Show de Pitty e Nando Reis chega ao Multishow e GloboPlay

Registro do inesquecível encontro entre os artistas Pitty e Nando Reis numa turnê especial realizada durante 2022, As Suas, As Minhas e As Nossas ao Vivo chegou ao Multishow, Bis, Globoplay, além de plataformas de streaming de música, nesta sexta-feira (17). Admirável Chip Novo, Do seu Lado, Me Diga, Temporal, All Star, Equalize e Relicário são algumas das músicas do repertório além de PittyNando, composta por eles a partir desse encontro. Pitty e Nando Reis são acompanhados pela banda: Daniel Weksler (bateria), Felipe Cambraia (baixo), Martin Mendonça (guitarra e vocais), Alex Veley (teclados e vocais) e Paulo Kishimoto (percussão, lapsteel e vocais). Gravado no Vibra São Paulo em dezembro de 2022, As Suas, As Minhas e As Nossas ao Vivo é um lançamento da gravadora Deck. A partir desta sexta-feira (17) o conteúdo estará disponível nesses canais: 17.03 às 00h – Lançamento do álbum em todas as plataformas 17.03 às 00h30 – Exibição do show no MultiShow 18.03 às 21h – Exibição do show no Canal Bis 18.03 – Lançamento na plataforma GloboPlay 30.03 às 19h – Lançamento do show completo no YouTube

Quarto show do Coldplay em São Paulo tem Sandy no palco

No quarto show do Coldplay em sua grande passagem por São Paulo, a banda mostrou que ainda tem muita energia para agradar as mais de 70 mil pessoas presentes no Estádio do Morumbi. Antes da grande performance do dia, Elana Dara e Chvrches aqueceram a noite chuvosa na cidade. Destaque para a vocalista Lauren Mayberry, que entregou muito na voz durante toda a apresentação da banda. Coldplay Com um início avassalador com Higher Power, Adventure of a Lifetime, Paradise e The Scientist, o Coldplay entregou um dos melhores momentos da sua apresentação logo de cara. Todas as músicas vieram acompanhadas de fogos de artificio e um show de luzes já famoso durante as performances da banda. Durante o passar das músicas, é notável que o publico da uma amornada, mas nada que abale a felicidade de Chris Martin e cia, que pareciam realizar a sua primeira apresentação em território brasileiro. Aliás, o vocalista surpreendeu no domínio da língua portuguesa ao agradecer o público por ter superado a chuva e o trânsito para assisti-los. Na metade do show, algumas músicas não contam com todo o espetáculo de cores, contudo, isso não atrapalha nem um pouco na experiência. Ademais, já para o final, a banda fez uma ótima performance de A Sky Full of Stars, digna de encerramento de show. E foi o que eles fizeram, após o término da música, Chris se despediu e a banda rumou ao backstage… Mas ainda tínhamos um pouco mais de show. Participações especiais Após cerca de cinco minutos, o Coldplay retornou junto de Lauren Mayberry, vocalista do Chvrches, para tocar Cry Cry Cry. Este foi o debute da canção durante a turnê Music Of The Spheres. Sandy também marcou presença e fez um lindo dueto com Chris Martin em Magic. A cantora também cantou Quando Você Passa. Vale ressaltar o quão bem recebida a artista foi pelo público presente no estádio. Ver essa foto no Instagram Uma publicação compartilhada por Sandy (@sandyoficial) Fechando a apresentação, o grupo trouxe Humankind, Fix You e Biutyful. Em todas, mais uma vez a produção se destacou trazendo um espetáculo visual para o público presente. Em resumo, Chris Martin e todo o Coldplay merecem o sucesso arrebatador da banda no Brasil. Mesmo em sua quarta performance dessa turnê no país, os músicos parecem não se cansar da gente e trazem uma positividade e alegria durante todo o show. Além disso, o espetáculo de luzes é um adicional gigantesco que faz o grupo ser uma das melhores atrações para ser ver ao vivo atualmente. Agora, o conjunto se apresenta mais duas vezes em São Paulo (17 e 18/03). Logo depois, eles vão até Curitiba onde tocam nos dias 21 e 22/03. A turnê no país será finalizada no Rio de Janeiro, onde o Coldplay fará três shows (25, 26 e 28/03).

Blues rock de alto nível em show histórico do Black Crowes em São Paulo

Foram necessários 27 anos para, enfim, o Black Crowes retornar ao Brasil. Até então, a banda havia se apresentado só uma vez no País, no Hollywood Rock 1996. Nessas quase três décadas seguintes, a banda viveu um hiato (2002-2005), um encerramento das atividades (2015-2019) e precisou adiar a turnê de reencontro, em 2020, em função da pandemia do coronavírus. Aliás, a pandemia atrasou a turnê que veio ao Brasil, a alusiva aos 30 anos do clássico álbum Shake Your Money Maker, lançado em 1990. Sorte nossa que os planos não foram alterados. Com show único no Espaço Unimed, em São Paulo, na última terça-feira (14), o Black Crowes mostrou que o tempo afastado fez muito bem. Diante de 6 mil pessoas, a banda mostrou técnica absurda em uma apresentação sem telões futuristas, efeitos especiais, chuva de papel picado ou bla bla bla desnecessário o público. A primeira parte foi toda dedicada ao Shake Your Money Maker, tocado na íntegra e em ordem, de Twice as Hard até Stare it Cold. Os irmãos Chris e Rich Robinson são as grandes estrelas, com um destaque maior para o primeiro. Aos 56 anos, Chris recuperou o vocal característico e os trejeitos de Mick Jagger, dançando o tempo todo durante as músicas. Aliás, vale destacar o quanto Rolling Stones influencia essa incrível banda. Não é apenas na sonoridade blues rock, mas também pelo visual e postura de Chris. Mas a adoração aos Stones foi deixada de lado no Brasil. Diferente do que vinha fazendo nos últimos shows, a banda não tocou o cover de Rocks Off. Uma pena. Mas a segunda parte da apresentação reservou outras boas surpresas do repertório extra Shake Your Money Maker: faixas dos álbuns The Southern Harmony and Musical Companion, Amorica e By Your Side. Em resumo, o Black Crowes tocou Sometimes Salvation, Wiser Time, Thorn in My Pride, Sting Me e o megahit Remedy, muita festejada pelo público. Por fim, a banda fez uma breve pausa e voltou com Virtue and Vice.

Planta & Raiz traz show do álbum acústico para Santos

Formada por Zeider (vocal), Fernandinho e Franja (guitarra), Samambaia (baixo) e Juliano Hodapp (bateria), o grupo Planta & Raiz subirá ao palco do Arena Club na sexta-feira (17), a partir das 22h. Os ingressos já estão disponíveis na plataforma Articket a partir de R$ 50,00. Os músicos prometem agitar o público ao som do álbum Acústico Planta & Raiz, em comemoração aos seus 25 anos de carreira, sem deixar de fora do set list canções como Natureza Viva e Só Vem, além dos mega hits Com Certeza, Oh Chuva! e Só Agradece, entre outras. “Santos é uma cidade maravilhosa que amamos muito e faz parte da nossa história. A gente já fez shows memoráveis lá. Então a expectativa é sempre de show bombando, energia positiva altíssima, galera linda e festa maravilhosa. Não vemos a hora de fazer o showzão acústico aí para a galera que já nos acompanha e também para quem está na febre de curtir essa vibe de ir pela primeira vez ver o Planta. Vamos que será lindo!”,  declarou Zeider. Serviço Show: Planta e Raiz Quando: 17 de março (sexta-feira) Local: Arena Club Endereço: Avenida Senador Pinheiro Machado, 33 (em frente ao Teatro Municipal) Horário: 22h Segundo Lote Pista Meia – R$ 50,00

Fresno apresenta show da tour “Vou Ter Que Me Virar” no Arena Club em Santos

Lucas Silveira (vocal e guitarra), Vavo (guitarra) e Guerra (bateria), que juntos formam a Fresno, retornam a Santos. O grupo traz a turnê do seu novo álbum Vou Ter Que Me Virar e grandes sucessos da carreira, ao Arena Club, no próximo sábado (18), a partir das 21h. Além das canções do novo trabalho, produzido durante a pandemia, o repertório terá os sucessos acumulados em 22 anos de carreira. Os ingressos já estão disponíveis na plataforma Articket, com valores a partir de R$ 50,00. O Arena Club está localizado na Av. Senador Pinheiro Machado, 33 – Vila Mathias, Santos.  Serviço: Show Fresno Local: Arena Club Data: 18/03, sábado Abertura: 21h Ingressos:  Link 

Def Leppard emociona com passeio pela discografia

Atração principal da World Tour, com o Mötley Crüe, no Allianz Parque, na terça-feira (7), a banda britânica Def Leppard comprovou mais uma vez que ainda tem lenha de sobra para queimar. Se alguém duvidava, bastava ver a recepção para Take What You Want, faixa do último álbum, Diamond Star Halos, lançado no ano passado, que abriu o show. Dona de um repertório extenso, festejado por público e crítica, a banda se deu ao luxo de passear por toda discografia sem medo. Funcionou bem.  Se Take What You Want caiu bem logo de entrada, o que dizer de Let’s Get Rocked, do Adrenalize (1992), que veio na sequência? O Def Leppard não brinca em serviço. Joe Elliott que o diga. Diferente de boa parte dos vocalistas de bandas de hard rock dos anos 1970 e 1980, o músico consegue um ótimo desempenho aos 63 anos. Animal, do clássico Hysteria (1987), além de Foolin’ e Armageddon It foram bons exemplos, ainda na primeira etapa da apresentação.  Entre baladas e hits, o Def Leppard conseguiu cativar como poucos. O momento acústico, com This Guitar e When Love and Hate Collide, conseguiu emocionar os mais sensíveis.  Enquanto a instrumental Switch 625 veio para garantir o descanso merecido para a voz de Elliott. Foi a deixa para os brilhos de Phil Collen (guitarra) e Rick Allen (bateria), que mostraram as credenciais com solos impressionantes. A reta final, com Hysteria, Pour Some Sugar on Me, Rock of Ages e Photograph, veio para comprovar o que todos que já assistiram o Def Leppard sabem: é uma das melhores bandas ao vivo desde os anos 1980.

Mötley Crüe apaga má impressão de 2015 e entrega bom show em SP

A dobradinha Def Leppard e Mötley Crüe chegou a São Paulo, via Live Nation, na noite de terça-feira (7). No Allianz Parque, as bandas promoveram uma noite histórica para os fãs de hard rock. Edu Falaschi, ex-Angra, foi o responsável pela abertura da noite. Existia uma expectativa grande em cima do Mötley Crüe. Afinal, somente nos últimos anos, duas produções no streaming retrataram a banda (The Dirt, da Netflix) ou algum integrante (Pam & Tommy, da Star). Tais produções aumentaram o hype de uma banda que já estava muito longe do auge. Tommy Lee, Vince Neil e Nikki Sixx vieram acompanhados de John 5, que por muitos anos foi guitarrista da banda de Marilyn Manson e Rob Zombie. Ele substitui Mick Mars, que sofre há anos com a espondilite anquilosante. A boa notícia é que oito anos após a última passagem pelo Brasil, no Rock in Rio, o Mötley Crüe parece uma banda mais empolgada e tecnicamente melhor. Os integrantes pareciam felizes no palco. A clássica Wild Side para abrir o show foi um grande acerto. A canção caiu como uma luva para quem ainda tinha dúvidas de como o Mötley chegaria ao Allianz Parque.  Se em 2015, Vince Neil foi alvo de críticas e piadas pela falta de fôlego, a situação, agora, mudou. Tal como o Guns fez com o Axl Rose, o Mötley tirou um pouco da velocidade das faixas clássicas para o vocalista poder entregar o melhor possível. E durante 1h30, o Mötley Crüe cumpriu com o que prometeu ao longo do show: diversão e faixas clássicas do início da carreira. Uma das novidades do set foi The Dirt (Est. 1981), trilha do filme da Netflix, que foi acompanhada por imagens do longa no telão. À vontade no palco, a banda também fez um medley curioso com Rock and Roll, Part 2 (Gary Glitter), Smokin’ in the Boys Room (Brownsville Station), Helter Skelter (Beatles), Anarchy in the U.K. (Sex Pistols) e Blitzkrieg Bop (Ramones). Isso mesmo, essa salada toda em sequência. Interação com o público Curioso notar que, um pouco antes do medley, Nikki Sixx puxou uma fã da plateia e deu um abraço, além de tirar uma selfie com ela. O gesto carinhoso rendeu muitos aplausos e gritos do público. Por fim, ele ainda perguntou se ela queria falar algo. A fã devolveu que queria o baixo dele. Não levou, mas tentou. Logo depois do medley, Tommy Lee resolveu mostrar suas credenciais. Foi até a passarela do palco e começou a provocar as fãs. Disse que gostaria muito de viver no Brasil, principalmente pela natureza e pelas mulheres. Não satisfeito, pediu que as mulheres subissem nos ombros dos companheiros para mostrar os seios. Algumas atenderam o pedido, ao passo que o baterista disse que havia visto as melhores “ta-tas” da América Latina. No piano, ele puxou a balada Home Sweet Home, com toda a banda na passarela. Foi a deixa para mais uma sequência de hits: Dr. Feelgood, Same OI’ Situation e Girls, Girls, Girls vieram em sequência. Em Girls, Girls, Girls, a banda entrou com duas bonecas infláveis gigantes para garantir a composição do palco, totalmente inspirada nos tempos áureos do Mötley Crüe.  Primal Scream e Kickstart My Heart deram números finais ao show, mas não empolgaram tanto como Girls, Girls, Girls, o que rendeu uma Baixada nos ânimos da plateia. Apesar disso, o saldo foi muito positivo.

Evan Dando confirma mais um show com músicas do Lemonheads em SP

A banda americana Lemonheads, importante nome da cena do rock alternativo dos anos 1990, abriu mais uma data de show em São Paulo. Depois de duas apresentações no Sesc Avenida Paulista, na última sexta (3) e sábado (4), Evan Dando se une ao grupo brasileiro Twinpines, que comemora duas décadas de estrada, para cantar músicas da trajetória do Lemonheads. Eles tocam no Fabrique Club, na Barra Funda. Os ingressos já estão à venda e custam R$ 240, no valor da inteira. No Instagram, Dando disse que o próximo show, marcado para dia 19 de março, será “menos educacional e mais rock ‘n’ roll”. LEMONHEADS Quando 19/3 Onde Fabrique Club – Barra Funda, 1071 – Barra Funda Preço R$ 240 Link

Bala Desejo vem ao Sesc Santos; venda de ingressos já começou

A banda Bala Desejo se apresenta no próximo dia 11, às 20h, no Teatro do Sesc, em Santos. Os ingressos já estão à venda e custam entre R$ 12,00 e R$ 40,00, podendo ser adquiridos no site do Sesc. Bala Desejo é o acontecimento-encontro (assim os artistas definem) dos músicos cariocas Dora Morelenbaum, Julia Mestre, Lucas Nunes e Zé Ibarra. Amigos desde a época da escola, os quatro começaram a chamar atenção após algumas participações nas lives temáticas no Instagram da cantora Teresa Cristina. Tal movimentação culminou no lançamento do álbum de estreia do grupo, intitulado Sim Sim Sim, pelo selo Coala Records. Em 2020, cada um dos músicos seguia um caminho diferente em suas respectivas carreiras musicais: Dora integrava o grupo vocal Zanzibar, Julia compunha músicas para seu trabalho solo, enquanto Zé e Lucas estavam imersos nas produções do segundo álbum da banda Dônica, a qual integram juntamente de Tom Veloso, André Almeida e Rodrigo Parcias. Lucas também participava da produção do álbum Meu Coco, de Caetano Veloso, lançado no final de 2021. A concretização de Bala Desejo como grupo veio a partir do convite do Coala Festival para que a banda integrasse o line-up da edição de 2021, posteriormente adiada por conta da pandemia. Com a impossibilidade do evento, surgiu a ideia da gravação de um álbum. Liberado em duas partes (lados A e B), em uma reverência à tradição dos LPs, Sim Sim Sim tem direção artística e produção musical do próprio Bala Desejo, coprodução de Ana Frango Elétrico e supervisão de Marcus Preto, produtor e diretor artístico responsável por trabalhos junto de Gal Costa. A “kombi do Bala” nasceu em viagens entre Rio de Janeiro e Minas Gerais e agora anuncia para o mundo o desejo do “recarnaval”. Dia 11/3, sábado, às 20h Teatro do Sesc Santos A partir de 12 anos. R$ 12,00 (credencial plena); R$ 20,00 (meia-entrada); R$ 40,00 (inteira).