Nando Reis convida Jade Baraldo para uma nova versão de “A Fila”

O cantor Nando Reis lançou, nesta quinta-feira (5), a regravação da faixa A Fila, com a participação especial de Jade Baraldo. A música, que integra álbum 12 de Janeiro, disponibilizado em 1995, ganhou essa versão especial e fará parte da edição comemorativa do álbum, com lançamento no dia do aniversário do cantor. “Essa música é muito importante na minha vida, uma das poucas parcerias minhas com o Marcelo Fromer”, conta Nando. Com produção de Pupillo e gravada no estúdio Da Pá Virada, A Fila chega agora com a voz da cantora Jade Baraldo em parceria com Nando. “Jade cantou lindamente nessa regravação, sua interpretação se encaixou perfeitamente dentro do novo arranjo”, elogia o cantor. Os fãs poderão assistir também as cenas de Nando Reis e Jade Baraldo em estúdio, na ocasião da gravação. O videoclipe está disponível na página oficial do cantor no Youtube.
“Ameaça”, novo single de Livy, resgata origem roqueira

A cantora paulista LIVY lançou o single Ameaça. A faixa é a primeira do álbum de estreia, It was never dead, just resting, previsto para 2023. Pautado pelo renascimento, o disco apresenta também algumas canções compostas no início da carreira de LIVY, o que ela considera o “lado B” do álbum. Curiosamente, é uma dessas faixas, Ameaça, a escolhida como primeiro single. “Escolhi essa música porque ela representa minha raiz, de onde eu vim, e as nossas raízes dizem bastante sobre a gente. Honre-as sempre que possível. Isso nunca vai fazer com que você erre a direção. Honre mesmo aquela versão ‘rascunho’ que fez você chegar até aqui. ‘Ameaça’ é sinônimo da artista em formação, buscando identidade e se colocando no mundo. Acho que é uma boa forma de recomeçar”. LIVY também recorda que na época em que compôs a faixa, ouvia bastante hard rock como Halestorm e The Pretty Reckless, o que justificaria a pegada mais roqueira da música. “Pode ter um elemento ou outro dessa combinação”. Já a letra, segundo ela, aborda a dualidade, o maniqueísmo, a ameaça em algo inevitavelmente sedutor. “A música fala também em estados de exceção, totalitarismo. O verso dizem que ninguém escapa desse charme de sempre, dessa velha ameaça não parece atual num contexto de democracia tão recente quanto a nossa? Esse flerte com a ausência do Estado de Direito não tem nada de novo e continua se alastrando nos dias atuais, travestido de nacionalismo”, revela. Em julho deste ano, numa retomada de carreira, LIVY lançou Baby, é o Fim do Mundo em videoclipe. A ótima repercussão, deu o gás que a artista precisava para trabalhar no novo álbum, e Ameaça é o início do que está por vir em 2023.
Day Limns traz Bullet Bane em novo single, Castelo de Areia

Já sentiu que tudo está desmoronando e, mesmo com empenho e dedicação, vê que o fim está próximo e não há nada que possa mudá-lo? Essa sensação angustiante e ao mesmo tempo de aceitação que Day Limns descreveu em seu último single do ano: Castelo de Areia. A canção traz a grande parceria de Day Limns com Bullet Bane. Composta por Day Limns, Renan Garcia, Fernando Uehara, Danilo Souza, Arthur Mutanen e Los Brasileros, que também assinam a produção ao lado de Arthur, vocalista da Bullet Bane, Castelo de Areia traz uma relação em que se sente que o fim está próximo mas ainda existe aquela tentativa de fazer com que esse final se atrase ou nem aconteça. Existe alguém ali tentando convencer o outro mas ao mesmo tempo fazendo as pazes com o fato de que tudo que foi idealizado está caindo por terra pra deixar só o que é real. “Escrevi esta canção na mesma época que Muito Além. E desde sempre quis que fosse um feat com uma banda ou alguém do rock que tivesse um som “mais pesado” que o meu. A minha relação com os moleques da banda, especialmente com o Arthur foi se desenvolvendo organicamente, sempre nos encontrando nos mesmos rolês e eventualmente vi Bullet Bane ao vivo e fiquei: ‘cara, é isso! Preciso de uma música com eles! Essa é a minha música favorita que já lancei, superando Finais Mentem, finalmente!”, conta Day.
Patriota do Caminhão vira paródia em clipe do cantor Lucas Sfair

O cantor e compositor curitibano Lucas Sfair estreou em carreira solo com o single Merda, que chega acompanhado de um clipe bem-humorado inspirado no meme do Patriota do Caminhão. A música apresenta sonoridade pop com pitadas indie e tem produção musical de Jards, que também tocou e gravou todos os instrumentos. A letra, composta por Sfair, é um relato pessoal e prato cheio para quem sabe rir de si mesmo. Lucas Sfair conta que a ideia de recriar o meme do ano é uma metáfora visual sobre agir de forma inconsequente. Para o autor, “essa situação é engraçada principalmente porque, apesar de perigosa, acabou terminando sem maiores danos”. Sobre o processo de gravação do clipe, complementa: “sou bastante detalhista, mas não abro mão da espontaneidade, a técnica tem que estar sempre aliada à diversão”. A direção é de Bernardo Tomsons e Jonathan van Thomaz. Esse conceito descontraído deve se estender para os próximos lançamentos de Sfair, previstos para 2023, com dez faixas inéditas que serão apresentadas individualmente e, posteriormente, compiladas em um álbum completo. Merda já está disponível nos principais aplicativos de música e seu videoclipe pode ser assistido no canal oficial do artista no YouTube.
Ana Cañas revive Belchior com Monólogos das Grandezas do Brasil

Um ano após o lançamento do álbum Ana Canta Belchior, que conta com os clássicos do cantor e compositor cearense Belchior pelo vocal de Ana Cañas, a artista apresenta o single Monólogo das Grandezas do Brasil, primeiro a ser revelado de seu DVD, que tem lançamento previsto para o início de 2023. A faixa já está disponível nas plataformas de streaming e vem acompanhada de um videoclipe disponível no YouTube a partir de quinta-feira (15). Entre o contemporâneo e o clássico, Ana Cañas reinventa importantes faixas da MPB com a proposta de criar uma experiência musical, trazendo uma nova roupagem para as canções de Belchior. A brincadeira em mudar as sonoridades vem através de arranjos e idealizações da cantora: “Eu tirei a música no violão e assim nasceu a gênese do arranjo. Posteriormente, inseri mais dois violões (Fabá Jimenez e Rovilson Pascoal) e fiz um arranjo de cordas especial que acrescentam no lirismo da mensagem”, explica a artista e, segundo ela, esta faixa é uma das mais intimistas do DVD. Monólogo das Grandezas do Brasil foi lançado pela primeira vez em 1982, baseado em crítica social sobre a realidade do povo brasileiro e se mantém atual, sendo comparada ao cenário atual político e social brasileiro. “Em apenas uma letra, ele traz o cenário da realidade brasileira de forma única. O diálogo através do tempo se mantém, pois o nível de sua poesia transcende e atravessa o tempo”, completa Ana. “Belchior, sempre afiado e conhecedor das mazelas, as expõe destemidamente e oferece o caminho alvissareiro: a estrada é uma estrela pra quem vai andar“, completa. Ana se conecta com Belchior de diversas maneiras, e sua admiração pela lírica e performances do músico são marcantes na reprodução de sua própria musicalidade, mas o apreço vai além da arte. “Acredito que nos encontramos na intensidade, visceralidade e amor pelas pessoas. Aprendo diariamente com ele, a cada show e verso que atravessa o meu coração”.
Pernambucano Martins fecha ano com o single Passa; ouça!

Um dos grande nomes da música contemporânea, o pernambucano Martins fechou 2022 com chave de ouro. Ele lançou o single Passa (Igor de Carvalho), música que já estava com ele há um tempo, após ser cedida pelo amigo Igor para receber os últimos retoques. Depois de já ter uma composição gravada por Ney Matogrosso, esse ano foi a vez de Simone, Margareth Menezes e Daniela Mercury interpretarem canções de sua autoria. Ele também rodou o Brasil com seu show e com o projeto Almério & Martins, em parceria com Almério. Martins achou que a canção estava pronta e guardou para um dia gravar. Passaram-se meses, veio a pandemia, as vacinas, a eleição de um novo presidente e a hora de registrá-la em estúdio chegou. “A letra traz esperança e realidade. Diz ‘tudo o que faz mal passa e tudo o que faz bem também’. Acho que a música tem uma mensagem muito direta, uma melodia que sugere uma calma, uma sutileza”, comentou Martins. “Até quando fui gravar, escolher os instrumentos e tal, foi tudo pensando para gerar ese efeito de tranquilidade, e bem estar”, finaliza.
Novo single da Plebe Rude, Vitória, traz Dani Buarque (The Mönic)

No decorrer de 28 músicas, espalhadas em dois CDs, Evolução Volume I – lançado em 2019 – e Evolução Volume II, previsto para o primeiro semestre de 2023, a Plebe Rude canta a história da humanidade, desde que o homem vira um bípede, até seu esgotamento final no planeta Terra. O projeto audacioso da banda foi concebido como um musical, que deve ser realizado por Jarbas Homem de Mello. Nesta sexta-feira (9), a Plebe Rude lançou mais um single do álbum Evolução Volume II, com um lyric vídeo assinado por Fernando Dalvi. A faixa Vitória conta com a participação da vocalista e guitarrista da banda The Mönic, Dani Buarque, nos vocais. “Quando convidamos o Jarbas Homem de Mello para dirigir o espetáculo, ele pediu mais luz, que mostrássemos as conquistas positivas do Homem. E ele tinha razão, o espetáculo até então era mais sombrio. A visão feminina no espetáculo, tanto a Dani como a Ana Carolina Floriano, dão uma densidade a narrativa e quem domina a narrativa é quem o mundo mudou”, revela o vocalista Philippe Seabra. O baixista André X, diz que a Plebe Rude tem em seu DNA uma visão crítica da história, mas que consegue enxergar neste olhar mais sombrio da evolução do homem, alguns momentos positivos. “O ser humano é capaz de coisas boas e que proporcionam o bem-estar de todos. No volume I, temos a música Belo Dia em Florença, com as maravilhas do Renascimento, movimento de ordem artística, cultural e científica que se deflagrou na passagem da Idade Média para a Moderna, nos tirando das trevas. No Volume II, esse papel cabe à música Vitória, pontuando esses progressos para a humanidade. É uma celebração da capacidade humana de criar o bem”, diz o músico, que comenta ainda a participação de Dani Buarque na faixa: “Ficou sensacional! Ela entregou a música com sentimento e energia”. A vocalista e guitarrista da The Mönic também se diz feliz com o resultado. “Esse lance de colocar um pouquinho do seu trabalho em outro universo é uma sensação boa demais. Nesse caso foi incrível porque além dos caras da Plebe serem artistas que sou muito fã, o som bateu no meu coração desde a primeira vez que ouvi. Um privilégio muito grande ter colaborado no som de um disco com uma história tão profunda em uma faixa que celebra e relembra todas as etapas vitoriosas que nos levaram à conquista da nossa democracia, que ainda hoje precisa ser cuidada com olhos atentos a todo instante”. Há mais de cinco anos trabalhando em Evolução, a Plebe Rude promete fechar com “tampo de ouro” o projeto. “Queremos que seja divulgado, que as pessoas ouçam, e que sintam que ainda há esperança para nossa espécie. A Plebe virá com tudo em 2023”, promete André X. “Numa era de EPS e singles, só mesmo a Plebe para aparecer com um álbum duplo com 28 músicas inéditas”, completa Philippe Seabra.
Psychotic Apes lança segundo álbum de estúdio A New Lifetime

A New Lifetime é o segundo álbum de estúdio da banda natalense Psychotic Apes. O disco traz as músicas do EP Lifetime, remixadas e remasterizadas, e mais quatro novas faixas. O álbum foi precedido dos singles Under the Dusk e Stab, cada um acompanhado de um videoclipe dirigidos por Thales Victor e Ayrthon Medeiros, respectivamente. O material acaba de ser lançado pelo selo latino americano Electric Funeral Records. Under the Dusk traz uma sonoridade entre o grunge e o hard rock, bem característica da banda. A letra trata de sonhos, redenção e do inevitável encontro com a fera que existe dentro de nós. Stab é, seguramente, uma das músicas mais diretas e pesadas da banda, notando-se mais presente as influências de metal. A letra é uma catarse de brutalidade simbólica contra a tirania que assola os dias atuais. Além delas, o disco conta ainda com uma versão hard rock de Lovely Dirty Words (gravada no primeiro álbum em formato acústico), Foot Wound, Lifetime, Lighthouse, The Day When the Beast Returned e Moderno Primata. Psychotic Apes é uma banda de rock brasileira, baseada em Natal (RN), com influências de grunge, metal, hard rock, punk e música regional. Formada em 2019 pelo guitarrista pernambucano Ramiro Barros e o vocalista potiguar Alax Bezerra, a banda conta ainda com Tadeu Marinho (guitarra), Patrick Sena (baixo) e Rafael Franzon (bateria).
Rapha Moraes se une ao uruguaio Seba Prada no single Todos os Cantos

As imagens do mar, suas ondas e seus caminhos sem fim marcam o single e clipe Todos os Cantos, parceria entre os cantautores de diferentes pontos do conesul – o paranaense Rapha Moraes e o uruguaio Seba Prada. A MPB com influências do indie pop e do lo-fi do brasileiro se une às milongas do hermano em sintonia completa. “Cantar com o Seba foi uma realização pra mim, ouvir a música compartilhada com duas vozes, em português e espanhol. Seba trouxe esse ar que sempre me inspirou. Ele é um grande artista e um grande parceiro”, se derrete Moraes. Cantor, compositor e artista visual, Rapha Moraes tem uma discografia iniciada em 2014 mas consolidada com o álbum OA, de 2019. Seu trabalho mais recente é o EP Presença, de 2021. Já Seba Prada é conhecido por parte do público brasileiro por sua colaboração com Jorge Drexler no single Milonga dos Ojos Dorados. Seu último lançamento foi o single Una Vuelta al Sol. Todos os Cantos foi composto em parceria com Marcelo Romaniewicz com produção e todos os instrumentos gravados por Rapha. A pós-produção, mixagem e masterização é do vencedor do Grammy Bruno Giorgi.