Encontro de gigantes no MITA: Djonga e Bk’ estremecem o Anhangabaú

Trazendo um show mais explosivo do que muitas bandas de rock, Djonga fez o público do palco Deezer pular bastante, no fim da tarde deste sábado (3), no MITA Festival, em São Paulo. Apresentando seu repertório solo na primeira metade do show, o rapper convidou BK’ e Luccas Carlos para encerrar a apresentação. Sempre muito comunicativo com o público, o artista mineiro entrou minutos antes de seu horário oficial para ter ainda mais tempo de apresentação. E logo nas primeiras canções, Djonga trouxe diversos casais que estavam na plateia para curtir Leal em cima do palco. A faixa, que é uma das mais famosas do músico, levou o público ao êxtase. Logo em seguida, BK’ foi chamado ao palco e apresentou algumas músicas de seu novo disco, Ícarus (2022). Luccas Carlos também subiu ao palco para cantar Planos, mas devido a problemas técnicos, a faixa precisou ser cantada sem o acompanhamento do ritmo, o que fez com que o público não curtisse tanto. Ainda no palco do MITA, a equipe de Djonga fez uma surpresa para o artista e trouxe um bolo de aniversário para ele, já que seu aniversário é no domingo (4). O rapper mergulhou o rosto no bolo, agradeceu e continuou seu show. O ponto alto da apresentação veio com a sequência Olho de Tigre e O Mundo é Nosso, esta última do primeiro disco do rapper mineiro, feita em colaboração com BK’. Em ambas as faixas, o público se fez presente e gritou “fogo nos racistas” em alto e bom som. E falando em discursos sociais, já comum nas apresentações do artista, muitas palavras sobre igualdade foram ditas durante o show, sempre recebendo grande apoio do público.

Com Arthur Verocai no palco, BadBadNotGood faz show introspectivo

Ainda na tarde deste sábado (3), no primeiro dia do MITA Festival em São Paulo, o grupo canadense BadBadNotGood trouxe um pouco do seu som instrumental para os fãs. Com um estilo um tanto diferente dos shows habituais, a banda foca todas as suas ações nos sons de seus instrumentos musicais, deixando o vocal em segundo plano. O disco mais lembrado pela banda durante a performance foi o Talk Memory (2021), último trabalho divulgado por eles. Mesmo com a óbvia preferência, ainda sobrou espaço para canções dos álbuns IV (2016) e III (2014). Com um público um pouco mais tímido devido ao som diferente do grupo, foi possível ouvir com calma e nitidamente tudo que os músicos estavam querendo transmitir. Mesmo com os fãs um pouco mais quietos, eles não deixaram de gritar e bater palmas para os canadenses no final de cada canção. Muito identificados com a música brasileira, os músicos ainda apresentaram um cover de Na Boca do Sol, de Arthur Verocai, que participou desse momento. A canção já faz parte do setlist do BadBadNotGood durante essa última série de shows. Por último, a banda tocou a faixa The Chocolate Conquistadors, single lançado em 2020 com o rapper MF DOOM. Assim como em quase todo o show, apenas o instrumental da faixa foi tocado. O grupo mostra que é possível fazer uma performance interessante e imersiva mesmo sem os vocais.

Duda Beat esbanja simpatia no MITA Festival

Uma das atrações exclusivas de São Paulo desta edição do MITA Festival, a cantora pernambucana Duda Beat mostrou mais uma vez o motivo de ter se tornado uma das queridinhas do pop brasileiro nos últimos anos. Transitando entre seus dois discos, Sinto Muito (2018) e Te Amo Lá Fora (2021), a cantora apresentou um setlist com mais de 15 canções para um público que ainda chegava ao Novo Anhangabaú por volta de 14h30 deste sábado (3). Mesmo com o festival ainda não atingindo seu ápice de pessoas no horário, engana-se quem pensa que o show da artista estava vazio. Os destaques vão para a simpatia de Duda Beat, que se comunica com o público durante toda a performance, e também para o show visual e coreográfico que ela e suas dançarinas trouxeram. Por se apresentar no palco Deezer, sem pista premium, o contato com o público também foi muito presente durante toda a performance. Nas canções, os fãs acompanharam grande parte das músicas presentes no primeiro álbum da cantora, com destaque para Bixinho, uma das faixas mais famosas da artista, tocada já no fim da apresentação. O ponto negativo do show acabou acontecendo no fim, já que durante a performance de Tocar Você, o microfone de Duda sofreu problemas técnicos, afetando o encerramento do show.

Tom Morello oscila em show com convidados de peso

Que Tom Morello é um dos melhores guitarristas de todos os tempos, ninguém tem dúvidas. O que ele produziu juntamente com Rage Against the Machine e Audioslave jamais será esquecido. Mas, no palco do Best of Blues and Rock, no encerramento da primeira noite, na sexta-feira (2), oscilou em momentos de puro tédio com outros emocionantes. O medley com músicas do RATM, logo no início, fez a frente do palco ficar bem cheia e animada. Afinal, lá estava Tom Morello tocando Bulls on Parade, Guerilla Radio, Know Your Enemy, entre outras.  No entanto, não estar acompanhado de Zack de la Rocha, vocalista do Rage Against the Machine, tira muito do peso dessas canções, que normalmente fariam São Paulo inteira tremer em situações normais. Claro que quem comprou o ingresso para ver o habilidoso guitarrista já esperava por isso. O telão imenso, totalmente projetado no palco, ajudou bastante na homenagem ao incrível Chris Cornell, parceiro de Morello no Audioslave. Quando tocou Like a Stone, com o rosto do falecido músico sendo mostrado, ficou difícil segurar a emoção. Porém, mesmo equilibrando o set entre influências e produções próprias, o show perdeu muito o fôlego. The Ghost of Tom Joad, que Morello já gravou com Bruce Springsteen, ficou totalmente irreconhecível. Mas chamou a atenção pela forma como foi tocada, com um coral de backing vocals e palmas dos integrantes. Reta final levanta show de Morello Na reta final, acompanhado dos amigos, Morello se soltou mais uma vez. Primeiro chamou Gary Cherone e Nuno Bettencourt, do Extreme, para tocarem Cochise, do Audioslave. Um golaço na reta final. Logo depois, já sem os convidados, tocou Killing in the Name, do RATM, deixando o público como vocalista. Aqui a ideia não funcionou. A música perdeu muito de sua força.  Mas a maior surpresa da noite estava guardada para o fim. Morello voltou a receber o Extreme no palco, mas agora com o acréscimo de Steve Vai, atração da segunda noite. Juntos, cantaram Power to the People, de John Lennon. Apesar de não ser um sing along tão forte quanto More Than Words, a canção ficou muito poderosa com todos os convidados juntos no palco. Um acerto e tanto para um show de altos e baixos.

Em tarde de tributos, Malvada empolga com solos de guitarra e alcance vocal

Na sequência de Nanda Moura veio a banda Malvada, segunda atração do primeiro dia do Best of Blues And Rock 2023, que homenageou Rita Lee, Janis Joplin e Jimi Hendrix no set. Formada por Angel Sberse (participante do The Voice Brasil 2020), Bruna Tsuruda, Marina Langer e Juliana Salgado, a Malvada também deu amostras do trabalho autoral, com destaque para as canções Perfeito Imperfeito, single lançado em fevereiro, e Pecado Capital, do álbum de estreia, A Noite Vai Ferver. Mais um Gole, primeiro single da banda, também foi muito bem recebido pelo público, que demonstrava ter a letra na ponta da língua.  Vale um destaque para a guitarrista Bruna Tsuruda, que demonstrou muita técnica nos solos. Mostrou muita desenvoltura para tocar Purple Haze, de Jimi Hendrix, também. Angel deixou a desejar na homenagem à Rita Lee com Esse tal de Roque Enrow. Mas agradou em cheio com o alcance vocal em Summertime, de Janis Joplin. A Noite vai Ferver, faixa-título do álbum de estreia, encerrou a apresentação em grande estilo. A Malvada tem grande potencial para alçar voos maiores.

Roger Waters confirma show extra em São Paulo; venda começa nesta terça

Todos os ingressos para o show de Roger Waters em São Paulo, dia 11 de novembro, no Allianz Parque, estão esgotados. A Bonus Track e a 30E, responsáveis pela realização da turnê This is Not a Drill no país, confirmaram um show extra no dia 12. A venda de ingressos terá início nesta terça-feira (30), no site da Eventim e em bilheteria credenciada. A farewell tour do músico inglês, um dos maiores nomes do rock mundial, vai passar por seis cidades brasileiras entre os meses de outubro e novembro de 2023 – Brasília, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Curitiba, Belo Horizonte e São Paulo. Originalmente programada para o ano de 2020, a turnê foi adiada por dois anos e teve início em julho de 2022 na cidade de Pittsburgh, nos Estados Unidos. Seus últimos shows serão realizados na América Latina. O show traz cerca de 20 clássicos de Roger Waters e também do período em que esteve no Pink Floyd, histórica banda de rock da qual foi um dos fundadores. Presentes no set list estão Us & Them, Comfortably Numb, Wish You Were Here e Is This The Life We Really Want? Waters também apresenta uma nova composição, The Bar. Alguns shows da turnê estão sendo transmitidos ao vivo em cinemas ao redor do mundo. This Is Not A Drill é uma nova e inovadora extravagância cinematográfica/rock and roll, é uma acusação impressionante da distopia corporativa na qual todos nós lutamos para sobreviver e um apelo à ação para amar, proteger e compartilhar nosso precioso e precário lar planetário. SÃO PAULO Data: 12 de novembro Abertura dos portões: 16 h Horário do show: 20 h Local: Allianz Parque – Rua Palestra Itália, 200 Ingressos: A partir de R$ 190 Classificação etária: Acima de 16 anos desacompanhado. De 5 a 15 anos é obrigatória a presença de um responsável legal. Venda de ingressos online: Eventim – a partir de 30/05, meio-dia SETORES | ENTRADA | MEIA ENTRADA Pista Premium | R$ 990 | R$ 495 Pista | R$ 520 | R$ 260 Cadeira Inferior | R$ 680 | R$ 340 Cadeira Superior | R$ 380 | R$ 190 Pacote VIP* | R$ 1.990 | R$ 1.445

Sound Bullet, Cronistas e Baluart se apresentam no Bujas, em Santos

As bandas Sound Bullet, Cronistas e Baluart se apresentam no dia 11 de junho, a partir das 16h, no Bujas Garagem Bar, na Avenida Washington Luís, 323, em Santos. A entrada antecipada custa R$ 25,00 e R$ 35,00 na porta. As três bandas abrangem diferentes vertentes do rock, recheando o evento de muito som autoral interessante e de qualidade. Todas têm músicas disponíveis nas plataformas de músicas como Spotify, Deezer, Apple Music, etc.

NX Zero esgota ingressos de show de despedida e anuncia data extra

No dia 16 de dezembro, o gramado do Allianz Parque será o palco do último show da Tour Cedo ou Tarde, do NX Zero. E os ingressos que foram disponibilizados hoje (16) se esgotaram em menos de duas horas. Por isso, a banda acaba de anunciar uma data extra: 15 de dezembro. As vendas abrem na quinta-feira (18), ao meio-dia, pelo site da Eventim. O show será uma grande celebração e com surpresas e atrações que serão anunciadas em breve. O projeto é uma realização da 30e e Bonus Track, em parceria com a Agência de Música, responsável pelo empresariamento do NX Zero. A turnê Cedo ou Tarde mira em referências de shows internacionais que exploram a interação com público e a criatividade no uso de LED, conteúdo e tecnologia, interagindo com a identidade e conteúdo visual do projeto criado pela agência B+Ca. NXZERO em São Paulo Data extra: Dia 15 de dezembro de 2023 Local: Allianz Parque Endereço: Av. Francisco Matarazzo, 1705 – Água Branca, São Paulo – SP, 05001-200 Classificação etária: Entrada e permanência de crianças/adolescentes de 05 a 15 anos de idade, acompanhados dos pais ou responsáveis, e de 16 a 17 anos, desacompanhados dos pais ou responsáveis legais. Valor de Ingressos Pista VIP R$ 195,00 (meia-entrada legal) R$ 234,00 (ingresso-social) R$ 390,00 (inteira) Pista R$ 145,00 (meia-entrada legal) R$ 174,00 (ingresso-social) R$ 290,00 (inteira) Cadeira Inferior R$ 125,00 (meia-entrada legal) R$ 150,00 (ingresso-social) R$ 250,00 (inteira) Cadeira Superior R$ 50,00 (meia-entrada legal) R$ 60,00 (ingresso-social) R$ 100,00 (inteira) Experiência VIP II: Ingresso Pista VIP + R$ 990 (serviço) R$ 1.185,00 (meia-entrada legal) R$ 1.224,00 (ingresso-social) R$ 1.380,00 (inteira) Experiência VIP I: Ingresso Pista VIP + R$ 250 (serviço) R$ 445,00 (meia-entrada legal) R$ 484,00 (ingresso-social) R$ 640,00 (inteira)

Com música indie e oitentista, Pablo Vermell se apresenta em Guarujá, em junho

Música indie com espírito latino e global. É assim que o cantor e compositor Pablo Vermell se apresenta no festival Aurora Fest II, que acontece no Teatro Procópio Ferreira, em Guarujá, no dia 3 de junho. O cantor se inspira nos anos 80 e conta com uma discografia já extensa, que reúne colaborações com artistas da Argentina e da França. O show integra a turnê de estreia do músico que recentemente se apresentou em cidades como Rio de Janeiro e São Paulo, abrindo para nomes como MOGUE (Argentina) e Clube Dezenove (São Paulo). No setlist estão sons como Turquesa e Can I Call You, que juntos acumulam cerca de meio milhão de plays. Na ocasião, o músico ainda performará faixas dos mini-álbuns Fugaz (2021) e Dissolver (2022). Nascido no Guarujá, Pablo apresenta o seu projeto solo pela primeira vez no Município. Segundo o artista, a noite tem tudo para ser especial. “Foi onde nasci e cresci. Então é muito legal estrear tocando logo no principal teatro da Cidade. A expectativa é grande. Pretendo trazer as minhas principais composições, que em suma, misturam os anos 80 com a sonoridade alternativa das bandas latinas que eu tanto amo. Ou seja, um mix de Marina Lima com El Cuarteto de Nos”, brincou. O Aurora Fest II é um festival organizado pelo Coletivo Aurora. Na oportunidade, Pablo Vermell sobe ao palco acompanhado dos músicos: Daniel Cataldi (bateria), Kazuaky Nakama (guitarra) e Guilherme Pacito (baixo). O evento ainda contará com shows de O Último Banco do Bar, Maçã de Cesto, Superbrava e Verticitas.