Rush anuncia cinco shows no Brasil em 2027; veja datas e locais

Pode acreditar, não é um delírio coletivo. O impossível aconteceu. Os ícones Geddy Lee (baixo, teclados, vocais) e Alex Lifeson (guitarra, vocais) confirmaram o retorno do Rush ao Brasil com a histórica Fifty Something Tour. Após o esgotamento imediato de mais de 50 datas na América do Norte, a banda anunciou nesta segunda-feira (23) a extensão da turnê para o Reino Unido, Europa e, para a nossa alegria, América do Sul, quebrando um hiato de 17 anos sem pisar por aqui. No Brasil, a turnê terá proporções colossais. Com produção da 30e, o grupo fará cinco shows entre janeiro e fevereiro de 2027, passando por Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte e Brasília. Confira a rota do Rush pelo Brasil em 2027: Homenagem a Neil Peart e a nova formação A turnê é uma grande celebração do legado da banda e, principalmente, da vida do saudoso baterista e letrista Neil Peart. A decisão tem a bênção integral da família de Peart. “Estamos entusiasmadas em apoiar a turnê, celebrando uma banda cuja música ressoou e inspirou fãs por gerações. A musicalidade de Neil era singular. […] Como baterista e letrista, ele era insubstituível. Estamos animadas para ver como essa nova visão se desenvolverá”, declararam Carrie e Olivia Peart (viúva e filha do músico). Para a Fifty Something Tour, a monumental tarefa de assumir as baquetas ficará a cargo da virtuosa baterista, compositora e produtora alemã Anika Nilles (que já tocou com Jeff Beck). O tecladista Loren Gold (The Who) completa a nova escalação. Formato “An Evening With” Se prepare para uma maratona. Os shows seguirão o formato “an evening with” (uma noite com), ou seja, sem bandas de abertura e com o Rush tocando dois sets por noite. Geddy Lee revelou que a banda está ensaiando um catálogo de cerca de 40 músicas, o que permitirá um setlist rotativo, com canções diferentes a cada apresentação. “Esperamos sinceramente que vocês venham celebrar conosco 50 anos da música do Rush, enquanto prestamos a Neil a homenagem que ele tão merecidamente merece”, afirmou o baixista. 🎫 SERVIÇO: RUSH NO BRASIL (2027) Turnê: Fifty Something South American Tour Realização: 30e 📍 CURITIBA Data: 22 de janeiro (sexta-feira) Local: Arena da Baixada 📍 SÃO PAULO Data: 24 de janeiro (domingo) Local: Allianz Parque 📍 RIO DE JANEIRO Data: 30 de janeiro (sábado) Local: Estádio Nilton Santos (Engenhão) 📍 BELO HORIZONTE Data: 1 de fevereiro (segunda-feira) Local: Estádio Mineirão 📍 BRASÍLIA Data: 4 de fevereiro (quinta-feira) Local: Arena BRB Mané Garrincha 💎 EXPERIÊNCIAS VIP (Preços padrão para todas as cidades) 💳 INFORMAÇÕES DE VENDA

Cartas, “Doce de Leite” e show rápido no Sesc: a saga do Rhythm Collision em Santos em 1997

Rhythm Collision em São Paulo, 1997

Se o show do NOFX em 1997 foi o “Big Bang” do hardcore internacional em Santos, a turnê do Rhythm Collision no mesmo ano foi a prova de que a cena poderia andar com as próprias pernas. Foi a materialização do espírito do it yourself (faça você mesmo), orquestrada via correio, sem e-mail, sem GPS e movida a pura paixão pela música. A banda californiana, que vivia um momento especial lançando álbuns pela lendária gravadora Dr. Strange Records, desembarcou no Brasil para uma série de shows que entrariam para a mitologia local. Em Santos, a passagem foi dupla e intensa: uma apresentação “relâmpago” no Sesc Santos e uma data extra no extinto London London. Conexão via carta e o “empurrão” do Fat Mike Tudo começou muito antes da banda pisar no aeroporto. Em uma era pré-internet, a amizade entre João Veloso Jr. (baixista do White Frogs) e Harlan Margolis (vocalista e guitarrista do Rhythm Collision) foi construída à base de selos e paciência. “Eu e o Harlan trocávamos cartas. Você via o endereço das bandas nos encartes, mandava carta pedindo material… O primordial para rolar essa tour foi o conselho do Fat Mike (dado no show do NOFX) que ficou na minha cabeça: ‘Vamos fazer então, vamos ver como é que é isso’”, relembra João. Para viabilizar a vinda, João contou com a parceria da Anorak Produções, que organizava o festival Expo Alternative no Rio de Janeiro. Com as passagens pagas pelo evento carioca, o caminho estava aberto para descer a serra. Sesc Santos: o show do Rhythm Collision contra o relógio A primeira parada santista foi no Sesc. O local estava lotado, cheio de adolescentes e bandas locais como White Frogs, Sonic Sex Panic, além da paulistana Dance of Days no suporte. Mas havia um inimigo invisível: o horário. Harlan Margolis relembra a adrenalina de ter que tocar contra o tempo devido ao rígido toque de recolher do local. “Lembro que, por causa de algum tipo de toque de recolher, tivemos que cortar nosso set. Quando subimos no palco, só tínhamos uns 30 minutos antes do show ter que acabar. Então, queimamos nossas músicas mais rápido que o normal e reduzimos a conversa ao mínimo para encaixar o maior número possível de canções. Lamentamos não ter tocado o set completo, mas nos divertimos muito e o público também”.  Harlan Margolis Revanche no London London Como o show do Sesc deixou um gosto de “quero mais”, uma segunda data foi improvisada no lendário London London, na esquina da Av. Presidente Wilson com a Rua Cásper Líbero, no José Menino. Ali, sem as amarras do horário institucional, a banda pôde mostrar a que veio. João destaca momentos icônicos dessas apresentações, como o cover de She Drives Me Crazy (Fine Young Cannibals). “Todo show eles chamavam meninas para cantar no palco. Naquela época, começando a ter mais meninas em show, não era comum como hoje. Em Santos, uma das meninas que subiu foi a Luiza Sellera”, conta João. Luiza, aliás, guarda com carinho a lembrança do show do Rhythm Collision no bar do Sesc Santos. “Essa parte é a minha lembrança mais vívida daquele show, porque eu estava MORRENDO de vergonha. Até hoje não sei o que me deu pra aceitar o convite de cantar no palco, porque sempre fui muito tímida. Quando a banda explicou que a gente só precisava fazer “uuuh uuuh” de backing vocals, não disse que música era nem nada, e eu só percebi que era Fine Young Cannibals quando veio o primeiro refrão. Apesar da vergonha, foi tudo muito divertido – e, com certeza, um dos shows mais legais que tivemos o privilégio de ver no Sesc na época. Rhythm Collision não era das bandas mais conhecidas da cena, mas encheu a casa mesmo assim. Porque se tinha uma coisa que não faltava em Santos nos anos 90, era público”. O setlist foi todo focado nos álbuns Collision Course (1997) e Clobberer! (1995). Entre os destaques do repertório faixas como Hippie Now, Red Champagne e Bombs For You. O público santista surpreendeu a banda. “Fiquei amarradão em ver pessoas que já conheciam nossas músicas, o que foi uma surpresa. Aparentemente, vários conheciam porque as faixas estavam em trilhas sonoras de filmes de surf”, completa Harlan. Hospedagem do Rhythm Collision na casa dos pais de Jr. e “doce de leite” Sem verba para hotéis, a turnê foi raiz. A banda ficou hospedada na casa dos pais de Jr., em Santos. “Meus pais foram viajar e voltaram mais cedo… encontraram uma banda hospedada lá”, ri o baixista do White Frogs.  A convivência gerou histórias curiosas. O baterista da turnê, Jon Warner (vocalista e guitarrista do Ferd Mert), ficou viciado em uma sobremesa bem brasileira. “Ele ficou tão viciado em doce de leite que depois gravou uma música chamada Doce de Leite quando voltou para os EUA”. Outra curiosidade técnica: o baixista da turnê, Brian Ready (da banda Everready), tocou com o instrumento emprestado de Jr. “Eles eram pessoas muito simples. Não tinha essa de ficar no camarim, eles ficavam no meio da galera vendo os shows de abertura”, ressalta o santista. Caos em SP e a camiseta do Sex Pistols A turnê seguiu para São Paulo, no Alternative Bar. Harlan descreve a viagem de Santos para a Capital como uma odisseia, onde até os locais se perderam, chegando horas atrasados. Mas, quando o show começou, foi catártico. “O clube estava completamente lotado, estilo sardinha, suado, barulhento… Foi uma explosão. Definitivamente um dos shows mais memoráveis da história do Rhythm Collision”, diz Harlan. No fim da noite, uma troca de camisetas selou o espírito da turnê. Harlan usava uma camiseta personalizada escrita “Fuck Your Opinion”. Um fã implorou por ela.“Ele trocou a camiseta das costas dele (Sex Pistols) pela minha. Ambas estavam pingando de suor. Foi o final perfeito para o nosso tempo no Brasil”, finaliza o vocalista. ***Todas as fotos, com exceção do cartaz, são do show em São Paulo, da mesma turnê.

Portugal. The Man confirma sua primeira turnê solo no Brasil com dois shows

A banda Portugal. The Man acaba de anunciar sua primeira turnê solo no Brasil. Conhecidos pela mistura contagiante de rock alternativo e pop, os norte-americanos desembarcam no país em maio para duas apresentações exclusivas. The Denali Tour A vinda da banda faz parte da The Denali Tour, que marca uma nova era na carreira do grupo. O show apresenta as faixas de seu 10º álbum de estúdio, intitulado SHISH. Claro que o repertório não deixará de lado os hinos que consolidaram a trajetória da banda, como a favorita dos fãs Purple Yellow Red and Blue e o fenômeno Feel It Still. É a chance de ver o grupo com um setlist completo e imersivo, fora da correria dos festivais. Guia de ingressos para Portugal. The Man no Brasil A venda de ingressos será dividida em várias etapas, começando já nesta terça-feira (27). Confira o cronograma para não perder a chance. Serviço CURITIBA (PR) SÃO PAULO (SP)

Somos Rock Festival chega a Curitiba com Echo & The Bunnymen e Paralamas

A organização do Somos Rock Festival confirmou a expansão do evento, que já tem data em São Paulo, e escolheu Curitiba como sua próxima parada. O encontro de gerações acontece no dia 26 de abril de 2026 (domingo), ocupando um dos palcos mais emblemáticos do país: a Pedreira Paulo Leminski. O festival mantém sua proposta original de unir diferentes fases do rock em um ambiente confortável e plural. Para a edição curitibana, a curadoria montou um line-up que mistura nostalgia internacional e clássicos do rock brasileiro. As atrações confirmadas no Somos Rock Festival Curitiba O público viverá uma experiência completa com grandes nomes. A escalação internacional traz o pós-punk lendário do Echo & The Bunnymen, o som alternativo dos anos 90 com Spin Doctors e Smash Mouth, além do post-grunge do Candlebox. O time nacional joga em casa com a mesma grandiosidade. O palco receberá a história viva d’Os Paralamas do Sucesso, a energia do Detonautas e o peso do Raimundos. É um evento desenhado para pais, filhos e amigos cantarem juntos. Ingressos já à venda A expectativa para o evento é alta e as vendas começaram oficialmente ontem, 16 de janeiro. Os fãs podem adquirir as entradas através do site da Ticketmaster. O festival oferece opções de meia-entrada, ingresso solidário e combos promocionais. Confira o serviço completo abaixo e garanta seu lugar na Pedreira. Serviço Somos Rock Festival 2026 em Curitiba

Death To All inicia turnê no Brasil celebrando clássicos

A banda Death To All desembarca no Brasil na próxima semana para uma série de shows. A turnê começa já na próxima terça-feira (20) e passa por cinco cidades. O grupo, formado por ex-membros da lendária banda norte-americana Death, tem uma missão especial. Eles celebram ao vivo dois marcos da discografia de Chuck Schuldiner: os álbuns Spiritual Healing (que completa 35 anos) e Symbolic (que faz 30 anos). Um time de lendas do metal A banda conta com Gene Hoglan (bateria), Steve DiGiorgio (baixo) e Bobby Koelble (guitarra). Para completar o time e honrar o legado de Chuck, Max Phelps (Exist, ex-Cynic) assume a guitarra e os vocais. O baterista Gene Hoglan destacou a importância dessa celebração dupla. “Chegou a hora de comemorar alguns marcos do catálogo do Death… São 30 anos de Symbolic e 35 anos de Spiritual Healing! Duas eras muito diferentes, mas igualmente importantes. Será uma noite incrível homenageando o grande Chuck Schuldiner”, declarou o baterista. Dois álbuns, duas eras do Death to All Lançado em 1990, Spiritual Healing marcou a transição lírica da banda. As letras abandonaram o horror visceral para abordar problemas sociais, enquanto os riffs ganharam mais técnica. Já Symbolic (1995) representa o auge da progressividade do grupo. O disco trouxe estruturas elaboradas e melodias marcantes em faixas como Crystal Mountain e 1,000 Eyes. Datas e ingressos para shows do Death to All A produtora Overload organiza quatro das cinco datas. A turnê passa pelo Sul e Sudeste. Confira abaixo o serviço completo e garanta seu lugar nessa celebração do legado de Chuck Schuldiner. Serviço Porto Alegre/RS (20/01 – Terça) Curitiba/PR (21/01 – Quarta) São Paulo/SP (24/01 – Sábado) Belo Horizonte/MG (25/01 – Domingo)

Manu Chao anuncia turnê acústica com cinco datas no Brasil

Manu Chao está de volta ao Brasil. O músico anunciou cinco datas no país entre janeiro e fevereiro de 2026. O ícone da música latina vem com uma nova turnê acústica e intimista. Os shows do Manu Chao no Brasil acontecem em Porto Alegre, no Araújo Vianna (23 de janeiro), em Florianópolis, no Vereda Tropical (28 de janeiro), em São Paulo, no Cine Joia (1 de fevereiro), em Ribeirão Preto, no Armazém Baixada (8 de fevereiro), e no Rio de Janeiro, no BCO (11 de fevereiro). Os ingressos já estão à venda no Sympla. Viva Tu, o último álbum de Manu Chao, foi uma viagem ao coração dos homens, onde as emoções não enganam. Guia de um mochileiro cujo único passaporte é a música, aquela que une corações e supera diferenças. Viva Tu foi menos um retorno do que uma confirmação: Manu Chao continuará fazendo o que lhe der na telha. Viaja de um continente a outro, toca aqui e ali, em salões lotados e em povoados que mal aparecem no mapa. E, quando decide gravar novas canções, não o faz por uma agenda, mas pelo desejo de testemunhar um pedaço de vida — a sua e a das almas que cruza ao acaso em suas peregrinações. Liberdade total. Em A me mi piace, um aceno para Me gustas tú, colaborou com Alfa, o artista italiano. Em Solamente, dirige-se ao México para um dueto com Santa Fe Klan, o rapper originário de Guanajuato. E, com Viajando por el Mundo, presenteia com o tempo de uma canção ao sol, um momento de comunhão no álbum da estrela colombiana Karol G. Hoje, ele apresenta um novo EP de sete faixas, La Couleur Du Temps. Nele estão incluídas duas faixas de Viva Tu, Tom & Lola e La Couleur du Temps, em suas versões originais e, em seguida, remixadas por Mariano Mellino, o jovem prodígio da cena eletrônica argentina. Passamos do acústico, do sussurro, para um sopro sintético, um baixo com redondezas aveludadas e um ritmo que marca o compasso perfeitamente. O remix de La vie à 2, publicado em 1998 em seu primeiro álbum solo, Clandestino, nos transporta para o passado para escrever melhor o presente. “É meia-noite em Tóquio, são 5 da manhã no Mali, que horas são no paraíso?”, canta ele. Esta canção trata de um amor que se consome na intimidade, de carícias e despedidas. Manu Chao desfia seus remorsos e lembranças em uma atmosfera quase apagada, como se sussurrasse sentimentos que se desvanecem. Aqui, Demayä, o DJ e produtor, nos revela um remix intrépido, uma imersão no coração de uma boate sem porteiros nem áreas reservadas, onde os corpos se esquecem de si mesmos dançando, suados e cúmplices, apesar dos porquês. Em seguida, temos a alegria de reencontrar Sénégal Fast Food e sua harmônica esperançosa, com Amadou e Mariam, de 2004 — um hino aos deslocados, àqueles que viajam impulsionados pela miséria, uma canção que ressoa dolorosamente em 2025, em uma época de discursos retrógrados e desinibidos… — e L’Automne est las, retirada de seu álbum gravado inteiramente em francês em 2004, Sibérie m’était contée, um pop com uma magia melancólica e mil cores, um aceno à poesia de Jacques Prévert, quando as folhas caem e a chuva anuncia o fim do verão. Por fim, a faixa Où tu veux, on y va marca a gravação conjunta de Manu Chao e Gambeat, seu amigo e baixista de longa data. Inspirada no dub, no reggae e em um espírito sem fronteiras, a canção encarna a essência de Manu Chao: uma mistura de gêneros e a vontade de superar todas as barreiras para celebrar livremente os prazeres simples da vida. É um táxi sem destino, que compreendeu que o terminal importa menos do que o caminho percorrido e que uma aventura só é bonita quando se avança juntos. É inevitável pensar no falecido Amadou quando Manu e Gambeat revivem a memória de um táxi em Bamako… É uma faixa luminosa e reconfortante, uma mão estendida para partir longe, lá onde a humanidade ainda respira.

Blackberry Smoke retorna ao Brasil em abril de 2026 para quatro shows

Banda que liderou o renascimento moderno do southern rock nas últimas duas décadas e conquistou plateias devotas ao redor do globo, Blackberry Smoke volta ao Brasil após sete anos de espera para uma série de quatro shows em abril de 2026. Com realização da Solid Music Entertainment, a turnê passará por Porto Alegre/RS no dia 8/04 (Urb Stage), Belo Horizonte/MG dia 10/04 (Mister Rock), São Paulo/SP dia 11/04 (Audio) e Curitiba/PR no dia 12/04 (Tork n’ Roll). Os ingressos começam a ser vendidos às 15h de hoje (17) no site da 101 Tickets. Ao longo de sua carreira, o Blackberry Smoke tem incorporado a rica herança musical da Geórgia, homenageando as pessoas, os lugares e os sons de seu estado natal. A banda carrega de forma sólida a herança de Lynyrd Skynyrd, The Allman Brothers Band e Marshall Tucker Band. Grandes mídias dos EUA e da Europa costumam situar o Blackberry Smoke ao lado de nomes como Drive-By Truckers, Gov’t Mule e Chris Stapleton como parte de um novo ciclo de valorização do southern rock, iniciado após décadas em que o estilo ficou fora do mainstream. Seu álbum mais recente, Be Right Here, busca inspiração no southern rock, no blues, no classic rock com forte inclinação para essas raízes e no country vintage de caráter orgânico, reunindo personagens vívidos e identificáveis que fazem com que as canções frequentemente se assemelham a contos curtos densos e envolventes. Nas últimas duas décadas, o Blackberry Smoke construiu uma base de fãs extremamente fiel, o que levou seus seis álbuns de estúdio mais recentes a alcançarem expressivo sucesso nas paradas. Entre os destaques estão You Hear Georgia (2021), que chegou ao primeiro lugar da parada Americana/Folk Albums da Billboard, e o citado Be Right Here (2024), que alcançou o top 5 da Top Current Album Sales. Já Holding All the Roses (2015) foi relevante por representar, na época, um feito raro: um disco independente alcançando o primeiro lugar na parada country da Billboard na era moderna. Com uma agenda intensa de turnês, a banda conhece bem a estrada e a busca por um lugar ao qual pertencer. Amparados pela sólida comunidade de fãs conhecida como Brothers and Sisters, muitos dos quais viajam pelo mundo para apoiar o grupo, eles retribuem oferecendo aos admiradores um verdadeiro espaço de pertencimento. Ao longo dos anos, a banda se apresentou em palcos consagrados ao redor do mundo, como Austin City Limits, Bonnaroo, Summerfest, Glastonbury e Download UK, entre outros. A última e até então única passagem da banda pelo Brasil aconteceu em maio de 2019, quando lotou shows em São Paulo, Curitiba e Porto Alegre. SERVIÇO Blackberry Smoke em Porto Alegre (8/04) Ingresso Blackberry Smoke em Belo Horizonte (10/04) Ingresso Blackberry Smoke em São Paulo (11/04) Ingresso Blackberry Smoke em Curitiba (12/04) Ingresso

Lynyrd Skynyrd confirma mais três shows no Brasil; veja locais e datas

Lenda absoluta do southern rock, o Lynyrd Skynyrd confirmou novos shows no Brasil além de sua participação no Monsters of Rock. A banda se apresenta no Rio de Janeiro, Curitiba e Porto Alegre no início de abril, em uma sequência de shows que celebra mais de cinco décadas de uma das trajetórias mais influentes da história do rock. As apresentações acontecem no dia 1º de abril, em Curitiba (Live Curitiba), 5 de abril, no Rio de Janeiro (Qualistage), e 7 de abril, em Porto Alegre (Auditório Araújo Vianna). No show do Rio de Janeiro, o Dirty Honey será o convidado especial da noite. A venda de ingressos para o Rio de Janeiro começa no dia 17 de dezembro (quarta-feira), às 10h, exclusivamente pelo site Eventim. Para Curitiba e Porto Alegre, haverá pré-venda com início no dia 17 de dezembro (quarta-feira), a partir das 10h, por 72 horas (até 9h59 do dia 20/12, sábado). A venda geral terá início às 10h do dia 20 de dezembro (sábado), exclusivamente pelo site Bilheteria Digital.

Titãs celebram 40 anos de “Cabeça Dinossauro” com shows pelo Brasil

Quatro décadas depois de redefinir o rock brasileiro, o álbum Cabeça Dinossauro volta ao centro do palco. Em 2026, os Titãs celebram os 40 anos do disco mais radical e influente de sua trajetória com a turnê Titãs – Cabeça Dinossauro 40 anos, que percorre o Brasil a partir de março. A estreia acontece no dia 28 de março, no Espaço Unimed, em São Paulo, seguida por apresentações em Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Curitiba. Lançado em 1986, em pleno processo de redemocratização do país, Cabeça Dinossauro capturou o inconformismo de uma geração que tentava reaprender a viver em liberdade após duas décadas de censura. Canções como “Polícia”, “Igreja”, “Bichos Escrotos” e “AAUU” romperam limites ao abordar poder, violência, fé e repressão com linguagem direta, riffs cortantes e vocais agressivos. Produzido por Liminha, Vitor Farias e Pena Schmidt, o disco consolidou uma nova identidade para os Titãs e se tornou um divisor de águas para o rock nacional. Para Branco Mello, Sérgio Britto e Tony Bellotto, a força do álbum permanece intacta. Sérgio destaca que ali nasceu o vocabulário definitivo da banda, enquanto Tony celebra a atualidade do trabalho quatro décadas depois. Branco resume o espírito do disco ao lembrar que, de uma letra curta e provocadora, surgiu um título que atravessou gerações e segue fazendo sentido em um país ainda marcado por conflitos, polarizações e intolerâncias. A turnê surge após o impacto comercial e simbólico do projeto Titãs Encontro e promete uma celebração à altura do legado do álbum. Com direção de Otávio Juliano, o espetáculo aposta na intensidade que transformou Cabeça Dinossauro em um marco cultural, reafirmando seu papel como um dos registros mais importantes da música brasileira. Serviço Titãs – Cabeça Dinossauro 40 anos São PauloData: 28 de março de 2026Local: Espaço UnimedIngressos a partir de R$ 97,50Pré-venda: 16 de dezembro, às 10hVenda geral: 18 de dezembro, às 12h Belo HorizonteData: 25 de abril de 2026Local: BeFly HallIngressos a partir de R$ 62,50Pré-venda: 16 de dezembro, às 10hVenda geral: 18 de dezembro, às 12h Rio de JaneiroData: 9 de maio de 2026Local: QualistageIngressos a partir de R$ 95,00Pré-venda: 16 de dezembro, às 10hVenda geral: 18 de dezembro, às 12h CuritibaData: 18 de julho de 2026Local: Igloo Super HallIngressos a partir de R$ 57,50Pré-venda: 16 de dezembro, às 10hVenda geral: 18 de dezembro, às 12h Vendas pela Eventim.