Yuri Villar faz baião com sax e violino em novo single

Saxofonista e compositor carioca, Yuri Villar traz a leveza e a alegria do forró em duo com a violinista Carol Panesi no seu novo single, Baiãozinho, em um lançamento do single Cantores del Mundo. A gravação une o multi-instrumentista às cordas da violinista Carol Panesi, e a pintura da capa foi um presente criado pela tia avó de Yuri, a artista plástica Amélia Bressane, falecida por covid ano passado. Gravado remotamente durante a pandemia, a música bebe nas águas de Jackson do Pandeiro e Hermeto Pascoal para apresentar um Baiãozinho alegre e festivo, com tons mágicos trazidos pelo violino da também multi-instrumentista Carol Panesi. Os dois foram companheiros na Itiberê Orquestra Família durante 7 anos, e a afinidade musical construída durante esse tempo transborda em conversa arrojada entre sopro e cordas. Além de seu já tradicional saxofone tenor, nessa gravação Yuri assume composição, arranjo, piano Rodhes, voz, triângulo, mixagem, masterização e design. Completando o time, a zabumba de Karina Neves e o pandeiro de Bernardo Aguiar dão a pulsação perfeita desse estilo de forró eternizado pelo rei do Baião, Luiz Gonzaga. O lançamento soma a outras novidades que Yuri Villar já revelou – como o Samba Maltês, com Carlos Malta e Pandeiro Repique Duo – e irá divulgar ao longo de 2022, incluindo dois novos EPs. Além de saxofonista, Yuri Villar é compositor e arranjador. Formou-se em sax pela UFRJ e integrou a Itiberê Orquestra Família de 2003 a 2010. É militante da música instrumental autoral atuando junto dos grupos Bondesom e Relógio de Dalí. É também produtor musical e arranjador de diversos discos (Noca da Portela, Zé Katimba, Luiza Sales e Bondesom, entre outros) e de trilhas sonoras, como é o caso do premiado filme Sudoeste (Eduardo Nunes, 2011). Acompanhou nos palcos inúmeros artistas, como Geraldo Azevedo e Teresa Cristina, e já gravou CDs com Mario Adnet, Roberta Sá, UFRJazz Ensemble, Daniel Gonzaga e outros. Em 2019 lançou seu primeiro disco solo Futuro Agora, uma retrospectiva de sua vivência musical inspirada pelo nascimento de seu primeiro filho, Matias. Em 2020, Yuri Villar lançou três singles autorais, o projetos audiovisuais Onde mora o som, duos com grandes músicos registrados em plano sequência por Marcelo Fedrá, e “#Stents”, intervenções videomusicais em posts do Instagram de outros instrumentistas. Em 2021 lançou duas canções, Passageiro, em parceria com Jade Prata; e Todo Céu, com Pedro Mann. Também gravou dois EPs autorais instrumentais, um com banda completa, e outro em que toca piano em duo com mulheres instrumentistas. Ambos serão lançados em 2022. Enquanto isso, é possível conferir Baiãozinho nas principais plataformas de música.

Da primeira gravidez ao primeiro single: conheça Hayya

O ponto de partida. O início da vida também se tornou o início de Hayya, projeto artístico solo que nasceu junto com o nascimento de sua filha, ainda em 2020. Das primeiras letras, ao primeiro lançamento, hoje nasce também Baby Blues, single e clipe que marca a concretização desta gestação artística que levou 24 meses. Com influências que abarcam o dream pop e o indie, a estreia traz a libertação e a reflexão de como é ser uma mulher e mãe, e como o autoconhecimento aprofunda uma série de sensações que empoderam e fascinam. A canção de estreia traz como principal tema a maternidade, como já sinaliza o título, Baby Blues, termo em inglês utilizado para designar o sentimento de melancolia que toma conta de algumas mulheres alguns dias após o parto. As mudanças não são somente no corpo, também se refletem na realidade da mulher que agora também assume a identidade de mãe perante a sociedade. A música visa mostrar a maternidade real, falando sobre o que muitas mulheres sentem, mas que é pouco falado. “Entre momentos de tempestades e calmarias que podem se suceder no início da maternidade, a mulher tenta se reencontrar. Não somos mais quem éramos e podemos demorar um pouco até nos redescobrirmos. Mas no final, nós encontramos nossas melhores versões! No plural porque somos muito mais do que mães, somos também mulheres, amigas, profissionais e o que mais nós quisermos ser!”, declara Hayya. O trabalho de estreia antecipa o álbum, que será lançado em setembro deste ano. Entre as influências musicais de Hayya estão bandas como Beach House, Cigarettes After Sex, O Terno e Baleia. “Ela nasceu no meio da pandemia e foi um período muito desafiador. Nós escolhemos não saber o sexo do bebê até o nascimento, e quando ela nasceu e descobri que era uma menina comecei a refletir muito sobre ser mulher na sociedade atual. Os problemas que nós, mulheres, enfrentamos há tantos séculos e que ela também irá, mas também como é fascinante e poderoso ser mulher. E a partir daí comecei a escrever sobre esses temas. E agora, meu companheiro, o músico Gabriel Neves, criou melodias lindas para as letras e passamos a trabalhar juntos”, conta Hayya. O single Baby Blues tem letra de Hayya e música de Gabriel Neves. A mixagem e masterização é da própria artista, com gravação de voz realizada no PlugAí Orange (Santos). Já o clipe é uma produção e direção de Hayya e Gabriel Neves, com edição da Hayya. As fotos de divulgação são de autoria do artista Kaleo Gradilone.

Bruna Pena une indie pop, lo-fi e acid jazz em single Tu Dum

A cantora e compositora Bruna Pena lançou seu primeiro projeto solo com uma sequência de singles e clipes, onde apresentará a intensidade das suas composições embaladas por influências do indie pop, lo-fi e acid jazz. Sua primeira faixa, Tu Dum, é uma canção imagética que ganha um clipe igualmente potente, narrando as sensações mais cruas e os sentimentos mais viscerais que se passam entre cérebro e coração. A novidade chega para somar a uma carreira que se iniciou em 2009, quando teve sua primeira banda, a Janela Oval, seguida dos projetos Hot Beigal Shop e Six Pack Squad. Atualmente, Bruna é roteirista e diretora na Salted Films. Ao longo de 2022 e 2023, a artista irá revelar uma série de novidades onde seus três lados – musical, lírico e visual – se encontram de forma inédita. “Na pandemia, mergulhei nas minhas entranhas. Com um punhado de medo num bolso e uma caneta Bic no outro, eu escrevi. Linhas que subiam e desciam em picos de amor, terror e euforia. Sílabas viravam acordes. Palavras, melodias”, relembra. Gravada inicialmente no celular, a canção ganhou corpo com a produção atenta de Rodrigo Lemos (Lemoskine), onde sons cotidianos, os foleys, como a batida do coração, viraram o beat e o groove que acompanham a faixa toda. Estes elementos materializam o encontro da música com o cinema que Bruna traz consigo. “Tu Dum nasceu palavra, som e imagem. Na obra de Carol Castanho, um coração bordado em um raio-x de tórax, vi materializado meu estado de frio e soco na barriga. Era amor ou ansiedade? Era hormônio ou demônio? Tu dum, Tu dum, Tu dum no meu ouvido. Onomatopeias, trava-línguas, idiomas, sotaques, ironia… Brincadeiras fonéticas e semânticas foram parar no caderno, enquanto imagens se criavam no meu cérebro. Rimar palavra com palavra, palavra com imagem. Esse era o jogo de Tu Dum. Venceu quem entendeu que o amor que a gente sente é a única coisa que a gente ganha”, resume Bruna, que assina desde a composição e produção da música até a direção criativa, roteiro e montagem do videoclipe. Bruna Pena dialoga com as sensações de uma geração em busca de conexão, e na sua música há de sobra. Tu Dum é a primeira canção solo da artista, já disponível nas principais plataformas de música.

Ozzy Osbourne anuncia álbum novo e revela single com Jeff Beck

Ozzy voltou. Marque o dia 9 de setembro na agenda como a data de lançamento de Patient Number 9, o novo álbum de Ozzy Osbourne e o primeiro desde Ordinary Man, de 2020. O primeiro single e vídeo do álbum autointitulado é Patient Number 9 aqui e assista ao clipe dirigido pelo vencedor do Grammy e várias vezes indicado ao prêmio Todd McFarlane. “Já trabalhei com o Ozzy antes e não podia deixar essa nova oportunidade passar… especialmente por ser algo no lado musical desta vez”, conta Todd McFarlane. “Nesse negócio exigente chamado indústria da música, qualquer pessoa criativa que tenha mantido uma carreira por várias décadas mostrou capacidade, talento e tenacidade que sempre merecerão minha admiração. Ozzy mostrou a muitas pessoas criativas como nós que é realmente possível se sustentar fazendo o que você ama por quase toda a vida. É isso aí, Ozzy!”. Produzido por Andrew Watt (que esteve à frente das mesmas funções em Ordinary Man) e previsto para lançamento pela Epic, o novo álbum é o 13º disco solo de estúdio de Osbourne. Patient Number 9 foi composta por Ozzy, Watt, Robert Trujillo, Chad Smith e Ali Tamposi, e conta com um solo fascinante do lendário guitarrista Jeff Beck. O disco conta com os guitaristas Jeff Beck, Eric Clapton, e Mike McCready, do Pearl Jam, além do parceiro de longa data do Madman nas seis cordas Zakk Wylde, que toca na maioria das faixas. Chad Smith, do Red Hot Chili Peppers, ficou a cargo das baquetas na maior parte do álbum, que também contou com uma participação do falecido Taylor Hawkins, do Foo Fighters. O velho amigo e único membro da banda de Ozzy, Robert Trujillo, do Metallica, toca baixo na maioria das faixas do álbum, com Duff McKagan, do Guns N’ Roses, e Chris Chaney, do Jane’s Addiction, tocando em algumas músicas. Pela primeira vez, o cofundador, guitarrista e mestre dos riffs do Black Sabbath Tony Iommi aparece em um álbum solo de Ozzy.

Tianna Esperanza revela som em homenagem à avó baterista de banda punk

A cantora Tianna Esperanza lançou nesta sexta-feira (24) o single Princess Slit And The Raincoat Prince, em todas as plataformas digitais. Esta canção é direcionada para a infame avó punk de Tianna, Palmolive, baterista do The Slits e The Raincoats, e celebra a identidade LGBTQIA+ de Tianna. Em suas palavras, a cantora destacou a importância da canção. “Estou tão orgulhosa de ter sido criada ao redor de mulheres tão incríveis. Eu queria escrever uma canção que fosse uma homenagem às minhas raízes punk e uma que celebra o movimento queer”. A faixa veio acompanhada de videoclipe onde o punk encontra o golfe. Tianna Esperanza excursionou recentemente com a cantora LP pela Europa e Reino Unido. O Blog n’ Roll acompanhou a apresentação em Manchester, na Inglaterra, na qual a cantora mostrou todo o seu alcance vocal e performance bem artística.

Simple Minds anuncia álbum novo e revela single de estreia

O Simple Minds anunciou o lançamento de Direction of the Heart, seu décimo oitavo álbum de estúdio, para o próximo dia 21 de outubro. Já em pré-venda, o disco teve o seu primeiro single revelado. Vision Thing é uma celebração à vida composta por Jim Kerr como um tributo ao seu pai, falecido em 2019. Este é um lançamento BMG. Formada por Jim Kerr (vocais), Charlie Burchill (guitarras, teclados), Gordy Goudie (violão), Ged Grimes (baixo), Cherisse Osei (bateria), Berenice Scott (teclados) e Sarah Brown (vocais), o Simple Minds faz, nessa nova faixa, uma ponte entre o passado e o presente da banda. Pré-produzido por Kerr e Burchill na Sicília (Itália), o álbum foi gravado na Alemanha com produção adicional de Andy Wright (Massive Attack, Echo & The Bunnymen) e Gavin Goldberg (Simply Red, KT Tunstall) e conta com participação especial de Russell Mael (Sparks). Tracklist Vision Thing First You Jump Human Traffic(featuring Russell Mael of Sparks) Who Killed Truth? Solstice Kiss Act Of Love Natural Planet Zero The Walls Came Down (written and originally recorded by The Call)

Marianna faz pop poderoso sobre encontrar sua força após o fim de um relacionamento

Pop, R&B e forte impacto visual inspirado pelo mundo da moda marcam o trabalho da cantora e compositora carioca Marianna. Seu novo som é a empoderadora A Culpa é Sua, que dialoga sobre ter noção de seu valor após o fim de um relacionamento e traz uma mensagem forte para pessoas que podem não estar tão felizes neste mês dos namorados. A faixa tem produção musical de Vivian Kuczynski. “A Culpa É Sua é uma realização de que eu tenho defeitos sim, me passo um pouco às vezes, mas continuo sensata o bastante pra saber quem provocou os problemas que viriam a acabar com o relacionamento. Depois que escrevi ela, acendeu aquela luz na cabeça tipo: ‘ah, entendi! O problema não sou eu, é você’”, se diverte ela. Marianna se descobriu artista aos seis anos de idade, mas percorreu outros caminhos para estar mais perto de seu sonho. Trabalhou nos bastidores do entretenimento e, em paralelo, iniciou o De Mudança, um canal onde ajuda pessoas a saírem de casa, mudarem de país e outras viradas de página. Além disso, atualmente trabalha como especialista em mídias sociais. Agora, Marianna embarca, ela mesma, em uma grande jornada. A Culpa é sua é seu segundo lançamento e dialoga bem com o single de estreia Deixa Ir, sobre abrir mão de algo que ainda machucava. Estes e os próximos singles de Marianna chegam às plataformas via BAILA, com distribuição da Ingrooves.

Leo Middea mostra diferentes formas de conexão no mundo pós-pandemia no clipe “Se Eu Disser Que Quero Um Beijo”

Dois anos após o lançamento do álbum Beleza Isolar, o cantor e compositor Leo Middea dá o primeiro passo para seu novo disco ao lançar o single Se Eu Disser Que Quero Um Beijo, uma canção sobre a nossa busca por conexões. A música vem acompanhada de um clipe que remete à celebração da vida e à volta de beijos e encontros depois do período mais crítico da pandemia da covid-19. Essa intenção foi colocada em cada nota, letra e cena deste lançamento. Segundo Middea, esta é uma música que faz querer “correr pro abraço e voltar para um lugar de carinho, aconchego e felicidade”. Não à toa, o compositor e a equipe focaram em movimentos que mostrassem as diferentes formas de reconexão com o mundo e com os próprios desejos e individualidades. A inspiração simbólica – já que o beijo não é explícito no clipe – vem de diversas influências cinematográficas, incluindo o surrealismo de Alejandro Jodorowsky (A Montanha Sagrada, El Topo), que influenciou outros trabalhos, como Bairro da Graça. O clipe e o single também trazem referências de outras décadas, sons e lugares. “O single teve a composição em Portugal, a produção na Holanda, mas a base e a inspiração vem do Brasil. Também há elementos eletrônicos, percussões gravadas diretamente de São Paulo pelo músico Kabé Pinheiro e coros femininos inspirados na MPB dos anos 60 e 70. É quase uma pesquisa sobre diferentes lugares que a música pode ir e uma tentativa de expor um pouco do que se passa sobre esse meu novo momento”, revela Middea. Essa etapa se iniciou na pandemia, período dedicado por ele a estudar, descobrir e conhecer outros estilos, ritmos, nuances e sons que fazem parte do novo álbum. “Eu e o produtor musical catarinense Breno Virícimo nos encontramos em Amsterdam e criamos uma conexão muito boa. Ele me apresentou as minhas próprias músicas, mas com roupagem diferente. Isso me fez explorar lugares onde nunca tinha ido, mas gostei de estar. É bom tentar, arriscar, e às vezes o que a gente precisa é de uma mudança para criar ainda mais movimento”, fala o cantor. A parceria com Virícimo se prolongou durante a pandemia e irá se refletir em todas as canções do álbum Gente, novo disco, que tem previsão de lançamento para 2023. Leo Middea convida a todos que também se redescubram em suas rotinas com o álbum que, do início ao fim, marca a celebração da vida e a chegada de novos ciclos. “Quero ver as pessoas dançando, cantando e dando o play em diversos momentos e lugares, seja na praia, no quarto ou numa festa. Gente é sobre tudo de bom que a vida pode oferecer e sobre não se limitar. Acho que a galera vai curtir”, finaliza.

saudade e Lorena Chaves cantam juntos a autossuficiência e a libertação de não depender de um amor romântico

saudade entregou mais um gostinho de seu novo álbum, bem vindo, amanhecer, com uma canção onde transforma a ilusão das comédias românticas em uma letra agridoce sobre a busca de um amor. o caminho que há em mim traz o vocal de Lorena Chaves em um dueto sobre os dissabores das expectativas frustradas, embalado por um brazilian jazz com viés pop e moderno. O novo trabalho será o segundo disco de saudade, projeto do cantor, compositor e multi instrumentista Saulo von Seehausen. Seu DNA sonoro reúne influências múltiplas, da música brasileira ao indie, do pop ao tropical. Nesta nova coleção de canções, saudade incorpora mais elementos da MPB, ora se conectando ao soul brasileiro, ora ganhando contornos da bossa nova, sem perder um olhar contemporâneo e plural sobre a sua sonoridade. Na nova faixa, essa aura nostálgica também se encontra com o indie rock, em um som que remete a bandas como Darwin Deez e Jovem Dionísio. “A letra quebra o paradigma das comédias românticas, sempre com personagens em busca de suas almas gêmeas, e traz a mensagem de que somos pessoas completas”, resume Saulo. O disco dialoga com um olhar esperançoso por uma vida pós-pandêmica, como comprovam o single de transição “vou-me embora de mim” e a primeira amostra do novo trabalho, a solar faixa-título “bem vindo, amanhecer”. O single mais recente foi interação mente-matéria, feat com Bibi Caetano onde a ideia de mover objetos com o poder do pensamento ganha contornos surreais com a história de um casal que tenta controlar as ondas do mar. Os títulos entregam, também, o fechamento de um ciclo anterior para abrir caminho para um novo. Entre o dançante e o melancólico, saudade reflete sobre o cotidiano de uma forma poética. Não por acaso, o projeto foi nomeado pela palavra em Português sem paralelos em outras línguas, entregando sua conexão com ritmos da nossa música. Da bossa à psicodelia, saudade mescla a potência percussiva brasileira com elementos melódicos como o piano, e eletrônicos, como sintetizadores. O resultado é uma sonoridade única que já ganhou elogios de nomes como Guilherme Arantes e levou o músico por turnês nos EUA em 2018 e 2019. No ano seguinte, viria o primeiro disco, jardim entre os ouvidos. Agora, saudade completa a narrativa de sua nova fase com o último single antes do lançamento do disco, previsto para 29 de junho.