Sex Pistols vai ganhar série dirigida por Danny Boyle

O Sex Pistols será a próxima banda icônica a ganhar uma produção televisiva. Ademais, a série será dirigida por Danny Boyle e terá Maisie Williams no elenco. Produzida pela FX, o seriado se chamará Pistol. Em resumo, o projeto será baseado no livro Lonely Boy: Tales From a Sex Pistols, escrito pelo ex-integrante da banda Steve Jones. Com seis episódios, a produção vai retratar as memórias de Jones sobre os principais acontecimentos que levaram a banda para o estrelato. Maisie Williams vai intepretar Pamela Rooke, uma jovem que se tornou ícone do punk na época. Além dela, teremos também Jacob Slater, Fabien Frankel, Toby Wallace, entre outros no elenco. A data de estreia de Pistol ainda não foi confirmada.
Prevista para abril, série Sombra e Ossos ganha trailer

A série Sombra e Ossos, que será lançada em abril, na Netflix, ganhou seu primeiro trailer nesta quinta-feira (17). Baseada na série de best-sellers de Leigh Bardugo sobre o universo Grisha, Sombra e Ossos acontece em um mundo devastado pela guerra, onde a órfã e soldado Alina Starkov acaba de descobrir um poder extraordinário que pode ser a chave para libertar o país. Com a ameaça monstruosa da Dobra das Sombras à espreita, Alina é separada de tudo o que conhece para treinar e fazer parte de um exército de elite de soldados mágicos conhecidos como Grisha. Enquanto aprende a controlar seus poderes, ela descobre que os aliados e inimigos não são tão diferentes assim. Ademais, nada nesse mundo é o que parece. Além de tudo isso, existem forças malignas em jogo, incluindo um grupo de criminosos muito carismáticos – só a magia não será suficiente para sobreviver. Sombra e Ossos é uma produção da 21 Laps Entertainment para a Netflix. Aliás é estrelada por Jessie Mei Li (Alina Starkov), Archie Renaux (Malyen Oretsev), Freddy Carter (Kaz Brekker) e Amita Suman (Inej).
Netflix anuncia início das gravações de Maldivas, com Marquezine e Manu Gavassi

Até onde as pessoas são capazes de ir para proteger seus segredos? Quantas histórias escondem insuspeitos vizinhos da Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro? A nova série de dramédia da Netflix acompanha a vida dos moradores do Condomínio Maldivas, que dá nome à obra. Aliás, é rodeada de mistério e intrigas. No entanto, também traz muito deboche e humor ácido. Em Maldivas, o enredo começa quando a goiana Liz (Bruna Marquezine) se muda para o Rio com o objetivo de reencontrar sua mãe, que morre em um incêndio misterioso. Portanto, tentando buscar respostas para a repentina morte de sua mãe, ela terá que se esconder do investigador Denilson (Romani), e se infiltrar em um universo cheio de personagens peculiares. Entre eles, estão Milene (Manu Gavassi), a rainha do Maldivas, com uma vida aparentemente perfeita junto ao marido, o cirurgião plástico Victor Hugo (Klebber Toledo); e Rayssa (Sheron Menezzes), uma ex-cantora de axé convertida em empresária de sucesso, casada com o ex-vocalista de sua banda, Cauã (Samuel Melo). Já Kat (Carol Castro) é uma mãezona cujo marido, enquanto Gustavo (Guilherme Winter), cumpre prisão domiciliar. Ainda na trama estão Verônica (Natalia Klein), uma outsider que destoa das mulheres do Maldivas e Miguel (Danilo Mesquita), o noivo interiorano de Liz. No vídeo lançado nesta segunda (30) pela Netflix, atores e atrizes embarcam no tom sarcástico de Maldivas para brincar com o início das gravações. Ademais, fazem piada dos constantes vazamentos de informação, que criaram especulações e muita expectativa sobre a série.
Mundo Segundo Jeff Goldblum é boa pedida no Disney+

Muita gente correu para os clássicos quando o Disney+ chegou ao Brasil, mas vale ficar de olho em algumas produções não tão badaladas. Me refiro, principalmente, ao catálogo da National Geographic. É lá que está a docussérie Mundo Segundo Jeff Goldblum. Em resumo, o ator, famoso por seus papéis nas franquias Jurassic Park e Thor, nos leva num passeio divertido, sempre com convidados especiais. Em cada episódio, ele explora um objeto aparentemente comum para descobrir um mundo de conexões incríveis e fascinantes entre a ciência e a história. Tênis, sorvete, café e cosméticos são apenas alguns exemplos dos temas. Jeff Goldblum descobre como até as coisas mais simples têm histórias incríveis e às vezes caprichosas. Através do prisma da mente curiosa e espirituosa do ator, nada é o que parece. Essas “maravilhas modernas” são tão comuns que muitas vezes as consideramos certas, mas Goldblum não. Tênis e sorvete com Jeff Goldblum No primeiro episódio, por exemplo, enquanto conta a origem do tênis, o ator visita uma feira de calçados para colecionadores. Encontra e fica surpreso com os preços. As pessoas pagam entre US$ 6 mil e US$ 32 mil em um par raro. Já no segundo episódio, Goldblum viaja pelos Estados Unidos para aprender tudo que está ao seu alcance sobre sorvete. Em uma de suas andanças, ele encontra os empresários Ben Cohen e Jerry Greenfield, criadores da gigante dos sorvetes Ben & Jerry’s. O diálogo entre os três é bem divertido e traz informações curiosas sobre a empresa. “Ao invés de raspas de chocolate, optamos por pedaços porque assim fica com gosto”, explica Cohen. O empresário revela ainda que por ser portador de anosmia (perda do olfato e paladar), o sabor forte era essencial. Posteriormente, Goldblum ainda explora uma floresta no Oregon, na qual vai atrás de ingredientes especiais para criar um sorvete. Nos demais episódios, o astro de Hollywood ainda explora temas bem interessantes, como tatuagem, jeans, churrasco, jogos, bicicletas, trailers, café, cosméticos, piscinas e jóias. Para quem quer fugir dos clássicos da Disney, Marvel e Pixar, por enquanto, essa produção da National Geographic é uma ótima pedida. Traz conhecimento, diverte e funciona para a família toda.
Crítica | Alex Rider – temporada 1

A chegada da Disney+ ao Brasil, na última terça-feira, colocou ainda mais fogo na disputa pelo topo das plataformas de streaming. A Netflix se mantém firme e forte na liderança mundial, mas sabe que tem uma concorrente de peso. A Amazon Prime Video, que oferece a mensalidade mais barata das três, no entanto, não deixa por menos. Segue fortalecendo sua base. E a prova mais recente disso é a série Alex Rider, produção de espionagem baseada em Point Blanc, segundo romance da franquia literária de Anthony Horowitz. Produzida pela Eleventh Hour Films e Sony Pictures Television, que também é a distribuidora mundial, a série conta com Otto Farrant como Alex Rider, um adolescente de Londres que, sem saber, foi treinado desde a infância para fazer parte do perigoso mundo da espionagem. Pressionado para ajudar a investigar a morte de seu tio e como ela se conecta ao assassinato de dois bilionários de alto nível, Alex relutantemente assume uma nova identidade e se disfarça em um internato remoto chamado Point Blanc. Isolado bem acima da linha da neve nos Alpes franceses, Point Blanc afirma colocar os filhos adolescentes problemáticos dos ultra-ricos de volta no caminho certo. À medida que Alex se aprofunda em sua investigação, descobre que os estudantes são, de fato, objetos de um plano perturbador que ele terá que arriscar sua vida para parar. Público alvo de Alex Rider A série vai funcionar muito bem para os fãs de Kingsman, franquia de filmes baseada na série de quadrinhos de Dave Gibbons e Mark Millar. Aliás, tem muitas cenas de perseguição, lutas e um enredo que se desenvolve muito bem. Não desanime se o primeiro episódio não empolgar muito, o que vem na sequência certamente vai prender sua atenção até o fim. É série para ver com a família ao lado. São oito episódios com duração média de 45 minutos. E ainda tem como extra uma trilha sonora muito apropriada. Em resumo, Jake Bugg, Cage the Elephant, The Vaccines, IDLES, entre outras gratas revelações do cenário britânico. Em tempo, vale destacar que a segunda temporada já está confirmada. Deve iniciar as gravações entre fevereiro e março, conforme antecipado pelo site Cine Pop. Além de Farrant, Alex Rider traz Stephen Dillane como Alan Blunt, Vicky McClure como Mrs. Jones, Brenock O’Connor como Tom Harris, Ronkẹ Adékọluẹ́jọ́ como Jack Starbright, Ace Bhatti como Crawley, Marli Siu como Kyra, Nyasha Hatendi como Smithers e Andrew Buchan como Ian Rider.
Manhãs de Setembro terá Liniker como protagonista

O Amazon Prime Video anunciou nesta quinta-feira (19) que a série Manhãs de Setembro será estrelada pela cantora e compositora Liniker, interpretando Cassandra. Aliás, também divulgou o primeiro teaser. Dirigida por Luis Pinheiro (Samantha) e Dainara Toffoli (Amigo de Aluguel), a produção conta também com nomes como Thomas Aquino (Bacurau), Karine Teles (Que Horas Ela Volta?). Ademais, conta ainda com Paulo Miklos (Califórnia), Gustavo Coelho (Luz do Sol), Isa Ordoñez (Treze Dias Longe do Sol), Clodd Dias (Entrega Para Jezebel) e Gero Camilo (Bicho de Sete Cabeças) no elenco principal. Igualmente importante, a cantora Linn da Quebrada fará uma participação especial como atriz convidada. Sobre Manhãs de Setembro A série conta a jornada de Cassandra (Liniker) que decidiu não fazer concessões para se tornar o que sempre quis ser. Em resumo, uma mulher trans livre e independente. Depois de anos comendo o pão que o diabo amassou, finalmente as coisas começaram a entrar nos eixos. Cassandra consegue alugar um lugar só seu para morar, tem um namorado que adora, Ivaldo (Thomas Aquino), e, além do trabalho de motogirl no centro da capital paulista, ela realiza o sonho de ser cover de Vanusa, cantora brasileira que fez sucesso nos anos 70. No entanto, sua vida sofre uma tremenda reviravolta quando a sua ex, Leide (Karine Telles), reaparece com um menino que diz ser filho de Cassandra. “Quando nós conseguirmos nos ver em multidão, em papéis de destaques, cargos de poder, com estórias possíveis sendo contadas e a certeza de que nossa memória estará viva e caminhante, então, poderemos sentir que atravessamos as barreiras do limite. Principalmente se tratando do cinema brasileiro. Cassandra não cabe numa linha de texto ou num raciocínio, ela é gigante e cheia de sonhos”. Liniker A primeira temporada de Manhãs de Setembro contará com cinco episódios de trinta minutos cada e chegará ao catálogo do Amazon Prime Video em 2021.
Bom Dia, Verônica tem segunda temporada confirmada

Um dos sucessos nacionais da temporada, Bom Dia, Verônica! (Netflix) terá uma segunda temporada. Em resumo, a confirmação veio nesta terça-feira (10) com uma série de frases dos seus autores, protagonista e diretor. Raphael Montes, autor do livro homônimo, criador e roteirista da série, todavia, afirma estar muito feliz de ver o público abraçando uma uma série de suspense que dá voz a temas tão importantes e atuais. “Como criador da série, eu espero que a história de Verônica chegue a mais e mais pessoas. E posso adiantar que, na segunda temporada, Verô vai enfrentar um vilão ainda mais cruel do que Brandão”. Intérprete de Verônica, a atriz Tainá Müller também demonstrou sua alegria com a continuidade da série. “Minha felicidade é imensa de saber que a nossa série tocou as pessoas, que gerou tantos debates e que o pessoal pede para ver a continuação da trajetória de Verônica”. No entanto, ainda não há data confirmada para a estreia da segunda temporada.
Dexter está de volta! Dez episódios inéditos em 2021

Uma das séries mais badaladas dos últimos anos está de volta! Dexter terá mais dez episódios no canal Showtime. Com Michael C. Hall de volta como o serial killer predileto dos fãs, a série terá Clyde Phillips como showrunner e começará a ser filmada no início do próximo ano, com uma data de estreia prevista para o segundo semestre de 2021. “Dexter é uma série muito especial, tanto para seus milhões de fãs ao redor do mundo, quanto para a Showtime, já que essa produção inovadora ajudou a colocar nossa rede no mapa há muitos anos”, disse Gary Levine, presidente da Showtime em um anúncio oficial. A série original teve oito temporadas repletas de conflitos intensos e soluções mirabolantes envolvendo o personagem título. Em suma, Dexter era um especialista na arte de matar. Os novos episódios devem mostrar o que aconteceu com Dexter após o fim da oitava temporada. Em resumo, o protagonista decidiu viver como um solitário após todos os banhos de sangue nas temporadas anteriores.
Crítica | Emily em Paris é leve e gostosa de assistir

Bonjour! Emily em Paris acabou de estrear na Netflix, está em primeiro lugar no ranking da plataforma e já ganhou os corações de todos em menos de uma semana – inclusive os dos apaixonados pela capital francesa. A série é leve e gostosa de se assistir. Dá para maratonar rapidinho e até vê-la duas vezes. Eu mesma fiz isso. São dez episódios de quase 30 minutos cada. Emily Cooper é tão empolgada com toda Paris a seus pés que essa energia é sentida também por quem assiste. A personagem que esbanja simpatia é protagonizada pela atriz Lily Collins, de 31 anos, filha do músico Phil Collins. A viagem começa quando Emily sai de Chicago e vai a Paris substituir por um ano sua chefe que está grávida, em uma agência de marketing que só trabalha com marcas de luxo, a Savoir. Quando Emily chega, não só fica encantada pela beleza, mas um pouco perdida também com traduções, costumes e geografia. Enfrenta a insegurança de estar em um lugar novo, onde não fala o idioma local, e coloca em risco seu relacionamento atual, que ficou em Chicago. Já instalada, ela abre a janela do quarto e se depara com uma vista tipicamente parisiense. Diz que se sente como a Nicole Kidman em Moulin Rouge e, automaticamente, muda sua conta do Instagram para @emilyinparis. Começa a registrar selfies e as aventuras que serão vividas na cidade romântica. Em poucos dias, a estrategista em mídias sociais percebe que o número de seus seguidores aumenta e se torna uma digital influencer e uma “quase” especialista em tudo em Paris. Graças à paixão que ela coloca em tudo o que faz. Emily em Paris tem muito turismo na Cidade Luz A série mostra pontos turísticos da capital francesa, como a Torre Eiffel, Arco do Triunfo, Jardim de Luxemburgo, Rio Sena, Ponte Alexandre III, Ópera Garnier, La Maison Rose, Sacre Coeur, Moulin Rouge… Se pudesse, eu listaria todos. Mas a sedução das locações em cada ruazinha, paisagem, cafés, restaurantes e as boulangeries (padarias) é indescritível. Emily já começa experimentando o pain au chocolat (croissant de chocolate) e ele vira o queridinho do seu café da manhã. Eu queria morar nessa série, quem não? No primeiro dia de trabalho, a norte-americana tem que lidar com a resistência dos seus colegas, que a evitam a qualquer custo. Mas essa atitude a leva a almoçar sozinha nos jardins do Palais Royal e, lá, conhecer Mindy Chen (Ashley Park), uma babá asiática. Logo, elas se tornam melhores amigas. E uma Paris sem romance não é Paris. Tô tentando não dar spoilers, mas Emily viverá (muitos) romances e aventuras ao longo dos episódios. Já posso adiantar que ela esbarra com o vizinho gato do andar de baixo, o Gabriel (Lucas Bravo), que é chef de cozinha do restaurante da rua onde moram. Sem saber, Emily também fica amiga da namorada dele e aí a confusão se estabelece. No decorrer da trama, esses e outros dilemas serão bem explorados e a série passa a mexer com seu coração, não só com o da Emily. Série escrita por criador de Sex and the City A série foi criada e escrita pelo Darren Star, de Sex and the City. Por isso há similaridades, principalmente entre as protagonistas Emily Cooper e Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker). As duas amam moda, além de vestirem looks incríveis e trabalharem com Comunicação. Carrie era colunista no The New York Star. Mas para dar um ar mais realista e parisiense, Darren morou na cidade com o objetivo de trazer mais veracidade ao roteiro. Vivenciou todos os detalhes descritos na trama. Outra referência é a relação ou a falta dela com a nova chefe da agência de marketing, Sylvie (Philippine Leroy-Beaulieu). Emily precisa ganhar a confiança e a aceitação dela. Sylvie se convence que Emily é inimiga do luxo, sem beleza e refinamento. E isso me fez lembrar do filme O Diabo Veste Prada, com a maravilhosa Meryl Streep, uma poderosa editora de revista de moda e sua relação com Andy (Anne Hathaway), que vai para Nova York e consegue ser co-assistente de Meryl, a chefe má: Miranda Priestly. Mesmo sendo totalmente clichê, a série é divertida e bem produzida, além de trazer muitas referências em artes, música, lugares e comida. Tem que assistir para degustar cada episódio. A primeira temporada termina como os típicos finais franceses: com drama e sem fugir da vida real. A segunda temporada ainda não foi confirmada, mas Darren já deu indícios de que haverá continuação. “Emily vai ter os pés no chão um pouco mais. Ela está fazendo uma vida lá” e Lily também já declarou que “adoraria que o seriado fosse renovado e Emily viajasse pela Europa”. Vamos aguardar! Au revoir!