Bastille faz show animado em São Paulo com direito a pedido de casamento e “grito” pela Amazônia

De volta ao Brasil após sete anos, a banda britânica Bastille entregou aos fãs um show animado na noite da última sexta-feira (9), no Tokyo Marine Hall, em São Paulo. Embalada na turnê do álbum Give Me The Future, lançado em fevereiro deste ano, a banda se aproveitou da temática futurística do disco para fazer seu show voltado à crítica ao escapismo da realidade que a tecnologia causa atualmente. Com uma história contada no telão após cada sequência de músicas, o público (só os que entendiam inglês, pois não houve tradução na tela) pôde acompanhar uma empresa futurística fictícia, e a forma como ela proporciona a fuga da realidade para o mundo virtual, como se fosse um metaverso. A crítica se estendeu até o final do show, e terminou com o “cancelamento” da empresa. Mas esse foi apenas um dos detalhes que tornou o show do Bastille interessante. Musicalmente, a banda contou com uma boa variação entre seus quatro álbuns de estúdio e alguns de seus principais singles com outros artistas. Para abrir a apresentação e já sentir o clima em São Paulo, o grupo emendou quatro músicas animadas: Stay Awake e Distorted Lights Beam, do último álbum, e as conhecidas Things We Lost In The Fire e Laura Palmer, do disco All This Bad Blood, de 2013. Em seguida, o vocalista Dan Smith deitou em um divã, que permaneceu no palco durante toda a apresentação, e ouviu mais um recado da empresa fictícia antes de iniciar uma sequência um pouco mais lenta. Apesar da quebra de ritmo, os fãs não deixaram de cantar com empolgação até mesmo Those Nights e Quarter Past Midnight, que deram um ar mais intimista ao ambiente. Foi durante essas músicas, inclusive, que uma cantora convidada pelo grupo roubou a cena. Lamentavelmente, o vocalista não a apresentou ao público, assim como não apresentou os demais membros da banda e nem mesmo se apresentou durante a apresentação. Porém, se trata de Bim Amoako, ou só BIM, cantora britânica responsável por coordenar o coral do casamento real de Principe Harry com Meghan Markle, em 2018. Convidada pela banda para a turnê, BIM roubou a cena em alguns momentos, mostrando muita qualidade vocal e agregando bastante ao longo da noite. Após o ritmo ficar um pouco mais lento, a banda passou a variar entre músicas mais dançantes e mais melódicas até chegar no momento do acústico, onde o grupo apresentou Flaws, um trecho de Laughter Lines e em seguida emendou com a triste No Bad Days, que curiosamente fala sobre eutanásia. Um outro detalhe interessante que chamou atenção durante o show foi a constante comunicação por sinais que o vocalista Dan Smith fazia com alguém do backstage. O artista parecia incomodado com o volume, mas não foi claro se era o do microfone ou o de seu retorno. Os gestos duraram até a última música, mas não foi algo que pareceu deixar o cantor irritado ao longo da apresentação. Muito pelo contrário. Simpático e carismático, Dan Smith interagiu com os fãs, pegou bandeiras e cartas, arriscou frases em português e ainda permitiu que um pedido de casamento fosse feito no palco. Além disso, ele ainda fez um serviço de achados e perdidos para sua produção quando alguém perdeu um equipamento de comunicação, oferecendo baquetas e uma champanhe para quem achasse, mas até o fim do show ninguém apareceu com o objeto. Voltando à apresentação, após o momento acústico, foi a hora da música eletrônica ganhar espaço, com a aclamada Happier, em parceria com o DJ Marshmello, e Run Into Trouble, feita com o brasileiro Alok. Assim, com o público novamente aquecido, foi a vez de emendar Of The Night que é um mashup dos hits noventistas europeus The Rhythm of the Night e Rhythm Is a Dancer, e a agitada Shut Off The Lights. Em seguida, o grupo deixou o palco e voltou para o bis com Hope for the Future, música que fala sobre a crise climática e os problemas que o mundo pode sofrer. Foi nesse momento em que Dan Smith passou a falar da importância do meio ambiente e recomendou que os fãs procurassem os representantes do Greenpeace que estavam no show para saberem como ajudar. Durante o discurso, o baterista Chris Wood ergueu uma faixa com a frase “Salve a Amazônia” escrita. Muito aplaudida pelo público após o discurso, foi hora da banda encerrar o show com a mais esperada da noite. Após uma introdução mais lenta, que contou com trechos de Oblivion e Million Pieces, o Bastille fez todo mundo sair do chão com Pompeii, seu maior hit. Com um show de luzes e do público, o grupo finalizou em ótimo astral sua segunda passagem por São Paulo – a primeira havia sido em 2015, no Lollapalooza. O próximo show da banda no Brasil acontece neste sábado (10), no Rock ir Rio. Em seguida, a banda faz uma pausa nas apresentações e retorna aos palcos em novembro, para tocar na Europa.

5 Seconds of Summer lança inédita “Older” e anuncia livestream direto do Royal Albert Hall

A banda australiana 5 Seconds of Summer revelou Older, música que estará presente em seu quinto álbum de estúdio, 5SOS5, a ser lançado no próximo dia 23 via BMG. O trabalho mostrará um grupo multifacetado e explorando temas mais intimistas e reflexivos com a experiência conquistada em mais de dez anos de estrada. Aliás, essa maturidade do projeto poderá ser vista pelo público do mundo todo com o show The Feeling of Falling Upwards diretamente do icônico Royal Albert Hall, em Londres. Na performance, que acontece às 16h30 do horário de Brasília do dia 22 de setembro e já está com vendas abertas, a banda estará reinventando o seu repertório, assim como apresentando faixas do álbum a ser lançado no dia seguinte. O quarteto será acompanhado por uma orquestra e um coro nesta que vai ser a primeira vez que o 5 Seconds of Summer se apresenta na icônica casa de espetáculos.

Balara faz show de lançamento de Aponte Para o Amor em Santos

No próximo dia 18, a banda santista Balara estreia o show do recente álbum Aponte Para o Amor. O evento acontece na casa de entretenimento Rusbé, em Santos, e conta com a abertura do duo mineiro Lado de Cá. Aponte Para o Amor é o segundo álbum do grupo, lançado em julho. O projeto contou com cinco faixas inéditas, incluindo o single destaque Grão, acompanhado de videoclipe. Sobre a expectativa do show de estreia, o vocalista Luccas Trevisani comenta: “Esse é o primeiro show onde tocaremos todas as faixas do álbum. Esperamos muito por esse momento e, não vemos a hora de apresentar as novas músicas ao vivo.” Com grandes números nas redes sociais, capa do jornal A Tribuna de Santos e música nas rádios, a banda, que traz composições no gênero “pop inspirador”, como os integrantes definiram, têm se destacado no mercado atual. Nas plataformas digitais já ultrapassam 380 mil ouvintes mensais, e mais de 30 milhões de streams em suas músicas. Essa é a primeira vez que o álbum entra no repertório e também, a primeira apresentação da banda em sua cidade natal após o período de pandemia. “Depois de um longo período pandêmico, finalmente vamos tocar em casa de novo e reencontrar o público da nossa cidade. Tenho certeza que será um show e uma experiência inesquecível, tanto pra gente, quanto para os fãs”, finaliza Luccas. Sobre os ingressos, para cada venda da categoria “meia solidária”, que visa a doação de um quilo de alimento não perecível, a banda se propôs a doar a mesma quantidade. Serviço: Data: 18 de setembro (domingo) Horário: Abertura da casa: 17h Local: Rusbé Santos Endereço: Avenida Marechal Deodoro, 49 – Gonzaga – Santos SP Classificação: 18 anos Valores: A partir de R$ 40 Compre aqui

Coldplay anuncia transmissão ao vivo de show em Buenos Aires; saiba como assistir

O Coldplay anunciou nesta quinta-feira (8) uma transmissão especial ao vivo da espetacular turnê mundial Music Of The Spheres World Tour diretamente do estádio do River Plate, em Buenos Aires. O evento será exibido em todo o mundo em milhares de cinemas em mais de 70 países nos dias 28 e 29 de outubro em parceria com a Trafalgar Releasing, que também é produtora executiva ao lado de CJ 4DPlex. O evento dará aos fãs da banda a chance de experimentar ao vivo o aclamado show Music Of The Spheres que vendeu mais de 5,4 milhões de ingressos. No show, a banda apresenta sucessos clássicos da carreira, incluindo Yellow, The Scientist, Fix You, Viva La Vida, A Sky Full Of Stars e My Universe em um estádio repleto de luzes, lasers, fogos de artifício e pulseiras de LED – todos combinam para tornar os shows do Coldplay uma experiência inesquecível. Esta apresentação em longa-metragem será dirigida pelo aclamado diretor vencedor do BAFTA e indicado ao Grammy Paul Dugdale. Os ingressos para o evento – a primeira transmissão mundial ao vivo de um show da América Latina – estarão disponíveis em 15 de setembro às 15h no site do show (onde os fãs também podem se inscrever agora para obter atualizações e informações).

Avril Lavigne faz show compacto, mas repleto de hits em São Paulo; confira review

Já se passaram 20 anos desde o lançamento do álbum de estreia de Avril Lavigne, Let Go, que estourou mundialmente com hits como Complicated e Sk8er Boi. Agora, em sua quinta vez no Brasil, a cantora canadense retorna renovada e com um álbum repleto de energia e sucessos em potencial. Na quarta-feira (7), Avril Lavigne apresentou um show sucinto, com 1h10 de duração, no Espaço Unimed, em São Paulo. Alguns fãs se queixaram de ser pequeno, mas foi suficiente para apresentar as faixas de trabalho de Love Sux (2022) e passear por outros cinco álbuns da carreira. Nas 14 faixas tocadas, a cantora deu uma atenção maior a Love Sux e Let Go, com cinco e quatro faixas respectivamente. Goodbye Lullaby (2011). Os demais discos foram representados pelos seus maiores hits. Acompanhada de uma banda cheia de energia, a Rainha do Pop Punk, responsável por popularizar o gênero entre as mulheres, ainda guardou uma surpresa para o fim, tocando Avalanche, de Love Sux, pela primeira vez em um show. Duas décadas depois de surgir na música, Avril Lavigne segue com o mesmo rosto. Parece não ter envelhecido nada. A energia e disposição no palco idem. Corre, chuta os balões de ar e conversa com o público diversas vezes. A disposição do set também é interessante. Inicia com dois dos carros-chefes de Love Sux (Cannonball e Bite Me), antes de intercalar os hits de todos os álbuns. Antes de iniciar Complicated, Avril Lavigne sentou no palco da bateria e agradeceu aos fãs pelo apoio nos últimos 20 anos, ouvindo todos os discos e curtindo fase a fase. Por fim, vale ressaltar que Avril se provou autêntica mais uma vez. Não só pelo show, mas pelo novo álbum, com produção de Travis Barker (baterista do blink-182), John Feldmann (vocalista do Goldfinger) e o rapper Mod Sun. Esse trio conseguiu extrair o melhor da cantora, equilibrando a nostalgia do pop punk do início dos anos 2000 com uma dose de inovação. Edit this setlist | More Avril Lavigne setlists Abertura de Avril Lavigne Antes de Avril Lavigne subir ao palco, a cantora Day Limns se mostrou a escolha mais acertada possível para abrir a noite. Fã de carteirinha da canadense, ela não escondeu em momento algum a satisfação de estar ali. “Isso é um sonho sendo realizado. Eu esperei por isso desde os meus sete anos”, disse durante a apresentação. Foram 30 minutos de show e uma oportunidade única de apresentar o álbum de estreia, Bem-vindo ao Clube, que conversa perfeitamente com o público de Avril. Day, aliás, teve um grande feedback da plateia. Foi acompanhada em coro em sua versão para Na Estante, de Pitty, além de ter seu pedido atendido por lanternas de smartphones em Dilúvio, que veio logo na sequência. Suas principais canções foram deixadas para o fim, com Clube dos Sonhos Frustrados e Finais Mentem. Na primeira, Day mostrou sua camiseta personalizada para o show, com a frase “Clube dos Sonhos Realizados”. “Acreditem no sonho de vocês. Eu não fui nas quatro primeiras vezes que a Avril veio ao Brasil, mas eu disse que a quinta seria especial. E hoje estou aqui. Tuitei isso na última vez que ela veio. Eu juro”.

Davi Moraes, filho de Moraes Moreira, faz show no Arte no Dique

O Festival O Som das Palafitas, promovido pelo Instituto Arte no Dique, recebe Davi Moraes, filho de Moraes Moreira, na quinta-feira (1º), às 15h, na sede da ONG. Uma hora antes haverá apresentação do Coletivo Querô, formado por crianças e jovens da oficina de percussão da instituição santista. Um dos guitarristas mais respeitados do país, Davi Moraes tem amplo reconhecimento como instrumentista e como compositor. De formação autodidata, possui técnica peculiar e inconfundível na guitarra, e consegue a proeza de aliar percussão aos ritmos que pulsam em seus acordes amplificados. Protagonista de uma das cenas históricas e inesquecíveis do primeiro Rock In Rio, realizado em 1985, é a de um menino de 11 anos tocando com seu pai ritmos brasileiros como o chorinho e o frevo frente um público de centenas de milhares de pessoas. Não muito tempo depois dessa participação, Davi se tornaria figura presente e constante na cena contemporânea da nossa música. Sua reconhecida e impressionante capacidade como músico, capaz de criar com a guitarra camadas de som ao mesmo tempo de enorme sensibilidade e potência, com foco em igual escala para os aspectos rítmicos e harmônicos do instrumento, o fez criar um diálogo especial com outros instrumentistas e produtores musicais de distintas gerações. Atua como produtor e diretor musical em shows, discos, musical e cinema, assinando a direção musical de projetos como o Musical dos Novos Baianos e no cinema com o grande sucesso Ó Pai Ó. Davi Moraes, na composição, se mostra cada vez mais diverso, com trânsito entre consagrados e novos, fazendo seu próprio caldeirão de misturas. O artista está no terceiro trabalho solo. Ademais, conta com inúmeras participações em gravações de artistas e instrumentistas de sucesso, figura presente e constante em discos e shows de artistas diversos como Elba Ramalho, Marisa Monte, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Adriana Calcanhoto, Vanessa da Mata, Maria Rita, entre outros. Em janeiro de 2021, lançou pela gravadora Biscoito Fino o EP Todos Nós, uma homenagem a seu pai Moraes Moreira. O EP tem convidados como Carlinhos Brown, Marina Lima, Joyce Moreno e Mu e Dadi da A Cor do Som. Aliás, no final do mesmo ano, lançou o EP Pelo Celular, em parceria com selo Savalla Records. ServiçoDavi Morais no festival O Som das PalafitasQuinta-feira, 1 de setembro 14h – Abertura com Coletivo Querô 15h – Davi MoraesArte no Dique – Rua Brigadeiro Faria Lima, 1349, Rádio Clube

Tom Odell confirma show único em São Paulo; confira local e preços

O cantor e compositor britânico Tom Odell confirmou uma apresentação única na Audio, em São Paulo. O show acontece em 23 de novembro e os ingressos estarão disponíveis a partir da próxima segunda-feira (29). Thomas Peter Odell é um cantor e compositor inglês, de Chichester, Reino Unido. Lançou seu primeiro EP, intitulado Songs From Another Love, em 2012. Em 2013, já levou o prêmio BRITs Critics’ Choice Award. Mais tarde, no mesmo ano, lançou seu álbum de estreia, chamado Long Way Down e, desde então, vem conquistando fãs em todas as partes do mundo. Antes de desembarcar no Brasil, o cantor romântico ainda passará por países como Reino Unido, França, Suíça, Bélgica, Alemanha, Hungria, Áustria e EUA. No setlist, o fã poderá contar com sucessos como Another Love, Flying, Numb, além da recém-lançada Best Day of My Life. SERVIÇO – TOM ODELL Data: 23 de novembro de 2022 Local: Audio (Av. Francisco Matarazzo, 694 – Água Branca, São Paulo / SP) Classificação etária: 14 anos desacompanhados. Menores de 14 anos entram somente acompanhados dos pais ou responsáveis legais. Ingressos online a partir de segunda-feira (29), às 10h. Valores: Pista: R$ 380,00 Pista meia-entrada: R$ 190,00 Camarote: R$ 500,00 Camarote meia-entrada: R$ 250,00

Ícone do doom metal, Pentagram celebra 50 anos com show em SP

A resposta norte-americana ao britânico Black Sabbath chama-se Pentagram, banda do norte da Virginia que, após 50 anos de histórias, reviravoltas, superações e perseverança, é igualmente um ícone e nome de respeito do heavy/doom metal mundial. A importante turnê que celebra meio século de serviço à música traz o Pentagram pela primeira vez à América do Sul, com show dia 11 de setembro em São Paulo, no Hangar 110. A banda de abertura é a paulistana de stoner/grunge Grindhouse Hotel, que em breve fará uma série de lançamentos pelo selo Abraxas Records. O primeiro full length, homônimo (que virou Relentless, nas reedições), saiu apenas em 1985, após 14 anos de atividades e alguns singles e uma demo lançada. Estava sacramentada a sonoridade densa e não raramente sinistra do Pentagram, repleta de riffs metálicos impactantes de uma espécie de hard rock distorcido e psicodélico, alguns solos wah-wah e letras doentias confessionais do fundador da banda, o vocalista Bobby Liebling. Pioneiros do proto-doom, o Pentagram riscou de vez seu nome no hall das bandas lendárias com o álbum seguinte, Day of Reckoning (1987), com verdadeiros hinos heavy doom, amparados por timbres que remetem diretamente ao da guitarra soberana de Tony Iommi da época de ouro do Black Sabbath. A qualidade ainda superior ao do disco de estreia aponta este segundo lançamento como um dos melhores da extensa carreira do Pentagram. Décadas depois, o culto ao Pentagram foi renovado e a sonoridade desafiadora e instigante da banda chegou a novas gerações, graças ao lançamento em 2011 do documentário Last Days Here. A produção rodou o mundo. Conta a luta de Bobby Liebling contra as drogas e depressão, além de mostrar o reencontro do vocalista com integrantes antigos para trazer de volta a aura dos ‘velhos tempos’. Reabilitado, Bobby foi reagrupado ao Pentagram em 2017 e, desde então, fazem esporádicas turnês pelos Estados Unidos, e agora é a vez da América do Sul. A banda promete shows só de clássicos da persistente carreira. ServiçoPentagram pela 1ª vez no BrasilData: 11 de setembro de 2022Horário: 18h (portas)Local: Hangar 110 (Rua Rodolfo Miranda, 110, Bom Retiro, São Paulo, SP)Classificação etária: 14 anos Venda on-line Ingressos:1º lote – R$ 110,00 – ESGOTADO1º lote – R$ 150,00 – ESGOTADO 2º lote – R$ 130,00 – pista – meia/promocional2º lote – R$ 170,00 – mezanino – meia/promocional *mediante à apresentação da carteira de estudante OU a doação de 1kg de alimento não perecível (menos sal e açúcar), a ser entregue no dia do show.