Magüerbes traz memórias afetivas no single Coreto, primeiro single do próximo disco

A Repetente Records, selo administrado e criado ano passado por Badauí, Phil Fargnoli e Ali Zaher, músicos do CPM 22, que agora conta com a direção artística de Rick Lion, coloca no streaming – com distribuição da Ditto Music Brasil – o novo single do quinteto Maguërbes, chamado Coreto. Coreto, o primeiro single do disco, é uma referência explícita aos pequenos palcos das praças do interior do Brasil, muito presente na memória afetiva dos integrantes da banda. O single apresenta uma mistura do peso e da sincronia do metal com nuances do hardcore melódico. A letra fala implicitamente sobre possibilidades, das lutas, de aprendizados e resultados nem sempre equivalentes e/ou esperados em relações de amor. Formado por Haroldo Paranhos (voz e ruídos), Ricardo Franciscangelis (bateria), Julio Ramos (baixo) e, Fabrizio Martinelli e Fabio Capelo (guitarras), o Magüerbes é altamente indicado para pessoas de cabeça aberta que gostem de street art, verdadeiras amizades, Beastie Boys, guitarras pesadas, Black Sabbath, beats de Hip-Hop, Deftones, indie, Helmet, distorções e Sonic Youth. Desde 1994 na ativa, foi fundada na cidade de Americana, interior paulista e está atualmente estabelecida na cidade de São Paulo. Em 2023 completa ininterruptos 29 anos de serviços prestados à música alternativa independente nacional, com sete discos lançados e há muito tempo ostentando o título de “uma das bandas mais autênticas do cenário brasileiro”. Novo álbum, Rurais Para o mais recente trabalho, o Magüerbes buscou inspiração na sua origem, no passado, nas memórias afetivas, com referências às coisas comuns do dia-a-dia e dos costumes e relações, do artesanal. Batizado de Rurais, em referência aos ônibus que transportam os trabalhadores rurais de casa para o trabalho no campo, o novo disco da banda foi totalmente financiado por fãs e apoiadores em um projeto de colaboração criado e administrado pelos próprios integrantes em suas redes sociais, onde foram produzidos diversos artefatos com a temática do novo disco, e vendidos antecipadamente para adquirir os recursos para toda sua produção. O disco foge de todos os formatos físicos convencionais: ele é uma gravura, uma impressão feito manualmente num papel especial, numerado e assinado por toda banda, ele traz todas as letras, artes e ficha técnica, e pode se transformar num “toy paper” para recortar, colar e montar um objeto, no formato de um mini ônibus que contém o QR code e que direciona o público para as faixas dos disco nas principais plataformas de streaming.
De olho em lançamentos do Linkin Park, Mike Shinoda divulga single solo

Continuando uma temporada altamente prolífica sem sinais de parar ou desacelerar, o cantor, compositor e produtor do Linkin Park, Mike Shinoda, compartilhou um single solo intitulado In My Head, com a cantora de pop alternativo Kailee Morgue. Sobre o lançamento, Shinoda diz: “Adoro que este momento seja um olhar para trás e um olhar para frente, lançando uma retrospectiva de aniversário de Meteora e novas músicas ao mesmo tempo. Em toda a minha carreira, eu pulei do Linkin Park para coisas solo para trabalhar com outras pessoas, e é ótimo mergulhar de volta nesse ritmo”. Posteriormente, o Linkin Park revelará Meteora 20th Anniversary Edition, em 7 de abril, apresentando o novo single explosivo Lost, que alcançou o segundo lugar nas rádios Alternativas e de Rock e marca a primeira entrada da banda na Billboard Hot 100 em seis anos.
The White Stripes anuncia versão deluxe de Elephant; Ouça primeiro single

The White Stripes está comemorando o 20º aniversário de seu quarto álbum de estúdio, Elephant, com lançamentos especiais. Elephant (Deluxe) será lançado digitalmente em 31 de março, pela Third Man Records, e traz o áudio HD remasterizado do álbum de estúdio original junto com as 27 músicas da banda de 2 de julho de 2003 no Chicago’s Aragon Ballroom, de sua turnê Elephant. O primeiro single já foi disponibilizado. A faixa escolhida é The Hardest Button to Button (Live at The Aragon Ballroom, July 2, 2003), que ganhou um visualizer com fotos raras e nunca antes vistas da Elephant Tour de Jack & Meg. Lançado em 1º de abril de 2003, Elephant rapidamente provou ser um fenômeno premiado e aclamado pela crítica, além de ganhar popularidade mundial, alcançando a posição #6 na Billboard 200, ao mesmo tempo em que liderou a parada de álbuns oficiais do Reino Unido. Gravado em grande parte durante duas semanas em abril de 2002 no analógico Toe Rag Studios de Londres, Elephant inclui singles agora clássicos como Seven Nation Army, I Just Don’t Know What To Do With Myself, The Hardest Button To Button e There’s No Home For You Here.
Selvagens à Procura de Lei lança O Verão Passou, mas o Sol continua aqui

A banda cearense Selvagens à Procura de Lei, um dos principais nomes do rock alternativo nacional da última década, se renova no single e clipe O verão passou, mas o Sol continua aqui. A faixa é um convite para refletir o passado com um olhar positivo. “Essa é uma reflexão sobre a passagem do tempo e a permanência dos significados que começaram lá atrás e resistiram às mudanças. A estação ‘verão’ figura esse sentimento de um um ‘lugar’ que durou um certo tempo, mas que também deixou a chama acesa pros próximos que virão pela frente. É sobre parar no meio do caminho, olhar pra trás refletindo sobre o que aconteceu e seguir caminhando mais forte”, conta Rafa Martins, vocalista e guitarrista na faixa, que ele compôs. Além dele, fazem parte da banda Gabriel Aragão (guitarra), Caio Evangelista (baixo e back vocal) e Nicholas Magalhães (bateria). O Selvagens À Procura de Lei sempre mesclou gêneros diferentes em seus álbuns, do indie rock em Aprendendo a Mentir (2011) ao classic rock do disco homônimo, indo de uma mistura de rock com MPB em Praieiro (2016) até o mergulho pop introspectivo em Paraíso Portátil (2019). O novo single, primeiro lançamento do grupo desde então, é uma reaproximação da sonoridade do começo da trajetória dos Selvagens. “Foi unânime a vontade de querer lançar um rock nesse momento da banda, algo que nos enchesse de energia e acredito, os fãs também. A música fala disso, de perceber a sua história, refletir sobre os caminhos tomados e encarar tudo como uma conquista, então acho que foi um grande acerto. A gente já vinha tocando ela nos shows e a resposta tem sido muito boa, tem gente que no final da música já sai cantando, a energia do rock tá bem viva na banda”, reflete Rafa. Produzida em Fortaleza por Diego Marx, O verão passou, mas o Sol continua aqui está disponível em todas as plataformas de streaming e o clipe, no canal da banda.
RPM lança single “Sem Parar”; ouça!

A banda RPM disponibilizou, nesta sexta-feira (10), em todas as plataformas de streaming, via Ditto Music, o single Sem Parar. A faixa, que surgiu nas lives realizadas durante a pandemia, é assinada por Fernando Deluqui e Luiz Schiavon e traz uma sonoridade que remete muito ao RPM dos anos 1980. Com letra que aborda valores esquecidos por muitos como honra, humildade e resiliência, a canção gerou uma grande empatia com o público desde a primeira audição, tanto que logo entrou no repertório dos shows que Fernando Deluqui (guitarra, violão e vocais), Luiz Schiavon (teclados), Dioy Pallone (baixo e backing vocais) e Kiko Zara (bateria e backing vocais) vem fazendo por todo o Brasil. A produção de Sem Parar ficou a cargo do renomado Tadeu Patolla.
Velhas Virgens divulga versão de Deslizes com cara de Scorpions

A banda Velhas Virgens lançou uma versão para Deslizes, um sucesso vertido para o português por Sullivan e Massadas que se converteu, na época, num arrasa quarteirão nas rádios e programas de TV na interpretação visceral de Raimundo Fagner. Inspirados na bem-sucedida metamorfose implementada em Retalhos de Cetim, de Benito de Paula (2017), transformada num blues e hit das plataformas de streaming da banda, Deslizes foi geneticamente alterada numa simbiose inspirada na balada Still Loving You, megassucesso mundial da banda alemã Scorpions, de 1984. Nos primeiros segundos da mutação sonora, a balada do Scorpions se materializa e desaparece, mas a atitude classic rock permanece dialogando com dor de cotovelo que ganhou notoriedade na voz de Fagner. De fato é impossível fazer algo tão intenso e profundo como a versão original, muito por conta do cantor. Mas a adição do peso do metal, somado ao sentimento na interpretação do crooner de rock criam um paralelo musical singular que merece respeito. No final das contas, além de uma nova visão sobre o que já foi concebido de outra maneira, Deslizes by Velhas Virgens apresenta a uma nova geração um produto ilustre da fonografia oitentista, estabelecendo um link de mão dupla com a história da MPB, resultando em entretenimento de ótima qualidade. A produção é de Gabriel Fernandes, o mesmo que levou a banda a uma indicação no Grammy/2021 pelo álbum O Bar Me Chama.
SoulCity aposta no swing e estreia com o single “Invenções”

Formada em 2022, a paulistana SoulCity lançou o primeiro single, Invenções. A banda composta por Camila Caetano (voz), Luy D’Souza (guitarra), Leandro Maciel (baixo), Diego Felipe (bateria) e Claudio Cambé (trompete), mistura a soul music americana com MPB. “Nossas influências são Steve Wonder, Sade, Prince, além de Tom Jobim, Marina Lima e Djavan. Buscamos na MPB, a harmonia da bossa nova e do pop brasileiro. Queremos levar para o público, a energia da soul music com a nossa brasilidade”, conta o baixista Leandro Maciel, responsável pela composição da faixa. Mixada por Roberto Oksman, no Estúdio Viena na França, e produzida pelo guitarrista Luy D’Souza, Invenções fará parte do primeiro EP da SoulCity, previsto ainda para este ano. O trabalho deve contar com quatro faixas. A banda, que está em estúdio gravando o segundo single, já está ansiosa para mostrar as novas músicas para o público, e tem planos de fazer uma turnê de lançamento do EP.
Com Pássaros, Pedro Madeira flerta o pop com jazz

Pedro Madeira chegou ao segundo single. Descoberto por Bruno Gouveia , cantor do Biquini, o carioca de Santa Cruz de voz aveludada lançou seu primeiro trabalho Chuva discretamente em novembro. Pelo fato de Portugal também ter um cantor com o mesmo nome, ele acabou entrando acidentalmente nas playlists daquele país. E o que era para ser um erro se tornou um grande sucesso. Chuva caiu no gosto dos portugueses e teve altíssima rotação nas playlists europeias e luso-africanas. Pedro Madeira, fã da cantora Iza, também participou do prêmio Multishow do ano passado representando-a na cerimonia de entrega. Afinal, foi num show dela que, ao ser lhe oferecido o microfone, ele cantou e encantou os fãs e a cantora. O vídeo viralizou nas redes. De volta ao estúdio no final de Novembro, novamente com a co-produção de Raul Dias e Bruno Gouveia, os mesmos de Chuva, Pedro mergulhou em seu segundo trabalho que chega agora sob o título de Pássaros, uma canção autoral que acabou virando uma parceria com o próprio Bruno Gouveia. “Pedro é muito competente com as palavras e ideias a transmitir mas as sugestões que trocamos deram uma nova cara à música e daí nasceu esta parceria”- explica o roqueiro. Bruno também chamou dois amigos para a gravação. Miguel Flores da Cunha, tecladista do Biquini, no arranjo de cordas e Iramy Piola solando no trompete com surdina – que fez canção flertar o pop de Pedro com o jazz. E isso é apenas o começo, pois enquanto você lê estas linhas, Pedro já está cuidando do próximo lançamento, novamente mergulhado no estúdio. É questão de tempo para que as pessoas descubram o talento dele. Como os pássaros, Pedro está livre para voar.
Com clima de amor que ficou no passado, Lucas Andrade lança Dois Estranhos

O amor que ficou no passado é o tema do novo single de Lucas Andrade. O cantor, compositor e influenciador digital lançou a música Dois Estranhos em todas as plataformas digitais. “A gente teve em mente como inspiração para escrever a música aquele tipo de casal que mora junto, mas que um não sente mais nada pelo outro. Só que eles não querem abrir mão do comodismo de ter uma ‘relação’ com alguém, por mais que a relação esteja morta”, explica Lucas, autor da canção. Os versos exprimem bem um sentimento que se perdeu pelo caminho: “Queria saber quando foi que essa casa/ficou tão gelada/Quem é você, já nem sei mais/queria saber quando a gente mudou/de tudo pra nada“. “Em relação às outras, esta música é diferente principalmente porque é um pouco mais melancólica e reflexiva, tanto na letra quanto na música em si”, compara o cantor e compositor. Projetos de Lucas Andrade Lucas Andrade revela que ainda não pensou no assunto com sua equipe a respeito de lançar um EP. “Mas, com certeza, terei esse EP de mais músicas inéditas no futuro”, afirma. Dentro desse pique, o cantor e compositor projeta muitos lançamentos para este ano. “Vai vir show, feat, ou seja, muita coisa nova e diferente”, comenta.