Foo Fighters lança single “Your Favorite Toy” e anuncia novo álbum para abril

O Foo Fighters acaba de lançar o single Your Favorite Toy, a primeira amostra do que Dave Grohl descreveu como o “estopim” para uma nova era criativa da banda. O single não chega sozinho: ele dá nome ao décimo primeiro álbum de estúdio do grupo, com lançamento confirmado para o dia 24 de abril. Segundo Grohl, a faixa foi o resultado de mais de um ano de experimentações sonoras e dinâmicas de estúdio. “Essa música foi a faísca no barril de pólvora de canções que acabamos gravando para este disco. Ela parece nova,” revelou o frontman. O álbum contará com dez faixas inéditas (confira a tracklist abaixo), prometendo uma direção energética que ditará o tom do rock em 2026. Vale lembrar que, em janeiro, Dave Grohl anunciou durante um show do Foo Fighters, na Austrália, que o novo álbum já estava pronto. Your Favorite Toy é o sucessor do emotivo But Here We Are (2023), disco marcado pelo luto e pela superação após a perda do baterista Taylor Hawkins. No ano passado, a banda já havia dado sinais de atividade com as faixas Today’s Song e Asking for a Friend (que está na tracklist). Além do disco novo, o verão do hemisfério norte promete ser histórico. O Foo Fighters embarcará em uma turnê por estádios da América do Norte ao lado do Queens of the Stone Age. Tracklist:

Dusn une trap e romantismo em novo single Sintomas de Saudade

O trapper Dusn, do Litoral Norte de São Paulo, iniciou 2026 “apaixonado”. O artista de São Sebastião lançou o single Sintomas de Saudade, canção que foi inspirada no próprio relacionamento amoroso do músico e direcionada para as pessoas que também estão amando. A faixa está disponível nas plataformas digitais de música e chega acompanhada também de um visualizer. O beat do som foi garimpado na internet e teve os direitos comprados por Dusn. Já a mixagem e masterização, além da captação e edição do visualizer, foram serviços assinados pelos produtores Korp Lucas e Caiçara SP, mesma equipe que criou as bases de 00, faixa que antecedeu Sintomas de Saudade. “Sintomas de Saudade nasceu de um momento real da minha vida, de sentimentos que eu estava vivendo de verdade. É uma música feita pra quem ama, pra quem sente falta, pra quem já viveu ou está vivendo essa intensidade. Desde o beat até o visualizer, tudo foi pensado com muito carinho, e contar novamente com o Korp Lucas e o Caiçara SP deixou o som ainda mais com a nossa identidade”, declarou Dusn. ‘Cria’ da Topolândia Nascido em Caraguatatuba, porém, morador do bairro Topolândia, região central de São Sebastião, desde a infância, Christopher Nilson de Oliveira Ferreira, o Dusn, de 20 anos, iniciou sua trajetória na música em 2020. O jovem artista se interessou em aprender produção musical por conta própria e desenvolveu suas técnicas vendo tutoriais na internet e elaborando letras no improviso. Após um tempo, o trapper até chegou a se aventurar em batalhas de rima, mas compor e produzir sempre foi a sua verdadeira paixão. Atualmente Dusn já tem cerca de 45 faixas lançadas no YouTube e trabalha em seu primeiro álbum que será lançado futuramente. Apesar de músico, Dusn leva uma vida normal no Litoral Norte quando não está no palco. Buscando o sonho de viver da arte, Dusn trabalha como garçom em um restaurante durante o dia; já a noite, ele é operador de caixa em uma loja de açaí. Com toda essa correria, o artista ainda costuma treinar e competir na modalidade de Crossfit. “Me encontrei na música e não me vejo fazendo outra coisa a não ser cantar. Sou CLT em dois empregos e estou correndo atrás para alcançar as metas na minha carreira. Tenho certeza que o caminho da maioria que vive da música foi árduo para chegar no patamar que estão hoje. Então, sigo fazendo o que amo e sei que um dia meu som vai tocar em todos os lugares”, afirma Dusn. Confira Sintomas de Saudade

De “Parabólica” a “Janeiro 26”: Humberto Gessinger canta o amor de avô em novo single

Há 34 anos, Humberto Gessinger ensinava o Brasil a amar à distância com Parabólica, canção escrita para sua filha, Clara, nascida em 1992. Agora, o ciclo da vida se renova e a poesia ganha uma nova geração. No dia em que Clara completa mais um ano de vida, Gessinger lança o single Janeiro 26, uma homenagem ao seu primeiro neto, Folke, nascido no dia que dá título à música. “Tu vens, eu vô” em Janeiro 26 Se em Parabólica o mundo girava para colocar a filha no centro, em Janeiro 26 o compositor brinca com a passagem do tempo e o novo papel familiar. O refrão traz um jogo de palavras genial e afetuoso: “Tu vens, eu vô / amor maior não há”, uma alusão ao verbo “ir” e ao substantivo “avô”. A letra traça um paralelo entre tempos e espaços: Brasil e Suécia (país de origem das raízes paternas de Folke), conectando as músicas Parabólica, Fevereiro 13 (lançada em 2024 para Clara) e agora Janeiro 26. “A ideia da composição veio logo que soube que seria avô… O amor mais puro é o que nos move”, reflete o artista. Multi-instrumentista Fiel ao seu estilo de “one-man band” dos últimos tempos, a faixa foi gravada no Estúdio Soma, em Porto Alegre, com Gessinger tocando praticamente tudo: baixo de oito cordas, violão, guitarra e teclado. A bateria ficou a cargo de Luke Faro. A produção é do próprio Humberto com coprodução de Protásio Jr. O lançamento sai pela gravadora Deck e já está disponível em todas as plataformas. O clipe, que traduz visualmente essa emoção, também já pode ser assistido. Ouça agora e se emocione com o “Vô Bertinho”

Flea reinventa clássico de Frank Ocean no trompete

Flea nos presenteou com uma declaração de amor à música. O lendário baixista do Red Hot Chili Peppers lançou sua versão de Thinkin Bout You, clássico moderno de Frank Ocean. Mas esqueça o slap bass frenético. A faixa é uma reinterpretação instrumental e orquestral, onde Flea assume o trompete e o baixo elétrico, criando uma atmosfera de jazz contemporâneo absolutamente elegante. Homenagem de Flea a “Channel Orange” A faixa faz parte de Honora, o álbum solo de estreia de Flea que chega em 27 de março de 2026 pela Nonesuch Records. Segundo o músico, o álbum Channel Orange (2012) de Frank Ocean foi um divisor de águas em sua vida. “Eu ouvi dez milhões de vezes… Eu só queria captar a beleza honesta da melodia, porque é uma grande canção”, diz Flea. Para essa missão, ele convocou Nate Walcott (do Bright Eyes) para os arranjos de cordas e a baixista Anna Butterss no contrabaixo acústico. O resultado é sensível, melancólico e genial. Assista ao visualizer Sonho de 1991 Honora não é um capricho de rockstar. É a realização de um desejo antigo. Em 1991, durante as filmagens de My Own Private Idaho, Flea confidenciou a um amigo que queria fazer um disco instrumental com “grooves profundos e hipnóticos”. Quase 35 anos depois, e após dedicar dois anos inteiros praticando trompete diariamente, ele finalmente se sentiu pronto. O disco conta com um time de elite do jazz (Josh Johnson, Jeff Parker) e participações de Thom Yorke e Nick Cave. Turnê esgotada Em maio, Flea e sua banda embarcam em uma turnê por casas intimistas na América do Norte e Europa. Como era de se esperar, os ingressos já estão esgotados.

Ladytron revela a alma do novo disco com o single “A Death in London”

Os ícones do pop eletrônico Ladytron continuam a pavimentar o caminho para o seu oitavo álbum de estúdio, Paradises, e lançaram aquela que consideram a “alma do disco”: a faixa A Death in London. Se você estava com saudade da faceta mais “witchy” (bruxa/mística) da banda, essa é para você. A música é descrita como um “Balearic Noir”, uma espécie de folk pagão construído sobre um 808 e um groove de marimba sedutor. >> LEIA ENTREVISTA AQUI Alma de “Paradises” Segundo a banda, esta foi a primeira música escrita para o novo LP e serviu como alicerce para todo o restante do projeto. A sonoridade, que teria sido composta em um “Casio do Leonard Cohen”, traz aquele ar de canção de amor ballardiana, art pop suado e sintético. “Um lugar onde os sonhos vão para morrer… ainda bem que você me encontrou viva…”, canta a banda em meio a sintetizadores que lembram um Negroni no fim do mundo. Gravações do Ladytron em São Paulo Com lançamento marcado para 20 de março de 2026 via Nettwerk, Paradises promete ser o trabalho mais voltado para as pistas de dança desde o clássico Light & Magic. E tem um detalhe especial para os fãs brasileiros: o álbum, escrito e gravado ao longo de cinco meses, tomou forma em diversas cidades, incluindo Liverpool, Londres e São Paulo. Produzido por Daniel Hunt e mixado pelo colaborador de longa data Jim Abbiss (vencedor do Grammy e parceiro da banda na era Witching Hour), o disco de 16 faixas busca resgatar a diversão do final dos anos 90, quando a banda estava apenas começando. “A principal motivação era a diversão… Há uma coceira que nunca arranhamos, que é o fato de que, apesar de nossas origens no mundo dos DJs, nunca fizemos de fato um disco ‘disco’”, explica Daniel Hunt. A Death in London junta-se aos singles já lançados Caught in the Blink of an Eye, I Believe in You, I See Red e Kingdom Undersea. Assista ao clipe visualizer de A Death in London:

Saga HC une forças com Cannibal (Devotos) em “Conexões Periféricas”

O grupo Saga HC, de Jaboatão dos Guararapes (PE), lançou nas plataformas digitais o single Conexões Periféricas. E para chancelar essa pedrada, a faixa conta com a participação de ninguém menos que Cannibal, a voz da icônica banda Devotos e patrimônio cultural do Alto José do Pinho. A música funciona como um manifesto sonoro. É o encontro de gerações do hardcore pernambucano: quem abriu os caminhos (Cannibal) e quem segue construindo o futuro (Saga HC). Periferia como potência no som do Saga HC Conexões Periféricas foge do estereótipo da carência para exaltar a potência. A letra retrata a realidade das margens urbanas com sensibilidade, focando na coletividade, na ancestralidade e na resistência. A sonoridade funde o peso característico do gênero com uma poesia urbana densa, reafirmando que a periferia é, acima de tudo, um território de criação. Produção O lançamento chega acompanhado de um videoclipe, já disponível no YouTube. A produção visual reforça o discurso da música: a captação e edição são assinadas por Alexandre Xavier, da agência Cinco Estrelas (da periferia do Ibura, Recife). Alexandre é um filmmaker conhecido por seu trabalho em projetos sociais como o Baile da Paz e cidadania nos morros. Grito da Periferia O single prepara o terreno para o novo álbum do grupo, intitulado Grito da Periferia, que tem lançamento previsto para o dia 27 de fevereiro de 2026. O projeto foi contemplado pela Lei Paulo Gustavo Pernambuco.

Destro lança Casa ou Vaza e canta a superação da “migalha emocional”

O cantor e compositor Destro, de Campinas, conhecido por sua alcunha de “romântico urbano”, lançou o single Casa ou Vaza. Desta vez, o artista deixa de lado a melancolia passiva para dar voz a um posicionamento firme. A faixa é um ultimato em forma de canção, narrando a história de quem cansou de aceitar “migalhas emocionais” e decidiu colocar a dignidade à frente de um amor não recíproco. Pop com tempero de Sofrência Musicalmente, Destro segue a trilha que o fez acumular mais de 3 milhões de visualizações orgânicas: um pop contemporâneo bem produzido, que flerta com o R&B e abraça a estética da “sofrência moderna”. É uma música para cantar junto, mas também para refletir sobre relacionamentos desequilibrados. A faixa funciona como uma extensão natural de Romântico Urbano, seu álbum de estreia lançado pelo selo Cósmica Records. Se antes o foco estava na dor da despedida e nas promessas quebradas, agora o foco vira para o limite. “É dor que vira consciência, coração machucado que aprende a se respeitar e a não aceitar menos do que merece”, define o material de divulgação. Trajetória orgânica de Destro Destro é um exemplo da nova geração que construiu sua base fã a fã. Começou em 2018 com covers no YouTube e, a partir de 2020, mergulhou no trabalho autoral. Suas letras, altamente identificáveis, criaram uma conexão direta com o público, especialmente com quem busca na música um espelho para as próprias vivências amorosas.

Melanie Martinez anuncia o álbum distópico “Hades” após recorde com single

Melanie Martinez

A construção de universos visuais e sonoros sempre foi a marca registrada de Melanie Martinez. Agora, ela se prepara para nos guiar por uma paisagem menos fantástica e mais visceral. Nesta quinta-feira (5), a artista confirmou o lançamento de seu quarto álbum de estúdio, intitulado Hades. O disco chega às plataformas no dia 27 de março, mas o público já sentiu o impacto dessa nova era: o single Possession, lançado recentemente, quebrou recordes imediatos. Maior estreia feminina de 2026 Os números não mentem sobre a fidelidade da fanbase de Melanie. Possession, a primeira música inédita da cantora em três anos, estreou com mais de 2,7 milhões de streams no Spotify em apenas 24 horas. O feito tornou a faixa o lançamento mais rápido da carreira da artista e a maior estreia feminina de 2026 até o momento. “A mistura de doçura e escuridão de Melanie é deliberada, e é exatamente isso que a torna uma artista pop singular”, observa Talia Kraines, editora de Pop do Spotify. Conceito de Hades Se em Portals (2023) Melanie explorou a vida após a morte e o renascimento, em Hades ela volta os olhos para a realidade. A artista descreve a nova era como uma paisagem distópica e cinematográfica, funcionando menos como fantasia e mais como um “espelho fragmentado do presente”. Segundo Melanie, o álbum aborda padrões destrutivos e sistemas de controle: “Cada música deste disco explora uma armadilha diferente criada por esse tipo de energia maligna e patriarcal que é Hades. Não se trata de prever um futuro distópico. Trata-se de reconhecer padrões destrutivos que já existem… Controle disfarçado de proteção. Crueldade apresentada como lógica”. Sucesso global O novo trabalho sucede uma trilogia de sucessos comerciais (Cry Baby, K-12 e Portals) que, juntos, estrearam no topo das paradas alternativas e lotaram arenas ao redor do mundo, incluindo apresentações memoráveis no Madison Square Garden e no Lollapalooza. Para os fãs, o pré-save de Hades já está disponível. Ouça o single Possession

Dropkick Murphys lança Citizen I.C.E., manifesto contra agência migratória e o governo Trump

O Dropkick Murphys lançou oficialmente a faixa Citizen I.C.E. nos serviços de streaming nesta quarta-feira (4). A releitura de Citizen C.I.A., lançada originalmente pela banda em 2005, é um manifesto contra a agência migratória americana (I.C.E.) e uma resposta direta aos recentes episódios de violência contra civis cometidos pelo governo Trump. O refrão, por exemplo, questiona a capacidade técnica dos agentes: “Com muito medo de entrar para o exército/ Burro demais para ser policial/ Cidadão da Imigração e Alfândega”. Citizen C.I.A. conta com a participação de integrantes da banda Haywire, cujo Dropkick Murphys irá dividir um split batizado de New England Forever. O material está previsto para ser lançado no dia 17 de março. Ouça o novo single do Dropkick Murphys: