Shakira fará show gratuito para 2 milhões de pessoas na Praia de Copacabana

O Rio de Janeiro será palco de mais um capítulo monumental da música pop mundial. Foi confirmado nesta quinta-feira (12) que a cantora colombiana Shakira fará um show gratuito na Praia de Copacabana no dia 2 de maio (sábado). O evento faz parte da plataforma Todo Mundo No Rio e promete reunir cerca de 2 milhões de pessoas nas areias mais famosas do mundo. Maior show da carreira de Shakira será em Copacabana Se você achava que a turnê Las Mujeres Ya No Lloran, que em 2025 quebrou o recorde mundial do Guinness como a turnê latina de maior bilheteria de todos os tempos, já tinha atingido seu teto, pense de novo. A apresentação no Rio foi desenhada para ser o maior e mais impactante show da carreira de Shakira. Um palco gigantesco será erguido para celebrar não apenas os hits da colombiana, mas a força da cultura latina em escala global. “Nunca se falou tanto em valorização de suas raízes… Ser latino é muito mais do que indicar seu país de origem. É ter orgulho de sua história… E hoje a voz mais forte que pode fazer isso é a voz latina”, destaca Luiz Guilherme Niemeyer, sócio da Bonus Track, realizadora do evento. Impacto econômico e transmissão O evento segue a esteira de megashows que transformam a economia carioca. O projeto espera repetir o sucesso da edição anterior (que trouxe Madonna em 2024), movimentando a rede hoteleira e o turismo. Em 2025, a plataforma injetou cerca de R$ 600 milhões na economia local. Para quem não puder estar no Rio, uma boa notícia: o espetáculo será transmitido ao vivo pela TV Globo, Multishow e Globoplay. Agenda global Atualmente, Shakira cumpre uma agenda intensa. Ela está em residência na América Central, passará pelo Oriente Médio (incluindo shows na Jordânia, Qatar e no GP de Fórmula 1 na Arábia Saudita) e, em maio, aterrissa no Brasil para fazer história. 📅 Serviço: Shakira em Copacabana

Jayler e Dirty Honey comandam sideshow do Monsters of Rock em São Paulo

O Monsters of Rock anunciou uma noite especial em São Paulo antes da realização do festival. No dia 2 de abril, a Audio será palco de um esquenta que reúne duas apostas da nova geração do rock: Dirty Honey e Jayler. A proposta vai além de um simples warmup e coloca frente a frente duas das bandas mais eletrizantes da atualidade. A apresentação funciona como uma prévia do clima que deve tomar conta do Monsters of Rock, oferecendo ao público a oportunidade de ver os grupos em ação em um show dedicado, com estrutura completa. A expectativa é de casa cheia para acompanhar o peso e a energia que têm colocado as bandas em destaque no cenário internacional. Os ingressos começam a ser vendidos no dia 19 de fevereiro, pela Eventim, com valores entre R$ 225,00 e R$ 550,00, além da opção de parcelamento em até quatro vezes sem juros.

Leisure anuncia show único em São Paulo para maio

O sexteto neozelandês Leisure confirmou sua vinda ao Brasil. Trazida pela 30e, a banda fará uma apresentação única em São Paulo, no Cine Joia, no dia 13 de maio (quarta-feira). O show faz parte da turnê de divulgação do álbum Welcome to the Mood (2025). Vendas começam amanhã! Para quem não quer perder a chance de ver de perto os donos de hits virais como Got It Bad, a venda de ingressos começa já nesta quinta-feira, 12 de fevereiro, às 15h no site da Eventim. Vibe do Leisure Formado em Auckland, o Leisure construiu uma base sólida de fãs ao redor do mundo misturando soul, funk dos anos 70 e eletrônica refinada. O que começou como um projeto paralelo de músicos e produtores renomados da Nova Zelândia, virou um fenômeno com mais de 850 milhões de streams. O novo show foca no álbum Welcome to the Mood, lançado no ano passado, que aprofunda a identidade da banda com arranjos mais abertos e letras sobre desejo e celebração. Após passarem por festivais como Lollapalooza Chicago e Outside Lands, eles chegam ao Brasil no auge da forma técnica e criativa. Serviço: Leisure em São Paulo Ingressos: Onde Comprar:

After Forever anuncia show em São Paulo após 20 anos

O After Forever está de volta à América Latina. Vinte anos após sua última passagem pela região, no inesquecível festival Live N’ Louder de 2006, a banda holandesa confirmou uma apresentação em São Paulo, no Tokio Marine Hall. O show marca o início da perna latino-americana da turnê, que passará também por Argentina, Chile e Colômbia. Celebrando “Decipher” e “Prison of Desire” Embora a banda tenha encerrado as atividades oficialmente em 2009, o guitarrista e fundador Sander Gommans reuniu parte da formação clássica em 2025 para celebrar o legado do grupo. A turnê comemorativa foca nos 25 anos do álbum seminal Decipher (2001) e nos 26 anos do debut Prison of Desire. “Fãs da América Latina apoiam o After Forever desde o lançamento do primeiro álbum, e nos sentimos muito felizes por poder anunciar que daremos continuidade a esse tributo em 2026”, declarou Gommans. Nova formação Para esta celebração do legado, a banda conta com membros originais e grandes nomes da cena: 🎫 Ingressos para o After Forever A corrida pelos ingressos começa na próxima semana e será dividida em duas etapas: As vendas acontecem pela Ticketmaster. 📅 Serviço: After Forever em São Paulo Preços: Onde comprar:

Zayn no Allianz Parque: Cantor anuncia turnê “Konnakol” com show em SP e lança single

As últimas horas foram gigantes para os fãs de Zayn. O astro britânico, que tem explorado sonoridades cada vez mais maduras e alternativas desde sua saída da One Direction, anunciou nesta sexta-feira (6) sua maior turnê mundial até hoje. E o Brasil está na rota. A Konnakol Tour aterrissa em São Paulo no dia 10 de outubro (sábado), para uma apresentação no Allianz Parque. Esta será a primeira vez que Zayn assume o posto de atração principal em estádios e arenas na América do Sul. Single novo na pista O anúncio da turnê chega acompanhado de música nova. Foi lançado o single Die For Me. A faixa é o primeiro gosto do quinto álbum de estúdio do cantor, intitulado Konnakol, que tem lançamento marcado para 17 de abril. Segundo o artista, este é seu projeto com maior influência cultural até o momento, expandindo a sonoridade R&B/Pop que os fãs conheceram em Mind of Mine, mas com um apelo pop ainda mais forte. Zayn, de Vegas para o mundo Zayn vem de uma fase produtiva intensa. Recentemente, ele encerrou sua primeira residência em Las Vegas e colheu os frutos do aclamado álbum Room Under the Stairs (2024). Além disso, sua colaboração com Jisoo (do Blackpink) na faixa Eyes Closed continua rendendo números impressionantes e uma indicação ao iHeartRadio Music Award de 2026. 🎫 Ingressos A venda de ingressos será dividida em duas etapas e promete ser concorrida. A comercialização acontece pela Ticketmaster. 📅 Serviço: Zayn – Konnakol Tour no Brasil Ingressos

Chapterhouse anuncia show inédito no Brasil com abertura da terraplana

Dizem que o Chapterhouse sempre teve o talento de estar no lugar certo na hora errada: psicodélicos na era acid house, shoegazers na germinação do grunge. Mas a retrospectiva fez justiça e, 35 anos após o lançamento de seu álbum de estreia, o “tempo certo” finalmente chegou para os fãs brasileiros. Nesta segunda-feira (2), a Balaclava Records anunciou a vinda inédita da banda inglesa ao país. A apresentação única acontece no dia 29 de setembro, no Cine Joia, em São Paulo. Para tornar a noite uma celebração completa do gênero, a abertura ficará a cargo dos curitibanos da terraplana, um dos nomes mais vitais do rock alternativo nacional atual. Lendas de Reading Formado em 1987, o Chapterhouse é frequentemente citado na trindade sagrada do shoegaze/dream pop noventista, ao lado de RIDE e Slowdive. O álbum de estreia, Whirlpool (1991), é um marco que conta com a colaboração de Robin Guthrie (Cocteau Twins) e figura na lista dos melhores do gênero da Pitchfork. O setlist deve revisitar clássicos como Pearl, faixa que originalmente conta com backing vocals de Rachel Goswell (Slowdive) e sample de bateria inspirado em John Bonham. Após um hiato que durou de 1995 a 2008, o grupo retornou à ativa antes mesmo da onda de reuniões de seus contemporâneos. A formação que vem ao Brasil traz Stephen Patman, Andrew Sheriff, Robin Light, Ashley Bates e Michael Secker. O momento da terraplana A escolha da banda de abertura não foi aleatória. A terraplana vive um momento de ascensão, divulgando o álbum natural, lançado em março de 2025. O grupo mistura a nostalgia do shoegaze com post-hardcore e slowcore. A banda brasileira também está escalada para o Lollapalooza Brasil (em março) e para o festival americano Slide Away Fest (em maio), onde curiosamente também dividirá o line-up com o próprio Chapterhouse. Serviço: Balaclava apresenta Chapterhouse e terraplana Ingressos

Silibrina apresenta o espetáculo “Sonambulando” com Antônio Nóbrega

Esqueça a imagem do show instrumental estático e silencioso. Quando a Silibrina sobe ao palco, a proposta é transformar o jazz e a música brasileira em uma experiência feita para o corpo. Nesta quinta-feira (5), a banda liderada pelo pianista Gabriel Nóbrega ocupa a Casa Natura Musical, em São Paulo, para apresentar o espetáculo Sonambulando. O projeto, inspirado no terceiro álbum do grupo, expande o formato tradicional de concerto. Com bailarinos, alegorias e iluminação cênica, o show busca recriar a atmosfera coletiva das festividades juninas e dos bailes populares. Encontro de gerações A apresentação marca um momento especial de família e tradição no palco. O multiartista Antônio Nóbrega (pai de Gabriel) junta-se ao grupo como convidado especial, trazendo voz, violino e sua performance cênica característica. Além dele, a noite conta com a participação do bloco de maracatu das Marabrilhosas, reforçando a percussão e a energia de rua que a banda incorporou nesta nova fase. “Mais do que um show, esse evento será uma festa de celebração… vamos levar pro palco e pra pista toda a energia do raio da Silibrina”, comenta Gabriel Nóbrega. Nova fase da Silibrina Na estrada desde 2016 e com passagens por festivais na Europa e América do Norte, a banda vive um momento de amadurecimento. O novo repertório mantém a fusão de jazz, pop e eletrônica com ritmos como frevo e baião, mas aposta em uma sonoridade mais dançante. A formação atual destaca a presença de Oliver na percussão e Sintia no saxofone, trazendo novas dinâmicas aos arranjos. Serviço: Silibrina | ‘Sonambulando’ part. Antonio Nóbrega Valores (lote 1) Política de gratuidade: A Casa Natura Musical oferece ingressos gratuitos para pessoas trans, travestis e não-binárias. A retirada deve ser feita via Sympla (sujeito à lotação).

Fogo e protagonismo no Allianz mostram A Day To Remember pronto para arenas

Na sequência da noite de sábado (31), o A Day To Remember subiu ao palco do Allianz Parque para provar que pode ser uma banda de grandes multidões. O grupo, auto intitulado como a banda mais pesada de pop punk, montou um espetáculo visual claramente pensado para estádios, abusando de fogo, papel picado e pirotecnia, mas sem perder o foco na conexão humana com a plateia. Logo na abertura, The Downfall of Us All confirmou seu status de uma das melhores faixas para início de show da atualidade, elevando a energia do público instantaneamente. Protagonismo dividido Diferente de outras noites recentes de metal no Allianz Parque, como a dobradinha Bullet For My Valentine e Limp Bizkit, onde a disparidade foi notável, o A Day To Remember dividiu muito mais o protagonismo do evento com a atração principal. A resposta dos fãs foi imediata e intensa: grandes mosh pits, refrões cantados em uníssono e uma sensação constante de que a banda não estava ali apenas cumprindo tabela como coadjuvante. O novo e os clássicos O grupo aproveitou a estrutura grandiosa para apresentar faixas do seu álbum mais recente, o Big Ole Album Vol. 01, mesclando-as com os sucessos obrigatórios da carreira. A execução técnica e a presença de palco reforçaram que o ADTR domina a linguagem dos grandes festivais como poucos. Setlist do A Day To Remember em São Paulo (31/01)

Frank Turner transforma espera de anos em celebração de fé no punk rock em São Paulo

Havia uma dívida pendente desde 2020. Quando a pandemia cancelou a primeira turnê sul-americana de Frank Turner, ficou no ar a dúvida de quando o músico inglês finalmente atenderia aos infinitos pedidos de “Come to Brazil”. A resposta de Frank Turner veio na noite desta sexta-feira (30), no Fabrique Club, em São Paulo. Longe das grandes arenas e festivais, Frank Turner escolheu em São Paulo o ambiente que define sua essência: um clube escuro, quente e com o público a centímetros do microfone. Em entrevista exclusiva ao Blog n’ Roll, ele havia adiantado que prefere a “intensidade e entrega” dos latinos à ironia distante das plateias de Londres. E foi exatamente essa troca de energia bruta que se viu em São Paulo. Frank Turner acústico e furioso Quando Frank Turner subiu ao palco, armado apenas com seu violão, a atmosfera de “culto secular” se instalou. Sem banda de apoio, a responsabilidade de preencher o som recaiu sobre o coro da plateia. O setlist, muito próximo do apresentado na Costa Rica, Chile e Argentina dias atrás, foi um passeio equilibrado pela discografia. A abertura com If Ever I Stray já serviu para testar as cordas vocais dos fãs. Músicas como Recovery e The Way I Tend to Be funcionaram perfeitamente no formato desplugado, ganhando contornos de hinos de bar. Um dos momentos mais curiosos da turnê atual é o esforço de Turner com o idioma local. Logo no início do show arriscou algumas frases em português. Depois disse que como todos já haviam visto que ele fala bem português, ele ia passar o resto da noite falando em inglês. Em Do One, faixa que costuma receber uma versão no idioma local nos shows, Frank Turner brincou que havia aprendido em espanhol, mas viu que em São Paulo o esforço seria um pouco maior. Revelou que recebeu a ajuda de um fã brasileiro que mandou o trecho traduzido e chamou Katerina (Katacombs) para segurar o papel com o texto em português. O esforço de Frank Turner arrancou muitos aplausos e gritos dos fãs. >> LEIA ENTREVISTA EXCLUSIVA COM FRANK TURNER Musicalmente, um dos pontos altos para os fãs de punk rock foi a execução de Bob, cover do Nofx. A faixa celebra o split que ele lançou com a lenda do punk californiano, um feito que Turner descreveu ao Blog n’ Roll como “o auge punk da carreira”. Ao vivo, a versão acústica trouxe uma melancolia que a original esconde, mas sem perder o peso da letra. Houve espaço também para novidade, com a execução de Girl From the Record Shop, No Thank You for the Music e Letters, que assim como Do One, são do álbum Undefeated, de 2024, provando que, mesmo após 3 mil shows, a máquina criativa não para. Aliás, ele fez questão de registrar que era o show 3.107 da carreira. Conexão e clímax O terço final do show foi desenhado para a catarse. Photosynthesis (com seu mantra “I won’t sit down, and I won’t shut up”) e I Still Believe não foram apenas cantadas, foram gritadas. É interessante notar como o show solo muda a dinâmica de Four Simple Words. Sem a bateria acelerada, a música se transforma em uma valsa punk onde a interação com o público é tudo. Frank Turner encerrou sua primeira noite no Brasil prometendo voltar, e talvez não sozinho. Na conversa com o blog, ele revelou o desejo de trazer sua banda completa e, quem sabe, até a edição do festival Lost Evenings para cá. Se o show do Fabrique foi um teste, o público passou com louvor. Foi uma noite de suor, honestidade e a prova de que, como ele mesmo canta, o rock and roll ainda salva vidas. Turner segue agora para Brasília (31) e Curitiba (1), levando na bagagem a certeza de que o Brasil é, de fato, intenso como ele imaginava. Edit this setlist | More Frank Turner setlists