Planet Hemp libera videoclipe da faixa Taca Fogo; assista!

Menos de uma semana após o lançamento de seu mais novo álbum, Jardineiros, a banda carioca Planet Hemp divulgou o videoclipe da faixa Taca Fogo. Com direção assinada por Marcelo D2 e produzido pela sua produtora Pupila Dilatada, o material audiovisual é a segunda track do disco a ganhar um clipe. Majoritariamente em preto e branco, o clipe de Taca Fogo é composto por takes curtos e que passam de forma rápida, quase que acompanhando a velocidade da música. Alternando imagens de arquivo de diferentes temáticas – como protestos, cenas de guerra e pichações – e outras de shows da banda, o vídeo traz para a tela a energia combativa da faixa. Com trechos como “Bomba no meio dos porco / camisa na cara só pra ver o que pega / Não nasci pra ovеlha, vida passiva, obediência cega / (Hey!) Dе quem é os 39 quilos? / (Bum!) Acorda a favela com tiros / (Hey!) Crianças não vão pra escola / (Sei!) Cota não é esmola / Mas não se vê hospitais, segurança não tem / muito menos colégios / Vocês não querem o certo / vocês querem manter é os seus privilégios”, a música tem composição assinada por Marcelo D2, Nobru e Nave. Misturando as sonoridades trap e punk, Taca Fogo é a terceira faixa na tracklist do álbum Jardineiros.

Francisco, el Hombre apresenta nova versão da canção “Apesar de Você”

“Apesar de vocêAmanhã há de serOutro diaEu pergunto a vocêOnde vai se esconderDa enorme euforia” Os versos acima ecoam na voz de Chico Buarque, e tantos outros artistas, há mais de 50 anos. Composta em 1970, Apesar de Você carrega a potência que driblou a Ditadura Militar no Brasil, e que, mesmo agora, se faz tão atual. Como um ato de celebração e esperança pelos novos tempos pós-eleições, a Francisco, el Hombre apresentou uma releitura da canção. O lançamento chegou às plataformas de streaming e integra um EP com outras duas versões inéditas da faixa — uma a capella e outra instrumental. “É para dar um gás nessa reta final, falando desse amanhã que a gente já vê ali brilhando. Queremos que seja uma celebração e também um tributo a todos aqueles que não chegaram até aqui, mas que nos dão força para conseguir virar essa página da história”, reflete Mateo Piracés-Ugarte, que forma o conjunto ao lado de LAZÚLI, Helena Papini, Sebastianismos e Andrei Kozyreff. Compreendendo a força que a canção carrega, a Francisco, el Hombre optou por uma ideia um pouco ortodoxa para o mercado musical. Criar outras duas versões bases para que o público possa entregar novas perspectivas sobre aquela obra, seja em formato de remix ou com novos vocais, assim, eles também disponibilizam a faixa a capella e instrumental como um convite para colaboração. “Apesar de Você tem um significado tão importante, especialmente agora, que a gente queria que ela fosse ao máximo reproduzida”, conta o vocalista. O produtor Felipe Vassão foi o responsável por traduzir a versão original para a linguagem da Francisco, el Hombre e fez isso de uma forma bastante única. “Ele conseguiu esculpir o nosso arranjo de uma maneira minimalista, mas tendo o necessário para a música ter a cara da banda. No final, ela reflete a gente ao vivo: é brincalhona e feliz”, comenta Mateo. Esta é a segunda regravação que o grupo faz de uma obra de Chico Buarque. A primeira foi Roda Viva, que integra a trilha-sonora de A Fantástica Fábrica de Golpes (The Coup d’État Factory), documentário que destrincha o colapso da democracia brasileira a partir do golpe que resultou no impeachment de Dilma Rousseff. Essa releitura, inclusive, já traz uma citação a Apesar de Você, o que criou um elo ainda mais forte com as duas obras e culminou no atual lançamento. “Essa reta final todo mundo tem que olhar para o trabalho de resiliência e resistência que rolou nos últimos anos para que agora pudéssemos virar a página. O amanhã está quase lá”, finaliza Mateo.

Entrevista | Gabrielle Aplin – “Fiz essas canções de maneira muito real”

A cantora e compositora britânica Gabrielle Aplin segue aquecendo o público com singles de seu quarto álbum de estúdio, Phosphorescent, que tem previsão de lançamento para 13 de janeiro de 2023. Aliás, para se aproximar ainda mais dos fãs brasileiros, ela tem investido em lyric video com as músicas em português, como fez recentemente com a dançante e introspectiva Never Be The Same. Never Be The Same é a síntese perfeita entre as duas faces do som de Gabrielle, misturando suas raízes no folk e uma sonoridade que se aproxima do pop alternativo. Ela é um dos destaques do novo álbum da artista, Phosphorescent, que não é necessariamente um produto da pandemia, mas é o da solidão e estranheza que a artista, como muitos de nós, experimentou ao longo desse tempo. Após uma mudança para o interior, com maior conexão com a natureza, Gabrielle descobriu que estava escrevendo canções com uma libertação recém-descoberta. Em entrevista ao Blog n’ Roll, Gabrielle Aplin conversou sobre o novo álbum, a pandemia e a ligação com o Brasil. Anteriormente, a artista participou da novela Totalmente Demais, da Globo, com música na trilha sonora e uma ponta na reta final. Phosphorescent, seu novo álbum, será lançado em janeiro. Como está sua expectativa? Eu espero que seja o maior álbum do mundo. Não diria que tenho expectativas disso, mas gostaria que fosse. Sem dúvida, o meu favorito de todos que fiz, acho que é o mais detalhista, o que mais coloquei carinho em tudo. É meu quarto álbum, então sei do que gosto e não gosto, o que eu faria e o que não faria, então espero que isso transpareça também. Em resumo, é uma união de fatores, espero que pareça muito verdadeiro e tenha muito espaço físico. Então espero que isso apareça quando meus fãs o escutarem. E também terei que viajar por causa dele, então me levará a lugares. Como foi o processo de criação desse trabalho? O que precisou fazer de diferente na comparação com os três primeiros? Escrevi músicas no isolamento do lockdown. Estava apenas escrevendo por diversão, não tinha planos de fazer um álbum. Então meu amigo, Mike Spencer, que produziu o álbum, veio e me perguntou se queria fazer um álbum, e eu tinha todas essas canções que fiz. Pareceu tão natural, tão real, e estava escrevendo canções apenas por diversão, como quando trabalhava em uma cafeteria e compunha, era a mesma vibe. Fiz essas canções de maneira muito real, orgânica, mas também muito isolada. Eu queria que o processo de gravação fosse muito humano, com o máximo de instrumentistas possível, pelo menos para a gravação. E tudo que não fosse real, como por exemplo um simulador de bateria, teria que sair por um alto-falante e uma sala, para dar ambiência, ter uma sensação de espaço físico, isso foi muito importante para mim. Por fim, também queria uma conexão forte com a natureza, queria que tudo fosse muito natural e real. Me esforcei muito para ter certeza de que estava sendo eu mesma.  Esse tempo sem álbum novo, quase três anos, traz algum sentimento curioso para você? Com certeza, me sinto como no meu primeiro álbum, English Rain, novamente. Só que com mais conhecimento, e confiança para dizer o que quero e o que não quero. Sinto a sensação de fazer um álbum pela primeira vez, mas já tendo feito antes. Não teve ninguém da gravadora vindo falar comigo e perguntando se podem ouvir algo, mudar algo, se posso fazer uma música de um jeito para ser mais popular, não houve interferência, e não tive que pedir para ser desse jeito, apenas foi desse jeito. Artisticamente fiquei muito grata. No Brasil, você conquistou um grande alcance quando teve o single Home na trilha sonora de uma novela. O que representou para você? Foi muito divertido, eu amei. E tive a oportunidade de fazer uma participação no último episódio, foi doido. É a razão pela qual tenho que voltar para o Brasil, fazer shows, foi uma experiência incrível. Algo que eu nem sabia que existia, e de repente estou no meio de tudo isso. Acho incrível a quantidade de maneiras que uma música pode estourar. Não temos nada equivalente a isso aqui, temos novelas, mas não é a mesma coisa. É muito único do Brasil o que vocês têm com as novelas. Pude ir até o estúdio e ver a gravação, foi uma experiência incrível. Deu tempo de conhecer alguns lugares do Brasil? Na verdade não, preciso voltar, preciso voltar. Foi muito rápido, fiz um show em São Paulo e passei no Rio onde ficavam os estúdios de gravação. Mas amo fazer shows para conhecer fãs, acho que música e fãs são as duas coisas mais importantes. Então adoraria voltar para fazer mais shows pelo país, e tiraria alguns dias para explorar também. A pandemia aflorou muitos sentimentos nas pessoas. A solidão foi um dos mais impactantes. Você passou esse período em Brighton mesmo ou foi para outra região? Como lidou com esse período? Poderia ter sido pior, tive muita sorte, não posso reclamar, mas encontrei muita dificuldade. Eu sofro de TOC, então na época minha pior sensação era de ser uma pandemia global respiratória, e eu pensava que meu pior pesadelo tinha se tornado realidade, então foi bem assustador. Estava em Brighton e tinha acabado de lançar um álbum, e os outros artistas estavam pensando que ia ser um bom período para compor em nossas casas, e eu já tinha feito um álbum e não sabia o que fazer. Então me mudei para uma área mais rural, me senti desanimada, era inverno também, e foi aí que comecei a compor, pois não tinha mais nada para fazer, e nesse ponto já me sentia pronta para compor novamente. Obviamente, agora, estou feliz que fiz isso, mas na época me senti estranha. Foi uma época estranha para todos, tenho certeza que afetou meu álbum de uma maneira interessante, pois como disse, foi uma época onde estava muito isolada, que quando chegou

Gabriel Henriques lança o pop love song “Eu Falo Não”

O gaúcho Gabriel Henriques deu o play em sua nova fase musical com o single Eu Falo Não. Composta pelo próprio artista, a canção é um pop love song que carrega uma musicalidade mais picante, festiva, que acompanha a narrativa do som. Na letra, o processo de envolvimento sentimental em uma relação sem rótulos, mas que vai além de qualquer título. O que está em jogo é encontrar um caminho possível para que as emoções possam apenas ser sentidas. A música conta com a participação dos produtores André Nine e Caio Passos, que trouxeram no instrumental uma mistura de riffs de violão e o beat eletrônico com traços do rap e do pop. “Essa é uma música de transição. Aos poucos vou deixando aquele formato mais acústico, calmo e vou aderir a um estilo mais pra cima, de festa. Vamos trazer mais pressão, mais maldade no som. Essa música uma prévia do Gabriel Henriques que vem com tudo em 2023”, afirma o cantor. Acompanhada de um clipe com direção de Philipe Martini, o registro audiovisual acompanha o dia a dia de estúdio do artista com seus produtores musicais. “A gente quis passar essa verdade. Mostrar o que acontece e como agimos quando estamos ali fazendo música. Mostra mais o que é a nossa rotina”, explica Gabriel.

Karla Hill mostra a leveza de se entregar a um novo amor em “Apê 43”

A cantora Karla Hill mostrou a alegria que é encontrar e se entregar ao amor no single e clipe Apê 43. Com indie pop dançante, a música tem produção musical da elogiada artista Vivian Kuczynski e a faixa já está disponível para streaming. Já os ritmos e arranjos, focados nas guitarras e synths típicos do indie, estão voltados para as pistas de dança e traz referências como Metric, Two Door Cinema Club, Depeche Mode e Hooverphonic. O clipe é assinado pelos irmãos Rio, que também dirigiram e produziram os vídeos dos dois singles anteriores: Coragem e Não (Not this kind of girl). Natural de Santa Catarina, Karla Hill começou sua formação artística pela música, cantando em corais e palcos pelo Brasil, Argentina e África do Sul. Já adolescente, mudou-se para Curitiba, onde formou a banda Paranoika, atuando como vocalista e compositora e com a qual realizou uma turnê pela Holanda em 2013. No ano seguinte, sentindo a necessidade de se aperfeiçoar no palco, ela se mudou para São Paulo e começou a estudar teatro. Desde então, apaixonou-se pelo ofício e decidiu levar as duas carreiras em paralelo. Integrou o grupo do renomado diretor teatral Antunes Filho, pelo Centro de Pesquisa Teatral (CPT/SESC) nos anos de 2016 e 2017 e, além de atriz, foi assistente de direção e professora. Em 2019, participou do Festival Latino Americano de Artes (CASA), em Londres, com a peça Cartas para Agnès. Desde 2020, integra a pesquisa do grupo Màli de Teatro, com direção de Marcos de Andrade. Ainda naquele ano, escreveu e atuou no curta-metragem À Francesa, que participou de diversos festivais ao redor do mundo. E em 2021, Karla integrou a experiência audiovisual/online Inconfessáveis II, com direção de Marcelo Varzea. Em 2022 estreou em seu primeiro papel na televisão, na série REIS, da Record TV, além de focar em seu trabalho como cantora solo.

Produzida com Rodrigo Koala, Gisele é a nova faixa do Ganggorra

A banda Ganggorra lançou nesta sexta-feira (21), em todas as plataformas digitais, o single Gisele, via Ditto Music. Composta por Rodrigo Koala (Hateen) em parceira com o produtor Nando Vieira e os integrantes da Ganggorra, a faixa inédita é baseada na história de uma amiga da banda, que assim como muitas outras jovens ‘Giseles’ buscam por uma identidade própria. “A gravação e composição da música Gisele foi um processo totalmente diferente de tudo que a gente tinha feito. O nascimento da música foi um acontecimento de muito desafio e aprendizado. Juntamente com o Rodrigo Koala e com o Nando Vieira, nós criamos essa menina que, embora seja fictícia, representa toda uma geração que está sempre em busca de seu jeito de viver. Contar essa história foi simplesmente transformador para todos nós”, conta Pedro Marks. “Esse momento que vivemos compondo ao lado do Rodrigo Koala, definitivamente, foi uma experiência que enriqueceu demais para a Ganggorra”, comenta Caio Delafiori. Para Pippo Guizardi, “compor e conviver com o Koala é surreal, o cara é um ídolo para todos nós, escreveu músicas que farão parte da nossa referência musical para sempre. E tem mais coisas dessa parceria pela frente…. aguardem”. “Compor com o Nando e com o Koala foi ‘sinistro’… esse é só o começo, vem muito mais por aí!”, completa Gustavo Couto Com influências de nomes como Machine Gun Kelly, Blink 182 e Green Day, o single foi produzido e mixado por Nando Vieira do estúdio Family Music. A masterização aconteceu em Los Angeles e ficou a cargo de Fili Filizzola. O novo single também marca a nova identidade visual e artística da banda paulista agregando novas referências, como a música pop, ao novo trabalho. “O processo de produção musical ao lado do Nando abriu novas possibilidades que antes a gente nem conseguia enxergar. Além disso, todo o trabalho desenvolvido junto à Family Music apontou para um novo conceito e nos deixou muito mais à vontade para experimentar e nos encontrarmos como banda”, diz Caio. E Pippo acrescenta, “um mundo novo para toda a banda… Junto à Family Music a gente conseguiu alçar novos voos sonoros e de concepção, mantendo nossa essência Rock mas expandindo para novos horizontes, tanto na música como no nosso visual e na nossa postura artística. O Nando deixou a gente muito à vontade no estúdio e direcionou tudo com muita tranquilidade e profissionalismo”. “Essa nova fase com a Family Music é muito especial e promissora para nós como banda. Trabalhar com profissionais como o Nando, Bela e Helen Vieira faz com que a gente queira cada vez mais conquistar novos horizontes”, finaliza Gustavo. Ouça Gisele, da Ganggorra

Fresno dá novos contornos a The Rhythm of the Night, hit dos anos 90

Mais guitarras na Eurodance. Esse foi o desafio que a Fresno quis enfrentar ao regravar The Rhythm of the Night, do grupo italiano Corona. Presente nas paradas de sucesso por semanas após o lançamento nos anos 1990, a canção ganhou uma nova versão nas plataformas digitais. A explicação para a escolha em regravar essa faixa é bem simples. “Acredite ou não, mas toda a cena eurodance faz parte da nossa formação musical e foi a oportunidade perfeita de mostrar nossa admiração por um clássico como esse”, comenta o vocalista, que completa: “estamos incluindo progressivamente sintetizadores em nossas composições e acho que, finalmente, encontramos uma maneira de misturar esses sons. Nossos últimos dois álbuns mostram muito progresso, e traduzir um arranjo totalmente sintetizado para uma linguagem mais Fresno foi um desafio bem legal”. O resultado é uma música que poderia muito bem estar nas pick-ups das boates, como também nos auto-falantes das casas de shows. “Ela soa como uma viagem na estrada com alguém que você ama, indo para uma festa legal. Tentamos manter essa vibe, apenas traduzindo isso para uma produção mais voltada para o rock”, reflete Lucas. Essa versão fez parte do projeto da Deezer, o InVersions 90s. Nele, a plataforma convidou artistas de todo mundo para regravarem sucessos dos anos 90. A Fresno foi uma das representantes do Brasil e, com isso, a banda apareceu em um dos icônicos telões da Time Square, em Nova Iorque. Ouça The Rhythm of the Night, com a Fresno

Supergrupo L.S. Dunes revela single Bombsquad; ouça!

O supergrupo de rock L.S. Dunes, formado pelo guitarrista Frank Iero (My Chemical Romance), o guitarrista Travis Stever (Coheed and Cambria), o vocalista Anthony Green (Circa Survive), o baixista Tim Payne (Thursday) e o baterista Tucker Rule (Thursday/Yellowcard), lançou o single Bomb Squad. Sobre a música, o grupo disse: “O momento de empatia na incendiária Bombsquad é quando Green majestosamente harmoniza a palavra ‘Leora’. Quando perguntado quem é Leora, Green simplesmente responde: ‘eu sou’, e explica que é uma palavra antiga que significa ‘eu sou luz’. Rule foi mais longe: “Bombsquad é o nosso ticket de ida pra Rip City. Voo completo”. E Stever especificou: “Uma viagem all-inclusive”. A faixa integra o álbum de estreia do grupo, Past Lives, que chega em 11 de novembro.

Ellie Goulding anuncia álbum Higher Than Heaven; ouça single Let it Die

A cantora Ellie Goulding anunciou detalhes de seu quinto álbum de estúdio, Higher Than Heaven, com lançamento previsto para 3 de fevereiro de 2023. Ellie disponibilizou Let It Die, faixa do novo trabalho, que já pode ser conferida. O anúncio do álbum vem logo após o último lançamento da artista, com participação de Big Sean, Easy Love, canção que fez com que os fãs ficassem ainda mais ansiosos por esse anúncio. A cantora conta com alguns dos melhores da música pop para criar o álbum com ela: Greg Kurstin (Elton John), Jessie Shatkin (Charli XCX), Koz (Madonna) e Andrew Wells (Yungblud). O novo trabalho dá início a uma nova era de Ellie e mostra como ela inclui seu próprio toque na música. Higher Than Heaven está repleta de hits contagiantes que veem os vocais de Ellie no centro do palco, enquanto a produção é música pop no seu melhor estilo, com linhas de baixo fortes, sintetizadores crescentes e melodias eufóricas.