Entrevista | The Main Squeeze – “Queríamos fazer um álbum que soasse como atual”

Em sua primeira apresentação no Brasil, no último dia 13, no Bourbon Street, em São Paulo, a banda norte-americana The Main Squeeze mostrou não só sua energia no palco, mas também seus bastidores criativos. Em entrevista ao Blog n’ Roll, o guitarrista Maximillian Newman, o Max, compartilhou detalhes do álbum Panorama, descrito como o mais ambicioso da carreira. “Queríamos um disco atual, que soasse moderno e transmitisse uma vibe”, contou, ao explicar como buscaram equilibrar inovação com a essência da The Main Squeeze. Um dos marcos dessa nova fase foi a performance audiovisual gravada no deserto de Mojave, inspirada em registros como Pink Floyd: Live at Pompeii. Para Max, unir música e paisagem em um vídeo com clima cinematográfico foi uma forma de se conectar com os fãs do YouTube e alcançar novos públicos. “Foi tão especial que queremos repetir esse formato no futuro”, revelou. Musicalmente, o grupo ousou ao incorporar elementos de psicodelia ao seu tradicional soul, funk e rock. Max citou Beatles, Hendrix e Tame Impala entre suas influências pessoais e destacou um novo processo criativo adotado neste álbum, no qual os integrantes compuseram partes separadamente antes de se reunirem no estúdio. “Trabalhar sozinhos juntos foi libertador”, disse. Confira a entrevista completa abaixo. O Panorama é descrito como o álbum mais ambicioso da carreira do The Main Squeeze. O que mudou na abordagem criativa e musical neste novo trabalho? Acho que é o nosso quarto ou quinto álbum, dependendo se você contar certos EPs e coisas do tipo. Então, quando você está constantemente tentando se redefinir, mantendo-se fiel ao que seus fãs amam em você, certo? No nosso caso, a musicalidade, a verdadeira paixão pela energia ao vivo. Mas queríamos fazer um álbum que soasse como atual, não soasse antigo. E queríamos fazer um álbum que as pessoas pudessem simplesmente colocar para tocar, e que ele tocasse em segundo plano. Pode exigir sua atenção, mas também cria uma vibe, porque acho que, nos dias de hoje, a vibe é muito importante na música. As pessoas realmente só querem uma vibe. Então, tentamos fazer um álbum que transmitisse a vibe, talvez seja a melhor maneira de dizer. Mas sim, quando você faz isso há tanto tempo quanto nós, tipo uns dez anos, você tem que continuar se desafiando para evoluir, enquanto se mantém fiel ao mesmo tempo. Então, é um desafio, mas realmente acredito que este álbum foi o melhor exemplo disso que já alcançamos. Estamos muito animados por ele ter sido lançado mundialmente. A performance gravada no deserto de Mojave gerou grande repercussão antes mesmo do lançamento do álbum. Como surgiu a ideia de unir música e paisagem nesse projeto audiovisual do The Main Squeeze? Essencialmente, houve alguns exemplos que diria que foram muito influentes para nós. Provavelmente o mais influente foi o Pink Floyd Live at Pompeii, um filme de show inacreditável, e ambientado em um cenário incrível, simplesmente insano. Então tivemos até alguns outros que vimos no YouTube, como esse cara, Yannick, algo assim, não me lembro. Mas vi vários vídeos de músicos tocando em lugares lindos. E acho que, para nós, o YouTube sempre foi algo muito importante, algo muito importante para os nossos fãs. Foi uma grande conquista para nós, novos fãs, ao longo dos anos. E queríamos compartilhar as músicas novas, as originais também, com a base de fãs do YouTube. Mas queríamos fazer algo realmente especial que chamasse a atenção deles. Sabe o que quero dizer? Então, primeiro, fazer ao ar livre, em um cenário incrível na Califórnia, onde moramos, e depois fazer um vídeo longo, quase como um filme. Esses são os elementos que queríamos ver acontecer. Então, estamos muito animados com isso. Honestamente, correu tão bem que acho que tentaremos fazer isso cada vez mais no futuro. A mistura de psicodelia com soul, funk e rock trouxe novas camadas ao som da banda. Como foi explorar essas texturas modernas e ainda manter a identidade do The Main Squeeze? Foi ótimo, muito libertador e muito divertido explorar um novo lado de nós mesmos. A música psicodélica sempre foi um gênero importante para mim. Sou um grande fã dos Beatles e Jimi Hendrix e de muita coisa daquela época, mas também de música psicodélica ainda mais moderna, como Tame Impala, que é uma grande influência. Então, houve diferentes influências com as quais conseguimos nos conectar em músicas que realmente amamos. Foi simplesmente incrível poder explorar isso. E acho que outra coisa que fizemos de diferente foi que, em cada álbum, nos sentávamos juntos em uma sala, os cinco, e começávamos a criar isso. E isso aconteceu com algumas das músicas, mas apenas algumas. Desta vez, tentamos algo novo, onde eu criava algo sozinho no meu próprio quarto, no meu próprio ambiente de gravação, não uma música inteira, mas apenas um esboço. E então enviava isso para o Rob, nosso baixista, e ele adicionava mais. Depois, ele enviava para o Smiley, nosso tecladista, e ele adicionava mais. E, por fim, o Ruben tocava a bateria, e então nos reuníamos e compúnhamos uma música para acompanhar a faixa. Só depois íamos para o estúdio e gravávamos tudo juntos novamente. Mas esse processo de trabalhar sozinhos juntos foi realmente libertador e divertido. E acho que é sempre importante, como disse, continuar tentando coisas novas para que não fique estagnado. E todos vocês moram na Califórnia? Sim, então na época todos nós morávamos na Califórnia, exceto o Rob, que está em Nevada, é bem perto, umas três horas de carro. Eventualmente, o Corey também se mudou para Nevada. Então é como se todos morássemos muito perto, mas ainda fazia sentido ficar trocando ideias. Isso acabou sendo uma força e um presente, porque era o que precisávamos para encontrar algo novo. A química entre vocês é frequentemente citada como uma das forças do grupo. Como essa conexão se desenvolveu desde os tempos de universidade até os grandes palcos de hoje? O nosso segredo é que somos boas pessoas. Nós nos importamos uns com os outros como
Entrevista | Ziggy Alberts – “Yago Dora é meu surfista favorito”

Pela primeira vez no Brasil, o músico australiano Ziggy Alberts sobe ao palco do Cine Joia, em São Paulo, neste sábado (28), às 20h, para um show único e intimista. Conhecido por suas canções que misturam folk, surf music e mensagens ambientais, o artista desembarca no país diretamente do México e promete uma noite repleta de boas vibrações. Ainda há ingressos disponíveis. “Minha expectativa é de muita dança, muita música, muitas vibrações positivas”, resume Ziggy, bem-humorado, apesar do cansaço da longa viagem. “Dormimos umas duas horas desde que chegamos. Mas espero ter a melhor noite de sono da minha vida hoje à noite”, brinca o cantor, que passou o dia em entrevistas e, mesmo exausto, já teve tempo de experimentar um autêntico churrasco brasileiro. Na conversa com o Blog n’ Roll, Ziggy Alberts compartilhou que, embora ainda não tenha explorado a cidade, já teve boas experiências gastronômicas e espera por mais aventuras nas próximas 24 horas. Ligado ao Brasil também por amizades, o músico revelou que mantém contato com o cantor Vitor Kley e já teve a oportunidade de cantar ao lado de outra artista brasileira, Tainá, atualmente radicada em Lisboa. Confira a íntegra da entrevista de Ziggy Alberts abaixo. Como está a expectativa para o show em São Paulo? Minha expectativa é que eu tenha a melhor noite de sono da minha vida hoje à noite, porque dormimos umas duas horas desde que chegamos. Pegamos o avião, tiramos um cochilo e passamos o dia inteiro em entrevistas. Então, minha expectativa é uma boa noite de sono. No sábado (hoje), minha expectativa é de muita dança, muita música, muitas vibrações positivas. Você veio direto da Austrália ou estava em outro país? Viemos do México, Cidade do México. Mas voamos à noite, quando deveríamos dormir, mas com o voo, já era de manhã quando chegamos. Então, simplesmente dissemos que não dormiríamos. Então você não teve a chance de explorar a cidade? Ainda não, mas comemos um churrasco muito bom. Minha exploração já começou, tivemos uma grande aventura e talvez possa ter ainda mais aventuras gastronômicas nas próximas 24 horas. Na nossa última entrevista, você me disse que é amigo do Vitor Kley. Ele te apresentou a outros músicos brasileiros? Ainda não. Ainda não, mas tem uma garota que mora em Lisboa agora e o nome dela é Tainá. Ela parece estar fazendo um enorme sucesso, o que é muito bom para ela. E ela é brasileira. Eu a conheci por estar em Portugal. E cantamos juntos no palco. Então, obviamente, estou muito feliz em conhecer mais músicos brasileiros também. Você vê algum paralelo entre o Brasil e a Austrália? Na sua opinião, onde as duas culturas se cruzam? Oceano, sol, comida, socialização. É, eu acho que são realmente a mesma coisa, a mesma coisa, mas diferentes, sabe? E o Brasil e a Austrália têm compartilhado alguns rios icônicos para o surfe nos últimos anos. Você acompanha o circuito mundial de surfe? Tem algum atleta favorito? Acho que meu atleta brasileiro favorito é provavelmente o Yago Dora. Acho que ele está no circuito mundial agora e tem um desempenho muito bom. Ele é um ótimo agente livre, mas também está tendo muito sucesso diante de seus competidores. Então, se eu escolher um, esse é meu surfista favorito. Você consegue surfar durante seu tempo livre? Tento surfar o máximo que posso durante meu tempo livre. Até tive a sorte de surfar em um rio no Canadá. Pegamos um jet ski e fomos para uma onda secreta louca. E foi muito divertido surfar em uma corredeira. Se você fosse montar uma banda dos sonhos, quem você escolheria para vocal, guitarra, baixo e bateria? Matt Corby para vocal (descoberto no Australian Idol), James Bay na guitarra, Paulie Bromley, o Paulie B (The Beautiful Girls), que é meu colega, no baixo, e o meu amigo Nick Saxon na bateria. Quais são os três álbuns que mais moldaram sua música e o que os torna tão impactantes? Every Kingdom, de Ben Howard, mudou minha visão. Telluric, de Matt Corby, é outro álbum marcante. Hosea, do Hosea, fecha essa lista.
Kendrick Lamar anuncia único show em SP em setembro

Kendrick Lamar desembarca com a turnê Grand National Tour em São Paulo. O show acontece no dia 30 de setembro, no Allianz Parque. A pré-venda de ingressos começa na próxima segunda (30), às 11h, na Ticketmaster, e às 12h, na bilheteria do estádio. Os preços variam entre R$ 280,00 (cadeira superior/meia) e R$ 990,00 (pista premium/inteira). A venda geral começa na quarta (2). Fãs podem comprar ingressos sem taxas na bilheteria do Allianz Parque (av. Francisco Matarazzo, 1705, Água Branca). No site, há a cobrança da taxa de serviço, que custa 20% do valor do bilhete, e da taxa de administração, que soma R$ 21,74. KENDRICK LAMAR: GRAND NATIONAL TOURAllianz Parque – av. Francisco Matarazzo, 1.705, Água Branca, região oeste. 30/9Ingr.: a partir de R$ 560 (cadeira superior) em Ticketmaster
Cap’n Jazz vem ao Brasil para esquenta do Balaclava Fest

O selo e produtora Balaclava Records anunciou uma noite de aquecimento de seu festival em São Paulo, o Balaclava Fest, trazendo pela primeira vez ao Brasil uma das bandas mais importantes da cena punk e underground norte-americana desde o início dos anos 1990. Trata-se do Cap’n Jazz, formada pelos irmãos Tim e Mike Kinsella, figuras emblemáticas do emo e indie rock de Chicago. O grupo vem ao país em apresentação única no dia 8 de novembro, no Cine Joia. Os ingressos já estão à venda online no site da Ingresse e presencial, sem taxa de conveniência, no Takkø Café. Com curta duração em sua carreira mas altamente influente, o Cap’n Jazz ajudou a transformar gêneros, de um subgênero punk profundamente underground em um subconjunto mais amplamente aceito do indie rock. A principal contribuição do grupo foi no estilo — eles ajudaram a mudar o foco musical sempre evasivo do emo do prog-punk pós-hardcore para um punk-pop artístico, porém mais acessível. A banda foi formada no ano de 1993 em Buffalo Grove, no estado de Illinois, por amigos do ensino médio: Tim Kinsella (vocais), Victor Villareal (guitarra) e Sam Zurick (baixo), junto com o irmão mais novo de Tim, Mike Kinsella (bateria). A banda soltou alguns EPs e participou de coletâneas locais antes de adicionar o guitarrista Davey von Bohlen, natural de Milwaukee, em 1994. O grupo lançou seu único LP em 1995 e encerrou suas atividades durante uma turnê ainda no verão daquele ano. A obscuridade e escassez ajudou a se tornarem uma lenda no underground através do boca a boca. Alguns dos membros integrantes formaram então bandas icônicas, como American Football, Owen, Joan of Arc e Promise Ring, o que contribuiu para expandir a influência do Cap’n Jazz muito além de seu público inicial. Impulsionado pelas atividades musicais de seus integrantes, o interesse pela banda cresceu após seu término e, em 1998, a Jade Tree Records compilou a maioria de suas gravações (que já estavam fora de catálogo) em uma coletânea dupla em CD. Em 2001, os quatro membros originais — Mike, Tim, Victor e Sam — se reuniram e gravaram um álbum sob o nome “Owls” para a Jade Tree. Em 2010, a banda se reuniu novamente para uma série de shows ao vivo na região de Chicago, além de uma breve turnê fora do estado. O grupo recentemente retornou aos palcos para alguns shows comemorativos após um longo hiato. Com uma sonoridade muito própria para a época e difíceis de classificar, são um dos casos raros de bandas que se tornam cultuadas por públicos de variados gêneros musicais, como o indie, emocore, pós rock e pós hardcore. O Balaclava Fest acontece em 9 de novembro, no Tokio Marine Hall, em São Paulo, com shows de Stereolab, Yo La Tengo, Geordie Greep, Fcukers, Gab Ferreira, Jovens Ateus e Walfredo em Busca da Simbiose. Ainda há ingressos disponíveis para o evento.
My Chemical Romance confirma show com The Hives no Brasil; veja local e data

Dezessete anos após sua última visita, o My Chemical Romance retorna ao Brasil em 2026, com abertura do The Hives. O show vai acontecer no dia 5 de fevereiro de 2026, no Allianz Parque, em São Paulo, em uma realização da 30e. Clientes com cartões do Santander têm um período exclusivo de pré-venda com início na quarta-feira (25), às 10h, até quinta-feira (26), às 10h, para as categorias Clientes Santander Private e Select; de quinta-feira (26), às 10h, até sexta-feira (27), às 10h, para todos os cartões de crédito Santander, exceto cartões de viagens. Os ingressos estarão disponíveis no site da Eventim; a venda geral terá início na sexta-feira (27), ao meio-dia. O impacto do My Chemical Romance continua a ressoar através de gerações e esta influência não mostra sinais de diminuição. Exemplo disto é a série de sold-outs da turnê de 2025, Long Live: The Black Parade, que começa em julho. No início de junho, o grupo lançou uma edição expandida de seu segundo álbum, Three Cheers For Sweet Revenge (2004), certificado com três discos de platina. Rich Costey, produtor vencedor do Grammy, criou novas mixagens para a edição deluxe, que inclui quatro faixas bônus gravadas para a BBC: I’m Not Okay (I Promise), Helena e The Ghost Of You, além de uma versão ao vivo de You Know What They Do to Guys Like Us in Prison. O quinteto sueco The Hives fará o show de abertura da turnê na América do Sul. Com milhões de álbuns vendidos ao longo de seus trinta anos de carreira, a banda se consolidou como uma força a ser reconhecida por meio de seu som de garage rock, performances excêntricas ao vivo e smokings característicos. A formação atual conta com Howlin’ Pelle (voz), Nicholaus Arson (guitarra), Vigilante Carlstroem (guitarra), Chris Dangerous (bateria) e The Johan and Only (baixo). My Chemical Romance @São PauloData: 5 de fevereiro de 2026 (quinta-feira)Local: Allianz Parque – Avenida Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca, São Paulo/SPClassificação Etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 5 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais. Setores e preços
Referência em power metal, banda alemã Masterplan retorna a São Paulo

A consagrada banda alemã de power metal Masterplan, com os riffs e melodias sempre inspirados e potentes do veterano Roland Grapow (ex-Helloween), retorna a São Paulo em 31 de outubro. A banda, prestes a completar 25 anos de carreira, trará um repertório com canções de todas as fases. A produção é da Venus Concerts. Allen Key, TrendKill Ghosts e Seventh Seal serão as bandas de abertura para o show do Masterplan na capital paulista. Ao lado de Roland Grapow, o Masterplan é um time de músicos igualmente experientes, com experiência em diversas bandas de renome no heavy metal mundial. O tecladista Axel Mackenrott já foi apoio do Gamma Ray ao vivo; Jari Kainulainen, o baixista, tem passagens marcantes pelo Stratovarius e Evergrey; o vocalista Rick Altzi, no posto desde 2012, também canta no At Vance e já passou por diversas bandas; o baterista é Kevin Kott, ex-Freedom Call. Em duas décadas e meia de vida, o Masterplan lançou seis discos de estúdio – o último, PumpKings, traz versões para clássicos do Helloween da fase de Roland Grapow, considerada por muitos fãs do estilo como a mais criativa da famosa ex-banda do guitarrista. O disco de estreia, o autointitulado Masterplan, de 2003, ainda com Jorn Lande nos vocais e Uli Kusch (outro ex-Helloween), produzido por Andy Sneap, foi um início monumental. Masterplan em São Paulo Data: 31 de outubro de 2025 (Sexta-feira) Horário: 18h (abertura da casa) Local: Fabrique Club (Rua Barra Funda, 1071 – Barra Funda, São Paulo/SP – no Google Maps) Ingresso: https://fastix.com.br/events/masterplan-em-sao-paulo Valores: 1º Lote Meia e Meia Solidária (Válida para todos, levando 1kg de alimento não perecível: R$ 180,00 | 1° Lote Inteira: R$ 360,00
Pioneiro do metalcore, Integrity estreia no Brasil com show único

A banda Integrity, enfim, estreia no Brasil com show único em São Paulo, dia 26 de outubro, no Burning House. Os ingressos do show, que tem produção da ND Productions, estão à venda no Fastix. O Integrity começou e fez história nos Estados Unidos em 1988, mas está radicada desde 2003 na Bélgica, país que tem raízes firmes na história do hardcore metal dos idos de 1990 por conta de bandas como Liar e Arkangel. Conhecidos por seu som intenso e presença de palco energética, o Integrity se inspira em bandas como Judge, Septic Death, Negative Approach, Slayer e Celtic Frost. Já nomes como Ringworm, Buried Alive, Death Threat, Merauder, No Warning, All Out War e Strife são contemporâneas e que seguem a mesma linha do Integrity. O álbum de estreia, Those Who Fear Tomorrow (1991), foi crucial. A conceituada revista Revolver apontou que o disco “influenciou praticamente todos os breakdowns gravados depois” e a banda tem como discípulos bandas como Converge, Hatebreed e Killswitch Engage. A discografia do Integrity é imensa, com nove álbuns de estúdio, muitos slipts, registros ao vivo e participações em compilações. O lançamento mais recente é desde ano, um split com o Earth Crisis, em que uma banda toca músicas da outra. Três pilares moldaram o sucesso do Integrity ao longo dos anos: a atitude e ética DIY do hardcore punk (especialmente da cena straight edge e underground dos EUA, mesmo não sendo uma banda SXE), destilar riffs sombrios, distorcidos e pesados inspirados no metal, especialmente no thrash, death e black metal, além de letras com temáticas obscuras, existenciais e até místicas, diferente da política direta do hardcore tradicional. Vale destacar que o Integrity foi um dos precursores no uso de elementos eletrônicos, samples e influências góticas/industriais no hardcore. SERVIÇO Integrity pela 1ª vez em São Paulo Data: 26 de outubro de 2025 Local: Burning House Endereço: Av. Santa Marina, 247 – Água Branca, São Paulo Ingressos: R$150,00 (1º lote – meia e meia promocional); R$ 300,00 (1º lote – inteira) Venda online
Morrissey anuncia show em São Paulo em novembro

Fundador e vocalista do The Smiths, Morrissey desembarca em São Paulo em novembro para um show no Espaço Unimed no dia 12. As vendas começam na próxima sexta-feira (13), às 10h, pela Livepass, com ingressos custando a partir de R$ 490 (inteira) na pista. Pela sexta vez no Brasil, Morrissey quebrará um hiato de sete anos sem apresentações por aqui. No passado, o músico de 66 anos cancelou apresentações em São Paulo e Brasília, por um quadro de dengue. À frente do The Smiths, banda com apenas quatro álbuns de estúdio, Morrissey deixou uma marca definitiva na história da música. Já como artista solo, consolidou uma sonoridade única que segue ecoando há mais de quatro décadas, tornando-se uma das vozes mais aclamadas desse período. Desde o lançamento do primeiro single do The Smiths, Hand In Glove, o cenário musical nunca mais foi o mesmo — abrindo caminho para hinos como This Charming Man, How Soon Is Now? e There Is A Light That Never Goes Out. Na carreira solo, Morrissey manteve sua sequência de composições marcantes com canções como Suedehead, Everyday Is Like Sunday, Irish Blood, English Heart, First of the Gang to Die, entre muitas outras. MORRISSEY EM SÃO PAULOEspaço Unimed – r. Tagipuru, 795, Barra Funda, região oeste, Instagram @espacounimed12 de novembro, às 21h. Ingressos: R$ 490 (inteira) a partir de 13/06 em Livepass
Paralamas do Sucesso celebra 40 anos de clássicos no Allianz Parque neste sábado

O Paralamas do Sucesso sobe ao palco do Allianz Parque, em São Paulo, neste sábado (31), pela primeira vez em uma apresentação solo em estádio. Para a abertura da noite, o grupo convidou Dado Villa-Lobos, ex-guitarrista da Legião Urbana, que contará com a participação especial do cantor André Frateschi. Restam poucos ingressos disponíveis no site da Eventim. Com a abertura dos portões do Allianz Parque prevista para às 16h, a programação musical tem início às 19h, quando Dado Villa-Lobos sobe no palco ao lado de André Frateschi. Já a atração principal da noite — celebrando os 40 anos de clássicos dos Paralamas — está marcada para às 21h. OS PARALAMAS DO SUCESSO @ Allianz Parque – São Paulo Realização: 30eData: 31 de maio de 2025 (sábado)Local: Allianz Parque – Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca – São Paulo/SPHorário: 16h (abertura da casa) | 21h (início do show)Classificação Etária: 16 anos. Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais IngressosCadeira Superior – R$ 50,00 (meia-entrada legal) | R$ 60,00 (entrada social) | R$ 100,00 (inteira)Pista – R$ 112,50 (meia-entrada legal) | R$ 135,00 (entrada social) | R$ 225,00 (inteira)Cadeira Inferior – R$ 172,50 (meia-entrada legal) | R$ 207,00 (entrada social) | R$ 345,00 (inteira)Pista Premium – R$ 197,50 (meia-entrada legal) | R$ 237,00 (entrada social) | R$ 395,00 (inteira) Vendas online Bilheteria: Bilheteria A – Allianz Parque – Endereço: Rua Palestra Itália, 200 – Portão A – Perdizes – São Paulo/SP Funcionamento: Terça a sábado das 10h às 17h | *Não há funcionamento em feriados, emendas de feriados, dias de jogos ou em dias de eventos de outras empresas.