Com show agendado no Brasil, Black Label Society anuncia álbum “Engines of Demolition”

O incansável Zakk Wylde começou 2026 com o pé no acelerador. O Black Label Society anunciou o lançamento de Engines of Demolition. Este será o primeiro álbum de estúdio da banda desde 2021. Os fãs não precisarão esperar muito. O disco chega às lojas e plataformas digitais no dia 27 de março de 2026. Para dar um gostinho do que vem por aí, o grupo já liberou o pesado single Name In Blood, acompanhado de um videoclipe. Da turnê do Pantera à homenagem ao “Chefe” O processo de criação deste trabalho foi intenso. Zakk começou a escrever as músicas em 2022, enquanto viajava o mundo com a Pantera Celebration World Tour. Ele seguiu compondo até 2025, transformando a estrada em inspiração. O grande destaque emocional do álbum promete ser a faixa Ozzy’s Song. Wylde descreve essa música como sua balada mais pessoal e profunda até hoje. Trata-se de uma dedicação direta ao homem que deu início a tudo em sua carreira: Ozzy Osbourne. Show confirmado do Black Label Society no Brasil A notícia fica ainda melhor para os fãs brasileiros. O lançamento do álbum ocorre apenas um mês antes da vinda da banda ao país. O Black Label Society faz parte do line-up do festival Bangers Open Air 2026. O grupo sobe ao palco no dia 25 de abril. Portanto, o público brasileiro terá a chance privilegiada de ouvir as novas faixas ao vivo logo após o lançamento mundial. A formação atual conta com Zakk Wylde (vocal, guitarra, piano), John (JD) DeServio (baixo), Jeff Fabb (bateria) e Dario Lorina (guitarra). Tracklist de Engines of Demolition:

Natália Xavier lança single “Gansos Selvagens” inspirado em Mary Oliver

A cantora e artista visual Natália Xavier apresenta uma obra que une profundidade poética e experimentação sonora. Ela lançou o single Gansos Selvagens, faixa que encerra uma série especial de quatro lançamentos contemplados pela Lei Aldir Blanc e pela Prefeitura de São Caetano do Sul. A inspiração para a música vem da literatura. A artista baseou a composição no poema homônimo da aclamada escritora Mary Oliver. Com isso, a faixa investiga uma “selvageria íntima”, transformando coragem e vulnerabilidade em música. Atmosfera ritual e raízes brasileiras Sonoramente, a canção constrói uma paisagem única. O arranjo guia o ouvinte através de percussões inspiradas no toque de barravento, enquanto as guitarras abrem frestas de ar na melodia. O resultado cria uma atmosfera de rito, convocando a persistência e o retorno ao próprio centro. Esse cuidado estético não é por acaso. Natália Xavier é uma artista múltipla, com mestrado em Poéticas Visuais pela Unicamp e formação musical sólida. Filha de mãe pernambucana e pai baiano, ela evoca tradições do Norte e Nordeste — como maracatu, coco e ijexá — para dar corpo às suas canções. Um ciclo artístico completo de Natália Xavier Gansos Selvagens marca o fim de uma etapa criativa importante, iniciada no segundo semestre de 2025. Antes deste lançamento, a artista apresentou as faixas Merthiolate não arde, Relampejo e Seiva. Além da música, Natália também assina a arte visual do single, reafirmando sua capacidade de costurar palavra, som e imagem. Vale lembrar que ela já possui o álbum Eu também sou teus rios (2022) e o livro de poemas Eu pedi pelos tigres no currículo. Portanto, este novo single consolida a trajetória de uma artista que transita com naturalidade entre a ancestralidade e a contemporaneidade.

Sahara Hotnights lança “Vanishing Girl”, prévia do álbum “No One Ever Really Changes”

A banda Sahara Hotnights apresentou hoje (9) a música Vanishing Girl. Esta é a segunda amostra do aguardado novo álbum, intitulado No One Ever Really Changes. A faixa chega como uma balada de rock envolvente e mostra um lado mais introspectivo do quarteto. Com isso, o grupo captura aquele momento frágil em que a confiança vacila e as dúvidas assumem o controle. Uma mistura de reflexão e energia no novo som do Sahara Hotnights Musicalmente, Vanishing Girl equilibra duas forças. A canção mistura a pegada característica que consagrou a banda com um tom mais reflexivo e emocional. A letra aborda temas profundos como a perda de si mesma e a constante busca por segurança. Portanto, o ouvinte encontra uma sonoridade madura, que não perde a essência do rock, mas convida à contemplação. É a trilha sonora perfeita para momentos de incerteza. Do interior da Suécia para o mundo A trajetória do Sahara Hotnights impressiona pela longevidade e consistência. O grupo se formou na pequena cidade de Robertsfors, em 1992. Elas saíram de uma modesta sala de ensaio para conquistar palcos internacionais. Ao longo das décadas, as integrantes acumularam aclamação da crítica e múltiplos discos de Ouro e Platina. Após o elogiado álbum de retorno lançado em 2022, a banda prova que segue em constante evolução.

Mumford & Sons lança “The Banjo Song” e prepara terreno para novo álbum

A banda britânica Mumford & Sons continua a surpreender os fãs com sua produtividade. O grupo acaba de compartilhar a inédita The Banjo Song. A faixa integra o sexto álbum de estúdio do quarteto, intitulado Prizefighter. A gravadora Island Records agendou o lançamento do disco completo para o dia 20 de fevereiro de 2026. Portanto, The Banjo Song chega para aumentar a expectativa, juntando-se aos singles anteriores Rubber Band Man (com Hozier) e a faixa-título Prizefighter. Composição e parcerias de peso em The Banjo Song A nova música traz colaborações importantes. A banda compôs a faixa ao lado de Aaron Dessner (do The National) e Jon Bellion. Segundo o vocalista Marcus Mumford, este é o projeto que o deixou “mais empolgado” em toda a carreira. Além disso, o álbum Prizefighter conta com uma lista estelar de convidados. O grupo recebeu no estúdio nomes como Gracie Abrams, Chris Stapleton, Gigi Perez, além dos já citados Hozier e Dessner. Aliás, essa abertura reflete o desejo da banda de criar conexões e fortalecer a comunidade musical. Uma fase criativa intensa O ritmo de trabalho do Mumford & Sons impressiona. Apenas sete meses após o sucesso de RUSHMERE (lançado em março de 2025), eles mergulharam em um novo processo criativo. Eles escreveram e coproduziram o novo material com Aaron Dessner em apenas dez dias. As sessões ocorreram de forma orgânica e instintiva, muitas vezes ao redor da mesa da cozinha do estúdio Long Pond. O resultado são canções “não polidas” no melhor sentido, priorizando a emoção dos primeiros takes. Mumford & Sons no Brasil em 2026 Para a alegria dos fãs brasileiros, o ano de 2026 promete ser agitado também nos palcos. O Mumford & Sons é uma das atrações confirmadas no Rock In Rio 2026. Antes de desembarcar no Brasil, o grupo fará grandes apresentações na Europa. Eles lideram o line-up do festival BST Hyde Park, em Londres, em julho. O show marca o retorno da banda ao local após uma década. A agenda também inclui passagens por Groningen, Roma e Berlim. Portanto, Prizefighter não é apenas um álbum, mas o combustível para uma turnê global que promete reconectar a banda com seu público de forma intensa.

Robyn anuncia novo álbum Sexistential, seu nono de estúdio; ouça singles!

A cantora sueca Robyn confirmou o lançamento de seu nono álbum de estúdio. Batizado de Sexistential, o disco chegará às plataformas globais no dia 27 de março de 2026, pela gravadora Young. Este é o sucessor de Honey (2018) e promete uma sonoridade que remete à trilogia Body Talk. Para oficializar o anúncio, a artista divulgou nesta quarta-feira duas faixas inéditas: a faixa-título e Talk To Me. Ambas chegam acompanhadas de registros visuais, um lyric video para a primeira e um videoclipe dirigido por Casper Sejersen para a segunda. As músicas se juntam ao single Dopamine, lançado anteriormente. O novo trabalho conta com a coprodução majoritária de Klas Åhlund, colaborador de longa data de Robyn. Um dos destaques da ficha técnica é a música Talk To Me, produzida por Åhlund e Oscar Holter, que traz Max Martin como coautor. É a primeira colaboração entre Robyn e o produtor sueco desde Time Machine, de 2010. Conceito Segundo a cantora, o título Sexistential começou como uma piada interna, mas acabou definindo o tom do álbum, focado em temas como sensualidade e vitalidade. A faixa-título traz uma abordagem inusitada: coescrita com Åhlund, a música é descrita pela artista como um rap sobre encontros casuais vivenciados enquanto ela estava grávida de 10 semanas, após passar por um processo de fertilização in vitro (FIV). “Sinto que o propósito da minha vida é permanecer excitada — nem precisa ser sobre sexo, mas sobre se sentir sensual e atraída pelas coisas de que eu gosto”, explicou Robyn sobre o conceito geral do disco. Confira abaixo os lançamentos:

Yungblud lança versão alternativa de Zombie com Smashing Pumpkins; ouça!

Yungblud lançou uma versão alternativa de Zombie, faixa do seu álbum mais recente álbum, Idols, em parceria com a banda Smashing Pumpkins. É a primeira vez em sua trajetória que a banda participa da gravação de outro artista. Yungblud e Billy Corgan se conheceram em Birmingham, em julho passado, durante o show de despedida do Black Sabbath, Back To The Beginning, onde ambos participaram de homenagens a Ozzy Osbourne. A conexão entre eles, no entanto, é anterior: Corgan descobriu Yungblud por meio de um vídeo de uma apresentação e reconheceu imediatamente seu potencial bruto e sua voz poderosa. Em uma entrevista de 2023 com Allison Hagendorf , Corgan falou abertamente sobre a trajetória de Yungblud, observando: “Eu consigo prever para onde ele está indo e, se eu estiver certo, falaremos dele pelos próximos 50 anos”. Essa crença, reiterada recentemente no podcast de Corgan, The Magnificent Ones, onde ele comparou a evolução de Yungblud à de Elton John, ressoou profundamente com Yungblud, o que o ajudou a criar o álbum de rock que ele tanto idealizava. Fechando o ciclo, o encontro deles em Birmingham levou Yungblud a convidar Corgan para colaborar, dando origem a esta nova versão de Zombie, com o The Smashing Pumpkins agora participando de uma música que Corgan havia inspirado indiretamente anos antes. Acompanhada de um videoclipe oficial, dirigido por Charlie Sarsfield e estrelado por Yungblud e The Smashing Pumpkins, Zombie começa o ano novo da melhor maneira possível, antes da tão aguardada turnê de Yungblud pelas arenas do Reino Unido, com ingressos esgotados, que começa em 11 de abril. “Siamese Dream foi um álbum que esteve presente na minha vida de uma forma que jamais conseguiria explicar, enquanto eu crescia. Então, fazer música com a banda que o criou é realmente difícil de compreender. Billy sempre foi uma grande inspiração para mim, e mais recentemente, um grande mentor. A visão dele sobre a importância da verdade na arte é algo que sempre valorizei muito”, comentou Yungblud. O artista ainda destacou a importância da influência de Corgan. “Zombie é a música mais importante do Idols para mim. É profundamente pessoal e foi fortemente influenciada pela capacidade do The Smashing Pumpkins de misturar emoção, cinema e guitarras pesadas. Enviei um e-mail para o Billy perguntando se ele toparia reimaginar essa música comigo e, quando ele concordou, foi um sonho realizado. Ver um dos meus ídolos trabalhando em algo que eu havia escrito foi uma das maiores honras da minha vida. Adoro que essa nova versão de Zombie seja mais pesada, tenha o som icônico de guitarra do Billy Corgan, tenha mais urgência e me despedace o coração. Estou muito orgulhoso dela”. Por fim, Billy Corgan também destacou sua alegria em apoiar Yungblud no single. “A estrela de Yungblud brilha intensamente, então foi muito divertido emprestar nossa voz peculiar à sua música Zombie, que, segundo ele, foi inspirada em uma das nossas. Daí o incentivo para que tornássemos essa versão o mais pessoal possível, e tenho orgulho de dizer que conseguimos; mesmo que seja apenas para homenageá-lo”.

Veterana do punk curitibano, Boobarellas lança single e clipe para celebrar 30 anos de estrada

A banda curitibana Boobarellas disponibilizou seu novo single e videoclipe, intitulado Imortal. O lançamento celebra as três décadas de trajetória do grupo, completadas em 2025, e traz uma letra que reflete sobre a longevidade e os desafios enfrentados pela banda desde sua fundação no cenário independente do Paraná. O videoclipe da faixa teve como cenário o bar Bodegaa Beer e contou com a produção visual assinada por Guima. Já a identidade visual e a arte gráfica do projeto ficaram a cargo de Guaco. O lançamento reforça a estética punk rock que o grupo carrega desde os anos 90, mesclando imagens que remetem à história e à resistência da banda. No aspecto técnico, Imortal foi gravada, mixada e masterizada no Laje Estúdio, conhecido por trabalhos com diversos nomes da cena alternativa. A produção musical foi assinada coletivamente pelos próprios integrantes do Boobarellas, mantendo o controle criativo sobre a sonoridade que transita entre o pop punk, o hardcore, o ska e o punk rock clássico. Formada originalmente em 1995, a Boobarellas acumulou ao longo de sua trajetória uma discografia composta por cinco álbuns de estúdio e um DVD ao vivo. O grupo é uma das figuras carimbadas no cenário crossover e punk brasileiro, tendo construído um currículo que inclui a abertura de shows para nomes internacionais como The Misfits, CJ Ramone, The Bouncing Souls, No Use For A Name e The Adolescents.

Assista ao novo videoclipe de Supla, “Jovem Brasileiro”

O Supla lançou nesta sexta-feira (26) o videoclipe da faixa Jovem Brasileiro, presente no álbum Nada Foi em Vão, que marca o 20º trabalho de estúdio do artista em uma trajetória de 40 anos na música. Jovem Brasileiro é definida por Supla como “uma balada de peso que cutuca uma ferida”. Ele conta que a canção foi criada numa ‘jam session’ com Os Punks de Boutique e a letra foi composta por ele, Teodoro Suplicy e Henrique Cabreira”. “A música é inspirada nos jovens brasileiros que, frente à a desigualdade, buscam um futuro e algo para acreditar nessa vida”, afirma Supla. “Todos nós queremos andar pelas próprias pernas”, completa o músico. Com direção de Victoria Brito e edição de Gustavo Araújo, Jovem Brasileiro integra a série de registros audiovisuais que acompanham o álbum Nada Foi em Vão. Das 15 faixas presentes no disco, Jovem Brasileiro é a 11º a ganhar videoclipe.

Luís Capucho transforma cotidiano e mistério em narrativa no novo single “Tava na Noite”

O cantor, compositor, escritor e pintor Luís Capucho lança o single “Tava na Noite”, mais um capítulo do álbum Homens Machucados, previsto para os próximos meses. Dono de uma obra gravada por nomes centrais da música brasileira, como Cássia Eller, o artista apresenta uma canção que destaca sua voz singular e a força de uma escrita voltada para o cotidiano, conduzida pela intuição e pelo mistério que marcam sua trajetória autoral. O lançamento chega aos serviços de streaming pelo selo + Um Hits. Assim como o single anterior, “A Masculinidade”, a nova faixa surge sem um projeto prévio definido. Capucho explica que a composição nasceu de forma espontânea, a partir de uma situação simples, uma viagem de ônibus, que se desdobra em pensamentos, nostalgia, possibilidades e realidades. Com violão marcante e voz aveludada, “Tava na Noite” aposta na escuta atenta e no tempo dilatado, características recorrentes em sua obra mais recente. Compositor intuitivo e sem formação acadêmica em música, Capucho se afirma como um criador múltiplo, transitando entre música, literatura e artes visuais. Após enfrentar sequelas motoras que o afastaram temporariamente do violão, encontrou na escrita e na pintura novas formas de expressão, como a série de retratos As Vizinhas de Trás. Hoje, aposentado da docência em língua portuguesa, assume plenamente a música como principal modo de vida e expressão artística. Pela primeira vez em sua carreira, o artista mantém uma banda estável, formada por Felipe Abou, na bateria, e Guilherme Vieira, no baixo. O trio, que atravessa diferentes gerações, compartilha a música como eixo central da vida. Musicalmente, Capucho carrega referências que vão da música caipira, brega e jovem guarda, ouvidas na infância no interior do Espírito Santo, à MPB urbana e literária, além de uma rusticidade adquirida após o reaprendizado do violão, aproximando seu som do rock e do underground. Em Homens Machucados, essas camadas se encontram e ajudam a consolidar uma identidade artística cada vez mais definida.