tears Are Falling, da época quase esquecida do Kiss sem máscara, antecedeu Psycho Circus, que ficou marcada por uma das vezes em que a banda esteve no Brasil, nos anos 1990. Posteriormente, mais uma sequência de solos. Agora na bateria e no baixo, ambos acompanhados de números divertidos, palco alçado ao topo e repletos de efeitos cenográficos, como o sangue de mentirinha do linguarudo. O solo de baixo, inclusive, é o que abre espaço para Gene Simmons cantar God of Thunder. Hora de inverter os papéis e Paul Stanley assume os vocais. Nesse momento, uma forte chuva desabou sobre o Allianz Parque, mas nada que assustasse esse tiozinho de 70 anos, que mesmo assim voou com a tirolesa até um palco secundário, próximo à pista comum, onde puxou Love Gun. O passeio de Stanley até o meio do gramado também rendeu I Was Made for Lovin’ You, que empolgou demais os fãs. A reta final, antes do bis, ainda teve Black Diamond com Eric Singer fazendo o papel de Peter Criss, cantor original deste clássico. O intervalo do bis foi muito rápido, não deu nem tempo do público gritar pela banda. Enquanto os outros integrantes permaneciam fora de cena, Eric Singer retorna no piano para cantar Beth, com direito a muitos celulares ligados para garantir o clima mais romântico na arena. Do You Love Me, fechando o top 5 de Destroyer, teve a adição de balões pretos e brancos estilizados do Kiss, que caíram em cima do público. O clima festivo teve seu gran finale com o maior hit de todos: Rock and Roll All Nite. Chuva de papéis picados, explosões, cheiro de pólvora e pista queimando de tão quente garantiram uma despedida de encher os olhos. Por fim, vale destacar que os dois líderes da banda, Gene Simmons e Paul Stanley, de 72 e 70 anos, respectivamente, não cantam mais como em outros tempos. Mas a alegria e a emoção de estarem no palco permanecem intactas. RepertórioDetroit Rock CityShout It Out LoudDeuceWar MachineHeaven’s on FireI Love It LoudSay YeahCold GinGuitar SoloLick It UpCalling Dr. LoveTears Are FallingPsycho CircusDrum Solo100,000 YearsBass SoloGod of ThunderLove GunI Was Made for Lovin’ YouBlack Diamond BISBethDo You Love MeRock and Roll All Nite