John Wayne convida 16 vocalistas em show tributo a Fabio Figueiredo

O retorno aos palcos da John Wayne agendado para 29 de janeiro de 2022, no ano em que vai comemorar mais de uma década de atividades, tem também uma motivação extra: homenagear ao vivo e junto aos fãs a vida e carreira de Fabio Figueiredo, o Fah, primeiro vocalista e um dos fundadores da banda, que faleceu no início de 2021, vítima de complicações da covid-19. O dia 29 de janeiro, no Fabrique Club (São Paulo), no entanto, será de energias positivas e muito metalcore, numa apresentação especial que terá a participação de 16 vocalistas da música pesada brasileira, entre amigos e inspirações para Fah. Os ingressos já estão à venda, adquira aqui. “O objetivo principal desse evento é homenagear, registrar e eternizar a vida e a carreira de Fabio Figueiredo, um dos protagonistas e propulsores da cena metalcore brasileira, a frente da John Wayne por quase uma década”, ressaltam a John Wayne. A apresentação terá cerca de duas horas de duração e vai repassar por toda a carreira da John Wayne, principalmente por músicas da época de Fah, dos álbuns Tempestade e Dois Lados. Plus do evento Antes do show, haverá discotecagem de Thiago DJ, amigo de Fah, que tocará diversos clássicos do metalcore e deathcore dos anos 2000, período do estilo que mais influenciou o ex-vocalista. Além disso, durante todo o evento haverá exibição de vídeos do acervo pessoal do Fah e da banda e o público poderá conferir uma exposição de fotografias da John Wayne. São registros de todos os fotógrafos oficiais que já trabalharam com a banda – as fotos estarão à venda, com certificado de autenticidade e impressas em papel finert, garantindo um material único. O Fah Memorial ainda terá venda de merch solidário, com materiais exclusivos para este show. Toda a renda do merch será destinada ao Raphael, filho do Fah. Confira a lista dos vocalistas convidados Dijjy Samsa – Ponto Nulo no CéuMi Vieira – GloriaMilton Aguiar – Bayside KingsCaio Macbeserra – Project46Bruno Figueiredo – Black DaysYuri Lemes – Aurora RulesPaulo rocha – A Última TheoriaAndré Bairral – Fim da AuroraThiago Monstrinho – Fucking ViolenceKayke Brito – Human KrakenOtávio Augusto – GravesÁlvaro Limeira – ColwireThéo Moratti – MoanaBruno Tortorello – Pray For MercyRodrigo Brandão – GaiaFernando Simões – ex John Wayne Captação audiovisual do John Wayne As imagens do show e dos bastidores serão captadas por uma equipe que é referência no Brasil, com a direção de Marcelo Borelli, responsável pelo registro de apresentações icônicas, como o DVD NX Zero Norte Ao Vivo, Dead Fish XXV Ao Vivo em São Paulo. Esse material fará parte de um documentário extenso, repleto de momentos de toda a carreira da banda John Wayne desde 2009 até hoje. “O evento vai homenagear e eternizar o Fabio e sua carreira, um dos fundadores da banda e que é o responsável por estarmos aqui hoje. Muito do que conquistamos é por causa da suas ideias, seu carisma, performance e coisas boas que passava aos fãs. Ele merece uma homenagem à altura”, finaliza a John Wayne. ServiçoJohn Wayne em São PauloData: 29/01/22Horário: a partir das 18hLocal: Fabrique ClubEndereço: Rua Barra Funda, 1071 – Barra Funda, São Paulo/SPClassificação etária: 16 anos Ingressos: R$ 40, em 1º lote
Maria Rita se apresenta no Tom Brasil, nesta sexta-feira

A cantora Maria Rita está de volta ao palco do Tom Brasil, na sexta (12), para celebrar os clássicos do samba, com show repleto de sucessos.
Jungle traz ao Brasil a turnê de seu novo álbum, Loving In Stereo

O coletivo inglês Jungle, cujo som mistura soul, funk, percussão, batidas eletrônicas e psicodelia, poderá ser visto em 18 de março de 2022 em São Paulo, na Audio, e no dia 19 de março de 2022, no Rio de Janeiro, no Sacadura 154.
Plebe Rude e Vespas Mandarinas se apresentam no Carioca Club

O palco do Carioca Club, em São Paulo, recebe nesta sexta-feira (12), a partir das 19h, duas emblemáticas bandas, de distintas gerações, do rock nacional: Plebe Rude e Vespas Mandarinas.
Impavid Colossus lança álbum ao vivo que prepara público para retorno dos shows

Os paulistanos do Impavid Colossus lançaram o álbum Live At Family Mob Studio, na última sexta-feira (5). Em resumo, o álbum ao vivo chega via Wikimetal Music logo após o sucesso de Prologue, disco de estreia da banda que hoje já ultrapassa mais de 160 mil reproduções nas plataformas digitais. Aliás, o projeto é um presente de agradecimento aos fãs pelo apoio, e uma prévia do que o público pode esperar das apresentações ao vivo. “Ensaiamos por cinco meses, ensaios longos, acertando cada detalhe, não é tão fácil reproduzir ao vivo o nosso trabalho, precisa de muito treino. Assim também já nos preparamos para essa retomada de shows”, o guitarrista Marcelo Barchetta relata. “E a experiência ficou mais imersiva e com muita energia! Assim como serão nossos shows!” O que muitos não sabem é que a banda, nascida poucos meses antes da pandemia, só voltou a ensaiar novamente este ano, com o avanço das vacinas, marcando um momento importante na carreira da banda, e sendo uma prévia para os próprios artistas de como irão acontecer os shows de Prologue. Com produção de de Otávio Rossato, e André “Kbelo” Sangiacomo, responsável pela mixagem do disco Liberta do Rancore, banda que Marcelo e Alexandre Iafelice fizeram parte, também conta no currículo com trabalhos ao lado do Sepultura e Ego Kill Talent. A mixagem ficou a cargo do próprio Kbelo e de Juninho Costa, e masterização, por sua vez, ficou a cargo do premiado no Grammy Awards, Carlos Freitas, da Classic Master USA. Trajetória do Impavid Colossus Impavid Colossus é composta por Enrico Minelli (vocais), Marcelo Barchetta (guitarra), Felipe Ruiz (guitarra), Guilherme Malanga (baixo) e Alexandre Iafelice (bateria). Contudo, apesar de ser uma banda nova, os integrantes têm uma longa carreira musical. Aliás, já fizeram parte de bandas renomadas no cenário nacional e internacional, como Cruz, Owl Company, Rancore e Supla. Por fim, com toda essa experiência, o Impavid Colossus contraria ao vivo, no volume máximo, que o rock está mais vivo do que nunca.
Entrevista | Scalene – “Aprendi a não ter muitas expectativas com nada em relação à pandemia”

A banda brasiliense Scalene está curtindo um momento novo na carreira. Além de seguir explorando possibilidades sonoras, o grupo também está com uma mudança importante em sua formação. O baterista Philipe “Makako” Nogueira deixou a banda e foi substituído por músicos convidados nos primeiros shows pós pandemia. E por falar em apresentações, a banda está com duas bem próximas: sábado (6), às 20h, no Teatro do Sesc Santos. Posteriormente, em 11 de dezembro, no Cine Joia, em São Paulo. Ambas estão com ingressos à venda. Na Capital, o agora trio terá a companhia do Far From Alaska e Disaster Cities. Além de um passeio pela discografia, os shows também contarão com os singles recém lançados. Até o momento, foram três novidades: Névoa, Tantra e Febril. As duas primeiras, aliás, chegaram na última sexta-feira. O mais interessante notar é como a fórmula de transformação da banda segue apurada. Névoa e Tantra mostram uma banda que não se cansa de reinventar, explorar e experimentar. Por fim, vale ressaltar que faz isso com muito bom gosto. O guitarrista Tomás Bertoni conversou com o Blog n’ Roll sobre a nova fase da Scalene e o que os fãs podem esperar sobre o formato trio, junto com Gustavo Bertoni (vocal) e Lucas Furtado (baixo). Confira abaixo. Qual é a construção narrativa buscada por vocês nessa nova fase? Tem sido uma mistura de um grande planejamento prévio com decisões/definições a cada nova etapa. Temos ideias de onde queremos chegar e como, mas deixamos o processo a cada dia ditar o caminho também. Algumas faixas abordam o autoconhecimento e a busca por epifanias. O quão impactante foi o isolamento social nessa obra? Febril tinha mais relação direta com as consequências do isolamento. De qualquer forma, autoconhecimento e a busca por epifanias foram muito afetados também e, às vezes, rola uma sensação de que a única coisa que podemos tentar ter controle nessa vida é do nosso próprio processo interno. E digo “controle” no bom sentido, inclusive abrindo mão dele quando necessário. Muitos artistas optaram por lives, enquanto outros se trancaram em casa ou estúdio para ensaiar e gravar novos sons. Como manter a empolgação sem poder fazer shows neste período de composições em meio a pandemia? Realmente é muito particular de cada artista e banda. Pro Scalene não faltou uma “empolgação” para fazer um novo álbum. Sem dúvida foi muito mais difícil, mas em grande parte porque a vida no Brasil e no mundo está difícil mesmo. O tempo e energia investidos pra se estar na estrada fazendo shows não existiu mais e isso foi revertido pra outras coisas, dependendo de cada projeto. Pra nós, parte dessa energia foi destinada a podermos caprichar em detalhes na criação do disco e de todo conceito que nunca tínhamos tido como fazer ou nos permitido fazer. Névoa e Tantra possuem sonoridades bem distintas. Vocês acreditam que elas resumem bem o que se pode esperar de um novo álbum da Scalene? São singles de um novo álbum, então obviamente gostamos delas, mas o disco vai muito além. Acho que não colocaria que é um bom resumo de todo o resto. O que representa a saída do Makako da banda? Vocês pretendem seguir como trio e chamar um músico convidado para os shows? Ou pretendem efetivar algum músico nessa vaga? O Makako é nosso amigo de infância, acima de tudo. Foi uma separação, naturalmente difícil e é emocionante, às vezes, lembrar de tudo que passamos juntos e das razões do porque esse ciclo se encerrou. Vamos começar com músicos convidados até entender o encaixe, não só musical, com um novo ou uma nova integrante. Como está a expectativa para o retorno dos shows? O que acreditam ser diferente daqui para frente, além das questões lógicas como máscara e álcool em gel? Eu aprendi a não ter muitas expectativas com nada em relação à pandemia. Ainda mais com a crueldade insana que governa o país. Nem felicidade senti direito ainda, com shows voltando e nós mesmos tendo shows sendo marcados. Espero que as pessoas valorizem mais o que a arte traz e proporciona, seja qual for a linguagem.
Power trio de hard rock Mother Trouble libera single Waiting for the Thunder

O power trio de hard rock Mother Trouble divulgou Waiting for the Thunder, música que escancara a evolução da banda paulistana, com mais linhas melódicas e potência no instrumental. A faixa chega via Abraxas Records. O single marca a estreia do baterista e vocalista Danillo Gonçalves (ex-Rock Diggers/Blackhatz) na formação ao lado de George Reina (guitarra) e Felipe Junqueira (baixo). O single, gravado e produzido no Estúdio Family Music (São Paulo), explora os timbres clássicos e novas cadências ao lado de uma letra crítica sobre o descaso da humanidade com o planeta Terra. A arte da capa foi desenvolvida pela artista Lily Cruz especialmente para a banda. E vem mais aí: o Mother Trouble promete disco full em 2022.
Orquestra Rock retorna com show em parceria com Dinho Ouro Preto

Após quase dois anos longe dos palcos, a Orquestra Rock retorna, em uma apresentação no espaço Tom Brasil, em São Paulo. E não poderia ser mais especial, contando com a participação do vocalista da banda Capital Inicial, Dinho Ouro Preto. Além disso, o evento acontece pela primeira vez na Capital, antes disso, havia encantado apenas o público no interior do Estado. O fato curioso, é que a última apresentação do grupo, antes da pandemia, também foi acompanhada dos sucessos de Dinho, em novembro de 2019. Agora, por acaso ou destino, o artista marca a volta do conjunto aos eventos presenciais. Sob regência do maestro búlgaro Martin Lazarov, o show vai acontecer no próximo dia 31 de outubro e todo o valor arrecadado com as vendas, será revertido para as instituições ECOA, Grendacc e Sítio Agar, organizações filantrópicas que contam com o apoio do projeto sociocultural. Os ingressos custam a partir de R$ 90 e podem ser adquiridos ainda pelo site do Grupo Tom Brasil. Cuidado no retorno aos palcos Na realidade, a Orquestra Rock, conhecida pela proposta diferente aos concertos sinfônicos, voltou a se apresentar no início deste ano, por meio das lives. Mas o contato com o público, neste caso, é muito importante para os 36 músicos que compõem o grupo. O diretor artístico da Orquestra, Vitor Lima, conta que o período de pandemia foi desafiador e que as experiências online foram um modelo descoberto para continuarem levando rock n’ roll para a população, mas que o reencontro presencial ainda gera muito mais ansiedade para os artistas. “O calor nos shows online é zero. Temos que trabalhar muito com a imaginação dos músicos, pois é difícil pensar no que estão achando, quantas pessoas estão assistindo… A gente só vai saber depois, ao fim, pelos comentários. Digo que foi uma experiência legal, aprendemos bastante e conquistamos outro público para conhecer nosso trabalho, mas nada como um show presencial, isso com certeza”, diz. Mesmo com o retorno, os cuidados com a pandemia do coronavírus continuam. Na plateia serão seguidos todos os protocolos de segurança, como distanciamento necessário e uso de máscara. Mas no palco, também há cautela. Para os músicos de sopro, por exemplo, que ficam impossibilitados de tocarem utilizando o recurso de proteção, foi criado exclusivamente, um casulo de acrílico, para não haver contaminação durante o espetáculo. “Dessa forma conseguimos fazer todos os seis eventos online, sem nenhuma infecção da orquestra. Todos os outros membros utilizam a máscara 100% do tempo, desde o maestro ao apresentador e é claro, disponibilizamos álcool em gel para todos eles. Assim não tivemos nenhum problema relacionado à pandemia com o nosso grupo”, conta o diretor. Repertório do show Mesmo sem muitos spoilers quanto ao setlist do evento, o público pode esperar por cerca de duas horas de espetáculo, dividido em três etapas. A primeira delas é a abertura, quando a Orquestra utiliza o repertório que já possui, em uma releitura especial feita exclusivamente para o espaço Tom Brasil. Além disso, o grupo utiliza todas as músicas que foram produzidas durante o ano, com novos arranjos e partituras. Serão clássicos dos anos 70 e 80 do rock internacional que marcaram época. A segunda etapa conta com a apresentação do convidado Dinho Ouro Preto, que já é parceiro de longa data do projeto sociocultural. Serão apresentados todos os sucessos da trajetória do artista, desde o início da carreira até os últimos lançamentos. Não vai faltar nada para quem é fã do astro. Por fim, o encerramento do espetáculo tem como tema central a apresentação “Rock History”, em um pot-pourri de quase 25 minutos. A proposta é realizar uma viagem da história do estilo, fazendo com que o público possa conhecer e identificar as principais épocas e bandas do gênero. O fechamento vai de Kiss a Bon Jovi e de Led Zeppelin até Queen. “A particularidade da Orquestra Rock é como um programa que realmente mexe com o público, as pessoas se envolvem. O músico acaba por não sentir tanto quanto se fosse um concerto erudito, com todos estão em silêncio, exigindo aquela concentração… Na verdade a Orquestra se tornou uma grande banda de rock mesmo. Duas horas não são nada, eles estão sempre no pique”, explica Vitor. História social da Orquestra Rock Mas o intuito da Orquestra Rock não é apenas de levar música de qualidade dentro de um concerto sinfônico. O grupo vai reverter todo o valor arrecadado com os ingressos para projetos filantrópicos parceiros, e isso só é possível graças aos patrocinadores que acreditam na mensagem que o conjunto quer levar: o de fazer eventos culturais de altíssimo nível, mas com responsabilidade social. Além do incentivo à música, a Orquestra também trabalha há anos com o público surdo, fazendo rock para essa comunidade. E como isso é possível? São cedidas sempre cotas de ingressos para as associações que trabalham com deficientes auditivos moderados ou totais. Além disso, o grupo oferece o transporte gratuito e os shows sempre contam com intérpretes que traduzem não somente as letras, mas também os ritmos. No dia 31, por exemplo, haverá telões espalhados no espaço Tom Brasil para que a visão do palco seja perfeita e todos possam aproveitar juntos. Entretanto, as ações sociais da Orquestra Rock não são de hoje, pelo contrário. A banda surgiu em 2010, ligada ao projeto “Arte do Bem”, evento cultural beneficente que tem como objetivo promover a fusão da música instrumental e erudita com a popular. Quando começaram, utilizavam peças já existentes e convidavam bandas e artistas conhecidos para as apresentações. Com o tempo, notaram que o público não nutria interesse pelo espetáculo clássico, por isso, decidiram que era o momento de unir a sinfonia com o rock n’ roll de uma só vez. “Aí nasce a Orquestra Rock de fato, que se tornou um conjunto que apenas e unicamente toca esse gênero. E temos um diferencial muito importante, em relação a outras, pois possuímos a essência do rock, que é a guitarra, a bateria, o baixo e o teclado. É uma
Zeca Baleiro apresenta show autobiográfico em São Paulo

O cantor e compositor maranhense Zeca Baleiro está de volta ao palco do Teatro Bradesco, em São Paulo. Um dos nomes mais cultuados da nova geração da MPB na atualidade apresenta, no dia 26 de novembro, o autobiográfico novo espetáculo José. Como se recebesse a plateia na sala de sua casa, o multi-instrumentista compartilhará com o público a audição de músicas e autores importantes na sua trajetória, criando um clima de intimidade. Um ambiente que favorece improvisos e momentos exclusivos, fazendo a cada noite da temporada um espetáculo inédito. Os ingressos custam de R$ 60 a R$ 250 e já estão à venda nos totens em frente as bilheterias dos teatros Bradesco e Opus, além do site. Entre uma e outra surpresas, o repertório deve incluir canções marcantes de sua carreira como Telegrama e Flor da Pele, além de releituras e músicas dos discos mais recentes como O Amor no Caos e Canções d’Além-Mar. “Nada se compara à experiência de tocar ou de assistir a um show ao vivo. É imbatível! Estou ansioso pelo reencontro e com saudade dos afagos e aplausos da plateia”, comemora Zeca Baleiro. Em 2017, Zeca Baleiro se apresentou em Porto Alegre na série Poesia, Então, a convite do projeto Unimúsica da UFRGS. Na ocasião, o artista estava completando 20 anos de carreira discográfica e resolveu criar um show especial para o evento. Assim nasceu “José”, show autobiográfico em que Baleiro compartilhava histórias de vida e de carreira, vídeos, leituras de poemas, escuta de vinis de sua coleção pessoal, e respondia a perguntas de fãs enviadas por mensagens de áudio e previamente selecionadas. Além da apresentação na capital gaúcha, o show aconteceu também no Teatro Unibes, em São Paulo. Foram as duas únicas apresentações desse concerto intimista e multimídia, que ficou guardado, enquanto o artista se dedicava a outros shows e produções. Agora, Zeca Baleiro volta com “José” em turnê pelas capitais brasileiras. Para conferir as primeiras apresentações de Benito di Paula e Rodrigo Vellozo, o público deverá apresentar o comprovante de vacinação contra a covid-19, com pelo menos uma dose aplicada. O documento de comprovação poderá ser físico ou digital (disponível no aplicativo Conecte SUS). No caso de fãs vacinados em São Paulo, também é possível comprovar a imunização com os documentos acessados nos apps Poupatempo Digital e E-saudeSP.