Kamaitachi encerra programação de 2022 da Arena Club, em Santos

Após uma temporada de consolidação como principal casa de shows de Santos, o Arena Club vai receber o cantor carioca Kamaitachi nesta quinta (29). Os ingressos já estão disponíveis para compra na plataforma Articket. Eles custam a partir de R$ 50,00 (pista, meia). Indie, blues, rock alternativo: Kamaitachi não se limita a um só gênero. Nascido Rafael Gonçalves, escolheu o nome artístico em japonês inspirado em uma figura cultural do país responsável pelo corte do vento, seguindo a referência do vento com a melodia. A princípio, Kamaitachi começou a carreira em 2015 com uma banda chamada Sala 31, mas em 2017, seguiu carreira solo. Com inspiração em bandas e cantores como Led Zeppelin e Shawn James, Kamaitachi explora temas como Murder Song, Dark Song e History Song. Aliás, o artista ainda usa a música como crítica em relação à natureza humana e à religiosidade. Em 2022, Kamaitachi lançou uma série de singles, incluindo O Sol e a Lua, Alice, O Treco, O Limbo do Menino Sem Olhos e, mais recentemente, A Sociedade dos Nerds Psicóticos. O Arena Club está localizado na Avenida Pinheiro Machado, 33, na Vila Mathias, em Santos. Por fim, vale destacar que a casa já iniciou a montagem da agenda de 2023. Em resumo, janeiro tem Detonautas, Lagum e Froid + Veigh.
Sesc Santos: Janeiro tem Fabiana Cozza, Cordel do Fogo Encantado e Lucas Santtana

A programação de janeiro do Sesc Santos terá três bons shows nacionais: Fabiana Cozza, Cordel do Fogo Encantado e Lucas Santtana. Confira abaixo mais informações sobre os ingressos. Todos estão à venda. Fabiana Cozza Abrindo às férias, o palco do Sesc Santos recebe Fabiana Cozza com o oitavo álbum da sua carreira, Dos Santos, considerado seu trabalho de estreia como compositora, com repertório inédito, criado especialmente para o trabalho, é dedicado ao universo cultural das religiões de matriz afro-indígena brasileiras. Serviço: 7 de janeiro, sábado, às 20h. 12 Anos. Teatro. Ingressos: R$12,00 (credencial plena) a R$40,00 (inteira). Cordel do Fogo Encantado No dia 12 de janeiro, quinta, às 20h, Cordel do Fogo Encantado, grupo nordestino apresenta seu novo show, Água do Tempo. Celebra suas principais entidades referenciais, revivendo seus primeiros fundamentos artísticos ligados à poesia e ao teatro. Por fim, trazem também novos caminhos, com duas músicas inéditas, novos textos e poesias e rearranjos dos clássicos da banda. Serviço: Teatro. 12 Anos. Ingressos: R$ 12,00 (credencial plena) a R$ 40,00 (inteira). Lucas Santtana Lucas Santtana, há treze anos atrás, o cantor lançava Sem Nostalgia (2009), um álbum essencial à discografia daquela que era então chamada de ‘a nova geração da música brasileira’. No seu nono álbum solo, O Paraíso, une dez canções para modificar nossa maneira de pensar. O Paraíso já é aqui. Nas letras do repertório autoral do álbum, o cantor, compositor e violonista versa sobre temas atuais, como a crise climática e a consciência ambiental. Serviço: Dia 13/1, sexta, às 21h. 16 anos. Comedoria. Ingressos: R$ 9,00 (credencial plena) a R$ 30,00 (inteira).
Nostalgia pura domina apresentação do Judas Priest no Knotfestival

Não deu nem tempo de digerir a apresentação do Bring Me The Horizon no Knotstage, quando Rob Halford, o Metal God, subiu ao Carnival Stage com o Judas Priest. E veio com a nostalgia lá em cima. Tocou apenas três músicas dos álbuns dos anos 1990 para cá, sendo duas do Painkiller (1990) e a faixa-título de Firepower (2018). Para quem é fã, já era esperado um repertório mais calcado nos clássicos. Recentemente, em entrevista ao programa The Best Show With Tom Scharpling, Halford falou da relação com as músicas mais antigas. “Quando você vai ver o Judas Priest e tocamos Breaking The Law ou Living After Midnight, não é 2022, é 1980. Você está com sua namorada, seu namorado, seu parceiro, quem quer que seja, ou sozinho, você ouve essas músicas e se lembra de quando estava na faculdade, na escola, na parte de trás do ônibus ou de carro, de férias, todos esses belos sentimentos e emoções irrompem nesta palavra, nostalgia”, afirmou o Metal God, em transcrição publicada pelo site Brave Words. Não à toa, Breaking the Law e Living After Midnight foram as responsáveis por fechar a apresentação. Poucos artistas conseguiriam arrastar público para o palco secundário antes do Slipknot. O Judas conseguiu. Os menos apaixonados deixaram o palco um pouco antes do fim. Setlist Electric Eye Riding on the Wind You’ve Got Another Thing Comin’ Jawbreaker Firepower Devil’s Child Turbo Lover Steeler Between the Hammer and the Anvil Metal Gods The Green Manalishi (With the Two Prong Crown) (Fleetwood Mac cover) Screaming for Vengeance Painkiller Bis Hell Bent for Leather Breaking the Law Living After Midnight
Bring Me The Horizon transforma Anhembi em lata de sardinha

Após surpreender os fãs com uma jam com Pabllo Vittar na sexta-feira (16), no Vibra SP, a banda inglesa Bring Me The Horizon entregou mais um show divertido e empolgante no Sambódromo do Anhembi, em São Paulo. A apresentação do Bring Me The Horizon foi a primeira a realmente transformar a pista do Anhembi em uma lata de sardinha. A cada pedido do vocalista, Oli Sykes, por circle pits, o desespero tomava conta de quem estava na grade. E Oli, que é casado com a modelo brasileira Alissa Salls e tem casa em Taubaté, no interior de São Paulo, diverte o público o tempo todo. Conversa em português em todos os momentos, pede para os fãs avaliarem a pronúncia das palavras e comanda os movimentos dos apaixonados pela banda. O setlist foi feito para entreter do início ao fim. Can You Feel My Heart, Happy Song, Teardrops e MANTRA em sequência, logo no início, incendiou o público, que até então estava bem tranquilo. Antes de tocar Dear Diary, faixa do EP Post Human: Survival Horror, que domina toda a temática do telão do show, a banda fez uma pequena cena, correndo para o backstage, como se tivesse dado uma pane elétrica. Tudo encenação, mas enganou uma parte do público. Sempre atento no que os fãs estão gritando, Oli promoveu uma pequena mudança no repertório. Tirou Follow You, incluiu Sleepwalking. A reta final guardou outra trinca especial para o público: Drown, com Oli indo cantar no meio da galera, Obey, principal som do EP Post Human: Survival Horror, que tem a participação de Yungblud no telão, além do hit Throne. A lamentar apenas a falta de destaque para o álbum amo, que foi sucesso comercial. Mas é compreensível. Quando veio ao Brasil pela última vez, em 2019, amo teve cinco faixas tocadas. Agora, com Post Human ainda fresquinho, foram cinco do novo EP e apenas uma do último disco. Setlist Can You Feel My Heart Happy Song Teardrops MANTRA Dear Diary, Parasite Eve sTraNgeRs Shadow Moses Itch for the Cure (When Will We Be Free?) Kingslayer DiE4u Sleepwalking Drown Obey Throne
Pantera homenageia integrantes falecidos e relembra clássicos

Certamente o nome mais polêmico do lineup, o Pantera dividiu o público. À frente do Carnival Stage, onde se apresentou, comoção e circle pit o tempo todo. Já no Knotstage, que teve um telão disponível para exibir a apresentação, vaias, xingamentos e reclamações. Motivo? Phil Anselmo. Em janeiro de 2016, o vocalista do Pantera fez saudação nazista e gritou white power durante uma apresentação no Dimebash, na Califórnia. Cancelado por mídia, fãs e outras bandas, o músico ainda tentou voltar no que disse, mas foi em vão. Hoje, muitos músicos consagrados tentam integrar Phil Anselmo no cenário. Integrantes do Slipknot, Judas Priest e Sepultura comentaram ou convidaram o artista para uma jam. Em entrevista à Veja, por exemplo, Rob Halford falou porque aceitou dividir o palco com Anselmo. “Espelho-me no Papa João Paulo II, que foi até a prisão onde estava o homem que tentou assassiná-lo e o perdoou. Se você carrega negatividade e ódio, isso só lhe fará mal. Rejeito o nazismo, rejeito o antissemitismo e sei como é ser discriminado. Phil é um bom amigo, amoroso e apaixonado pela música”. E o show? Phil Anselmo veio acompanhado de um grande time. Além de Derek Engemann, que substituiu o baixista original, Rex Brown, que está com covid, contou com o incrível Zakk Wylde (Black Label Society e Ozzy Osbourne) e Charlie Benante (Anthrax) nos lugares dos falecidos Dimebag Darrell e Vinnie Paul. Os álbuns Vulgar Display of Power (1992) e Far Beyond Driven (1994), dois dos principais da discografia da banda, dominaram o setlist, com cinco e quatro faixas, respectivamente. O repertório do Pantera ainda incluiu Planet Caravan, do Black Sabbath, Cowboys From Hell e uma linda homenagem aos ex-integrantes da banda. Emocionado com o carinho dos fãs, Phil Anselmo agradeceu sempre ao término de cada canção. A imagem contrastava bastante com a reação do público do Knotstage. Por lá, só vaias e xingamentos. Setlist A New Level Mouth for War Strength Beyond Strength Becoming (com ‘Throes of Rejection’) I’m Broken (com ‘By Demons Be Driven’) 5 Minutes Alone This Love Yesterday Don’t Mean Shit Fucking Hostile Cemetery Gates Planet Caravan (Black Sabbath cover) Walk Domination / Hollow Cowboys From Hell
Bring Me The Horizon empolga com show redondo e feat com Pabllo Vittar
LP confirma dois shows no Brasil; confira datas e locais
Mestre Ambrósio retorna ao Sesc Santos em dezembro

A banda Mestre Ambrósio confirmou show no Sesc Santos. O grupo se apresenta no dia 16 de dezembro, a partir das 20h, no Teatro. Os ingressos estão à venda e custam entre R$ 12,00 (credencial plena) e R$ 40,00 (inteira). O Mestre Ambrósio ressoa como uma das mais importantes bandas do movimento Manguebeat. O marco de 30 anos de um dos mais influentes movimentos da música brasileira inspirou o reencontro dessa banda com seus integrantes originais. Siba (vocal, guitarra e rabeca), Eder “O” Rocha (percussão), Helder Vasconcelos (fole de 8 baixos, percussão e coro), Cassiano (vocal e percussão) Mazinho Lima (baixo e coro) e Mauricio Bade (percussão e coro) são os integrantes. No repertório, Pé de Calçada, Se Zé Limeira Sambasse Maracatu, Vó Cabocla e Fuá Na Casa de Cabral e outros sucessos da banda. Após o show em Santos, o Mestre Ambrósio ainda retornará ao Recife para uma apresentação especial no início de 2023. Em 7 de janeiro de 2023, a banda fará show no Clube Português do Recife. “Estamos com muita vontade de voltar ao Nordeste, porque, mais do que nunca, a mensagem da banda fala de um Nordeste e de um país importantes e necessários agora. A gente quer voltar para nossa terra”, conta Siba.
The Exploited se apresenta em São Paulo neste sábado

A lendária banda punk escocesa The Exploited volta ao Brasil para apresentação única em São Paulo, neste sábado (3), no Hangar 110. Agrotóxico, Delinquentes e Dischava são as bandas nacionais que farão a abertura do evento. Ainda há poucos ingressos de pista disponível. Mezanino está esgotado. O The Exploited foi fundado pelo vocalista Wattie em 1979 na cidade de Edimburgo, na Escócia. A raiz da sonoridade da banda está no street-punk do fim da década de 70 e também no que posteriormente seria chamado de movimento Oi! Dos primórdios aos dias atuais, o The Exploited é aclamado pelo punk agressivo, repleto de riffs e batidas ríspidas, às vezes flertando com o hardcore e o metal, com letras politizadas. Nas mensagens, eles brandam contra a mediocridade humana, violência da polícia e corrupção, além de ter músicas contra guerras. São oito disco lançados, como os clássicos Let’s Start a War, Death Before Dishonour e The Massacre, além de EPs, splits e participações em coletâneas, como na mundialmente reverenciada Oi! The Album, de 1980, feita pelo músico e jornalista Garry Bushell e lançada pela gravadora EMI Records. Além de Wattie, atualmente o The Exploited é Wullie Buchan (bateria, irmão do vocalista), Irish Rob e Stivie (baixo) The Bastard (guitarra). Serviço Agencia Sobcontrole Apresenta The Exploited Data: sábado, 3 de dezembro de 2022 Local: Hangar110 Endereço: Rua Rodolfo Miranda,110 – Estação Armênia do Metro Hora: 19h (Abertura casa) | Shows: 19h30 Setores/Valores*: Pista: R$120 (meia, 2º lote) | R$240 (inteira, 2º lote) *Para não estudantes. Doe um quilo de alimento na entrada da casa no dia do evento e pague meia entrada. Ingresso online (com taxa de serviço) Ingresso físico, sem taxa de serviço: Hangar110