Tetrarch confirma show inédito no Brasil impulsionado por marco histórico na guitarra

A banda norte-americana Tetrarch confirmou a sua primeira passagem pelo Brasil com uma apresentação única marcada para o dia 25 de julho de 2026, em São Paulo. O espetáculo acontece no palco do clássico Hangar 110 (no bairro do Bom Retiro), numa realização conjunta das produtoras New Direction e Criollos Crew. A estreia do grupo no país acontece no momento de maior visibilidade internacional da sua carreira, com a digressão de promoção ao seu terceiro disco de estúdio, The Ugly Side of Me, lançado no ano passado pela Napalm Records. Marco histórico de Diamond Rowe Para além do peso nas plataformas de streaming e da presença nas paradas de rock da Billboard, a banda desembarca no Brasil após um feito gigantesco fora dos palcos. A guitarrista e fundadora do grupo, Diamond Rowe, fez história recentemente ao tornar-se a primeira mulher (e a primeira artista feminina afro-americana) a receber um modelo de guitarra por assinatura da lendária marca Jackson Guitars. O feito rompeu barreiras na indústria de instrumentos focados no heavy metal e projetou o nome dos Tetrarch para o epicentro das revistas especializadas em guitarra de todo o mundo. Ascensão e sonoridade Formados em Atlanta (EUA) e atualmente sediados em Los Angeles, os Tetrarch, que se completam com Josh Fore (voz e guitarra), Ryan Lerner (baixo) e Ruben Limas (bateria), chamaram a atenção da imprensa norte-americana ao cruzar a agressividade do metalcore atual com a essência do nu-metal dos anos 2000. O salto para o mainstream ocorreu com o álbum Unstable (2021), impulsionado pelo sucesso do single I’m Not Right, que colocou a banda na rota das grandes rádios de rock dos Estados Unidos e rendeu-lhes elogios rasgados de publicações como a Alternative Press. 🎸 Serviço: Tetrarch em São Paulo Os ingressos já se encontram no primeiro lote. O evento conta com a modalidade “Meia Solidária”, que garante desconto no valor mediante a doação de 1kg de alimento não perecível à porta do recinto.
A Wilhelm Scream e MakeWar anunciam turnê com cinco datas pelo Brasil em 2026

A banda A Wilhelm Scream confirmou uma nova turnê pelo Brasil com cinco datas já anunciadas, sendo quatro delas na região Sul, reforçando a conexão histórica da banda com o público nacional. A série de shows contará com abertura da MakeWar em todas as apresentações, ampliando o peso do evento para os fãs de punk e hardcore melódico. A proposta da turnê passa longe de grandes festivais e aposta em casas menores, privilegiando a intensidade e a proximidade com o público. A ideia é recriar a energia crua que consolidou o nome da banda ao longo das últimas décadas, com apresentações mais diretas e sem filtros. Entre os destaques está o lendário Hangar 110, em São Paulo, um dos templos do hardcore no Brasil. O espaço, conhecido por shows históricos e atmosfera visceral, reforça o conceito intimista da turnê e deve ser um dos pontos altos da passagem da banda pelo país. Conheça A Wilhelm Scream Formada em 1999 em Massachusetts, a A Wilhelm Scream construiu uma carreira sólida dentro do hardcore melódico, misturando velocidade, técnica e agressividade. Ao longo dos anos, a banda se destacou por discos como “Ruiner” e “Career Suicide”, além de uma reputação consistente como uma das melhores performances ao vivo do gênero. A turnê acontece em meio ao lançamento de “Cheap Heat”, novo álbum do A Wilhelm Scream, lançado em 2026. O disco mantém a identidade da banda, com hardcore veloz, riffs intensos e vocais marcantes, mas também apresenta uma sensação de renovação criativa, com composições afiadas e forte carga melódica, reforçando o status do grupo como um dos nomes mais consistentes do estilo. Abertura MakeWar Já a MakeWar traz uma abordagem mais emocional dentro do punk rock, combinando energia com letras introspectivas. O grupo ganhou espaço na cena alternativa nos últimos anos justamente por equilibrar peso e sensibilidade, criando um contraste interessante com o som mais técnico e agressivo do headliner. Datas no Brasil:🇧🇷 27.10 – Porto Alegre🇧🇷 28.10 – Criciúma🇧🇷 29.10 – Florianópolis🇧🇷 30.10 – Curitiba🇧🇷 31.10 – São Paulo Os ingressos já estão à venda por meio da 101ticketsbr, e a expectativa é de rápida procura, especialmente pelo formato reduzido das casas escolhidas. A combinação entre novo material e shows próximos do público tende a transformar as apresentações em experiências intensas para fãs antigos e novos.
Doyle, guitarrista do Misfits, volta ao Brasil em show único no Cine Joia

O guitarrista Doyle Wolfgang von Frankenstein, conhecido por sua passagem marcante pelo Misfits, retorna a São Paulo para uma apresentação exclusiva no dia 30 de abril, no Cine Joia. O evento é realizado pelas produtoras ND Productions e Powerline Music & Books, duas das mais ativas no circuito independente. Figura central na construção da linguagem sonora e visual do horror punk, Doyle, nome artístico de Wolfgang von Frankenstein, ganhou notoriedade ao integrar o Misfits no início dos anos 1980. Irmão de Jerry Only, cofundador da banda, ele recebeu os primeiros ensinamentos de guitarra do próprio baixista e do vocalista Glenn Danzig. O guitarrista entrou oficialmente no Misfits em 1980 após atuar como roadie do grupo. Ele substituiu Bobby Steele e ajudou a consolidar a sonoridade crua e percussiva que se tornaria marca registrada da banda. Doyle participou de registros associados ao período clássico do grupo, incluindo o álbum Walk Among Us e o EP 3 Hits from Hell. Mesmo décadas depois, o músico segue ativo. Além de aparições esporádicas com o Original Misfits, mantém carreira própria marcada por riffs diretos e pesados, presentes em faixas como “Headhunter” e “Land of the Dead”. Doyle também passou por projetos como Kryst the Conqueror e Gorgeous Frankenstein. Em seu trabalho solo, o guitarrista explora diferentes nuances dentro do rock pesado. Em músicas como “Dreamingdeadgirls” e “Love Like Murder”, incorpora elementos de blues e deixa evidente a influência do Black Sabbath. Já em “Blood Stains”, a guitarra mergulha em uma abordagem mais crua e primitiva, próxima de um thrash metal propositalmente desajustado. Doyle nunca se posicionou como um guitarrista exibicionista. Seu estilo é marcado por impacto físico, timbre encorpado e riffs diretos, priorizando peso e textura sonora em vez de virtuosismo técnico. Na vida pessoal, Doyle também chama atenção por seu relacionamento com Alissa White-Gluz, conhecida por ter integrado o Arch Enemy. Sob seu próprio nome artístico, o guitarrista lançou dois álbuns de estúdio: Abominator, de 2013, e Doyle II: As We Die, de 2017. Nos dois trabalhos, dividiu a linha de frente com o vocalista Alex Story, que permanece como a voz da banda em sua fase atual. Ingressos: DOYLE (Misfits) em São Paulo | FasTix
Supercombo faz noite especial hoje em São Paulo com shows dedicados aos álbuns Festa? e Adeus, Aurora

Enquanto finaliza os últimos detalhes para o lançamento da segunda parte do álbum Caranguejo, a Supercombo pausa brevemente o processo criativo para um encontro especial com os fãs nesta sexta-feira (13), em Casa Rockambole. A banda realiza duas apresentações na mesma noite, cada uma dedicada a um disco importante de sua trajetória. A primeira sessão acontece às 20h e será inteiramente dedicada ao álbum Festa?, trabalho que marcou o início da trajetória do grupo e apresentou as bases de sua identidade musical. Na sequência, às 22h30, o quarteto retorna ao palco para tocar na íntegra Adeus, Aurora, disco lançado em 2019 que ampliou o universo sonoro da banda com novas texturas e experimentações. Formada em 2007 em Vitória e atualmente radicada em São Paulo, a Supercombo construiu uma trajetória sólida dentro do rock alternativo nacional. Com mais de 1 milhão de inscritos no YouTube e uma base fiel de fãs espalhada pelo país, o grupo mantém uma agenda intensa de shows e costuma lotar casas por onde passa. Leia aqui a entrevista exclusiva sobre a Parte 1 de Caranguejo Lançado na fase inicial da carreira, Festa? apresentou o encontro entre rock alternativo, elementos eletrônicos e canções com forte apelo pop. As letras exploram inquietações pessoais com doses de ironia e leveza, características que se tornariam marcas da banda. Faixas como “À Deriva”, “O Calculista”, “Eu Poderia” e “Wallace” continuam presentes no repertório e seguem entre as favoritas do público. Já Adeus, Aurora chegou ao público em 29 de março de 2019 como sucessor de Rogério e representou uma expansão estética para o grupo. O álbum foi lançado junto de uma HQ homônima e trouxe guitarras em afinação mais baixa, sintetizadores e incursões por estilos como reggae e reggaeton, sem abandonar a base melódica característica da Supercombo. Após a maratona desta sexta-feira, a banda segue para o interior paulista. No sábado (14), o grupo se apresenta em Sorocaba, dando sequência à agenda de shows de 2026. Outro momento aguardado pelos fãs acontece em abril. No dia 26, a Supercombo sobe ao palco da Casa Natura Musical para lançar ao vivo a segunda parte do álbum Caranguejo. O show marcará a primeira execução das novas músicas que completam o projeto. A banda já havia apresentado a primeira parte do disco ao longo de 2025, em uma sequência de apresentações que passou por seis estados. Agora, o trabalho ganha sua conclusão com mais oito faixas inéditas, lançadas pelo selo Deckdisc. Segundo o grupo, a decisão de dividir o álbum nasceu da ideia de dar mais tempo de circulação às músicas, fugindo da lógica imediata dos lançamentos concentrados em singles. A segunda parte funciona como uma continuação direta do primeiro volume, conectada conceitualmente, mas com mudanças de clima e abordagem. Serviço Supercombo toca Festa? e Adeus, Aurora em São Paulo Data: 13 de março de 2026Local: Casa RockamboleEndereço: Rua Belmiro Braga, 119 – Pinheiros – São Paulo/SP 1ª sessão – 20hShow especial com repertório do Festa? 2ª sessão – 22h30Show especial com repertório do Adeus, Aurora Ingressos: meaple.com.br/rockambole/supercombo-festa-e-adeus-aurora Supercombo: lançamento de Caranguejo (Parte 2) Data: 26 de abril de 2026Horário: 19h (abertura da casa)Local: Casa Natura MusicalEndereço: Rua Artur de Azevedo, 2134 – Pinheiros – São Paulo/SP Ingressos: bileto.sympla.com.br/event/116342
Entrevista | Crazy Lixx – “Acho que o rock evoluiu na direção errada nos últimos vinte anos”

A banda sueca Crazy Lixx retorna ao Brasil para sua maior apresentação no Brasil no dia 26 de abril no Bangers Open Air, em São Paulo. O grupo é um dos principais nomes do revival do hard rock escandinavo e construiu sua reputação apostando em refrões marcantes, guitarras afiadas e uma forte estética inspirada na cultura pop de filmes de terror dos anos 80. A passagem pelo festival marca um momento especial para a banda, que já realizou shows em casas menores no país e agora terá a oportunidade de apresentar seu repertório para um público ainda maior. Formado em 2002 na cidade de Malmö, na Suécia, o Crazy Lixx ajudou a consolidar uma nova geração de bandas que resgatou o espírito do glam metal e do hard rock clássico. Ao longo de mais de duas décadas de carreira, o grupo liderado pelo vocalista Danny Rexon lançou uma série de álbuns que reforçam essa identidade sonora, mantendo viva a influência de bandas como Kiss, Def Leppard e Skid Row. A mistura entre nostalgia oitentista e produção moderna transformou o Crazy Lixx em um nome respeitado dentro da cena hard rock contemporânea. Em entrevista ao Blog N’ Roll, Danny Rexon falou sobre a relação da banda com os fãs brasileiros, o processo criativo por trás das novas músicas e a influência da cultura pop dos anos 80 em sua carreira. Não tinha melhor dia para falar contigo do que numa sexta-feira 13, né? Como você descreveria a relação do Crazy Lixx com os fãs brasileiros? É isso (risos), verdade. É um bom dia. Já estivemos no Brasil algumas vezes e fizemos alguns shows em casas menores. Até agora não tínhamos tocado em um festival por aí, então isso vai ser muito legal. Sempre nos divertimos muito no país. Acho que os fãs brasileiros são um público particularmente bom para tocar. Eles são muito receptivos, muito gratos e extremamente energéticos e entusiasmados durante os shows e também depois deles. Normalmente encontramos muitas pessoas querendo interagir com a banda, tirar fotos, pedir autógrafos e conversar. Então eu diria que temos lembranças muito positivas dos fãs brasileiros e das interações que tivemos até agora. Muitos artistas internacionais dizem que o público brasileiro é mais barulhento e apaixonado do que em qualquer outro lugar. O que mais te surpreendeu quando tocaram aqui? A primeira vez que tocamos aí fiquei surpreso com a quantidade de fãs que apareceram, não só no show, mas também em um evento de autógrafos que fizemos em uma loja de discos antes da apresentação. E depois do show também, com pessoas querendo tirar selfies, pegar autógrafos e conversar com a gente. Em muitos lugares você pode ter um bom público durante o show, mas as pessoas simplesmente vão embora quando termina. Já os fãs brasileiros querem interagir com a banda antes e depois da apresentação. Eles também compram bastante merchandising e demonstram muita paixão pelo evento como um todo. Isso é algo realmente muito legal. E o que passa pela sua mente quando sabe que vai tocar em um grande festival de rock como o Bangers Open Air? É uma grande oportunidade para nós. Como eu disse, só tocamos em clubes no Brasil até agora, então esse será nosso primeiro festival no país. Na verdade, já estávamos tentando conseguir um festival por aí há algum tempo, então estamos muito animados por finalmente ter dado certo. É um festival grande, com muita gente que naturalmente vai para ver outras bandas, então é uma ótima oportunidade de mostrar o que podemos fazer para pessoas que talvez não estejam lá especificamente para ver o Crazy Lixx. Vai ser um festival muito empolgante e também uma boa forma de ampliar nosso público. Espero conseguir aproveitar o evento antes e depois do nosso show também. Vi, por exemplo, que Rick Springfield toca no evento. Espero conseguir assistir antes de voltarmos para casa. Parece ser um festival muito legal e acho que o público vai se divertir bastante. Falando sobre o último álbum, Thrill of the Bite, ele mostra uma banda muito confiante. O que mudou no seu processo criativo ao longo dos anos? Eu diria que hoje trazemos muito mais da produção para dentro da própria banda. Não trabalhamos mais com produtores externos. Esse foi o primeiro álbum que eu mesmo mixei do começo ao fim. Também fazemos todas as gravações por conta própria. Acho que crescemos bastante como produtores e aprendemos melhor o que precisamos fazer para alcançar o resultado que queremos. Hoje em dia os músicos também precisam aprender esse tipo de habilidade, porque não existe mais tanto dinheiro na indústria como antigamente para contratar pessoas externas para fazer todo o trabalho. Além disso, a visão artística de quem está na banda costuma ser a melhor para definir onde você quer chegar. Então o melhor caminho é aprender as técnicas e desenvolver essas habilidades por conta própria. Essa é uma grande diferença em comparação com dez ou quinze anos atrás. Compor em casa em vez de compor em sala de ensaio teve um grande impacto nas novas músicas? E hoje você escreve grande parte das músicas da banda, isso traz mais liberdade criativa ou mais pressão? Eu diria que um pouco das duas coisas. Alguns anos atrás eu escrevia ainda mais músicas sozinho. No último álbum tivemos uma divisão um pouco melhor entre os compositores do que no passado. Eu ainda escrevo a maioria das músicas, mas há contribuições do nosso baixista Jens e do guitarrista Chrisse, além de duas colaborações com compositores externos. Então está um pouco mais equilibrado agora. Por um lado, isso é positivo, porque como produtor posso pensar no que o álbum precisa. Talvez falte uma balada ou algum tipo específico de música para deixar o disco mais equilibrado. Mas também existe pressão, porque esperam que eu entregue a maior parte das músicas. Quando chega o momento de reunir as demos para um álbum, existe naturalmente a expectativa de que eu apresente muitas ideias. E suas músicas têm refrões
Danko Jones retorna a São Paulo com a turnê do álbum “Leo Rising”

O hard rock sem concessões do trio canadense Danko Jones tem data marcada para voltar ao Brasil. O grupo confirmou uma apresentação em São Paulo no dia 21 de maio (quinta-feira), no Fabrique Club, sob a realização da Powerline Music & Books em parceria com a Heart Merch. O show faz parte da turnê de divulgação de Leo Rising, o 12º álbum de estúdio da banda, lançado em novembro de 2025. A apresentação também marca a celebração das três décadas de atividade do grupo na cena independente global. 30 anos de estrada e a conexão com Lemmy Na ativa desde 1996, o trio formado por Danko Jones (voz e guitarra), John “JC” Calabrese (baixo) e Rich Knox (bateria) construiu sua reputação com base em turnês constantes e uma discografia de rock direto. A crueza do som do grupo chamou a atenção de pares de peso ao longo dos anos. Lemmy Kilmister, saudoso líder do Motörhead, foi um mentor declarado de Danko, enxergando no canadense a mesma postura de palco e a dedicação ao rock and roll que definia sua própria trajetória. Fómula de ‘Leo Rising’ Lançado no final do ano passado, o álbum Leo Rising mantém a estrutura de riffs e refrões imediatos que consolidou a identidade da banda. O disco conta com 11 faixas curtas, destacando-se músicas como What You Need e o power pop de Everyday Is Saturday Night. A faixa Diamond In The Rough traz ainda a participação do guitarrista Marty Friedman (ex-Megadeth). Sobre o novo trabalho, o vocalista é categórico: “Eu poderia te dar algumas respostas prontas sobre nosso processo de composição, experimentações e tudo mais. Mas a verdade é que isso é apenas mais uma porção de hard rock, servido por baixo, bateria, guitarra e vocais. Sem firulas, só música carne e batata, feita para colocar um sorriso satisfeito no seu rosto.” 🎫 Serviço: Danko Jones em São Paulo Os ingressos já estão disponíveis e contam com a opção de Meia Solidária, que exige a doação de 1kg de alimento não perecível na porta do evento.
Getúlio Abelha lança a versão expandida do álbum “Autópsia+” e faz show hoje em São Paulo

O cantor e performer Getúlio Abelha disponibilizou nas plataformas digitais o álbum Autópsia+, uma versão expandida do seu último projeto de estúdio. Para marcar a chegada do disco, o artista sobe ao palco da Casa Natura Musical, em São Paulo, na noite de hoje. O novo material aprofunda o universo apresentado na primeira parte do trabalho (lançado em 2025 e eleito um dos melhores álbuns do ano pela APCA). Novas faixas e mistura sonora de Getúlio Abelha Autópsia+ adiciona cinco faixas inéditas ao repertório: O Corte, Brincadeira do Ossinho, Zé Pinguelo, Espantalho (composição em parceria com Alice Caymmi e Helô Duran) e A Cova. O disco também traz duas faixas bônus: o single Ranço e Caranguejeira Satanista. Liricamente, o álbum aborda relações desgastadas, vínculos quebrados e dores que não se resolvem com o tempo. As letras usam imagens ligadas ao corpo e à decomposição para tratar de emoções em colapso. O disco parte da ideia de que muita coisa morre enquanto ainda está viva, e que o reconhecimento e o cuidado costumam chegar tarde demais. Sonoramente, Getúlio continua empurrando os limites do forró para territórios inusitados. A produção musical, assinada por Glhrmee (com coprodução do próprio Getúlio), promove a convivência entre o forró eletrônico, punk, jazz, rock, psicodelia e o piseiro. O novo trabalho apresenta arranjos com mais guitarras e mudanças bruscas de estilo, além de exigir novos registros vocais do intérprete. 🎫 Serviço: show de lançamento – Autópsia+ A nova turnê conta com direção reformulada pelo próprio artista em parceria com a diretora de movimento Fernanda Fiuza.
Kadavar confirma Hammerhead Blues e Espectro para abertura de show em São Paulo

A produtora Agência Sobcontrole confirmou os grupos paulistas Hammerhead Blues e Espectro como bandas de abertura para a apresentação dos alemães do Kadavar, no dia 21 de março (sábado), no Carioca Club, em São Paulo. O evento marca o retorno do Kadavar à capital paulista após um intervalo de oito anos, trazendo na bagagem uma fase de reinvenção sonora e mudanças na formação. Retorno ao stoner rock Hoje atuando como um quarteto — com a adição de Jascha Kreft —, o Kadavar chega ao Brasil promovendo a turnê do álbum K.A.D.A.V.A.R. (Kids Abandoning Destiny Among Vanity and Ruin), lançado em novembro de 2025. O trabalho representa uma volta às raízes para a banda. Após um período de experimentações nos discos anteriores, o grupo resgatou a estética analógica, a energia crua do rock dos anos 70 e a força do stoner rock que os projetou na década de 2010. Faixas como “Lies”, “Stick It” e “Total Annihilation” mostram um foco renovado em riffs pesados e groove pulsante. >> LEIA ENTREVISTA COM KADAVAR Peso da cena nacional Para preparar o palco, a curadoria do evento selecionou dois nomes ativos no underground de São Paulo: 🎫 Serviço: Kadavar em São Paulo Os ingressos já estão disponíveis e a opção de meia-entrada solidária exige a doação de 1kg de alimento não perecível no dia do evento.
Leal anuncia show no Blue Note São Paulo para celebrar álbum de estreia e edição em vinil

Após dois anos de circulação do seu álbum de estreia homônimo, o cantor e compositor Leal marcou um reencontro com o público paulistano. O artista se apresenta no Blue Note São Paulo no dia 7 de abril (terça-feira), às 22h30, em um show que encerra o ciclo atual e prepara o terreno para o lançamento da obra em formato vinil. O disco Leal unificou a vivência musical do cantor, propondo um diálogo franco com a diversidade brasileira. O projeto de estúdio contou com a participação de nomes como Ney Matogrosso, Davi Kopenawa e Bia Ferreira. Celebração e novos caminhos Com direção artística assinada por Lua Leça e Patricia Palumbo, o espetáculo no Blue Note vai muito além da reprodução do disco. “Este show é uma segunda etapa do lançamento do álbum, que se materializará também em vinil. É mais uma celebração deste repertório, mas também um anúncio de novos caminhos, projetos e canções. Trago novas ‘reverências’ a artistas que têm sido importantes para mim”, explica Leal. Acompanhado por uma banda entrosada, formada por Rafael dos Santos (bateria), Zeca Loureiro (guitarra), Fernanda Horvath (baixo) e Reyviton Lima (trombone), Leal apresentará faixas autorais como Lógica Maneira, Karma e Jardim a Jardim. O repertório do show também inclui releituras bem pensadas, como: 🎫 Serviço: Leal no Blue Note SP Os ingressos para a apresentação já estão disponíveis na plataforma Eventim.