De La Soul confirma segundo show no Brasil; veja local e data

Após confirmar única apresentação em solo brasileiro, marcada para o dia 2 de outubro, na Audio, em São Paulo, o grupo norte-americano De La Soul estendeu sua passagem pelo país e confirma show extra em Curitiba. A nova data está marcada para o dia 3 de outubro, no Canto das Pedras da Pedreira Paulo Leminski, a partir das 18h, com ingressos já disponíveis pela plataforma Meaple. Formado no fim dos anos 1980, o De La Soul rapidamente se destacou por romper com os clichês do rap da época. Com uso inventivo de samples, letras sofisticadas e uma identidade visual irreverente, o trio ajudou a consolidar o hip hop alternativo e influenciou diretamente nomes como A Tribe Called Quest, The Roots, Common, Mos Def e, anos depois, Kendrick Lamar e o coletivo Odd Future. Com o lançamento do disco 3 Feet High and Rising (1989), o trio colocou em circulação um novo jeito de fazer rap: mais experimental, livre e reflexivo. Faixas como Me Myself and I, Eye Know e Stakes Is High marcaram época e seguem sendo revisitadas por novas gerações. A atual turnê também carrega um tom de homenagem. Desde o falecimento de Trugoy the Dove (nome artístico de David Jolicoeur), em 2023, as apresentações do De La Soul têm servido como celebração do legado construído ao longo de mais de três décadas. Fundador e voz central do grupo, Trugoy foi peça-chave na construção da identidade do De La Soul — um percurso que moldou a história do hip hop e segue reverberando no presente. Responsáveis por trazer o grupo à capital paranaense, a produtora Planeta Brasil Entretenimento e Goat Entertainment assinam a realização do evento. Referências nacionais na execução de grandes experiências ao vivo, as produtoras curitibanas consolidam, mais uma vez, seu papel como ponte entre o público brasileiro e atrações internacionais de peso. A aguardada apresentação do grupo De La Soul em Curitiba acontece no dia 3 de outubro, no Canto das Pedras da Pedreira Paulo Leminski (Rua João Gava, 970).

Entrevista | Cachorro Grande – “É bacana perceber que esse amor antigo ainda sobrevive”

No ano em que completa 25 anos de fundação, a formação clássica do Cachorro Grande volta a se reunir para uma série de comemorações. A banda, que encerrou oficialmente suas atividades em 2019, está de volta aos palcos com uma turnê especial que passa por diversas capitais brasileiras. Em São Paulo, o quarteto se apresenta nesta sexta-feira (8), no Carioca Club, a partir das 20h. Ainda há ingressos à venda. O guitarrista Marcelo Gross, um dos fundadores e figura central na história do Cachorro Grande, conversou com o Blog n’ Roll sobre o retorno da banda, a química que se mantém intacta após tantos anos e a forma como essa reunião reacendeu não só a relação entre os integrantes, mas também a conexão com o público. Na entrevista, Gross comentou a possibilidade de novas músicas do Cachorro Grande, analisou o atual cenário do rock no Brasil e no mundo e relembrou histórias de bastidores que vão desde improvisos de palco até o dia em que abriram para os Rolling Stones no estádio Beira-Rio, em Porto Alegre. Confira a íntegra da entrevista abaixo. Quando a banda entrou em hiato em 2019, vocês imaginavam que a reunião aconteceria tão cedo? A gente não imaginava que fosse ser tão cedo. Quando a gente anunciou o hiato, baixamos a cabeça e começamos a trabalhar nos nossos projetos individuais, mas veio a pandemia, que exacerbou um pouco a vontade da gente estar no palco de novo, de estar junto, tocar para a galera.  Logo depois da pandemia, a gente fez um show de reunião para matar a saudade, depois daqueles dois, três anos de isolamento social. Depois que a gente fez esse show, que foi tão bacana, resolvemos fazer um evento anual de reunião da banda, que aconteceu em 2024 e 2025. A gente decidiu fazer essa turnê por conta que os shows estavam muito bons, tinha uma demanda muito grande de público para assistir a gente, então acho que foi a hora certa para se reunir, comemorar os 25 anos e quem sabe ainda o que vem pela frente, né?  Acredito que a gente está no momento em que o rock está voltando, a galera está cansada dessa coisa pré-fabricada e também isso parece ser uma coisa que está rolando no mundo inteiro: essa demanda pelo bom e velho rock and roll desgraçado.  Há chances de o Cachorro Grande lançar músicas ou um álbum novo, mesmo com todos focados nos projetos solo? Estamos bastante envolvidos com os nossos projetos solos, e a gente foi vendo até onde a gente podia ir com esse lance da Cachorro Grande. Os shows anuais sempre foram muito legais, tudo ocorreu de uma maneira muito tranquila e agradável. As feridas da banda se cicatrizaram.  Durante esse um ano que a gente está fazendo a turnê de 25 anos, fomos mandando músicas novas e tem um material que poderia ser gravado, então existe essa possibilidade. Como a gente está se dando bem, a turnê está indo bem, é provável que no futuro lance alguma coisa, dê uma pausa nas carreiras solo para lançar algo novo. O que mudou na relação entre vocês desde a separação até agora? O problema de quando a gente acabou é que passamos muito tempo juntos, então precisava respirar um do outro, fazer novos projetos, outras coisas, para dar uma arejada na cabeça. Agora está sendo muito bacana, acho que a nossa relação está melhor do que nunca. Os shows têm sido musicalmente muito bons, isso é importante. E é isso, a gente também tem o carinho do público, a galera mais velha que tem essa memória afetiva com a gente, que está levando os filhos, tem uma geração mais nova que não tinha assistido a banda. Tudo isso sensibiliza a gente e faz com que façamos tudo com muito carinho e valorize a presença um do outro. Apesar de termos vivido tanto tempo com muita intensidade juntos, o pessoal está na casa dos 50 anos, a gente já não sabe mais até quando vamos estar por aí, então é bacana perceber que esse amor antigo ainda sobrevive. Na sua opinião, o que torna a formação clássica do Cachorro Grande tão especial para o público? Acho que é uma coisa que a gente mesmo sentiu nos primeiros ensaios lá em 1999, quando reuniu eu, o (Gabriel) Boizinho e o Beto (Bruno). O Boizinho batendo forte na bateria, eu tocando os four chords na guitarra, o Beto com aquela característica da voz dele, depois se juntou o Pedro nos teclados.  Como disse antes, não tem como não reconhecer que a química causa na gente e nas pessoas uma fagulha, uma energia que é especial. É a música que a gente faz junto, a característica pessoal de cada um, que cada um tem quando vai tocar, provoca uma mistura que é a Cachorro Grande. Como foi pensado o repertório do show de 25 anos do Cachorro Grande em São Paulo? Como é uma comemoração de 25 anos da banda, ele quase se faz sozinho. Brinco com os guris, o set se faz sozinho porque são quase dez discos, vários hits, clipes que ficaram na memória das pessoas na época da MTV, então se tu botar só as músicas que não poderiam faltar no show, já dá o show. A gente sempre brincou com improvisos no meio do show, a banda se solta ali em vários momentos. Cada show será um show único.  O público pode esperar todos os grandes sucessos nesse show? Sim. Não vai faltar nenhuma das favoritas. Os lados B a gente deixa mais para o futuro. Claro que tem uma ou outra coisa, mas é um show essencialmente de hits. Como foi assistir novamente ao documentário A Última Banda de Rock após o retorno da banda? Assisti quando saiu, há um ano, e só fui assistir novamente agora, quando rolou no festival In-Edit, aqui em São Paulo. A gente reuniu a banda para assistir. Lembro a primeira vez que assisti e fiquei meio tenso:

Balaclava traz banda inglesa Bôa ao Brasil em novembro

A banda britânica Bôa, conhecida por seu som alternativo e etéreo, responsáveis pelo mega hit atemporal Duvet, que viralizou no TikTok em 2023 e está vivendo um renascimento artístico e cultural, confirmou show único no Brasil. O trio liderado pela vocalista Jasmine Rodgers, filha do lendário cantor Paul Rodgers (Free, Bad Company, Queen), vem ao país pela primeira vez em 25 de novembro, no Cine Joia, em São Paulo. Os ingressos já estão à venda online no site da Ingresse, e presencial, sem taxa de conveniência, no Takkø Café (confira os horários de funcionamento).  Formada em Londres em 1993, a banda é formada por Jasmine Rodgers (guitarrista e vocalista), Alex Caird (baixista) e Lee Sullivan (baterista). Sua discografia conta com três álbuns lançados, além de um EP e seis singles. Bôa surgiu como uma banda alternativa com fortes influências do trip-hop, indie e post-britpop. O grupo ganhou notoriedade internacional com o lançamento do álbum Twilight de 2001, misturando elementos de rock alternativo, eletrônico e acústico, remetendo a nomes como The Cranberries, Everything But The Girl e Cocteau Twins. Faixas como Duvet, Twilight e Deeply continuam a ser redescobertas por ouvintes em playlists nostálgicas e lo-fi. Após um hiato prolongado e projetos paralelos de seus membros, o Bôa começou a retomar atividades em meados dos anos 2020, inicialmente com reuniões esporádicas e lives acústicas. Em 2023, com o boom nostálgico em torno do anime Serial Experiments Lain e o sucesso renovado de Duvet no TikTok e Spotify, a banda decidiu oficializar seu retorno. A canção viralizou, com sua melodia melancólica e letra introspectiva, trazendo à banda um status cult inesperado e duradouro. A faixa alcançou a marca impressionante de 800 milhões de plays nas plataformas digitais e 24 milhões de visualizações no YouTube. Em 2024, o grupo lançou o single Refractions, uma faixa inédita que preserva o lirismo poético de Jasmine, com produção refinada e atmosferas modernas. A recepção crítica foi calorosa, destacando a evolução sonora do grupo sem perder sua identidade emocional e introspectiva. Atualmente, o Bôa trabalha em um novo EP, previsto para o fim de 2025, e iniciou uma turnê internacional com datas no Reino Unido, Japão, EUA e América Latina. A banda celebra uma nova fase com material inédito, shows e uma conexão intergeracional com seu público — mantendo o espírito independente e sensível que sempre os caracterizou. serviço: Balaclava apresenta: Bôa (UK) em São Paulo  Data: 25 de novembro de 2025, terça-feira Local: Cine Joia Praça Carlos Gomes, 82 – Liberdade Horários: Portas 20h / Show 21h30 Classificação etária: 16+ / menores de 16 anos acompanhados dos pais ou responsável legal Ingressos Ponto de venda físico (sem taxa de conveniência) Takkø Café  R. Maj. Sertório, 553 – Vila Buarque – São Paulo/SP Horários: Terça à Sexta, das 8h às 17h / Sáb, dom e feriados, das 9h às 18h.

Cachorro Grande celebra 25 anos com show histórico da formação clássica em São Paulo

A lendária banda gaúcha Cachorro Grande encerra a turnê de aniversário de 25 anos com um show especial nesta sexta-feira (8/8), no Carioca Club, em São Paulo. A apresentação reúne novamente a formação clássica com Beto Bruno (vocal), Marcelo Gross (guitarra), Gabriel Azambuja (bateria) e Pedro Pelotas (teclado), encerrando a passagem pelo estado paulista em grande estilo. O show marca a celebração de uma trajetória que começou em 2000, quando a banda porto-alegrense começou a construir seu legado com disco homônimo e hits que conectaram rock garage com referências setentistas e atmosferas psicodélicas. Nesses 25 anos, Cachorro Grande consolidou clássicos como Lunático, Sexperienced, De Baixo do Meu Chapéu e Dia Perfeito, além de uma presença consistente em circuitos nacionais independentes e festivais como Planeta Atlântida. Com abertura da banda Hurricanes, influenciada diretamente pela sonoridade da Cachorro Grande, os ingressos para o show estão disponíveis no Clube do Ingresso. Se você mora em São Paulo e ainda não viu essa formação ao vivo, essa é a última chance em 2025 para sentir na pele o vigor e a autenticidade que definiram a banda por mais de duas décadas. ServiçoData: Sexta-feira, 8 de agosto de 2025Local: Carioca Club – R. Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros, São Paulo/SPAbertura da casa: 22hAtrações: Hurricanes (abertura) + Cachorro GrandeIngressos: A partir de R$90Vendas online: clubedoingresso.com

Boris vem ao Brasil pela 1ª vez com turnê de 20 anos do icônico álbum Pink

Em celebração do 20º aniversário do icônico álbum Pink, as lendas japonesas Boris anunciam a primeira turnê na América do Sul em novembro de 2025. O Brasil recebe show único, dia 30, em São Paulo, no Fabrique Club. A produção local é conjunta entre Powerline Music & Books, Abraxas e Maraty. Os ingressos já estão à venda. Boris foi formado em 1992 e, eventualmente, chegou à formação atual da banda com Takeshi, Wata e Atsuo em 1996. O trio fundiu o rock pesado cativante com paisagens sonoras expansivas e experimentais, duas forças aparentemente opostas trazidas à harmonia em um único plano sônico. É ainda hoje uma das bandas mais experimentais e respeitadas do underground global por sua capacidade camaleônica de transitar entre gêneros como drone metal, noise rock, sludge, shoegaze, ambient, punk, doom e psicodelia, frequentemente dentro de um mesmo álbum ou até de uma mesma música. Com Pink como um ponto crucial, lançado em 2006, Boris evoluiu e aprofundou ainda mais sua própria definição de “pesado” ao lançar um imenso corpo de trabalho, enquanto expandia o escopo de seus esforços criativos. Mesmo agora, eles permanecem inabaláveis por convenções, refinando uma estética singular que desafia a previsibilidade. Esta turnê que celebra o 20º aniversário de Pink será realizada pela formação de três integrantes daquela época. Centrada em faixas de Pink, a turnê contará com o mesmo setlist que ousadamente repintou o mapa do rock pesado com suas cores sonoras vívidas. Ao longo dos anos, Boris tem explorado incansavelmente sua própria versão do que é pesado por métodos totalmente próprios. Embora as profundezas de sua “pesadez” possam se intensificar, seus músicos únicos desafiam a classificação em qualquer gênero ou estilo, então vamos apenas chamá-lo de verdadeiro “heavy music” em cores extremas. Sua música foi chamada de “mudança de jogo” em relação à vanguarda da cena rock mundial, e essa influência é ilimitada. Eles entram em reinos que não podem ser descritos simplesmente em termos de “som explosivo” ou “rugidos trovejantes” que se tornaram sua marca registrada. Melvins é uma das maiores influências na formação do som do Boris, especialmente nos primeiros anos. O peso arrastado, o experimentalismo, a liberdade estrutural e a mistura de noise com sludge e punk que caracterizam o Melvins foram fundamentais para moldar a identidade de Boris. O nome Boris, inclusive, vem de uma música do Melvins, do álbum Bullhead (1991). A banda comenta sobre os 20 anos de Pink e da inédita e tão aguardada turnê sul-americana em novembro deste ano: “Você se lembra dos Dias Rosa? Para aqueles que vivenciaram essa era em tempo real — e para aqueles que a estão encontrando ao vivo pela primeira vez — essa pergunta ressoará através de linhas do tempo pessoais, unindo passado e futuro. Esta turnê promete ser muito mais do que uma simples celebração de aniversário. Ela oferece um vislumbre poderoso e imersivo tanto do futuro quanto da natureza multifacetada do rock pesado em si”. Boris (Japão) em São Paulo Data: 30 de novembro de 2025 Horário: 18h (abertura da casa) Local: Fabrique Club (rua Barra Funda, 1071 – Barra Funda, São Paulo) Ingressos Valores: R$ 170,00 (Meia Estudante – 1º lote), R$ 180,00 (Meia Solidária – 1º lote) e R$ 340,00 (Inteira – 1º lote)

Primal Scream vem ao Brasil em novembro para show único

A Balaclava Records, em parceria com a produtora Music On Events, anunciaram a vinda da lendária banda escocesa Primal Scream, um dos nomes mais influentes da música indie e alternativa desde o início dos anos 90. O grupo, liderado por Bobby Gillespie, vem ao país em apresentação única no dia 11 de novembro, na Audio, em São Paulo. Os ingressos estarão disponíveis para compra a partir do dia 5 de agosto no site da Ticketmaster Brasil, e presencial, sem taxa de conveniência, no Shopping Ibirapuera. Formado em 1984 em Glasgow, o Primal Scream é um dos nomes mais inovadores e influentes do rock britânico. Liderada por Bobby Gillespie, também conhecido por ser um dos integrantes fundadores da emblemática Jesus & Mary Chain, a banda atravessou décadas reinventando seu som e desafiando rótulos musicais, misturando rock, psicodelia, dance music, dub e punk com maestria. Com uma carreira que conta com inúmeros hits em rádios do mundo todo, a banda lançou em 1987 seu disco de estreia, Sonic Flower Groove, influenciado por The Byrds, Velvet Underground e a cena de C86. O material não só serviu para apresentar o grupo ao público como também deu início a um estilo musical que definiria a década seguinte, abrindo caminho para grupos como The Stone Roses e The Happy Mondays. O álbum seguinte, Primal Scream (1989), apresentou uma evolução musical significante para a banda, mas foi Screamadelica (1991) o lançamento mais marcante deles, responsável por mudar a cara do pop britânico, trazendo uma fusão inusitada de ritmos como dance, dub, techno, acid house e rock, colocando a banda em seu auge. As faixas Movin’ on Up, Come Together e Loaded são consideradas clássicos da música alternativa e marcaram a geração musical da época. Os anos seguintes trouxeram uma série de sucessos e bons lançamentos, alternando momentos mais dançantes e eletrônicos com o rock e indie britânico, em canções como Rocks, Country Girl, Can’t Go Back. O grupo retorna ao Brasil com um show que promete explorar sua história e também inaugurar uma nova era: a apresentação ao vivo de seu álbum mais recente, Come Ahead, lançado no final de 2024. Após esgotar os ingressos de sua recente turnê pelo Reino Unido e Irlanda, onde revisitaram clássicos e estrearam novas músicas como Love Insurrection, Deep Dark Waters e Ready To Go Home, Bobby e companhia chegam com um show renovado, eletrizante e cheio de mensagens politizadas. O novo material marca um retorno com espírito combativo, sem perder a mistura de rock, psicodelia e eletrônica que definiu a banda desde o Screamadelica até os dias atuais. Com mais de 40 anos de história, Primal Scream continua sendo uma das bandas mais influentes da atualidade. O retorno aos palcos internacionais vem com a energia intacta e um repertório que mistura passado, presente e futuro. Primal Scream em São Paulo Data: 11 de novembro de 2025, terça-feira Local: Audio Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 694 – Água Branca, São Paulo – SP, 05001-100 Horários: Portas 19h30 / Show 21h30 Classificação etária: 18+ Ingressos Ponto de venda físico (sem taxa de conveniência): Shopping Ibirapuera Av. Ibirapuera, 3103 – Piso: Jurupis (subsolo) – Indianópolis. Horários: terça a sábado, das 10h às 22h, e domingos e feriados, das 14h às 20h, com fechamento às segundas-feiras. Para comprar ingressos na bilheteria, é necessário informar um e-mail válido e CPF, e ter o aplicativo Quentro instalado no celular. Após a compra, o ingresso deve ser verificado no aplicativo.

Sworn Enemy anuncia seu primeiro show no Brasil

Veterana do hardcore nova-iorquino, a banda Sworn Enemy desembarca pela primeira vez no Brasil em outubro para um show único em São Paulo. A apresentação será no dia 19, um domingo, na tradicional casa Burning House, no bairro da Água Branca. Os ingressos já estão à venda pelo site Fastix, com valores promocionais a partir de R$ 120. Na ativa desde 1997, o Sworn Enemy mistura a brutalidade do hardcore com riffs cortantes que flertam com o thrash metal e o crossover. A formação atual conta com Sal Lococo (vocal e único membro original), Jeff Cummings (guitarra), Matt Garzilli (guitarra), Mike Pucciarelli (baixo) e Jackson (bateria). Reconhecidos pelas performances explosivas, a banda alcançou projeção mundial com o disco As Real As It Gets (2003), que os levou a dividir turnês com nomes como Anthrax, Sepultura e Biohazard. O disco mais recente, Gamechanger (2019), marcou uma fase de renovação criativa. Produzido por Robb Flynn (Machine Head), o álbum foi comparado ao clássico Urban Discipline, do Biohazard, em resenha da Metal Insider. Com groove pesado e breakdowns certeiros, o trabalho reafirma a essência crua e combativa da banda. A produção do show é da New Direction Productions, que encerra o mês de julho com seu sexto e último anúncio de turnê internacional. O evento ainda contará com bandas nacionais de abertura, que serão divulgadas em breve. SERVIÇOSworn Enemy (Nova Iorque – EUA) em São Paulo Data: 19 de outubro de 2025 (domingo)Horário: a partir das 16hLocal: Burning House (Avenida Santa Marina, 247 – Água Branca – São Paulo/SP)Venda online: fastix.com.br/events/sworn-enemy-eua-em-sao-paulo Ingressos em Lote Promocional:R$ 120,00 (Meia Entrada / Solidária)R$ 240,00 (Inteira)

Billy Idol deve anunciar turnê pela América do Sul com datas no Brasil

O ícone do punk e do rock oitentista, Billy Idol, deve retornar ao Brasil em novembro deste ano como parte de uma nova turnê pela América do Sul. O anúncio oficial está previsto para o dia 5 de agosto, mas fontes ligadas à produção local já apontam shows confirmados em território brasileiro, além de datas na Argentina, Chile, Colômbia e Peru. Caso a confirmação se concretize, essa será a segunda visita do cantor ao país em menos de três anos. Em 2022, Billy Idol se apresentou no Rock in Rio, com um show elogiado por sua energia e hits nostálgicos. Ele também passou por São Paulo, em um sideshow que antecedeu o festival. A nova turnê faz parte da sequência de shows comemorativos que Billy tem feito desde o retorno definitivo aos palcos na última década. O repertório deve incluir clássicos como Rebel Yell, White Wedding, Dancing with Myself e Eyes Without a Face, além de faixas de seus projetos mais recentes. Com mais de quatro décadas de carreira, Billy Idol se consagrou como uma das vozes mais marcantes do rock mundial. Surgiu na cena punk britânica com o Generation X antes de embarcar em carreira solo nos anos 80, onde conquistou o sucesso global com sua mistura de atitude rebelde, visual icônico e uma sequência de hits que o tornaram um símbolo daquela geração. Joan Jett Joan Jett pode ser a grande surpresa na turnê sul-americana de Billy Idol. A roqueira está em negociações para ser a atração de abertura dos shows no Brasil e em outros países da região. Caso o acordo não se concretize, a equipe da cantora já estuda um retorno solo ao país em 2026, com um show próprio celebrando seus maiores sucessos. Ícone absoluto do rock desde os anos 70, Joan Jett ficou conhecida como fundadora da banda The Runaways e, depois, à frente do Joan Jett & The Blackhearts, emplacou hits como I Love Rock ‘n Roll, Bad Reputation e Crimson and Clover. Com atitude punk, voz marcante e presença de palco lendária, ela se mantém como um dos nomes mais influentes da história do gênero.

The Brian Jonestown Massacre retorna a São Paulo em novembro

Após um show sold out na estreia no Brasil em 2023, The Brian Jonestown Massacre, um dos nomes mais importantes do neo psicodelismo liderada pelo criativo multi-instrumentista e vocalista Anton Newcombe, retorna a São Paulo no dia 28 de novembro, no Espaço Usine (antigo Clash Club). Os ingressos já estão à venda no Fastix. A realização é da Maraty, produtora do jornalista André Barcinski junto ao produtor Leandro Carbonato, responsável há dois anos pela primeira vez do The Brian Jonestown Massacre na capital paulista, com todos os ingressos vendidos em uma lisérgica e memorável apresentação de 2h30 de duração. As bandas de abertura serão anunciadas já nos próximos dias. Formado em 1990, o The Brian Jonestown Massacre é uma fusão intensa e prolífica de folk, eletrônica, psicodelia, blues e garage rock. E já se passaram mais de 30 anos desde a estreia da banda com o single She Made Me/Evergreen. Desde então, Newcombe (vocalista, compositor, compositor, proprietário de estúdio, multi-instrumentista, produtor, engenheiro, pai, força da natureza do TBJM) coleciona sucessos e histórias. Lançado em 1992, enquanto a imprensa musical se dirigia aos EUA para ungir a próxima banda de guitarra americana como a moda do mês e as grandes gravadoras estavam à caça de esperançoso obedientes para serem sua última solução rápida, Anton Newcombe teve uma ideia: dizer não. Newcombe já havia se estabelecido como um compositor visionário, um homem para quem fazer música não era uma escolha de estilo de vida ou um corte de cabelo hipster, mas a própria essência da existência, e ele observou em horror silencioso enquanto seus colegas se conformavam timidamente com tudo – sim para contratos, sim para gestão, sim para sugestões, sim para isso, sim para aquilo, sim, sim, sim. Mas ele era diferente. Anton Newcombe estava prestes a dizer não para tudo. “Eu simplesmente sabia que teria mais sucesso de uma certa maneira ao dizer não, apenas sendo contrário porque eu percebi que se as pessoas gostassem de mim, elas iriam gostar de mim de qualquer forma”, ele diz. “Ou não gostarem de mim. Não importa.” Muito disso foi documentado no polêmico documentário ‘Dig!’, que ainda é celebrado como um dos melhores documentários de rock já feitos, e comemora seu 20º aniversário este ano. A versão remasterizada e expandida estreou no Sundance em janeiro. O álbum de estreia do Brian Jonestown Massacre, Methodrone, tingido de shoegazing, foi lançado em 1995 e desde então vários membros da banda se juntaram a Newcombe em suas escapadas sonoras, mas ele permaneceu o único constante, o gênio criativo no centro de uma das bandas mais fascinantes da música. Desde então, houve mais 20 álbuns sob o nome de Brian Jonestown Massacre, cada um embarcando em sua própria aventura de expansão da mente e explorando os reinos exteriores do rock’n’roll; rock psicodélico, country-blues, rock’n’roll raivoso, noise-pop relaxante e mais. Ao longo do caminho, Newcombe se estabeleceu como um talento único na vida, que viu a direção em que o indie-rock mainstream estava indo e optou por dar a volta longa. Ele emergiu como uma força revolucionária na música moderna, um herói underground. Não havia outro caminho, era assim que tinha que ser. “Minha única opção com tudo na vida sempre foi que você apenas pula no fogo”, ele declara. “Não importa o que seja.” É com esse espírito que ele pulou ao redor do mundo, da Costa Oeste a Nova York, de Manhattan à Islândia, e então a Berlim, onde viveu por 15 anos e tem dois apartamentos, um para morar e outro que foi convertido em seu estúdio. Depois de uma década de 2010 extremamente prolífica, que viu o lançamento de oito álbuns completos e um mini-álbum, Newcombe estava passando por um período de bloqueio criativo quando um dia ele pegou sua guitarra de 12 cordas e The Real (a faixa de abertura do álbum anterior Fire Doesn’t Grow on Trees) surgiu dele. Assim como o kraken, era como se ele tivesse convocado isso. “De repente, eu simplesmente ouvi algo”, ele diz. “E então não parou mais. Gravamos uma música inteira todos os dias, durante 70 dias seguidos.” No final, eles tinham 2 álbuns prontos para serem lançados. Juntando-se a Newcombe no estúdio para The Future Is Your Past estavam Hakon Adalsteinsson (guitarra) e Uri Rennert (bateria). Ao longo da carreira, o The Brian Jonestown Massacre figurou em diversas trilhas sonoras: Straight Up And Down é música tema da série televisiva da HBO, Boardwalk Empire; The Way It Was foi usada na trilha sonora do video game de corrida Need For Speed: The Run; Going To Hell fez parte da trilha sonora do clássico da comédia americana American Pie (1999); Not if You Were the Last Dandy on Earth aparece na trilha sonora de seu filme Broken Flowers. Além de Brasil, o TBJM tem mais três shows agendados na América do Sul entre novembro e dezembro deste ano: 30/11 em Montevidéu (Uruguai), 2/12 em Buenos Aires (Argentina) e 4/12 em Santiago (Chile). The Brian Jonestown Massacre em São Paulo + bandas de abertura Data: 28 de novembro de 2025 (sexta-feira) Horário: 20h Local: Espaço Usine (R. Barra Funda, 973 – Barra Funda, São Paulo – SP) Ingressos Valores em 1º lote: R$220,00 (Meia), R$ 230,00 (Meia Solidária – mediante doação de um 1 kg de alimento não perecível), R$ 440,00.