Dave Hause entregou muito mais que um show de abertura em SP

Se alguém esperava apenas um “aquecimento” para Frank Turner, Dave Hause tratou de dissipar essa ideia logo nos primeiros acordes. Velho companheiro de estrada do britânico e eterno líder do The Loved Ones, Dave Hause subiu ao palco do Fabrique não como um coadjuvante, mas como um co-protagonista espiritual da noite. A conexão com o público foi testada, e aprovada, instantaneamente. Logo na abertura com Look Alive, uma falha no som deixou o cantor sem microfone por boa parte da canção. Longe de esfriar o ânimo, o incidente transformou o Fabrique em um coro uníssono, com a plateia segurando a melodia enquanto Hause regia o público, provando que o carisma de um frontman veterano supera qualquer falha técnica. Essa energia crua não é acidental. Após uma fase mais voltada ao Americana e gravações polidas em Nashville, Hause vive um momento de epifania rock’n’roll com seu projeto atual, …And the Mermaid (2025). O repertório foi um passeio por essa trajetória, com faixas como Hazard Lights, Cellmates, C’mon Kid, Saboteurs e Damn Personal. Para os fãs das antigas, o ponto alto foi Jane, clássico do The Loved Ones que fez a pista tremer. Hause também não fugiu do posicionamento político, uma marca de sua carreira vinda da escola punk da Filadélfia. Antes de Dirty Fucker, dedicou a música “a dois filhos da puta”: Donald Trump e Jair Bolsonaro, sendo ovacionado pelo público. Em sua primeira vez no Brasil, ele lamentou não poder atender a todos os pedidos da plateia devido ao tempo curto, mas deixou uma promessa: voltaria para tocar o set completo se retornasse como headliner. Se depender da recepção calorosa e da intensidade que entregou, o convite já está feito.
Mono retorna a São Paulo com a turnê do álbum “Oath”

O quarteto japonês Mono confirmou seu retorno ao Brasil. A banda de post-rock se apresenta no Fabrique Club, em São Paulo, no dia 24 de abril de 2026. A apresentação faz parte da turnê mundial do álbum Oath (o 12º da carreira), além de celebrar os 25 anos de trajetória do grupo, que hoje é considerado um dos pilares do rock minimalista e instrumental contemporâneo. Último adeus a Steve Albini A fase atual do Mono está intrinsecamente ligada à parceria de décadas com o lendário engenheiro de som Steve Albini (Nirvana, Pixies), que faleceu em maio de 2024. O álbum Oath foi gravado inteiramente em fita analógica no estúdio Electrical Audio, em Chicago, sob a tutela de Albini. O resultado é uma dinâmica sonora que respira: do silêncio absoluto a massas sonoras que ultrapassam 110dB, sem as correções digitais da indústria moderna. Ao vivo, a banda mantém essa filosofia orgânica. Um dos diferenciais técnicos do Mono é a rejeição ao uso de metrônomos digitais (click tracks), priorizando a flutuação natural do tempo e a conexão entre os músicos Takaakira “Taka” Goto, Hideki “Yoda” Suematsu, Tamaki Kunishi e Dahm Majuri Cipolla. O que esperar do show? O roteiro musical para 2026 é uma viagem pela evolução do grupo. O show deve começar com a atmosfera orquestral de Oath (com uso de sintetizadores vintage e metais), passar pela densidade de Nowhere Now Here (2019) e culminar nos clássicos explosivos de Hymn to the Immortal Wind (2009), como a épica Ashes in the Snow. A realização é da Maraty, com suporte da Powerline Music & Books e Heart Merch. * Mono em São Paulo
Entrevista | Unto Others – “Nós somos relacionados com o gótico, mas somos Heavy Metal”

O Unto Others fará sua primeira apresentação no Brasil no dia 28 de março de 2026, com show único em São Paulo, no Burning House. A estreia marca a chegada de uma das bandas mais comentadas da cena alternativa pesada atual ao país, cercada de expectativa pela intensidade de suas performances e pela conexão que costuma criar com o público ao vivo. Formado em Portland em 2017, o Unto Others surgiu inicialmente sob o nome Idle Hands e rapidamente chamou atenção por sua combinação de heavy metal tradicional com atmosferas sombrias do goth rock, mesmo que não tenham a intenção de pertencer ao movimento. A banda construiu uma identidade própria nesses onze anos, marcada por melodias fortes, clima introspectivo e apresentações intensas. Após se destacar em turnês pelos Estados Unidos e Europa e dividir palco com gigantes do metal como King Diamond, Arch Enemy, Carcass e Behemoth, o Unto Others consolidou seu nome como uma das forças mais interessantes da cena alternativa pesada atual. Em entrevista ao Blog N’ Roll, o vocalista Gabriel Franco fala sobre a expectativa para o debute no país, a relação da banda com o rótulo gótico e os aprendizados ao longo da carreira. Esta será sua primeira vez no Brasil. O que você já sabe ou ouviu sobre o público brasileiro antes desse debut em São Paulo? Eu já ouvi um pouco, não apenas sobre o Brasil, mas sobre a América do Sul em geral. Parece que os fãs de metal e rock and roll são completamente loucos. Mas o Brasil, especificamente, tem uma reputação ainda mais intensa. Estamos animados, claro. Nunca estivemos aí. Eu conheço, surpreendentemente, muito pouco sobre o Brasil além da Amazônia e coisas assim. Nos Estados Unidos, a gente não aprende muito sobre o Brasil enquanto cresce. Então estou curioso para provar comidas diferentes, conhecer a cidade, ver a cultura e tudo mais. Você recebe muitas mensagens de fãs brasileiros nas redes sociais falando o famoso “Come To Brazil”? Sim, recebemos. E isso já virou quase uma piada, porque é realmente insano. O Offspring até escreveu uma música chamada Come to Brazil. Isso diz muita coisa. O show será no Burning House, que é um local intimista. Os fãs podem esperar um setlist criado especialmente para essa estreia ou será o mesmo da turnê? Nós vamos tocar basicamente o mesmo setlist da turnê. Normalmente é assim que funciona, porque é um pouco complicado mudar tudo. Mas, se as pessoas pedirem algo especial, às vezes a gente adiciona. Não é um grande problema tocar outra música para nós. Mas, em geral, o setlist é o mesmo todas as noites. Vocês usam dados de plataformas como o Spotify ou outros streamings para definir o repertório? Até certo ponto, sim. Se eu abrir nosso Spotify agora, as músicas que estão no topo são exatamente as que tocamos em todos os shows. Então essas precisam estar no setlist. Hoje temos cerca de nove ou dez músicas que são obrigatórias. Isso já dá uns 30 ou 40 minutos de show. Depois disso, escolhemos a próxima meia hora de forma mais livre, tocando coisas que queremos ou que estamos com vontade de tocar naquele momento. No Brasil, há uma parcela que frequenta shows de rock sem conhecer muito a banda que irá tocar. Para quem ainda não conhece o Unto Others no Brasil, qual música você escolheria para apresentar a banda? Eu provavelmente escolheria uma das nossas músicas mais conhecidas, Give Me to the Night. Ela é rápida, muito divertida e acho que quase qualquer pessoa pode gostar. Outra opção seria Can You Hear the Rain, que eu considero a nossa música mais bem escrita. O Unto Others é frequentemente associado ao goth rock. Como você define o movimento gótico hoje, musical e culturalmente? Eu não sou gótico. Nós somos associados ao goth rock, as pessoas nos chamam assim, e eu não nego. De fato, nos encaixamos ali. Mas, se você ouvir nossa música com atenção, há muitas influências que não são goth rock ou post-punk. Sobre o movimento em si, eu gosto muito do que bandas maiores estão fazendo hoje, como Lebanon Hanover e Twin Tribes. Eu amo essas bandas. Já no underground, eu não acompanho tanto. Eu sempre fui mais um cara do heavy metal e gosto de gritar isso: “Somos uma banda de Heavy Metal”. Desde o começo, eu digo que o Unto Others era uma banda de heavy metal, mas eu canto grave e é porque não consigo cantar agudo. Essa é a minha voz natural. Foi assim que acabamos soando mais góticos e o rótulo veio. Com o tempo, as pessoas começaram a dizer que eu soava como tal ou tal vocalista, e aí fui conhecendo mais bandas. Antes desse rótulo, a única banda gótica que eu realmente conhecia era Sisters of Mercy. Hoje, claro, as influências estão em todo lugar. Eu amo The Smiths, The Cure, Depeche Mode. Estou feliz em fazer parte de qualquer movimento que esteja acontecendo agora. Realmente eu achei vários portais relacionando vocês com Sisters of Mercy e Type O Negative, mas seu som também remete a outras bandas. Quais são suas principais influências? A comparação com Type O Negative foi engraçada, porque aconteceu por muito tempo e eu nunca gostei muito disso. Eu respeito demais o Peter Steele e o Type O Negative. Nunca quis que as pessoas achassem que estávamos tentando copiar a imagem deles. Eles são uma coisa, nós somos outra. Mas, curiosamente, às vezes sinto que tenho coisas em comum com o Peter Steele. Ele trabalhou como funcionário de parques por sete anos em Nova York. Eu também trabalhei como funcionário de parques por sete anos na minha cidade. No começo, eu gostava muito de death metal. Amava Sisters of Mercy e ainda amo. Iron Maiden, Judas Priest, todas as bandas clássicas de metal. Essa é a cena de onde eu vim. Com o tempo, minhas referências se expandiram para The Smiths, Rush, Suicidal Tendencies. Eu gosto de bandas que empurram limites
The Adicts anuncia último show no Brasil para março

O The Adicts confirmou um show de despedida em São Paulo no dia 18 de março de 2026, no Carioca Club. A apresentação integra a Adios Amigos Tour, que marca o encerramento da trajetória de quase 50 anos de uma das bandas mais emblemáticas do punk rock britânico. A turnê passa pela América Latina como um adeus oficial aos palcos, reunindo fãs de diferentes gerações. Formada no fim dos anos 1970, a banda ganhou destaque não apenas pela sonoridade direta e energética, mas também pela identidade visual inspirada no filme Laranja Mecânica. Ao longo das décadas, o The Adicts se consolidou como um nome cult dentro do punk, mantendo relevância mesmo após mudanças no cenário musical e no próprio gênero. O show em São Paulo deve reunir um repertório focado nos principais clássicos da carreira, como Viva la Revolution, Bad Boy, Chinese Takeaway e Johnny Was A Soldier, músicas que ajudaram a construir a reputação da banda ao redor do mundo. A performance do vocalista Keith Monkey Warren segue como um dos pontos altos das apresentações, marcada pelo carisma, interação com o público e clima festivo no palco. A última passagem do The Adicts pelo Brasil aconteceu em 2019, com shows bem recebidos pelo público. Agora, a despedida em 2026 ganha contornos históricos, não apenas pelo peso do nome da banda, mas também pelo simbolismo de encerrar uma carreira longeva em um país que sempre demonstrou forte conexão com o punk rock internacional. Foto da capa: Flávio Santiago SERVIÇO | The Adicts em São Paulo Data: 18 de março de 2026 (quarta-feira) Horário: 19h (abertura da casa) Local: Carioca Club (Rua Cardeal Arcoverde, 2899, Pinheiros – São Paulo/SP) Ingresso: https://fastix.com.br/events/the-adicts-em-sao-paulo
Obituary celebra 35 anos de “Cause of Death” com turnê no Brasil em fevereiro

O Obituary, um dos pilares do death metal mundial, retorna ao Brasil em fevereiro para uma série de shows históricos. A banda norte-americana vem celebrar os 35 anos de Cause of Death, seu segundo álbum de estúdio e uma das obras mais influentes do gênero. A produção é da Xaninho Discos em parceria com a Caveira Velha. O roteiro da turnê contempla três capitais: Belo Horizonte, Curitiba e Rio de Janeiro. O peso do “groove” da Flórida Formado pelos irmãos John Tardy (vocal) e Donald Tardy (bateria), o Obituary construiu sua reputação na Flórida, epicentro do death metal no final dos anos 80. Ao lado de gigantes como Death e Morbid Angel, eles ajudaram a moldar a cena, mas com um diferencial: o foco no peso e no groove arrastado, em vez da velocidade pura. Lançado em 1990, Cause of Death consolidou essa identidade. O disco marcou uma evolução técnica em relação à estreia Slowly We Rot (1989) e entregou clássicos absolutos como Chopped in Half, Infected e Turned Inside Out. Vale lembrar que este álbum foi um dos primeiros do estilo a alcançar posições relevantes na Billboard 200, provando que o death metal podia furar a bolha do underground. Datas e ingressos Os ingressos para todas as apresentações já estão à venda pela plataforma 101Tickets. Serviço – Obituary – Turnê Brasil 2026 Belo Horizonte Curitiba Rio de Janeiro
Garotos Podres leva clássicos do punk ao Sesc 24 de Maio neste domingo

O domingo de aniversário de São Paulo terá trilha sonora de protesto e distorção. No dia 25 de janeiro, o Sesc 24 de Maio recebe o show “Mais Podres do que Nunca” da banda Garotos Podres. Um dos maiores ícones do punk rock brasileiro dos anos 80 sobe ao palco às 18h. Liderada pelo vocalista Mao, único integrante da formação original, a banda promete uma viagem nostálgica e enérgica. O repertório revisita o álbum de estreia de 1985, que ultrapassou a marca de 50 mil cópias vendidas e se tornou um marco do gênero no país. Raízes operárias e engajamento A história do Garotos Podres se confunde com a luta social no ABC Paulista. A banda, originária de Mauá, estreou nos palcos em 1983 com um propósito claro: apoiar o Fundo de Greve dos Metalúrgicos do ABC. Mais de quatro décadas depois, o grupo mantém essa essência combativa e irreverente. A formação atual que se apresenta em 2026 conta com Mao (vocal), Rinaldi (guitarra), Uel (baixo) e Negralha (bateria). Os fãs podem esperar hinos que atravessaram gerações, como Johnny, Liberdade (Onde Está?) e a sátira atemporal Papai Noel Velho Batuta. Transporte gratuito Uma dica importante para quem vai ao show: o Sesc 24 de Maio oferece serviço de van gratuito para o retorno. O transporte leva até as estações de metrô República e Anhangabaú. Aos domingos, as saídas ocorrem a cada 30 minutos, das 18h às 21h. Serviço Garotos Podres – show “Mais Podres do que Nunca”
Edgard Scandurra estreia trio no Sesc Belenzinho

No próximo dia 30 (sexta-feira), Edgard Scandurra sobe ao palco da Comedoria do Sesc Belenzinho para apresentar seu novo projeto: o Edgard Scandurra Trio. Se você é fã, fique atento ao relógio: a venda de ingressos online começa hoje (20), a partir das 17h. Para quem prefere comprar pessoalmente, as bilheterias das unidades do Sesc iniciam as vendas amanhã (21), no mesmo horário. Família de Edgard Scandurra e formato power trio Para esta empreitada, o eterno guitarrista do IRA! aposta na força e na crueza do formato trio. Ele é acompanhado por Rodrigo Saldanha na bateria e por seu filho, Daniel Scandurra, no baixo. A ideia nasceu de uma parceria com a Balaclava Records, que convidou essa formação em 2025 para abrir o show dos britânicos do Supergrass em São Paulo. A química funcionou tão bem que virou um projeto fixo. “Sempre gostei de trio. Minhas maiores referências na guitarra tocavam assim, nesse formato que traz simplicidade e, ao mesmo tempo, a responsabilidade de cada músico preencher o seu espaço integrado ao todo”, explica Scandurra. O que esperar do repertório? O show promete ser um prato cheio para os fãs de todas as fases do músico. O setlist percorre: Serviço Edgard Scandurra Trio no Sesc Belenzinho
Bring Me The Horizon anuncia filme-concerto histórico gravado em São Paulo

O Brasil está oficialmente marcado na história do Bring Me The Horizon. A banda britânica anunciou hoje (20) o lançamento de um novo filme-concerto “imersivo” intitulado LIVE in São Paulo. A produção chegará aos cinemas de todo o mundo em março. O longa registra o maior show da carreira do grupo até hoje. A apresentação histórica ocorreu no final de 2024, no Allianz Parque, quando Oli Sykes e companhia tocaram para um público de 50 mil fãs com ingressos esgotados. Naquela ocasião, o Bring Me The Horizon também se apresentou na Audio, em São Paulo. Uma experiência visual expandida do Bring Me The Horizon O projeto leva o subtítulo de Live Immersive Virtual Experiment (Experiência Virtual Imersiva ao Vivo). O objetivo é expandir o universo visual da série POST HUMAN. A produção combina filmagens cinematográficas com múltiplas câmeras, tomadas aéreas de drones e até videoclipes enviados pelo próprio público. Além da música, o filme conta com participações especiais de personagens do “lore” da banda, como EVE, Selene e M8. “Os fãs poderão desfrutar de uma experiência imersiva e com múltiplos ângulos que reflete a energia da noite”, promete o comunicado oficial. Setlist de peso e novidades nos games O repertório do filme abrange toda a evolução do catálogo do BMTH, passando pelos clássicos de Sempiternal (2013) e That’s The Spirit (2015) até a fase pop-metal de Amo (2019) e a atual saga POST HUMAN. Além do filme, a banda divulgou um teaser de um novo remix para o videogame Ghost Of Yōtei. A faixa também estará presente no novo álbum do DJ e produtor ILLENIUM. Datas e ingressos para o filme do Bring Me The Horizon Atenção para não perder a oportunidade: LIVE in São Paulo ficará em cartaz nos cinemas por apenas dois dias. As exibições acontecem em 25 e 28 de março. A venda de ingressos começa no dia 11 de fevereiro. Fique ligado no site oficial da banda para garantir o seu lugar na sala de cinema. Serviço Filme: LIVE in São Paulo (Bring Me The Horizon)
The Red Jumpsuit Apparatus estreia no Brasil com turnê de 20 anos

A espera de duas décadas finalmente acabou para os fãs brasileiros do emo e do rock alternativo. A banda norte-americana The Red Jumpsuit Apparatus confirmou sua primeira apresentação no Brasil. O show acontece no dia 28 de março de 2026, no Hangar 110, em São Paulo. A venda de ingressos já está aberta. A apresentação integra uma turnê internacional muito especial. O grupo celebra os 20 anos de lançamento de Don’t You Fake It (2006). Este álbum de estreia se tornou um marco da explosão do gênero nos anos 2000, figurando ao lado de clássicos de bandas como My Chemical Romance e Fall Out Boy. “Face Down” e o impacto cultural Formada em Jacksonville, na Flórida, a banda rompeu a bolha do underground rapidamente com o single “Face Down”. A música dominou as paradas da Billboard e a programação da MTV, tornando-se um hino da época. Mas o sucesso da faixa foi além das melodias cativantes. A letra chamou a atenção por denunciar explicitamente a violência doméstica, narrando a história de uma mulher vítima de agressões. Esse posicionamento transformou a banda em uma voz ativa em campanhas e debates sobre relacionamentos tóxicos. Até hoje, a canção permanece central nos shows e na identidade do grupo. Hits nostálgicos do The Red Jumpsuit Apparatus e fôlego novo Além da mensagem poderosa de “Face Down”, o público do Hangar 110 poderá cantar outros sucessos. O repertório promete incluir o hit do Warped Tour, “False Pretense”, e a balada onipresente “Your Guardian Angel”. No entanto, o The Red Jumpsuit Apparatus não vive apenas do passado. Em 2025, a banda lançou os singles “Perfection” e “Slipping Through”, mostrando uma sonoridade atualizada. Eles também participaram recentemente de um tributo ao Twenty One Pilots, provando que dialogam bem com as novas gerações. Portanto, se você viveu a era de ouro do emo ou descobriu o som deles agora, esta é uma oportunidade única. Confira o serviço completo abaixo e garanta seu lugar. 📅 Serviço The Red Jumpsuit Apparatus em São Paulo