Machine Gun Kelly anuncia álbum novo e lança single com Willow; ouça “emo girl”

O cantor norte-americano Machine Gun Kelly divulgou o single emo girl, sua parceria inédita com a super hypada Willow. A colaboração chegou acompanhada de um visualizer. Além de emo girl, o artista também divulgou a data de lançamento de seu novo álbum, mainstream sellout, para 25 de março, mesma data em que fará sua apresentação no palco do Lollapalooza Brasil. mainstream sellout, o novo disco de Machine Gun Kelly, será o sexto da carreira do artista. No início da semana, MGK se reuniu com o produtor executivo Travis Barker (baterista do blink-182) para revelar comicamente que havia alterado o título do novo álbum, seis meses depois da dupla ter tatuado o antigo nome born with horns. O novo projeto chega após o aclamado Tickets to my Downfall, lançado em setembro de 2020, álbum que trouxe hits como bloody valentine e my ex’s best friend, com blackbear. Os dois álbuns contam com a produção executiva do astro Travis Barker, amigo e parceiro musical de longa data de MGK. Um mês depois, ele apresentou a versão deluxe do disco, que contou com as participações de Halsey, Trippie Redd, iann dior, YUNGBLUD e outros. Inicialmente conhecido pelo público como rapper, Machine Gun Kelly vem se aventurando pelo gênero rock e alcançando conquistas importantes, como os prêmios de “Melhor Álbum de Rock” e “Maior Artista de Rock” no Billboard Music Awards 2021. Aos 31 anos, ele esbanja uma versatilidade sonora única e é dono de canções enérgicas que vêm conquistando fãs no mundo inteiro. Quanto à Willow, a surpreendente e versátil artista de 20 e poucos anos continua a conquistar mais vitórias. No ano passado, ela lançou seu quarto álbum de estúdio, lately I feel EVERYTHING e emergiu como uma estrela pop-punk. Após entrar para a lista de maiores estrelas pop da Billboard 2021 na categoria “Comeback Artist Of The Year”, Willow vai levar seus talentos para a estrada este mês e se juntar a Billie Eilish para a etapa americana de sua turnê mundial Happier Than Ever.
Gui Silveiras faz ponte ancestral no EP “Bate Tambô”

O músico paulista Gui Silveiras convida a um mergulho na ancestralidade como um caminho para o futuro em seu novo EP Bate Tambô. Cantor, compositor e instrumentista conhecido também por grupos como Vintena Brasileira e Firma o Ponto e por acompanhar artistas que vão de Hamilton de Holanda a Kiko Dinucci, Gui Silveiras expande sua já potente musicalidade para fazer uma viagem às nossas raízes africanas, com seus toques e poética ritmada. O lançamento é do selo A Música Vive nas principais plataformas, acompanhado do clipe para a faixa-título no canal de YouTube do artista. O trabalho tem sua inspiração no toque dos atabaques para reconstruir um colorido ancestral, porém com olhar moderno em seus timbres e arranjos. A temática das canções é uma reflexão intensa sobre nossa existência e a relação do ser humano com o todo e consigo mesmo. “Me inspiro nos sons da vida, da chegada, da partida. No canto das aves, no balançar das folhas e no pulsar dos motores, na rua, nos olhares, nas pessoas. Me inspiro na inspiração da vida, no bater de asas de um beija flor, no som da água quando corre, feito alegria, feito pranto, feito vida!”, resume Gui Silveiras. Violonista, guitarrista, educador musical e multi-instrumentista especializado na MPB, ele tem uma carreira de renome internacional. Em 2012, Silveiras foi premiado pelo Proac-SP e lançou seu primeiro álbum autoral, Caburé. E desde então foi acumulando prêmios como instrumentista e compositor. Além de seu trabalho solo, Gui Silveiras atua em diversos projetos artísticos, entre eles o grupo Vintena Brasileira com o qual gravou dois CDs, Bituca (2014) e (r)existir (2018); e o grupo Firma o Ponto. Ele já dividiu palcos pelo mundo com nomes como Hamilton de Holanda, Nelson Sargento, Arismar do Espírito Santo, Kiko Dinucci, Itiberê Zwarg e como compositor, teve músicas gravadas e interpretadas por diversas cantoras, entre elas Mônica Salmaso. Agora, Gui Silveiras embarca em um novo capítulo da sua trajetória solo. “Bate Tambô” é um passaporte para um Brasil profundo, existencial e em sintonia com suas raízes. O EP está nas principais plataformas de música e o novo clipe, já disponível no YouTube.
Simão lança single romântico “deixa que eu já vou”

O cantor e compositor Simão lançou na última sexta-feira (4) em todas as plataformas digitais, com distribuição Ditto Music, deixa que eu já vou. Composta em parceria com os amigos Vitor Kley, Schirmer, Kizner e Simão, a romântica deixa que eu já vou traz um clima good vibe praiano. Em resumo, une perfeitamente o pop e o reggae em uma mistura tipicamente brasileira. “A música foi composta em um camp durante uma conversa sobre situações onde a pessoa não dá o braço a torcer e resolvemos pegar esse assunto e trazer para um lado onde uma pessoa (do casal) daria o braço a torcer”, conta Simão. E completa, “nós sempre gostamos de escrever sobre assuntos que tenham uma conexão com um número grande de pessoas. Essa situação é algo que acontece corriqueiramente com muitas delas”.
Juliane Hooper faz sua estreia musical com Soulless

Identificada como uma voz grave e timbre visceral entre os conhecidos e seguidores que acompanham os seus vídeos covers, Juliane Hooper resolveu abrir as portas da sua carreira autoral falando de sentimentos com a faixa melancólica Soulless, que chegou ao streaming na última sexta-feira (4). Posteriormente, no dia 18, o single ganha um clipe gravado por Rodrigo Pysi. A palavra soulless é caracterizada por algo frio, sem vida e sem personalidade. E é nos dias que se sente dessa forma que Juliane transformou seu desabafo em música. “Soulless não representa necessariamente como me sinto o tempo todo, mas um sentimento que vai e vem com frequência, um sentimento de não pertencer a lugar algum e nunca se sentir em casa,” conta a cantora. Verdadeira no que entrega para a arte, Juliane decidiu apresentar primeiro os seus pensamentos sobre o vazio e o superficialismo da vida adulta. “E eu, como uma pessoa sensível, estava cansada de me sentir dessa forma, quero me sentir em casa, quero ser eu mesma e me sentir confortável sem máscaras, confortável com minhas decisões e escolhas. Então a letra fala um pouco sobre esse sentimento que também está diretamente ligado à depressão. Um vazio que traz a insignificância de tudo, principalmente dentro da sociedade fria, mercantilista e baseada em interesses que a gente vive”. O single é blues e soul com uma pegada melancólica, sensual com contrastes sensíveis e agressivos. A faixa produzida pelo produtor Julio Mossil, não só faz a estreia autoral de Juliane, como também é a que abre o EP. A escolha está ligada na história que o disco trará sobre o amadurecimento da cantora e compositora. O resultado sai neste primeiro semestre.
Di Ferrero convida Vitor Kley para Intensamente, seu novo single; ouça!

Intensamente, single em parceria de Di Ferrero e Vitor Kley, chegou às plataformas de música nesta sexta-feira (4), via selo slap, da Som Livre. Di explicou como surgiu a canção e como ela se encaixa nesse novo momento que vive, enquanto prepara o lançamento do primeiro álbum solo. “Foi uma das primeiras músicas que eu compus nessa minha nova fase e uma das primeiras músicas que me fez querer compor um álbum. Essa música é boa, é forte e ela veio primeiro da ideia de contar uma história com um álbum inteiro e também muito da saudade de show, de festival, de tocar e de sair”. “Musicalmente falando, essa energia da música, que sempre tem uma batida e tal, surgiu exatamente assim, essa melodia está na minha cabeça há sei lá quantos anos. E ela fala sobre deixar eu mostrar meu mundo, daquelas coisas da gente se entregar mesmo, da gente tá intenso ali na hora que a gente tem que ser, se jogar, se tirar as amarras, se soltar. Eu sempre chamei ela de música de festival, porque sempre me imagino tocando ela no Lollapalooza, no Rock in Rio e até no Coachella”, completa Di. Intensamente chega em um momento em que pop punk, emo, indie, entre tantas outras vertentes do universo do rock estão novamente presentes. “Da pra sentir um movimento acontecendo no mundo e no Brasil. Na banda que toca comigo, por exemplo, tem dois integrantes que eram do Cine, o Dan e Bruno. O Hodari, que é um artista que cresceu nessa cena Emo e hoje faz um som que é pop, mas carrega esse sentimento. Também o Peracetta que tem 20 anos de idade, já tocou em algumas bandas como o Black Days e hoje no Bad Love. O próprio Vitor Kley lançou também O amor machuca demais, que participei do clipe que tem essa pegada Emo Rock. Muitos artistas novos surgindo como o Kamaitachi, Marô, Konai, Clarissa, além da Day, Fresno e até a Anitta, que no último trabalho veio com referências dessa fase. Sinto que 22 vai ser um ano em que vários outros novos artistas de rock vão aparecer. Já imagino um festival”, comemora Di. A canção ganhou reforço de Vitor Kley, que havia sido convidado por Di para participar de outra canção, mas quando a ouviu pediu a troca. O cantor explicou como foi o encontro com Vitor Kley. “Vitor veio aqui em casa em Floripa, onde eu compus as músicas, e passou o dia aqui comigo e eu queria que ele cantasse uma outra música que era uma balada, quando ouviu Intensamente ele mudou. E perguntei o que tinha acontecido e ele disse que tinha se apaixonado pela música. Pra mim essa é uma das músicas que mais representa o álbum, é uma música muito importante e eu e o Vitor temos uma conexão, uma amizade, como se ele fosse o irmão mais novo meu mesmo, então ele somou na música demais”. Vitor Kley também falou da parceria com o amigo. “Primeiro de tudo é muito com muita alegria, com muita coisa boa no coração que que a gente vem anunciar essa parceria nossa, né? Intensamente. Eu e o Di, porra ele é um cara que é muito especial. Quando eu e o Diego nos conhecemos, tivemos aquele sentimento que a gente parecia irmão um do outro. A música é consagração da nossa amizade, da nossa sintonia, de talvez outras vidas”. Com direção de Hideki e filmado em um dia de muito sol, Intensamente também vem com um clipe divertido, ou como denominou Di, “nonsense”. “Estou muito feliz e o clipe nada mais é que dois amigos/irmãos, completamente sem planos sendo completamente desprendidos e intensos. E foi gravado num lugar muito interessante, que é um depósito de areia em São Paulo no meio da cidade e a pira do clipe foi que as pessoas continuavam trabalhando. O diretor que teve essa ideia. Então tem coisas acontecendo. No fundo era uma fábrica da Antártica, e o lugar foge do clichê de ser uma coisa solar e ter que ser praia”.
Cronixta e Felipe Cordeiro se unem no lançamento de O Som da Floresta

Duas potências artísticas do norte do Brasil se juntam com o suingue da guitarrada e o peso da palavra forte do Pará no single O Som da Floresta. O músico e rapper Cronixta se une a Felipe Cordeiro – ambos filhos da floresta e de cima do mapa do país – neste abre alas que exalta e clama por socorro pelas nossas florestas. Com produção de Bruno Habib e lançado pelo selo Dog Music Lab, o clipe tem direção do próprio Cronixta. “A minha música existe e resiste por conta de tudo que coabita em minha região. As nossas florestas, os rios e toda a diversidade que se faz viva, são elementos fundamentais dentro da minha arte. Eu, enquanto artista da Amazônia, filho da parte de cima do mapa, preciso entender essa natureza externa que me rodeia, para conseguir entender a minha natureza interna”, reflete Cronixta, que criou a letra em cima da reflexão sobre o desmatamento, o sangue das florestas, a mudança climática e a resposta honesta da natureza diante dos atos criminosos e violentos da humanidade. Fã de Manuel Cordeiro desde a infância, Cronixta celebra a parceria com Felipe Cordeiro – filho de seu ídolo. “Quando mandei o single pra ele, expliquei que eu tinha pensado em um duo mesmo. A guitarra também como protagonista. Temos uma conexão muito forte mesmo”. “Pra mim foi muito importante e legal participar dessa faixa com o Cronixta. É um encontro de linguagens, tem essa característica do hip hop, um verbo afiado, junto com uma base e minha guitarra dançante. É um pouco disso que a música pop, com referência da Amazônia, traz: dança e uma força poética muito própria. O Som Da Floresta é muito especial por ter essa união das forças: a força do corpo, do verbo e das linguagens”, comenta Felipe Cordeiro. Gravação entre São Paulo e Belém No clipe, gravado entre São Paulo e Belém do Pará, a alusão ao encantamento do boto, tradicional lenda folclórica amazônica, reflete e provoca também sobre a necessidade de resistência da floresta e de seguir sendo política, além também de remeter à cultura e memórias afetivas dos artistas. “As lendas marcaram muito a minha infância. Eu cresci ouvindo as histórias e os mitos. Quando eu faço música, liberto minha criança, é uma forma de me conectar com essa fase e trazer ela pra mais perto de mim”, comenta Cronixta, que contou com o talento de sua tia para a criação da máscara de boto, que brinca com o tema central do single.
Kamasi Washington lança single “The Garden Path”

O saxofonista Kamasi Washington estreou a música The Garden Path, e a apresentará pela primeira vez, fazendo sua estreia no programa The Tonight Show Starring Jimmy Fallon desta noite (2). O mundo parece virado de cabeça para baixo”, disse Washington, sobre a música. “Há tanto movimento e tensão em todas as direções, de todos que você conhece – ninguém sabe o que pensar, em quem acreditar ou como abordar a vida agora. Não importa o quão inteligente você seja, é difícil não se sentir perdido”. A música é a primeira nova e original de Washington em quase um ano e segue vários anos de destaque para o titã do jazz. 2021 foi marcado pelo lançamento de Sun Kissed Child, uma faixa feita para a série Music For The Movement do The Undefeated, e um cover de My Friend of Misery do Metallica para sua célebre compilação The Metallica Blacklist. Em 2020, Washington lançou sua trilha indicada ao Emmy e ao Grammy de Becoming, da diretora Nadia Hallgren sobre a primeira-dama estadunidense Michelle Obama. Kamasi Washington é multi-instrumentista, produtor e compositor nascido e criado em Los Angeles. Seus três corpos de trabalho até o momento — The Epic; Harmony of Difference, EP originalmente encomendado para a Whitney Biennial de 2017; e Heaven and Earth – estão entre os mais aclamados da última década. As Told To G/D Thyself, curta-metragem de Heaven and Earth, estreou no Sundance Film Festival de 2019 com muitos elogios. Washington fez turnês pelo mundo e colaborou e compartilhou palcos com Kendrick Lamar, Florence + the Machine, Herbie Hancock e muitos outros.
Casaprima reflete sobre a nossa pequenez diante do universo no single Grão

O duo pernambucano Casaprima segue convidando a refletir sobre os dilemas humanos em uma série de singles que antecipam seu segundo disco de estúdio. A nova faixa, Grão, é um diálogo poético sobre a grandiosidade do universo e o nosso aparente pequeno tamanho diante do infinito. A canção chega às plataformas acompanhada de um clipe. A nova música de Casaprima observa como os momentos são passageiros e que devemos aproveitar cada um deles. Aprender com os obstáculos e comemorar os dias bons, sem perder a esperança de que as coisas podem melhorar. “Após os acontecimentos marcantes que ocorreram nos últimos dois anos, estamos diante de uma perspectiva de recomeço. Janeiro de 2022 traz consigo não apenas promessas para um ano novo, mas um vislumbre de esperança, fazendo-nos desejar que todas as dificuldades que enfrentamos recentemente dêem lugar a momentos de tranquilidade e alegria”, entrega o duo formado por Maria Juliana e Heitor Alves. O single Grão se une a Maduro e Real e Eu Canto, primeiras inéditas de Casaprima em seis anos. O projeto retomou os trabalhos resgatando a faixa-título de seu primeiro disco, Andarilho, para um novo clipe que anunciou as novidades da banda, encerrando seu primeiro ciclo para focar no futuro. A vulnerabilidade emocional é uma das marcas do projeto pernambucano desde seu início. Após mudanças na formação do agora duo, as novas canções irão solidificar a identidade intimista e pessoal das composições de Casaprima, mas indo além do que se esperaria de sua musicalidade folk, utilizando pela primeira vez elementos eletrônicos para trazer novas nuances sonoras.
Miri Brock transforma um amor intenso que se esvanece no clipe Corre Amor

Nome em ascensão do pop nacional direto de Porto Alegre, Miri Brock revela mais uma canção que mantém em alta as temperaturas da sua sonoridade. Corre Amor é uma mistura de beats dançantes e letras que celebram os amores fugazes, temperada com a sensualidade do pop brasileiro. A canção chega às principais plataformas e ganha um clipe. A pluralidade sonora e de amores habita a musicalidade de Miri Brock desde seu primeiro single, o bem recebido Me Diz O Que É. A estreia solo da artista vem na esteira de uma carreira de mais de dez anos dedicados à música. De Santa Maria (RS), atuou e se destacou como vocalista na banda Louis & Anas (posteriormente rebatizada apenas como Louis), mesclando referências do soul, da disco music e do R&B. Agora, Miri está pronta para uma nova fase, oferecendo um olhar moderno e sob a perspectiva feminina e feminista sobre os amores fluidos. “Escrevi a letra, melodia e harmonia de Corre Amor num momento em que sofri uma desilusão amorosa. Eu conheci uma pessoa em um festival, no carnaval, e vivi 48 horas muito intensas com ela. Depois do carnaval seguimos em contato, eu achando que algo maior ia acontecer, até que no reencontro as coisas foram bem mais frias do que eu esperava. Aí passei por aquele momento de tirar a pessoa do seu pedestal, me recolher e entender que tudo bem, que isso passa, e eu sigo bem (melhor) sozinha”, revela a artista. Miri vem esquentando os motores dessa nova fase com uma série de singles. Durante o isolamento social imposto pela pandemia, idealizou em parceria com Victor Fão e Martina Fröhlich o projeto Gliti, experimento musical e audiovisual que aborda temáticas de liberação feminina e sexualidades plurais numa roupagem eletropop. Atualmente, é uma das mentes criativas à frente do projeto Circuito Orelhas, com foco na circulação de nomes consagrados e revelações da música brasileira. Radicada em Porto Alegre, Miri reuniu a fina flor da música pop gaúcha para dar corpo ao seu projeto solo, sob produção da dupla Marcelo Fruet e Daniel Roitman. O primeiro single, Me diz o que que é, lançado em novembro de 2021, ganhou um videoclipe dirigido pelo conceituado jornalista paulistano Allex Colontonio (Casa Vogue, Kaza, Decornautas). Para esse novo single, o vídeo assinado pela Insonia Multimídia dá forma a uma letra onde as altas temperaturas de um amor intenso ecoam no calor desse verão. Corre Amor já está disponível para streaming e o clipe, no canal de YouTube da artista. Miri Brock prepara outras novidades para lançar ainda em 2022.