Paula Santoro lança terceiro single que vem acompanhado de clipe

A música Coisa mais maior de grande (Gonzaguinha) é o terceiro single do novo álbum da cantora mineira Paula Santoro chamado Sumaúma, já disponível em todas as plataformas digitais. Coisa mais maior de grande é canção necessária para um momento de transformação político-sócio-econômica, como agora. A música tem arranjo e piano de Rafael Vernet (também produtor do disco) que trouxe a sonoridade do congado mineiro para a faixa, com a participação de Maurício Tizumba no tambor. O clipe de Coisa mais maior de grande foi dirigido por Túlio Cipó e Patrícia Menezes. No vídeo Paula se “veste” da obra do artista plástico Advanio Lessa. O primeiro single Yê Melê (Luis Carlos Vinhas e Chico Feitosa) – tema afro que já foi gravado por Sérgio Mendes, Elis e Bethânia nos anos 60, já está disponível em todas as plataformas. E o segundo também: Sassaô, letra e música de João Bosco com participação dele. Em Sumaúma, Paula Santoro dá voz tanto a canções leves e solares como também a outras densas e profundas. O álbum tem participação de compositores como Arthur Verocai, e João Donato e recria, de forma contemporânea, a sonoridade dos anos 70. Paula Santoro nasceu em Belo Horizonte. Ela traz suas raízes em sua música, que tem grande influência do Clube da Esquina. Além dos seis álbuns solo já lançados, sua discografia inclui colaborações em gravações de Guinga, Arthur Verocai, Mário Adnet (álbum indicado ao Grammy Latino), Bianca Gismonti, Eduardo Neves e outros.

De malas prontas para o Lolla, Melanie Martinez revela Death; ouça!

Melanie Martinez está de volta com a nova música Death, a primeira faixa do álbum Portals, previsto para ser lançado no dia 31 de março. Coproduzida por Melanie Martinez e CJ Baran, Death já está disponível em todas as plataformas de streaming com distribuição nacional da Warner Music Brasil. Death é a abertura do álbum de 13 faixas com clipes enigmáticos que confirmaram a morte do notório alter ego da artista, Cry Baby, visto pela última vez pelo público ao considerar se deveria caminhar para a luz na conclusão sedutora do longa-metragem internacionalmente aclamado de 2019, K-12. Outras provocações foram incitadas por algumas da principais páginas de fãs ao redor do mundo, que receberam um “ovo” de chocolate branco pelo correio que deveria ser quebrado. Cada ovo continha um pen drive separado com um trecho de áudio de uma faixa sem título do próximo álbum da artista. Os fãs baixaram as músicas e o frenesi online começou, alimentando o buzz em torno do assunto e a expectativa. Portals marca o primeiro lançamento completo da cantora, compositora e cineasta Nova Iorquina de 27 anos, em quase quatro anos, após a estreia do segundo projeto, K-12, em 2019.

Às vésperas do Lolla, Gab Ferreira lança o single “Forbidden Fruit”

A cantora Gab Ferreira lançou nesta sexta-feira (17) seu primeiro single do ano, Forbidden Fruit. Com uma nova abordagem para sua estética eletrônica já consolidada, 2023 começa com uma música mais divertida e eletrizante, com inspirações de Charli XCX, Caroline Polachek e Erika de Casier. “Forbidden Fruit é uma das minhas músicas favoritas e achei que era importante ela ser a primeira faixa para 2023. visions foi um disco muito minucioso, que exigiu muito foco e dedicação, mas tinha uma parte de mim que queria explorar agora um lado mais divertido e despretensioso, fazer algo energizante e ‘fresh’. Acho que isso define muito o que planejo criar agora”, pontua Gab Ferreira. Esse é o primeiro single que ela lança após seu disco de estreia, visions, que saiu em abril do ano passado pela Balaclava Records e que é base do repertório do show que ela faz na abertura do primeiro dia do festival Lollapalooza (24), no palco Adidas. visions teve como inspiração a cidade e sua cena noturna, mistura de dark pop com referências do eletrônico. O disco é ambientado pelo caos e conflito da vida moderna e traz seus instrumentais dramáticos e pulsantes sempre acompanhados de sua voz característica e etérea.

Conheça jøta, artista que testa novos limites do rock e do pop em O Pior de mim

Renascendo em suas identidades musicais, jøta se entrega por completo em O Pior de mim, faixa que traz forte pegada do rock alternativo com veia pop. Num mergulho intimista para encarar seus próprios demônios, o artista revela problemas que circulam o imaginário de diversas pessoas. A música chega com um clipe. “O Pior de Mim é uma música que revela um pouco das minhas inseguranças e incertezas na vida. Ela aborda a depressão e as dificuldades de conviver com essa doença que afeta muitas pessoas. Por isso, esta canção é muito significativa pra mim. Ela foi escrita em um momento chave da minha vida, e serve como ponto de partida para uma busca emocional que se reflete na letra, expondo todos os meus sentimentos”, revela. Nascido e crescido em Sorocaba, em São Paulo, jøta teve diversos projetos musicais e bandas em sua trajetória, transitando do pop e rock alternativo até o emo e pop punk. Agora, ele quer unir todas essas identidades e sonoridades em um projeto solo que explora suas inseguranças e incertezas, com o objetivo de enfrentá-las e superá-las por meio da arte. Com beats de Matheus Zanetti e produção, mix e master de João Hassuike, O Pior de Mim está disponível em todas as plataformas de streaming.

Nelson D feat Edgar em “Três Palavras”

Chegou nas plataformas digitais pelo selo Balaclava Records o single Três Palavras, de Nelson D com feat com o rapper Edgar. Na parte instrumental, Nelson D aplicou ao funk a própria influência indígena e da eletrônica. Nos timbres do Beat aparecem flautas, maracas, mas também Synth distorcidos inspirados pelo Drum & Bass e pelo Techno. Nelson D se inspirou em os Noisia, band de DJ e produtores holandesa, famosos pelo sound design dos próprios elementos sonoros. Esses sons convergem numa estética Cyberpunk Brasileira bem agressiva, onde a rebeldia das letras se funde com o Beat num impacto neurótico futurista. Com a participação de Edgar vemos uma nova faceta do compositor, em uma letra completamente debochada e despretensiosa de gatilhos ou alarmes como nos discos anteriores. Junto dessa produção de Nelson D conhecemos um Edgar mais extrovertido. “Vivemos uma ressaca política gigantesca que não se encerra nas terras brasileiras. Anteriormente a expressão “que saudade do meu ex” era totalmente atrelada ao atual presidente Lula, logo assim como presidente atual, o “ex” se torna Bolsonaro, dando sequência para Edgar cantar uma letra particularmente ácida e irônica sobre as lembranças deixadas por um governo tóxico e totalitário para os amantes apaixonados que ainda defendem as ideias desumanas desse ex presidente, ou ex namorado, ex patrão. É um desabafo popular com linguagem clara e nítida para tempos de desordem”, pontua Nelson D.

The Mönic lança single e clipe tarantinesco de Bateu

Primeiro single do aguardado segundo disco da The Mönic, Bateu é um hit instantâneo, tanto que mesmo antes de ser gravada já era cantada em coro nos shows. Um pouco diferente da maioria das composições da banda, com uma letra super curta, ela surgiu como uma brincadeira no ensaio. “Comecei a tocar uns acordes e cantar como um mantra. Daí a Joan começou a entrar no coro e tocar baixo, o Coiote já sentou na bateria e veio a Alê pra somar no coro e segunda guitarra, em poucos minutos saiu a estrutura da música” – conta a guitarrista e vocalista Dani Buarque –“Alguns dias depois eu sentei e fiquei buscando um riff que representasse a vibe de doideira dela. Na afinação normal parecia que não saía nada, então mudei pra drop D e o riff chegou. Ela também foi a primeira composição que abusei bastante doS berros, hahahaha” – finaliza.  Bateu (The Mönic) foi produzida por Rafael Ramos (Pitty, Matanza, Titãs e outros), assim como todo o disco novo, e será lançado pela Deck. A masterização foi feita pelo Chris Gehringer (NY), engenheiro de som conhecido por masterizar trabalhos de Turnstile, Lady Gaga, Rihanna, Dua Lipa e outros. O videoclipe foi dirigido por Estevam Romera. “Ele já havia falado que queria filmar algo coloridão e perguntou se a gente topava fazer um clipe, meses antes da gente escolher o single. Quando escolhemos, ele foi o primeiro que passou na cabeça. Escrevemos o roteiro e sugerimos alguns planos de filmagem como por exemplo o final ‘A la Tarantino’ com a famosa ‘trunk shot’”, explicou Dani.   “Os vídeos que virão são parte de um storytelling do álbum que começa em “Bateu”, Ep. 01. Ao final do clipe, terá uma janelinha com o Ep. 02: um visualizer que continua a história com Antes Tarde de trilha sonora, o nosso segundo single apresentado de surpresa pra galera”, finaliza Dani. Além desse lançamento a The Mönic aproveita para anunciar a festa “Não tem banda com mina”, que trará sempre shows de bandas com mulheres como integrantes no FFFront, em São Paulo. A estreia será dia 18 de março com shows de The Mönic e NPKN Horney. Não Tem Banda com Mina Local: FFFront Data:18.03 sábado  Horário:19h Bandas: The Mönic, NPKN e Horney Ingressos: R$20 a R$40

Aline Happ lança clipe com versão de clássico da Enya

Uma das canções mais populares da cantora Enya, Only Time, ganhou uma versão na voz de Aline Happ, vocalista à frente do Lyria, a maior banda de metal sinfônico do Brasil. Unindo o pop e o new age, a cantora conhecida como “Rainha do New Age” é uma das inspirações musicais na carreira de Aline. Em seu canal no YouTube, com quase 20 mil inscritos, ela publica uma série de releituras folk e celta que trazem uma nova vida às canções, sejam do pop, do rock ou mesmo do metal. O single Only Time faz parte do álbum A Day Without Rain (2000), da Enya, que teve vendas recordes, tornando-se o álbum mais vendido de uma artista feminina em 2001, além de ser o disco new age mais vendido de todos os tempos. A canção ficou conhecida mundialmente após o uso da música pela mídia internacional devido aos ataques de 11 de setembro de 2001, nos Estados Unidos. Além de cantar, nesta faixa a Aline Happ também produziu, mixou e masterizou a canção, gravou e editou os vídeos.

Capim-Limão abre nova fase na carreira em parceria com saudade

Projetando seu disco de estreia para este ano, a banda paranaense Capim-Limão explora pop, MPB e alternativo em Vou te Convidar, uma parceria com saudade. A faixa retrata a necessidade de viver cada pequeno momento da vida, sempre com muito amor.  Formada em Curitiba em 2020, a Capim-Limão é composta por Thito (vocalista), Julio (vocalista e guitarrista) e JP (baterista). A banda tem em sua discografia o EP Essa questão de sermos dois e atualmente prepara seu debute. saudade é o projeto solo do cantor, compositor e multi instrumentista Saulo von Seehausen. Seu DNA sonoro reúne influências múltiplas, da música brasileira ao indie, do pop ao tropical. Em 2022, ele lançou o álbum bem vindo, amanhecer.

Tame Impala divulga Wings of Time, do filme Dungeons & Dragons: Honor Among Thieves

Tame Impala

Tame Impala (Kevin Parker) lançou o single Wings of Time, uma canção original escrita para a trilha sonora do filme Dungeons & Dragons: Honor Among Thieves, que estreia nos cinemas do mundo todo em 31 de março.  “Ser convidado para fazer uma faixa para a trilha sonora de D&D parecia uma oportunidade imperdível de saciar meu amor de longa data pelo rock progressivo de fantasia. Recrutei meu bom amigo Nicholas Allbrook, que é a pessoa que mais aprecia esse assunto. Durante a turnê de Primavera, alugamos por duas noites um lugar na Espanha que parecia um castelo. Esse local nos colocou no estado de espírito certo e foi a partir daí. Ficamos acordados até tarde com ideias estranhas e letras de músicas”, diz Parker. Recentemente, ele apareceu em duas outras trilhas sonoras de filmes importantes. Ele se juntou à lendária Diana Ross para a nova música Turn Up The Sunshine, apresentada na trilha sonora repleta de estrelas da obra Minions: Rise of the Gru e ele também foi escolhido para reinventar Edge Of Reality para o filme Elvis, indicado ao Oscar. Headliner do Lollapalooza Brasil 2023, o Tame Impala se apresenta no Palco Chevrolet, no dia 25 de março, junto com artistas como Yungblud, Gilsons e Wallows. Dono de músicas famosas como The Less I Know The Better e Borderline, essa será a quinta passagem do grupo (que, na verdade, é um projeto de um homem só, Kevin Parker), que é auxiliado por outros músicos nas turnês e shows pelo mundo. Em 2016, eles também tocaram no mesmo festival e agitaram a plateia com seus hits e sua performance psicodélica.