Festival MITA confirma datas da edição 2023

O Festival MITA confirmou suas datas para 2023. O evento chega ao Rio de Janeiro nos dias 27 e 28 de maio e logo depois acontece em São Paulo, no fim de semana de 3 e 4 de junho. O formato seguirá a mesma linha da primeira edição – um evento diurno, com dois palcos, grandes atrações nacionais e internacionais e artistas que estão despontando cenário musical. O MITA deixou sua marca no calendário de música do país com compromissos importantes como a pluralidade cultural, diversidade, acessibilidade e questões de responsabilidade social e ambiental. A música foi a resposta para momentos de diversão e também de reflexão sobre as ações que queremos para o futuro do planeta e da sociedade. O MITA é uma produção em parceria das empresas Bonus Track, de Luiz Oscar Niemeyer e Luiz Guilherme Niemeyer, e 30E – Thirty Entertainment. 

Godsmack remarca show em São Paulo; confira preços

A banda americana Godsmack confirmou a nova data de seu primeiro show no Brasil. A apresentação única acontecerá em 27 de abril de 2023 (quinta-feira), em São Paulo, no Vibra São Paulo, com produção da Mercury Concerts. A venda dos ingressos está disponível pelo site Uhuu e nas bilheterias do Vibra São Paulo, Teatro Bradesco e Teatro Opus Frei Caneca. Nesses 25 anos de rock, o Godsmack vendeu mais de 20 milhões de discos em todo o mundo, foram indicados ao Grammy por quatro vezes, quebraram vários recordes e superaram todas as expectativas dos fãs em shows incríveis em turnês mundiais. Para os pessimistas de plantão, eles mostram o dedo do meio. Durante mais de duas décadas, Sully Erna foi baterista e atuou em várias bandas. Após vários fracassos, ele resolveu parar e mudar radicalmente. Aprendeu a tocar gaita, piano, guitarra, canto e também começou finalmente a compor. Isso foi em 1995, quando ele decidiu montar sua banda. Dois anos depois gravaram a primeira demo e tiveram uma repercussão surpreendente. O álbum de estreia veio ano seguinte, recebeu o nome Godsmack. A sonzeira conquistou os fãs. De cara foram cinco discos de platina, graças aos sucessos: Whatever, Keep Away, Bad Religion e Voodoo. Com o segundo álbum, Awake, em 2000, foram indicados ao primeiro Grammy com a faixa Vampires; e a faixa-título foi usada na campanha da Marinha dos EUA. Em 2002, contribuíram para a trilha do filme O Escorpião Rei, com a música I Stand Alone, com o qual receberam duas indicações ao Grammy. Em 2006, conseguiram o disco de ouro com IV, produzido pelo lendário produtor Andy Johns (Led Zeppelin), que foi Top 1 rapidamente. Após assinar com a BMG, em 2018, e lançar o sétimo álbum When Legends Rise, as faixas When Legends Rise, Under Your Scars, Unforgettable e Bulletproof estouraram nas rádios, sendo as mais tocadas naquele ano nos EUA. Vale destacar o projeto especial com as escolas que resultou na faixa Unforgettable, que teve a participação de dezenas de alunos. No ano seguinte, a banda foi indicada para o prêmio Rock Song of the Year, do iHeart Music Awards, e no ano seguinte para Rock Artist of the Year, na mesma premiação. O Godsmack estava pronto para iniciar a turnê europeia quando a pandemia parou o mundo, em março de 2020. E agora retomam com força total. Em outubro vão fazer 16 shows na Europa e acabam de incluir o Brasil na turnê. “When Legends Rise continha uma metáfora de onde estávamos. A vida insiste em te derrubar repetidas vezes. E tudo continua queimando no chão, mas uma fênix renasce das cinzas. É sobre ser capaz de encontrar a força interior e se reerguer. Quando isso acontece você cria coisas épicas”, compara Sully. Na aguardada estreia no Brasil, os fãs vão poder conferir de perto toda essa energia, que faz o Godsmack estar ombro a ombro com e elite do rock, como Van Halen, U2, Metallica, Dave Matthews Band e Linkin Park. Serviço – Godsmack no Brasil Data: 27 de abril de 2023 (quinta-feira) Local: Vibra SP (Avenida das Nações Unidas, 17.955 – São Paulo) Portas: 20h Show: 22h Classificação Etária: 14 (quatorze) anos desacompanhados. Menores de 14 (quatorze) anos poderão comparecer ao evento desde que acompanhados dos pais e/ou responsáveis legais. Informação sujeita à alteração, conforme decisão judicial Valores Setor / Inteira / Meia Pista Premium / R$ 500,00 / R$ 250,00 Pista / R$ 300,00 / R$ 150,00 Camarote 1 / R$ 600,00 / R$ 300,00 Camarotes 2 / R$ 550,00 / R$ 275,00 Plateia Superior 1 / R$ 250,00 / R$ 125,00 Superior 2 / R$ 225,00 / R$ 112,50 Superior 3 / R$ 200,00 / R$ 100,00

Nossos Baianos apresentam show no Sesc Santos em prol do Arte no Dique

Como parte das celebrações de 20 anos do Instituto Arte no Dique, o grupo Nossos Baianos faz show nesta sexta-feira (25), às 20h, no Teatro do Sesc Santos. Os ingressos estão à venda na bilheteria do Sesc com valores a R$ 40 (inteira), R$ 20 (meia-entrada) e R$ 12,50 (comerciário). O montante arrecadado será revertido em prol do Instituto Arte no Dique. O show levará ao público hits compostos por Luiz Galvão, fundador da lendária banda Novos Baianos e que faleceu este ano. A banda Nossos Baianos é uma idealização de seu filho, Lahiri Galvão, que resolveu reunir músicos e artistas da nova geração da música baiana, com trabalhos autorais de sucesso de público e crítica para formar este coletivo de artistas. No repertório, sucessos que encantam gerações como Preta Pretinha, A Menina Dança, Acabou Chorare, Besta é Tú, Swing de Campo Grande. A abertura da noite ficará a cargo do Coletivo Querô, formado por alunos da oficina de percussão da ONG santista.

Monsters of Rock retorna a São Paulo em 2023 e já tem data marcada

O Monsters of Rock, um dos festivais preferidos de fãs de metal e hard rock, voltará ao Brasil no primeiro semestre do ano que vem. A confirmação veio nesta quarta-feira (16), por meio das redes sociais da Mercury Concerts. Ainda sem atrações e local definido, a única coisa que se sabe é que o evento será realizado em 22 de abril, em São Paulo. Surgido na Inglaterra e com festivais em diversos países, o Monsters of Rock já teve seis edições no Brasil. A primeira foi em 1994, no Pacaembu, em São Paulo, com as presenças de bandas como Suicidal Tendencies, Black Sabbath, Slayer e Kiss. No ano seguinte, também no Pacaembu, Therapy?, Megadeth, Faith No More, Alice Cooper e Ozzy Osbourne foram os principais nomes. Em 1996, novamente no Pacaembu, Mercyful Fate, King Diamond, Helloween, Biohazard, Motörhead, Skid Row e Iron Maiden agigantaram o festival, que também teve uma edição reduzida, no Rio de Janeiro, com Skid Row, Motörhead e Iron Maiden. De casa nova, na Pista de Atletismo do Ibirapuera, a edição de 1998 reuniu velhos conhecidos e nomes inéditos, tais como Glenn Hughes, Savatage, Saxon, Dream Theater, Manowar, Megadeth e Slayer. Quinze anos depois, sem edições por aqui, o Monsters of Rock retornou ao Brasil, com dois dias no Anhembi, em São Paulo. O lineup reuniu nomes da antiga e nova geração. Slipknot, Korn, Limp Bizkit, Hatebreed e Gojira dividiram o palco com Aerosmith, Whitesnake, Ratt, Queensrÿche, entre outros. A última edição, em 2015, também no Anhembi, seguiu uma proposta semelhante. Colocou nomes como Ozzy Osbourne, Judas Priest, Kiss, Accept e Manowar com Rival Sons, Coal Chamber, Black Veil Brides e Steel Panther. O que será que vem por aí? Façam suas apostas!

Paulinho Moska faz show gratuito no encerramento d’O Som das Palafitas

O Festival O Som das Palafitas termina na próxima quinta-feira (17), às 14h, no Instituto Arte no Dique. Para concluir a temporada, Paulinho Moska levará ao público o show Paulinho Moska: Os Violões Fênix do Museu Nacional. O músico tocará com seus violões produzidos a partir de restos das madeiras do Museu Nacional, que sofreu incêndio em 2 de setembro de 2018. O projeto do Instituto Arte no Dique celebrou, nesta temporada, os 80 anos de Gilberto Gil e Caetano Veloso. Nomes como Bem Gil e Moreno Veloso, filhos respectivamente de Gil e Caetano, Nossos Baianos (que mantém o legado do lendário grupo Novos Baianos e conta com filhos dos artistas da clássica banda), Davi Moraes, João Suplicy e Supla, entre outros, fizeram apresentações sempre com aberturas de artistas da Baixada Santista, promovendo, assim, o intercâmbio cultural. Milhares de pessoas têm acompanhado os shows.

shame abre a roda e consolida relação com fãs em São Paulo

Matheus Degásperi Ojea No já longínquo ano de 2019, os londrinos da shame se apresentaram pela primeira vez no Brasil. Na época, eles vieram como parte do line-up do Balaclava Fest, festival organizado pelo selo independente de mesmo nome, e fizeram uma apresentação paralela, na extinta casa de shows Breve. Então com apenas um disco de estúdio lançado, a passagem da banda, principalmente o show na Breve, visto por algumas centenas de pessoas, rapidamente se tornou um dos eventos mais comentados daquele ano e serviu de carta de apresentação aos fãs brasileiros.  No último fim de semana, uma pandemia e um disco novo depois, a missão da banda, tocando sozinha na Fabrique, era avançar a relação para o próximo nível, o que conseguiu com maestria em um show explosivo. Parte de uma nova leva de bandas de punk e de pós punk surgidas na esteira do Brexit e dos sucessivos fracassos da condução do partido conservador inglês na política do país, o quinteto, no palco, parece aquela banda que os seus amigos formaram no ensino médio, se ela tivesse dado certo. Os integrantes, todos na casa dos 20 anos, aparentam ter recém saído da adolescência. O vocalista, Charlie Steen (rs), é o grande foco das atenções desde o primeiro momento, tanto pela sua altura quanto pelo carisma. Com uma performance magnética, ele conduz a pista (muitas vezes de dentro dela), que se transforma em um grande mosh pit durante a cerca de uma hora e meia do show. Pode até ser uma cartilha seguida por grande parte dos frontmen do estilo, porém é sempre satisfatório ver ela executada à perfeição e, principalmente, de maneira honesta. O restante da banda (Sean Coyle-Smith e Eddie Green, nas guitarras, Josh Finerty, no baixo, e Charlie Forbes, na bateria), apesar de mais discreta, não fica atrás. Bem entrosados, não só pelos ensaios, mas também por uma agenda lotada de shows pelo mundo, a banda dá o clima da festa sem deixar tempo para o público respirar. Pelo meio da apresentação, estão todos igualmente suados, público e artistas. Vale destacar o português macarrônico de Charlie Steen. O vocalista demonstrou um pouco mais de domínio na língua do que a média dos artistas internacionais que tocam no país. No meio do show explicou: “minha namorada é brasileira”. Disco novo, turnê nova do shame A responsável por trazer a banda ao Brasil é, novamente, a Balaclava Records, que comemora 10 anos em 2022. A turnê que passa pelo país é a do segundo disco de estúdio da banda, o ótimo Drunk Tank Pink, lançado em 2021 e composto durante a fase mais grave da pandemia de Covid-19. Mais sombrio que o seu antecessor (Songs of Praise, de 2018), o disco novo demonstra uma evolução da banda, porém não perde a essência do som levado por baixo e guitarras do primeiro registro. O disco, não por acaso, carrega uma ansiedade latente em boa parte de suas letras. No show, as faixas dos dois discos estão bem equilibradas, como a abertura, com Dust on Trial, do primeiro, e Alphabet, do segundo, já demonstra logo de cara. Tudo é bem recebido pelo público, que canta junto e, na falta da letra decorada, demonstra a sua satisfação na roda. O set é encerrado com Snow Day, uma das faixas mais interessantes do Drunk Tank Pink e que parece ser feita sob medida para finalizar apresentações.  No entanto, não foi o fim de verdade. Após vários gritos de “olê, olê, olê, shame, shame”, a banda voltou ao palco, visivelmente satisfeita, para um incomum bis, com Gold Hole, do disco de estreia, somente então o show se encerrou e os roadies puderam subir ao palco para retirar o equipamento. Uma das coisas que mais chama a atenção no show da shame é o quão urgente ele é. A banda está acontecendo agora. O que o futuro reserva não dá para saber, porém, fica a oportunidade de acompanhar o crescimento de um dos grupos mais interessantes do rock atual. Independentemente de qualquer coisa, a relação entre a banda e os fãs brasileiros parece assegurada. Ao fim do show, Charlie prometeu voltar ao país ainda no ano que vem, com um disco novo. Ficamos no aguardo do cumprimento da promessa. SETLIST Dust on Trial Alphabet Fingers of Steel Concrete Alibis The Lick Six Pack Tasteless Adderall Born in Luton 6/1 Burning By Design One Rizla Angie Water in the Well Snow Day  BIS: Gold Hole

Twenty One Pilots rouba a cena no GP Week, em São Paulo

Durante o show no GP Week, em São Paulo, o vocalista do Twenty One Pilots, Tyler Joseph, confirmou o que os fãs já esperavam: era o último show da fase Scaled and Icy, álbum lançado em 2021. E o gran finale não poderia ter sido mais impactante. O Blog n’ Roll já havia acompanhado um dos shows da série de apresentações em Londres, no meio do ano, mas o que vimos no O2 Brixton Academy ganhou proporções épicas no Allianz Parque. Tyler Joseph fez coisas, no mínimo, inusitadas, como escalar uma alta torre de transmissão para cantar e tocar Car Radio e Stressed Out, lá do topo do estádio. As investidas no público, como cantar Ride nos braços dos fãs, foi algo improvisado por aqui. E foi com essa energia que a dupla mais badalada da atualidade fez um dos shows mais incríveis da temporada no Brasil. Aliás, mesmo que o repertório não mude tanto de um lugar para o outro, o Twenty One Pilots consegue aprontar algumas surpresas. Guns for Hands, por exemplo, abriu pela primeira vez um show da dupla. Morph e Holding on to You, com os dois integrantes ainda mascarados, encerram a abertura sem a presença dos músicos de apoio. Curioso notar que o baixista Skyler Acord (Issues) não foi tão festejado como ocorrera em Londres, no meio do ano. Aqui, coube o protagonismo para o guitarrista Dan Geraghty e o trompetista Jesse Blum (queridinho das bandas de pop punk americanas). Em seu momento solo, Blum tocou Aquarela do Brasil, arrancando muitos aplausos e gritos dos fãs. Em Mulberry Street, Tyler Joseph comandou um jogo de luzes dos fãs. E pareceu se divertir muito com a tradução de up e down. “Pra cima, baixo”, disse aos risos. Logo depois, os músicos improvisaram uma fogueira no palco para fazer um set acústico. Por lá, fizeram um medley das melhores músicas da dupla, incluindo The Judge, Migraine, Tear my Heart, House of Gold e We Don’t Believe Whats on TV. O que se viu após a Aquarela do Brasil, que veio na sequência do set acústico, foi um desfile de hits e invasões dos integrantes na plateia. Jumpsuit, Heavydirtysoul, Level of Concern, Ride, Shy Away, Car Radio, Stressed Out, Heathens e Trees. Não teve tempo para sair do palco esperando o pedido por bis. Foi uma porrada única. Emocionado com o apoio dos fãs, Tyler Joseph prometeu não demorar para retornar ao Brasil. Claro que a pandemia contribuiu, mas acredito que será difícil a dupla ficar mais quatro anos sem vir ao País. Setlist Guns for Hands Morph Holding on to You The Outside Lane Boy Chlorine Mulberry Street Set acústico The Judge / Migraine The Hype / Nico and The Niners / Tear my Heart House of Gold / We Don’t Believe Whats on TV Palco principal  Aquarela do Brasil/ Halo Theme Jumpsuit Heavydirtysoul Level of Concern Ride Shy Away Car Radio Stressed Out Heathens Trees