Direto da Roça: Marley VDR se define como o caipira do rap em seu novo EP

O novo EP de Marley VDR, Direto da Roça, foi fragmentado em seis faixas que expressam as vivências de um rapper que é cheio de pensamentos e raízes sertanejas. Marley fala sobre sua conexão com o Interior e o Litoral Norte em versos carregados de poesia e beats pesados produzidos por três produtores diferentes, César Masthif, Daniel Chimp e Jarlan Akill. O trabalho rendeu até um pequeno documentário com duração de quase dez minutos que está disponível no canal do cantor. Todas as faixas tiveram videoclipe, em um projeto de audiovisual ousado que foi dirigido e produzido por Felipe Rodrigues que trabalhou pela primeira vez em parceria com o rapper. “Esse EP só existe, porque pessoas acreditaram em mim e no meu trabalho, sem eles, nada disso seria possível”, afirmou Marley. O projeto começou a ser escrito no final de 2019 e levou sete meses para ser concluído na escrita, depois veio a parte de gravações das músicas e do audiovisual. Significado de cada faixa de Direto da Roça O rapper explica que cada faixa tem um significado e representa um momento da vida e um sentimento dele. O Interlúdio traz a introdução de todo esse projeto que levou quase dois anos para ser concluído e a prepara o ouvinte para o que vem no restante do EP. Por exemplo, Caipira do rap conta a história dele no bairro de Monjolinho e exalta a cultura da Zona Rural da qual é pertencente. Já a canção Incógnita é uma alusão ao lado debochado e da postura do rapper em relação as dúvidas constantes dele a determinados assuntos. A música Amor eterno é uma verdadeira declaração de amor a mãe dele e as pessoas que mais ama neste mundo. “Amor eterno é o meu lado sentimental, faz parte das minhas conexões de afeto com outros indivíduos. Indicando que o elo mais precioso nessa terra é o de mãe para filho”, explica o rapper. Para garantir a identidade biográfica do projeto, o rapper encerra o trabalho com Pós Caos que apresenta todas às perturbações, medos e loucuras do Marley VDR. O EP ainda traz a faixa Ascensão, que mostra a força da rima de Marley VDR, um dos nomes mais vibrantes do cenário local na atualidade. Quem é o Marley O rapper nasceu em meio as montanhas de São Bento do Sapucaí, no aconchego do interior paulista e sempre viveu próximo da mãe. “Gostava muito de ler, escrever e interpretar textos. Entretanto, aos 16 anos senti que poderia colocar tudo aquilo que eu sabia na batida, e assim, criei as minhas primeiras músicas”. Desde criança, Marley ouvia rap e escrevia algumas letras, mas só conseguiu subir no palco quando tinha 17 anos. “A primeira vez que subi no palco foi um momento sagrado, emocionante e uma experiência totalmente espirituosa”, definiu Marley. Aos 18 anos, Marley fundou o Voz da Rua com o seu amigo Geovane Pereira, mais conhecido como Índigo MC. O grupo durou dois anos e ajudou a criar outros projetos culturais e sociais como: a Batalha do Baú e o Poetas da Montanha. Em 2019, Marley trocou o interior pelo Litoral Norte e foi morar em Ubatuba. Na praia, ele não tinha nenhum conhecido, mas decidiu que daria continuidade a sua carreira de rapper e conseguiu se impor na cena praiana. O resultado de todas essas histórias foram os desdobramentos da vida de um artista que já participou do principal Slam de São Paulo, das principais batalhas de rimas do Litoral Norte e que conseguiu lançar um EP que pode vir a se tornar um clássico do rap caiçara e caipira.

Do amor ao ódio, o primeiro álbum de Brenalta

RAFAEL CÉSAR E THAIS SOUZABrenalta lançou para o mundo seu álbum de estreia, Escombros. O artista procura descarregar todos os sentimentos vivenciados nos últimos anos, quando a angústia foi intensificada, e como consequência, mais forças também precisaram ser resgatadas. Retomando a parceria com o estúdio Cabine 808 e com o beatmaker Caio Lopes, o álbum é marcado em sua maioria por instrumentais lo-fi e influências de artistas como Marcello Gugu e Tiago Mac. “22 calendários. Dedico metade da minha vida a arte e é com muito orgulho que apresento a vocês a minha maior obra até o momento. Escombros é meu primeiro filho e escolhi a data que vim ao mundo para compartilhar esse nascimento com vocês”, ressalta. Escombros – entenda o trabalho A intro e o interlúdio têm o poder de mostrar a importância de Brenalta em sua comunidade, além da família que formou através da cultura hip hop. Um reflexo disso também são as diversas colaborações do álbum: todos amigos e artistas em ascensão na cena litorânea estão presentes. Brenalta tem a missão de se despir por completo em suas composições, trazendo barras que falam do amor à luta, do afeto ao ódio. Essa experiência em se expressar é fruto da vivência como poeta slammer, e a última faixa faz juz à essa faceta. Por fim, devem se destacar também os arranjos de instrumentais feitos pela banda Wide e pelo músico Jass Akanni na faixa Cravos, especialmente remixada para o álbum. Faixas1. Escombros feat. Vico2. Minguante – feat. Franco & Maeda3. Pulso – feat. Tereza Saci e Ruty Helen4. Looping – feat. Átila Mac5. Granizo – feat. João Prado (Sem Rótulo)6. Interlúdio7. Cravos feat. Masthif & Wide8. Cartas Participações: @francoanselmo, @maedaguztavo, @terezasaci, @ruty_helen, @attilamac_8k, @joaoprado1505, @masthifi @wideoficial_ e @vicotera.Captação, produção, mix & master: @cabine808Instrumentais: @hellboy @cabine808 Arranjos: @wideoficial @jassakanniCapa: @henrique.ariacalmaFotografia da capa e direção de arte: @fernxndosb

Pensado antes da pandemia, Sintoma, novo álbum do In Venus, chega ao streaming

No início de fevereiro de 2020, mesmo ainda sem saber o que seria a sucessão dos meses seguintes, a banda paulistana In Venus iniciava o processo de gravação de Sintoma, seu segundo álbum, que já levantava questionamentos sobre o que seria esse complexo período de pandemia, ao mesmo tempo que refletia sobre novas possibilidades de futuro, utilizando-se da arte como ferramenta de compreensão dos nossos tempos. Entre os dias 22 a 26 de fevereiro, Cint Murphy (voz e sintetizadores), Duda Jiu (bateria), Patricia Saltara (baixo) e Rodrigo Lima (guitarra) entraram em um processo de residência artística nos arredores da cidade de São Paulo. Em resumo, a ideia era a finalização do disco, que contou também com a participação de uma coletiva de artistas e profissionais que esteve ativa na concepção do álbum. A coletiva Formas, constituída por Adriana Latorre, Brunella Martina, Camila Visentainer, Erikat, Filipa Aurélio, Thais Lopes e Thamu Candylust, surge da necessidade da banda em compartilhar processos criativos entre artistas, que foram as responsáveis pelos visuais do disco. Nesse sentido, Sintoma marca um novo momento para a banda que, há mais de um ano com uma nova formação, pôde experimentar novas formas de tocar, conferindo um caráter mais experimental e rítmico ao som do quarteto. Se a sonoridade não pode mais ser comparada ao Ruína (primeiro álbum da banda, de 2017), o cunho político permanece nas letras carregadas de questões pungentes escritas por Cint Murphy. Fase em português Outra constatação importante é que Sintoma traz todas as suas letras em português. Em um momento no qual presenciamos a falência de um ideário de globalização, voltar para as raízes parece a decisão mais acertada para falar de assuntos tão caros para nossa sociedade. Se o novo álbum chega em caráter de apontamentos e denúncias para as instâncias e comportamentos sociais que precisam urgentemente serem revistos, a In Venus também propõe, em suas práticas, desejos de um futuro possível. Abrir seus processos criativos para que uma pluralidade de corpos pudesse imputar ali outras visões de mundo foi o caminho escolhido pela banda para a construção de Sintoma. Ao enfatizar a importância da força de um coletivo majoritariamente dissidente e feminino, do protagonismo de corpos políticos como realizadores, In Venus nos mostra que seu novo álbum chega não somente como discurso, mas com atitudes que apontam para caminhos de mudança de um mercado ainda em um processo lento de ressignificação.

Entrevista | Niklas Almqvist (The Hives) – “Tentamos imitar o show ao vivo ao máximo”

A banda sueca The Hives iniciou na última quinta-feira (21) sua primeira turnê virtual mundial. E, após passar por Berlim (21), Nova York (23) e Sydney (28), chegou a vez de São Paulo. Isso mesmo, o grupo se apresenta para o público brasileiro nesta sexta-feira (29), às 20h. Os ingressos estão à venda no site e custam US$ 17,50 (R$ 94,00). O guitarrista do Hives, Niklas Almqvist, conversou com o Blog n’ Roll sobre os shows, pandemia, adaptação para a turnê virtual e futuros planos. Confira abaixo a nossa conversa com o músico. O Hives tem um dos shows mais eletrizantes no mundo, e agora vocês estão iniciando uma turnê virtual mundial. Como foi a adaptação para transmitir a energia do show de maneira digital? Foi a parte complicada, mas foi onde tivemos que mudar nosso jeito para meio que encontrar uma solução de como fazer isso. Nós já fizemos apresentações gravadas, onde você tem câmeras de TV e nós editamos antes, mas não é a mesma coisa que fazer um show e interagir com o público. O que acontece agora é que tentamos imitar o show ao vivo ao máximo, adicionando elementos que darão a sensação de um show ao vivo, para nós e para o público. Tipo, nós vamos direcionar para alguém, esta é a razão para fazermos shows para diferentes cidades ao invés de um para o mundo todo. Nós queremos poder mandar um “hey São Paulo, como estão?”. E as pessoas em São Paulo dirão “estamos bem”, ou “toquem mais rápido”, o que quiserem dizer. Então há várias soluções que nós trouxemos para que essa turnê seja algo diferente de uma transmissão ao vivo comum. As pessoas poderão interagir, ligar para nós, esse tipo de coisa, sabe? Muito legal. Eu soube que as músicas serão selecionadas por votação popular. As opções de voto incluirão todos os álbuns ou serão restritas a períodos específicos da banda? Teremos muitas músicas, nós ensaiamos muitas músicas, e aí então fazer o set list do show. Mas acho que serão duas músicas por show que poderão ser escolhidas por voto popular, em cada território. Eu acho que você poderá escolher três músicas dentre várias, e as duas mais populares nos serão entregues em um envelope durante o show. Bem, nada é difícil para os Hives, mas no meio de uma pandemia não é como se tivéssemos ensaiado o tanto quanto gostaríamos. Então será difícil que peçam por qualquer música e nós conseguiremos tocar. Não seria uma performance digna de uma das melhores bandas ao vivo do mundo, então tocaremos as que ensaiarmos. Vai ser incrível. Quais as memórias que você possui do público brasileiro? Bem, eu acho que a minha coisa favorita no público brasileiro é o entusiasmo, me parece que eles levam música muito a sério, e são muito emotivos. E é o mesmo, seja dentro ou fora de um show. Falando agora sobre a pandemia, a Suécia, assim como o Brasil, tem tomado atitudes controversas em relação ao modo de combater o vírus. Acredita que a Suécia lidando bem com a pandemia? O que você mudaria em toda esta situação? Eu não mudaria nada, eu não sou médico, nem cientista, isto é algo que está muito além do meu alcance para eu dar uma opinião. Eu acho que as decisões deveriam ser tomadas por pessoas que sabem com o que estão lidando. Então, minha opinião é inútil. Na verdade, a única opinião que eu tenho é que eu sou grato por nossa sociedade ser livre para ir e vir, se eu quiser ir ao mercado eu posso, meus filhos vão para a escola, essas coisas. Claro que devemos manter distanciamento social, o governo proibiu aglomerações e coisas assim. Meus amigos de fora, acham que na Suécia está completamente aberta, o que não é verdade, existem restrições. Mas eles mantiveram as escolas primárias abertas, eu não vejo razão para isso, mas como eu disse, minha opinião é inútil, pois não sou cientista, nem médico, então não saberia o que mudar. Eu poderia dizer que quero ver futebol ao vivo, coisas assim, mas eu talvez estaria sendo um idiota por dizer isso, porque no fim do espectro existem pessoas morrendo, então acredito que estão fazendo o melhor que podem. Por exemplo, caso eu morasse na Finlândia, eu viveria de acordo com o que os finlandeses decidiram. Se eu vivesse no Brasil, idem. Então é uma pergunta para médicos e cientistas, não músicos de rock. Eu também sinto falta de futebol. Bem, era só um exemplo. Na verdade, o circuito de Esqui Cross-country está acontecendo, então vou assistir isso. Não tem neve aqui no Brasil. Seguindo, a pandemia também trouxe à tona a discussão sobre saúde mental. Você acha que a música pode ser um bom medicamento? Sim, a música mudou a minha quando eu era novo, por isso tenho o trabalho que tenho, pois quando era muito novo me apaixonei pela música e isso mudou minha vida. Provavelmente sou uma pessoa diferente da qual eu seria sem música. E, sei que realmente muitas pessoas já disseram de forma genuína, que este artista, esta música, ou esta letra, salvou a vida delas. Então, eu com certeza acho que a música pode salvar vidas, ou algo tão grandioso que te ajude a achar propósito, é muito poderoso para mim. No início da pandemia, quando todos tiveram que ficar em casa, você utilizou este tempo para produzir? O que você fez? Tentou trabalhar mais? Sim, foi o trabalho. Eu estava trabalhando em novas coisas do Hives. Eu fiquei na minha casa, no meu home studio, trabalhando em novas coisas. Nós todos fizemos a mesma coisa, era tudo que poderíamos fazer. No início não era permitido viajar na Suécia, mas depois, se quiséssemos poderíamos ter nos reunido para ensaiar e tal. Mas decidimos não fazer isso, pois tínhamos a opção de não fazer, então trabalhamos em muitas novas músicas. Atualmente estamos trabalhando em dois álbuns completos, e meio que iniciando um terceiro. Então temos

Com show para São Paulo, The Hives anuncia primeira turnê mundial digital da história

Com a ideia de tentar se apresentar em todo o mundo em meio a uma pandemia, o The Hives anunciou a primeira turnê mundial digital da história. O evento passará por cidades como Berlim, Londres, Nova York e São Paulo. Na The World’s First World Wide Web World Tour, que começa no fim de janeiro, a banda vai tocar ao vivo para locais específicos, tudo isso dentro de um bunker na Suécia, respeitando o isolamento social. Como parte da experiência, as pessoas que estarão na apresentação poderão mandar mensagens de áudio, para simular como se fosse uma multidão no show. Ademais, o público também escolherá o setlist da banda. Em resumo, a apresentação em São Paulo acontece no dia 29 de janeiro e terá início por volta de 20h. Para adquirir as entradas acesse este link.

Billie Eilish cancela turnê mundial; No Brasil, público pode pedir reembolso

Toda a turnê mundial Where Do We Go?, da Billie Eilish, foi cancelada. Em resumo, isso inclui os shows que estavam marcados para maio passado em São Paulo e Rio Janeiro. Embora não tenha sido possível remarcar a turnê neste momento, Billie Eilish espera ver seus fãs no Brasil em breve. Em mensagem aos fãs, a cantora falou sobre os próximos passos. “Oi pessoal,Eu gostaria de ter conseguido ver vocês em turnê este ano. Eu senti tanta falta de me apresentar para vocês e de estar no palco que eu nem consigo explicar. Tentamos o máximo de cenários possíveis para a turnê acontecer, mas nenhum deles é possível e, embora eu saiba que muitos de vocês querem manter seus ingressos e passes VIP, a melhor coisa que podemos fazer é que o dinheiro volte para as mãos de todos o mais rápido possível. Fique de olho em seu e-mail para obter mais informações do local o qual vocês compraram e, quando estivermos prontos e for seguro, avisaremos quando todos poderão comprar ingressos novamente para a próxima turnê. Eu amo muito vocês. Fiquem seguros, bebam bastante água, usem máscara”. Billie Eilish Embora existam disposições legais específicas quanto ao cancelamento de shows no Brasil por conta da pandemia, excepcionalmente e por pedido da artista, de acordo com seus próprios critérios, aqueles que compraram seus ingressos terão a opção de receber o reembolso do valor dos ingressos. Ademais, para requisitar o reembolso, acesse o site da Eventim para as informações completas a partir de quinta-feira (10).

Mostra Mel Brooks – Banzé no Cinema chega a São Paulo

O Centro Cultural Banco do Brasil em São Paulo recebe até 21 de dezembro a Mostra Mel Brooks – Banzé no Cinema, a mais abrangente retrospectiva sobre o diretor, ator, roteirista, compositor e produtor Mel Brooks. Considerado genial por Billy Wilder e Alfred Hitchcock, Brooks é um dos maiores representantes das comédias nonsense americanas. Sua obra é uma mistura única de surrealismo, burlesco, musical, crítica social e análise cinematográfica. Com curadoria de Eduardo Reginato e José de Aguiar, a mostra exibirá 28 filmes em formato digital, sendo 11 longas-metragens de Mel Brooks, 1 episódio da série Agente 86 (Mel criou os personagens, produziu e colaborou com os roteiros), 1 curta (animação ganhadora do Oscar que tem a voz de Mel Brooks no protagonista), 4 documentários abrangendo 60 anos de seu trabalho como diretor, ator e produtor, além de 11 longas-metragens de diretores que foram influenciados ou influenciaram Mel Brooks. Dentre os destaques selecionados, estão Primavera Para Hitler (1967), Banzé no Oeste (1974), O Jovem Frankenstein (1974), A Última Loucura de Mel Brooks (1976) e A História do Mundo: Parte I (1981). Além da mostra haverá também um debate sobre a obra de Mel Brooks, no dia 3, às 19h, com os palestrantes Afonso Capellaro e Felipe Furtado, com mediação de José de Aguiar. O evento será gratuito e online. Programação completa Quarta – 25/11 14h30 – Drácula Morto mas feliz (Dead and loving it/1995/88min/Bluray) class:12 anos17h00 – A louca, louca história de Robin Hood (Robin Hood: Men in Tights/1993/104min/Bluray) class:12 anos Quinta – 26/11 14h30 – A história do mundo parte I (History of the World: Part I/1981/92min/Bluray) class:14 anos17h00 – Agente 86 – Sr. Big – piloto da série Agente 86 (Mr. Big/1965/26 min, Bluray) class: Livre + A Bomba que desnuda (The Nude Bomb/1980/94 min, Bluray) class:Livre Sexta – 27/11 14h30 – S.O.S Tem um louco solto no espaço (Spaceballs/1987/96min/Bluray) class:Livre16h45 – Os Produtores (The Producers/2005/134min/Bluray) class:12 anos Sábado – 28/11 12h15 – Corra que a polícia vem aí! (The Naked Gun: From the Files of Police Squad!/1988/85min/Bluray) class:Livre14h30 – Drácula Morto mas feliz (Dead and loving it/1995/88min/Bluray) class:12 anos17h00 – O Dorminhoco (Sleeper/1973/89 min/Bluray) class:14 anos Domingo – 29/11 14h30 – A louca, louca história de Robin Hood (Robin Hood: Men in Tights/1993/104min/Bluray) class:12 anos17h00 – Que droga de vida (Life Stinks/1991/92min/Bluray) class:12 anos Segunda – 30/11 14h:30 – S.O.S Tem um louco solto no espaço (Spaceballs/1987/96min/Bluray) class:Livre17h:00 – O Médico Erótico (The Man with Two Brains/1983/93 min/Bluray) class:14 anos Quarta – 02/12 14h:30 – Top Gang! Ases Muito Loucos (Hot Shots!/1991/84 min/Bluray) class:12 anos17h:00 – Alta Ansiedade (High Anxiety/1977/94min/Bluray) class:14 anos Quinta – 03/12 14h30 – Banzé no Oeste (Blazing Saddles/1974/93min/Bluray) class:14 anos16h45 – O Homem elefante (The Elephant Man/1980/124min/Bluray) class:14 anos19h00 – Debate Online Sexta – 04/12 14h:30 – A última loucura de Mel Brooks (Silent Movie/1976/87min/Bluray) class:Livre17h:00 – As Três Idades (Three Ages/1923/63 min/Bluray) class: Livre Sábado – 05/12 12h15 – A história do mundo parte I (History of the World: Part I/1981/92min/Bluray) class:14 anos14h30 – Apertem os cintos… o piloto sumiu (Airplane!/1980/88min/Bluray) class:12 anos17h00 – O Jovem Frankenstein (Young Frankenstein/1974/106min/Bluray) class:12 anos Domingo – 06/12 12h15 – As Três Idades (Three Ages/1923/63 min/Bluray) class: Livre14h30 – Banzé no Oeste (Blazing Saddles/1974/93min/Bluray) class:14 anos17h00 – O Médico Erótico (The Man with Two Brains/1983/93 min/Bluray) class:14 anos Segunda – 07/12 14h30 – Que droga de vida (Life Stinks/1991/92min/Bluray) class:12 anos17h00 – Agente 86 – Sr. Big – piloto da série Agente 86 (Mr. Big/1965/26 min, Bluray) class: Livre + A Bomba que desnuda (The Nude Bomb/1980/94 min, Bluray) class:Livre Quarta – 09/12 14h30 – Hail Sid Caesar! The Golden Age of Comedy (2001/85min/Bluray) class:12 anos17h00 – Corra que a polícia vem aí! (The Naked Gun: From the Files of Police Squad!/1988/85min/Bluray) class:Livre19h00 – Curso Online Dia 1 Quinta – 10/12 14h30 – Mel Brooks: Make a Noise (2013/52min/Bluray) class:12 anos16h45 – Os Produtores (The Producers/2005/134min/Bluray) class:12 anos19h00 – Curso Online Dia 2 Sexta – 11/12 14h15 – Apertem os cintos… o piloto sumiu (Airplane!/1980/88min/Bluray) class:12 anos16h30 – Mel and his movies (2013/100min/Bluray) class:12 anos19h00 – Curso Online Dia 3 Sábado – 12/12 12h15 – Alta Ansiedade (High Anxiety/1977/94min/Bluray) class:14 anos14h30 – A última loucura de Mel Brooks (Silent Movie/1976/87min/Bluray) class:Livre17h00 – O Crítico (The Critic/1963/4min/Bluray) class:12 anos + Primavera para Hitler (The Producers/1967/88min/Bluray) class:14 anos Domingo – 13/12 12h15 – Banzé na Rússia (The Twelve Chairs/1970/94min/Bluray) class:14 anos14h30 – Top Gang! Ases Muito Loucos (Hot Shots!/1991/84 min/Bluray) class:12 anos17h00 – A história do mundo parte I (History of the World: Part I/1981/92min/Bluray) class:14 anos Segunda – 14/12 14h15 – GI Jews: Jewish Americans In World War II (2017/84min/Bluray) class:12 anos16h30 – Mel and his movies (2013/100min/Bluray) class:12 anos Quarta – 16/12 14h30 – GI Jews: Jewish Americans In World War II (2017/84min/Bluray) class:12 anos17h00 – Sou ou não sou (To Be or Not to Be/1983/107min/Bluray) class:12 anos Quinta – 17/12 14h30 – Banzé no Oeste (Blazing Saddles/1974/93min/Bluray) class:14 anos – sessão inclusiva: libras, audiodescrição e closed caption (filme dublado)17h00 – Mel Brooks: Make a Noise (2013/52min/Bluray) class:12 anos Sexta – 18/12 14h30 – Hail Sid Caesar! The Golden Age of Comedy (2001/85min/Bluray) class:12 anos17h00 – Cliente Morto não Paga (Dead Men Don’t Wear Plaid/1982/78 min/Bluray) class:12 anos Sábado – 19/12 12h15 – Banzé na Rússia (The Twelve Chairs/1970/94min/Bluray) class:14 anos14h30 – O Crítico (The Critic/1963/4min/Bluray) class:12 anos + Primavera para Hitler (The Producers/1967/88min/Bluray) class:14 anos16h45 – O Homem elefante (The Elephant Man/1980/124min/Bluray) class:14 anos Domingo – 20/12 14h30 – O Dorminhoco (Sleeper/1973/89 min/Bluray) class:14 anos17h00 – O Jovem Frankenstein (Young Frankenstein/1974/106min/Bluray) class:12 anos Segunda – 21/12 14h30 – Cliente Morto não Paga (Dead Men Don’t Wear Plaid/1982/78 min/Bluray) class:12 anos17h00 – Sou ou não sou (To Be or Not to Be/1983/107min/Bluray) class:12 anos

Black Friday: Ingressos para o Nightwish em São Paulo estão com descontos

Nightwish

O show da banda finlandesa Nightwish em São Paulo, em outubro de 2021, entrou na onda do Black Friday. Os últimos ingressos de pista normal (3º lote) para a apresentação que acontecerá no dia 24 de outubro, no Espaço das Américas, estão com até 50% de desconto no valor original. O tíquete promocional da Black Friday está disponível no site Ticket360. No Brasil, o Nightwish vem com a turnê Human. :II: Nature. World Tour. Aliás, os finlandeses se apresentam também no Rio de Janeiro. A banda paulistana Armored Dawn segue como convidada especial em todos shows da turnê sul-americana, exceto no Rio de Janeiro. Todos os ingressos adquiridos para as datas originais, pelos sites da Ticket360 e Eventim, além dos pontos autorizados, serão válidos e não precisam efetuar qualquer tipo de troca. A Dynamo Brazilie alerta ao público que, por conta da nova data na capital paulista ser em um domingo, a abertura da casa acontecerá duas horas mais cedo do que estava programado anteriormente. Mais informações no serviço abaixo. Serviço – São Paulo NightwishConvidado especial: Armored DawnData: 24 de outubro de 2021Local: Espaço das AméricasEndereço: Rua Tagipuru, 795 (próximo ao Metrô Palmeiras – Barra Funda)Abertura da casa: 17h | Amored Dawn: 19h | Nightwish: 20h45 Call center – Ticket360: (11) 2027-0777Compra pela internet – Ticket360 Setores / Valores (3º lote – sujeito à disposição): Pista: R$ 230,00 + taxas Camarote: esgotado Pista Premium: esgotado Mezanino: esgotado